Mostrando postagens com marcador namorado. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador namorado. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Paula Fernandes, aos 27 anos, conta que só teve dois namorados na vida

"Sou difícil, mas não impossível", diz Paula Fernandes

Paula Fernandes foi tema de uma das reportagens deste domingo do Fantástico. A revista eletrônica da Globo fez um breve relato sobre o sucesso da cantora e sua trajetória até o estrelato.

Um repórter acompanhou um dia de folga da artista e perguntou a ela com qual tipo de homem costuma ficar. "Eu não fico", disparou a artista. "Tive dois namorados. Um era músico e o outro trabalhava com montagem de veículos. Nada a ver, né?", completou.

Com 27 anos de idade e solteira, Paula Fernandes admitiu ser uma mulher que necessita um pouco mais de dedicação na hora da conquista. "Eu sou difícil, mas não impossível", brincou.

Durante a entrevista, Paula revelou seu maior sonho de consumo: "ter pelo menos meia-dúzia de cavalos e uma grande fazenda".

sábado, 6 de agosto de 2011

Novo namorado já está morando com Danielle Winits

Novo namorado já está morando com Danielle Winits
A atriz se separou de Jonatas Faro em março, e está com Carlos Machado há cerca de um mês


foto: Reprodução
Daniele Winits

Carlos Machado se enfiou na casa da atriz de mala e cuia. Ele mudou para lá há uns 15 dias, deixando o apartamento dele no Leblon, no Rio, fechado. A atriz mora em uma casa no bairro de São Conrado. Carlos já está super enturmado com Noah, filho de Danielle com Cássio Reis. No Facebook de amigos em comum, já tem até foto dele com o menino no colo, fazendo as vezes de pai.


SOFTNEWS

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Justin Bieber: Dia dos Namorados em hospital

Justin Bieber passou o Dia dos Namorados visitando crianças doentes durante o Get Well Soon Tour realizado no Hospital Infantil Mattel UCLA na segunda-feira (14 de fevereiro) em Los Angeles.

Aos anos 16 cantor com  seu novo filme, Never Say Never, em cartaz, ele tirou fotos com as crianças e deu autógrafos.

"Acabei de ver alguns garotos incríveis que não conseguia ver # NSN3D", Justin postou. "Então, surpreendeu-os com o filme apresentado a eles. # Makeachange "

O Super produtor Benny Blanco, co-fundou o Get Well Soon Tour caridade, é quem traz celebridades para os hospitais para levantar o ânimo de crianças que dela necessitam.

Pergunto se Justin passou o resto de seu dia de Valentine's Day com Selena Gomez !


Fonte: justjared.buzznet.com

.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Homem bêbado mata namorada asfixiada em Vitória


Ludimila Costa Severino, 17 anos, foi morta asfixiada pelo próprio namorado durante a madrugada desta quarta-feira (19)


foto: Nestor Muller

Júlio e Ludimila: raros momentos de amor


A dor tomou conta dos corações de integrantes de duas famílias de maneiras diferentes na madrugada desta quarta-feira (19). A pior delas é da família da estudante Ludimila Costa Severiano, 17 anos, morta asfixiada pelo próprio namorado, o vigilante Júlio Cezar do Vale Santana, 24.

Ambos estavam dentro do quarto do assassino, que mora com a mãe, na Rua 8 de Julho, bairro Estrelinha, Vitória. O rapaz fugiu do local após o crime após a mãe e uma irmã irem até à residência da adolescente avisar à mãe e a madrasta.

As duas famílias suspeitam de que o ciúme excessivo do rapaz seria a motivação do crime e teria bebido antes de cometer o crime. Os parentes e vizinhos de Júlio Cezar informaram que ele fica descontrolado quando bebe.

Uma irmã do acusado afirmou tê-lo visto beber em um bar, próximo a casa deles, no final da noite da última terça-feira, antes de retornar para casa. Ludimila dormia todos os dias na casa do vigilante, que estava desempregado atualmente, segundo a mãe da garota.

