Morre estudante atingido por descarga elétrica em rave Jovem tinha 23 anos e morreu na manhã deste sábado (13). Outras três pessoas foram atingidas pelo raio e seguem internadas.
Flávio Muniz de Abreu, de 23 anos, morreu antes de ser transferido
para Belo Horizonte (Foto: Reprodução EPTV)
O estudante Flávio Muniz de Abreu, de 23 anos, morreu na manhã deste sábado (13) após ser atingido por uma descarga elétrica vinda de um raio em uma festa rave em São Tomé das Letras (MG).
Segundo o pronto-socorro de Três Corações (MG), para onde o jovem foi levado pela UTI móvel do evento, o estudante teve queimaduras em várias partes do corpo por conta da descarga elétrica e aguardava transferência para um hospital de Belo Horizonte (MG), mas morreu antes de receber outro tipo de atendimento.
Outras três pessoas ficaram feridas com o acidente na noite desta sexta-feira (12). Eles foram socorridos e levados para o pronto-socorro de Três Corações, onde foram medicados e permanecem internados, mas segundo o hospital, não correm risco de morte.
O corpo do estudante foi levado para o IML de Três Corações e deve ser levado para o Rio de Janeiro (RJ), onde o jovem vivia.
De acordo com a Polícia Militar, ainda não há informações sobre o que provocou o choque ou como as vítimas foram atingidas.
No início da tarde deste sábado, a organização da rave decidiu suspender o evento. As atrações musicais que tocariam até o domingo (14) foram canceladas.
Cerca de 300 barracas estavam montadas no local e cerca de três mil pessoas participaram do evento.
Estudante de 16 anos é detido por atear fogo em moradores de rua em Linhares Devido ao crime bárbaro, a moradora de rua Marinalva Alves Silva, 56 anos, teve 70% do corpo queimado
foto: Reprodução
Moradora de rua teve 70% do corpo queimado enquanto dormia em quadra
Membro de uma estruturada família de classe média, estudante, com todo o futuro pela frente e detido por uma barbaridade. Este é o perfil de um adolescente de apenas 16 anos, apreendido no fim da manhã desta quinta-feira (15) sob suspeita de ter ateado fogo no colchão de moradores de rua que estavam em uma quadra de esportes abandonada do bairro Aviso, em Linhares. Uma mulher teve 70% do corpo queimado.
De acordo com o chefe do Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Linhares, delegado Fabrício Lucindo, o adolescente mora a cerca de 500 metros da quadra abandonada. Ele ficava incomodado com a presença dos moradores de rua no local. Na madrugada, o jovem saiu de moto, entrou no pátio e ateou fogo no colchão, onde quatro pessoas dormiam. Marinalva Alves Silva, 56 anos, não conseguiu fugir e teve 70% do corpo queimado.
Em depoimento, segundo Lucindo, o adolescente demonstrou pouco arrependimento e parecia acreditar que havia feito a coisa certa. De acordo com o delegado, o jovem é usuário de drogas e era conhecido das pessoas que dormiam na quadra de esportes. O menor está detido no DPJ. O caso foi encaminhado ao Ministério Público, que irá decidir se o rapaz será levado à Unidade de Internação de Menores Infratores.
Barbaridade sem sentido
O crime aconteceu durante a madrugada desta quinta-feira (15). Conforme o morador de rua, Solivan Roque Cao - que estava com a vítima no momento do crime -, o suspeito estaria na quadra fumando quando, sem motivos aparentes, aproximou-se e ateou fogo nos colchões. De acordo com Lucindo, Marinalva Alves Silva, 50, estava sob efeito de bebidas alcóolicas, não conseguiu fugir e teve 70% do corpo queimado.
Apesar da vítima ter tido a maior parte do corpo queimado, ela pediu ajuda e foi socorrida apenas no início da manhã. Ela foi levada para o Hospital Geral de Linhares (HGL), de onde foi transferida no final da manhã para o Centro de Tratamento de Queimados do Hospital Dório Silva, município da Serra. Ela está em situação considerada estável.
