Mostrando postagens com marcador goiás. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador goiás. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Primeiro corpo de vítima da queda de helicóptero, em Goiás, é enterrado


Enterrado primeiro corpo de vítima da queda de helicóptero, em Goiás
Delegado de Iporá, Vinícius Batista Silva foi sepultado em Goiânia.
Acidente aéreo matou sete policiais e principal suspeito de chacina.
Corpo do delegado Vinícius Silva foi o primeiro a ser resgatado (Foto: Zuhair Mohamad/O Popular)

O delegado Vinícius Batista Silva foi sepultado no Cemitério Jardim das Palmeiras, em Goiânia, na tarde desta quarta-feira (9). Primeiro a ser resgatado entre as oito vítimas do acidente aéreo em Piranhas, no sudoeste de Goiás, corpo do titular da Delegacia de Iporáe chegou à capital nesta manhã.

Silva e mais sete pessoas estavam na aeronave modelo Koala, prefixo PP - CGO, da Polícia Civil. Eles retornavam da reconstituição da chacina ocorrida no dia 28 de abril em Doverlândia. O acidente aéreo aconteceu por volta das 16h de terça-feira (8), em uma fazenda a 35 quilômetros da cidade de Piranhas. Ninguém sobreviveu.

Policiais
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de Goiás, os policiais mortos no acidente são: o superintendente da Polícia Judiciária de Goiás, o delegado Antônio Gonçalves Pereira dos Santos; o delegado titular da Delegacia de Repressão a Roubo de Cargas, Jorge Moreira; o titular da Delegacia de Iporá, Vinícius Batista da Silva; o chefe do Grupo Aeroespacial e piloto do helicóptero, Osvalmir Carrasco Júnior; o chefe-adjunto do Grupo Aeroespacial e copiloto da aeronave, Bruno Rosa Carneiro; e os peritos criminais Marcel de Paula Oliveira e Fabiano de Paula Silva.

Chacina
A Secretaria de Segurança Pública de Goiás informou que as investigações da chacina de Doverlândia continuarão, pois há outros suspeitos além de Aparecido de Souza Alves, de 22 anos, que segundo a polícia, chegou a confessar a autoria do assassinato de sete pessoas.

Luto
O governador Marconi Perillo decretou luto oficial de três dias, devido à tragédia. O chefe da comunicação da Polícia Civil, Norton Ferreira, explica que, do ponto de vista do atendimento ao público, esta quarta-feira será um dia de trabalho como outro para a corporação. No entanto, ele admite que não há como encarar este dia com normalidade.
(G1)

Suspeito de degolar 7 morre em queda de helicóptero

Apesar da queda de helicóptero em GO, investigação da chacina continua
Informação foi dada pela Secretaria de Segurança Pública de Goiás.
Principal suspeito e 7 policiais morreram após fazerem reconstituição do crime.
Helicóptero cai em reconstituição e mata suspeito de chacina em GO

A Secretaria de Segurança Pública de Goiás informou que as investigações da chacina de Doverlândia, Goiás, continuarão, pois há outros suspeitos além de Aparecido de Souza Alves, de 22 anos, que segundo a polícia, chegou a confessar a autoria do assassinato de sete pessoas. Ele é um dos oito mortos na queda de helicóptero, a 35 quilômetros de Piranhas, no sudoeste goiano, na tarde de terça-feira (8).

A aeronave transportava para Goiânia os participantes da reconstituição da chacina que aconteceu no último dia 28. Segundo a Secretaria de Segurança Pública de Goiás, as vítimas são: o superintendente da Polícia Judiciária de Goiás, o delegado Antônio Gonçalves Pereira dos Santos; os delegados Bruno Rosa Carneiro, Osvalmir Carrasco Melati Júnior, Jorge Moreira da Silva e Vinícius Batista da Silva;  os peritos criminais Marcel de Paula Oliveira e Fabiano de Paula Silva; além do principal suspeito do crime, Aparecido de Souza Alves.

Até as 7h desta manhã, apenas o corpo do delegado Vinícius Batista havia chegado ao Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia. Segundo a diretora da Polícia Científica, Rejane Silva Sena Barcelos, ainda não há previsão para a chegada dos corpos das demais vítimas, já que o local do acidente é de difícil acesso.

Equipes de Iporá e Rio Verde participam do resgate. A corporação montou um centro de comandos no local com geradores de energia para facilitar o trabalho de localização e remoção dos corpos (veja vídeo ao lado).

Luto
O governador Marconi Perillo decretou luto oficial de três dias, devido à tragédia de Piranhas. O delegado-chefe da comunicação da Polícia Civil, Norton Ferreira, explica que, do ponto de vista do atendimento ao público, esta quarta-feira (9) será um dia de trabalho como outro para a corporação. No entanto, ele admite que não há como encarar este dia com normalidade.

