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quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Casal encontrado morto em apartamento. Arquivo de PC destruído teria elo com mortes


Arquivo de notebook pode ter motivado briga de casal, diz polícia
Computador foi encontrado destruído no lixo apartamento, em Londrina.
Polícia também apreendeu celulares e uma arma usada no crime.

Casal foi encontrado morto na manhã de quarta-feira
 (24), em Londrina (Foto: Reprodução / RPC TV)
O delegado Willian Douglas Soares, que investiga a morte de um casal em um apartamento de luxo, em Londrina, no norte do Paraná, acredita que a briga possa ter sido motivada por causa de um arquivo no notebook da mulher. Ele tinha 69 anos e ela 35.


"Nós o apreendemos no lixo do apartamento do casal e ele estava completamente destruído. Uma mera queda seria insuficiente para causar os danos que apresenta. O seu conteúdo será periciado. Isto nos leva a crer que é possível uma briga entre o casal em função de algo que havia no seu HD, na sua memória interna", relatou o delegado.

Além do computador, a polícia também apreendeu os celulares, uma arma usada no crime,  três projéteis, além de uma faca, que estava nas mãos da mulher.


Os corpos foram encontrados com marcas de tiros, em cima da cama do casal, que morava no prédio há seis meses. De acordo com a polícia, vizinhos relataram que ouviram discussões durante a madrugada, mas que o barulho dos tiros foi ouvido apenas pela manhã.

As primeiras investigações apontam para a hipótese de homicídio seguido de suicídio e que a motivação provavelmente foi passional. Para o delegado Soares, essa é a possibilidade mais plausível, conforme as provas que foram coletadas no local onde as vítimas foram encontradas. Após uma visita ao Instituto Médico-Legal, Soares afirmou ainda que já é possível ter certeza de que a mulher foi assassinada. “A vítima mulher foi alvejada com dois disparos. Então, o que é certo dizer, portanto, é que ela não cometeu suicídio. Ela foi vítima de um homicídio”, disse.

Soares disse ainda que a polícia também vai investigar a possibilidade de uma terceira pessoa ter matado o casal. “Em função do que foi coletado, nós aguardamos agora as imagens do sistema de monitoramento, para saber se, eventualmente, ainda que improvável, houve um duplo homicídio”, afirmou.

Os vizinhos contaram que o casal vivia em harmonia. “Pelo que a gente via, eles eram apaixonados”, conta Dulce Gonçalves, que mora no mesmo prédio.

Sepultamentos
Os corpos foram velados em locais diferentes entre a madrugada e manhã desta quinta-feira (25). Até as 11h50 o homem já tinha sepultado. Neste horário, o corpo da mulher continuava sendo velado. O horário do sepultamento não foi divulgado.
G1

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Modelo é encontrada morta dentro de casa após passar noite em bar do PR

Modelo é encontrada morta dentro de casa após passar noite em bar do PR
Jovem de 21 anos foi encontrada morta na manhã de segunda-feira (19). Polícia acredita que o suspeito a sufocou com um travesseiro.

 Agda Fátima Rocha, de 21 anos.
Um rapaz foi preso acusado do assassinato da modelo Agda Fátima Rocha, de 21 anos. O crime foi cometido na casa da vítima, no Núcleo Pimentel, em Ponta Grossa, na madrugada de segunda-feira.

A modelo, que trabalhava também como vendedora na loja de um shopping, foi encontrada morta pela mãe, por volta das 9h30. Agda estava sobre a cama e tinha muitos hematomas pelo corpo. Segundo a polícia, quando a mãe da garota chegou do trabalho, por volta das 9h, encontrou o corpo da filha em cima da cama com vários hematomas nas pernas e no rosto. Na tarde do mesmo dia, o suspeito do crime foi preso.

Segundo o delegado Leonardo Carneiro, “a jovem foi morta por um rapaz que ela havia conhecido na mesma noite”. De acordo com as investigações da Polícia Civil, a garota foi até um bar com uma amiga na noite de domingo (18), onde conheceu o suspeito. Depois de passar mal por ingerir bebida alcoólica, ela foi levada para casa pelo rapaz e pela amiga. “Ele se aproveitou, e depois voltou a casa da jovem, por volta das 2h de segunda”, afirmou o delegado.

