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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Hóspedes se queixam de sabor da água, e hotel acha turista em cisterna

Turista canadense é achada morta em cisterna de hotel em Los Angeles
Imagens das câmeras de segurança  mostram turista canadense 
 Elisa Lam (Foto: Los Angeles Police Department/AP)

Corpo foi achado após hóspedes se queixarem do sabor estranho da água.
Autópsia não conseguiu determinar se a turista canadense foi assassinada.

O corpo de uma mulher foi encontrado na terça-feira em uma cisterna de um hotel de Los Angeles (EUA) após os hóspedes do local se queixarem do sabor estranho da água da torneira.

A polícia de Los Angeles investiga agora a causa da morte da turista canadense Elisa Lam, de 21 anos, cujo corpo permaneceu por mais de duas semanas na cisterna de água potável do hotel.
O mistério sobre o caso aumentou na sexta-feira, quando o instituto médico legal da cidade anunciou que os resultados da autópsia são insuficientes para determinar se a mulher foi assassinada.
Corpo foi achado após hóspedes se queixarem do sabor estranho da água (Foto: Los Angeles Police Department/AP)

Segundo o jornal "Los Angeles Times", os investigadores terão que esperar as conclusões das provas toxicológicas, que levarão entre seis e oito semanas, para determinar se Elisa Lam foi empurrada na caixa d'água ou se foi vítima de um acidente.

A polícia local estava há duas semanas buscando sem sucesso Elisa, até que os hóspedes do hotel Cecil, onde ela estava, começaram a se queixar de um sabor estranho na água.

"A água da torneira estava horrível", disse Sabina Baugh, uma turista britânica que ficou oito dias no hotel ao lado de seu marido, à emissora "CNN".
Autópsia não conseguiu determinar se a turista canadense foi assassinada (Foto: Los Angeles Police Department/AP)

"Tinha um sabor muito diferente, meio doce, asqueroso. Muito estranho. Quase não posso descrevê-lo", acrescentou.

Em função das críticas, uma equipe de manutenção do edifício subiu no telhado para comprovar o estado da cisterna e encontrou o corpo de Elisa.

Uma análise da água proveniente da caixa d'água determinou que o líquido não continha bactérias prejudiciais à saúde, segundo informou hoje à emissora "NBC" o diretor de saúde ambiental do condado de Los Angeles, Angelo Bellomo.

"É provável que a cisterna tivesse cloro suficiente para destruir qualquer bactéria que pudesse ter estado presente", explicou Bellomo.


Da Agência Efe


terça-feira, 1 de maio de 2012

Menina é achada morta dentro de mala

Notícia de 16/04/2009
Menina de 8 anos é encontrada morta dentro de mala na Califórnia
Polícia suspeita que professora da menina tenha cometido o crime.
Garota havia desaparecido em 27 de março e foi encontrada em 6 de abril.


O caso de uma menina de 8 anos encontrada morta dentro de uma mala em um tanque na Califórnia vem mexendo com os americanos, que fizeram fila nesta quinta-feira (16) para o velório da criança. E ainda uma professora da garota é uma das principais suspeitas da polícia americana.

O corpo de Sandra Cantu foi descoberto no último dia 6 em um tanque de uma fazenda de vacas. Ela estava desaparecida desde 27 de março passado.

Vídeo não editado completo da acusação de Melissa Huckaby em 14 de abril. . Huckaby é acusado de matar Sandra Cantu em 27 de março e dispor de seu corpo em uma mala preta que os trabalhadores rurais encontrados 06 de abril em uma lagoa de irrigação


A menina era da localidade de Tracy, de 78 mil habitantes situada a cerca de 100 quilômetros ao leste de San Francisco (Califórnia).


Segundo o sargento da polícia, Tony Sheneman, a mala onde estava a garota era da professora Melissa Huckaby, de 28 anos.

Melissa, que mora na mesma área da família de Sandra Cantu, que era amiga da filha de 5 anos da professora. Ela é neta do reverendo Clifford Lawless e dá aulas para crianças aos domingos na igreja do pastor.

A professora está detida desde sexta-feira (10), e disse ser inocente. Falou ainda que a mala foi furtada de sua casa no dia em que Sandra desapareceu.

Uma equipe de médicos legistas já realizou a autópsia de Sandra. Os resultados devem sair em quatro ou seis semanas.

Apesar de desconfiar da professora, a polícia ainda não apresentou o provável motivo do crime. Caso seja considerada culpada, ela pode pegar a prisão perpétua. Melissa voltará à Corte no próximo dia 24.

Segundo a mídia americana, os advogados pediram para que a família da garota não se pronunciasse durante o caso.


Foto: Ben Margot/AP

Diante de carros da mídia, pessoas fazem fila para o velório de Sandra Cantu, nesta quinta-feira (16), em Tracy (Foto: Ben Margot/AP)

Do G1, com informações da Associated Press

quarta-feira, 7 de março de 2012

Foto da menina morta no Hopi Hari com rostinho deformado gera apelo da mãe

Mãe faz apelo sobre foto de jovem morta no Hopi Hari que circula pela internet
Foto mostra adolescente que morreu sentada em cadeira diferente da periciada pela polícia no Hopi Hari Foto: Reprodução de imagem / TV Globo

A mãe de Gabriella Nichimura, adolescente morta após cair de um brinquedo no Hopi Hari, fez um apelo na noite desta terça-feira através de seu perfil no Facebook. Silmara Nichimura pediu que os usuários da rede social excluam e não compartilhem fotos do corpo de sua filha, que têm circulado pela internet.


As imagens, que mostram o rosto de Gabriella após a queda do La Torre Eiffel, começaram a aparecer em perfis do Facebook e Orkut no fim da tarde desta terça. Em seu depoimento, Silmara afirma que não sabe a origem das fotos e diz que "não suportaria ver (a imagem) novamente".