Norton comenta que a comoção dentro da instituição, dentro da Segurança Pública como um todo é muito grande. Segundo ele, as pessoas estão atordoadas, tentando entender o que aconteceu. “A gente busca uma resposta e parece que essa reposta não chega para a gente”, afirma.

O chefe da comunicação da Polícia Civil conta que tinha uma convivência próxima com as vítimas. “Nós policiais (Civis e Militares) aprendemos a lidar com a dor dos outros, mas não aprendemos como encarar a nossa própria dor quando ela chega dentro da casa da gente. E esse é um sentimento que se abate sobre todos nós policiais. Eu não diria que vai ser um dia de trabalho normal. Peço até desculpas para a sociedade, pois num momento de comoção pode haver um policial mais nervoso, sem condições de exercer plenamente a sua atividade”, relata.

Reconstituição
A Polícia Civil de Goiás retomou, na manhã desta terça-feira, a reconstituição da chacina. O crime aconteceu no dia 28 de abril, em uma fazenda onde sete pessoas morreram degoladas.

O superintendente da Polícia Judiciária em Goiás, o delegado Antônio Gonçalves, e o delegado de Doverlândia, Vinícius da Silva, estavam responsáveis por conduzir o segundo dia dos trabalhos de reprodução simulada dos fatos. Na primeira parte da reconstituição, realizada na última quinta-feira (3) com a coordenação da delegada-geral de Polícia Civil, Adriana Accorsi, os investigadores teatralizaram, com ajuda de dublês, as duas primeiras mortes: do proprietário da fazenda e do filho dele, mortos dentro da casa.

Na terça, a polícia decidiu usar manequins para representar as cinco vítimas mortas na área externa da propriedade. Segundo Antônio Gonçalves, o mudança tem como objetivo facilitar os trabalhos. "Nestas cenas, os corpos serão arrastados no pasto. Com manequins fica mais fácil", explicou o delegado.

Suspeito
Assim como no primeiro dia da reconstituição, o principal suspeito do crime, Aparecido Souza Alves, foi a Doverlândia acompanhar os trabalhos.  "Ele vai falando o que aconteceu, enquanto os peritos vão encenando, filmando e fotografando", detalhou Gonçalves. Segundo ele, como não há nenhuma testemunha visual dos fatos, essa era uma importante prova técnica para desvendar o caso.

Aparecido, que confessou ser o autor da chacina, chegou a dizer que matou as sete vítimas sozinho. Mas, durante o primeiro dia da reconstituição, disse ter tido ajuda no pai durantes as execuções. A hipótese, apesar de ainda estar sendo investigada, é considerada "difícil", pela polícia. "O pai dele alega que esteve em uma cooperativa até as 15h. Ele teria que ter andado 15 quilômetros a pé em menos de uma hora para estar na fazenda na hora em que o crime começou", disse o superintendente na segunda-feira (7).

No mesmo dia, Aparecido passou por novos exames psicólogos. O objetivo era traçar o perfil psicológico do suspeito, que já havia mudado a versão dos fatos por diversas vezes, tanto sobre a participação de pessoas quanto à motivação. A única certeza da polícia era que o jovem cometeu os crimes, pois com ele a polícia encontrou o celular de uma das vítimas, roupas sujas de terra e de sangue, além dele ter deixado na casa do pai duas armas, uma delas roubada na fazenda.


Crime
No último dia 28 de abril, sete pessoas foram degoladas em uma fazenda na zona rural de Doverlândia. Morreram o dono da fazenda e o filho dele, um caseiro da propriedade e dois casais que haviam ido visitar o fazendeiro. Três pessoas estão presas. Segundo a polícia, eles foram ouvidos e negaram participação no crime.
(G1)

sexta-feira, 4 de maio de 2012

Chacina em Doverlândia, GO. Polícia apura três hipóteses

Polícia apura três hipóteses para chacina em fazenda de Goiás

A polícia tem agora três hipóteses para a chacina na fazenda de Doverlândia, cidade do sudoeste de Goiás, no fim de semana passado. Na ocasião, sete pessoas foram assassinadas e tiveram o pescoço cortado com uma faca de açougueiro.

As investigações apontam que disputa de terra, vingança ou tentativa de latrocínio (roubo seguido de morte) podem ter motivado o suspeito Aparecido Souza Alves, 23, a cometer o massacre.

De acordo com a Polícia Civil goiana, primeiramente Alves confessou ter cometido o crime com a ajuda de outros dois homens --um deles é sobrinho do fazendeiro assassinado.

Ele afirma ter sido contratado por R$ 50 mil pelo fazendeiro Alcides Batista Barros, 60, para matar toda a família do também fazendeiro Lázaro de Oliveira Costa, 57, por vingança, por causa de um desentendimento.