Para a polícia, o rapaz teria arrombado a porta dos fundos da casa e tentado violentá-la, mas ela teria resistido. “A gente suspeita que ele a sufocou com um travesseiro. Não acreditamos que chegou a se consumar o abuso. Depois de matar a vítima, ele jogou móveis no chão e roubou o celular dela, para simular um roubo”, explicou Carneiro.
O suspeito, Jean Carlos Oliveira Pinto, de 23 anos, foi apresentado na 13ª Subdivisão Policial (SDP). Ele trabalha como vendedor em uma loja de eletrodomésticos e foi autuado em flagrante por homicídio qualificado por motivo torpe. A polícia aguarda o laudo do Instituto Médico Legal (IML) para confirmar a causa da morte e se a moça também foi abusada sexualmente.
À imprensa, Jean disse que estava mantendo relações sexuais com o consentimento de Agda quando ela se sufocou, caiu da cama, bateu a cabeça e morreu. “Foi um acidente, eu nem a conhecia direito. Nós estávamos bêbados”, relatou. “Sou inocente”, afirmou o acusado. Durante a apresentação aos jornalistas, um tio da modelo tentou agredir Jean e teve de ser contido pelos policiais.
Na tarde de segunda-feira (19), a polícia intimou a amiga da vítima a depor e foi até o local de trabalho do rapaz e o convidou a também prestar depoimento. “Ele estava tranquilo. Mas durante o depoimento ele começou a se contradizer, a ficar nervoso e confessou o crime”, contou o delegado.

A versão do suspeito é divergente a da polícia. Ele teria afirmado ao delegado que no bar a jovem combinou de se encontrar com ele mais tarde. "Ele disse que voltou a casa dela, bateu na porta e como não atendeu, ele arrombou a porta. Ela acordou e começaram a se beijar e, segundo ele, iam manter relação sexual. Mas ela caiu da cama e bateu a cabeça", afirmou Carneiro.

O laudo do Instituto Médico-Legal (IML) poderá comprovar as causas reais da morte da jovem.

O rapaz de 23 anos vai responder por tentativa de estupro e homicídio qualificado. “Temos dez dias para concluir o inquérito, mas a autoria do crime já está determinada”, concluiu o delegado.

Vizinho escutou barulho
A moradora de uma casa vizinha à residência da modelo informou que mãe e filha "eram reservadas”. A jovem era vendedora em uma loja de um shopping da cidade e nos fins de semana ela viajava até Curitiba para trabalhar como modelo. A mãe é cozinheira em uma indústria de Ponta Grossa e trabalha no turno da madrugada.

"Meu marido até escutou um barulho na madrugada. Mas como ela [a garota] sempre ficava conversando com os amigos e com som ligado, nada alto, no fundo da casa, ele achou que fosse normal", contou a vizinha. As informações são do G1.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Cinco mortos e 14 feridos em acidente no Paraná

Cinco mortos e 14 feridos em acidente no Paraná
Causas do acidente ainda não estão apuradas, mas é possível que o motorista do veículo tenha tentado desviar de capivaras
Os feridos vinham de Jesuítas, no interior do Paraná, pela Expresso Nordeste, com destino a Curitiba


O feriadão prolongado de Corpus Cristhi começou violento nas rodovias que cortam a região do Vale do Ivaí (Norte do Paraná). Uma colisão frontal envolvendo um ônibus e uma caminhonete, ocorrido início da madrugada (1h30) desta terça feira (23), no km 211 da PR-272, entre as cidades de Mauá da Serra e Faxinal (76 km ao Sul de Apucarana), deixou cinco pessoas mortas e outras 14 feridas, conforme o Corpo de Bombeiros. Segundo relato de motoristas que trafegam pelo local, uma caminhonete com placas da cidade de São Paulo teria batido em duas capivaras que atravessavam a pista, ficou desgovernada e na sequência colidiu com um ônibus do Expresso Nordeste, que trafegava em sentido contrário (Faxinal/Mauá).

Equipes do Corpo de Bombeiros de Ivaiporã e Faxinal e da Defesa Civil de Mauá da Serra estiveram no local onde ocorreu a batida para levar os feridos ao hospital, em Faxinal, e fazer os resgate dos corpos das vítimas das ferragens .

Os corpos das vítimas fatais foram encaminhados ao Instituto médio Legal (IML) de Apucarana para exame de necropsia, identificação de liberação aos familiares para velório e sepultamento.

O delegado de Faxinal, Antônio Sílvio Cardoso, confirmou que o acidente foi causado pela presença de duas capivaras na pista. "O condutor da caminhonete bateu nos animais, rodou, foi parar na contramão e colidiu na lateral do ônibus", afirmou.

