Índio tem rosto perfurado por lança ao ser confundido com peixe, no AM Irmão acertou arpão na vítima, que havia mergulhado em rio. Índio foi operado no Hospital de Guarnição do Exército.
Um indígena de 15 anos teve o rosto perfurado por um arpão em uma comunidade do município de São Gabriel da Cachoeira, a 852 km de Manaus, ao ser confundido com um peixe. O acidente ocorreu quando ele e o irmão mergulhavam na margem de um rio. Ele não corre risco de morte.
Adolescente viajou dois dias com o arpão no rosto (Foto: Divulgação/Hospital de Guarnição do Exército de São Gabriel da Cachoeira)
Natural de Pari-Cachoeira, comunidade distante 315 km da sede do município e a apenas 30 km de distância da fronteira do Brasil com a Colômbia, o adolescente precisou viajar de canoa do distrito até a sede do município, onde foi atendido no Hospital de Guarnição do Exército no local. O incidente ocorreu na terça-feira (2) e ele foi atendido na última quinta (4), segundo informações da TV Amazonas.
A major Inês, que trabalha no hospital do Exército no município, informou à emissora que familiares do jovem relataram que o irmão da vítima atirou o arpão acidentalmente.
Segundo os relatos, o jovem ferido estava mergulhando no rio para pegar peixes presos em um "kakuri" - armadilha feita com varas de madeira que prende peixes que nadam contra a correnteza -, quando o irmão, que estava na margem do rio, viu o movimento na água, pensou que fosse um peixe e atirou o arpão.
De acordo com informações obtidas pela TV Amazonas, o adolescente foi operado por uma equipe médica do Hospital de Guarnição do Exército e se recupera bem.
Visão da nova ponte sobre o Rio Doce em Colatina
BR 259, à altura da nova ponte sobre o Rio Doce em Colatina. Este é o contorno à sede do município de Colatina.
Explosão no centro do Rio deixa ao menos 3 mortos e 10 feridos
RIO (Reuters) - Pelo menos três pessoas morreram e dez ficaram feridas numa explosão provavelmente provocada por vazamento de gás num prédio na área da Praça Tiradentes, na região central do Rio de Janeiro.
A explosão ocorreu por volta das 7h30 da manhã desta quinta-feira em um prédio comercial e residencial na Rua da Carioca. No primeiro piso funciona uma lanchonete. O estrondo assustou moradores da região e comerciantes.
A fachada do prédio e vidraças do edifício ficaram destruídas e os destroços se amontoam na porta do prédio, bem como galhos de árvore e vários materiais. Uma banca de jornais em frente ao edifício também foi atingida.
"Os mortos são três adultos que provavelmente trabalhavam na lanchonete. Pelo tipo de desastre, há fortes características que indicam ter sido vazamento de gás. Os oficiais confirmam ter sentido forte cheiro de gás no local", disse à Reuters o major Gil Kempes, do Centro Estadual de Administração de Desastres, da corporação dos bombeiros. Segundo o major, dez feridos foram levados para o Hospital Souza Aguiar.
"A terra chegou a tremer. Parecia até um terremoto ou coisa do gênero", disse à Reuters um hóspede de um hotel a poucos metros do acidente. "Estamos entrando no interior do prédio para saber se há mais vítimas", declarou um bombeiro
Ruas do centro da cidade foram interditadas ao trânsito em razão do acidente, o que prejudicou bastante o tráfego no horário de pico.
O local onde ocorreu a explosão é um ponto tradicional do Rio de Janeiro . Ali perto estão o Teatro Tiradentes, lojas de diversos tipo, hotéis s e uma das praças mais tradicionais da cidade. Um pouco mais à frente estão os prédios do BNDES e da Petrobrás.