Estudante de medicina morre e 4 ficam feridos na BR 101
Estudante de medicina morre e quatro pessoas ficam feridas em acidente O estudante de medicina Jociliano Oliveira Souza, 26, estava no último ano da faculdade. Os veículos envolvidos são de Vila Velha
Um sonho interrompido por causa de um acidente. A batida de dois carros no acostamento matou o estudante de medicina Jociliano Oliveira Souza, 26 anos. Ele estava no último ano da faculdade. Quatro jovens ficaram feridos e foram levados para um hospital de Linhares. A colisão aconteceu às 14h45 deste domingo (12) no km 111 da BR-101 Norte, no município de Sooretama. Os dois veículos envolvidos têm placa da cidade de Vila Velha.
Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente envolveu um Daewoo Espero – placa MRH 2585 - e um Toyota Corolla - placa OCZ 4031. Ambos os veículos são registrados na cidade de Vila Velha. O Espero seguia no sentido Linhares-São Mateus e tentou fazer uma ultrapassagem mas deu de cara com o Corolla, que estava em sentido contrário. Os motoristas dos dois automóveis resolveram jogar os carros para o acostamento e bateram de frente.
O motorista do Espero, o estudante de medicina Jociliano Oliveira Souza, 26, morreu no local. Ele estava sozinho no veículo, de acordo com a PRF. O corpo foi encaminhado ao Serviço Médico Legal (SML) de Linhares. Colegas contaram que ele estudava medicina em uma faculdade de Colatina, morava em Vitória e estava a caminho de São Mateus, onde fazia estágio.
No Corolla, havia quatro ocupantes. Eles sofreram ferimentos e foram socorridos pelos bombeiros para o Hospital Rio Doce, em Linhares. As pessoas foram identificadas como Eliomar Bufon Lude, 24 anos; Suelen Ferreira Marvilla, 21; Igor Silva Santos, 25; e Fernanda Porchera, 23. Segundo a instituição hospitalar, Igor foi submetido a uma cirurgia. Os outros pacientes estão em situação estável.
Conforme a PRF, a rodovia não ficou interditada por causa do acidente.
Uma estudante de 14 anos, da 6ª série, da escola pública municipal Ayrton Senna, em Vista Mar, Cariacica, foi alvo de xingamentos dentro de sala de aula por parte de uma professora de inglês. A menina afirma que foi caluniada dentro de sala, na frente de outros alunos. A professora ainda teria jogado o material da estudante para fora da sala. O caso foi registrado na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), em Vitória.
Caso foi registrado na Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), em Vitória
A situação gerou um boletim de ocorrência e a mãe da adolescente, uma garçonete de 35 anos, afirma que vai processar a professora. A educadora teria ofendido a estudante porque não queria que a aluna sentasse em uma carteira localizada na frente do quadro negro.
"Pelo o que ela fez ela não serve para ser uma educadora. Ela é uma desequilibrada. Eu não sei se ela tem raiva de minha filha. Ela sempre dizia para minha filha que gente feia tem de sentar nos fundos da sala. Falei com a diretora que minha filha tem problema de audição em um dos ouvidos. Para facilitar o aprendizado dela, a própria diretora mandou que ela sempre sentasse em uma carteira da frente na sala", contou.
A mãe da aluna detalha o que ocorreu no dia das ofensas. "Minha filha chegou atrasada e um menino estava na carteira dela. O próprio menino saiu do lugar para minha filha sentar, mas a professora não aceitou isso. Minha filha disse que o fato de ela sentar na frente era ordem da diretora, mas a professora disse que a diretora não manda na sala de aula. Quando minha filha disse que iria contar para a diretora foi quando a mulher jogou o material dela para fora de sala e começou a chamá-la de placenta. A mulher disse na frente de todos os alunos que eu não havia criado um feto, e sim uma placenta. Agora quando minha filha chega na escola todos os outros alunos começam a chamá-la de placenta. Poxa, isso aí é demais", desabafou a garçonete.
O boletim de ocorrência mostra que a professora pode ser responsabilizada judicialmente pelo artigo 232 do Estatuto da Criança e do Adolescente que prevê punição em caso de: "Submeter criança ou adolescente sob sua autoridade, guarda ou vigilância a vexame ou a constrangimento".