Detalhes - O ônibus da Expresso Nordeste fazia a linha Jesuítas-Curitiba e era conduzido por Ademir Pepinelli, que ficou preso às ferragens e teve ferimentos graves (fraturas nas pernas). Outros 13 passageiros ficaram levemente lesionados.

O outro veículo envolvido no acidente é uma Hilux com placas de Carapicuíba, de São Paulo, ocupada por cinco pessoas que morreram no local. Os corpos das vítimas ficaram presos nas ferragens, com pedaços espalhados pela pista. [tnonline.com.br]


Família morta em acidente na PR-272 visitava parentes no Paraná
Os cinco mortos eram da cidade de Carapicuiba (SP) e visitariam parentes em Cruzmaltina e Lidianópolis, cidades vizinhas, perto de Ivaiporã 
 Marcus Ayres

A Polícia Rodoviária Estadual (PRE) divulgou, no início da tarde desta quinta-feira (23), os nomes das cinco vítimas do acidente envolvendo um ônibus e uma caminhonete na PR-272, perto de Faxinal, na região central do Paraná. Todas as pessoas são da mesma família.

As vítimas são Edivaldo de Jesus Teixeira, idade ignorada, que era o motorista da caminhonete; a esposa dele, Ouseia Aparecida Ruy Teixeira, 46 anos; o filho do casal, Estênio Deivid Ruy Teixeira, 20 anos; a mãe de Edivaldo, Jaci Maria de Jesus, 80 anos; e a irmã dele, Edileuza de Jesus Teixeira, 43 anos.

Saiba maisAcidente perto de Faxinal deixa cinco mortos e oito feridosIdosa morre ao ser atropelada por dois veículos na PR-317Sete feridos em acidente na PR-272 recebem alta; motorista segue internado
Segundo Devanir Lopes Leal, cunhado de Ouseia, a família residia em Carapicuiba (SP), onde Edivaldo e Ouseia administravam uma empresa de ônibus. Os cinco familiares haviam aproveitado o feriado prolongado para visitar parentes em Cruzmaltina e Lidianópolis, cidades vizinhas, perto de Ivaiporã, na região central do Paraná.

Os cinco seriam velados no salão da igreja de Lidianópolis, cidade onde também seriam sepultados, em data ainda indefinida, até a tarde quinta-feira (23).

Animal na pista causou acidente

A PRE suspeita de que o acidente no tenha sido causado por capivaras que teriam atravessado a rodovia. Por volta da 1h30 desta quinta-feira, o motorista da caminhonete teria tentado desviar do bicho, atingindo de frente o ônibus, que seguia no sentido contrário. O acidente ocorreu próximo ao município de Faxinal, na região central do estado.

O ônibus pertence a uma empresa de Campo Mourão, e fazia a linha Jesuítas – Curitiba. Oito pessoas ficaram feridas, entre elas o motorista, Ademir Pepinelli, que teve ferimentos graves e está internado no Hospital da Providênica, em Apucarana.

Outras sete pessoas receberam atendimento médico no Hospital Municipal de Faxinal e foram liberadas na manhã desta quinta-feira (23).

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Pai rejeita 1 das trigêmeas após fertilização

Pais fazem inseminação artificial e rejeitam um dos bebês, diz médico
Pais fizeram tratamento para o nascimento de dois bebês; nasceram três.
Após o nascimento, pai rejeitou 1 dos bebês; os três foram levados para abrigo.



Três meninas que nasceram por inseminação artificial foram levadas pelo Conselho Tutelar para um abrigo em Curitiba depois de serem rejeitadas pelo próprio pai, após o nascimento. De acordo com o geneticista que implantou os embriões na paciente, Dr.Karan Abou Saad, o pai teria rejeitado uma das meninas porque esperava que o tratamento resultasse no nascimento de no máximo dois bebês. As crianças nasceram no dia 24 de janeiro deste ano (2011). A maternidade não quis comentar o assunto.

O médico explicou que nos primeiros exames de gravidez os pais já sabiam que seriam três bebês, mas quando eles nasceram o pai se recusou a levar para casa a terceira criança. Ele foi impedido pela maternidade que acionou o Ministério Público. Uma liminar proibiu a atitude e as três crianças foram encaminhadas para o Conselho Tutelar. O caso segue em segredo de justiça.

