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sexta-feira, 29 de março de 2013

Top 10 filmes de maior bilheteria no Brasil

Estudo da consultoria FilmeB lista os títulos que levaram mais brasileiros aos cinemas até 24 de março de 2013.

“João e Maria: Caçadores de Bruxas”
Bilheteria: R$ 48.386

A história dos irmãos João e Maria, clássicos personagens do conto de fada, já adultos e depois de terem quase sido mortos por uma bruxa é o filme mais visto até 24 de março, segundo a consultoria especializada em cinema, FilmeB. Na trama, a dupla aparece armada e pronta para matar feiticeiras, quando se deparam com um novo desafio: resolver o desaparecimento de várias crianças no vilarejo onde vivem sem cair novamente em armadilhas.

Direção: Tommy Wirkola
Duração: 88 minutos
Gênero: Ação, fantasia
Elenco: Jeremy Renner, Gemma Arterton, Famke Janssen, Zoe Bell


“De Pernas pro Ar 2”
Bilheteria: R$ 48.386

A sequência do filme “De Pernas pro Ar”, com Ingrid Guimarães, Maria Paula e Bruno Garcia, é o segundo filme mais visto pelos brasileiros. Nele, Alice (Ingrid Guimarães) já está muito bem-sucedida no trabalho, na vida sexual e na expansão da sua rede de lojas eróticas, com a abertura da primeira loja em Nova York. Mas o estresse exige que ela baixe o ritmo e vá para um spa, onde irá conhecer outras pessoas com problemas.

Direção: Roberto Santucci
Duração: 98 minutos
Gênero: Comédia
Elenco: Ingrid Guimarães, Maria Paula, Bruno Garcia, Eriberto Leão, Alice Borges


“Detona Ralph”
Bilheteria: R$ 42.713

O filme “Detona Ralph”, que estreia hoje nos cinemas, leva os espectadores para dentro dos jogos de fliperama. A história de Ralph, um vilão do jogo Conserta Félix Jr. que, depois de exercer essa função por 30 anos, está cansado de não ser bem tratado pelos colegas já rendeu 42,7 mil reais aos cinemas desde sua estreia.

Direção: Rich Moore
Duração: 101 minutos
Gênero: Animação
Elenco: John C. Reilly, Sarah Silverman, Jack McBrayer


“Oz: Mágico e Poderoso”
Bilheteria: R$ 23.243

O prelúdio do clássico “O Mágico de Oz” chega aos cinemas com o filme “Oz: Mágico e Poderoso” estreou no Brasil no início deste mês, mas já conseguiu atrair brasileiros suficientes ao cinema para se tornar o quarto filme mais visto do ano até agora. O longa conta a história de Oscar Diggs (James Franco), mágico pouco ético e dono de um circo, que viaja para a Terra de Oz, onde ele é recebido como o grande mágico que salvará o lugar das bruxas do mal.

Direção: Sam Raimi
Duração: 127 minutos
Gênero: Fantasia
Elenco: James Franco, Mila Kunis, Rachel Weisz, Michelle Williams


“As Aventuras de Pi”
Bilheteria: R$ 18.747

A família do indiano Pi Patel (Suraj Sharma) decide-se mudar para o Canadá, em busca de uma vida melhor, e embarcam em um navio de carga. No caminho o cargueiro naufraga e Pi é o único que consegue escapar, em um barco salva-vidas. Ele só não contava que teria que dividir espaço com um tigre de bengala, com quem vai desenvolver uma inesperada ligação.

Direção: Ang Lee
Duração: 127 minutos
Gênero: Aventura
Elenco: Suraj Sharma, Irrfan Khan, Ayush Tandon


“Duro de Matar: Um Bom Dia para Morrer”
Bilheteria: R$ 17.023

Novamente o personagem John McClane é encarnado pelo ator Bruce Willis nessa sequencia do filme “Duro de Matar”, que já arrecadou 17.000 reais em ingressos desde sua estreia no país. Na história, o tira tenta resgatar seu filho Jack (Jai Courtney), que está na Rússia sob poder de bandidos.

