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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Clube Atlético Mineiro: Curiosidades sobre o centenário galo das Minas Gerais



O Atlético Mineiro é o mais antigo clube em atividade em Belo Horizonte. São 104 anos de pura raça, paixão, tradição. O Clube foi fundado em 25 de março de 1908 por 22 garotos , que se reuniam sempre para as peladas e paqueras nos arredores do Parque Municipal. Foi primeiro batizado de Atlético Mineiro Futebol Clube e, a partir de 1913, se tornou Clube Atlético Mineiro. Seu 1º presidente foi Margival Mendes Leal, que comandou o time entre 1908 e 1910.


O primeiro jogo oficial da história do Atlético foi contra o Sport F.C., o time mais antigo da cidade, no dia 21 de março de 1909. O Galo venceu por 3 x 0, sendo que o 1º gol foi marcado por Aníbal Machado. Inconformado, o Sport pediu a revanche e perdeu de novo : 2 x 0. Já revoltados, os diretores do Sport pediram mais um jogo. Para não deixar dúvidas, o Galo não perdoou e meteu 4 x 0 no time deles. Resultado : depois da humilhação, o Sport foi extinto e seus torcedores aderiram ao novo clube. A partir daí, o Atlético ganhava de vez o título de maior time de Minas Gerais.


As vitórias tornaram o Atlético um time simpático, sem preconceitos, com a cara do povão. Ao contrário do América, clube seletivo e que não aceitava gente humilde, e do Yale, que pertencia a uma minoria italiana.


O primeiro campo se localizava na Rua Guajajaras, entre São Paulo e Curitiba. Na primeira noite, as traves foram roubadas e Margival tratou de procurar outro lugar para o campo. Conseguiu um bem central, na Av. Paraopeba (hoje Augusto de Lima), mas este também foi logo requisitado pelo Governo para a construção da Secretaria da Saúde. Então o Galo passou a ocupar as velhas instalações do extinto Sport, junto à Pça. da Estação até 1921, quando o Governo doou ao Atlético um quarteirão inteiro na Avenida Olegário Maciel para compensar o que havia tomado. Ali seria construído o estádio Antônio Carlos.


O jogo de inauguração do estádio Antônio Carlos foi Atlético 4 x 2 Corínthians (SP), no dia 29 de maio de 1929. Porém, a capacidade de apenas 5 mil pessoas rapidamente passou a não comportar a maior torcida do estado. Após a inauguração do Independência, em 1950, o Atlético quase não jogou mais em Lourdes. Por muito tempo o "Alçapão" foi conservado apenas em respeito à tradição, mas no início dos anos 70 ele foi destruído. Hoje no local está construído o Diamond Mall, shopping center mais luxuoso de Minas Gerais.


No início dos anos 30, o cartunista Mangabeira batizou cada time mineiro com um bicho. Para o Atlético coube o galo carijó, preto e branco, um galo de briga forte e vingador. Foi sem dúvida o bicho de maior sucesso entre todos, adotado pela torcida como símbolo da paixão alvinegra.


Nos anos 50, diziam que um jogador do Galo tinha parte com o diabo. Ubaldo Miranda era um ídolo humilde. Raçudo, boa gente, risonho, o crioulo era um assombro. Não havia bola perdida, o sujeito era danado para chutar uma bola em cima da linha de fundo e fazê-la chegar à rede. A torcida acreditava serem gols espíritas. Foram 140 gols em 7 anos. Ubaldo também foi o único jogador na história do Atlético a ser carregado, de calção e chuteira, do Estádio Independência até a Praça 7, no centro da cidade. Foram 5 km e meio percorridos nos ombros da massa !


No dia 03/09/69, duas grandes seleções se enfrentaram num amistoso histórico no Mineirão. Uma vestia o tradicional uniforme canarinho, outra vestia a camisa da Seleção Mineira, mas era formada só por jogadores atleticanos. Com um gol de Amauri e outro de Dario, o Atlético se tornou o primeiro e único clube do país a vencer a Seleção Brasileira, que ainda se sagraria Tri-campeã no ano seguinte. O jogo terminou 2 x 1 para o Galo e foi presenciado por 77.433 torcedores. O gol do Brasil foi marcado por Pelé. As escalações foram :
Atlético: Mussula, Humberto Monteiro, Grapete, Normandes (Zé Horta) e Cincunegui (Vantuir); Oldair e Amauri (Beto); Vaguinho, Laci, Dario e Tião (Caldeira) - Técnico: Yustrich.
Brasil: Felix, Carlos Alberto, Djalma Dias, Joel e Rildo (Everaldo); Piazza e Gérson (Rivelino); Jairzinho, Tostão (Zé Maria), Pelé e Edu (Paulo César) - Técnico: João Saldanha.

Vídeo: Torcida do Galo bate Recorde - Globo



sábado, 21 de abril de 2012

Internado, Pedro, filho do cantor Leonardo, corre risco de morte


Pedro corre risco de morte, mas tem tudo para se recuperar, diz médico
Filho de Leonardo está com pneumonia, mas quadro é considerado normal.
Cantor capotou o carro na manhã de sexta-feira (20), na MGC-452, em Minas.
Pedro está internado no IOG, em Goiânia
(Foto: Humberta Carvalho/G1)

O diretor da UTI do Instituto Ortopédico de Goiânia (IOG), Wandervan Antônio Azevedo, informou, em entrevista coletiva na manhã deste sábado (21), que Pedro, filho do cantor Leonardo, corre risco de morte, mas que sua situação está controlada. “Há risco de morte, mas ele é jovem, tem boa saúde e tem tudo para que seu quadro evolua de forma positiva e ele se recupere”, afirmou.

O diretor informou também que Pedro está com pneumonia, mas que o quadro é considerado normal em pacientes que respiram com a ajuda de aparelhos, como é o caso do cantor. “É preocupante, mas, ao mesmo tempo, é um quadro esperado com esse tipo de paciente”, declara. O filho de Leonardo deve passar por novos exames até o final da manhã.

De acordo com Wandervan Azevedo, as próximas 48 horas são cruciais para saber como Pedro vai reagir ao tratamento. Enquanto isso, ele continua sedado, em coma induzido e respirando com ajuda de aparelhos, disse o diretor.


Exames

Na sexta à noite, ele passou por exames que constataram o edema cerebral e os médicos diagnosticaram a necessidade de que Pedro permanecesse em coma induzido por pelo menos três dias, para que cérebro volte ao tamanho normal.

Pedro, que faz dupla com o primo Thiago, filho do falecido Leandro, voltava de MG, onde realizou um show na noite de quinta-feira (19), quando capotou o carro, na rodovia MGC-452, próximo à divisa de Goiás e Minas Gerais. Ele foi internado no Hospital Municipal de Itumbiara, onde passou por cirurgia para conter hemorragia abdominal. Ainda na sexta-feira, ele foi encaminhado para Goiânia, onde está internado.

Show no Rio
Mesmo com o filho no hospital, Leonardo não desmarcou sua agenda de shows e se apresenta neste sábado no Rio de Janeiro. O show acontece às 22h, no Citibank Hall. De acordo com a assessora Ede Cury, Leonardo foi para o Rio na noite de sexta-feira (20). Ele passou a tarde no IOG, acompanhando o estado de saúde do filho Pedro.

Visitas
Durante a tarde de sexta, parentes e amigos estiveram no hospital. A mãe, Maria Aparecida Dantas, foi a primeira a chegar. Em entrevista, Leonardo lamentou ocorrido com o filho: "Eu pedia para ele dormir na cidade e só viajar depois. Mas menino você sabe como é" .

Thiago, com quem Pedro faz dupla, informou com exclusividade ao G1, na noite de sexta-feira, que cancelou os próximos shows da dupla. Segundo ele, a prioridade é a recuperação do companheiro.