Em entrevista o Dr. Karan disse também que em 36 anos de profissão nunca tinha visto uma situação destas. "Pra mim é uma novidade, nunca vi um casal rejeitar um filho após um tratamento para engravidar", afirmou.

G1

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Bebê de 3 meses é levado junto com carro durante furto no PR

O ladrão não teria percebido que a criança estava na cadeirinha.
Taxista perseguiu o veículo roubado e devolveu o bebê à mãe
.

Bebê foi levado durante o assalto no bairro Xaxim,
em Curitiba. (Foto: Reprodução RPC/ TV)
Um bebê de 3 meses foi levado junto com um carro roubado por volta das 8h30 desta
terça-feira (22), no bairro Xaxim, em Curitiba. Segundo a Polícia Militar, a mãe deixou a criança sentada na cadeirinha, no banco de trás, e a chave do carro na ignição, para buscar algumas fotos dentro de casa. Enquanto isso, o suspeito levou o carro, sem perceber que a criança estava no veículo.

A PM informou que a mãe ficou desesperada, chamou um táxi que passava em frente à casa, para que ele fosse, junto com ela, atrás do ladrão. O taxista avisou outros dez motoristas para ajudar a encontrar o carro roubado com a criança.

Quando os taxistas chegaram até o ladrão, foram ameaçados com uma arma. O rapaz resistiu por pouco tempo e entregou o bebê.

A criança foi devolvida à mãe e passa bem. O ladrão fugiu e, até as 11h20 desta terça (22), ainda não tinha sido preso.


G1

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Perigo no paraíso: Ilha do Mel, no Paraná, é também a ilha dos jacarés

Os jacarés não vieram de fora, mas, segundo os biólogos, a falta de predadores e fiscalização contra caçadores têm feito a população aumentar.

Para a maioria dos visitantes é novidade. Mas os moradores afirmam que volta e meia os jacarés aparecem. Os bichos nasceram na ilha paranaense mesmo.

O perigo no paraíso: a Ilha do mel, no Paraná, virou também a ilha dos jacarés. Para a maioria dos visitantes é novidade, mas os moradores dizem que, volta e meiam os jacarés aparecem.

"Para os tamanhos dos jacarés que a gente vê por aqui, eles devem estar aqui por muitos anos", conta um turista.

Um homem de 45 anos foi atacado por um
jacaré e levou 42 pontos na perna na Ilha do Mel
odiario.com
"O que eu vi, tinha uns cinco metros", diz um senhor. Não era tão grande assim, mas o marido de Dona Gilciana levou uma mordida de um dos bichos. Foram 42 pontos na perna. O pescador, que está internado, ainda teve uma surpresa.

"O plantonista ligou dizendo que era para ele voltar para tomar mais uma vacina. Quando veio e abriram, estava o dente do jacaré dentro da perna", lembra.

Ele viu o que parecia: para ele era um tronco no chão, só que na verdade era o jacaré. Quando ele pisou em cima, o animal reagiu à agressão e acabou o ferindo.
A equipe de reportagem do Bom Dia Brasil foi à procura dos jacarés e desembarcou na parte da ilha onde eles mais gostam de ficar. Foi fácil encontrar os bichos.

Em um lago, já é possível perceber a presença de alguns jacarés. São pequenos, mas é preciso ficar atento. Se os pequenos estão no local, pode ter grande por perto. Vários jacarés foram aparecendo vários. Nenhum grande como o que atacou o pescador - ainda bem.

Os jacarés não vieram de fora. Nasceram na ilha mesmo. Mas, segundo os biólogos, a falta de predadores e o aumento da fiscalização contra caçadores têm feito a população aumentar. Por isso, eles estão aparecendo cada vez mais.

Apesar de ter tanto jacaré, apenas um ataque foi registrado até hoje na Ilha do Mel. Muita gente encara os bichos como mais uma das tantas atrações turísticas da ilha. É só ter cuidado.
G1

Ataque de jacaré a pescador foi o primeiro registrado na Ilha do Mel

Homem levou 42 pontos na perna após ser atacado quando preparava barco para trabalhar; Polícia Ambiental recomenda cuidado para quem encontrar espécie


Segundo a bióloga Elenise Sipinski, da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educação Ambiental (SPVS), não é comum que jacarés sejam vistos nas áreas em que existe grande número de pessoas e eles não costumam atacar as pessoas. “Ele deve ter sentido ameaçado e por isso mordeu o pescador”, afirmou a bióloga.