O filho de Lázaro, Leopoldo, que foi morto ao lado do pai, iria se casar no dia 12 com uma das três filhas de Alcides. Tanto o fazendeiro quanto amigos das duas famílias refutam essa tese e dizem que os dois eram amigos.

"Estamos todos chocados. Não acreditamos que isso seja possível", afirmou o presidente do Sindicato Rural de Doverlândia, Bruno Heuser.

CONTRADIÇÕES

Depois, porém, Aparecido se contradisse ao repetir a motivação do crime. Agora, a polícia investiga mais duas hipóteses para o massacre.

Uma delas é que Lázaro teria brigado quatro anos atrás com o pai de Aparecido, posseiro de uma área ao lado de sua fazenda. Aparecido era funcionário do pecuarista e, por também ter discutido com o então patrão, acabou sendo demitido.

Após a demissão, Aparecido se mudou para Brasília. Quando retornou para Doverlândia na semana passada, decidiu matar a família do fazendeiro.

"Sem dúvida podemos dizer que o ressentimento, o ódio, a inveja que o suspeito nutria pela família do fazendeiro são móveis do crime. Se há dinheiro envolvido, e nós acreditamos que há, vamos procurar provar mais esse elemento", afirmou a chefe da Polícia Civil goiana, Adriana Accorsi.

A outra hipótese é que Aparecido esperava encontrar dinheiro na casa do fazendeiro, que tinha acabado de fechar a venda de gado por R$ 36 mil. O que o assassino não sabia era que o pagamento aconteceu na véspera do crime e que todo o valor foi depositado em banco.

Até a noite de ontem, quatro pessoas tinham sido presas sob a suspeita de terem participação na chacina.

Fonte: jornalfloripa.com.br

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Sete degolados em Doverlândia, GO. Suspeito de chacina é 'frio', diz delegada

'Ele é muito frio', diz delegada sobre suspeito de cometer chacina em GO
Segundo ela, jovem que confessou o crime não demonstra arrependimento.
Sete pessoas morreram degoladas, no último sábado
(28), em Doverlândia.
 


"Ele é muito frio, quando descreve os atos que praticou", é o que diz a delegada-geral de Goiás, Adriana Accorsi, sobre o principal suspeito de ter cometido a chacina em uma fazenda próxima ao município de Doverlândia , no sudoeste de Goiás.

Segundo ela, o jovem de 22 anos, que confessou o crime, se mostra bem tranquilo durante os interrogatórios: "Em nenhum momento que ele relata, ele demonstra qualquer preocupação com o sentimento e o sofrimento dessas pessoas. Ele não tem remorso e não mostra arrependimento nenhum". A chacina que matou sete pessoas degoladas aconteceu no último sábado (28) e deixou a cidade assustada. A Polícia Civil de Goiás deteve, na quarta-feira (2), um quarto suspeito de envolvimento no crime em um assentamento vizinho à fazenda. Além do suspeito preso na quarta, o rapaz de 22 anos que confessou o crime e outros dois homens também estão detidos.

O homem detido no assentamento chegou à Delegacia de Homicídios de Goiania no início desta noite. Ele viajou de helicóptero junto com o jovem de 22 anos que confessou ter participado do crime. O rapaz havia sido levado a Doverlândia para dar detalhes dos assassinatos aos policiais que investigam o caso.
A equipe de peritos passou o dia na fazenda Nossa Senhora de Aparecida. Eles checaram os dados informados pelo jovem durante o depoimento. A polícia informou ter encontrado na fazenda a bolsa de uma das vítimas. Apesar dos esforços, os investigadores ainda não encontraram a faca usada para degolar as vítimas.


Mais pistas
Dois soldados do Exército, irmão e primo do jovem de 22 anos que confessou o crime, também serão levados para a Delegacia de Homicídios, na capital, para prestar esclarecimentos. A dupla ainda não é considerada suspeita. A delegada-geral de Goiás, Adriana Accorsi, preferiu não especificar o grau de envolvimento que eles teriam com o crime.

Suspeitos
Segundo a delegada Adriana Accorsi, a única participação certa nas execuções até o momento é a do jovem de 22 anos. Ele disse em depoimento que receberia R$ 50 mil pelo crime. O alvo era o dono da propriedade e as outras pessoas acabaram mortas para evitar testemunhas.

O jovem apontou o nome de duas pessoas ligadas à família do fazendeiro. Eles foram retirados do velório das vítimas em Frutal (MG) e, após passar a noite prestando depoimento na delegacia da cidade, foram transferidos para a Delegacia de Homicídios em Goiânia, onde ainda estão presos. Eles negaram a encomenda do crime.