A pena varia de seis meses a dois anos de detenção, mas que podem ser revertidos em punição alternativa, como o custeio de cesta básica ou serviços à comunidade, por exemplo. A professora não foi autuada em flagrante, pois o fato teria ocorrido no mês de agosto e foi registrado apenas esta semana.
Por meio de nota, a assessoria de imprensa da Prefeitura de Cariacica informou somente que a diretora do colégio e a coordenadora pedagógica já conversaram com a mãe da estudante e aguardam que a mesma retorne a escola para que seja feita uma conversa na presença da professora.
Estudante que atropelou pedestres em SP tentou fugir após acidente Testemunhas tentaram agredir jovem na noite desta sexta. Duas pessoas foram socorridas; jovem tinha sinais de embriaguez.
SÃO PAULO - O estudante Leonardo dos Santos, de 25 anos, que atropelou pelo menos seis pessoas na saída de uma faculdade na Zona Oeste de São Paulo, na noite desta sexta-feira, não tem Carteira Nacional de Habilitação (CNH). Segundo a irmã do estudante, ele comprou o carro há pouco tempo, em 60 parcelas, e amigos e familiares dirigiam o veículo para Leonardo. Mas, nesta sexta-feira, ele pegou o carro e acabou causando o acidente. Segundo testemunhas, Leonardo apresentava sinais de embriaguez.
O advogado do estudante, Roberto Vasconcelos, disse que o estudante contou que não havia bebido. Mas ele não fez o teste do bafômetro nem exame de sangue para comprovar a dosagem alcoólica. De acordo com a polícia, Leonardo fez exame clínico, o que seria suficiente para comprovar ou não sua embriaguez. Vasconcelos disse que seu cliente sofreu tentativa de agressão e que o carro de Leonardo foi totalmente danificado. O advogado confirmou que o estudante não tem carteira de habilitação.
- Ele não tem carteira de habilitação. Comprou o carro há alguns meses - disse o advogado.
Segundo Vasconcelos, as pessoas não chegaram de forma civilizada para perguntar o que havia acontecido.
- Já partiram para agredir Leonardo e danificaram seu veículo, além de quebrar a porta do banco onde ele se escondeu.
O advogado disse que Leonardo estava saindo da faculdade e teria passado por cima de uma material escolar que estava na calçada e atingido de leve um estudante. Quando viu as pessoas correndo para agredi-lo ele acelerou o carro para escapar e atingiu as seis pessoas. Um colega que estava com ele dentro do veículo o escondeu dentro do banco para evitar um linchamento. O próprio Leonardo chamou a polícia pelo telefone celular.
Mas, de acordo com testemunhas, Leonardo acelerou o carro, perdeu o controle e atingiu as vítimas. Segundo as testemunhas, ele apresentava sinais de embriaguez. Após atropelar as pessoas, Leonardo tentou fugir e bateu o veículo num poste.
O estudante acabou sendo indiciado por três crimes: tentativa de homicídio, dirigir sem habilitação e embriaguez ao volante. Como a pena máxima que ele pode pegar em caso de condenção supera 4 anos, o delegado não estabeleceu fiança. Ele foi transferido para o 91º Distrito Policial e, na segunda, deve ser transferido a um Centro de Detenção Provisória (CDP).
Quatro feridos prestaram depoimento na delegacia. Eles disseram que pelo menos seis pessoas foram atingidas. Um rapaz teve escoriações nos pés depois de ser arremessado no capô do carro.
Estudante achada morta dentro de casa é enterrada no ABC Bianca Console foi encontrada com ferimentos no pescoço. Família acredita que assassino seja alguém conhecido.
Parentes se emocionam em enterro de estudante (Foto: Adriano Lima/Foto Arena/AE)
O corpo da estudante Bianca Ribeiro Console, de 19 anos, foi enterrado nesta quinta-feira (15), no Cemitério Curuçá, em Santo André, no ABC. Bianca foi encontrada morta na noite de terça (13) com ferimentos no pescoço na casa onde morava, no Parque São Rafael, na Zona Leste da capital paulista. Na residência havia móveis revirados, mas nada foi levado.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, Bianca estava sozinha em casa. Seus pais haviam saído para trabalhar. A tia da jovem, que mora em uma residência ao lado, estranhou o fato de a janela vizinha estar aberta e o televisor e as luzes, ligadas.