Leia o que Silmara Nichimura escreveu no Facebook:
"Paz meus amigos, sei o qto vcs estão sendo solidários comigo e minha família, mas infelizmente há pessoas muito más que gostam de tirar proveito do sofrimento alheio. Nao sei como tiraram uma foto da minha menina Gabriella morta ...o rostinho que sempre foi lindo, todo deformado, e estão postando no Facebook e em outros sites. Por favor, se chegarem até vcs, deletem e excluam essa pessoa por favor. Qdo vi nossa que tristeza... como há pessoas más, será que já não basta esse sofrimento, o park que não está nem aí para nós. Por favor deletem, não suportaria ver novamente. Obrigado"


extra.globo.com

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Idosa de 95 anos levanta de caixão após 6 dias de dada como morta e aterroriza Vila na China

Após sofrer um grave ferimento na cabeça, Li Xiufeng, de 95 anos, foi desta para melhor. Era a versão oficial no vilarejo de Liulou (China).

Li Xiufeng foi encontrada imóvel e sem respirar na cama
por sua vizinha mais de uma quinzena depois de
tropeçar e sofrer um ferimento na cabeça.

Mas a história não foi bem assim.

De acordo com o "Mirror", a idosa foi encontrada "morta" em 19 fevereiro, dois dias após sofrer o acidente "fatal". Então a chinesa foi deixada em um caixão aberto, como preparativo para o funeral, marcado para o dia 24. É costume local esperar vários dias para a realização do sepultamento.


Só que um dia antes do enterro, todos tomaram um susto: não havia mais corpo no caixão!

"Ficamos aterrorizados. Imediatamente pedimos ajuda aos vizinhos", disse Chen Qingwang, neto da "morta".

Depois de uma busca pelo cadáver, os moradores do vilarejo tomaram um susto ao encontrar Li vivinha da silva, sentada na cozinha da casa onde morava, ou melhor, ainda mora.

Depois de procurar o corpo ausente, os moradores ficaram surpresos ao encontrar Sra. Xiufeng sentado em um banquinho na cozinha fazendo a sua comida.


Ela teria dito a moradores: "Eu dormi por muito tempo Depois de acordar, senti tanta fome, e queria cozinhar algo para comer eu empurrei a tampa por um longo tempo para sair..."

Um hospital do município supostamente acredita Sra. Xiufeng sofreu uma morte artificial, durante o qual a pessoa não tem fôlego, mas o corpo permanece quente.


Agora a notícia ruim para a chinesa: como manda a tradição local, todos os pertences dos mortos devem ser queimados. E assim foi feito com Li...


O Globo / news1.ghananation.com

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Cunhado acusado pelo aborto de jovem morta é agredido ao ser solto


Cunhado acusado de aborto de jovem morta em MS é agredido ao ser solto
TJ/MS aceitou nesta segunda (19) pedido de liberdade do acusado.
Ao ser libertado ele foi agredido por uma mulher revoltada com o caso.
Hugleice da Silva ao ser libertado do Instituto Penal de Campo Grande (Foto: Leandro Abreu/G1 MS)

“Vou cuidar da minha vida e da minha família agora”. Essas foram as primeiras palavras de Hugleice da Silva, ao ser libertado na tarde desta terça-feira (20), do Instituto Penal de Campo Grande, após pouco mais de dois meses de prisão. Ele é acusado de prática de aborto e ocultação de cadáver de sua cunhada, a estudante Marielly Barbosa Rodrigues, de 19 anos.

A primeira turma do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul (TJ/MS) aceitou por unanimidade, nesta segunda-feira (19) o pedido de habeas corpus da defesa de Silva.


Segundo José Roberto Rodrigues da Rosa, advogado do cunhado, seu cliente deve responder o restante do processo em liberdade. Os argumentos usados por ele para pedir a liberdade do acusado foram o bom comportamento na prisão, o fato de possuir endereço fixo, bons antecedentes, trabalho, família constituída e de ter se apresentado de forma espontânea a polícia após ter a prisão decretada, além de ter colaborado nas investigações.

Agressão
Pouco depois de sair da penitenciária, Silva acabou sendo agredido. Uma mulher que estava na porta do presídio e que dizia que estava revoltada com o caso, o atingiu com um tapa no braço e ainda fez diversos xingamentos a ele, gritando que em 'mulher não se bate nem com uma flor'.

Outro acusado
Além do cunhado também foi preso em razão das mesmas acusações o enfermeiro Jodimar Ximenes Gomes. Segundo a polícia, ele é acusado de ter praticado o aborto que teria provocado a morte de Marielly.

O advogado do enfermeiro, David Moura Olindo, diz que também apresentou um pedido de liberdade para seu cliente e tem a expectativa que o TJ/MS analise o habeas corpus na próxima semana. Ele acredita que assim como ocorreu com o outro acusado, que Gomes também deverá responder ao processo em liberdade.

Caso
Marielly desapareceu, segundo a família, no dia 21 de maio, em Campo Grande. Seu corpo foi encontrado no dia 11 de junho, em um canavial em Sidrolândia, cidade a 70 quilômetros da capital sul-mato-grossense.

O cunhado e o enfermeiro foram presos suspeitos de terem envolvimento na morte de Marielly. No início das investigações, Silva negou a participação no caso, mas confessou um relacionamento que teve com a jovem e que a levou para fazer o aborto em Sidrolândia.

Segundo a polícia, no depoimento de Silva, ele disse que o enfermeiro contou que o aborto deu errado e que Marielly tinha morrido. Ele ainda nega ser o pai da criança que sua cunhada esperava.


Pouco depois, o cunhado confessou a participação no crime, enquanto Gomes continua negando. O advogado do enfermeiro diz que as provas contra seu cliente são frágeis e que as investigações devem focar outra direção para que a verdadeira causa da morte de Marielly seja encontrada.

G1

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Modelo é encontrada morta dentro de casa após passar noite em bar do PR

Modelo é encontrada morta dentro de casa após passar noite em bar do PR
Jovem de 21 anos foi encontrada morta na manhã de segunda-feira (19). Polícia acredita que o suspeito a sufocou com um travesseiro.

 Agda Fátima Rocha, de 21 anos.
Um rapaz foi preso acusado do assassinato da modelo Agda Fátima Rocha, de 21 anos. O crime foi cometido na casa da vítima, no Núcleo Pimentel, em Ponta Grossa, na madrugada de segunda-feira.