Prédio destruído após a explosão
Toda a região está interditada pelo Corpo de Bombeiros, pela Polícia Militar e pela Guarda Municipal. Uma banca de jornais que estava em frente ao edifício ficou totalmente destruída. A Praça Tiradentes e toda região foi atingida. Um fogão foi parar no meio da rua e aparelhos de ar condicionado estão pendurados e muitas vidraças quebradas na fachada do prédio. A hipótese de ser uma explosão de um bueiro foi descartada.
Existe um restaurante no térreo do prédio que fica localizado na esquina das ruas da Carioca e Visconde de Rio Branco, na altura da Praça Tiradentes. Os corpos das vítimas fatais foram arremessados por cerca de 40 metros, após explosão.
As ruas da Carioca, Silva Jardim, Da Assembléia, Praça Tiradentes e Visconde do Rio Branco entre outras estão interditadas.
'Tudo acabou', diz dona de sorveteria atingida por explosão no Centro do RJ Aos prantos, Márcia Almeida se desesperou ao ver tudo destruído. Explosão deixou 3 mortos e pelo menos 13 feridos nesta manhã.
Dona de sorveteria é amparada
(Foto: Carolina Lauriano/G1)
Aos prantos, Márcia Almeida, dona de uma sorveteria atingida pela explosão que aconteceu no Centro do Rio na manhã desta quinta-feira (13) se desesperou ao chegar à loja para trabalhar e ver tudo destruído. A explosão deixou três mortos e pelo menos 13 feridos.
“Eu ouvi no rádio, vindo pra cá, mas não sabia que era a minha loja. Tudo acabou, meu Deus”, disse ela que é proprietária do imóvel há 1 ano.
A explosão aconteceu na lanchonete Filé Carioca, que fica num prédio de onze andares na Praça
Tiradentes, perto da Rua da Carioca. A sorveteria fica ao lado do local atingido.
O local fica a cerca de 30 metros de um posto da Polícia Militar.
Pelo menos 40 bombeiros do quartel Central estão no local para atender as vítimas. Segundo o coronel Hélio Oliveira, assessor de comunicação dos bombeiros, há pelo menos 13 feridos, sendo três em estado grave. As vítimas foram levadas para o Hospital Souza Aguiar, também no Centro.
“É um cenário de guerra. Parece que a gente está no Iraque. É uma coisa espantosa, inacreditável. Pessoas foram arremessadas a cinco metros”, disse o cabo Dielson da Silva Evangelista, que está no local.
Procurada pelo G1, a assessoria da Light informou que o fornecimento de energia é normal e que não tem qualquer responsabilidade no incidente. Já a Companhia Distribuidora de Gás do Rio (CEG) disse que enviou um equipe ao local para apurar se a explosão foi causada por algum vazamento de gás da sua rede ou por botijão de gás.
Pessoas observam fora da área isolada
Interdições
O Centro de Operações da Prefeitura do Rio informa que as ruas da Carioca, Assembleia, Visconde de Rio Branco e República do Paraguai, altura da Evaristo da Veiga, estão interditadas ao trânsito. Equipes da Prefeitura, como agentes da CET-Rio, Guarda Municipal e Comlurb, além de Bombeiros e Policiais Militares estão no local, que está isolado.
Como alternativa, os motoristas que circulam pelo Centro podem utilizar as avenidas Rio Branco, Almirante Barro, República do Chile, além das ruas do Lavradio, Senado, Vinte de abril e Avenida Mem de Sá.
Reuters/Brasil Online
(Reportagem de Rodrigo Viga Gaier)
Bombeiro diz que lanchonete onde houve explosão não podia usar gás
Comandante diz que prédio não poderia ter 'utilização de gás combustível'.
Explosão no Centro do Rio deixou 3 mortos e 17 feridos.
O comandante do Corpo de Bombeiros e secretário estadual de Defesa Civil, coronel Sérgio Simões, afirmou que a lanchonete onde houve uma explosão na manhã desta quinta-feira (13), no Centro do Rio de Janeiro, não tinha autorização para utilizar gás combustível e não tinha todos os papéis necessários para seu funcionamento.