Do G1

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Chacina em Doverlândia: Polícia já sabe como as vítimas foram mortas; filho do fazendeiro foi quem mais sofreu

Chacina: Polícia já sabe como as vítimas foram mortas; filho do fazendeiro foi o que mais sofreu

Corpos foram degolados
Célio Juno Costa da Silva e o comerciante Alcides Batista Barros estão presos na carceragem da Polícia Civil em Goiânia. Eles são suspeitos de participar da maior chacina já registrada em Goiás. Célio é sobrinho do fazendeiro Lázaro de Oliveira Costa, 57, uma das sete vítimas esgorjadas (corte no pescoço) no crime. Alcides seria pai da noiva de Leopoldo Rocha Costa, 22, filho de Lázaro.

Leopoldo e a filha de Alcides se casariam no próximo dia 12, conforme informações da Polícia Civil. A participação de um pistoleiro identificado apenas como José de Ribeirãozinho não foi descartada pela polícia. O pistoleiro seria da cidade de Ribeirãozinho (MT), a 70 quilômetros de Doverlândia, onde aconteceu o crime, e ainda estaria foragido até a noite de ontem. Agentes da Polícia Civil estiveram na cidade matogrossense a procura do suspeito. Mandante e motivação ainda são investigados pela polícia.

O crime aconteceu no último domingo (29), em Doverlândia, a 412 quilômetros de Goiânia, na região Sudoeste do Estado. Célio e Alcides teriam sido detidos durante o velório de Lázaro, Leopoldo e do vaqueiro e funcionário, Heli Francisco da Silva, 44, na cidade mineira de Frutal.

Dia Decisivo


Hoje é um dia decisivo para as investigações, que poderão chegar a mais pessoas suspeitas de cometer o crime. Os dois presos poderão ter prisão temporária decretada. Caso isso aconteça, poderão ficar detidos por 30 dias, prorrogáveis por mais 30, até que a investigação seja concluída.

Segundo informações da Polícia Civil, os suspeitos teriam sido presos por que Aparecido Sousa Alves, 23, também detido, confessou ter participado da chacina e apontou os dois como comparsas da matança. Aparecido seria trazido a Goiânia na tarde de ontem, mas durante a viagem para a Capital ele esclareceu algumas arestas de seus depoimentos e os investigadores preferiram voltar a Doverlândia, para encontrar novos detalhes do caso, conforme a delegada-geral, Adriana Accorsi. “Temos a certeza materializada de que ele (Aparecido) é um dos participantes desse crime bárbaro. Na casa dele foram encontradas uma carabina, de Lázaro, o celular de Tames Marques Mendes da Silva, 24, e um revólver calibre 38, que foi usado para intimidar as vítimas e uma camiseta suja de sangue, que pode ter sido usada por ele no dia da chacina”, disse Accorsi.

“Ele (Aparecido) confessou tudo, mas temos que ser cautelosos com as declarações do suspeito. Aparecido pode usar artimanhas para ludibriar as autoridades que investigam o crime”, alertou a delegada, que está no caso desde o início. Ainda na segunda-feira (30), Accorsi viajou à cidade e sobrevoou a fazenda Nossa Senhora Aparecida, a 45 km da cidade. Outros pessoas podem ser presas a qualquer hora, conforme informações da Polícia Civil. Rixa, ambição e latrocínio são hipóteses de motivação, mas como a investigação é preliminar, a causa é um mistério para a polícia.

Aparecido teria chegado de moto à chácara por volta das 15h do domingo e foi direto à casa do vaqueiro Heli. Ele foi visto pelo filho do vaqueiro, um jovem de 14 anos, que prestou depoimento ainda no domingo ao delegado Vinícius Batista da Silva. O garoto estaria no pasto da fazenda, quando notou a chegada de Aparecido, numa moto. “O rapaz teria escutado o pai conversar com o próprio assassino. Ele disse que ouviu o suspeito perguntar do dono da casa e pai respondeu indicando a casa, sede da fazenda. O garoto não soube descrever com detalhes como as vítimas foram mortas, mas contou que viu o pessoal ir em direção ao assassino e não voltar”, conta Vinícius.

Conforme o delegado Antônio Gonçalves, diretor da polícia judiciária, que também está empenhado no caso, o casal de amigos e futuros padrinhos de casamento de Leopoldo, Joaquim Manoel Carneiro, 61, e Miraci Alves de Oliveira, 65; o filho do casal, Adriano Alves Carneiro, 22, e a noiva dele, Tames Marques, foram mortos por que estavam no lugar errado e na hora erados. “Eles chegaram num Fiat Uno da família, que mora em Rio Verde. Ao notar a presença dos visitantes, os suspeitos mataram todos eles para evitar identificação de testemunhas. Em seguida, depois de todos estarem mortos, roubaram o carro e seguiram pela estrada que leva até a cidade. Após percorrer cerca de seis quilômetros,  os suspeitos encontraram uma viatura da polícia e uma ambulância, chamados pelo menor filho do vaqueiro. Os dois veículos buscavam o lugar da chacina e quando foram pedir informação, pelo menos duas pessoas saíram do Uno correndo em direção à mata”, disse Antônio Gonçalves.