Durante a madrugada, por volta das 3h, o jovem correu até o quarto da mãe, uma diarista de 61 anos, que não quer ser identificada, avisando que havia feito uma bobagem e que a namorada estaria desacordada. Segundo o padrasto da vítima, o cozinheiro Etevaldo Alves Cajazeiras, 46, não foram encontradas marcas de violência física, de acordo com informações de peritos da Polícia Civil.

O acusado teria sufocado a namorada com um travesseiro. A estudante foi socorrida em uma viatura da Polícia Militar, acionada pelo Ciodes/190, mas ela já estaria morta."Não imaginava que ele seria capaz de fazer algo assim", afirmou a mãe da vítima, a auxiliar de serviços gerais Luciene Silva Costa, 36.

A mulher ficou desesperada ao chegar na residência de Júlio. Uma prima de Ludimilia contou que a vítima já havia "levado uns tapas" do namorado durante a festa de Natal na casa de uma amiga em Estrelinha. O delegado André Cunha, chefe da Delegacia de Homicídios e Proteção às Mulheres (DHPM). Júlio Cezar do Vale Santana permanece foragido.

Motivação

As duas famílias suspeitam de que o ciúme excessivo de Júlio Cezar teria motivado o crime. Uma prima de Ludimila contou que a vítima já havia sido agredida pelo namorado durante a festa de Natal na casa de uma amiga em Estrelinha.

O consumo de bebida alcoólica é outra hipótese que pode ter levado ao homicídio: parentes e vizinhos do vigilante informaram que ele fica descontrolado quando ingere bebidas alcoólicas. Na noite de terça-feira, uma irmã viu Júlio em um bar, pouco antes de ir para casa, onde Ludimila dormia todos os dias.

Esse não seria o primeiro crime cometido pelo suspeito. Uma irmã revelou que o vigilante já foi condenado por ter agredido um policial quando estava bêbado. "Ele foi condenado, em dezembro, ao pagamento de cesta básica", afirmou.


"Quero justiça"
A auxiliar de serviços gerais Luciene Silva Costa não teve coragem de ver o corpo da filha, na madrugada de ontem. Ela disse que a relação entre Ludimila e Júlio Cezar era boa, mesmo com alguns desentendimentos e términos.

Sua filha namorava Júlio havia quanto tempo? Mais ou menos dois anos. A relação entre os dois era boa.

Ele bebe muito? Sim. Existem uns problemas entre ele e os familiares a respeito disso.

O que a senhora sente agora? Quero justiça. Quero que ele pague pelo o que fez.

Em nenhum momento, a senhora imaginou que poderia chegar a esse ponto? Não. A mãe do Júlio sempre cuidou de minha filha como se fosse dela. Isso me dava muita confiança na relação dos dois.




A Gazeta

domingo, 19 de dezembro de 2010

Sexo. Por que os homens resistem a um relacionamento mais sério?


Procura-se namorado

As mulheres solteiras atestam: falta homem no mercado. Muitas reclamam até da quantidade, mas o que anda em baixa mesmo é qualidade




As mulheres solteiras atestam: falta homem no mercado. Muitas reclamam até da quantidade, mas o que anda em baixa mesmo é qualidade. Afinal, o último censo mostra que existem 97 homens para cada 100 mulheres no Espírito Santo. Uma diferença pequena, se comparada ao tamanho das reclamações das moças.

O problema - elas apontam - é que os homens não estão a fim de compromisso. Só querem saber de balada. Ligar no dia seguinte? Melhor esquecer.

E não pense que isso é papo de mulher encalhada, que só quer arrumar marido. Bem sucedidas e independentes, elas querem sim um companheiro. Mas com a baixa qualidade da oferta, estão preferindo ficar sozinhas.

E aí, vêm os homens, reclamando que as mulheres são exigentes, alguns até assustados com a independência delas. E continua todo mundo solteiro.

