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quinta-feira, 3 de março de 2011

Assassina da menina Lavínia é “fria e problemática”, diz mãe da criminosa

Fria e problemática. Essa é a forma como a mãe e a polícia definem Luciene Reis Santana, apontada como a assassina da menina Lavínia. Mãe de três filhos, Luciene se relacionava há mais de um ano com Rony dos Santos Oliveira, pai da garota.
Luciene é descrita pela própria mãe como "fria e problemática" /
 Foto: Divulgação / Divulgação

Parentes de Rony afirmam que desconheciam o caso extraconjugal. No entanto, a mulher de Rony, Andreia Azeredo, disse que sabia da existência de Luciene, embora não a conhecesse pessoalmente:

— Eu sabia dela porque ela chegou a ligar aqui para casa. Outras vezes, eu liguei para o celular do Rony e ela atendia. Mas nunca a vi.

Luciene demonstrava nutrir um sentimento doentio por Rony.

— Eu disse que não queria mais ficar com ela, mas a Luciene não aceitava e ameaçou se matar — afirmou Rony.

Neide Reis, de 57 anos, mãe de Luciene, afirma que a filha sempre “deu trabalho”. A mãe conta que diversas vezes procurou a polícia e o Conselho Tutelar — quando Luciene era adolescente — para pedir ajuda: — O comportamento dela sempre foi complicado. Dava para notar que ela não era “normal” como as outras meninas da idade dela.

Apesar disso, Neide não acreditava que Luciene pudesse ser capaz de matar.

— Não consigo acreditar que ela fez isso com uma criança. É muita crueldade. Ainda mais com uma pessoa que estendeu a mão para ela. Rony ajudou a minha filha. Ele até auxiliava a pagar o aluguel — afirmou Neide Reis, chorando.

Frieza

A frieza de Luciene Santana chamou a atenção da família de Lavínia desde o primeiro dia do desaparecimento da menina.

— Eu olhei na cara dela e perguntei onde estava a minha sobrinha. Ela não teve reação alguma só disse que a Lavínia não estava com ela. Ainda falou que não era amante do Rony, mas namorada dele — afirmou a tia de Lavínia, Rosilaine dos Santos.

Chamada diversas vezes na 60ª DP (Campos Elíseos) para prestar depoimento, Luciene não demonstrava — apesar de manter um relacionamento com Rony — pesar pelo desaparecimento da menina ou pelo sofrimento da família.

Luciene chegou a apresentar um álibi: pediu para que a polícia confirmasse que ela havia usado o RioCard no ônibus para ir a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) no Centro de Caxias. Ontem, todavia, imagens do circuito de segurança do ônibus comprovaram que ela usou o transporte para levar a menina ao hotel, onde Lavínia foi morta.

Ao mesmo tempo em que acusava o ex-marido, Luciene ainda ameaçou Euzimar de Oliveira Silva para que ele não fosse à delegacia prestar depoimento. Para o delegado Robson da Costa, Luciene premeditou o crime.

— O plano era sequestrar a criança, ficar com o dinheiro do pai e colocar a culpa do crime no ex-marido. Ela matou a Lavínia para ficar impune — afirmou ele.

EXTRA

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

Orca, a Baleia Assassina

As orcas, ou baleias assassinas, são os maiores dos golfinhos e um dos predadores mais poderosos do mundo. Elas se deleitam sobre mamíferos marinhos, como focas, leões-marinhos e até mesmo  baleias, empregando dentes que podem ter de quatro polegadas (dez centímetros) de comprimento. Eles são conhecidas por pegar os selos para a direita fora do gelo. Elas também comem peixes, lulas e aves marinhas.
Embora muitas vezes freqüentem fria águas costeiras, as orcas podem ser encontrados a partir das regiões polares para o equador. Evitam as águas mais cálidas das proximidades da linha do equador e aparecem com menor frequência no Oceano Pacífico. Demonstram gostar bastante mais dos mares frios junto aos círculos polares ártico e do antártico.