A modelo, que trabalhava também como vendedora na loja de um shopping, foi encontrada morta pela mãe, por volta das 9h30. Agda estava sobre a cama e tinha muitos hematomas pelo corpo. Segundo a polícia, quando a mãe da garota chegou do trabalho, por volta das 9h, encontrou o corpo da filha em cima da cama com vários hematomas nas pernas e no rosto. Na tarde do mesmo dia, o suspeito do crime foi preso.

Segundo o delegado Leonardo Carneiro, “a jovem foi morta por um rapaz que ela havia conhecido na mesma noite”. De acordo com as investigações da Polícia Civil, a garota foi até um bar com uma amiga na noite de domingo (18), onde conheceu o suspeito. Depois de passar mal por ingerir bebida alcoólica, ela foi levada para casa pelo rapaz e pela amiga. “Ele se aproveitou, e depois voltou a casa da jovem, por volta das 2h de segunda”, afirmou o delegado.

Para a polícia, o rapaz teria arrombado a porta dos fundos da casa e tentado violentá-la, mas ela teria resistido. “A gente suspeita que ele a sufocou com um travesseiro. Não acreditamos que chegou a se consumar o abuso. Depois de matar a vítima, ele jogou móveis no chão e roubou o celular dela, para simular um roubo”, explicou Carneiro.
O suspeito, Jean Carlos Oliveira Pinto, de 23 anos, foi apresentado na 13ª Subdivisão Policial (SDP). Ele trabalha como vendedor em uma loja de eletrodomésticos e foi autuado em flagrante por homicídio qualificado por motivo torpe. A polícia aguarda o laudo do Instituto Médico Legal (IML) para confirmar a causa da morte e se a moça também foi abusada sexualmente.
À imprensa, Jean disse que estava mantendo relações sexuais com o consentimento de Agda quando ela se sufocou, caiu da cama, bateu a cabeça e morreu. “Foi um acidente, eu nem a conhecia direito. Nós estávamos bêbados”, relatou. “Sou inocente”, afirmou o acusado. Durante a apresentação aos jornalistas, um tio da modelo tentou agredir Jean e teve de ser contido pelos policiais.
Na tarde de segunda-feira (19), a polícia intimou a amiga da vítima a depor e foi até o local de trabalho do rapaz e o convidou a também prestar depoimento. “Ele estava tranquilo. Mas durante o depoimento ele começou a se contradizer, a ficar nervoso e confessou o crime”, contou o delegado.

A versão do suspeito é divergente a da polícia. Ele teria afirmado ao delegado que no bar a jovem combinou de se encontrar com ele mais tarde. "Ele disse que voltou a casa dela, bateu na porta e como não atendeu, ele arrombou a porta. Ela acordou e começaram a se beijar e, segundo ele, iam manter relação sexual. Mas ela caiu da cama e bateu a cabeça", afirmou Carneiro.

O laudo do Instituto Médico-Legal (IML) poderá comprovar as causas reais da morte da jovem.

O rapaz de 23 anos vai responder por tentativa de estupro e homicídio qualificado. “Temos dez dias para concluir o inquérito, mas a autoria do crime já está determinada”, concluiu o delegado.

Vizinho escutou barulho
A moradora de uma casa vizinha à residência da modelo informou que mãe e filha "eram reservadas”. A jovem era vendedora em uma loja de um shopping da cidade e nos fins de semana ela viajava até Curitiba para trabalhar como modelo. A mãe é cozinheira em uma indústria de Ponta Grossa e trabalha no turno da madrugada.

"Meu marido até escutou um barulho na madrugada. Mas como ela [a garota] sempre ficava conversando com os amigos e com som ligado, nada alto, no fundo da casa, ele achou que fosse normal", contou a vizinha. As informações são do G1.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Estudante achada morta dentro de casa é enterrada no ABC

 Estudante achada morta dentro de casa é enterrada no ABC
Bianca Console foi encontrada com ferimentos no pescoço.
Família acredita que assassino seja alguém conhecido.


Parentes se emocionam em enterro de estudante (Foto: Adriano Lima/Foto Arena/AE)

O corpo da estudante Bianca Ribeiro Console, de 19 anos, foi enterrado nesta quinta-feira (15), no Cemitério Curuçá, em Santo André, no ABC. Bianca foi encontrada morta na noite de terça (13) com ferimentos no pescoço na casa onde morava, no Parque São Rafael, na Zona Leste da capital paulista. Na residência havia móveis revirados, mas nada foi levado.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, Bianca estava sozinha em casa. Seus pais haviam saído para trabalhar. A tia da jovem, que mora em uma residência ao lado, estranhou o fato de a janela vizinha estar aberta e o televisor e as luzes, ligadas.

Por volta das 20h, a mãe de Bianca chegou e, por estar sem a chave do portão, pediu para um sobrinho de 10 anos pular o muro para destrancá-lo. Quando a tia e a mãe entraram, encontraram a jovem caída na sala perto de uma porta que dá acesso à sacada.

Os bombeiros foram acionados e a jovem chegou a ser atendida, mas não foi possível reanimá-la. O caso será investigado pelo Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).

A família de Bianca acredita que o assassino seja alguém conhecido, porque a residência não foi arrombada.


ENTENDA O CASO:
Jovem é encontrada morta com ferimentos no pescoço em SP
Residência foi revirada, mas nada foi levado.
Departamento de homicídios irá investigar a morte.


O corpo de uma estudante de 19 anos foi encontrado na noite de terça-feira (13) com ferimentos no pescoço na casa onde morava, no Parque São Rafael, bairro da Zona Leste de São Paulo. Na residência havia móveis revirados, mas nada foi levado.

Segundo a Secretaria da Segurança Pública, Bianca Ribeiro Console estava sozinha em casa. Seus pais haviam saído para trabalhar. A tia da jovem, que mora em uma residência ao lado, estranhou o fato de a janela vizinha estar aberta e o televisor e as luzes, ligadas.
Por volta das 20h, a mãe de Bianca chegou e, por estar sem a chave do portão, pediu para um sobrinho de 10 anos pular o muro para destrancá-lo. Quando a tia e a mãe entraram, encontraram a jovem caída na sala perto de uma porta que dá acesso à sacada.
Os bombeiros foram acionados e a jovem chegou a ser atendida, mas não foi possível reanimá-la. O caso será investigado pelo Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).