Segundo ele, nenhum estabelecimento no prédio tinha autorização para usar cilindros de gás. "O laudo emitido pelo Corpo de Bombeiros, datado de agosto de 2010, não autorizava o uso de cilindros no prédio, era proibido", afirmou Simões, acrescentando que até o início da tarde desta quinta-feira (13) foram encontrados três botijões de gás no local e bombeiros buscam mais quatro cilindros no prédio.
Segundo o comandante, o condomínio entregou um projeto aos bombeiros para regularizar a segurança contra incêndio. Em agosto de 2010, a corporação emitiu um laudo de restrições. A partir daí, segundo Simões, cada loja deveria solicitar o certificado de aprovação para funcionar. Segundo Simões, no entanto, o restaurante não solicitou o documento e não poderia funcionar no edifício comercial.
“A edificação não foi aprovada para utilização de gás combustível, seja sob a forma de cilindros de GLP ou canalizado de rua, não sendo admitido abastecimento de qualquer tipo de gás combustível sem prévia autorização pela DGST", diz o laudo dos bombeiros. DGST é a sigla da Diretoria Geral de Serviço Técnico, um departamento do Corpo de Bombeiros.
Simões informou ainda que a fiscalização nesse caso é feita através denúncias. Ele acredita que a causa mais provável da explosão tenha sido um vazamento de gás em cilindros. A Companhia Distribuidora de Gás do Rio (CEG) informou, por meio de nota, que "desde 1961 não fornece gás canalizado para o prédio". Funcionários da lanchonete relataram ter percebido o cheiro do vazamento antes do acidente.
Três mortos
A explosão deixou três mortos e 17 feridos. Os mortos foram identificados como Matheus Macedo de Andrade, de 19 anos, o chef de cozinha da lanchonete Filé Carioca, Severino Antônio, e o sushiman Josimar. A explosão destruiu estabelecimentos e imagens registradas logo após o acidente mostram a praça tomada pela poeira e fumaça. Por causa do trabalho de resgate e de limpeza, vias no entorno da Praça Tiradentes foram interditas (veja lista abaixo).
Em vistoria nesta manhã ao prédio, o comandante dos Bombeiros lembrou que na quarta-feira foi feriado e, com a ausência de atividade na lanchonete, o gás pode ter se acumulado. "Hoje pela manhã, na abertura das lojas, esse gás encontrou fonte de ignição e a velocidade de queima é muito grande", avaliou o comandante.
"Por conta disso, a violência da explosão comprometeu vigas estruturantes do prédio. A Defesa Civil está fazendo uma avaliação sobre as providências que devem ser tomadas", completou Simões, que não descarta a hipótese de haver vítimas sob escombros no local.
O comandante dos bombeiros acredita que o prédio deva ficar interditado por pelo menos mais dois dias, já que todo o primeiro andar e o subsolo foram comprometidos de maneira extensa. "As vigas que sustentam os pilares foram quase totalmente comprometidas. Agora é um trabalho de engenharia. Primeiramente, eliminando todas as partes instáveis que ainda causam riscos aos bombeiros", avaliou Simões.
A destruição causada pela explosão impressionou os envolvidos no resgate. “É um cenário de guerra. Parece que a gente está no Iraque. É uma coisa espantosa, inacreditável. Pessoas foram arremessadas”, disse o cabo Dielson da Silva Evangelista.
Interdições de imóveis
O prefeito do Rio, Eduardo Paes, esteve no local nesta manhã informou que, até que seja finalizado o trabalho, os imóveis no entorno ficarão interditados. No local, além do prédio onde fica a lanchonete, há um hotel e um prédio residencial. “Vamos trabalhar com a possibilidade de risco zero. A área só será liberada depois que a Defesa Civil e técnicos disseram que não há risco de desabamento”, disse Paes.