Acidente
Pedro voltava de Uberlândia (MG), onde fez um show na noite de quinta-feira (19), quando capotou o carro que dirigia, um Kia Picanto. O acidente aconteceu por volta das 7h, na rodovia MGC-452, no município de Tupaciguara (MG), próximo à divisa de Minas Gerais com Goiás.
Carro que o cantor Pedro conduzia durante acidente, em Minas Gerais (Foto: PRE-MG/Divulgação)


Do G1 GO

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Homem sobrevive após carro cair em ribanceira de cerca de 100 metros

 Homem sobrevive após carro cair em ribanceira de cerca de 100 metros
Antes, veículo bateu em uma carreta em estrada na Região Norte de Minas.
Motorista da carreta foi flagrado no teste no bafômetro.


Um homem sobreviveu depois de bater o carro em uma carreta e cair em uma ribanceira de cerca de 100 metros nesta terça-feira (20) em um estrada perto de Olhos D’água, na Região Norte de Minas Gerais.

De acordo com a polícia, o motorista da carreta disse que o carro invadiu a contramão na MGC-451 e isso teria provocado a batida. A polícia informou que, após fazer o teste do bafômetro, ficou constatado que o condutor da carreta havia ingerido bebida alcoólica. Ele foi autuado e teve a carteira de habilitação apreendida.

O motorista do carro foi atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e levado para um hospital em Bocaiúva. De acordo com a polícia, na madrugada desta quarta-feira (21), ele foi transferido para uma unidade de saúde em Montes Claros. O estado de saúde da vítima não foi informado.


Do G1 MG, com informações da Inter TV

domingo, 22 de maio de 2011

Itajubá: Meninas que morreram afogadas podem ter caído em buraco no rio

Fantástico faz investigação completa sobre o mistério das meninas que morreram afogadas num rio em Itajubá, Minas Gerais.

Bairro do Cantagalo, Itajubá, sul de Minas. No dia 1º de maio, um grupo de adolescente se diverte no Rio Sapucaí. Michele Bittencourt, de 16 anos, grava a farra com a câmera do celular. Ela registra a amiga Vanessa Moreira, de 17 anos, entrando na água.

“O que você quer, Vanessa, sai daí! Deixa eu ir lá com a Vanessa, vai filmando”, fala Michele.

Michele vai para o rio e deixa o celular com outra pessoa, que continua a gravar. Um minuto depois acontece a tragédia.

O vídeo apareceu esta semana na internet. Olhando as imagens com cuidado, é possível ver que algo passa próximo das meninas, no momento em que elas gritam. Logo depois, se afogam.

A mãe de Vanessa, Maria Inês da Cruz, acredita que era uma cobra.

“Pelo vídeo dá pra ver que tem alguma coisa atrás da Vanessa, que a Michele vê e grita apavorada. Para mim, é uma cobra. Ninguém tira isso da minha cabeça”, diz Maria Inês.

Mas os legistas não encontraram nenhuma evidência de ataque de bicho.

“Na perícia médica nós não constatamos nenhuma lesão além das encontradas nos casos de afogamento, que são sinais clássicos de asfixia. Fora esses sinais, nós não encontramos mais nada”, afirma o médico legista José Henrique Schumann.

“Vendo as imagens, apesar de elas não serem nítidas, uma das conclusões que nós podemos chegar é que não foi um ataque de serpente. Por quê? Um ataque de serpente deixaria marcas. Além de deixar marcas profundas, ela mata por constrição, então, ela aperta a pessoa até matar sufocada. Ela atacaria uma criança apenas, não duas”, analisa o biólogo Flávio Vasconcelos.

Mas, então, o que seria o vulto que aparece na água? Poderia ser um outro animal?

“A ariranha também é um animal muito agressivo, ela deixaria marcas. Jacaré nós também não temos registros ali. Lontra nós temos registro, mas lontra é um mamífero até mesmo dócil, ele não ataca as pessoas. Mas isso também não quer dizer que ela não possa ter esbarrado nas garotas, empurrado, talvez pudesse estar ali pescando e elas se assustaram e com o susto elas acabaram se afogando”, avalia Vasconcelos.

Momentos antes de se assustarem, Michele e Vanessa estão com água na altura do pescoço. Parece dar pé. Só que o fundo do Rio Sapucaí é irregular. A areia se move, formando calhas. E a água turva não permite que o banhista enxergue onde está pisando. Se próximo à margem, a profundidade não chega a meio metro, poucos passos adentro, já passa a mais de quatro.

A equipe do Fantástico foi até o ponto exato onde as duas adolescentes se afogaram. Com ajuda do sargento Aloísio, foi medida a profundidade do rio naquele trecho.

“Está dando 2,5 metros. E quando nós viemos resgatá-las, viemos por esse mesmo local e vinha vindo pela praia e, de repente, afundou. Quer dizer, é um buraco, onde provavelmente, elas devem ter se perdido. Num ponto eu tive que ir a nado”, conta o sargento Aloísio.


“O rio hoje, 20 dias depois do afogamento, está mais baixo. Até no dia mesmo não aparecia essa areia que nós estamos vendo hoje aí”, conta o sargento.

Os bombeiros estimam que o rio estava 1,5m mais profundo.

“Aquele susto foi o fato delas não terem atingido o pé. A própria filmagem mostra que uma tenta se apoiar na outra e aquele afundamento brusco é onde existe o buraco que a gente mediu. Com 2,5 metros, pra uma jovem de 1,60, no máximo, se não sabe nadar, ela vai afundar rapidamente”, explica o sargento.

“A Vanessa sabia nadar, a Michele, não”; conta a mãe de Vanessa.

“Ela nunca nadou, tinha medo de entrar em água. Dessa vez ela confiou nos meninos e nas meninas”, comenta Adriana Pereira, mãe de Michele.

“Uma delas pode ter se afogado e acabou agarrando a outra. Isso é normal. No desespero, uma tenta se apoiar na outra. A consequência é o afogamento duplo”, diz o salva-vidas.

Edivania Maria Fernandes, tia de Michele, era a única adulta na hora do acidente. Ela aparece na gravação na beira do rio tentando ajudar, mas também não sabe nadar.

“Uma pessoa já é difícil tirar da água, imagine duas. Uma empurrava a outra para baixo”, conta.

Caíque, que também aparece no vídeo, conta que mais cedo Vanessa já tinha quase afogado. Foi a última pessoa a chegar perto das meninas ainda com vida.

“Estava muito pesado para eu puxar. Elas me abraçaram, quase me afogaram. Quase que fui junto”, relata.

No mesmo ponto onde Michele e Vanessa se afogaram outras quatro pessoas já morreram este ano.

Fonte: Fantástico

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Carro estacionado desce rua e cai em cratera aberta pela chuva em Minas

Carro cai em cratera no Sul de Minas Gerais
Apesar do susto, ninguém se feriu.
Veículo estava estacionado quando desceu a rua e caiu no buraco.


Um carro caiu em uma cratera na noite deste domingo (24) em Elói Mendes, no Sul de Minas Gerais. De acordo com informações de testemunhas, na hora do acidente não havia ninguém no veículo. O Volkswagen TL estaria estacionado em uma rua, quando desceu sozinho e parou no buraco. Apesar do susto, ninguém se feriu. A cratera teria se aberto durante o período de chuva. (Foto: Messias Alves Ferreira / Informativo A Voz do Povo)


Do G1 MG, com informações da EPTV

domingo, 10 de abril de 2011

Acidente mata seis pessoas na BR-040 em Minas, diz PRF

Acidente na BR-040 mata seis e fere três gravemente
Segundo a Polícia Rodoviária Federal não chovia no momento do acidente



Seis pessoas morreram em um acidente envolvendo dois veículos - um Logan, placa HNU 4471, de Belo Horizonte, e um Peugeot, placa HCL 6840, de Conselheiro Lafaiete -, na BR 040 Km 646, próximo a Cristiano Otoni, na Região Central de Minas Gerais. O acidente aconteceu por volta das 19 horas.