Por volta das 20h, a mãe de Bianca chegou e, por estar sem a chave do portão, pediu para um sobrinho de 10 anos pular o muro para destrancá-lo. Quando a tia e a mãe entraram, encontraram a jovem caída na sala perto de uma porta que dá acesso à sacada.
Os bombeiros foram acionados e a jovem chegou a ser atendida, mas não foi possível reanimá-la. O caso será investigado pelo Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).
A família de Bianca acredita que o assassino seja alguém conhecido, porque a residência não foi arrombada.
ENTENDA O CASO: Jovem é encontrada morta com ferimentos no pescoço em SP Residência foi revirada, mas nada foi levado. Departamento de homicídios irá investigar a morte.
O corpo de uma estudante de 19 anos foi encontrado na noite de terça-feira (13) com ferimentos no pescoço na casa onde morava, no Parque São Rafael, bairro da Zona Leste de São Paulo. Na residência havia móveis revirados, mas nada foi levado.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública, Bianca Ribeiro Console estava sozinha em casa. Seus pais haviam saído para trabalhar. A tia da jovem, que mora em uma residência ao lado, estranhou o fato de a janela vizinha estar aberta e o televisor e as luzes, ligadas.
Por volta das 20h, a mãe de Bianca chegou e, por estar sem a chave do portão, pediu para um sobrinho de 10 anos pular o muro para destrancá-lo. Quando a tia e a mãe entraram, encontraram a jovem caída na sala perto de uma porta que dá acesso à sacada.
Os bombeiros foram acionados e a jovem chegou a ser atendida, mas não foi possível reanimá-la. O caso será investigado pelo Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).
Estudante é achada morta em obra da nova sede do MPF do Piauí Fernanda Veras, 19 anos, estava com ferimento na cabeça e braço quebrado. Ela não assistiu a última aula na faculdade nesta quarta-feira (24), diz polícia.
Fernanda Veras, 19 anos, foi encontrada morta na
madrugada desta quinta-feira, em Teresina
(Foto: Reprodução/TV Clube)
A estudante de direito Fernanda Veras, 19 anos, foi encontrada morta na manhã desta quinta-feira (25), na obra da nova sede do Ministério Público Federal (MPF), em Teresina. O crime, segundo investigação da Polícia Civil, deve ter ocorrido durante a madrugada.
A última vez em que ela foi vista com vida, a estudante estava em uma confraternização com outros estudantes da faculdade, em um restaurante da capital do Piauí.
Ainda segundo a polícia, o corpo da jovem estava com marcas de ferimento profundo na cabeça e um dos braços quebrado, o que indicaria que houve luta corporal entre a vítima e o agressor antes da morte.
Segundo o delegado Mamede Rodrigues Cardoso Vieira Neto, o vigia da obra e o ex-namorado da vítima prestaram depoimento durante a tarde desta quinta-feira. O funcionário da obra teria passado informações sobre a descrição do homem que entrou com a vítima ao local. O ex-companheiro disse à polícia, segundo o delegado, que ele esteve com ela antes do crime, em um restaurante, mas que voltou para casa em seguida.
"Ela foi até a faculdade, mas deixou a instituição antes da última aula. De lá, ela seguiu com colegas de classe até um restaurante. O crime aconteceu no começo da madrugada de hoje [quinta-feira]. A vítima chegou em um carro, acompanhada", disse o delegado.
A obra do prédio do MPF não tem cercas, de acordo com a polícia, o que facilitaria o acesso de pessoas estranhas à construção.
Fachada da obra da nova sede do Ministério Público Federal, em Teresina, que está em fase de obras. A imagem é de 1º de agosto deste ano (Foto: Divulgação/MPF-Piauí)
Um estudante paraplégico americano conseguiu andar em sua formatura com a ajuda de um exoesqueleto desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Berkeley, onde ele estudou.
Diante de uma plateia de 15 mil pessoas, Austin Whitney usou um controle em um andador para acionar o exoesqueleto amarrado às suas pernas e dar os tão esperados sete passos para receber o diploma em Ciência Política e História.
"Foi realmente além dos meus sonhos mais incríveis", disse Whitney.