Tanto desencontro, para a psicanalista Regina Navarro, autora de "A cama na rede", entre outros livros sobre relacionamento, se deve ao fato de que estamos em plena mudança de comportamento da sociedade.

"Essa mudança começou com os anticoncepcionais, e ainda vai demorar para acabar. Por isso, hoje, mulheres autônomas dividem espaço com aquelas que ainda acham absurdo dividir a conta do motel, que só querem os benefícios da liberação. O mesmo acontece com os homens. Apesar de gostarem e se beneficiarem disso, ainda tem um monte que fica grilado quando a mulher transa no primeiro encontro", destaca.

Mas será que os homens só querem sexo casual? Eles garantem que não. Afinal, namoros e casamentos continuam acontecendo. "As mulheres também querem sexo, a diferença é que elas o encaram com um meio para ter um relacionamento sério, e não como prazer em si, como os homens", frisa Regina.

Se ninguém quer ficar sozinho, a saída é se abrir para novas oportunidades. "As pessoas vão para a balada encontrar parceiros, mas se esquecem de olhar para os lados no dia a dia. Quando se tem algo em comum, é muito mais fácil que o relacionamento dê certo", orienta o psicólogo especialista em relacionamentos Thiago de Almeida.

O psicoterapeuta Aílton da Silva dá o recado: "Homens também se apaixonam, precisam de relacionamentos afetivos e se comprometem com suas parceiras. Mas eles estão mais abertos para o sexo casual do que elas, o que pode ser uma oportunidade de aprendizado para ambos", opina.

"Namorei por muito tempo, mas hoje entendo quem não quer compromisso. É uma questão de prioridade"Stephanie Cunha, 19 anos, comerciária

"É difícil encontrar alguém para namorar sério. Fica mais fácil se você já tem amizade com a pessoa"Isabela de Andrade, 19 anos, estudante

"Não sinto necessidade de namorar agora. Tenho muitos amigos homens, iria rolar ciúme e quero minha liberdade"Rafaella do Couto, 21 anos, Estudante

"No rock, não pego telefone. Mulher de balada não é para namorar. Nesses lugares ninguém quer nada sério"Flávio Bianchi, 25 anos, estudante

"Homem gosta de mulher difícil, que se valoriza. Se for fácil, pegar um monte na balada, a gente perde o interesse"Renan Guerra, 20 anos, estudante

"Não nego que é bom transar no primeiro encontro. Mas é difícil engatar um relacionamento a partir daí"Victor Chieppe, 20 anos, estudante

Romântica, ela não liga de ficar "para titia"

"Está difícil até para conversar com os homens", aponta a assistente de exportação Flávia Souza Santuzzi, 37 anos. Solteira há quatro, ela reclama que eles não se importam mais com a conquista. "Não se dão nem ao trabalho de perguntar seu nome numa festa, só querem beijar. Por esse tipo de relação, prefiro ficar sozinha", frisa. Mesmo vendo as amigas e as irmãs namorando, casando e tendo filhos, ela não liga de ficar "para titia". "Sou uma pessoa à moda antiga. Enquanto não encontro alguém especial, vou aproveitando a vida", detalha.

Para ela, falta maturidade aos homens

A funcionária pública Luciene Vervloet Feu Rosa, 46 anos, já foi casada, mas acha que está difícil engatar um relacionamento sério. Solteira há 24 anos, ela já teve namoros longos nesse período, mas afirma que falta homem com quem queira dividir a casa novamente. "Casei nova, com 17 anos. Depois que conquistei independência, não abro mais mão dela. E isso assusta os homens". Bem-resolvida com a solteirice e bem-sucedida na vida profissional, Luciene reclama. "Os homens da minha idade são muito possessivos. Já aos mais novos, falta maturidade", aponta. 