Hipóteses

A polícia trabalha com três hipóteses para que o crime: latrocínio, que a delegada Adriana Accorsi acredita ser a menos provável, mas prefere não descartar, por conta da carabina do proprietário ter sido encontrada na casa de um confesso; ambição por conta da propriedade, o que, segundo o delegado Vinícius pode ser de alguém que tinha interesse na área, que é muito valorizada, ou por ter assentamento nas proximidade, onde o pai de Aparecido mora; e a última hipótese, seria por conta de relacionamento, “porque foram levantadas informações de que as vítimas tinham bom relacionamento na cidade, mas às vezes pode ser o caso de alguém ter ódio de uma ou mais vítimas sem que ela soubesse ser odiada. Para alguém odiar outro, não é preciso que ele saiba disso”, salienta a delegada-geral.

Os delegados que investigam o crime acreditam que não há possibilidade de Aparecido ter cometido toda a carnificina sem ajuda de outra pessoa, pela brutalidade com que as vítimas foram mortas. “Eram em maioria sujeitos homens, fortes e grandes. Um deles, inclusive, trabalhador braçal, de muita força, que poderia muito bem revidar contra um só assassino, mas não. Os corpos das vítimas não apresentam sinais de que lutaram antes de morrer e todas foram mortos com uma brutalidade muito grande, que só pode ter sido cometida por duas ou mais pessoas”, disse Antônio Gonçalves.

Depois de ser preso Aparecido prestou depoimento pelo menos duas vezes à delegacia, inclusive, ontem à noite ele deveria prestar mais um depoimento. As informações devem ser somadas às outras oitivas. Conforme a delegada-geral, ele foi por mais de uma vez contraditório nos depoimentos. O suspeito disse que receberia R$ 50 mil para matar o dono da fazenda e o filho dele – e por isso já teria recebido um adiantamento de R$ 700. “Não encontramos o dinheiro com ele, que também não disse onde poderia estar. Temos que ter cautela com essas afirmações. Depois de realizarmos uma reconstituição do crime, que ainda será marcada, vamos realizar acareação com os suspeitos para confrontar os depoimentos”, relata Accorsi.

Ação

A chacina aconteceu por volta das 20h. O primeiro a ser morto foi o dono da fazenda, Lázaro Oliveira, que estaria em um alpendre, em frente à casa, sede da fazenda, onde uma caminhonete estava estacionada. “Ele recebeu uma ou duas perfurações no peito antes de ser esfaqueado profundamente no pescoço. A força da facada foi tão grande que só parou por conta da coluna, que não foi cortada, se não seria decapitado”, disse o delegado Antônio Gonçalves. A vítima foi arrastada e levada para um banheiro, onde foi trancado.

O filho do fazendeiro, Leopoldo Rocha, teria sido o segundo morto. O jovem de 22 anos estava dentro em um cômodo quando foi surpreendido pelo assassino com um corte profundo na garganta. Conforme o perito criminalista Fabiano de Paula, o sangue espirrou na parede por uma altura de um metro e meio.

Joaquim Manoel e a esposa dele, Miraci Alves, além da nora dos dois, Tames Marques, foram mortos da mesma forma, com golpes de facada profunda. Os corpos do casal teriam sido arrastados um para próximo do outro. O cadáver de Tames foi encontrado somente com uma camiseta levantada acima dos seios. Há a suspeita de que ela tenha sido estruprada antes de ser assassinada.

Os corpos de Adriano Alves, noivo de Tames e do vaqueiro Heli Francisco, foram encontrados a cerca de 300 metros de onde os pais de Adriano foram deixados. “Acredito que Adriano foi a vítima que mais sofreu, por ter demorado mais a morrer. Havia muita espuma no pescoço, o que indica a demora e a luta em busca da respiração”, descreve o agente Walter.

O delegado Vinicius Batista conta que todas as vítimas foram arrastadas e que nenhuma morreu onde foi achada pelos policiais que atenderam a ocorrência. Ele ainda informa que a casa sede da fazenda foi lavada com água, pelos bandidos, na intenção de ocultar algumas provas da participação. “Mas fizeram tudo muito mal feito. Eles beberam água na casa e sujaram copo com sangue, o que registrou impressões digitais. Recolhemos cabos de rodos, baldes, maçanetas e outros objetos com manchas de sangue, que podem ter impressões digitais”, informa (meganesia.com.br)

sábado, 21 de abril de 2012

Internado, Pedro, filho do cantor Leonardo, corre risco de morte


Pedro corre risco de morte, mas tem tudo para se recuperar, diz médico
Filho de Leonardo está com pneumonia, mas quadro é considerado normal.
Cantor capotou o carro na manhã de sexta-feira (20), na MGC-452, em Minas.
Pedro está internado no IOG, em Goiânia
(Foto: Humberta Carvalho/G1)

O diretor da UTI do Instituto Ortopédico de Goiânia (IOG), Wandervan Antônio Azevedo, informou, em entrevista coletiva na manhã deste sábado (21), que Pedro, filho do cantor Leonardo, corre risco de morte, mas que sua situação está controlada. “Há risco de morte, mas ele é jovem, tem boa saúde e tem tudo para que seu quadro evolua de forma positiva e ele se recupere”, afirmou.

