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sexta-feira, 11 de maio de 2012

Chacina em Doverlândia. Mãe diz que suspeito que morreu na queda do helicóptero teve ajuda

Mãe diz que suspeito de chacina em Goiás teve ajuda

Corpo de delegado foi o primeiro a ser
resgatado e levado ao IML 
Reprodução TV

A mãe do acusado de matar sete pessoas em uma fazenda de Goiás foi a Goiânia nesta quinta-feira (10) buscar o corpo do filho. Aparecido Souza Alves, 23, morreu na queda de um helicóptero da Polícia Civil na terça.

Ilda Aparecida de Souza Paes disse ao "Bom Dia GO", da TV Globo, que tem medo de vingança por parte das famílias das vítimas que morreram na fazenda e que está abalada com os acontecimentos.

Para ela, o filho, que confessou o crime, teve ajuda. "Isso aí ele não fez sozinho. Uma pessoa sozinha não faz uma tragédia daquelas."

Ela diz que o filho deve ter sido ameaçado para não falar sobre eventuais comparsas. "Se ele contasse, eles o matariam ou a uma pessoa da família. Essas coisas normalmente acontecem", disse.

A mãe diz que não tinha conhecimento de que o filho pudesse estar envolvido com "qualquer coisa errada", e que sente pelas vítimas da chacina e da queda do helicóptero. "A gente cria os filhos e depois eles saem pelo mundo. Você não sabe com quem eles estão se envolvendo. O pai e a mãe não têm culpa do que os filhos fazem de errado."

Além de Alves, morreram na queda do helicóptero os delegados Vinícius Batista da Silva, Antônio Gonçalves Pereira dos Santos, Bruno Rosa Carneiro e Jorge Moreira da Silva e Osvalmir Carrasco Melati Júnior; e os peritos Marcel de Paula Oliveira e Fabiano de Paula Silva. A aeronave caiu na cidade de Piranhas (321 km de Goiânia) quando voltava de uma reconstituição do crime.

CRIME

Sete pessoas foram mortas e degoladas no último dia 28 em uma fazenda no sul de Goiás. O crime aconteceu por volta das 17h no município de Doverlândia (a 403 km de Goiânia).

Além do fazendeiro Lázaro de Oliveira Costa, foram mortos seu filho, Leopoldo Rocha Costa, e o vaqueiro Eli Francisco da Silva, funcionário da fazenda.

As outras quatro vítimas --Miracy e Joaquim Manoel Carneiro, o filho do casal, Adriano, e a namorada dele, Tames Mendes da Silva-- eram amigos do fazendeiro e foram ao local para fazer uma visita.


Todos os corpos foram encontrados com cortes no pescoço que, segundo a polícia, chegavam quase à coluna das vítimas.

Na segunda-feira (30), a polícia prendeu Alves em flagrante. Ele tinha o tênis sujo de sangue e, com ele, foram encontrados um celular e uma carabina que pertenciam às vítimas.

Em depoimento à polícia, ele disse que cometeu o crime depois de ter sido contratado por "Alcides do Supermercado", sogro de Leopoldo. Alcides prometeu R$ 50 mil e adiantou R$ 700 em troca do assassinato da família do fazendeiro, segundo sua versão.

Também foram contratados para ajudar a executar o crime Celio Juno Costa da Silva, sobrinho do fazendeiro assassinado, e um pistoleiro identificado como José de Ribeirãozinho, de acordo com o depoimento de Alves.

Celio e Alcides foram presos enquanto participavam do velório das vítimas, em Frutal (MG). O quarto suspeito continua foragido.

A principal hipótese é que o crime ocorreu por questões "materiais", possivelmente ligadas à propriedade, segundo a delegada-geral da Polícia Civil de Goiás, Adriana Accorsi.

A reportagem não conseguiu localizar os advogados dos suspeitos.

Fonte: jornalfloripa.com.br

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Identificada 2ª vítima de queda de helicóptero da reconstituição da chacina: Delegado Osvalmir Carrasco


IML identifica segunda vítima da queda de helicóptero em Goiás
Delegado Osvalmir Carrasco foi identificado pelos dentes nesta quinta-feira.
Acidente aéreo matou sete policiais e o principal suspeito de chacina.


Os peritos do Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia já identificaram, na madrugada desta quinta-feira (10), o corpo do delegado Osvalmir Carrasco Melati Júnior, vítima da queda do helicóptero que transportava cinco delegados, dois peritos, além do principal suspeito da chacina em Doverlândia e que caiu, na tarde de terça-feira (8), em uma fazenda próxima à cidade de Piranhas, quando voltava da reconstituição do crime.

O Primeiro corpo a ser resgatado e identificado, o delegado Vinícius Batista Silva foi sepultado na tarde de quarta-feira (9), no Cemitério Jardim das Palmeiras, em Goiânia.

“O Carrasco foi identificado por odontologia legal. Ele tinha uma documentação odontológica muito boa e nos permitiu fazer a identificação”, explica a diretora da Polícia Técnico- Científica Rejane Sena Barcelos.

Segundo ela, o corpo do delegado já está liberado e aguarda a chegada de familiares: “Já foi passado aos familiares a liberação do corpo e agora nós estamos aguardando-os”.

De acordo com a diretora, a análise de impressão digital das vítimas já foi feito e o resultado, segundo ela, deu positivo. Mas, de acordo com a diretora, existem outras fases do processo de investigação que precisam ainda ser trabalhadas. “A impressão digital deu positivo, mas tem alguns que estão em processo de hidratação para a identificação. Existem ainda alguns fragmentos que nós tivemos de encubar para a realização do DNA para identificar de quem são esses fragmentos e poder selecionar e entregar à família”.

Delegado Osvalmir Carrasco pilotava a
aeronave da Polícia Civil
(Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
De acordo com a diretora, a extração de DNA necessita de 24 horas de incubação, portanto, na noite desta quinta-feira as análises terão continuidade: “Vai depender da qualidade de cada amostra coletada e da resposta dele para a gente estabelecer este prazo. Mas nós vamos tentar fazer o mais rápido possível”.

Os nomes das vítimas identificadas só serão divulgados após todo o processo de análise e somente quando todos os corpos forem analisados.
Chegada dos corpos
Chegaram a Goiânia, na noite de quarta-feira (9), os corpos de sete das oito vítimas do acidente aéreo em Piranhas, no sudoeste de Goiás. Eles foram resgatados em meio aos destroços do helicóptero da Polícia Civil.

Estavam nas aeronave os corpos do superintendente da Polícia Judiciária de Goiás, o delegado Antônio Gonçalves Pereira dos Santos; do delegado titular da Delegacia de Repressão a Roubo de Cargas, Jorge Moreira; do chefe do Grupo Aeroespacial e piloto do helicóptero, Osvalmir Carrasco Júnior; do chefe-adjunto do Grupo Aeroespacial e copiloto da aeronave, Bruno Rosa Carneiro; dos peritos criminais Marcel de Paula Oliveira e Fabiano de Paula Silva; e do principal suspeito da chacina em Doverlândia, Aparecido de Souza Alves, 22 anos.

Após colherem material genético para identificar os corpos dos filhos, as mães dos dois peritos mortos passaram mal e tiveram de ser hospitalizadas. De acordo com o presidente do Sindicato dos Peritos Criminalísticos de Goiás, Décio Caetano, o sinvestigadores Marcel de Paula Oliveira e Fabiano de Paula Silva eram primos



Chacina
A Secretaria de Segurança Pública de Goiás informou que as investigações da chacina de Doverlândia continuarão, pois há outros suspeitos além de Aparecido de Souza Alves, de 22 anos, que segundo a polícia, chegou a confessar a autoria do assassinato de sete pessoas.

Causas
O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa) recolheu peças e documentos do helicóptero que caiu próximo ao município de Piranhas, a 325 km de Goiânia, para dar início ao processo de investigação das possíveis causas que provocaram a queda da aeronave. Segundo o delegado-adjunto da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DEIH), Alexandre Lourenço, a revisão prevista para as 300 horas de voo foi feita no fim de semana, documentada e entregue ao Cenipa.
O relatório final do Centro de Investigações não tem prazo para ser divulgado.(G1)

8 Mortos em queda. Helicóptero não deveria ter voado, diz responsável pela manutenção

Helicóptero caiu por falha mecânica, diz polícia de GO

A Polícia Civil de Goiás afirmou nesta quarta-feira que a queda do helicóptero que transportava o principal suspeito da chacina de Doverlândia e outras sete pessoas foi causada por falha mecânica. O Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (Cenipa), porém, não deu prazo para encerrar suas investigações.

"Não acreditamos em falha humana", disse a delegada Adriana Accorsi, diretora-geral da policia, que ainda descartou a hipóteses de atentado. Emocionada, lembrou que nesta quarta-feira é o Dia do Policial Civil - ela não embarcou para tentar impedir uma greve. Além do assassino confesso de sete pessoas do crime em 28 de abril, Aparecido Souza Alves, de 22 anos, morreram o superintendente Antônio Gonçalves Pereira dos Santos, de 64; o delegado de Iporá, Vinicius Batista da Silva, de 33; os delegados Bruno Rosa Carneiro, de 32, e Jorge Moreira da Silva, de 54; e os peritos Marcel de Paula Oliveira, de 31, e Fabiano de Paula Silva, de 37.