(A Gazeta)




Os homens querem sexo e as mulheres, relacionamento?
Muitas mulheres têm a impressão de que os homens não querem nada sério na área do relacionamento amoroso, que só querem sexo. Por outro lado, sabemos que namoros continuam sendo iniciados, que muita gente está indo morar junto e os casamentos continuam acontecendo. Como entender este paradoxo? Este é o tema que vamos examinar neste artigo.

Você aceitaria um convite para sexo casual?
Suponha que uma pessoa desconhecida do sexo oposto se aproxime de você e peça um minuto da sua atenção. Esta pessoa é medianamente atraente, tem aproximadamente a sua idade e, pela sua aparência, pelo seu jeito de falar e pelo local onde vocês se encontram, dá a impressão de ser do mesmo nível socioeconômico que o seu. Imagine que, após uma breve introdução, esta pessoa convide você para dormir com ela. Você aceitaria? Este e outros tipos de convites foram objetos de uma pesquisa realizada nos Estados Unidos por R. D. Clark e E. Hatfield. Estes autores pediram para alguns dos seus alunos, de ambos os sexos, que apresentassem convites para colegas desconhecidos do sexo oposto que estavam passando por locais públicos da universidade que freqüentavam. Havia três convites possíveis. Um destes convites era para saírem juntos naquela noite; o segundo convite era para ir ao apartamento do convidador naquela noite e o terceiro convite era para dormirem juntos naquela noite. Cada convidador abordava colegas desconhecidos e, após uma breve introdução (“Eu já notei você outras vezes aqui no campus. Eu acho você muito atraente.”), apresentava um dos três convites acima. O convite a ser feito em cada abordagem era sorteado de antemão. O convite para saírem juntos foi aceito por aproximadamente 50% dos convidados, independentemente dos seus sexos. O convite para ir ao apartamento do convidador foi aceito por aproximadamente 6% das mulheres e por 69% dos homens. O convite para dormirem juntos não foi aceito por nenhuma das mulheres e foi aceito por 75% dos homens. As percentagens de aceitação dos dois últimos tipos de convite mostram a tremenda diferença nas atitudes de homens e mulheres quanto ao sexo casual: a maioria dos homens os aceitou e quase nenhuma mulher fez o mesmo.

Um problema desta pesquisa é que os convidados poderiam temer possíveis conseqüências negativas por aceitar tais convites (por exemplo, quem apresentou o convite poderia ser um assaltante ou poderia divulgar o acontecimento para pessoas conhecidas). Uma outra pesquisa realizada por Donald Symons e Bruce J. Ellis, dois famosos estudiosos da sexualidade humana, tentou contornar este tipo de problema pedindo aos participantes que imaginassem uma situação hipotética onde não haveria nenhum tipo de conseqüência negativa para a aceitação do sexo casual. Tendo como pano de fundo este tipo de situação ideal, homens e mulheres responderam um questionário anônimo que perguntava, entre outras coisas, se aceitariam sexo casual com diferentes tipos de parceiros em diversos tipos de situações. Nesta pesquisa, como na anterior, muito mais homens do que mulheres disseram que aceitariam o sexo casual: por exemplo, as percentagens de pessoas que responderam que aceitariam “com certeza” o sexo casual sem conseqüências foram de 41,1% para os homens e 8,2 % para as mulheres.

Eu também já constatei diversas vezes este tipo de diferença entre homens e mulheres. Por exemplo, durante algumas das minhas aulas sobre sexualidade, passei uma folha de papel dividida em quatro partes. Em cada uma destas partes estava escrita uma das seguintes faixas de percentagens: 0 a 25%, 26% a 50%, 51% a 75% e 76% a 100%. Pedi então para os alunos presentes que colocassem um X em uma destas quatro áreas – naquela que corresponderia à percentagem de pessoas presentes na sala com as quais eles transariam sem compromisso. Embora houvesse certa variação entre as turmas que participaram deste levantamento, as diferenças nas respostas de homens e mulheres sempre foram gritantes: a maioria dos homens declarava que transaria com mais da metade das mulheres presentes e quase todas as mulheres declaravam que não transariam com nenhum dos presentes nestas condições.