O diretor informou também que Pedro está com pneumonia, mas que o quadro é considerado normal em pacientes que respiram com a ajuda de aparelhos, como é o caso do cantor. “É preocupante, mas, ao mesmo tempo, é um quadro esperado com esse tipo de paciente”, declara. O filho de Leonardo deve passar por novos exames até o final da manhã.

De acordo com Wandervan Azevedo, as próximas 48 horas são cruciais para saber como Pedro vai reagir ao tratamento. Enquanto isso, ele continua sedado, em coma induzido e respirando com ajuda de aparelhos, disse o diretor.


Exames

Na sexta à noite, ele passou por exames que constataram o edema cerebral e os médicos diagnosticaram a necessidade de que Pedro permanecesse em coma induzido por pelo menos três dias, para que cérebro volte ao tamanho normal.

Pedro, que faz dupla com o primo Thiago, filho do falecido Leandro, voltava de MG, onde realizou um show na noite de quinta-feira (19), quando capotou o carro, na rodovia MGC-452, próximo à divisa de Goiás e Minas Gerais. Ele foi internado no Hospital Municipal de Itumbiara, onde passou por cirurgia para conter hemorragia abdominal. Ainda na sexta-feira, ele foi encaminhado para Goiânia, onde está internado.

Show no Rio
Mesmo com o filho no hospital, Leonardo não desmarcou sua agenda de shows e se apresenta neste sábado no Rio de Janeiro. O show acontece às 22h, no Citibank Hall. De acordo com a assessora Ede Cury, Leonardo foi para o Rio na noite de sexta-feira (20). Ele passou a tarde no IOG, acompanhando o estado de saúde do filho Pedro.

Visitas
Durante a tarde de sexta, parentes e amigos estiveram no hospital. A mãe, Maria Aparecida Dantas, foi a primeira a chegar. Em entrevista, Leonardo lamentou ocorrido com o filho: "Eu pedia para ele dormir na cidade e só viajar depois. Mas menino você sabe como é" .

Thiago, com quem Pedro faz dupla, informou com exclusividade ao G1, na noite de sexta-feira, que cancelou os próximos shows da dupla. Segundo ele, a prioridade é a recuperação do companheiro.

Acidente
Pedro voltava de Uberlândia (MG), onde fez um show na noite de quinta-feira (19), quando capotou o carro que dirigia, um Kia Picanto. O acidente aconteceu por volta das 7h, na rodovia MGC-452, no município de Tupaciguara (MG), próximo à divisa de Minas Gerais com Goiás.
Carro que o cantor Pedro conduzia durante acidente, em Minas Gerais (Foto: PRE-MG/Divulgação)


Do G1 GO

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

Homem que filmou cão sendo agredido depõe: 'Acordei com gemidos'

Homem que filmou agressão a cachorro depõe em Mato Grosso
Ele mora em Barra do Garças; cenas foram parar no YouTube.
Mulher que aparece agredindo animal deve depor nesta semana.

O homem que filmou uma enfermeira de Formosa, no Entorno do Distrito Federal, espancando um cachorro da raça Yorkshire, começou a prestar depoimento sobre o caso na manhã desta segunda-feira (19) em Barra do Garças (MT), onde mora. O vídeo da agressão foi parar no YouTube. O cachorro morreu.

Claudemir Rodrigues Maciel foi convocado a depor por carta precatória, a pedido da delegacia de Formosa. Maciel disse que filmou a cena ao ser acordado pelos latidos do cachorro. Ele estava passando o final de semana no apartamento da madrinha da filha, que é vizinha da enfermeira.

“Estava dormindo no apartamento, o pessoal não estava em casa. Era quatro horas, cinco horas da tarde. Acordei com o barulho do cachorro gemendo”, afirmou ao G1, pouco antes de iniciar o depoimento.


Estava dormindo no apartamento, o pessoal não estava em casa. Era quatro horas, cinco horas da tarde. Acordei com o barulho do cachorro gemendo"
Claudemir Rodrigues Maciel, autor do vídeo que mostra a agressão ao cachorro




Maciel afirmou que resolveu filmar a cena porque já havia sido informado de que a enfermeira maltratava o animal. “O pessoal me falou que ela espancava [o cachorro] quase todo o dia. Eu disse: ‘Essa eu vou filmar’.”