G1

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Estudante de 19 anos é achada morta em obra da nova sede do MPF do PI

Estudante é achada morta em obra da nova sede do MPF do Piauí
Fernanda Veras, 19 anos, estava com ferimento na cabeça e braço quebrado.
Ela não assistiu a última aula na faculdade nesta quarta-feira (24), diz polícia.

Fernanda Veras, 19 anos, foi encontrada morta na
madrugada desta quinta-feira, em Teresina
(Foto: Reprodução/TV Clube)

A estudante de direito Fernanda Veras, 19 anos, foi encontrada morta na manhã desta quinta-feira (25), na obra da nova sede do Ministério Público Federal (MPF), em Teresina. O crime, segundo investigação da Polícia Civil, deve ter ocorrido durante a madrugada.

A última vez em que ela foi vista com vida, a estudante estava em uma confraternização com outros estudantes da faculdade, em um restaurante da capital do Piauí.

Ainda segundo a polícia, o corpo da jovem estava com marcas de ferimento profundo na cabeça e um dos braços quebrado, o que indicaria que houve luta corporal entre a vítima e o agressor antes da morte.

Segundo o delegado Mamede Rodrigues Cardoso Vieira Neto, o vigia da obra e o ex-namorado da vítima prestaram depoimento durante a tarde desta quinta-feira. O funcionário da obra teria passado informações sobre a descrição do homem que entrou com a vítima ao local. O ex-companheiro disse à polícia, segundo o delegado, que ele esteve com ela antes do crime, em um restaurante, mas que voltou para casa em seguida.

"Ela foi até a faculdade, mas deixou a instituição antes da última aula. De lá, ela seguiu com colegas de classe até um restaurante. O crime aconteceu no começo da madrugada de hoje [quinta-feira]. A vítima chegou em um carro, acompanhada", disse o delegado.

A obra do prédio do MPF não tem cercas, de acordo com a polícia, o que facilitaria o acesso de pessoas estranhas à construção.
Fachada da obra da nova sede do Ministério Público Federal, em Teresina, que está em fase de obras. A imagem é de 1º de agosto deste ano (Foto: Divulgação/MPF-Piauí)


Glauco Araújo
Do G1, em São Paulo

domingo, 14 de agosto de 2011

Família israelense quer gerar um neto de filha morta


Família israelense quer gerar um neto de filha morta
A justiça permitiu que a família congelasse os óvulos, mas não que os fertilizasse.

Uma família congelou os óvulos da filha, morta em um acidente, e agora quer gerar um neto. O esperma viria de um banco de doadores anônimos. Ou seja, se a justiça autorizar a inseminação, dá pra dizer que o bebê vai nascer sem pai, nem mãe.

Um desafio para a ciência e a justiça começou numa rua na cidade de Kfar Saba, norte de Israel. No dia 7 de julho, a jovem Chen Aida Ayash, de 17 anos, foi atropelada ao cruzar uma faixa de segurança. Depois de uma semana em coma, ela teve morte cerebral.

Assaf Noy, advogado da família Ayash, conta que os pais autorizaram a doação dos órgãos. E pediram que os óvulos da jovem também fossem retirados.

Apesar de terem outros três filhos, os pais quiseram preservar a possibilidade de terem netos, filhos de Chen. A justiça permitiu que a família congelasse os óvulos, mas não que os fertilizasse. Afinal, ela era solteira e menor de idade. A retirada dos óvulos de uma mulher morta para a futura fecundação é inédita no mundo.

O caso emocionou a equipe do Hospital de Kfar Saba.

“Choramos, não podíamos respirar”, contou uma médica, ao saber que uma criança poderia nascer nessa situação.

O médico Adrian Shulman, que extraiu os óvulos da adolescente, ficou surpreso com a autorização para a retirada.

“Não me senti confortável com a decisão. Não sei se concordo. É preciso discutir muito esse assunto, do ponto de vista ético, para saber se podemos continuar ou banir para sempre esse procedimento”, diz Adrian Shulman, diretor do hospital.

O juiz deu à família um prazo de três meses para decidir o que vai fazer. Os pais de Chen podem optar por doar os óvulos para um casal infértil. Mas se quiserem usá-los para ter um neto, vão ter que entrar com nova ação no tribunal.

Caso consigam a autorização, haverá mais polêmica. Chen tinha um namorado, mas a família poderia recorrer ao banco de sêmen, depois teria que encontrar uma mãe de aluguel que aceite emprestar seu útero. O que para a família Ayash é agora uma questão de foro íntimo, para o mundo pode representar uma revolução na maneira de se construir uma família.


Como um casos desses seria tratado no Brasil? Por aqui, o Conselho Federal de Medicina, órgão que normatiza as práticas médicas, não tem registro de um caso igual ao de Israel.

“Aqui no Brasil, nós teríamos uma dificuldade muito grande em admitir essa possibilidade do congelamento de óvulos de uma mulher com menos de 18 anos de idade, quer dizer na verdade uma adolescente”, aponta Guilherme Calmon, professor de Direito Civil da Uerj.

No país, já houve casos de mães que usaram o sêmen congelado de maridos para inseminar óvulos. Foi o que aconteceu com Kátia, de Curitiba. O marido dela, Roberto, foi diagnosticado com câncer. Antes de morrer resolveu congelar o sêmen para que o casal pudesse realizar o sonho de ter um filho. E em junho de 2010 Katia deu à luz Luiza Roberta.

Mas no caso de a mãe já ter morrido, o problema fica mais complicado por envolver a necessidade de uma barriga de aluguel.

“Você vai ter não só a maternidade de substituição, a barriga de aluguel, como uma reprodução post-mortem, porque a mulher que forneceu o óvulo e que seria a mãe jurídica não está mais viva”, explica Guilherme Calmon.

O Conselho Federal de Medicina exige que a pessoa, antes de morrer, deixe a sua vontade de ter filhos registrada.

“Do ponto de vista ético, há a prerrogativa, a necessidade, de uma autorização por escrito”, diz Carlos Vital, presidente do CFM.