O acidente aconteceu às 15h55 de terça-feira, 15 minutos após a decolagem da fazenda Nossa Senhora Aparecida, onde foi feita a segunda reconstituição da chacina. Testemunhas viram peças se descolando da aeronave, que teria caído em pirueta.

O helicóptero Koala AW119 Mk-II Enhanced, da empresa anglo-italiana AgustaWestland, prefixo PP-CGO, tinha passado por revisão de 300 horas de voo, entre os dias 4 e 7. Na chacina foram degolados Lázaro de Oliveira Costa, de 57 anos, dono da fazenda e ex-presidente do Sindicato Rural de Doverlândia; Leopoldo Rocha Costa, de 22, filho do fazendeiro; Heli Francisco da Silva, de 44, vaqueiro do local; Joaquim Manoel Carneiro, de 61, amigo de Lázaro; Miraci Alves de Oliveira, de 65, mulher de Joaquim; Adriano Alves Carneiro, de 24, filho do casal; e Tâmis Marques Mendes da Silva, de 24, noiva de Adriano. Alves deu versões conflitantes sobre a motivação. Para a polícia não estava claro se houve comparsas.

Responsável por manutenção de helicóptero que caiu diz que aeronave não deveria ter voado
Engenheiro afirmou que a manutenção estava vencida

Um dos engenheiros responsáveis pela manutenção do helicóptero da Polícia Civil que caiu em Goiás e deixou oito mortos disse que a aeronave não deveria ter voado. Segundo o profissional, a manutenção do helicóptero estava vencida.

O engenheiro, que não quis se identificar, informou que a manutenção na aeronave não havia nem sido iniciada. Diz ainda que o delegado Osvalmir Carrasco, que morreu no acidente, insistiu para usar o helicóptero.

 Questionado se não havia um documento que autorizasse a viagem, o engenheiro responde que não.

- Eu ia pegar e obrigar um delegado a assinar um documento assumindo que ele estava errado e que eu tinha avisado ele?

A Polícia Civil está investigando as causas do acidente. A delegada-geral da Polícia Civil de Goiás, Adriana Accorsi, disse acreditar que a causa da queda do helicóptero da polícia na última terça-feira (8) tenha sido uma falha mecânica e não uma sabotagem.

Ela descartou que o suspeito da chacina que acompanhava a reconstituição, Aparecido Souza Alves, tenha se agitado e provocado a queda. Ela justificou que ele estava algemado e era segurado pelos delegados.

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Primeiro corpo de vítima da queda de helicóptero, em Goiás, é enterrado


Enterrado primeiro corpo de vítima da queda de helicóptero, em Goiás
Delegado de Iporá, Vinícius Batista Silva foi sepultado em Goiânia.
Acidente aéreo matou sete policiais e principal suspeito de chacina.
Corpo do delegado Vinícius Silva foi o primeiro a ser resgatado (Foto: Zuhair Mohamad/O Popular)

O delegado Vinícius Batista Silva foi sepultado no Cemitério Jardim das Palmeiras, em Goiânia, na tarde desta quarta-feira (9). Primeiro a ser resgatado entre as oito vítimas do acidente aéreo em Piranhas, no sudoeste de Goiás, corpo do titular da Delegacia de Iporáe chegou à capital nesta manhã.

Silva e mais sete pessoas estavam na aeronave modelo Koala, prefixo PP - CGO, da Polícia Civil. Eles retornavam da reconstituição da chacina ocorrida no dia 28 de abril em Doverlândia. O acidente aéreo aconteceu por volta das 16h de terça-feira (8), em uma fazenda a 35 quilômetros da cidade de Piranhas. Ninguém sobreviveu.

Policiais
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de Goiás, os policiais mortos no acidente são: o superintendente da Polícia Judiciária de Goiás, o delegado Antônio Gonçalves Pereira dos Santos; o delegado titular da Delegacia de Repressão a Roubo de Cargas, Jorge Moreira; o titular da Delegacia de Iporá, Vinícius Batista da Silva; o chefe do Grupo Aeroespacial e piloto do helicóptero, Osvalmir Carrasco Júnior; o chefe-adjunto do Grupo Aeroespacial e copiloto da aeronave, Bruno Rosa Carneiro; e os peritos criminais Marcel de Paula Oliveira e Fabiano de Paula Silva.

Chacina
A Secretaria de Segurança Pública de Goiás informou que as investigações da chacina de Doverlândia continuarão, pois há outros suspeitos além de Aparecido de Souza Alves, de 22 anos, que segundo a polícia, chegou a confessar a autoria do assassinato de sete pessoas.

Luto
O governador Marconi Perillo decretou luto oficial de três dias, devido à tragédia. O chefe da comunicação da Polícia Civil, Norton Ferreira, explica que, do ponto de vista do atendimento ao público, esta quarta-feira será um dia de trabalho como outro para a corporação. No entanto, ele admite que não há como encarar este dia com normalidade.
(G1)

Suspeito de degolar 7 morre em queda de helicóptero

Apesar da queda de helicóptero em GO, investigação da chacina continua
Informação foi dada pela Secretaria de Segurança Pública de Goiás.
Principal suspeito e 7 policiais morreram após fazerem reconstituição do crime.
Helicóptero cai em reconstituição e mata suspeito de chacina em GO

A Secretaria de Segurança Pública de Goiás informou que as investigações da chacina de Doverlândia, Goiás, continuarão, pois há outros suspeitos além de Aparecido de Souza Alves, de 22 anos, que segundo a polícia, chegou a confessar a autoria do assassinato de sete pessoas. Ele é um dos oito mortos na queda de helicóptero, a 35 quilômetros de Piranhas, no sudoeste goiano, na tarde de terça-feira (8).

A aeronave transportava para Goiânia os participantes da reconstituição da chacina que aconteceu no último dia 28. Segundo a Secretaria de Segurança Pública de Goiás, as vítimas são: o superintendente da Polícia Judiciária de Goiás, o delegado Antônio Gonçalves Pereira dos Santos; os delegados Bruno Rosa Carneiro, Osvalmir Carrasco Melati Júnior, Jorge Moreira da Silva e Vinícius Batista da Silva;  os peritos criminais Marcel de Paula Oliveira e Fabiano de Paula Silva; além do principal suspeito do crime, Aparecido de Souza Alves.

Até as 7h desta manhã, apenas o corpo do delegado Vinícius Batista havia chegado ao Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia. Segundo a diretora da Polícia Científica, Rejane Silva Sena Barcelos, ainda não há previsão para a chegada dos corpos das demais vítimas, já que o local do acidente é de difícil acesso.

Equipes de Iporá e Rio Verde participam do resgate. A corporação montou um centro de comandos no local com geradores de energia para facilitar o trabalho de localização e remoção dos corpos (veja vídeo ao lado).

Luto
O governador Marconi Perillo decretou luto oficial de três dias, devido à tragédia de Piranhas. O delegado-chefe da comunicação da Polícia Civil, Norton Ferreira, explica que, do ponto de vista do atendimento ao público, esta quarta-feira (9) será um dia de trabalho como outro para a corporação. No entanto, ele admite que não há como encarar este dia com normalidade.

Norton comenta que a comoção dentro da instituição, dentro da Segurança Pública como um todo é muito grande. Segundo ele, as pessoas estão atordoadas, tentando entender o que aconteceu. “A gente busca uma resposta e parece que essa reposta não chega para a gente”, afirma.

O chefe da comunicação da Polícia Civil conta que tinha uma convivência próxima com as vítimas. “Nós policiais (Civis e Militares) aprendemos a lidar com a dor dos outros, mas não aprendemos como encarar a nossa própria dor quando ela chega dentro da casa da gente. E esse é um sentimento que se abate sobre todos nós policiais. Eu não diria que vai ser um dia de trabalho normal. Peço até desculpas para a sociedade, pois num momento de comoção pode haver um policial mais nervoso, sem condições de exercer plenamente a sua atividade”, relata.

Reconstituição
A Polícia Civil de Goiás retomou, na manhã desta terça-feira, a reconstituição da chacina. O crime aconteceu no dia 28 de abril, em uma fazenda onde sete pessoas morreram degoladas.

O superintendente da Polícia Judiciária em Goiás, o delegado Antônio Gonçalves, e o delegado de Doverlândia, Vinícius da Silva, estavam responsáveis por conduzir o segundo dia dos trabalhos de reprodução simulada dos fatos. Na primeira parte da reconstituição, realizada na última quinta-feira (3) com a coordenação da delegada-geral de Polícia Civil, Adriana Accorsi, os investigadores teatralizaram, com ajuda de dublês, as duas primeiras mortes: do proprietário da fazenda e do filho dele, mortos dentro da casa.

Na terça, a polícia decidiu usar manequins para representar as cinco vítimas mortas na área externa da propriedade. Segundo Antônio Gonçalves, o mudança tem como objetivo facilitar os trabalhos. "Nestas cenas, os corpos serão arrastados no pasto. Com manequins fica mais fácil", explicou o delegado.

Suspeito
Assim como no primeiro dia da reconstituição, o principal suspeito do crime, Aparecido Souza Alves, foi a Doverlândia acompanhar os trabalhos.  "Ele vai falando o que aconteceu, enquanto os peritos vão encenando, filmando e fotografando", detalhou Gonçalves. Segundo ele, como não há nenhuma testemunha visual dos fatos, essa era uma importante prova técnica para desvendar o caso.