Eduardo Mendes do Amaral, 56 anos, morreu no hospital. Os demais faleceram no local.

Segundo o Corpo de Bombeiros, um Peugeot seguia no sentido Belo Horizonte quando atravessou a pista e atingiu o Logan, que seguia no sentido contrário. No Peugeot havia dois homens e uma mulher. Os três morreram. No outro veículo tinha quatro mulheres e um homem. Duas delas morreram. As demais pessoas ficaram gravemente feridas.


Com o choque, os veículos pegaram fogo. As duas pistas foram fechadas e o congestionamento chegou a 10 quilômetros nos dois sentidos.

Os passageiros do veiculo de Lafaiete estavam carbonizados dentro deste, e os outros já relacionados estavam no outro veiculo, sendo que duas vitimas foram óbito no local e as outras levadas em estado grave para o Hospital e Maternidade São José. As vítimas fatais, que morreram carbonizadas foram: Cassiano Ricardo de Oliveira,24anos (condutor), Cristiano Gaudêncio Cirílio, 21anos e Eduardo José Moreira Dorneli,18 anos e outras duas vítimas que se encontravam sem identificação. Os feridos foram: Eduardo Mendes Amaral,52anos, Jaqueline Maria de Oliveira,32anos e Jusceli Aparecida Bertolin,30anos. Atenderam a ocorrência, os militares do Corpo de Bombeiros de Conselheiro Lafaiete, sargento Claudiney, sargento wallace, soldado Domingues,soldado Bicalho, soldado Filipe, cabo Ramiro e cabo Pádua.

Fonte: Hoje em Dia

quarta-feira, 2 de março de 2011

Bandeira do Sul: Evento de pré-carnaval não teve inspeção antes de tragédia no trio elétrico

Pré-carnaval de Bandeira do Sul teria sido realizado sem projeto de prevenção de incêndios
Procedimento é lei estadual e norma técnica dos Bombeiros.
Serpentina pode ter causado curto-circuito. Choque matou 15 pessoas.


O Corpo de Bombeiros não vistoriou o local do acidente envolvendo um trio elétrico em Bandeira do Sul, no Sul de Minas Gerais, em que morreram 15 pessoas durante um pré-carnaval no domingo (27). De acordo com o comandante da 2ª Companhia de Bombeiros Militar de Poços de Caldas, Edirlei Viana, a corporação não emitiu auto de vistoria antes do evento, procedimento que declararia adequação a normas de prevenção de incêndio e pânico. A inspeção para evitar acidentes é regulamentada em lei estadual e em uma norma técnica da corporação.
Ainda segundo o comandante, a Prefeitura de Bandeira do Sul deveria ter apresentado ao Corpo de Bombeiros documentação que inclui a descrição da estrutura da festa e, devido à existência de trio elétrico, o resultado da inspeção veicular emitida pelo órgão de trânsito. A prefeitura de Bandeira do Sul reconhece que não fez a solicitação. E diz ainda que foi informada pelos bombeiros, depois do acidente, de que a inspeção prévia não teria sido necessária. "Pelo que os bombeiros disseram, não precisava de autorização. Para um evento como esse, não dependíamos da autorização dos bombeiros", falou o prefeito José dos Santos.

Serpentina recolhida após acidente no pré-carnaval
em Bandeira do Sul(Foto: Reprodução/EPTV)

Segundo o comandante do Corpo de Bombeiros, apesar de importante, a vistoria não seria capaz de evitar o acidente, se ficar comprovado que o curto-circuito foi causado por uma serpentina metalizada. “Da forma como o fato ocorreu e, se confirmado que a causa for mesmo a serpentina, o auto de vistoria dos bombeiros não proíbe a utilização do material. Não era nem do nosso conhecimento a existência desse material”, falou Viana.

Ainda de acordo com o Corpo de Bombeiros, a corporação só poderia pedir a interdição do evento se houvesse a evidência de algum risco. “A prefeitura teve uma preocupação, houve reforço policial, uma viatura dos bombeiros estava presente por solicitação, a própria Cemig realizou os trabalhos preventivos. O que deixou a desejar foi realmente a apresentação do projeto de prevenção que nos capacitaria a fazer a vistoria prévia”, completou Viana.

Antes da realização do Carnaband, nome dado em referência à cidade, a Companhia de Energia de Minas Gerais (Cemig) realizou manutenção da rede elétrica. Segundo a empresa, técnicos estiveram na cidade no dia 24 de fevereiro, quando verificaram que a rede de energia estava normal, após uma inspeção. A mesma equipe trocou, no dia 24, equipamentos e realizou a poda de árvores, segundo a empresa, que espera o laudo da Polícia Civil e do Corpo de Bombeiros sobre o acidente.

O pré-carnaval de Bandeira do Sul foi organizado pela prefeitura, que responsabiliza a Cemig pela tragédia. "Quando deu curto lá esse fio tinha que ser desligado. Alguma coisa faltou por parte da Cemig", disse o prefeito.

Em nota, a Cemig disse que não irá se pronunciar sobre as alegações do prefeito de Bandeira do Sul. A empresa diz que as análises preliminares indicam que uma serpentina metalizada teria sido jogada sobre a rede elétrica, provocando um curto-circuito com o rompimento de três cabos. Um caiu sobre o trio elétrico e outros, no solo. A Cemig informou ainda que aguarda o resultado oficial da perícia feita pela polícia e pelos bombeiros.

Para o Conselheiro Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Mário Lúcio Quintão, faltou segurança no evento. “Em relação a trios elétricos, há necessidade por parte do poder público de um rigor maior, principalmente em cidades no interior de Minas Gerais, que não têm estrutura e que a fiação é toda tradicional, ou seja, exposta. São cidades muito vulneráveis”. Segundo Quintão, como realizadora do pré-carnaval, a prefeitura deveria ter sido mais cautelosa. “Num evento feito por ela mesma, ela acabou sendo negligente, deixou de exercer seu poder de polícia, de fiscalização, internamente”, completou.

Além das 15 mortes, o acidente deixou dezenas de feridos. Até esta terça-feira (1º), 13 pessoas permaneciam internadas. A cidade de 5.340 habitantes - segundo o Censo 2010 do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) – está de luto por causa da tragédia. Em caso como esses, segundo o conselheiro da OAB, as pessoas que sentirem lesadas podem fazer uma representação junto ao Ministério Público Estadual ou recorrer a Defensoria Pública. “Seria interessante provocar, fazer uma representação ao Ministério Público, no sentido de tomar as providências criminais, porque houve bastantes mortes”, disse.

A assessoria do Ministério Público Estadual informou que órgão vai aguardar o resultado do laudo pericial para se posicionar sobre o acidente em Bandeira do Sul.