Foi o que fez Aldimar. Ela e o marido fizeram duas inseminações artificiais e perderam dois filhos.

“São meus anjinhos. Como eu falo: nós somos pais de anjos”, diz Aldimar de Souza Silva, administradora de empresas.

Os óvulos que não foram implantados no útero dela estão congelados. E ela assinou um documento que permite que, no caso dela morrer, eles possam ser usados pelo marido para gerar filhos deles. Ou que sejam doados.

“Eu pensei assim: ‘poxa, vou estar morta, meus óvulos estão aqui. Vão ser jogados fora? Por que jogar fora? Eu vou doar para uma pessoa que não pode ter um filho também’”, conta Aldimar.

“O Congresso Nacional ainda não editou lei tratando sobre tema específico da reprodução assistida, muito menos reprodução post-mortem, menos ainda de congelamento de óvulos. Temos uma total ausência de leis sobre o assunto”, explica Guilherme Calmon.

Tanto em Israel, quanto aqui no Brasil, essa é uma polêmica que ainda deve gerar muitos debates.


Fantástico

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Juíza é morta em emboscada em Niterói


Juíza é executada em emboscada em Niterói

Familiares se consolam diante do carro da juíza assassinada / Foto: Pedro Kirilos
RIO - A juíza Patrícia Lourival Acioli, da 4ª Vara Criminal, de 47 anos, foi assassinada no início da madrugada desta sexta-feira quando acabava de chegar em casa na Rua dos Corais, em Piratininga, Região Oceânica de Niterói. Segundo testemunhas, homens encapuzados que estavam em dois carros e duas motos efetuaram os disparos antes mesmo que ela saísse do seu carro, um Fiat Idea.

Câmeras da guarita do condomínio onde a juíza morava flagraram a movimentação de duas motocicletas e de dois carros que estariam envolvidos na execução. Um dos veículos foi colocado na entrada da garagem para impedir o acesso da juíza.

Única a julgar processos de homicídios em São Gonçalo, a juíza era conhecida por uma atuação rigorosa contra a ação de grupos de extermínio naquela região do estado.

O presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Rio, desembargador Manoel Alberto Rebelo dos Santos, que esteve no local do crime, afirmou que admite a hipótese de a juíza Patrícia Acioli ter sido assassinada em consequência de sua atuação rigorosa contra grupos de extermínio formado por policiais militares.

- Ela já havia recebido ameaças - disse o desembargador, na presidência desde janeiro deste ano.

O desembargador reconheceu que não se recorda de nenhum atentado ou execução de magistrados no Rio nos últimos 30 anos, mas não vê semelhança entre o assassinato de Patrícia e o planejamento de atentados contra magistrados por facção criminosa no interior de São Paulo.


O presidente da seção de Niterói da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Antônio José Barbosa da Silva, pediu uma apuração rigorosa para se chegar aos criminosos que executarm a juíza Patrícia Acioli.

- O crime foi feito por profissionais. O que chama atenção é o fato de uma magistrada, que julgou centenas de criminosos de alta periculosidade, não contar com segurança policial. Juízes criminais não devem ficar expostos. Ao contrário das pessoas de bem, bandidos não têm o que perder. O assassinato lembra os crimes cometidos pela máfia - disse o presidente da OAB.

A juíza Patrícia Acioli, de 44 anos, foi morta ao chegar em casa em Piratininga - Foto: Reprodução internet
Patrícia estava há três anos sem escolta por determinação do ex-presidente do Tribunal de Justiça Luiz Zveiter, segundo informou o jornalista Humberto Nascimento, primo da vítima. De acordo com ele, a juíza já recebeu pelo menos quatro ameaças graves num período de cinco anos. Quando era defensora pública na Baixada, já tinha sofrido um atentado.

A perícia recolheu 16 cápsulas de pistola de dois calibres. Segundo a perícia, os tiros foram bem direcionados de baixo para cima.

Em janeiro deste ano, a juíza decretou a prisão preventiva de seis policiais do 7º BPM, acusados de forjar um auto de resistência (morte em confronto com a polícia), em outubro do ano passado, em São Gonçalo.

Em setembro de 2010, Patrícia expediu os mandados de prisão de quatro policiais militares acusados de participar de um grupo de extermínio, que teria executado 11 pessoas, em São Gonçalo.


Athos Moura, Jorge Antonio Barros e Paulo Roberto Araújo (O Globo)

 Presidente da OAB de Niterói pede apuração rigorosa para esclarecer assassinato da juíza


RIO - O presidente da seção de Niterói da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Antônio José Barbosa da Silva, pediu uma apuração rigorosa para se chegar aos criminosos que executarm na madrugada desta sexta-feira a juíza Patrícia Acioli, que comandava o Tribunal do Júri de São Gonçalo e ficou conhecida por condenar PMs que cometiam crimes na cidade, a segunda do estado em população e que tem o menor índice de policiais por habitantes.

 -- O crime foi feito por profissionais. O que chama a atenção é o fato de uma magistrada, que julgou centenas de criminosos de alta periculosidade, não contar com segurança policial. Juízes criminais não devem ficar expostos à criminalidade. Ao contrário das pessoas de bem, bandios não têm o que perder. O assassinato lembra os crimes cometidos pela máfia -- disse o presidente da OAB.

 Paulo Roberto Araújo ( O Globo)


sábado, 19 de março de 2011

Menino morto pela tia. Mãe sai da prisão e vai a enterro de Gabriel

Mãe do pequeno Gabriel é liberada de presídio para ir a sepultamento do filho
Escoltada por agentes penitenciários, ela pediu para ficar sozinha com o filho e somente na presença de uma pastora, mas passou mal


Bianca Ferreira Brandão e Ivanildo
A mãe do menino Gabriel Gomes, de dois anos e sete meses, morto por espancamento, na manhã de sexta-feira (18), em Oriente, Cariacica, Luciana Gomes, 25, foi liberada do presídio Feminino de Tucum para acompanhar o sepultamento do filho e passou mal durante o velório.