O presidente em exercício do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura do Rio de Janeiro(Crea-RJ), Cleyton Guimarães, disse, em entrevista à Globo News, que nenhum risco de desabamento imediato foi detectado, já que houve a preservação das estruturas principais do prédio. "A explosão foi muito grave, muito intensa, a gente pode observar pelo deslocamento de materiais e pelo número de feridos", avalia.
Para Guimarães, a hipótese mais provável é mesmo a explosão de gás que vazou de cilindros. "Certamente é uma explosão advinda de gás acumulado. Mas precisamos agora também verificar qual é a origem desse gás. A CEG nos informa que não há de fato gás canalizado na região”, disse Guimarães.
“Tivemos informações também que um jornaleiro alertou com relação ao cheiro forte de gás que existia no local. Mas ainda vamos aguardar, nós também vamos fazer a nossa perícia, com um especialista nossa em cálculo estrutural, uma avaliação também de patologia de concreto para termos também uma confirmação e darmos uma contribuição aos nossos colegas da Defesa Civil”, disse o presidente em exercício do Crea-RJ.
O local
A lanchonete Filé Carioca, que ficou totalmente destruída pela explosão, funcionava em um prédio de onze andares. Com o impacto da explosão, oito andares foram atingidos. O local fica na Praça Tiradentes, na Rua da Carioca, a 30 metros de um posto da Polícia Militar.
Uma funcionária da lanchonete contou que ela e mais três funcionários sentiram um forte cheiro de gás ao chegar à lanchonete pela manhã. O chef de cozinha teria dito, então, para eles saírem do local. Pouco depois, houve a explosão e os três corpos foram arremessados a pelo menos 10 metros da lanchonete.
Feridos
Pelo menos 40 bombeiros do quartel Central foram deslocados para socorrer as vítimas. De acordo com a Secretaria municipal de Saúde, 17 pessoas ficaram feridas, sendo três em estado grave - dois com traumatismo craniano e um com traumatismo abdominal. Por volta das 11h30, seis pessoas tinham recebido alta. Entre os feridos, 16 foram encaminhados para o Hospital Souza Aguiar e um dos feridos foi levado para o Hospital Miguel Couto.
Sem gás canalizado
A Companhia Distribuidora de Gás do Rio (CEG) disse, por meio de nota, que "desde 1961 não fornece gás canalizado para o prédio em que houve a explosão". A Companhia informou ainda que "foi acionada pelo Corpo de Bombeiros às 7h42 e que desde as 8h está no local, por medida de prevenção e segurança, e para prestar toda colaboração na identificação das causas do acidente".
Procurada pelo G1, a assessoria da Light informou que o fornecimento de energia é normal e que não tem qualquer responsabilidade no incidente.
Interdições
O Centro de Operações da Prefeitura do Rio informou que foram interditadas as ruas Visconde de Rio Branco (na altura da Praça Tiradentes), da Carioca, da Assembleia, Avenida República do Paraguai (em frente à Rua Evaristo da Veiga, em direção à Rua da Carioca) e uma faixa da Rua do Lavradio (na altura da Avenida República do Chile).
Equipes da Prefeitura, como agentes da CET-Rio, Guarda Municipal e Comlurb, além de Bombeiros e Policiais Militares estavam no local, que permanecia isolado.
Como alternativa, os motoristas que circulam pelo Centro podem utilizar as avenidas Rio Branco, Almirante Barroso, República do Chile, além das ruas do Lavradio, do Senado, Vinte de Abril e Avenida Mem de Sá.
Queda de helicóptero em rio mata mulher em Nova York Aeronave ficou totalmente submersa no East River na tarde desta terça (4). Quatro pessoas foram resgatadas das águas do rio.
Resgate das vítimas da queda do helicóptero no East River
A queda de uma helicóptero com cinco pessoas a bordo matou uma mulher na tarde desta terça-feira (3) no East River, em Nova York, segundo a polícia.