G1

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Bandeira do Sul: Vídeo mostra o desespero diante da tragédia com o acidente com trio elétrico

Acidente em Bandeira do Sul (imagens Fortes)


As vítimas:


  1. Jaqueline Maria Lopes -19 anos, de Bandeira do Sul
  2. Admir Ramos do Lago - 36 anos , de Bandeira do Sul
  3. Josmarque Henrique de Melo - 18 anos, de Bandeira do Sul
  4. Jéssica Helena da Silva - 17 anos, de Campestre
  5. Wellington Diego dos Reis - 22 anos, de Campestre
  6. Fábio Henrique Santos Domingues - 16 anos, de Machado
  7. Karistone Felipe da Silva - 13 anos, de Bandeira do Sul
  8. Wesley de Paula Ferreira - 16 anos, de Bandeira do Sul
  9. Paola Freddi Marcolino - 17 anos, de Bandeira do Sul
  10. José Grélio Olário Roseno - 24 anos, de Poços de Caldas
  11. Marcos Ruela Faria Silva - 33 anos, de Monte Belo
  12. Kalebe Edson Andrade - 15 anos, de Botelhos
  13. Flávio de Cássio Tibúrcio - 18 anos, de Botelhos
  14. Luan Thales de Bem - 20 anos, de Campestre
  15. Adriene Caroline Assis Zanetti - 13 anos, de Bandeira do Sul


Luan Thales de Bem e Jaqueline Maria Lopes fizeram aniversário no dia do acidente.

O acidente
Segundo o Corpo de Bombeiros, o trio elétrico estava estacionado em uma praça quando um folião, ainda não identificado, jogou uma serpentina laminada em um fio de média tensão de sete mil Volts, o que causou um curto. O fio caiu e atingiu o trio elétrico, que passou a ser condutor de energia elétrica. Os mortos e feridos estavam ao redor do trio elétrico. Outras 50 pessoas ficaram feridas e foram atendidas em hospitais de Bandeira do Sul, Poços de Caldas, Botelhos e Campestre.

As vítimas e os feridos receberam a descarga elétrica ao redor do veículo. Os feridos foram levados para hospitais de quatro cidades. Além de Bandeira do Sul, há vítimas em Poços de Caldas, Botelhos e Campestre. Centenas de moradores foram para a frente do hospital de Bandeira do Sul após o acidente.

Rodrigo Teixeira, que mora em Andradas e foi brincar pré-carnaval em Bandeira do Sul, conta que havia pelo menos 20 pessoas em cima do trio elétrico, incluindo os integrantes da banda que animaria a festa.

No momento do acidente Rodrigo estava próximo ao local, "senti um forte calor e depois um clarão", disse. Na opinião de Rodrigo, o problema pode ter sido agravado pois "havia muita gente brincando com água na hora que os fios cairam".

eptv.globo.com

Tragédia com 15 mortos eletrocutados em trio elétrico em Bandeira do Sul: Governador acompanha enterros

Anastasia acompanha enterro das vítimas do acidente com o trio elétrico
Governador foi a Bandeira do Sul prestar homenagem às vítimas.
Sete pessoas foram enterradas na cidade, na tarde desta segunda.



Governador de Minas, Antonio Anastasia, presta solidariedade a famílias em Bandeira do Sul (Foto: Paulo Toledo Piza)

O governador de minas Gerais, Antonio Anastasia, visitou na tarde desta segunda o ginásio municipal de Bandeira de Sul, cidade a 440 km de Belo Horizonte. No local, eram velados 7 dos mortos em um acidente envolvendo um fio de média tensão, no domingo.

Anastasia cumprimentou parentes das vitimas e lamentou o ocorrido. “Foi uma fatalidade completamente imprevisível”, afirmou. Acompanhado do prefeito de Bandeira do Sul, José dos Santos, que decretou luto de três dias na cidade, o governador conversou rapidamente com os familiares. “Vim dar uma palavra de solidariedade. O que podemos fazer nesse momento é dar um abraço nessas famílias”, disse.

Anastasia ressaltou que ainda é cedo para apontar causas do acidente. “É preciso aguardar a avaliação técnica", afirmou.
Vítimas do acidente com trio elétrico são enterradas em Bandeira do Sul (Foto: Paulo Toledo Piza)

Os corpos começaram a seguir em cortejo para o cemitério na cidade às 15h30. As sete vítimas que eram veladas no ginásio foram enterradas. As famílias ficaram bastante emocionadas. Isabel chorou a morte da irmã, Jaqueline Lopes, uma das pessoas que foram enterradas nesta segunda-feira (28).


Isabel chora a morte da irmã Jaqueline Lopes (Foto: Paulo Toledo Piza)

Segundo a Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), uma serpentina metalizada jogada em um cabo de energia pode ter causado a tragédia. O prefeito da cidade, José dos Santos, afirmou, no entanto, que ainda é cedo para apontar o que causou o rompimento do fio. “Só a perícia irá dizer isso.” Santos, que é primo de Admir, decretou luto de três dias por causa das mortes.

Bandeira do Sul tem 5.340 habitantes, segundo o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A economia gira em torno da agropecuária, principalmente produção de tomate e arroz, de acordo com a Assembleia Legislativa de Minas Gerais.

As vítimas:

  1. Jaqueline Maria Lopes -19 anos, de Bandeira do Sul
  2. Admir Ramos do Lago - 36 anos , de Bandeira do Sul 
  3. Josmarque Henrique de Melo - 18 anos, de Bandeira do Sul 
  4. Jéssica Helena da Silva - 17 anos, de Campestre 
  5. Wellington Diego dos Reis - 22 anos, de Campestre
  6. Fábio Henrique Santos Domingues - 16 anos, de Machado
  7. Karistone Felipe da Silva - 13 anos, de Bandeira do Sul 
  8. Wesley de Paula Ferreira - 16 anos, de Bandeira do Sul 
  9. Paola Freddi Marcolino - 17 anos, de Bandeira do Sul 
  10. José Grélio Olário Roseno - 24 anos, de Poços de Caldas
  11. Marcos Ruela Faria Silva - 33 anos, de Monte Belo
  12. Kalebe Edson Andrade - 15 anos, de Botelhos 
  13. Flávio de Cássio Tibúrcio - 18 anos, de Botelhos
  14. Luan Thales de Bem - 20 anos, de Campestre 
  15. Adriene Caroline Assis Zanetti - 13 anos, de Bandeira do Sul

Luan Thales de Bem e Jaqueline Maria Lopes fizeram aniversário no dia do acidente.


Paulo Toledo Piza
Do G1, em Bandeira do Sul (MG)

sábado, 8 de janeiro de 2011

Chuvas em Minas Gerais já deixaram 63 cidades em emergência e 16 mortos

As chuvas que caem no Estado de Minas Gerais fizeram 63 municípios decretarem situação de emergência. De acordo com a Defesa Civil estadual, até o sábado (8), morreram 16 pessoas em consequência das chuvas, 13.530 ficaram desalojadas e 2.007 desabrigadas.

Do total de cidades em emergência, 34 estão sob análise da Defesa Civil e18 tiveram pedido de decreto arquivado.

O mau tempo danificou 4.806 casas e destruiu 177. Em diversas cidades as pontes também sofreram danos, 58 delas foram destruídas.

Balanço divulgado pela Defesa Civil de Minas Gerais neste sábado informa que 63 municípios do estado decretaram emergência devido a estragos causados pelas chuvas desde dezembro passado. Os temporais causaram 16 mortes e deixaram 52 feridos. A última morte foi registrada no dia 5 em Santa Rita do Sapucaí, quando uma residência caiu, matando um homem de 38 anos.


Segundo a Defesa Civil de Minas, o tempo continua instável neste sábado com nebulosidade variável e chuva a qualquer hora do dia no Triângulo, Oeste e Sul de Minas Gerais. É esperada chuva forte nas bacias dos rios Verde e Sapucaí.

No Noroeste de Minas, o dia ficará parcialmente nublado com pancada de chuva à tarde. Nas demais áreas o dia ficará parcialmente nublado e há possibilidade de ocorrer pancada de chuva em área isolada.

Na Região Metropolitana de Belo Horizonte, o dia ficará parcialmente nublado com possibilidade de ocorrer pancada de chuva no período da tarde e noite. A temperatura máxima chega a 27 graus.

Em Tapiraí, no Centro-Oeste, o rio Perdição subiu. Com isso, açudes romperam e deixaram a cidade alagada. Pelo menos dez famílias estão desalojadas. Leia abaixo como está a situação no município e em outros do estado.