Direção: John Moore
Gênero: Ação
Elenco: Bruce Willis, Jai Courtney, Sebastian Koch, Cole Hauser


“O Lado Bom da Vida”
Bilheteria: R$ 15.459

O filme “O Lado Bom da Vida”, que teve 8 indicações ao Oscar, incluindo de melhor filme, diretor, ator e atriz, conta a história de Pat Solitano Jr. (Bradley Cooper) que surta depois de descobrir a traição de sua esposa e acab internado por oito meses em uma instituição psiquiátrica. Quando sai tenta refazer sua vida, sem emprego, sem esposa e morando na casa dos seus pais, até que conhece a misteriosa Tiffany (Jennifer Lawrence), a chave para a sua recuperação.

Direção: David O. Russell
Duração: 122 minutos
Gênero: Comédia dramática
Elenco: Bradley Cooper, Jennifer Lawrence, Robert De Niro, Jacki Weaver


“Django Livre”
Bilheteria: R$ 14.074

Dirigido por Quentin Tarantino, “Django Livre” estreou em 18 de janeiro no Brasil e já faturou mais de 14.000 reais em bilheteria no Brasil. O longa traz o encontro do escravo Django (Jamie Foxx) com o matador de aluguel Dr. King Schultz (Christoph Waltz), que promete dar-lhe a liberdade, caso o ajude a capturar os irmãos Brittle.

Direção: Quentin Tarantino
Duração: 165 minutos
Gênero: Drama, faroeste
Elenco: Jamie Foxx, Christoph Waltz, Leonardo DiCaprio, Jonah Hill, Samuel L. Jackson, Kurt Russell, Kerry Washington


“Inatividade Paranormal”
Bilheteria: R$ 9.818

Malcolm (Marlon Wayans) resolve chamar a namorada para dividir o apartamento dos sonhos, mas a felicidade deles mal começa e já é interrompida por um fantasma, que faz de suas vidas um pesadelo. Para se livrar dele, o casal recorre aos mais diferentes métodos, incluindo um exorcista, uma gangue de rua e uma dupla de caça-fantasmas.Direção: Michael Tiddes

Duração: 86 minutos
Gênero: Comédia
Elenco: Marlon Wayans, Essence Atkins, Nick Swardson e Cedric The Entertainer


“A Viagem”
Bilheteria: R$ 9.798

“A Viagem” traz seis diferentes histórias que se entrelaçam, embora se passem em variadas épocas e lugares. O filme estreou em 11 de janeiro no Brasil e é o décimo de maior bilheteria até agora, segundo ranking da FilmeB.

Direção: Andy Wachowski, Lana Wachowski, Tom Tykwer
Duração: 164 minutos
Gênero: Drama, Ficção Científica
Elenco: Tom Hanks, Halle Berry, Susan Sarandon, Hugh Grant, Jim Broadbent, Hugo Weaving, Jim Sturgess, Ben Whishaw, Keith David, David Gyasi, Zhou Xun e Doona Bae




Lista das 10 maiores bilheterias de 2010 nos cinemas
Quatro dos dez filmes são animações.

O filme de maior bilheteria do ano é “Toy Story 3”. Após o sucesso de “Avatar” em 2009, os filmes em 3D ganharam uma força absurda em 2010 e isso corresponde cerca de 60% dos filmes das 10 maiores bilheterias do ano. Veja a lista completa abaixo ordenada por posição, com valores em dólares na arrecadação mundial e ao lado da arrecadação apenas nos EUA a posição do filme apenas em solo norte-americano:

domingo, 21 de outubro de 2012

Top 10 Melhores Praias do Brasil

As Melhores Praias do Brasil
O litoral do Brasil possui uma extensão que excede mais de 8 mil km. Segundo a Agência Nacional das Águas - ANA, essa zona costeira passa por 17 estados brasileiros , mais de 400 municípios e mais de 2.000 praias, que vão desde poucos metros de extensão como a Praia de Guanxuma (Ilhabela - SP) até centenas de quilômetros como a Praia do Cassino (Rio Grande - RS), registrada no Guiness Book como a maior praia do mundo com 245 km de extensão.