Ele disse que fez a gravação da área de serviço do apartamento em que estava, no segundo andar, que dá vista para a o apartamento da enfermeira, no andar de baixo. Maciel afirmou que no dia seguinte, um domingo, filmou o cachorro ainda vivo, molhado, na área de serviço. “Esse vídeo é curto, não acrescenta nada ao que já foi divulgado.”

Ele foi embora no mesmo dia, de volta para Barra do Garças. Antes, gravou o vídeo em um CD e deixou com a dona do apartamento, porque a polícia estava em greve. O CD só foi entregue após o fim da paralisação dos policiais e acabou dando origem ao inquérito sobre o caso.

Depoimento
A enfermeira deve depor ainda nesta semana sobre o caso. O delegado que investiga os maus-tratos, Carlos Firmino Dantas, disse que negocia com a defesa da mulher uma data para ela depor.

O advogado da enfermeira, Gilson Saad, disse ao G1 que ela está abalada com a repercussão do caso. “Queremos apaziguar a situação. Precisamos acalmar a população. Ela é uma mera dona de casa que precisa ter a vida dela devolvida”, afirmou.

O advogado disse que entre as razões apontadas pela mulher para as agressões estava o fato de ela estar desempregada, vivendo um mal momento. No sábado, o G1 conversou com uma parente próxima da mulher, que pediu para não ser identificada, que disse que ela tinha um quadro de depressão agravado pela distância da família.

Gravação
O vídeo que foi divulgado no YouTube mostra a mulher agredindo o cão na frente de uma criança. O animal chega a ser arremessado para o alto e preso dentro de um balde. A gravação mostra a mulher chutando o cachorro e jogando o animal no chão.

Segundo o delegado Carlos Firmino Dantas, a pena prevista por maus-tratos pode chegar a até dois anos, caso a mulher seja processada e condenada. Como as agressões ocorreram em frente a uma criança, ele disse que a mulher pode ainda ser denunciada com base no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Na última sexta-feira (16), o G1 esteve no prédio onde a mulher mora com o marido e a filha, mas não encontrou ninguém no apartamento. Vizinhos ouvidos pela reportagem a descreveram como “calma” e “supertranquila".

Do G1 DF

sábado, 1 de outubro de 2011

Seis morrem em acidente com carro de prefeitura na BR-060, em Goiás
Veículo era da prefeitura de Santo Antônio da Barra, a 190 km de Goiânia.
Colisão frontal com uma carreta deixou mais dois feridos.


Seis pessoas morreram em um acidente que aconteceu por volta das 6h deste sábado (1º), na BR-060, entre Santo Antônio da Barra e Rio Verde, em Goiás. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), um carro de passeio fez uma ultrapassagem proibida e bateu de frente com uma carreta que transportava uma carga de 24 toneladas de resíduos de caroço de algodão e seria levada para Palmeiras de Goiás.


De acordo com a polícia, o carro de passeio era da prefeitura de Santo Antônio da Barra, que fica a 190 km de Goiânia, e ia para Rio Verde. Além do motorista, o veículo transportava dois pacientes que eram irmãos e iam fazer hemodiálise e mais três pessoas que estavam de carona. Segundo a PRF, após a batida o carro ficou preso na carreta e foi arrastado por aproximadamente 76 metros. Os seis ocupantes morreram na hora.

Seis pessoas morreram na hora após colisão com carreta na BR-060 (GO). (Foto: Divulgação/PRF-GO)

Segundo a PRF, na carreta estavam o motorista e uma passageira. Eles sofreram ferimentos leves e foram encaminhados para um hospital de Rio Verde em estado de choque. Após a colisão, os dois veículos saíram da pista e a rodovia não precisou ser interditada.

O prefeito de Santo Antônio da Barra, José Cândido, disse que vai decretar luto de três dias no município.

Humberta Carvalho
Do G1 GO

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Morador de apartamento em chamas pula do 12º andar, em Goiânia

Morador de apartamento em chamas pula do 12º andar, em Goiânia
Prédio fica na Avenida G, próximo ao Lago da Rosas, no Setor Oeste.
Corpo de Bombeiros ainda não sabe informar as causas do incêndio.


Por volta das 5h30 desta quinta-feira (29), um incêndio atingiu um apartamento no 12º andar de um prédio que fica na Avenida G, entre o Lago das Rosas e o Hospital Geral de Goiânia (HGG), no Setor Oeste, em Goiânia. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, estavam no local quatro pessoas.

Homem morreu e mulher ficou presa em marquise.
Um casal pulou do 12º andar de um prédio no setor Oeste, em Goiânia, na madrugada desta quinta-feira (29) para fugir de um incêndio que consumia o apartamento. O fogo, que começou na sala, se alastrou por volta das 5h30, quando quatro pessoas estavam no local..