Aparecido, que confessou ser o autor da chacina, chegou a dizer que matou as sete vítimas sozinho. Mas, durante o primeiro dia da reconstituição, disse ter tido ajuda no pai durantes as execuções. A hipótese, apesar de ainda estar sendo investigada, é considerada "difícil", pela polícia. "O pai dele alega que esteve em uma cooperativa até as 15h. Ele teria que ter andado 15 quilômetros a pé em menos de uma hora para estar na fazenda na hora em que o crime começou", disse o superintendente na segunda-feira (7).

No mesmo dia, Aparecido passou por novos exames psicólogos. O objetivo era traçar o perfil psicológico do suspeito, que já havia mudado a versão dos fatos por diversas vezes, tanto sobre a participação de pessoas quanto à motivação. A única certeza da polícia era que o jovem cometeu os crimes, pois com ele a polícia encontrou o celular de uma das vítimas, roupas sujas de terra e de sangue, além dele ter deixado na casa do pai duas armas, uma delas roubada na fazenda.


Crime
No último dia 28 de abril, sete pessoas foram degoladas em uma fazenda na zona rural de Doverlândia. Morreram o dono da fazenda e o filho dele, um caseiro da propriedade e dois casais que haviam ido visitar o fazendeiro. Três pessoas estão presas. Segundo a polícia, eles foram ouvidos e negaram participação no crime.
(G1)

Helicóptero caiu durante reconstituição de chacina de Doverlância. Entre as vítimas, alguns corpos ficaram carbonizados e decapitados

Chacina em Goiás: Helicóptero cai durante reconstituição e oito morrem


Um helicóptero da Polícial Civil, que acompanhava a reconstituição da chacina em Doverlândia, a 412 quilômetros de Goiânia, caiu na tarde desta terça-feira (8) provocando a morte de oito passageiros, cinco deles delegados de polícia. O autor dos assassinatos, Aparecido Sousa Alves, 22, está entre as vítimas.

O acidente aconteceu na zona rural, a 25 km do município da Piranhas, na região de Doverlândia, quando a aeronave retornava para a capital, não chovia no momento. Na queda, o helicóptero modelo AW 119 Koala explodiu. O helicóptero caiu na fazenda Afonso Junqueira, no bairro Indaiá, por volta das 15h40. Segundo relato de peões da região, a aeronave teria rodopiado. Assim que caiu, houve a explosão. Entre as vítimas, alguns corpos ficaram carbonizados e decapitados

O acidente provocou a morte de cinco delegados da Polícia Civil, Jorge Moreira, Antônio Gonçalves, Elvis Almir Carrasco (que pilotava o helicóptero), Vinícius Batista e Bruno Carneiro (co-piloto) e mais dois peritos identificados inicialmente como Fabiano e Marcel.

O resgate dos corpos está sendo realizada pelo Corpo de Bombeiros. O local é de difícil acesso e não há previsão para a conclusão da operação. Os motivos da queda estão sob investigação. Segundo informações da assessoria de imprensa da Polícia Civil, o helicóptero estava com a revisão em dia.

A equipe de resgate é composta por integrantes da Polícia Técnico-Científica, Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e GT3 da Polícia Civil, além de um helicóptero do Corpo de Bombeiros com peritos e delegados para isolar o local e providenciar a identificação das vítimas. O Ministério da Justiça, Departamento de Aviação Civil (DAC) e Anac (Agência Nacional de Aviação Civil) foram avisados sobre o acidente.

O governador Marconi Perillo decretou luto oficial de três dias no Estado, em respeito aos policiais civis e demais vítimas da tragédia.

A chacina
Os delegados e agentes da Polícia Civil participavam da reconstituição da chacina, que ocorreu numa fazenda em Doverlândia, no dia 28 de abril, quando sete pessoas foram degoladas. Aparecido Souza Alves confessou os assassinatos.

Em depoimento, chegou a dizer que matou as sete vítimas sozinho. A polícia investigava se outras três pessoas teriam participado dos assassinatos do dono da fazenda e o filho dele, um caseiro da propriedade e dois casais que haviam ido visitar o fazendeiro.

Autor: Uol

terça-feira, 8 de maio de 2012

Delegados, peritos e principal suspeito da chacina de Doverlândia morrem em queda de helicóptero

Doverlândia - Cai helicóptero que participava de reconstituição de chacina em Goiás
"Helicóptero cai e mata cinco delegados e suspeito de chacina em Doverlândia"

Foto do helicóptero na 1ª parte da reconstituição, 
no dia 3 de maio. (Foto: Reprodução/TV Anhanguera)
Um helicóptero da Polícia Civil caiu, na tarde desta terça-feira (8/5), em uma fazenda na zona rural de Piranhas (GO), a 25 quilômetros da cidade. As informações iniciais apontam que o principal suspeito da chacina de Doverlândia (GO), Aparecido Sousa Alves, 22, está entre as oito vítimas do acidente. Antes da queda, a aeronave modelo AW 119 - Koala teria explodido.

Segundo informações da Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH), estavam ainda no helicóptero os delegados Jorge Moreira, Antônio Gonçalves, Elvis Almir Carrasco, Vinícius Batista, Bruno Carneiro, um perito e o piloto da aeronave.


Segundo informações da Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH), estavam ainda no helicóptero os delegados Jorge Moreira, titular da Delegacia Estadual de Repressão a Furtos e Roubos de Cargas, Antônio Gonçalves, titular da Polícia Judiciária, Osvalmir Carrasco Melati, que pilotava a aeronave, Vinícius Batista, titular da Delegacia de Iporá e responsável pelo inquérito da chacina, Bruno Carneiro, copiloto do helicóptero e dois peritos identificados como Fabiano e Marcel.


A equipe estava retornando para Goiânia depois de realizar a segunda etapa da reconstituição da chacina. Segundo o assessor da Polícia Civil, Norton Luiz Ferreira, o helicóptero teria passado por uma revisão nesta segunda-feira (7/5). Norton está reunido neste momento com o secretário de Segurança Pública e Justiça do Estado, João Furtado, para definir quais serão as atitudes tomadas pelos oficiais no local do acidente.

Uma aeronave do Corpo de Bombeiros de Goiânia já está a caminho do local do acidente. Segundo informações do Corpo de Bombeiros, o local é de difícil acesso e não há informações de sobreviventes.


Confira a lista com as oito pessoas que estavam no helicóptero:

1. Antônio Gonçalves Pereira dos Santos - Delegado de Polícia - Superintendente de Polícia Judiciária da PC de Goiás
2. Bruno Rosa Carneiro - Delegado de Polícia - chefe-adjunto do Grupo Aeropolicial
3. Osvalmir Carrasco Melati - Delegado de Polícia - Chefe do Grupo Aeropolicial
4. Jorge Moreira da Silva - Delegado de Polícia - Titular da Delegacia Estadual de Roubos e Furtos de Carga
5. Vinícius Batista da Silva - Delegado de Polícia de Iporá
6. Marcel de Paula Oliveira - Perito Criminal - cidade de Iporá
7. Fabiano de Paula Silva - Perito Criminal - cidade de Quirinópolis
8. Aparecido de Souza Alves - acusado de ter cometido os crimes na chacina



Delegado e policial que pilotavam helicóptero tinham mais de mil horas de vôos 

O delegado Elvis Almir Carrasco e o policial Bruno Rosa Carneiro tinham mais de mil e duzentas horas de vôos a frente do helicóptero do grupo aeropolicial de Goiás. Eles estiveram recentemente na cidade de Aragarças-GO para acompanhar o lançamento do policiamento de fronteira do governo de Goiás na divisa com Mato Grosso.

O ex-secretário de administração de Aragarças, Vladimir Marcelo, informou que sobrevoou a cidade de Aragarças na companhia dos policiais-pilotos ao lado do prefeito Marcos Antônio. A delegada Azuen Albarello e o major Valdeiri também participaram do vôo.

“Estamos todos chocados com o que houve em Doverlândia. Além de policiais, Carrasco e Bruno eram excelentes pilotos”, destacou Vladimir. A delegada Azuen seguiu por volta das 17 horas para Piranhas com uma equipe para auxiliar o resgate dos corpos.

O local onde helicóptero caiu, segundo lavradores, trata-se de uma grota e é de difícil acesso e o trabalho de resgate deve demorar no mínimo dois dias.

O repórter Vander Lima e o cinegrafista André Luís, juntamente com colegas da imprensa de Jataí-GO ouviram um comentário em tom de brincadeira do piloto Carrasco ao colega Bruno perguntando se havia resolvido um possível defeito de aquecimento na aeronave.

Logos os pilotos descontraíram sobre o assunto e mudaram a conversa. Um deles chegou a falar que iria vir de carro. Mas tudo de forma descontraída. Um dos policiais até brincou com uma repórter dizendo que poderiam ter uma nova matéria na seqüência. Fato que infelizmente se confirmou posteriormente.


Relembre o caso

Sete pessoas foram degoladas na cidade de Doverlândia, a 340 km de Goiânia. A chacina ocorreu no sábado (28) à noite em uma fazenda da região.

As vítimas foram o proprietário da fazenda, de 57 anos, seu filho, de 22 anos, um empregado da propriedade rural, de 34 anos, e quatro vizinhos que tinham ido ao local para entregar um presente de casamento.