Os seres humanos são moderadamente poligâmicos
Muitos homens que estão em um relacionamento e se interessam por uma nova parceira, se pudessem não terminariam o relacionamento atual, mas acresceriam a nova parceira. É a nossa herança poligínica: cerca de oitenta por cento das culturas catalogadas em estudos antropológicos consideram a poligamia moderada, do tipo poliginia (um homem e várias mulheres), como o modelo ideal de relacionamento conjugal. As mulheres também têm alguma propensão para a poligamia do tipo poliandria (uma mulher e vários homens). Por exemplo, os levantamentos mais recentes indicam que as percentagens de traições femininas se equipararam às masculinas. Outra evidência: exames genéticos de paternidade realizados com amostras representativas da população de alguns países indicam que quase 10% das crianças não são filhos dos pais presumidos. Ou seja, são filhos de alguém que não é o companheiro habitual.

Por que muitos homens somem após transar pela primeira vez com uma mulher?
Um motivo para isso é que muitos homens aceitam transar com mulheres que só preenchem os seus requisitos como uma parceira sexual, mas não como uma parceira com quem ele se envolveria ou se comprometeria. O inverso acontece mais raramente porque, para as mulheres, os requisitos para parceria sexual e para um envolvimento afetivo e comprometimento são mais parecidos.
D. T. Keinrich, famoso pesquisador americano, e seus colaboradores realizaram uma pesquisa que mostrou que as exigências das mulheres para ter sexo casual com um homem são parecidas com aquelas que elas têm quando querem ter um relacionamento mais compromissado com eles. Ou seja, após o sexo casual, o relacionamento pode evoluir para um relacionamento afetivo e compromissado com o mesmo parceiro.

Certa vez ouvi uma afirmação, um tanto cruel e machista, mas que ilustra bem este tipo de critério. Um homem afirmou que diferenciava as mulheres com as quais ele só queria para sexo daquelas com quem teria um relacionamento através do seguinte critério: “Com esta mulher eu transaria, mas não andaria de mãos dadas no shopping”.

Os homens disfarçam suas intenções quando só querem sexo
O interesse exclusivo em sexo casual geralmente não é revelado abertamente pelo homem. Muitas vezes nem ele próprio está consciente desta exclusividade de interesse. Segundo alguns estudiosos da mentira, a melhor maneira de enganar alguém é enganar a si próprio, em primeiro lugar. Quando um homem sente apenas atração sexual por uma mulher, ela pode parecer mais fascinante, em outros sentidos, para ele. Ele pode ficar extasiado com ela, se “derreter” com tudo que ela diz, “ter olhos só para ela”, e assim por diante. Neste caso, assim que ele termina de transar com ela, toda a sua energia se esvai. Daí para frente fica um sacrifício conversar ou ser carinhoso com ela. Assim que se satisfaz, aparece uma grande vontade de ir embora ou virar para o lado e dormir. Neste momento ele começa a pensar: “O que estou fazendo aqui?”. Quando ele é delicado, aparecem considerações do tipo: “Qual o mínimo de tempo e de atenção que devo dar a ela antes de terminar o encontro?” ou “Qual a maneira menos rude de terminar este encontro e ir embora?” Quando a mulher constata que o grande interesse do homem sumiu após o sexo, ela se sente enganada e “usada”.