Escoltada por agentes penitenciários, ela pediu para ficar sozinha com o filho e somente na presença de uma pastora, mas não aguentou a emoção e passou mal. A jovem teve que ser internada.

Luciana, que está presa por tráfico de drogas, obteve a liberação da Secretaria de Estado de Justiça (Sejus), no final da manhã de sábado, graças a ajuda da irmã, Valquíria Clem.

A principal suspeita do crime é a tia do menino, a dona de casa Bianca Ferreira Brandão. Ela foi presa e autuada em flagrante por maus-tratos seguido de morte.

Enterro do garoto Gabriel Gomes da Silva, que
morreu após ser espancado pela tia
Bianca e o marido, que é irmão de Luciana, passaram a cuidar de Gabriel depois que a mãe foi presa há sete meses. Vizinhos e outros familiares contaram que a tia agredia e espancava Gabriel com frequência.

O clima no velório, no fim da manhã deste sábado, que aconteceu na igreja Assembleia de Deus, no bairro Oriente, Cariacica, bairro onde o garoto morava e foi assassinado, era de revolta e tristeza entre os parentes.

O pai biológico de Gabriel, Thiago da Silva Pinto, 28, acompanhou o velório e disse que espera justiça. "Quero que ela repense nas coisas que fez. Mas ela tem de pagar", falou.

Em depoimento à polícia, a acusada negou as acusações e disse que apenas corrigia o menino. Sobre os machucados pelo corpo do menino, ela explicou que ele caiu recentemente de um tanque e apenas confirmou que o braço direito do menino estava quebrado porque o puxou com força sem intenção de machucá-lo.

O laudo do Departamento Médico Legal (DML) confirmou que os hematomas no corpo de Gabriel eram de espancamentos. Ele teve traumatismo craniano, instestino perfurado e múltiplas lesões.

Entenda o caso:



Criança é encontrada morta com marcas de queimaduras e fraturas dentro de casa em Cariacica

TV Vitória 

Um menino de apenas três anos de idade foi encontrado morto dentro da própria casa no bairro Oriente, em Cariacica, na manhã desta sexta-feira (18). A criança estava desnutrida e foi encontrada no chão da residência com marcas de queimaduras e fraturas. Segundo os vizinhos, a criança era espancada frequentemente pela tia e pode ter sido morta por asfixia.
"Ela batia nele todo dia. Deixava ele do lado de fora a noite toda até de manhã e no banheiro espancado. Ela colocava colher quente na boca dele", conta Davidson Silva. A mãe da criança está presa e cumpre pena por envolvimento com tráfico de drogas. O menino morava com a tia há sete meses e a suspeita está foragida. O marido dela nega as acusações e diz que o garoto apanhava apenas para se alimentar. "Eu não sei dizer muita coisa. Eu estava trabalhando e me ligaram porque o bebê estava morto. Ela batia sempre nele para comer, mas nunca tão forte", afirmou o tia da criança, também suspeito do crime.De acordo com moradores do bairro Oriente a criança chegou a ficar presa em um banheiro de 7h às 21h. Revoltados, vizinhos tentaram linchar o tio da criança, que precisou de escolta policial até a viatura. Ainda segundo vizinhos, esta não é a primeira vez que a tia do menino se envolve em mortes de criança. "Já é a terceira vez que ela mata. Matou dois gêmeos queimados em 2006 e esse que nem é filho dela ela também matou. Essa é a terceira criança", afirma Marcia Helena, vizinha. "Meu sentimento é só de ódio", desabafa um dos vizinhos da criança.


quarta-feira, 24 de novembro de 2010

São Paulo. Criança é encontrada morta pelo padrasto em máquina de lavar

Mãe de Natascha (de branco) é amparada
pelo marido no IML (Foto: Carolina Iskandarian/ G1)
A menina Natascha Santina Santos Frederico, de 10 anos, morreu afogada na máquina de lavar roupas no apartamento onde morava na Vila Silvia, na Zona Leste de São Paulo. Ela foi encontrada com a cabeça e parte do tronco dentro da máquina de lavar pelo padrasto nesta segunda-feira. Segundo informações do hospital para onde a menina foi levada, Natascha morreu por afogamento. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública (SSP) a menina estava com o padrasto no apartamento, quando aconteceu o afogamento. O homem compareceu ao 24º Distrito Policial, na Ponte Rasa, e contou à polícia que estava dormindo no sofá, enquanto aguardava a hora de levar a criança para a escola. O crime foi registrado como morte suspeita.

Fiquei desesperado, diz padrasto que viu garota dentro da máquina de lavar
Homem diz que a enteada, de 10 anos, subiu em banquinho e caiu.
Caso foi na segunda, na Zona Leste de SP, e morte seria por afogamento.


padrasto de Natascha Santina Frederico, de 10 anos, morta ao cair em uma máquina de lavar roupa, contou na tarde desta terça-feira (23) que tentou “desesperadamente” salvar a menina quando a encontrou lá dentro. “Não consegui puxá-la, fiquei desesperado e saí gritando. Ela estava presa, só com as perninhas para cima”, relatou o garçom Raimundo Alves da Silva, de 43 anos, na porta do Instituto Médico-Legal Leste (IML), na Zona Leste de São Paulo.

O caso ocorreu por volta do meio-dia desta segunda (22), na casa onde Alves morava com a menina e a mãe dela, a garçonete Rosimere Santos da Silva, na Vila Sílvia. O corpo de Natascha deixou o IML por volta de 15h e seguiria ainda esta noite para Pernambuco, onde ela nasceu. Para a polícia, a causa da morte foi afogamento.

lves contou que Natascha “subiu em um banquinho” e se debruçou na máquina. “A gente estava brincando na sala e toda hora ela perguntava se era hora de ir para a escola. Eu disse que era cedo. Por um momento ela sumiu e fui procurar no quarto, mas não estava.” Quando foi à área de serviço, o padrasto de Natascha a encontrou.

O boletim de ocorrência foi registrado no 24º DP, Ponte Rasa. A versão que Alves deu à reportagem é a mesma fornecida em seu depoimento. Ele admitiu que tirou “um cochilo” na sala, deixando a garota sozinha. Na porta do IML, a mãe da menina, muito abalada, não quis dar entrevistas. Kelly Cristina Teles, 37, se identificou como vizinha da família. Ela disse que viu a criança na máquina e também tentou retirá-la dali.