Tapiraí
A rodovia que dá acesso à entrada principal da cidade está interditada. Mauro, motorista, ia fazer uma entrega na cidade, mas desistiu. A parte baixa de Tapiraí ficou debaixo d’água. A chuva começou no meio da noite de ontem e seguiu madrugada afora. Segundo a Prefeitura, a situação ficou ainda mais complicada porque açudes de cinco fazendas estouraram.

A enxurrada levou o que tinha pela frente. Arrastou a vegetação. A água chegou a meio metro de altura, colocando os moradores em situação de risco. Uma estação de bombeamento de água ficou encoberta. Toda a zona rural ficou debaixo d’água.

A tromba d’água que saiu dos açudes trouxe muita lama e mato para a cidade. Um trecho de cerca de 400 metros foi danificado impedindo a passagem do trem que vinha de Belo Horizonte carregado de grãos. Cerca de 50 homens da ferrovia trabalham para liberar a passagem. A previsão é de que o serviço demore de três a cinco dias.

Uma casa onde moram dois idosos e um deficiente ficou ilhada. Pela manhã, os vizinhos ajudavam a recuperar os móveis. A aposentada Teresinha Cardoso conta que precisou ser socorrida.

Córrego Danta
A chuva também deixou famílias desabrigadas em Córrego Danta. A força da água derrubou uma ponte.

O córrego que corta a cidade transbordou. A avenida principal, outras ruas e casas ficaram inundadas. Joana Darc, aposentada, perdeu vários eletrodomésticos. Colchões e móveis molharam.

Os sistemas de esgoto e bombeamento da Copasa ficaram submersos. O abastecimento de água está interrompido. A sede do Quartel teve que ser transferida para uma residência. Vários documentos foram perdidos.


A cabeceira de uma ponte cedeu e outra, de madeira, que dá acesso à comunidades rurais, foi arrancada do lugar. “Tive de decretar estado de alerta”, disse o prefeito, Albano Bahia. De acordo com a Copasa, de ontem para hoje choveu 130 milímetros na cidade. Com a chuva forte e intensa, uma casa desabou, mas estava desocupada. Já a família que mora noutra residência próxima, está desabrigada.

A dona de casa Lenir Maria Xavier Pereira ainda está abalada. A água invadiu todos os cômodos e levou algumas paredes. Por pouco ela não foi atingida. “Esta foi a oitava vez que inundou tudo”, desabafa. “Não tenho para onde ir”, acrescenta o autônomo José Afonso Pereira Bolivar.


Os moradores cobram solução. De acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), a obra de restauração de vários trechos da BR-354, inclusive onde fica a ponte citada na reportagem, já foi autorizada e deve ser iniciada em abril.

Presidente Olegário
A chuva constante no estado também causa problemas em Presidente Olegário, no Noroeste de Minas. Moradores de 14 casas tiveram que deixar o local por causa do risco de desabamento.

Celi Batista Rodrigues teve que deixar a casa às pressas. As rachaduras estão por todos os lados. O piso está cedendo e parte do muro caiu. A encosta não suportou a quantidade de água da chuva dos últimos dias e está cedendo em vários pontos.

Como a dona de casa, os moradores de outras 13 casas foram retirados por agentes do Serviço Social da Prefeitura de Presidente Olegário, no Noroeste de Minas. A chuva deu uma trégua, mas quase todas as construções estão condenadas. E ainda existe o risco de desabamento, porque a terra está muito encharcada.

Em algumas ruas o asfalto também está cedendo. O município não tem Defesa Civil. Grávida de sete meses e com dois filhos, Márcia Alves dos Santos está no abrigo que foi improvisado na creche.

Os agentes do Serviço Social estão orientando e cadastrando os moradores, mas alguns ainda insistem e não querem sair.

Uberlândia
Em Uberlândia a chuva da tarde desta sexta-feira (07) alagou ruas e deixou motoristas no prejuízo. Imagens gravadas por um cinegrafista mostram a enxurrada no bairro Lídice. Num trecho da Avenida Getúlio Vargas, o asfalto foi arrancado. Já na Avenida João Pinheiro, no Centro da cidade, a fiação elétrica se rompeu. Alguns semáforos não funcionaram.

No bairro Oswaldo Rezende, o carro de Hedilamar Albino, publicitária, foi arrastado pela água e ela viveu momentos de angústia. O comerciante José Cosme também teve problemas. A força da água arrancou o banco da moto que foi parar dois quarteirões de onde ele estava.

Quem precisa sair de casa, mesmo debaixo de chuva, é preciso ter cuidado.


Motoristas devem ficar atentos para rodovias interditadas por estragos causados pelas chuvas

Os motoristas que forem utilizar estradas estaduais e federais nos próximos dias devem ficar atentos para interdições e desvios feitos devido a estragos causados pelas chuvas, especialmente nas regiões Sudeste e Centro-Oeste do país.

Em São Paulo, a SP-264, conhecida como Rodovia Francisco José Ayub, está interditada desde a última sexta-feira (7) no quilômetro 132, no município de Salto de Pirapora por causa da queda de uma barreira. O desvio está sendo feito pela SP-079, no sentido Piedade e pela SP-250, no sentido Pilar do Sul.

Na SP-095, em Bragança Paulista, o tráfego está liberado para apenas um veículo por vez, por causa da queda da cabeceira da Ponte do Rio Jaguari. Já na SP-373, em Morro Agudo, a interdição é total, devido a problemas com a estrutura da ponte do Rio Pardo.

No Rio de Janeiro, a única rodovia interditada no momento, segundo o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-RJ), é a RJ-163, na região do Médio Paraíba, por causa de uma queda de barreira. Ainda há risco de rolamento de pedras na estrada, que liga Itatiaia, Penedo, Capelinha e Visconde de Mauá. A opção é o trajeto pela RJ-161 e RJ-151, que aumenta a viagem em duas horas. A RJ-196, no norte do estado, que estava com o trânsito interrompido por causa do transbordamento do Rio Paraíba do Sul, já está com a situação normalizada.

No Espírito Santo, o trânsito está em meia pista em diversos pontos na ES-261, entre Caldeirão e Itarana. As equipes tentam remover a terra do local, onde houve quedas de barreiras. Na ES-452, entre Santo Antônio e Várzea Alegre, o trânsito está restrito ao acostamento em diversos pontos, também por causa de quedas de barreiras.

O desvio da ES-482, próximo à divisa entre Jerônimo Monteiro e Alegre, foi liberado para a passagem de veículos na última quarta-feira (5). A estrada foi interditada por causa das chuvas, que elevaram o nível do rio e destruíram uma ponte. O trânsito também já foi liberado na ES-164, próximo a Itaguaçu, onde um bueiro rompeu por causa da força da correnteza.

Em Minas Gerais, oito rodovias estaduais estão com o tráfego interrompido por causa de atoleiros e rompimentos de aterros: A LMG-714, entre a BR-040 e Porto Diamante; a MG-170, entre Pimenta e Guapé; a MG-229, entre Senhora do Porto e Dom Joaquim; a MG-326, entre Ponte Nova e Barra Longa; a MG-252, entre São Gonçalo do Pará e a BR-494; a MG-311, entre Itabirinha e Limeira; a MG-418, entre Mantena e a divisa de Minas Gerais e o Espírito Santo.

Fontes: Agência Brasil / O Globo / http://megaminas.globo.com

domingo, 5 de setembro de 2010

Ouro Preto comemora 30 anos de reconhecimento da cidade como patrimônio da humanidade pela Unesco

Cidade foi a primeira no Brasil a receber o título da Unesco.
Segundo prefeito, o patrimônio simbólico imaterial também é singularíssimo.