O dia seguinte
Um estudo americano mostrou que a maior diferença entre homens e mulheres ficava mais visível no dia seguinte ao sexo casual. Este estudo foi realizado com os estudantes mais “sexualmente liberados” de uma universidade americana − aqueles que já haviam transado com dezenas de parceiros diferentes e “separavam sexo de afeto”. Este estudo constatou que estes homens e mulheres eram muito semelhantes em praticamente todas as características psicológicas estudadas (por exemplo, grau de ajustamento social e atratividade). A única diferença entre eles foi observada nos dias que se seguiam aos episódios de sexo casual. Nestes dias os homens pensavam mais ou menos assim: “Será que vai dar para continuar a transar com ela esporadicamente sem que ela pressione por compromisso?” As mulheres pensavam mais ou menos assim: “Será que ele vai me ligar? Será que o seu interesse era mesmo só sexo?”. Elas eram mais propensas a este tipo de pensamento mesmo quando estavam muito seguras de que só queriam sexo casual com aquele parceiro antes de o sexo acontecer. Ou seja, para estas mulheres experientes e liberadas, o sexo explicitamente casual criava certa expectativa de relacionamento amoroso com o parceiro. Para os homens, a expectativa era poder continuar a ter sexo casual sem qualquer tipo de pressão para compromisso.

Por que os homens são diferentes das mulheres em relação ao sexo casual?
Existem dois motivos principais. O primeiro deles é mais conhecido e por isso não será aprofundado aqui: vivemos em uma sociedade machista que permite e incentiva o sexo casual por parte dos homens e o condena por parte das mulheres. O segundo motivo, menos conhecido e mais polêmico, é a existência de uma certa propensão genética para homens e mulheres encararem de forma diferente a prática sexual. Este tipo de motivo é apresentado pela teoria psicobiológica, que afirma que as mulheres são mais cuidadosas (exigentes) do que os homens para aceitar sexo porque para elas o sexo podia trazer conseqüências maiores do que para eles, durante boa parte da história evolutiva da nossa espécie – elas podiam engravidar. Os anticoncepcionais eficientes só foram inventados recentemente e provavelmente ainda não tiveram nenhuma influência em desfazer ou amenizar este tipo de propensão. Aquelas mulheres que exigiam alguma evidência de que os homens estavam afetivamente ligados a elas e que manifestavam alguma intenção de se comprometerem com elas foram premiadas – tinham mais chances de que seus filhos sobrevivessem devido à presença do homem para compartilhar os inúmeros encargos que surgem durante a gravidez, parto e criação de um filho (por exemplo, defesa, alimentação, cuidados contra as intempéries). Para eles, o sexo sempre teve menores conseqüências. Era “mais barato” e podia ser muito lucrativo. Um famoso pesquisador desta área afirmou neste sentido: “ Tudo que eles tinham a perder com o sexo casual eram míseros espermatozóides. Podiam ganhar algo valiosíssimo: descendência!”

Os homens só querem sexo?
Estes estudos mostram que os homens só querem sexo? Claro que não! Os homens também se apaixonam, necessitam de um relacionamento afetivo e se comprometem profundamente com suas parceiras. Estas pesquisas mostram apenas que eles estão mais à procura de sexo casual do que elas.

Embora os homens sejam ávidos por sexo sem compromisso, eles também sentem falta de um relacionamento afetivo e comprometido. Por tudo que já vi nesta área, estou convencido que nós homens precisamos tanto quanto as mulheres, ou talvez até mais que elas, de um relacionamento profundo e comprometido. Vários estudos apontam nesta direção. Por exemplo, uma pesquisa verificou que a expectativa de vida de homens que se separaram e ficaram sós daí para frente era menor do que a dos homens que continuaram casados. Outra evidência desta necessidade: dois terços das separações são pedidas pelas mulheres. Isto indica que as mulheres fazem mais questão de iniciar relacionamentos e se comprometerem, mas os homens hesitam mais em sair deles.

A tarefa das mulheres, portanto, não é distinguir os homens que procuram sexo casual daqueles que não o procuram – quase todos procuram ou, pelo menos, o aceitam. A tarefa mais importante é identificar aqueles homens que, apesar de aceitarem sexo casual, também estão abertos para um envolvimento afetivo e para um compromisso e que têm condições de serem fiéis quando isto acontecer.