Os corpos do fazendeiro e de seu filho foram encontrados dentro de um banheiro da propriedade por outros vizinhos que passaram pelo local e estranharam o silêncio, a porta fechada e a ausência dos proprietários.

Os restos mortais das outras cinco vítimas foram encontradas horas depois nas proximidades. Aparentemente, os vizinhos - o proprietário de outra fazenda, sua esposa, seu filho e sua nora - chegaram quando o crime já tinha sido consumado, mas enquanto os criminosos ainda estavam na residência.


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Nova Zelândia: helicóptero cai, mas piloto sobrevive

 Acidente aconteceu em uma das marinas da cidade de Oakland, Nova Zelândia.
Aeronave caiu após enroscar hélice em cabo de aço

Acidente ocorreu durante instalação de árvore de Natal em Auckland.
Aeronave caiu e partiu-se ao meio após rotor se enroscar numa corda.

Um piloto teve sorte ao sobreviver à queda de um helicóptero em Auckland, na Nova Zelândia, nesta quarta-feira (23). Veja o acidente no vídeo, feito por uma emissora local, ao lado.

O rotor da aeronave enroscou numa corda durante a instalação de uma árvore de Natal, e o aparelho caiu, dividindo-se em dois pedaços.

O piloto Greg Gribble, que tem 20 anos de experiência, saiu sem ferimentos graves.

Quarta-feira, 23/11/2011 O acidente impressionou quem passava e quem ajudava na montagem da árvore. O piloto era o único a bordo. Ninguém ficou ferido.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Queda de helicóptero em rio mata mulher em Nova York

 Queda de helicóptero em rio mata mulher em Nova York
Aeronave ficou totalmente submersa no East River na tarde desta terça (4).
Quatro pessoas foram resgatadas das águas do rio.
Resgate das vítimas da queda do helicóptero no East River
A  queda de uma helicóptero com cinco pessoas a bordo matou uma mulher na tarde desta terça-feira (3) no East River, em Nova York, segundo a polícia.

O acidente ocorreu próximo ao heliporto da Rua 34, em Manhattan, às 15h24 locais, logo após a decolagem do helicóptero, um modelo Bell 206 comercial, segundo Paul Browne, porta-voz da polícia.
Imagem da TV WCBS mostra sobreviventes da queda do helicóptero agarrados à aeronave, submersa no East River, na tarde desta terça-feira (4) (Foto: AP)

Os motivos do acidente ainda não estavam claros.

O helicóptero ficou totalmente submerso na água lodosa, virado de ponta-cabeça.
O piloto e três passageiros foram resgatados logo depois da queda. Três ficaram feridos, segundo os bombeiros.

As vítimas seriam turistas britânicos, segundo a WNBC-TV.


Equipes de resgate continuaram as buscas pela quinta pessoa, até que seu corpo foi encontrado sem vida..
Pelo menos dez barcos, a maioria da polícia, além de mergulhadores, participaram da tentativa de resgate.

A testemunha Joy Garnett afirmou que o helicóptero fez movimentos estranhos e girou duas ou três vezes antes de parar na água. Ela chegou a achar que era alguma filmagem de cinema.

Ele teria caído de uma altura de cerca de 8 metros, segundo ela.

Um porta-voz policial confirmou à Agência Efe que o acidente ocorreu no heliporto, na altura da rua 34, e que por enquanto não estão claras as causas do incidente. Segundo diversos meios da comunicação, o acidente estaria relacionado com a decolagem da aeronave.

Por sua parte, um porta-voz do Departamento de Bombeiros de Nova York informou que duas das vítimas foram transferidas ao Hospital Bellevue, enquanto uma terceira continua no local, embora se desconheça o estado de todas elas.

A operação de resgate fez com que se transferissem até a região mais de uma dúzia de embarcações do serviço da guarda-costeira e da Polícia de Nova York. A aeronave ficou completamente submergida no East River e várias equipes de submarinistas buscam a quinta vítima.

O porta-voz da Polícia de Nova York, Paul Browne, assinalou à imprensa que a nave acidentada é um helicóptero comercial do tipo Bell 206. As cenas exibidas pelos canais de televisão americanos, com numerosas embarcações de resgate, lembram a operação do dia 15 de janeiro de 2009, quando um avião da companhia aérea US Airways caiu no rio Hudson e a perícia de seu piloto, o capitão Chesley Sullenberger, salvou as 155 pessoas que estavam a bordo.

Imagem da TV local mostra os trabalhos de resgate (Foto: Reprodução de vídeo)


Do G1 eOpra Mundi

domingo, 11 de setembro de 2011

Helicóptero cai no Alto da Boa Vista

Bombeiros resgatam corpos de helicóptero que caiu no Alto da Boa Vista - Foto: Carlos Ivam
RIO - Bombeiros resgataram na manhã deste domingo os corpos do piloto Erick Ramiro Freitas, de 25 anos, e do fotógrafo Adamastor Sobrosa Filho, de 54, conhecido como Thor. Eles estavam no helicóptero prefixo PPRCEC, modelo Robson 44, da empresa Nat Aero Táxi, que caiu numa área de mata na localidade conhecida como Vale do Encantado, próximo à Estrada da Paz, no Alto da Boa Vista. O acidente ocorreu na noite deste sábado, por volta das 20h30m, depois da aeronave ter decolado do Aeroporto Santos Dumont, no Centro, em direção ao Aeroporto de Jacarepaguá.

De acordo com informações de amigos de Erick, que pilotava o helicóptero, ele é filho de Elzo Luiz Padilha Freitas proprietário da Nat Aero Táxi e da Net (Nacional Escola de Pilotagem) de Jacarepaguá. Apesar de jovem, Erick é considerado um piloto experiente. Ele já tinha mais de cinco mil horas de voos. No sábado, o piloto e Thor fizeram sobrevoo na cidade para fotos aéreas.

O resgate dos corpos começou por volta das 2h30m . Cerca de 20 bombeiros entraram na mata para retirar Erick e Thor. Amigos do rapaz ficaram no local do acidente durante toda madrugada. Um perito do Instituto Carlos Éboli (ICCE) informou que a aeronave se partiu em três pedaços. O caseiro de um sítio próximo ao local da queda contou que o helicóptero bateu em uma árvore antes de cair. Outro morador do local, Glauco Tavares,contou ter visto quando o helicóptero, já em pane, caiu girando. Segundo ele, havia um denso nevoeiro na hora do acidente.

Na manhã deste domingo, peritos do Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos (CENIPA) vão fazer uma nova perícia no local do acidente. Os corpos foram levados pelos bombeiros para o Instituto Médico Legal.

O último acidente de helicóptero registrado no Rio aconteceu em 19 de agosto, na Bacia de Campos . Uma aeronave a serviço da Petrobras caiu após o piloto informar, ao Aeroporto de Macaé, que precisaria fazer um pouso de emergência no mar. Quatro pessoas morreram.

No dia 20 de janeiro deste ano, cinco pessoas ficaram feridas na queda de um outro helicóptero, em Nova Friburgo . A aeronave, do Exército, tinha acabado de fazer uma operação de reconhecimento de áreas ainda isoladas pelas enxurradas daquele mês, quando caiu no pátio do Mercado Produtor da Região Serrana, em Campo do Coelho. Na queda, o helicóptero tombou de lado e pelo menos duas hélices se partiram.


Natanael Damasceno
 Waleska Borges

(oglobo.com.br)

sábado, 20 de agosto de 2011

Helicóptero desaparece no oceano


Helicóptero desaparece no oceano
Aeronave, onde estavam 2 tripulantes e 2 passageiros, teria feito pouso no oceano

Helicóptero modelo H-34.
 A Força Aérea Brasileira (FAB) informou, na noite de ontem, que o helicóptero que prestava serviço para Petrobras, e que deveria ter pousado no Aeroporto de Macaé, na Região Norte Fluminense, fez um pouso forçado no Oceano Atlântico, a cerca de 100km do litoral do fluminense.

A aeronave transportava os passageiros Ricardo Leal de Oliveira, auxiliar técnico de planejamento da empresa Engevix, e João Carlos Pereira da Silva, técnico de inspeção da empresa Brasitest; além do piloto Rommel Oliveira Garcia e do copiloto, cujo nome não foi liberado, por enquanto, a pedido da família. .

A Aeronáutica informou, por volta das 17h de ontem, que o helicóptero fez o pouso forçado no mar, após decolar da plataforma P-65 da Petrobras, com direção a Macaé, Rio de Janeiro. O piloto chegou a declarar emergência à torre de controle do aeroporto.

Desde a noite de ontem, as buscas são coordenadas pela FAB. Eles usam um avião P-95 Bandeirante Patrulha e um helicóptero H-34 Super Puma. Já a Marinha atua com um navio patrulha Guajar e um helicóptero.

A Petrobras informou que, assim que o helicóptero não chegou ao aeroporto, acionou o Plano de Emergência da Bacia de Campos. Segundo a Petrobras, a aeronave pertence a Senior Táxi Aéreo, que presta serviço à estatal. A Senior informou que está investigando o caso. [A Gazeta]




Buscas a helicóptero que desapareceu são retomadas no Rio
20 de agosto de 2011 • 07h45

Foram retomadas na manhã deste sábado as buscas pelo helicóptero a serviço da Petrobras que desapareceu com quatro pessoas a bordo na Bacia de Campos, ao largo da costa do Rio de Janeiro, no final da tarde de ontem. Os trabalhos, realizados pela companhia, a Marinha e a Força Aérea Brasileira (FAB), conta com o apoio de duas aeronaves e 16 embarcações.