O acidente ocorreu próximo ao heliporto da Rua 34, em Manhattan, às 15h24 locais, logo após a decolagem do helicóptero, um modelo Bell 206 comercial, segundo Paul Browne, porta-voz da polícia.
Imagem da TV WCBS mostra sobreviventes da queda do helicóptero agarrados à aeronave, submersa no East River, na tarde desta terça-feira (4) (Foto: AP)
Os motivos do acidente ainda não estavam claros.
O helicóptero ficou totalmente submerso na água lodosa, virado de ponta-cabeça.
O piloto e três passageiros foram resgatados logo depois da queda. Três ficaram feridos, segundo os bombeiros.
As vítimas seriam turistas britânicos, segundo a WNBC-TV.
Equipes de resgate continuaram as buscas pela quinta pessoa, até que seu corpo foi encontrado sem vida..
Pelo menos dez barcos, a maioria da polícia, além de mergulhadores, participaram da tentativa de resgate.
A testemunha Joy Garnett afirmou que o helicóptero fez movimentos estranhos e girou duas ou três vezes antes de parar na água. Ela chegou a achar que era alguma filmagem de cinema.
Ele teria caído de uma altura de cerca de 8 metros, segundo ela.
Um porta-voz policial confirmou à Agência Efe que o acidente ocorreu no heliporto, na altura da rua 34, e que por enquanto não estão claras as causas do incidente. Segundo diversos meios da comunicação, o acidente estaria relacionado com a decolagem da aeronave.
Por sua parte, um porta-voz do Departamento de Bombeiros de Nova York informou que duas das vítimas foram transferidas ao Hospital Bellevue, enquanto uma terceira continua no local, embora se desconheça o estado de todas elas.
A operação de resgate fez com que se transferissem até a região mais de uma dúzia de embarcações do serviço da guarda-costeira e da Polícia de Nova York. A aeronave ficou completamente submergida no East River e várias equipes de submarinistas buscam a quinta vítima.
O porta-voz da Polícia de Nova York, Paul Browne, assinalou à imprensa que a nave acidentada é um helicóptero comercial do tipo Bell 206. As cenas exibidas pelos canais de televisão americanos, com numerosas embarcações de resgate, lembram a operação do dia 15 de janeiro de 2009, quando um avião da companhia aérea US Airways caiu no rio Hudson e a perícia de seu piloto, o capitão Chesley Sullenberger, salvou as 155 pessoas que estavam a bordo.
Imagem da TV local mostra os trabalhos de resgate (Foto: Reprodução de vídeo)
Ainda sem saber o estado de saúde dos quatro filhos, a catadora de latas Marina do Nascimento Batista, de 30 anos, disse, na tarde desta sexta-feira, que não tem ideia de como o fogo que atingiu o barraco onde a família mora, no Morro do Guarani, no bairro Jardim Botânico, em São João de Meriti, começou. Ela disse que não havia nem isqueiros, nem fósforos, nem velas no local, onde morava há apenas uma semana. Marina foi atuada em flagrante por crime de abandono de incapaz, cuja pena varia entre um e sete anos de prisão, e ficará presa.
- Isso nunca tinha me acontecido antes. Faço o que posso para cuidar dos meus filhos. Só os deixo sozinhos por pouco tempo para ir ao ferro-velho e voltar. Vivo de catar latas e vender para viver. O pior é que não sei como os meus filhos estão passando. Ninguém me disse nada - disse ela.
Marina contou ter ouvido comentários de que havia uma tomada derretida em seu barraco. Ela ainda disse que trancou a porta com uma corrente e um cadeado quando saiu para buscar um repelente na casa da cunhada porque as crianças estavam dormindo.
- Nâo sei o que vai ser de mim daqui para frente. Deus vai dizer como minha vida vai ficar. Já passo um sufoco danado. Se perder minhas quatro crianças, minha vida ficará arrasada. Todos são muito agarrados comigo e dormem do meu lado.
