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domingo, 8 de maio de 2011

Estudante de arte faz trabalho radical e morre asfixiado

Colômbia: Trabalho de arte em universidade acaba em tragédia

O estudante de arte John Jairo Villamil, de 25 anos, resolveu apresentar um trabalho radical com o tema "A percepção sobre a sua cidade, Bogotá". Na cabeça, ele tinha um saco de lixo; os pés estavam em um balde com água; em uma das mãos uma corrente com notas; na outra, uma folha.

Acabou morrendo asfixiado.

A plateia em uma sala da Universidad del Bosque (Colômbia) pensou que a dificuldade em respirar e as convulsões de John Jairo eram parte do "espetáculo" e ninguém foi ajudá-lo, segundo o "Huffington Post".
Feliz: John Jairo Villamil se divertindo com maracas em casa

O aluno chegou a ser levado para um hospital, mas morreu cinco dias depois.
ele tinha realizado a obra várias vezes sem problemas antes, observadores concluíram que a respiração profunda e convulsões seriam apenas parte do ato.
Quando eles finalmente perceberam o ato tinha dado errado, os médicos foram chamados ao local mas não conseguiram reanimá-lo, percebendo que ele estava com morte cerebral. Ele foi levado ao hospital mas morreu cinco dias depois na UTI.

A mãe disse que deverá processar a universidade por negligência.

O Globo

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Vigilante que matou a namorada asfixiada em casa se entrega à polícia

Júlio Cezar disse que estava bêbado quando cometeu o crime e não se lembra do momento em que matou Ludimila Costa Severiano


Júlio Cezar disse que estava bêbado
quando matou a namorada asfixiada
O vigilante Júlio Cezar do Vale Santana, de 24 anos, acusado de matar a namorada asfixiada com um travesseiro se entregou nesta sexta-feira (21) à Delegacia de Homicídios e Proteção às Mulheres. O delegado André Cunha havia pedido a prisão preventiva dele na quinta (20).

Em depoimento, Júlio Cezar disse que estava bêbado quando cometeu o crime e não se lembra do momento em que asfixiou a namorada Ludimila Costa Severiano, de 17 anos. Ele acusa a estudante de traição e por isso teria iniciado a briga. O assassinato aconteceu dentro do quarto do rapaz, que mora com a mãe, na Rua 8 de Julho, bairro Estrelinha, Vitória.

O acusado teria sufocado a namorada com um travesseiro. A estudante foi socorrida em uma viatura da Polícia Militar, acionada pelo Ciodes/190, mas ela já estaria morta. "Não imaginava que ele seria capaz de fazer algo assim", afirmou a mãe da vítima, a auxiliar de serviços gerais Luciene Silva Costa, 36.

A prisão preventiva foi pedida após Júlio Cezar não comparecer à delegacia, mesmo depois de se compremeter que iria se presentar na manhã da quinta-feira (20). Segundo André Cunha, paciência tem limite: "Eu até aumentei o prazo para ele vir por vontade própria. Mas nem os familiares sabiam para onde ele havia ido. Então pedi a prisão preventiva dele e, agora, não tem mais jeito".

A Gazeta

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Homem bêbado mata namorada asfixiada em Vitória


Ludimila Costa Severino, 17 anos, foi morta asfixiada pelo próprio namorado durante a madrugada desta quarta-feira (19)


foto: Nestor Muller

Júlio e Ludimila: raros momentos de amor


A dor tomou conta dos corações de integrantes de duas famílias de maneiras diferentes na madrugada desta quarta-feira (19). A pior delas é da família da estudante Ludimila Costa Severiano, 17 anos, morta asfixiada pelo próprio namorado, o vigilante Júlio Cezar do Vale Santana, 24.

Ambos estavam dentro do quarto do assassino, que mora com a mãe, na Rua 8 de Julho, bairro Estrelinha, Vitória. O rapaz fugiu do local após o crime após a mãe e uma irmã irem até à residência da adolescente avisar à mãe e a madrasta.

As duas famílias suspeitam de que o ciúme excessivo do rapaz seria a motivação do crime e teria bebido antes de cometer o crime. Os parentes e vizinhos de Júlio Cezar informaram que ele fica descontrolado quando bebe.

Uma irmã do acusado afirmou tê-lo visto beber em um bar, próximo a casa deles, no final da noite da última terça-feira, antes de retornar para casa. Ludimila dormia todos os dias na casa do vigilante, que estava desempregado atualmente, segundo a mãe da garota.

Durante a madrugada, por volta das 3h, o jovem correu até o quarto da mãe, uma diarista de 61 anos, que não quer ser identificada, avisando que havia feito uma bobagem e que a namorada estaria desacordada. Segundo o padrasto da vítima, o cozinheiro Etevaldo Alves Cajazeiras, 46, não foram encontradas marcas de violência física, de acordo com informações de peritos da Polícia Civil.

O acusado teria sufocado a namorada com um travesseiro. A estudante foi socorrida em uma viatura da Polícia Militar, acionada pelo Ciodes/190, mas ela já estaria morta."Não imaginava que ele seria capaz de fazer algo assim", afirmou a mãe da vítima, a auxiliar de serviços gerais Luciene Silva Costa, 36.

A mulher ficou desesperada ao chegar na residência de Júlio. Uma prima de Ludimilia contou que a vítima já havia "levado uns tapas" do namorado durante a festa de Natal na casa de uma amiga em Estrelinha. O delegado André Cunha, chefe da Delegacia de Homicídios e Proteção às Mulheres (DHPM). Júlio Cezar do Vale Santana permanece foragido.

Motivação

As duas famílias suspeitam de que o ciúme excessivo de Júlio Cezar teria motivado o crime. Uma prima de Ludimila contou que a vítima já havia sido agredida pelo namorado durante a festa de Natal na casa de uma amiga em Estrelinha.

O consumo de bebida alcoólica é outra hipótese que pode ter levado ao homicídio: parentes e vizinhos do vigilante informaram que ele fica descontrolado quando ingere bebidas alcoólicas. Na noite de terça-feira, uma irmã viu Júlio em um bar, pouco antes de ir para casa, onde Ludimila dormia todos os dias.

Esse não seria o primeiro crime cometido pelo suspeito. Uma irmã revelou que o vigilante já foi condenado por ter agredido um policial quando estava bêbado. "Ele foi condenado, em dezembro, ao pagamento de cesta básica", afirmou.


"Quero justiça"
A auxiliar de serviços gerais Luciene Silva Costa não teve coragem de ver o corpo da filha, na madrugada de ontem. Ela disse que a relação entre Ludimila e Júlio Cezar era boa, mesmo com alguns desentendimentos e términos.

Sua filha namorava Júlio havia quanto tempo? Mais ou menos dois anos. A relação entre os dois era boa.

Ele bebe muito? Sim. Existem uns problemas entre ele e os familiares a respeito disso.

O que a senhora sente agora? Quero justiça. Quero que ele pague pelo o que fez.

Em nenhum momento, a senhora imaginou que poderia chegar a esse ponto? Não. A mãe do Júlio sempre cuidou de minha filha como se fosse dela. Isso me dava muita confiança na relação dos dois.




A Gazeta