O pouso forçado foi realizado em alto-mar, a cerca de 100 km do litoral. A aeronave seguia de uma plataforma de petróleo em direção à terra firme (Macaé). Antes do sumiço, o piloto detectou problemas e solicitou autorização para fazer um pouso de emergência, segundo informações da FAB.

O desaparecimento foi declarado às 17h15, instantes após o comunicado do piloto à torre de Macaé. Após a solicitação de emergência, como não havia comunicação e a aeronave não chegou ao destino, o Plano de Emergência da Bacia de Campos foi acionado. Homens e embarcações de buscas da Petrobras seguiram para o local. Além disso, um navio patrulha e um helicóptero da Marinha também foram enviados.

Na madrugada deste sábado, a Petrobras divulgou o nome de três dos quatro ocupantes do helicóptero (o nome do co-piloto não foi divulgado a pedido da família): o piloto Rommel Oliveira Garcia e os passageiros Ricardo Leal de Oliveira, auxiliar técnico de planejamento da empresa Engevix, e João Carlos Pereira da Silva, técnico de inspeção da empresa Brasitest.

Diariamente são feito diversos voos entre as bases da Petrobras e as plataformas no litoral brasileiro. Com a descoberta do pré-sal, a empresa deve aumentar sua frota de aeronaves e transportar mais empregados até as unidades produtoras que devem ficar ancoradas a uma distância superior a 300 km da costa.


domingo, 19 de junho de 2011

Filho e ex-mulher de cantor do Biquíni Cavadão são enterrados no Rio

Ex-mulher e filho do vocalista Bruno Gouveia morreram em acidente aéreo.
Sete estavam a bordo de helicóptero que caiu na noite de sexta, na Bahia.

Bruno, à esquerda carrega o caixão do filho. O dia mais triste do vocalista do 'Biquíni Cavadão'
À esquerda, o vocalista da banda Biquíni Cavadão, Bruno Gouveia, carrega o caixão do filho de 2 anos, que morreu na queda de um helicóptero na Bahia (Foto: Bernardo Tabak/G1)

Os corpos de Fernanda Kfuri, de 35 anos, ex-mulher do vocalista Bruno Gouveia, e do filho deles, Gabriel Kfuri Gouveia, de 2 anos, foram enterrados por volta das 15h30 deste domingo (19) no Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul do Rio de Janeiro. Mãe e filho estavam em um helicóptero que caiu no sul da Bahia, na noite de sexta-feira (17).

Parentes, amigos e integrantes da banda Biquíni Cavadão trocaram solidariedade e carinho no velório e sepultamento dos corpos. “O Bruno soube disso hoje de manhã. É um dos dias mais tristes da vida dele”, disse o guitarrista Carlos Coelho. “O Bruno perdeu duas das pessoas mais importantes da vida dele. Ele está sofrendo muito”, acrescentou o tecladista Miguel Flores.
Integrantes da banda Biquíni Cavadão falam com a
imprensa no velório da ex-mulher e do filho do
vocalista Bruno Gouveia (Foto: Bernardo Tabak/G1)
“Eu espero que vocês compreendam que a gente precisa de privacidade, e por conta disso contratamos seguranças. A gente pede desculpas por qualquer inconveniente que tenha ocorrido”, disse Flores aos jornalistas, explicando a presença de seguranças armados na entrada das capelas e nos portões de acesso ao cemitério.

Segundo a administração do cemitério, o corpo de Luca Kfuri de Magalhães Lins, 3 anos, também foi levado para o São João Batista e sepultado ainda na noite de sábado.

Sete pessoas a bordo de helicóptero
Sete pessoas estavam a bordo. Mariana Noleto, namorada do filho do governador Sérgio Cabral, o empresário Marcelo Mattoso de Almeida, que pilotava o helicóptero, e Jordana Kfuri, mãe de Luca, não foram encontrados.

Foram resgatados quatro corpos: do filho de Jordana, Luca, da irmã dela, Fernanda Kfuri, 35 anos, do sobrinho, Gabriel Kfuri Gouveia, 2 anos, e da babá das crianças. As sete vítimas tinham deixado o Rio para passar o fim de semana no resort do empresário.

O acidente foi durante uma viagem curta, entre Porto Seguro e Trancoso. O helicóptero caiu no mar na Praia de Itapororoca. O governador Sérgio Cabral está acompanhando as buscas na região.

Família tem esperança
A família de Mariana Noleto, que estava no helicóptero que caiu na praia de Ponta de Itapororoca, em Porto Seguro, litoral da Bahia, ainda aguarda notícias da jovem após o acidente. “Nossa esperança é Jesus, mas sabemos que ele só faz aquilo que quer e, por mais que pareça difícil, temos que aceitar seus desígnios”, disse ao G1, neste sábado (18), o tio de Mariana, Victor Massena.

Mariana, que tem 20 anos, mora no Rio e é namorada do filho do governador Sérgio Cabral, segue desaparecida. Ainda de madrugada, o pai da jovem, Hélio Aquino Noleto, embarcou para Porto Seguro para acompanhar de perto as buscas. A mãe, Márcia Cristina Massena Fernandes Noleto, segue em casa, no Rio, aguardando notícias do caso.

Pelo Twitter, o filho de Cabral, Marco Antônio, enviou uma mensagem de esperança ao irmão de Mariana, João. "Estamos todos aqui sentindo uma dor IMENSA!Vc sabe o quanto eu amo a sua irmã e me dedico a ela!Fica calmo!Não aja assim!", disse o jovem pelo microblog.

Quatro mortos
Também na madrugada, a Polícia Militar informou que quatro pessoas morreram no acidente. Uma das vítimas, Fernanda Kfuri, 35 anos, chegou a ser resgatada com vida, mas morreu no hospital regional Luis Eduardo Magalhães, em Porto Seguro. De acordo com informações da Polícia Civil de Porto Seguro, foram reconhecidos Luca Kfuri de Magalhães Lins, 3 anos, filho de Fernanda, e Gabriel Kfuri Gouveia, 2 anos, filho de Jordana Kfuri Cavendish, ainda desaparecida. A polícia confirmou também a morte de Norma Batista de Assunção, 49 anos, que era babá das crianças.

De acordo com informações da polícia e do Jacumã Ocean Resort, para onde estavam sendo levados os passageiros, quem pilotava o helicóptero era o empresário e sócio do empreendimento, Marcelo Mattoso Almeida, que está entre os desaparecidos. O piloto comandava um helicóptero modelo Esquilo, de prefixo PR-OMO. Os passageiros saíam de um jantar em outro resort e seguiam para o Jacumã, ambos em Trancoso.


Bernardo Tabak
Do G1 RJ

sábado, 18 de junho de 2011

Helicóptero com 7 ocupantes cai na BA; ao menos 4 morrem

Peças de helicóptero foram localizadas flutuando no mar



Polícia confirma a morte de três pessoas.
Namorada do filho do governador do Rio de Janeiro estava a bordo.
Destroço do helicóptero é encontrado na praia (Foto: Joá Souza/Agência A Tarde/AE)

Um helicóptero com sete pessoas a bordo caiu na sexta-feira na praia de Ponta de Itapororoca, em Porto Seguro, a 740 km de Salvador, sul da Bahia. Mariana Fernandes Noleto, namorada de Marco Antonio Cabral, filho do governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), estava na aeronave e chegou a ser dada como morta pela Polícia Civil de Porto Seguro, que voltou atrás na manhã deste sábado e informou que ela ainda estava desaparecida.

Segundo a Polícia Militar de Porto Seguro, oficialmente, quatro corpos foram encontrados e resgatados, sendo dois de mulheres, uma delas vestida de babá, e duas crianças. Os mortos foram identificados como Fernanda Kfuri, 35 anos, seus sobrinhos Luca Kfuri de Magalhães Lins, 3 anos, e Gabriel Kfuri Gouveia, 2 anos, e a babá das crianças, Norma Batista de Assunção, 49 anos. Além de Mariana, estão desaparecidos Jordana Kfuri - mãe de Luca e Gabriel, irmã de Fernanda - e o empresário Marcelo Almeida, que pilotava o helicóptero.

A única a sair com vida do acidente foi Fernanda, que foi encontrada por um barco pesqueiro no final da noite de sexta-feira. Com fraturas múltiplas e em estado de choque, ela foi levada para o Hospital Luís Eduardo Magalhães, em Porto Seguro, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.

Fernando Cavendish, marido de Jordana, e Marco Antônio não embarcaram pois não havia lugar: seriam várias viagens para levar todos os convidados. Eles iriam no voo seguinte, quando o helicóptero retornasse. A aeronave levava o grupo de amigos para passar o fim de semana no condomínio, que tem praia particular.
Segundo a Força Aérea Brasileira (FAB), apenas uma parte do helicóptero, que partia para Fazenda Jacumã, havia sido localizada às 23h30 e as buscas se concentravam no mar e próximo ao rio Trancoso.
No local havia uma forte neblina. O helicóptero era pilotado pelo empresário, presidente do First Class Group e dono do Jacumã Ocean Resort, um condomínio de luxo em Trancoso. Ele havia jantado horas antes em Trancoso com o governador Sérgio Cabral, que estava no resort com a família e o primeiro escalão do governo do Rio. Após o jantar, Marcelo saiu para pegar outro grupo de parentes do governador, quando houve o acidente. O helicóptero foi dado como desaparecido às 18h40.