No ano em que comemora três séculos de elevação à categoria de vila, Ouro Preto, a 95 quilômetros de Belo Horizonte, tem outra data marcante para celebrar. Neste domingo, moradores, visitantes e admiradores da arquitetura barroca e dos monumentos históricos lembram os 30 anos de reconhecimento da cidade como patrimônio da humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco). No entanto, devido ao feriado, a festa terá início no dia 16, com programação até 28 de outubro, fruto da parceria entre o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), prefeitura e Fundação de Arte de Ouro Preto (Faop), vinculada à Secretaria de Estado da Cultura.

Ouro Preto foi a primeira cidade brasileira a receber o título da Unesco e a terceira das Américas – as primeiras foram Quito, no Equador, e Guadalajara, no México. Mesmo com motivos para comemorações, há também muitos desafios, acredita o chefe do escritório do Iphan em Ouro Preto, arquiteto Rafael Arrelaro. Um dos principais está na ocupação irregular das encostas, que acaba por desfigurar a paisagem colonial e causar um choque com o Centro Histórico, tombado pelo Iphan desde 1938.

Outro ponto importante é o turismo e a participação da comunidade, cita Arrelaro. “Queremos que o turista seja cada vez mais qualificado e que contribua de fato para o crescimento cultural e econômico da cidade, sem depredação do conjunto arquitetônico e dos monumentos. Da mesma forma, desejamos que toda a população, incluindo os moradores, os que trabalham e estudam no município, estejam totalmente envolvidos com o patrimônio de grande importância para Minas e o Brasil e estejam preocupados com a sua manutenção”, afirma o arquiteto. No dia 16, o Iphan vai lançar uma nova Portaria Normativa para o uso do espaço urbano, resultado de discussões e consultas populares. “A norma busca manter a ambiência e harmonia da cidade, em acordo com o seu crescimento urbano”, explica.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) ressalta a importância do ciclo do ouro no século XVIII para o florescimento da civilização brasileira. O instituto explica ainda que a singularidade do patrimônio arquitetônico e artístico e o elevado estado de conservação fizeram com que Ouro Preto fosse acolhida sem ressalvas pela Unesco.

Para o escritor e diretor do Museu da Inconfidência Rui Mourão, “Ouro Preto chegou a patrimônio por causa da mineração no século XVIII. A mineração atraiu para Minas quase toda a população do país. As cidades históricas brasileiras não têm a monumentalidade de Ouro Preto. A riqueza do ouro é que produziu tudo aqui.” O diretor ainda defende uma divisão para a história brasileira, segundo ele: o século XVII foi nordestino – por causa da cana de açúcar –, o século XVIII foi mineiro, o século XIX foi carioca e o século XX foi paulista.

No início da década, Ouro Preto esteve prestes a perder o título de patrimônio da humanidade, em função da degradação e da falta de zelo com igrejas, casario e outros bens arquitetônicos. “Hoje, a cidade pode comemorar os 30 anos desse reconhecimento”, diz a coordenadora cultural da Unesco, Jurema Machado. “A comunidade entendeu o sentido que o patrimônio tem em suas vidas e assumiu esse papel de protegê-lo. Nos últimos anos, Ouro Preto adotou mecanismos modernos de controle urbano, a prefeitura se estruturou melhor para a gestão do setor e houve melhoria no estado de conservação dos monumentos, em especial caminho-tronco original”, conta.

“Há um dinamismo cultural e econômico, com museus, centro de convenções, presença da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) e outros equipamentos. Ouro Preto não é um cenário, mas uma cidade ativa. Mas também há problemas pela frente, como a expansão urbana, a ocupação das encostas, a circulação”, diz. A inscrição de Ouro Preto como patrimônio da humanidade, em 5 de setembro de 1980, baseou-se na importância do ciclo do ouro no século 18 para o florescimento da civilização brasileira, cujo legado histórico e cultural a cidade revela de forma excepcional, dizem os especialistas do Iphan.

Para o secretário municipal de Patrimônio e Desenvolvimento Urbano, Gabriel Gobbi, os bons resultados de Ouro Preto se devem à fiscalização e busca de recursos para conservação dos prédios históricos, além de organização do trânsito e do espaço urbano. “Manter não é difícil, o que não se pode é deixar deteriorar”, afirma. Sobre a ocupação dos morros, diz que o problema está “estagnado”, impedindo-se a construção irregular. Ele explica que estão em andamento novos instrumentos de controle, como a lei de uso e ocupação do solo e o plano diretor.



Os bandeirantes que vieram de São Paulo contribuíram muito com a construção de Ouro Preto, assim como os portugueses e os negros, explica Mourão. O escritor ressalta a contribuição dos negros. Ele conta que Ouro Preto surgiu por acaso. As pessoas chegavam à região por causa da mineração e se estabeleciam. Dois arraiais se destacaram: o de Nossa Senhora do Pilar e o de Nossa Senhora da Conceição de Antônio Dias.

De acordo com Rui Mourão, não havia comunicação entre os aglomerados. Posteriormente, a famosa Rua Direita interligou a região. Segundo a prefeitura, Ouro Preto nasceu a partir do arraial do Padre Faria – fundado pelo bandeirante Antônio Dias de Oliveira, pelo Padre João de Faria Fialho e pelo Coronel Tomás Lopes de Camargo e um irmão dele, por volta de 1698. Em 1711, com a junção de vários arraiais, estabeleceu-se a cidade de Vila Rica. Quando a capitania de Minas Gerais foi criada, Vila Rica foi escolhida a capital, em 1720.

A história do Brasil está latente em Ouro Preto, tanto que a cidade também foi a primeira a receber o título de Monumento Nacional. O prefeito Ângelo Oswaldo conta que, em 1933, o então presidente Getúlio Vargas declarou, por meio de decreto, Ouro Preto como Patrimônio Nacional. O tombamento pelo Iphan veio em 1938. Rui Mourão acredita que o tombamento e o título conferido por Getúlio foram fundamentais para a preservação de Ouro Preto. “Se não fosse ele, a cidade teria se descaracterizado”, diz Mourão. Ele classifica Ouro Preto como “o maior patrimônio e mais bem conservado e cuidado que existe no Brasil.” Já o título concedido pela Unesco, Mourão avalia como uma consagração, uma confirmação da Importância de Ouro Preto. "O título de Patrimônio Universal da Humanidade ajudou a consolidar prestígio internacional da cidade", destacou o escritor.

Apesar do tombamento e das construções históricas, a cidade não parou no tempo. O diretor do Museu da Inconfidência acredita que “Ouro Preto não é uma cidade do interior, mas uma cidade metropolitana. A mentalidade aqui não é provinciana de maneira nenhuma”. Ele credita essa característica aos estrangeiros que visitam a cidade e transmitem coisas boas à população.

As pessoas que passaram e que vivem em Ouro Preto também são importantes na consolidação do Patrimônio Universal da Humanidade. Ângelo Oswaldo destaca dois nomes: Aleijadinho e Tiradentes.
O primeiro, Antonio Francisco Lisboa, nasceu e morreu em Ouro Preto (1738-1814). Segundo o prefeito, Aleijadinho é o patrono da arte do Brasil. Foi o primeiro artista brasileiro a exprimir um estilo próprio, “a primeira expressão brasileira de arte”. Já o alferes Joaquim José da Silva Xavier articulou em Ouro Preto nos anos de 1787, 88 e 89 a conspiração conhecida como Inconfidência Mineira – primeiro movimento significativo pela independência do Brasil. O prefeito explica que os dois grandes símbolos do Brasil – o patrono das artes e o patrono cívico da nação brasileira - são referências da história de Ouro Preto. “Isso faz com que a cidade também tenha, além do patrimônio material, o patrimônio simbólico imaterial singularíssimo”, concluiu Oswaldo.