Não tenho nada contra aqueles que optam pelo sexo casual em uma certa época de suas vidas ou até mesmo de uma forma permanente. Cada um pode fazer aquilo que prefere, que tenha condições e que não cause danos a terceiros. Por outro lado, a opção pela monogamia também é uma ótima opção. Creio também que, embora tenhamos uma propensão moderada para a poligamia, ela pode ser controlada e que ser fiel tem os seus frutos positivos. Neste caso, a qualidade compensa mais do que a quantidade!
[http://metadeideal.uol.com.br]

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Alemão castra namorado da filha, de 57 anos, diz polícia

Helmut Seifert, 47, um alemão de origem russa, ficou furioso quando ouviu que sua filha de 17 anos estava tendo um relacionamento com Phillip Genscher, 57.

Segundo autoridades, Seifert chegou a ir a uma delegacia na cidade de Bielefeld, onde vive, para denunciar o relacionamento, mas os policias disseram que só poderiam intervir se a filha de Seifert tivesse sido forçada ou paga para fazer sexo com Genscher.
As autoridades adiantaram que, como a polícia não separou o casal, "o homem recrutou dois colegas de trabalho, dirigindo-se depois para a casa da vítima”.
A polícia alemã diz que, com a ajuda de dois colegas de trabalho, Seifert foi à casa da vítima. Enquanto os cúmplices o seguravam, Seifert cortou seus testículos.

"O homem foi forçado a tirar suas calças e, plenamente consciente, ele foi castrado. Os testículos cortados foram levados pelo autor."

O homem estava próximo de sangrar até a morte, mas conseguiu chamar a polícia. Sua vida foi salva, mas ele continua a ser um eunuco pelo resto da vida.

Seifert se declarou culpado e será julgado por tentativa de homicídio no ano que vem. Mas ele manteve o silêncio sobre quem foram seus cúmplices.

Ele disse à polícia: "Eu recebi um telefonema anônimo que minha filha estava envolvida com um homem 40 anos mais velha e vocês disseram que não podiam impedi-lo - assim fiz isso. "Eu fiz o meu dever como pai."

Seifert confessou o crime e será julgado no próximo ano.

telegraph.co.uk 

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Mulher mata e congela namorado na França

Namorada de Jean-François Poinard admitiu ter matado ele em 2008. Ela foi detida pela polícia, que ainda investiga o caso

G1

foto: Reprodução/MailOnline
Lugar onde foi encontrado o corpo do chef francês


O corpo do chef de cozinha francês Jean-François Poinard, que estava desaparecido havia dois anos, foi encontrado na terça-feira (10) em um freezer dentro do apartamento em que ele morava com sua namorada na cidade de Lyon.

Segundo o jornal francês "Le Monde", a namorada de Poinard, Guylène Collober, confessou ter sido responsável pela morte do chef e por esconder seu corpo. Ela foi detida pela polícia.


Os policiais que invadiram o apartamento, disseram a ex-namorada de Poinard, Guylène Collober, irrompeu em lágrimas quando eles chegaram. "Eu acho que vocês vão encontrar o que estão procurando", falou Collober, de 51 anos, à polícia.


Chef francês Jean-Francois Poinard
era conhecido como um nome de "grande"
da gastronomia e um perfeccionista ",
que amava as pessoas."
O corpo de Poinard, que tinha 71 anos, foi encontrado depois que a filha de Collober indicou à polícia que ele poderia estar congelado. Segundo o jornal, a mulher confessou o crime a sua filha.

A princípio, a namorada dele tentou negar à polícia envolvimento com a morte de Poinard, mas acabou admitindo ter matado ele em novembro de 2008, e escondido o corpo em seguida. A polícia continua investigando para confirmar a versão passada por ela.

A rede de TV CNN diz que Poinard estava aposentado quando morreu, mas que ele havia sido considerado um dos melhores chefs da França nos anos 1970 e 1980.