“Três pessoas ajudaram e não conseguimos. Tiveram que quebrar a máquina”, afirmou Kelly, acrescentando que Natascha adorava água e tinha “problemas mentais”. “Ela tinha 10 anos, mas mentalidade de uma menina de 3 anos.” “Não foi negligência [do padrasto]. Ele cuidava dela como se fosse o próprio pai.” Segundo a vizinha, havia roupa de molho na máquina, mas não uma grande quantidade de água. O padrastro negou. "Não tinha água na máquina. Estava desligada."
Atendimento

"O bombeiro disse que ela ainda tinha pulso, mas acho que chegou morta ao hospital", disse Kelly. A garota foi encaminhada ao Hospital Municipal Professor Doutor Alípio Correa Netto, na Zona Leste. De acordo com as informações do boletim de ocorrência, ela "deu entrada com ausência de respiracão espontânea, ausência de pulso e sinais clínicos de afogamento, com saída de água por vias aéreas".

Ainda no boletim de ocorrência, consta a informação de que os policiais militares chamados tentaram reanimar Natascha com massagem cardíaca. Nos depoimentos, não há relatos de que a garota tinha problemas mentais.

A Gazeta

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Baleia de mais de 15 toneladas é encontrada em Bicanga, na Serra


Bombeiros disseram que a baleia pode ter morrido enquanto foi jogada em direção às pedras pela maré

Gazeta Online

foto: Marcos Fernandez - GZ
Baleia encontrada em Bicanga
Uma baleia da espécia Jubarte de aproximadamente 20 toneladas, foi encontrada na manhã deste domingo (25) por moradores do balneário de Bicanga, na Serra.

Segundo moradores da região, o animal ainda estava vivo quando foi avistado. Bombeiros que atenderam a ocorrência disseram que a baleia pode ter morrido enquanto foi jogada em direção as pedras pela maré.

Agentes do Insitituto Orca foram ao local e confirmaram a presença da baleia Jubarte. Segundo dados do instituto, somente este mês, esta é a quarta baleia Jubarte que encalha em praias do Espírito Santo. Os casos foram nos municípios de Aracruz, São Mateus e Anchieta.

O assistente do instituto, Luiz Felipe, disse que essa reincidência de baleias encalhadas no mês de julho trata-se de um fenômeno anormal. O local onde o animal foi encontrado não possui incidência no aparecimento de animais deste porte.


Ainda de acordo com o Corpo de Bombeiros, a prefeitura do município foi informada sobre o animal e disse que neste domingo não havia profissionais disponíveis para remover a baleia.

A prefeitura informou que a prioridade na manhã desta segunda-feira (26) será a remoção do animal. A baleia de quase 20 toneladas, que atraiu a atenção de várias pessoas na praia, está nas proximidades do ponto final de ônibus do bairro Bicanga. 

domingo, 25 de julho de 2010

Caso Mércia. 'Éramos um casal muito feliz', diz Mizael


Suspeito pela morte de ex-namorada concede entrevista.
Para ele, Mércia pode ter sido morta para atingi-lo.

“Éramos um casal muito feliz, perfeito. A gente era muito apegado um com outro, a gente viajava muito. A gente tinha uma vida muito boa”. É assim que Mizael Bispo de Souza define seu relacionamento com a advogada Mércia Nakashima, que desapareceu no dia 23 de maio, em Guarulhos, na Grande São Paulo, e depois teve o corpo encontrado em Nazaré Paulista, no interior do estado. Mizael concedeu uma entrevista exclusiva ao G1nesta sexta-feira (23). A reportagem teve acesso ao escritório e à casa do principal suspeito pela morte da advogada. Ele nega o crime.
Na entrevista ao repórter Kleber Tomaz, Mizael falou sobre seu relacionamento com a família de Mércia. Segundo ele, o contato era esporádico e encontrava objeção do irmão de Mércia, Márcio Nakashima. Segundo ele, Márcio teria, inclusive, passado o telefone da irmã para que alguns amigos pudessem assediá-la.

“Quando eu conheci a Mércia, ficamos namorando uns meses escondidos. Ela tinha medo da reação do irmão [Márcio]. Quando veio a público, ela morava num condomínio com ele, ele tratou de expulsá-la de lá. Ela veio morar com a irmã, num apartamento do pai. Daí para a frente, ele ficou quase quatro anos sem falar com ela, porque ela namorava comigo”, conta Mizael.
Mizael afirma que tem passado dias difíceis, mas quem tem encontrado suporte em sua família. Ele é pai de uma menina de 9 anos. “Tem sido difícil para mim, embora tenho buscado muita força, em primeiro lugar, em Deus e na minha família. Mas realmente não tem sido fácil trabalhar, muito menos andar pelas ruas”. No dia a dia, ele tem usado um colete à prova de balas para se proteger de ameaças recebidas.
“O que aconteceu com a Mércia, às vezes eu paro e penso: será que não era para ter acontecido comigo? Será que alguém não queria era eu e não conseguia chegar até mim e foi atacar diretamente a ela porque sabia que iria sobrar para mim?”, cogita.
Mizael afirma que se for decretada sua prisão pela Justiça após concluído o inquérito pela Polícia Civil de São Paulo, irá se entregar. “Se for decretada a prisão, eu vou cumprir e entraremos depois com todos os recursos possíveis”, diz. Quando chegou a ter a prisão temporária decretada pela Justiça, há quase duas semanas, Mizael não se entregou e chegou a ser considerado foragido.
Na entrevista, ele afirma que seu sonho atual é se livrar das acusações e espera que a justiça seja feita. “Sonho? Me livrar dessas acusações para poder tocar a minha vida e continuar fazendo sempre o que eu fiz, que é viver, ajudar as pessoas, educar minha filha.”.
Quando perguntado se ele teria algum motivo para matar Mércia, ele nega veementemente. “Nenhum. Jamais.”