O jacaré-de-papo-amarelo, espécie com a qual houve o incidente, é encontrado em todo o Litoral brasileiro e também no Pantanal.

O sargento João Carlos Correia, da Polícia Ambiental do posto de Nova Brasília, diz que é comum moradores darem comida para os jacarés na ilha. “Eles acreditam que irão atrair turistas por causa dos jacarés", diz o sargento. Mas essa atitude, ressalta o policial, é errada.

A recomendação é para que a população entre em contato com a Polícia Ambiental pelo telefone 0800 643 0304 quando encontrar o animal perto de área habitada. Se o jacaré estiver em área de risco para turistas e moradores, a Polícia Ambiental o recolhe.

“Nunca se deve alimentar esse ou qualquer outro animal silvestre ou selvagem. É prejudicial à saúde deles, além de ser crime ambiental”, enfatiza Elenise.

O pescador foi mordido na perna por volta das 4h30 desta sexta-feira (4), em uma área de mangue. Irineu Ribeiro, 45 anos, preparava o barco para sair para o mar quando o animal investiu contra ele. A vítima conseguiu caminhar até a unidade da Polícia Ambiental, que fica a 100 metros do local do incidente.

Ele foi medicado ainda na ilha e depois transferido para o Hospital Regional de Paranaguá, onde levou 42 pontos no ferimento. O hospital não deu informações sobre o estado de saúde do pescador.

Apesar de ter sido o primeiro acidente em dez anos, outras pessoas na ilha já encontraram jacarés pelo caminho. “Não é muito comum, mais já vi alguns passando pelas trilhas. Normalmente eles ficam perto do mangue”, afirma João Matos Gonçalves Haluch, 33 anos, um dos proprietários da Pousada Canto Verde, em Nova Brasília. Segundo ele, algumas pessoas quase foram mordidas ao pisar, sem querer, nesses animais.

Cuidados

Segundo a Polícia Ambiental e a SPVS, quem se deparar com o animal deve se afastar e entrar em contato com os órgãos ambientais . O turista não deve tentar se aproximar para fotografá-lo, pois pode ser atacado.

Outro cuidado é com os animais de estimação, que podem ter o impulso de querer “enfrentar” o jacaré e também podem ser mordidos. [GAZETA DO POVO]

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Ex-comandante dos Bombeiros é suspeito por série de mortes

Coronel teria matado nove pessoas por vingança.
Homicídios teriam começado depois que filho do coronel foi morto, em 2009.
Segundo a SSP, ele deve se apresentar à polícia ainda nesta quinta.


O coronel Martins é suspeito de ter cometido
pelo menos nove homicídios em Curitiba
O ex-comandante do Corpo de Bombeiros do Paraná, Coronel Jorge Luiz Thais Martins, está sendo procurado pela polícia, sob a acusação de ter cometido nove assassinatos em Curitiba. A única ligação entre as vítimas seria o fato de todas serem usuárias de drogas. A motivação de Martins, segundo a polícia, seria o assassinato de seu filho, que foi morto durante um asssalto em 2009.

Policiais da Delegacia de Homicídios, que investiga o caso, estiveram na residência do militar cumprindo mandado de prisão e de busca e apreensão. O coronel não estava em casa, mas o advogado de Martins informou que ele deve se apresentar à polícia.

De acordo com a polícia, o coronel teria escolhido como alvos dos homicídios os usuários de drogas porque seu filho, Jorge Marinho Martins, de 26 anos, morto a tiros durante uma tentativa de assalto no bairro Boqueirão, em Curitiba, teria sido assassinado por supostos viciados. Todas as pessoas assassinadas eram moradoras do mesmo bairro onde Jorge Martins perdeu a vida mas, a princípio, não teriam ligação com a morte do rapaz.

A Secretaria de Estado de Segurança Pública divulgou nota onde disse que não comentará o assunto e que as ações do coronel teriam caráter pessoal, não estando relacionadas à instituição.

As informações são do telejornal ParanáTV, da RPCTV.

domingo, 21 de novembro de 2010

Necrofilia: casos chocantes no Paraná

Casos de necrofilia são raros, mas chocantes

Duas famílias paranaenses, em um mês, sentiram a dor de enterrar pela segunda vez o corpo de um ente querido. Os dois corpos tiveram de ser sepultados novamente depois de serem retirados dos túmulos e dos caixões para servir à mente doentia de necrófilos.

