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sábado, 28 de maio de 2011

Ilhas Faroe, na Dinamarca: Tradição cultural promove matança de 220 baleias

Tradição cultural nas Ilhas Faroe promove matança de 220 baleias
Moradores de ilhas no Atlântico Norte mataram número recorde de animais.
Após pesca, carne de baleias-piloto é distribuída de graça.


Uma tradição anual nas Ilhas Faroe, território pertencente à Dinamarca, promoveu neste sábado (28) uma matança recorde de baleias piloto. Foram 220 animais mortos, maior número já registrado durante a realização do que é localmente considerado um evento. (Foto: Reuters)

Guindaste é usado para carregar as baleias mortas. A carne de baleia-piloto já foi uma importante fonte de alimentação nas ilhas. Após a pesca, a carne não é comercializada, e sim distribuída na comunidade. (Foto: Reuters)

Do G1, com Reuters

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Orca, a Baleia Assassina

As orcas, ou baleias assassinas, são os maiores dos golfinhos e um dos predadores mais poderosos do mundo. Elas se deleitam sobre mamíferos marinhos, como focas, leões-marinhos e até mesmo  baleias, empregando dentes que podem ter de quatro polegadas (dez centímetros) de comprimento. Eles são conhecidas por pegar os selos para a direita fora do gelo. Elas também comem peixes, lulas e aves marinhas.
Embora muitas vezes freqüentem fria águas costeiras, as orcas podem ser encontrados a partir das regiões polares para o equador. Evitam as águas mais cálidas das proximidades da linha do equador e aparecem com menor frequência no Oceano Pacífico. Demonstram gostar bastante mais dos mares frios junto aos círculos polares ártico e do antártico.

No que diz respeita à distribuição pelo planeta é, curiosamente, a segunda espécie animal, logo a seguir ao Homem.

Há grupos familiares podem ter constituições diferentes, dependendo até da zona do planeta onde vive o grupo. Contudo, podem juntar de 12 a 50 animais, e em cada zona os grupos são mais ou menos semelhantes.

No entanto, há pelo menos três a cinco tipos de Orcas que são suficientemente distintas para serem consideradas raças, subespécies, ou possivelmente mesmo espécies. Nas décadas de 1970 e 80, pesquisas ao longo da costa ocidental do Canadá e Estados Unidos identificaram três tipos:

Residentes: A mais comummente avistada das três populações na águas costeiras do Pacífico nordeste, incluindo em Puget Sound. A dieta das Orcas residentes consiste principalmente de peixe e Lula e vivem em grupos familiares complexos e coesos. Os laços familiares duram a vida inteira, muitas vezes vivendo em grupos matrilineares grandes e fazendo vocalizações em dialectos muito variáveis e complexos. "A unidade básica da sociedade de Orcas residentes é a mãe, todos os seus descendentes dependentes (com aproximadamente dez anos ou menos), assim como a sua descendência adulta, incluindo os filhos destes. As fêmeas podem eventualmente passar menos tempo com as suas mães, à medida que forem produzindo crias suas, mas machos residentes parecem permanecer com as suas mães as suas vidas inteiras. Deixam-nas por períodos curtos para acasalar fora do seu grupo maternal, mas voltam para as suas mães depois disso."[5] Fêmeas residentes têm caracteristicamente uma barbatana dorsal arredondada que termina num canto agudo. São conhecidas por visitar a mesmas áreas consistentemente. Nas populações residentes da Colúmbia Britânica e Washington investigadores identificaram e nomearam mais de 300 Orcas ao longo dos últimos 30 anos.

Temporárias: A dieta destes animais consiste quase exclusivamente de mamíferos marinhos; eles não comem peixe. No sul do Alasca viajam geralmente em pequenos grupos, normalmente de dois a seis animais. Ao contrário das residentes, não permanecem sempre nas suas unidades familiares. As unidades consistem de grupos menores com laços familiares menos permanentes e com vocalizações em dialectos menos variáveis e menos complexos. As fêmeas possuem barbatanas dorsais mais triangulares e ponteagudas do que as residentes. A área cinzenta ou branca à volta da barbatana dorsal, conhecida como "sela", muitas vezes contém alguma coloração preta nas residentes. Em populações temporárias são uniformente cinzentas. Estas populações transitam largamente ao longo da costa tendo alguns indivíduos sido avistados no sul do Alasca e mais tarde na Califórnia.

Grupos diferentes, presas e técnicas diferentes para capturá-los. Os grupos residentes tendem a preferir o peixe, enquanto  transitória alvo de mamíferos marinhos. Todos tipo de grupo faz uso de técnicas de caça cooperativa, que alguns comparam com o comportamento de lobos.