"No segundo em que eu apertei o botão e me levantei, eu fui inundado por uma série de emoções."
Ele descreveu como os altos e baixos de sua vida passaram por sua mente enquanto ele andava, desde o momento em que ele ficou paraplégico quatro anos atrás em um acidente de carro até o dia em que ele descobriu que havia sido aceito pela Universidade de Berkeley.
"Foi realmente impressionante", disse ele.
A tecnologia que ajudou Whitney a andar foi desenvolvida com objetivos militares
O exoesqueleto que ajudou Whitney a andar depois de anos foi desenvolvido por uma equipe de alunos de pós-graduação liderada pelo professor de engenharia mecânica Homayoon Kazerooni.
Austin Whitney trabalhou com a equipe durante meses, testando a estrutura robótica e dizendo o que funcionava e o que precisava de ajustes. Em homenagem a ele, o exoesqueleto foi batizado de "Austin".
Tecnologia militar
A tecnologia que ajudou Whitney a andar começou a ser criada em 2002, quando Kazerooni recebeu um financiamento do Departamento de Defesa americano para inventar um aparato que permitisse que pessoas carregassem enormes cargas por longos períodos.
Segundo o departamento de imprensa da universidade, a ideia na época era ajudar pessoas como médicos militares carregando um soldado ferido ou bombeiros que precisam subir escadas com equipamento pesado.
Quatro anos depois, foi criado o Bleex (Berkeley Lower Extremity Exoskeleton). O dispositivo tem uma mochila que se conecta às pernas da pessoa e usa sua própria fonte de energia para movê-las sem colocar pressão desnecessária sobre os músculos.
Mas o professor tinha planos mais ambiciosos para o exoesqueleto: ajudar pessoas que não podem andar.
Embriagado
O acidente que colocou Whitney em uma cadeira de rodas aconteceu no dia 21 de julho de 2007, quando ele assumiu a direção do carro após ter consumido bebidas alcoólicas.
Seu melhor amigo quase morreu e Whitney quebrou a coluna e ficou paraplégico.
"Foi minha culpa", disse ele.
Whitney trabalhou com a equipe de Berkeley por meses
"Eu fiquei com muita raiva de mim mesmo, mas percebi que tinha duas escolhas: eu podia viver no passado e me encher de pena ou enfrentar a adversidade na minha vida e impedir que isso enterrasse meu objetivos, sonhos e aspirações."
Após entrar para a universidade, Whitney passou a dar palestras para estudantes sobre os perigos de beber e dirigir.
Ele também disse esperar que o sucesso da caminhada em sua formatura dê esperanças a outros paraplégicos de que eles um dia possam contar com máquinas de preço acessível que os ajudem a recuperar alguma mobilidade.
"Esta tecnologia pode ser usada por um grande número de pessoas e esta é nossa missão", disse Kazerooni.
"Estamos dizendo à comunidade que isso é possível. Este é apenas o começo de nosso trabalho."
Colômbia: Trabalho de arte em universidade acaba em tragédia
O estudante de arte John Jairo Villamil, de 25 anos, resolveu apresentar um trabalho radical com o tema "A percepção sobre a sua cidade, Bogotá". Na cabeça, ele tinha um saco de lixo; os pés estavam em um balde com água; em uma das mãos uma corrente com notas; na outra, uma folha.
Acabou morrendo asfixiado.
A plateia em uma sala da Universidad del Bosque (Colômbia) pensou que a dificuldade em respirar e as convulsões de John Jairo eram parte do "espetáculo" e ninguém foi ajudá-lo, segundo o "Huffington Post".
Feliz: John Jairo Villamil se divertindo com maracas em casa
O aluno chegou a ser levado para um hospital, mas morreu cinco dias depois. ele tinha realizado a obra várias vezes sem problemas antes, observadores concluíram que a respiração profunda e convulsões seriam apenas parte do ato.
Quando eles finalmente perceberam o ato tinha dado errado, os médicos foram chamados ao local mas não conseguiram reanimá-lo, percebendo que ele estava com morte cerebral. Ele foi levado ao hospital mas morreu cinco dias depois na UTI.
A mãe disse que deverá processar a universidade por negligência.