O casal Eduardo Augusto de Araújo Silveira, de 32 anos, e Muniki Dias Goulart, de 25, tentou se salvar pulando da janela do quarto. Silveira não resistiu à queda e morreu na hora. Muniki ficou presa na marquise de uma loja e estava consciente quando foi resgatada pelos bombeiros.

O pai da jovem João de Oliveira Goulart, de 49 anos, passou pela sala em chamas na tentativa de se salvar pela área de serviço. Quando chegou à janela da cozinha, passou pela janela e foi puxado por uma vizinha de 74 anos.
Homem morreu e mulher ficou presa em marquise

Em estado grave, ele foi levado para o hospital com queimaduras em 85% do corpo. Também com queimaduras, a mulher de Goulart, Kátia Maria Dias Goulart, de 45, foi retirada do apartamento pelos bombeiros.

Situado na avenida G, o apartamento ficou totalmente destruído. Na noite anterior, a família fez um churrasco para assistir ao jogo do Brasil e há suspeitas de que a churrasqueira elétrica, que estava na sala, tenha ficado ligada.
.
A informação, passada por um familiar, não foi confirmada pelos bombeiros. As causas do incêndio serão apuradas pela polícia técnico-científica.




.

domingo, 18 de setembro de 2011

Acidente na GO-219 em Bela Vista de Goiás deixa 4 mortos e 2 feridos


Acidente na GO-219 em Bela Vista de Goiás deixa 4 mortos e 2 feridos
Um bebê de sete meses e três adultos morreram no local. 
Duas crianças foram levadas para o hospital em estado gravíssimo.


Um acidente envolvendo uma caminhonete e um carro de passeio deixou quatro pessoas mortas e duas feridas em estado gravíssimo na noite deste domingo (18), na GO-219, em Bela Vista de Goiás, segundo o subtenente do 1° Batalhão da Polícia Rodoviária Federal (PRF), Marcelo Ribeiro Luiz.

De acordo com o subtenente, as causas do acidente ainda não foram esclarecidas. "Houve uma colisão frontal entre um Gol e uma caminhonete. Um bebê de sete meses e dois adultos que estavam no carro morreram no local. O condutor da caminhonete também veio a óbito. Duas crianças que estavam dentro do Gol foram levadas para o hospital de Bela Vista em estado gravíssimo", afirma.

Danielly Sodré
Do G1 GO

sexta-feira, 8 de abril de 2011

Rodovia em Goiás é desbloqueada após acidente que deixou 11 mortos

BR-153 ficou cerca de sete horas interditada, segundo a PRF.
Colisão entre ônibus e dois caminhões ocorreu entre Uruaçu e Porangatu.


A rodovia BR-153, entre Uruaçu (GO) e Porangatu (GO), foi desbloqueada por volta da 22h de quinta-feira (7), depois de passar cerca de sete horas interditada. No trecho, um acidente envolvendo um ônibus e dois caminhões deixou 11 mortos, na tarde de quinta-feira.

Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), na noite de quinta-feira (7), o congestionamento chegou a 30 quilômetros nos dois lados da rodovia. O trânsito foi normalizado por volta das 23h50.

Acidente entre ônibus e dois caminhões deixou 11 mortos em Goiás (Foto: Divulgação/PRF-GO)

O acidente teria sido causado por um caminhão, que fez uma ultrapassagem proibida, provocando a colisão entre um ônibus e dois caminhões, um deles carregado com pedras. O ônibus seguia de Goiânia para Teresina. Já os caminhões viajavam no sentido Tocantins para Goiás. Chovia no momento do acidente.

Além dos 11 mortos no local do acidente, outros quatro feridos teriam morrido a caminho do hospital, mas a informação não foi confirmada pela PRF. Também não há informações precisas sobre o número total de feridos.

Até a manhã desta sexta-feira (8), segundo a PRF, nenhuma vítima foi identificada.

G1

sábado, 10 de abril de 2010

Pedreiro é preso por suspeita de matar jovens de Luziânia


Homem teria confessados os crimes e indicou o local onde estão sepultados os corpos das vítimas



Neste sábado (10), um pedreiro de Goiás foi preso por suspeita de matar seis jovens desaparecidos na cidade de Luziânia. O homem teria confessado os assassinatos e indicado o local onde estariam os corpos das vítimas. Dois cadáveres já foram encontrados pela polícia e as buscas continuam na manhã de domingo. As informações são do “Jornal Nacional”.

O pedreiro, cujo nome não foi divulgado, já cumpriu pena em Brasília por crimes sexuais. Ele estava sendo investigado pela polícia há dez dias, desde que um parente seu começou a usar o telefone celular de uma das vítimas.

Entre dezembro de 2009 e janeiro deste ano, seis adolescentes desapareceram em Luziânia, cidade há 66 km de Brasília. Os jovens, todos meninos, tinham entre 13 e 17 anos e não se conheciam.