A catadora de latas - que afirmou também pegar donativos numa igreja para conseguir manter a família - contou que o filho mais velho, de 10 anos, é autista:
- Já estava procurando tratamento para ele em vários hospitais.
Apesar de Marina garantir que deixou os filhos com o padrasto, testemunhas ouvidas pela polícia garantiram que as crianças estava sozinhas no barraco.
Vizinho ouviu gritos de socorro de crianças queimadas na Baixada e encontrou porta de barraco fechada com corrente
Thiago no barraco onde as crianças sofreram queimaduras Foto: Cléber Júnior / Extra
Policiais Civis estiveram, nesta sexta-feira, no barraco onde quatro crianças sofreram queimaduras graves por causa de um princípio de incêndio no Morro do Guarani, no bairro Jardim Botânico, em São João de Meriti. A porta do barraco, de apenas um cômodo, estava fechada por um cadeado e uma corrente quando o local começou a pegar fogo.
O ajudante de caminhão Thiago Chaves, de 24 anos, que mora ao lado, disse ter ouvido os gritos com pedido de socorro. Ele quebrou a porta de madeira com um chute e retirou as crianças de 5, 6, 8 e 10 anos que já estavam bastante queimadas. Segundo o ajudante de caminhão, não havia nenhum adulto no barraco.
No cômodo, a polícia encontrou uma cama e um colchão queimados, um guarda roupa, um pequeno armário de gavetas, um frigobar e um ventilador.
A mãe das crianças e o padrasto foram levados para a 54ª DP (Belford Roxo) para prestar depoimento. A polícia ainda apura o que aconteceu no barraco.
Fantástico faz investigação completa sobre o mistério das meninas que morreram afogadas num rio em Itajubá, Minas Gerais.
Bairro do Cantagalo, Itajubá, sul de Minas. No dia 1º de maio, um grupo de adolescente se diverte no Rio Sapucaí. Michele Bittencourt, de 16 anos, grava a farra com a câmera do celular. Ela registra a amiga Vanessa Moreira, de 17 anos, entrando na água.
“O que você quer, Vanessa, sai daí! Deixa eu ir lá com a Vanessa, vai filmando”, fala Michele.
Michele vai para o rio e deixa o celular com outra pessoa, que continua a gravar. Um minuto depois acontece a tragédia.
O vídeo apareceu esta semana na internet. Olhando as imagens com cuidado, é possível ver que algo passa próximo das meninas, no momento em que elas gritam. Logo depois, se afogam.
A mãe de Vanessa, Maria Inês da Cruz, acredita que era uma cobra.
“Pelo vídeo dá pra ver que tem alguma coisa atrás da Vanessa, que a Michele vê e grita apavorada. Para mim, é uma cobra. Ninguém tira isso da minha cabeça”, diz Maria Inês.
Mas os legistas não encontraram nenhuma evidência de ataque de bicho.
“Na perícia médica nós não constatamos nenhuma lesão além das encontradas nos casos de afogamento, que são sinais clássicos de asfixia. Fora esses sinais, nós não encontramos mais nada”, afirma o médico legista José Henrique Schumann.
“Vendo as imagens, apesar de elas não serem nítidas, uma das conclusões que nós podemos chegar é que não foi um ataque de serpente. Por quê? Um ataque de serpente deixaria marcas. Além de deixar marcas profundas, ela mata por constrição, então, ela aperta a pessoa até matar sufocada. Ela atacaria uma criança apenas, não duas”, analisa o biólogo Flávio Vasconcelos.
Mas, então, o que seria o vulto que aparece na água? Poderia ser um outro animal?
“A ariranha também é um animal muito agressivo, ela deixaria marcas. Jacaré nós também não temos registros ali. Lontra nós temos registro, mas lontra é um mamífero até mesmo dócil, ele não ataca as pessoas. Mas isso também não quer dizer que ela não possa ter esbarrado nas garotas, empurrado, talvez pudesse estar ali pescando e elas se assustaram e com o susto elas acabaram se afogando”, avalia Vasconcelos.