Várias pessoas ilustres fizeram história em Ouro Preto. Nomes importantes passaram pela Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), uma das mais tradicionais do país: o ex-presidente Getúlio Vargas, o aviador Alberto Santos Dumont, o cantor e compositor João Bosco, o pai da siderurgia Amaro Lanari, o político e historiador João Pandiá Calógeras, Eliezer Batista, ex-presidente da Cia. Vale do Rio Doce, Joaquim Candido da Costa Sena, que foi presidente da província de Minas Gerais, entre muitos outros.

Cotidiano
Ouro Preto não parou no tempo. A cidade é agitada durante a semana, estudantes, turistas e a população local movimentam o centro histórico. No fim do dia, o trânsito é intenso. A feira de artesanato, que fica ao lado da igreja de São Francisco, funciona 12 horas por dia, de segunda a segunda. O casal Sérgio Aparecido de Oliveira, 45 anos e Cláudia Perpétua da Silva Fernandes, 40 anos possui uma barraca na feira há 25 anos. Eles relembram o passado, “as barracas ficavam no meio da rua e no chão”. Sérgio e Cláudia contam que vivem bem com o dinheiro ganho do artesanato. “Já compramos casa, carros...”. Sobre o título de patrimônio de Ouro Preto, o casal acredita que se não tivesse o título, teria sido descaracterizada.

Helton Saar, é estudante de Farmácia da Ufop, ele é natural de Ipatinga. Há dois anos vive em uma república em Ouro Preto. Segundo Helton, ele preferiu morar em uma república particular, pois “é melhor para estudar.” Saar disse que pretende se formar e continuar os estudos fazendo mestrado e doutorado. Entre as atrações turísticas da cidade, Helton destaca a igreja do Pilar e o Museu de Mineralogia da Escola de Minas. Mas para ele o melhor mesmo são as festas, chamadas em Ouro Preto de “rocks”.

As pessoas vêm de toda parte do Brasil. Marcela Silva Peixoto é baiana, de Itapetinga. Ela mora em uma república particular com outras cinco colegas. Marcela avalia sua estadia na cidade: “morar em Ouro Preto foi a melhor experiência que já teve. Aqui, a gente não se sente sozinho nunca.” Marcela conta que para fazer qualquer reforma, as repúblicas – federais e particulares – precisam pedir autorização. Ela não sabia, mas o patrimônio natural que cerca Ouro Preto também é tombado, como por exemplo o Parque do Itacolomi e a nascente do Rio das Velhas.

A questão do saneamento básico na cidade é uma prioridade, explicou o prefeito. Ângelo Oswaldo disse que foi criada uma autarquia que cuida da água e do esgoto. Ouro Preto não parou de crescer. Para preservar o centro histórico, a expansão é executada em distritos próximos, como Cachoeira do Campo e Amarantina.

Comemoração

No dia 16, serão lançados o selo comemorativo de 30 anos do Patrimônio Mundial e a Copa Cultural 2014, junto com a abertura da 9ª edição do Festival Tudo é Jazz. Estarão presentes o ministro da Cultura, Juca Ferreira, Jurema Machado, o presidente do Iphan, Luiz Fernando de Almeida, o Superintendente do Iphan/MG, Leonardo Barreto e outras autoridades.

Fontes: G1 e UAI

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Frases marcantes sobre o Atlético Mineiro. Dá-lhe Galo!


1) Se houver uma camisa alvi-negra pendurada num varal num dia de tempestade, o atleticano torce contra o vento. Se não houvesse escrito nada mais, Roberto Drummond teria, ainda assim, entrado para a história só com esta frase. Resume tudo.

2) Nossa torcida vai ficar no sol, porque é fiel como a sombra. Empresário Júlio Firmino, ao escolher a linha lateral como espaço reservado à torcida do Atlético durante a construção do Mineirão.

3) João, joga a bola fora de mim. (Paulo Isidoro, para o goleiro João Leite que, diz a lenda, passou a entender exatamente o que queria dizer Isidoro com “fora de mim”.)

4) Parei 15 segundos no ar. Foi o meu recorde. Dadá Maravilha, explicando o gol que deu o título de primeiro campeão brasileiro ao Galo, em 1971.

5) Queria agradecer a Antártica pelas Brahmas que ela mandou para a comemoração. Toninho Cerezo, diz a lenda, antecipou os tempos de AmBev na celebração do Mineiro de 1976.

6) Você está louco? Como é que um campeonato com Pelé, Gérson, Jaizinho e Tostão vai ter Dadá de artilheiro? Se não foi campeão mineiro, como vai ser campeão brasileiro? Osvaldo Faria, ao comentar a previsão de Dadá de que ele seria artilheiro do primeiro Brasileirão e que o título seria do Galo.

7)Tem duas coisas que eu nunca aprendi a fazer: jogar futebol e perder gol. Mais uma de Dadá Maravilha.

8)Acabamos com a audácia das minorias. Nelson Campos, presidente do Galo, em 1971.

Fonte: O Biscoito Fino e a Massa

sábado, 14 de agosto de 2010

Belo Horizonte, a cidade com o sentimento do mundo

Belo Horizonte seduz turistas com seu exuberante cenário e enorme potencial para cultura e negócios. É palco de eventos internacionais, é um dos maiores centros industriais da América Latina. A sólida tradição cultural da cidade também a transforma em um centro de arte interessante. Em Belo Horizonte lazer e negócios estão na medida certa.


Conhecida pelo potencial econômico - seu parque produtivo é o quinto maior da América do Sul - a capital de Minas Gerais se destaca por sua indústria automobilística, siderurgia, eletrônica e construção civil. A capacidade instalada pelo setor industrial, aliado às excelentes condições de segurança e conforto, atraem participantes e promotores de eventos de grandes empresas.

Mas o terceiro centro industrial do país não atrai turistas somente pelas as empresas. Lazer, cultura e mineiros  (os cidadãos do estado) espírito estão constantemente em torno da cidade. Não poderia ser diferente: Belo Horizonte está estrategicamente localizado na porção central do estado. Belas paisagens, clima ameno, a arquitetura eclética ea proximidade com importantes cidades históricas completam o mosaico larga oferecido. Ouro Preto, Mariana, Sabará, Congonhas e Caeté dão uma idéia de quão rico pode ser um tour em Minas Gerais.


É considerada a cidade brasileira com o maior número de bares por habitante, sua noite oferece opções para os mais variados estilos, seja a agitada vida noturna e gastronomia de qualidade internacional. O grande número de festivais de dança, teatros de circo, sem mencionar as exposições freqüentes, transforma "Beagá", como é chamada por seus habitantes, em um coquetel cultural. Desista de descobrila inteiramente em uma única visita. É necessário voltar, voltar, voltar sempre à Belo Horizonte!

Vida Noturna
As alternativas de entretenimento superior a shows, festas e boates - passando pela diversão eletrônica até chegar à música mais tradicional ao vivo, banquinho e violão, MPB (música popular brasileira), da mais pura qualidade.

A zona boêmia de idade está concentrada no centro da cidade. Ele mistura um certo ar decadente, que acaba por novas perspectivas e tempero. A noite na cidade é diversificada e espalhada em bairros diferentes: Savassi, Funcionários, São Pedro, Anchieta-Sion, Santa Teresa, Mangabeiras, São Bento, Santo Antônio, Lourdes e Serra são excelentes opções.

Restaurantes e bares temáticos invadem as esquinas dos bairros mais famosos. Belo Horizonte satisfaz plenamente o turista, seja qual for a sua intenção. Um jantar à luz de velas, um ambiente erudito, sofisticado. Ou então, quem sabe, uma noite com muita música, pessoas, cores e sabores, também fronteira com o rústico e / ou popular. A noite promete, em todos os sentidos.