As buscas são feitas pelos bombeiros e Marinha e devem contar com apoio da Aeronáutica, que a partir da manhã deste sábado começa a investigar as causas do acidente. O governador do Rio está em Porto Seguro com o filho auxiliando a FAB nas buscas.

Tragédia em resort
Em maio de 2009, uma aeronave caiu na pista de pouso do Terravista Condomínio, Resort e Golf, localizado na praia de Trancoso, também em Porto Seguro. O avião, um bimotor modelo King Air B350 que havia decolado da cidade de São Paulo, perdeu altura no pouso e bateu em uma árvore. Quinze pessoas morreram no acidente. [Com informações de O Dia e A Tarde]

FAB diz que voo de helicóptero que caiu na BA deveria durar dez minutos
Peças de helicóptero foram encontradas no litoral de Porto Seguro.
Aeronave caiu na noite desta sexta-feira, provocando a morte de 4 pessoas.
Homem puxa peça de helicóptero que caiu provocando a morte de quatro pessoas em Porto Seguro, no litoral da Bahia, na noite desta sexta-feira (18). (Foto: Joá Souza/Agência A Tarde/AE)

A Força Aérea Brasileira (FAB) informou, neste sábado (18), que o voo do helicóptero que caiu nesta sexta-feira (17) na praia Ponte de Itapororoca, no litoral de Porto Seguro, tinha duração prevista de dez minutos. Quatro pessoas morreram e três estão desaparecidas.

A aeronave decolou de Porto Seguro às 18h41 e deveria pousar às 18h51 na Fazenda Jarumã, que era o destino final do helicóptero. A FAB informou que o piloto não fez contato com o controle de tráfego aéreo local para informar qualquer anormalidade durante o voo.
Em nota, a FAB informou que a operação de busca aos desaparecidos é coordenada pelo Salvaero-Recife e Salvamar-Leste, com a utilização de meios navais e aéreos da Marinha do Brasil, da Agência da Capitania dos Portos da Bahia, em Porto Seguro, do 6º Grupamento de Bombeiros Militares de Porto Seguro, do Grupamento Aéreo da Polícia Militar do Estado da Bahia e da FAB, além do apoio de voluntários civis.
A Marinha está fazendo buscas com os navios Gravataí e Varredor Albardão. A FAB está usando um helicóptero H-34 Super Puma, que tem autonomia de até cinco horas de voo sem precisar de reabastecimento.

De acordo com informações do Jacumã Ocean Resort, para onde estavam sendo levados os passageiros, e da Polícia Civil, quem pilotava o helicóptero era o empresário e sócio do empreendimento, Marcelo Mattoso Almeida. O piloto comandava um helicóptero modelo Esquilo, de prefixo PR-OMO. Os passageiros saíam de um jantar em outro resort e seguiam para o Jacumã, ambos em Trancoso.

O Departamento de Polícia Técnica da Bahia está mobilizado. Dez profissionais, entre peritos médicos, criminais, técnicos e odontolegais, além de auxiliares de necropsia estão de plantão. Até o momento, quatro corpos já foram periciados, identificados e liberados.

Namorada do filho do governador do Rio
Por volta das 23h, o microblog Twitter do governador do Rio, Sergio Cabral, informou que uma das pessoas a bordo do helicóptero é Mariana Noleto, namorada de seu filho, Marco Antônio Cabral.

O secretário-chefe da Casa Civil do Rio de Janeiro, Regis Fichtner, informou que o governador está em Porto Seguro e acompanha os trabalhos de busca e resgate.

A mãe da Mariana Noleto, Márcia Cristina Massena Fernandes Noleto, afirmou ao G1 na madrugada deste sábado que ainda aguarda por mais notícias sobre o desaparecimento da filha. “O corpo dela ainda não foi encontrado, mas ela não morreu, como estão dizendo por aí. Eu tenho certeza disso, sinto isso. Minha filha ainda está desaparecida. Eu ainda tenho esperanças de que vão encontrar a minha Mariana viva”, disse Márcia Cristina. O pai de Marina embarcou para Porto Seguro.

Uma das vítimas, Fernanda Kfuri, 35 anos, chegou a ser resgatada com vida, mas morreu no hospital regional Luis Eduardo Magalhães, em Porto Seguro. De acordo com informações da Polícia Civil de Porto Seguro, foram reconhecidos Luca Kfuri de Magalhães Lins, 3 anos, e Gabriel Kfuri Gouveia, 2 anos. Jordana Kfuri Cavendish ainda está desaparecida. A polícia confirmou também a morte de Norma Batista de Assunção, 49 anos, que era babá das crianças.

Conforme a assessoria de imprensa do Biquini Cavadão, Gabriel é filho músico Bruno Gouveia com a ex-mulher dele, Fernanda Kfuri. Tanto Gabriel quanto Fernanda morreram no acidente. A assessoria não tinha informações sobre se o músivo estava na Bahia para reconhecimento dos corpos.

Em um primeiro momento, a Polícia Civil da Bahia chegou a informar que Gabriel e Luca eram filhos de Jordana, mas a informação foi retificada no início da tarde deste sábado.

Buscas
O tempo na região de Porto Seguro está nublado, mas o mar pouco agitado não impede as buscas aos desaparecidos, segundo a Capitania dos Portos de Porto Seguro. Dois mergulhadores da Marinha, outros três dos bombeiros e dois voluntários da região estão no mar na tentativa de encontrar as vítimas do acidente. Três lanchas da Marinha também estão sendo usadas.

O superintendente da Infraero, em Porto Seguro, informou que nenhum voo foi suspenso ou está em atraso por conta do acidente.

G1

domingo, 15 de maio de 2011

Marrone admite que costumava pilotar o helicóptero

Marrone admite que costumava pilotar o helicóptero
'Eu segurava o manche, isso aí é normal'; cantor não tem licença.
Em gravação feita há um mês, Marrone diz já ter mais de mil horas de voo.




O cantor sertanejo Marrone admite que costumava pilotar o helicóptero que se acidentou em determinadas ocasiões, mesmo sem ter licença. “Eu segurava o manche, isso aí é normal”, falou, em entrevista ao Fantástico. “Pilotava, lá em cima, sim, mas pilotar embaixo, não. Decolar, fazer essas coisas, eu não fazia, não.”
Na terça-feira (10), a assessoria da dupla sertaneja Bruno e Marrone divulgou em seu site que o cantor afirmou nunca ter assumido o comando do helicóptero antes da queda.
saiba mais

No dia 2 de maio, o helicóptero em que o cantor estava caiu logo após decolar de São José do Rio Preto, no interior de São Paulo. O piloto, Almir Bezerra, teve parte da perna esquerda amputada e segue internado. Jardel Borges, primo e secretário de Marrone, sofreu traumatismo craniano e permanece em estado grave.

O cantor teve apenas ferimentos leves, mas o acidente trouxe à tona uma série de dúvidas: por que Marrone estava sentado do lado direito da aeronave, destinado ao piloto? Isso teria atrapalhado alguma manobra? Marrone estaria no comando do helicóptero recebendo instruções de voo de um piloto sem certificação para dar aulas?

O piloto Almir Bezerra disse em depoimento à polícia que era ele quem estava no comando do helicóptero no momento do acidente, apesar de Marrone estar sentado do lado direito. Mas Bezerra também admitiu que o cantor pilotou o helicóptero em trechos do trajeto entre Curitiba e São José do Rio Preto.

Em entrevista, o cantor disse que não havia problemas em ele pilotar, mesmo sem o brevê – e, segundo ele, quem garantia isso era o piloto Almir Bezerra. “Eu estou consciente, eu já estava consciente e estou consciente [de que não deveria estar sentado do lado direito do helicóptero]. Porque não sou eu que deixou eu ir lá do lado direito. Quem me liberou foi o meu piloto, o Almir. Ele falou: ‘Você pode ir aí que não tem problema. Para mim, eu pilotar do lado esquerdo, do lado direito, tanto faz. Pode sentar aí que eu vou explicando para você’”, diz.

Riscos
No entanto, o especialista em segurança de voo Jorge Barros assegura que há riscos no fato de alguém sem licença segurar o manche, um dos comandos do helicóptero. “Uma pessoa não habilitada, ao tocar os comandos, está sendo um intruso perigoso para a segurança do voo. Ela não pode tocar nos comandos. Nenhuma chave, nenhum equipamento do avião que possa interferir no voo. Ela está limitada apenas a se comportar como passageiro”, esclarece Barros.

Sentado à esquerda, o piloto tem menos acesso aos equipamentos do helicóptero. Só pode pilotar nesta posição um piloto instrutor de vôo – o que não é o caso de Almir Bezerra. “Ele falou para mim: ‘Fica tranquilo, a responsabilidade era minha, é minha, eu sabia o que estava fazendo, então fica tranquilo, entendeu?’ Estou tranquilo”, disse Marrone.

Em imagens feitas em outubro de 2010, em Novo Hamburgo, no Rio Grande do Sul – às quais a reportagem teve acesso –, o cantor aparece embarcando do lado direito do helicóptero. “Já aconteceu de eu ir algumas vezes, mas não era sempre, não”, argumenta Marrone.