Essas Baleias produzem uma grande variedade de sons para comunicação, e cada legume tem ruídos distinto que os seus membros reconhecem, mesmo à distância. Eles usam a ecolocalização para se comunicar e caçar, produzindo sons que propagam até debaixo d'água que encontram objetos, em seguida ecoam, revelando sua localização, tamanho e forma.

As orcas formam grupos sociais matriarcais, consistindo tipicamente numa fêmea mais velha e os seus filhos e netos. Os machos adultos permanecem no grupo em que nasceram mas não acasalam com os seus familiares diretos, preferindo o acasalamento com fêmeas de outros grupos em encontros fortuitos.

As orcas são protetores de seus jovens, e outros jovens fêmeas, muitas vezes ajudam a mãe para cuidar deles. Mães dão à luz a cada três a dez anos, após uma gravidez de 17 meses.

Orcas são imediatamente reconhecíveis por sua coloração distintiva preto-e-branco e são inteligentes, as estrelas da mostra trainable aquário muitos. As baleias assassinas nunca foram extensivamente caçadas pelos humanos.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Baleia de mais de 15 toneladas é encontrada em Bicanga, na Serra


Bombeiros disseram que a baleia pode ter morrido enquanto foi jogada em direção às pedras pela maré

Gazeta Online

foto: Marcos Fernandez - GZ
Baleia encontrada em Bicanga
Uma baleia da espécia Jubarte de aproximadamente 20 toneladas, foi encontrada na manhã deste domingo (25) por moradores do balneário de Bicanga, na Serra.

Segundo moradores da região, o animal ainda estava vivo quando foi avistado. Bombeiros que atenderam a ocorrência disseram que a baleia pode ter morrido enquanto foi jogada em direção as pedras pela maré.

Agentes do Insitituto Orca foram ao local e confirmaram a presença da baleia Jubarte. Segundo dados do instituto, somente este mês, esta é a quarta baleia Jubarte que encalha em praias do Espírito Santo. Os casos foram nos municípios de Aracruz, São Mateus e Anchieta.

O assistente do instituto, Luiz Felipe, disse que essa reincidência de baleias encalhadas no mês de julho trata-se de um fenômeno anormal. O local onde o animal foi encontrado não possui incidência no aparecimento de animais deste porte.


Ainda de acordo com o Corpo de Bombeiros, a prefeitura do município foi informada sobre o animal e disse que neste domingo não havia profissionais disponíveis para remover a baleia.

A prefeitura informou que a prioridade na manhã desta segunda-feira (26) será a remoção do animal. A baleia de quase 20 toneladas, que atraiu a atenção de várias pessoas na praia, está nas proximidades do ponto final de ônibus do bairro Bicanga. 

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Baleia Franca surge de repente e destrói iate na África do Sul‎

A baleia de 40 toneladas saltou da água e atingiu em cheio o iate de dez metros



Baleia franca de 33 m de comprimento salta da água e cai sobre o barco, na Cidade do Cabo
Foto: EFE

Uma baleia franca de 33 m de comprimento saltou da água e caiu sobre o barco de um casal na costa da Cidade do Cabo, na África do Sul. O mastro da embarcação ficou destruído, mas ninguém se feriu. Autoridades sul-africanas investigam se o animal de aproximadamente 40 toneladas foi provocado antes de pular sobre a embarcação.

Segundo o jornal britânico Telegraph, a baleia atingiu o iate Intrepid, onde estava o casal Paloma Werner, 50 anos, e Ralph Mothes, 59 anos, e destruiu o seu mastro antes de voltar para a água. Imagens divulgadas pela agência de notícias EFE mostraram o momento do salto e a situação do barco após o incidente.

"Foi realmente incrível e muito assustador. A baleia tinha quase o mesmo tamanho do barco. Ela chegou a cerca de 100 a 200 m de nós, em seguida desapareceu debaixo de água, e depois reapareceu a cerca de 10 m do barco, mas não pensamos que estávamos na rota de colisão", disse Paloma Werner, segundo o jornal britânico.

"Eu achava que ela estava sob o barco. Nós temos muita sorte de termos saído vivo dessa. Graças a Deus o casco resistiu ao impacto. De outra forma nós estaríamos arruinados", completou. Baleias são comuns nessa época do ano na região da Cidade do Cabo. Centenas de turistas costumam acompanhar o movimento dos mamíferos de junho a novembro.

Com informações da FoxNews, agência EFE e do jornal Telegraph