O primeiro caso foi no final de setembro, no Cemitério Municipal Jardim Independência, em Araucária. O corpo de uma senhora de 74 anos, um mês depois da morte, foi encontrado em uma clareira próxima ao túmulo, do lado de fora do caixão, nua da cintura para baixo.

Em 31 de outubro, a história se repetiu com uma mulher de 54 anos, enterrada três dias antes no Cemitério Municipal de Santo Antônio do Sudoeste, na fronteira do Brasil com a Argentina. Ninguém sabe quem cometeu os dois atos.

Ainda assim, especialistas garantem que casos de necrofilia são raros. É quase impossível encontrar, ao menos no Brasil, um psiquiatra que tenha atendido um paciente com esta parafilia, ou seja, este desvio do desejo sexual.

O psiquiatra forense Rui Sampaio, aposentado do Instituto de Criminalística de Curitiba, já estudou muito sobre o assunto, mas só atendeu pacientes com outras parafilias. "Tenho consultório há 20 anos e nunca peguei um caso assim, porque é muito raro. Casos de exibicionismo e até pedofilia são mais comuns", ressalta.

Entre as parafilias ainda existe o dolismo, quando o indivíduo só sente prazer ao ser relacionar com bonecas; o frotteurismo, quando a pessoa se satisfaz ao se esfregar em outras em locais como ônibus; as pessoas que fazem sexo com animais e as que sentem prazer em se relacionar com vegetais.

No caso do dolismo e do sexo com vegetais, por exemplo, não existe nenhuma proibição prevista em lei, ao contrário da necrofilia, que configura vilipêndio de cadáver.

"Quando não há crime, o desejo não seria considerado uma patologia se não virasse um problema para a vida do paciente. Muitas vezes é a única maneira que ele tem de sentir prazer, então ele procura ajuda. No caso da necrofilia, é muito difícil que o paciente procure orientação psiquiátrica", revela o especialista.

Doença

"A necrofilia é uma das piores doenças. Uma patologia grave por trás do comportamento. A motivação da origem disso, via de regra, é relacionada a algum problema de infância e trauma passando pela questão sexual. É o principal ponto", afirma Sampaio.

São três situações: a necrofilia do tipo comum, quando o paciente mantém relações sexuais com um cadáver; a necrofilia homicida, do indivíduo que chega ao ponto de matar para manter relação posteriormente com o corpo; e a necrofilia fantasiada, quando a pessoa não chega a consumar a relação propriamente dita, mas se excita por ter o pensamento voltado para o sexo com o cadáver.

Imputabilidade divide opiniões
Violar ou profanar sepultura ou urna funerária, no artigo 210 do Código Penal, tem pena prevista de reclusão de um a três anos e multa. No caso de cortar membros de um cadáver, tirar roupas, cuspir ou urinar sobre o corpo ou as cinzas, ou ainda agredir o cadáver, o acusado se enquadra no artigo 212 do Código: vilipendiar cadáver ou suas cinzas. A pena é a mesma da violação de sepultura.

"A partir do momento em que a pessoa está morta, não há como configurar estupro, por exemplo, em um caso de necrofilia. Dessa maneira, a pena é apenas a do vilipêndio de cadáver", ressalta o diretor clínico do Complexo Médico Penal, Carlos Alberto Peixoto Batista.

De acordo com ele, os juristas entendem que o necrófilo tem uma compulsão, não consegue controlar seus atos, ainda que entenda que o que está fazendo é crime.

Por esse motivo, são enquadrados no artigo 91 do Código, que prevê medida de segurança (internamento para tratamento psiquiátrico) ao invés de pena. Sampaio não concorda.

"Eles têm consciência do que estão fazendo, tanto que fazem isso escondido para não serem pegos. Normalmente eles têm consciência do crime e muitas vezes têm condições de evitar. Por isso, são imputáveis, a menos que tenham associada outra patologia como transtorno do impulso", defende. (FD)

Até agentes funerários envolvidos; castração química é opção
"Estatisticamente falando, os casos que foram descobertos, em maioria, envolvem agentes funerários, pessoas que trabalham nos Institutos Médicos Legais (IMLs) ou em cemitérios. Elas procuram consciente ou inconscientemente esse tipo de emprego para facilitar o acesso aos corpos", pontua o psiquiatra forense Rui Sampaio, aposentado do Instituto de Criminalística de Curitiba.