O cantor admite que era ele quem pedia para sentar do lado direito, para “ir aprendendo”. Ele diz que ia “mexendo nos relógios” e que “às vezes, pegava no manche também”.

Mil horas de voo
Outra gravação, feita há um mês, mostra o cantor em pleno voo. Nela, Marrone explica o que fazia no Aeroclube de Umuarama, no Paraná: “Quando eu posso, eu estou com meu piloto fazendo algumas aulas. Eu já piloto todos os dias com ele, já estou com mais de mil horas já, já estou tirando minha brevê, inclusive”, declarou no vídeo.

“Estou fazendo as emergências. Perda de motor, é muita coisa, a gente tem que passar, porque quando acontecer uma pane na aeronave, a gente tem que estar ciente do que a gente está fazendo para não morrer”, continuou Marrone no vídeo.
Questionado pela reportagem se foi o piloto Almir Bezerra que deu todas as mil horas de aulas práticas de maneira irregular, Marrone respondeu: “Mil horas? Quem disse isso?”. Ao saber que ele próprio havia feito a declaração em vídeo gravado há um mês, o cantor se limitou a dizer: “Às vezes, a gente fala de uma maneira não dizendo que eu seja piloto, nada. Não é que eu estava falando que eu era piloto, a gente aumenta.”

Exame teórico
Antes das aulas práticas de pilotagem, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) exige um teste teórico, mas Marrone diz à reportagem que não fez nenhuma prova. Porém, um documento, que também está disponível na internet, indica o contrário. Nele consta que Marrone fez o exame teórico e foi aprovado.
A reportagem questiona quem poderia ter feito o exame no lugar dele. “isso aí eu não posso te responder agora.” Para fazer essa prova, o candidato precisa ter o ensino fundamental completo, o que Marrone não tem.

As causas do acidente estão sendo investigadas pela Aeronáutica. Só depois disso, a Anac vai decidir se cabe punição ao piloto que voava com Marrone.

Shows
Na noite de sexta-feira, Marrone participou do primeiro show aberto ao grande público desde o acidente.

domingo, 8 de maio de 2011

Marrone pode responder pelos crimes de lesão corporal e pilotar sem habilitação

Nesta semana, o cantor deve prestar depoimento à polícia, que tem 30 dias para concluir o inquérito.
Bruno, desta vez, sem Marrone que só apareceu no telão do show em São Paulo, na quinta-feira passada. “Estou um pouco abalado pela tragédia. Eu levei um susto muito grande. Se Deus quiser, eu vou me recuperar e eu vou estar junto de vocês”, disse para o público.

O acidente aconteceu na segunda-feira (2). O helicóptero em que Marrone viajava caiu e ficou completamente destruído. O cantor teve ferimentos leves.

O Fantástico reconstitui os detalhes deste acidente e explica por que Marrone passou de vítima a investigado.

No domingo (1) à noite, Bruno e Marrone cantam na festa do Dia do Trabalho, em Curitiba. No dia seguinte, às 10h, sem o parceiro, Marrone embarca no helicóptero-esquilo, que comprou há dois anos. O destino é Goiânia, com parada em São José do Rio Preto, para reabastecimento.

A aeronave pousou em Rio Preto com o piloto Almir Bezerra, Marrone, e o primo dele, Jardel Borges. Às 14h30, decolou para Goiânia. Dois minutos depois, perdeu potência. A queda foi a apenas 800 metros da decolagem.

Segundo testemunhas, o helicóptero passou por cima de um centro de exposições, que é uma área bem grande, e foi bater em uma árvore, caindo em um canto, onde ele destruiu um curral e um alambrado.

As imagens mostram o impacto do acidente. Algumas pessoas foram as primeiras a chegar.

“Tinha uma pessoa que estava saindo meio engatinhando, que era o Marrone. Perguntei para ele se ele estava bem, ele gesticulou que sim. Foi nesse momento que ele olhou, parou e ficou meio estático olhando para os amigos que estavam no chão”, lembra a assistente social Patrícia Araújo.

O piloto teve a perna esquerda decepada. O outro passageiro Jardel sofreu ferimentos graves e traumatismo craniano. Marrone recebeu alta na quarta-feira (4). Foi quando começou a polêmica. Uma testemunha disse que viu Marrone sentado do lado direito helicóptero, local destinado ao comandante. O próprio cantor e o piloto Almir Carlos Bezerra confirmaram.

Almir: Eu estava do lado esquerdo, mas a aeronave tem duplo comando, você pode voar de qualquer um dos lados.

Fantástico: O Marrone então tava...?

Almir: Do lado direito

Fantástico: E você do esquerdo?

Almir: Do lado esquerdo

Um especialista explica que, no duplo comando, duas pessoas podem acionar os controles. Mesmo assim, o piloto deve sempre se sentar do lado direito.

“Os comandos são instalados de forma que, sentado do lado direito, o piloto consiga com o mínimo de movimento de cabeça visualizar todos os instrumentos na sua totalidade. Do lado esquerdo, ele não consegue ter o mesmo tipo de visão”, aponta o presidente Associação de Pilotos de Helicóptero, Rodrigo Duarte.

O Fantástico teve acesso ao depoimento do piloto Almir Bezerra, em que ele diz que, em alguns trechos do trajeto entre Curitiba e São José do Rio Preto, o cantor Marrone pilotou o helicóptero.

A justificativa do piloto é a de que Marrone está aprendendo a pilotar. O Fantástico apurou que o cantor fez exames de saúde e provas teóricas, mas ainda não concluiu o curso. Portanto, ele só poderia pilotar no chamado voo de instrução, que é uma aula prática.

Em um voo de instrução, o aluno fica do lado direito e o professor, do esquerdo, exatamente como no acidente com Marrone. Mas neste tipo de voo não pode haver passageiros e o primo do cantor, Jardel, estava na aeronave.

Além disso, o piloto que orienta o aluno precisa ser instrutor certificado, o que Almir não é.

Fantástico: Ele disse que ele é um instrutor?
Delegado José Luiz Chain: No caso, ele estava atuando como instrutor do Marrone.
Fantástico: Apesar de não ter a documentação de instrutor?
Delegado: Apesar de não ter a documentação de instrutor.

Mesmo assim, o piloto garante que era ele quem estava no comando durante a queda do helicóptero, e não Marrone.

“Não é comum uma pessoa estar do lado direito e não estar pilotando. Quem está sentado do lado direito normalmente é o piloto da aeronave”, afirma o presidente da Associação de Pilotos de Helicópteros.

“É imprescindível que se determine quem estava comandando a aeronave para se posicionar quem é vítima e quem é o autor”, ressalta o delegado.

Se ficar provado que Marrone comandava o helicóptero no momento da queda, ele poderá responder pelos crimes de lesão corporal, porque o acidente teve vítimas, e de pilotar sem habilitação.

Nesta semana, Marrone deve prestar depoimento à polícia, que tem 30 dias para concluir o inquérito. Marrone volta aos palcos na sexta-feira (14).

Site do Fantástico

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Luan Santana e Bruno comentam acidente com helicóptero de Marrone

Vários sertanejos comentaram nesta tarde o acidente com Marrone, da dupla Bruno & Marrone.
Luan Santana, Bruno e Michel Teló, entre outros sertanejos, se solidarizaram ao cantor por meio de mensagens no Twitter.

Marrone é atendido após queda de helicóptero
(Foto: Paulo Henrique Magri/Futura Press
Na tarde desta segunda-feira (2), o cantor estava em um helicóptero que havia acabado de decolar em São José do Rio Preto e fez um pouso forçado perto de um córrego no parque de exposições da cidade.



Estavam na aeronave Marrone, que teve ferimentos leves, o piloto da aeronave, que teve o pé decepado, e o secretário da dupla, Jardel, que estaria inconsciente.





Bruno ficou apavorado ao saber de acidente com Marrone, diz assessora

O cantor Bruno ficou "apavorado" ao saber do acidente com o amigo Marrone, com quem tem uma dupla sertaneja. Segundo a assessoria de imprensa dos artistas, Bruno ficou muito assustado quando soube da queda do helicóptero, na tarde desta segunda-feira (2), em São José do Rio Preto, a 438 km São Paulo. Na aeronave, estavam ainda o piloto e um secretário da dupla.

Helicóptero com cantor sertanejo Marrone cai no interior de SPHelicóptero com Marrone tentou pouso de emergência, diz bombeiroBruno vai acompanhar os desdobramentos do caso de Uberlândia, em Minas Gerais, onde mora. A assessoria de imprensa informou que o cantor pediu a um parente que mora em São José do Rio Preto que desse auxílio aos feridos no que precisassem.

De acordo com o major Paulo César Berto, do Corpo de Bombeiros de São José do Rio Preto, o piloto do helicóptero onde estava o cantor sertanejo Marrone tentou um pouso de emergência pouco antes da queda em uma propriedade próxima ao aeroporto da cidade.

O oficial dos Bombeiros afirmou que, apesar da gravidade do acidente, Marrone estava consciente e orientado após a queda da aeronave. Segundo o major, o piloto do helicóptero perdeu o pé esquerdo e os médicos de emergência tentarão fazer um reimplante. O outro ocupante do helicóptero apresentava trauma crânio-encefálico, rigidez abdominal e fratura no braço direito.