No que diz respeita à distribuição pelo planeta é, curiosamente, a segunda espécie animal, logo a seguir ao Homem.

Há grupos familiares podem ter constituições diferentes, dependendo até da zona do planeta onde vive o grupo. Contudo, podem juntar de 12 a 50 animais, e em cada zona os grupos são mais ou menos semelhantes.

No entanto, há pelo menos três a cinco tipos de Orcas que são suficientemente distintas para serem consideradas raças, subespécies, ou possivelmente mesmo espécies. Nas décadas de 1970 e 80, pesquisas ao longo da costa ocidental do Canadá e Estados Unidos identificaram três tipos:

Residentes: A mais comummente avistada das três populações na águas costeiras do Pacífico nordeste, incluindo em Puget Sound. A dieta das Orcas residentes consiste principalmente de peixe e Lula e vivem em grupos familiares complexos e coesos. Os laços familiares duram a vida inteira, muitas vezes vivendo em grupos matrilineares grandes e fazendo vocalizações em dialectos muito variáveis e complexos. "A unidade básica da sociedade de Orcas residentes é a mãe, todos os seus descendentes dependentes (com aproximadamente dez anos ou menos), assim como a sua descendência adulta, incluindo os filhos destes. As fêmeas podem eventualmente passar menos tempo com as suas mães, à medida que forem produzindo crias suas, mas machos residentes parecem permanecer com as suas mães as suas vidas inteiras. Deixam-nas por períodos curtos para acasalar fora do seu grupo maternal, mas voltam para as suas mães depois disso."[5] Fêmeas residentes têm caracteristicamente uma barbatana dorsal arredondada que termina num canto agudo. São conhecidas por visitar a mesmas áreas consistentemente. Nas populações residentes da Colúmbia Britânica e Washington investigadores identificaram e nomearam mais de 300 Orcas ao longo dos últimos 30 anos.

Temporárias: A dieta destes animais consiste quase exclusivamente de mamíferos marinhos; eles não comem peixe. No sul do Alasca viajam geralmente em pequenos grupos, normalmente de dois a seis animais. Ao contrário das residentes, não permanecem sempre nas suas unidades familiares. As unidades consistem de grupos menores com laços familiares menos permanentes e com vocalizações em dialectos menos variáveis e menos complexos. As fêmeas possuem barbatanas dorsais mais triangulares e ponteagudas do que as residentes. A área cinzenta ou branca à volta da barbatana dorsal, conhecida como "sela", muitas vezes contém alguma coloração preta nas residentes. Em populações temporárias são uniformente cinzentas. Estas populações transitam largamente ao longo da costa tendo alguns indivíduos sido avistados no sul do Alasca e mais tarde na Califórnia.

Grupos diferentes, presas e técnicas diferentes para capturá-los. Os grupos residentes tendem a preferir o peixe, enquanto  transitória alvo de mamíferos marinhos. Todos tipo de grupo faz uso de técnicas de caça cooperativa, que alguns comparam com o comportamento de lobos.

Essas Baleias produzem uma grande variedade de sons para comunicação, e cada legume tem ruídos distinto que os seus membros reconhecem, mesmo à distância. Eles usam a ecolocalização para se comunicar e caçar, produzindo sons que propagam até debaixo d'água que encontram objetos, em seguida ecoam, revelando sua localização, tamanho e forma.

As orcas formam grupos sociais matriarcais, consistindo tipicamente numa fêmea mais velha e os seus filhos e netos. Os machos adultos permanecem no grupo em que nasceram mas não acasalam com os seus familiares diretos, preferindo o acasalamento com fêmeas de outros grupos em encontros fortuitos.

As orcas são protetores de seus jovens, e outros jovens fêmeas, muitas vezes ajudam a mãe para cuidar deles. Mães dão à luz a cada três a dez anos, após uma gravidez de 17 meses.

Orcas são imediatamente reconhecíveis por sua coloração distintiva preto-e-branco e são inteligentes, as estrelas da mostra trainable aquário muitos. As baleias assassinas nunca foram extensivamente caçadas pelos humanos.