Em São Paulo, há o registro da prisão de uma funcionária do IML que foi flagrada se masturbando diante de um cadáver masculino. Entretanto, não é apenas quem tem acesso facilitado aos corpos que comete esse tipo de crime.

Um artigo da Revista Brasileira de Psiquiatria, publicado em setembro, descreveu o perfil de um necrófilo que está internado no Hospital de Custódia e Tratamento Psiquiátrico de Franco da Rocha (SP).

Ele é solteiro, alcoólatra, nunca teve namoradas, tem 49 anos, e violou uma sepultura para introduzir um cabo de vassoura no cadáver de uma mulher de 82 anos.

Quando criança, já brincava com caixões e relatou que "não se sentia atraído por pessoas vivas". Ele foi violentado por outro homem quando jovem e sofria com a obesidade, não concluiu os estudos e nunca teve um emprego fixo.

Segundo Sampaio, é possível reverter a patologia se o paciente realmente quiser ser ajudado, mesmo com um histórico tão difícil. A necrofilia geralmente é associada a outros problemas psiquiátricos.

Por esse motivo, o tratamento depende do diagnóstico. Psicoterapia, terapia analítica ou cognitivo-comportamental podem ser aplicadas. "Quando a pessoa tem transtorno de impulso junto, pode-se tratar com antipsicótico ou antidepressivo. A castração química, que está sendo debatida para aplicação obrigatória em casos de pedofilia, pode ser uma opção do paciente", lembra.

Essa alternativa contrabalanceia o nível de testosterona para diminuir o desejo sexual, e é procurada por pessoas que não conseguem conter os próprios impulsos. (FD)

Autor: Fernanda Deslandes
Fonte: parana-online.com.br

domingo, 15 de agosto de 2010

Polícia encontra ossadas de duas estudantes em pátio de colégio no PR

Dimitria estava desaparecida há 2 anos.
Hoje teria 18 anos
A Polícia Civil do Paraná encontrou, na tarde de sexta-feira (13), duas ossadas humanas no pátio de um colégio estadual em Campo Mourão (a 460 km de Curitiba). As ossadas estavam numa fossa desativada atrás da casa do zelador do colégio, que confessou ter assassinado duas garotas e enterrado seus corpos no local, segundo os investigadores.

O zelador, Raimundo Gregório da Silva, 52, trabalhava havia 15 anos no local e foi preso na sexta-feira em Sarandi, a 100 km de Campo Mourão. Ele estava foragido desde o início da semana. Apesar da confissão, a polícia ainda não sabe se as ossadas são mesmo das duas meninas a que Silva se referiu. Os ossos serão encaminhados para análise amanhã.
Ossada encontrada no pátio de colégio estadual
Foto: 
Divulgação

Segundo o zelador, os corpos encontrados eram da estudante Dimitria Vieira Gênero, 16, que esta desaparecida há dois anos, e de Iara Pacheco de Oliveira, 21, desaparecida há sete meses.

Dimitria cursava a 8ª série no colégio e desapareceu durante as férias de julho de 2008. De acordo com a polícia, a garota avisou que iria viajar em companhia do caseiro, mas nunca mais foi vista.

Na época, Silva disse que a menina havia fugido para São Paulo com o namorado. Ele chegou a ser indiciado por induzir a menor a fugir, mas o caso foi encerrado depois que a família começou a receber mensagens de celular de Dimitria, que dizia que estava bem e que havia tido um filho. As mensagens, descobriu a polícia, eram na verdade enviadas pelo próprio zelador, que escondera roupas, documentos e pertences pessoais da garota no forro do colégio.

Na semana passada, horas depois de ser novamente interrogado pela polícia sobre o caso, Silva chegou a enviar uma nova mensagem para a família em nome de Dimitria. Nela, a garota afirmava que estava na Itália e pedia para que a família retirasse a queixa contra o zelador.

De acordo com a polícia, Silva disse que matou a menina porque era apaixonado por ela, mas ela não o correspondia.

Já Iara, também segundo o depoimento do zelador, dormiu com ele em troca de dinheiro. Depois de brigarem sobre o preço do programa, porém, Silva matou a jovem a marretadas em sua casa, que ficava dentro do colégio. Ela não era estudante.

A polícia continuará a escavar a fossa amanhã, para verificar se não há outras ossadas no local. O zelador está preso e só será indiciado após a finalização das investigações.

Fonte: Folha Online