Momentos antes de se assustarem, Michele e Vanessa estão com água na altura do pescoço. Parece dar pé. Só que o fundo do Rio Sapucaí é irregular. A areia se move, formando calhas. E a água turva não permite que o banhista enxergue onde está pisando. Se próximo à margem, a profundidade não chega a meio metro, poucos passos adentro, já passa a mais de quatro.
A equipe do Fantástico foi até o ponto exato onde as duas adolescentes se afogaram. Com ajuda do sargento Aloísio, foi medida a profundidade do rio naquele trecho.
“Está dando 2,5 metros. E quando nós viemos resgatá-las, viemos por esse mesmo local e vinha vindo pela praia e, de repente, afundou. Quer dizer, é um buraco, onde provavelmente, elas devem ter se perdido. Num ponto eu tive que ir a nado”, conta o sargento Aloísio.
“O rio hoje, 20 dias depois do afogamento, está mais baixo. Até no dia mesmo não aparecia essa areia que nós estamos vendo hoje aí”, conta o sargento.
Os bombeiros estimam que o rio estava 1,5m mais profundo.
“Aquele susto foi o fato delas não terem atingido o pé. A própria filmagem mostra que uma tenta se apoiar na outra e aquele afundamento brusco é onde existe o buraco que a gente mediu. Com 2,5 metros, pra uma jovem de 1,60, no máximo, se não sabe nadar, ela vai afundar rapidamente”, explica o sargento.
“A Vanessa sabia nadar, a Michele, não”; conta a mãe de Vanessa.
“Ela nunca nadou, tinha medo de entrar em água. Dessa vez ela confiou nos meninos e nas meninas”, comenta Adriana Pereira, mãe de Michele.
“Uma delas pode ter se afogado e acabou agarrando a outra. Isso é normal. No desespero, uma tenta se apoiar na outra. A consequência é o afogamento duplo”, diz o salva-vidas.
Edivania Maria Fernandes, tia de Michele, era a única adulta na hora do acidente. Ela aparece na gravação na beira do rio tentando ajudar, mas também não sabe nadar.
“Uma pessoa já é difícil tirar da água, imagine duas. Uma empurrava a outra para baixo”, conta.
Caíque, que também aparece no vídeo, conta que mais cedo Vanessa já tinha quase afogado. Foi a última pessoa a chegar perto das meninas ainda com vida.
“Estava muito pesado para eu puxar. Elas me abraçaram, quase me afogaram. Quase que fui junto”, relata.
No mesmo ponto onde Michele e Vanessa se afogaram outras quatro pessoas já morreram este ano.
Ator e cantor participou do programa na noite deste sábado, 14.
Luciana Tecidio
do EGO, no Rio
Fiuk
O ator e vocalista da banda Hóri Fiuk participou do programa Criança Esperança na noite deste sábado 14, no Rio. Fiuk contou que já conferiu o ensaio que sua irmã, Cleo Pires, fez para a revista "Playboy" deste mês.
"Ficou bonito, está aprovada", disse. Ele contou ainda que foi alvo de brincadeiras dos amigos, mas levou na esportiva. "Os amigos todos zoaram, mas comprei 50 revista para dar a eles", contou o galã teen.
. Fotos! Confira Claudia Leitte, Ivete Sangalo e mais no programa
Fiuk se disse emocionado por participar do programa. "Cresci assistindo ao programa. Meu pai (o cantor Fábio Jr.) dizia em casa que o filho que mais ligasse para doar ganharia um presente", explicou.
Fiuk deixou a novela "Malhação e disse estar com saudades do seu personagem, Bernardo. "Foi lá que eu amadureci". O ator vai lançar sua própria marca de roupas em breve. "As peças terão mensagens positivas".