Outros bairros que oferecem lazer noturno são Santo Antônio, onde alguns bares tradicionais estão localizados, e São Pedro, repleta de cafés, restaurantes, pubs, bares com pistas de dança e choperias.

MEIO AMBIENTE
Cercada pela Serra do Curral (Curral Mountain Range), Belo Horizonte oferece excelentes condições para a prática do ecoturismo. A cidade conta com uma estrutura de 27 parques e diversas áreas verdes.

O Parque Municipal, inaugurado em 1897, mostra que desde o seu início a cidade estava preocupado em proporcionar espaços que poderiam colocar as pessoas em contato direto com a natureza. O Parque das Mangabeiras, projetado pelo paisagista Burle Marx e inaugurado em 1982, é um dos maiores parques urbanos do país. I tem 3 milhões de metros quadrados.

Lagoa da Pampulha (http://img398.imageshack.us/i/pampulha1em5.jpg)

O desenvolvimento econômico de Belo Horizonte levou em consideração a preservação do meio ambiente. Como conseqüência disso, a capital de Minas exibe o título de "Cidade Modelo Ambiental Área". A quantidade de área verde por habitante está acima do recomendado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Os arredores também revelar mais surpresas. As cidades com grande potencial para o ecoturismo, vários hotéis-fazenda e dois importantes parques nacionais estão próximos à capital, como a idílica Serra do Cipó (Serra do Cipó), a apenas 100 quilômetros. Ou o Parque do Caraça, um refúgio da natureza e de muitas histórias. Macacos, distrito de Nova Lima, atrai muitas pessoas, principalmente durante os fins de semana. Rio Acima (com suas cachoeiras), Lavras Novas, Caeté ... Há muitas alternativas para os aventureiros.

CULTURA
Belo Horizonte tem uma rica produção cultural e artística. A cidade agrada os amantes das artes plásticas, música, teatro, dança e literatura. Seus atrativos culturais estão espalhados por toda parte e as alternativas para a diversão não falta.

Muitos nomes da cultura nacional, reconhecido internacionalmente, nasceram em Belo Horizonte. Na música, Milton Nascimento e seu Clube da Esquina (Clube de Esquina), as bandas famosas brasileira Skank, Pato Fu, Sepultura, Coral Ars Nova, etc Na dança, o Grupo Corpo, Grupo Galpão, a Companhia de Bonecos Giramundo. Nas artes plásticas, a Escola Guignard. E assim vai.

Algumas companhias de dança - como o Grupo Corpo e 1 º Ato - são reconhecidos no Brasil e internacionalmente. Por outro lado, o teatro de bonecos Giramundo cria um universo de fantasia que seduz crianças de todas as nacionalidades. A banda Sepultura, na estrada há mais de 20 anos, tem espaço justo no mercado internacional. O mesmo aconteceu com a banda Patu Fu, selecionado pela revista "Times" como uma das 10 melhores bandas do mundo.

Belo Horizonte também a cultura das importações. Artistas do mundo inteiro visitam a cidade, que realiza uma infinidade de festivais internacionais durante o ano, com destaque para o teatro e os festivais de dança.

A forte vocação do comércio e serviços refletem também na cultura. A Feira de Artesanato que ocorre todo domingo no centro da cidade é o maior em uma América Latina em um espaço aberto. Tem mais de três mil expositores, unindo cerca de 50 mil visitantes semanais e gerando mais de 18 mil empregos. Os turistas têm na reunião um autêntico justo com a obra e com culinária típica, expressões da grande riqueza cultural verificada no Estado.

     Serra do Curral (CurralMountain Range), Belo Horizonte, Brazil.

Olhem as Montanhas (Poema do Grande Poeta Mineiro, Carlos Drummond de Andrade)

Olhai as montanhas,

Olhai as montanhas, mineiros,

Como a Serra do Curral, mutilada,

Vós que não as defendeis, olhai-as enquanto vivem pois,

A golpes de tratores vão sendo assassinadas,

Pela culpa única de suas entranhas de ferro.

Mineiros, por que não percebeis que essa ferrugem que vos empoeira os olhos,

Essa terra, vermelha, é o vosso sangue,

Injustamente derramado, na luta que vos abate.



Olhai as montanhas, mineiros,

Como o Itabirito solitário,

Vós que as desprezais, olhai-as enquanto vivem, pois,

A patadas de caminhões vão sendo massacradas,

Pelo crime hediondo de te recortarem o céu,

Mineiros, fechai os vossos olhos e tentai sentir pela última vez,

Esse imenso abraço verde que vos envolve.

Abraço de amor, abraço feito de terra,

Chorai a imponência que vos formou o caráter.



Olhai as montanhas, mineiros,

Como o Itacolomi dos inconfidentes,

Vós que vos omitis, olhai-as enquanto vivem pois,

Em centenas de vagões, como urnas funerárias,

Vão sendo levados seus pedaços, inermes.


Frases bem humoradas sobre Belo Horizonte:
“Você quis dizer: Roça Grande“
Google sobre Belo Horizonte

“As melhores praias onde já surfei!“
Felipe Dylon sobre Belo Horizonte

“Nó, véi, doidimais di i pa praia im Piúma, fraga?“
Típico morador fudido de BH, explicando onde se enfia no verão

“Why?“
Exterminador do futuro sobre Belo Horizonte

Sites Relacionados: 

  1. BeloHorizonte.com - O portal de Belo Horizonte - Minas Gerais - Brasil
  2. PREFEITURA MUNICIPAL DE BELO HORIZONTE
  3. Baladas, eventos, festas, cinema e restaurantes em Belo Horizonte ...
  4. Belo Horizonte - Minas Gerais (Turismo) - Idas Brasil
  5. Belo Horizonte Hotels Tours - Book a Hotel Online at Cheap Rates
  6. br.weather.com - Tempo Local - Belo Horizonte, Brasil
  7. Câmara Municipal de Belo Horizonte - Home
  8. Rádio Itatiaia – A rádio de Minas
  9. Câmara Municipal de Belo Horizonte - Home
  10. CityBrazil - Minas Gerais - Belo Horizonte
  11. UFMG - Universidade Federal de Minas Gerais
  12. Jornais de Minas Gerais - Jornal Online MG
  13. Uai - Notícias, esporte, Minas, política, tecnologia, vídeos ...

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Homem sobrevive de forma incrível a acidente no leste de Minas

Carreta tombou em cima de um carro na BR-116, em Teófilo Otoni.
Quando guincho suspendeu carreta, homem saiu andando

Depois de uma carreta tombar sobre um carro na BR-116, em Teófilo Otoni, região leste de Minas, na tarde desta sexta-feira (13), o motorista do carro sobreviveu de forma incrível. Segundo a Polícia Rodoviária Federal, a carreta saia da MG-217 para entrar em uma avenida – perímetro urbano da BR-116 – quando tombou em cima de um carro que passava no local.



O caminhoneiro teve ferimentos leves nos braços e nas pernas e foi levado para o pronto socorro. A cabine da carreta ficou em cima do carro com placa de Ipatinga, no Vale do Aço, que ficou irreconhecível. Dentro do carro havia uma vítima, que conversava com os militares do Corpo de Bombeiros.
Um caminhão guincho foi usado no resgate, que também mobilizou, além dos bombeiros, policiais e voluntários. Quando o guincho suspendeu a carreta, o homem saiu apenas com ferimentos leves nas mãos, andando e conversando. A cena impressionou quem assistia ao resgate. (Veja o vídeo).
O local é conhecido pelo fluxo intenso de veículos. A perícia deve investigar as causas do acidente, como por exemplo, se houve falha no sistema de freios da carreta.

Fonte: G1