G1

domingo, 24 de abril de 2011

Os 10 mais eficientes Helicópteros militares

Helicóptero é um tipo de aeronave de asas rotativas, mais pesado que o ar, propulsado por um ou mais rotores horizontais maiores (propulsores) que, quando girados pelo motor, criam sustentação e propulsão necessárias para o vôo. Devido ao fato de as pás do rotor girarem em torno de um mastro, são classificados como aeronave de asa rotativa, o que os distingue das aeronaves de asa-fixa convencional (avião).

Helicópteros permitir-nos fazer alcançar muitas tarefas de forma pragmática e de uma forma eficaz que uma aeronave de asa fixa, não seria capaz de fazer. Helicópteros podem decolar e pousar verticalmente e também pode voar para frente ou para trás. Estes são utilizados em inúmeras operações militares e de outras tarefas como a de salvar vidas de pessoas em uma situação catastrófica como inundação, por exemplo. Pode ainda permanecer no ar por muito tempo e isso facilita os soldados para realizar várias atividades que de outra forma não seria possível. O primeiro helicóptero operacional foi Focke-Wulf Fw 61 e foi desenvolvido em 1936. Este é sobre os melhores e mais eficientes helicópteros de ataques do mundo, vamos ver os helicópteros mais eficiente na lista abaixo.


10. 47 Sioux Bell OH-13



É um helicóptero de utilidade geral fabricado pela Bell Helicopter. Sua velocidade de cruzeiro máxima é de 83 mph, o armamento principal é de duas metralhadoras 7.62mm. Tornou-se famoso na guerra da Coréia e das características distintivas deste estão tubos soldados na cauda e bolha dossel.

9. Focke-Achgelis Fa 223

Ele foi desenvolvido pela Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial. Velocidade de cruzeiro de até 175 km / h e ganhar uma altitude tão elevada como 7100m. sua capacidade de carga foi 1,000 quilogramas, a uma velocidade de cruzeiro de 121 km / h. Focke era alimentado por um motor de 323 Bramo radial.

8. Lince

Foi fabricado pela Agusta Westland e é um helicóptero utilitário leve. A máxima velocidade de cruzeiro é de 152 mph, mas em 1986, um lince despojado estabeleceu um novo recorde para a maior velocidade alcançada por um helicóptero em 249 mph. Sua arma principal é de dois canhões de 20 mm, dois de 70 mm lança-mísseis e mísseis TOW.

7. Chinook CH-47

Foi fabricado pela The Boeing Company e é um helicóptero de transporte médio. Sua velocidade de cruzeiro máxima é de 165 mph. Um fato histórico sobre o Chinook é que foi implantado pela primeira vez para o Vietnã, em 1965. Pode transportar soldados e equipamentos em profusão. A singularidade do seu design está no rotores de 60 metros de comprimento contra-rotação.

6. MI-24 Hind

Foi fabricado pela MIL Moscow Helicopter Plant e tem basicamente um dois-assento helicóptero. Sua velocidade de cruzeiro máxima de 185 km / h com uma capacidade de carga de 8 de tropas. Foi entregue aos russos, pela primeira vez em 1970. É dois em um, pois é realmente um helicóptero de ataque, mas ao mesmo tempo, pode levar um grande número de tropas em sua cabine.

Os pilotos soviéticos apelidaram esta aeronave como "tanque voador" (em russo: letayushchiy tank). Outros nomes não oficiais que recebeu foram Krokodil ("Crocodilo"), por causa da camuflagem do novo helicóptero, e Stakan ("Cristal"), devido às janelas como grandes placas de vidro ao redor do cockpit da primeira versão Hind A.

Em outubro de 2007, a Força Aérea da Rússia anunciou que em 2015 iria substituir os cerca de 250 helicópteros Mi-24 para os últimos 300 Mil Mi-28 helicópteros de ataque e, possivelmente, Kamov Ka-50. A partir de 2010 o Brasil passou a contar com essa aeronave como efetivo da Força Aérea Brasileira.


5. Oh-6 Cayuse

Foi fabricado pela Hughes Helicopters e da McDonnell Douglas e é um helicóptero de observação a luz e helicópteros de ataque. Tem uma velocidade de cruzeiro máxima de 137 mph e seu apelido é "vôo do ovo", com  as manobras que pode realizar mais eficiente que os outros helicópteros. Ele é alimentado por turbina Allison T63-A-5.

4. AH-1 Cobra

Foi fabricada pela Bell Helicopters e é um helicóptero de ataque em geral. Sua velocidade de cruzeiro máxima é de 173 mph e é alimentado por 2 x General Electric T700-GE-401 turboshafts. É especialmente concebido para um suporte mais estreita no campo de batalha para as tropas.

O Bell AH-1 Cobra (designação da empresa: Modelo 209) tem duas pás, motor único, helicóptero de ataque fabricado pela Bell Helicopter . Ele compartilha um comum motor , transmissão e rotor do sistema com os mais velhos UH-1 Iroquois . O AH-1 também é conhecido como o HueyCobra ou Snake.
O AH-1 era a espinha dorsal do Exército dos Estados Unidos é a frota de helicópteros de ataque, mas foi substituído pelo AH-64 Apache do Exército em serviço. Versões atualizadas continuar a voar com os militares de várias outras nações. O AH-1 versões bimotor permanecem em serviço com Marinha dos Estados Unidos como serviço principal como helicóptero de ataque. Os excedente helicópteros AH-1 foram convertidos para o combate aos incêndios florestais. O Serviço Florestal dos Estados Unidos refere-se ao seu programa como a Cobra Firewatch.

3. UH-1 Huey

Ele foi fabricado pela Bell Helicopter e tem uma velocidade de cruzeiro de 115 mph. Falando da sua capacidade de carga, tem capacidade para transportar tropas ou 3000 11-14 libras de carga. Voou pela primeira vez em 1956 e ainda é usado. Foi introduzido pela primeira vez na Guerra da Coréia para servir o objetivo da inserção rápida de robustas tropas no campo de batalha.

2. UH-60 Black Hawk

Foi fabricada pela Sikorsky Aircraft e é um helicóptero médio multifunção. Sua velocidade de cruzeiro máxima de 160 mph e apelidado de Night Stalker. Ele tem uma armadura que pode resistir a 23 mm de conchas. Sua capacidade de carga é de cerca de 11 tropas ou 8.000 kg de carga e do armamento principal dos dois é 7,62 mm Six-Barrel Miniguns, 16 mísseis anti-tanque Hellfire.

1. Longbow Apache AH-64D

Foi fabricada pela Boeing e é principalmente um helicóptero de ataque. Sua velocidade de cruzeiro máxima é de 165 mph e entrou pela primeira vez no serviço em 1984, em resposta da América para o medo da Guerra Fria com a União Soviética. Ele está equipada com várias tecnologias mais recentes como o piloto com sistema de visão noturna, visão alvo de aquisição e designação de GPS, etc

O AH-64D Apache Longbow é um fantastico helicoptero de combate.Sua resistência, potencia e forte armamento lhe manterão em serviço ativo por decadas ainda.

Ele é armado, normalmente, com um canhão “Chain Gun” M-230 de 30 mm. Esse canhão dispara 625 tiros por minuto e sua munição, uma granada de 30 mm, é capaz de destruir, praticamente, todos os blindados sobre rodas e causar estragos feios em tanques mais pesados de esteira. Além do canhão, voltando ao armamento transportado, o Apache é equipado com 2 casulos de lançamento de foguetes de 70 mm. Esses casulos transportam 19 foguetes cada um, e são usados para destruir alvos pequenos. Eles podem, por exemplo, perfurar a leve blindagem dos blindados de transporte de tropas, sobre rodas e detonar uma ogiva quando estiver dentro do veículo, através de uma espoleta de retardo. Futuramente esses foguetes serão guiados através de um programa de atualização de armamentos que estão colocando sistemas de guiagem a laser nesses foguetes. E para terminar, o Apache transporta junto com os armamentos já mencionados, 8 mísseis, antitanque AGM-114 Hellfire, que é o mais destrutivo míssil anti tanque lançado por um helicópteros já construído. O alcance do Hellfire é de mais de 7 km, por tanto fora do alcance dos canhões antiaéreos, e ele destrói, simplesmente, todos os tanques de guerra existentes. Não há nenhum tanque de guerra que continue operando depois de atingido por um hellfire. Uma vez, pude assistir um vídeo onde uma demonstração muito interessante foi mostrada. Um Tanque pesado do exercito dos EUA, M-1 Abrams, foi usado de alvo contra um Hellfire. Para resumir, o míssil penetrou na couraça deste tanque, um dos mais bem blindados do mundo, e atingiu o compartimento de munição do canhão principal. O tanque teve o compartimento estourado para cima, já que tem um dispositivo para proteger a tripulação nesses caso extremos, abre uma comporta da torre, acima do compartimento de munição, direcionando a energia da explosão para cima e para fora do tanque.. Ou seja, o melhor tanque americano tinha sido posto fora de combate, já que nem munição tinha mais e nem capacidade de rodar, por um impacto direto de um Hellfire. Outro teste só que mais dramático, foi quando um tanque M-60, de origem americana, do mesmo tipo usado por um batalhão de infantaria mecanizada brasileiro, foi destruído, por inteiro, depois de um impacto de um Hellfire. Deste M-60, não sobrou nada, e certamente , teria matado toda a tripulação, que estivesse nele, se fosse um ataque em situação real.

Fontes: tiptoptens.com e aircombatcb.blogspot.com