Fonte: G1

segunda-feira, 12 de julho de 2010

Professora universitária é encontrada morta em praia no Paraná


Corpo de mulher desaparecida estava enterrado na restinga. 
Peritos vão determinar causa da morte e analisar se vítima sofreu estupro.

Uma professora de psicologia foi encontrada morta em uma praia de Pontal do Paraná (PR), nesta segunda-feira (12). O corpo da mulher, de 53 anos, estava enterrado na areia e tinha marcas de estrangulamento.
O delegado José Antonio Zuba Oliva, responsável pelas investigações, explicou ao G1 que a professora vivia em Curitiba e passava férias na região, onde possui uma casa. Ela desapareceu na tarde de domingo (11), após sair para uma caminhada.
“Os familiares da vítima procuraram a polícia ainda na noite de domingo para comunicar o desaparecimento", diz o delegado, que iniciou as buscas imediatamente. “Por volta de meio-dia, nós localizamos o corpo da professora enterrado na restinga entre dois balneários.”
Segundo o delegado, a única lesão aparente é de um provável estrangulamento. O corpo foi encaminhado para peritos do Instituto Médico Legal (IML) de Paranaguá (PR), que vão determinar a causa da morte e verificar se houve estupro. Os laudos ficam prontos em até 30 dias.
De acordo com o delegado, o corpo da professora já foi liberado e segue para Curitiba, onde deverá ser cremado.
Oliva afirma que não há pistas dos assassinos, mas acredita que o crime foi cometido por pessoas que não moram na região. Segundo o delegado, a população da cidade de 11 mil habitantes passa a ser de 50 mil nesta época de férias escolares. “Não existe crime com esse perfil em Pontal do Paraná há muitos anos. Não é gente daqui”, diz.
Do G1, em São Paulo
 

domingo, 11 de julho de 2010

Fotos de Mércia morta continuam sendo exibidas em site

Imagens verdadeiras do corpo da advogada ainda não foram retiradas.
Família da vítima pede exclusão do conteúdo por considerá-lo ofensivo.

Um dos diversos sites que divulgaram fotos verdadeiras de Mércia Nakashima morta continuava no ar nesta quarta-feira (7), exibindo imagens do corpo da advogada, cinco dias após a família da vítima pedir a retirada do conteúdo aos proprietários das páginas por considerá-lo ofensivo.

A pedido do advogado Alexandre de Sá Domingues, que defende os interesses dos parentes de Mércia na investigação que busca os responsáveis pelo assassinato da mulher, o G1 não irá informar o nome do site. Nele, estão oito fotos de Mércia tiradas quando ela foi achada morta em 11 de junho nas margens da represa de Nazaré Paulista, no interior do estado.

As fotografias mostram a advogada sem cabelos, com o corpo inchado, vestida com blusa roxa, calça jeans e tênis – mesma roupa que usava quando desapareceu da casa dos avós em Guarulhos, no dia 23 de maio. Há também imagens da mulher em cima de uma mesa utilizada para realização de exames de necropsia.

Na segunda-feira (5), a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo informou que a Corregedoria da Polícia Civil vai apurar o suposto vazamento das fotos de Mércia.

Em nota, o Instituto Médico-Legal (IML) negou que tenha divulgado o conteúdo. Além do IML, peritos do Instituto de Criminalística (IC) e policiais civis também investigam o assassinato e tiveram contato com o material.


Parente observa Mércia morta (Paulo Piza/G1)

“Esclarecemos que as fotos divulgadas na internet não são oficiais do Instituto Médico-Legal. O caso será encaminhado para a Corregedoria Geral da Polícia Civil”, informava a nota assinada pela diretoria do IML.
Policiais Militares, bombeiros, jornalistas e curiosos também haviam ido ao local onde o corpo da advogada foi encontrado. Até agora, ninguém se responsabilizou pela distribuição das imagens.

As fotografias de Mércia que estão circulando na internet são as mesmas que fazem parte do trabalho dos peritos do IC e dos médicos legistas do IML para a elaboração de seus laudos técnicos. Ambos os institutos são ligados à Polícia Técnico-Científica. Nas imagens, é possível ver o maxilar da vítima deslocado e uma marca de tiro no canto direito do queixo.

Principal suspeito
“São mesmo as fotos de Mércia. A família ficou bem chateada com a divulgação ilegal. Solicitamos e foram retiradas fotos verdadeiras de alguns sites. Pelo menos sete sites já divulgaram”, afirmou Sá Domingues, na segunda-feira à reportagem. Na sexta-feira (2), a reportagem mostrava que fotos falsas de Mércia também eram distribuídas na internet.

A Polícia Civil aguarda os resultados dos exames que irão apontar a causa da morte da advogada e do que foi encontrado dentro do carro dela. O veículo havia sido localizado submerso em 10 de junho, na mesma represa onde o corpo da mulher foi achado.

Preliminarmente, a perícia do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) trabalha com a hipótese de Mércia ter sido agredida dentro do seu carro quando estava na posição do motorista. Quem a machucou estaria no banco do carona. Em seguida, o agressor atirou nela e a advogada desmaiou. Depois, o criminoso teria empurrado o automóvel da vítima dentro da represa. Como ela não sabia nadar, o mais provável é que tenha morrida afogada.

O principal suspeito pelo crime é o ex-namorado de Mércia, o advogado e policial militar aposentado Mizael Bispo de Souza. Ele nega o crime.

Um pescador afirmou à polícia ter visto o automóvel entrar na água no dia 23. A testemunha também contou ter visto um homem não identificado sair do veículo e ter escutado gritos de mulher.

Outros suspeitos
Além do ex-namorado da vítima, mais duas pessoas são apontadas como suspeitas de envolvimento na morte da advogada: um dos irmãos de Mizael e o vigilante Evandro Bezerra Silva, de 38 anos, que teve a prisão decretada pela Justiça por faltar a um depoimento. Foragido, este último é procurado pela polícia.
Segundo a investigação, o rastreador do carro de Mizael mostrou que ele estava perto dos locais onde Mércia foi vista pela última vez (na casa dos avós em Guarulhos) em 23 de maio e dias antes passou pelo local onde a advogada foi encontrada morta (represa em Nazaré Paulista).

Kleber Tomaz
Do G1 SP