Com paisagens maravilhosas que começam no Norte e se estendem até o Sul do país, o litoral é o principal destino turístico e a primeira opção de férias para os brasileiros. Então que tal viajar com a família pelo litoral? Alugue uma casa perto das melhores praias do Brasil e aproveite a viagem.

Top 10 Praias do Brasil

1 - Porto de Galinhas 


Eleita em 2010, pela 10ª vez seguida, a “Melhor Praia do Brasil”, Porto de Galinhas está localizada no município de Ipojuca, a 60km de Recife. Porto de Galinhas tornou-se uma das praias mais conhecidas do nordeste brasileiro e é um verdadeiro paraíso brasileiro, com areias brancas, coqueirais e águas cristalinas com temperaturas bem agradáveis. Além da Praia de Porto de Galinhas, Pernambuco também é dono de outros paraísos naturais como a encantadora Praia dos Carneiros, que tem águas calmas e quentes durante o ano inteiro; e Fernando de Noronha, arquipélago composto por 21 ilhas e ilhotas de belezas monumentais.

Porto de Galinhas combina inúmeras atrações naturais e uma sofisticada estrutura de lazer. Tomar banho de mar nas belíssimas piscinas naturais, desfrutar do típico passeio de jangada ou aventurar-se num intrépido bugre são só algumas das muitas atrações que Porto de Galinhas.

2 - Praia de Jericoacoara 

Também conhecida como Jeri, já foi eleita a praia mais bonita do Brasil e uma das 10 mais belas do mundo pelo The Washington Post. A praia de Jericoacoara é parte integrante do Parque Nacional, que fica no município de Jijoca de Jericoacoara no Ceará, que conta ainda com a beleza da Praia da Canoa Quebrada - Aracati, localizada a 166 km de Fortaleza. A praia possui um clima estável de 27º a 30 ºC durante todo o ano. Sua paisagem é decorada por magníficos coqueiros, falésias e lagoas entre as enormes dunas de areia.

Praias, dunas, lagoas, forte vento durante boa parte do ano favorece o Windsurf e Kitesurf em toda a região, tudo ainda com caracteristicas selvagens, da criação nos idos de 1984, pelo Governo Federal, da Área de Proteção Ambiental, hoje Parque Nacional, que envolve todo o compléxo ecologico. A iluminação das ruas é proibida pelas autoridades locais. Jeri é uma das praias mais belas do mundo e do Brasil. É garantido na viagem para Jericoacoara você conseguir o que deseja: tranquilidade, diversão, aventura, ecoturismo e sobre tudo ideal para quem procura fugir do stress cotidiano...
A Praia de Jericoacoara é muito conhecida como um lugar de dificíl acesso. Para chegar no Parque Nacional existem diferentes opções. Você pode passar sete horas em um ônibus regular, cinco horas em veículos 4x4 ou uma hora em um helicóptero.

3 - Praia do Espelho 

O nome remete a transparência das águas, principalmente à noite, quando a lua reflete seu brilho no mar. A proibição da entrada de carros na praia faz com que a paz e a preservação reinem no lugar, que mistura Mata Atlântica, coqueirais, restinga, mangue e falésias de tons brancos e avermelhados que emolduram o mar calmo, de águas mornas e cristalinas. Esse paraíso intocado está situado numa Área de Proteção Ambiental, entre Trancoso e Caraíva, no litoral Sul da Bahia, que ainda possui a Praia de Taipús de fora, também considerada uma das praias mais bonitas do país e Barra Grande, umas das mais belas do estado.

4 - Praia do Forte 

A Praia do Forte está situada no município baiano de Mata de São João, a cerca de 50 km de Salvador. A maneira mais fácil de chegar até lá é pela bonita e bem conservada Estrada do Coco. A beleza natural misturada a sua história fazem da Praia do Forte um dos destinos mais procurados da Bahia. Além da Praia do Forte, a Bahia também conta com lugares como Trancoso, com praias maravilhosas; e Mangue Seco, uma pequena vila de pescadores, localizada bem na fronteira do extremo norte da Bahia com Sergipe.

5 - Praia do Francês 

A praia é dividida em dois extremos: o canto esquerdo da praia é o mais badalado, com bares, restaurantes, piscinas naturais e ondas calmas; e o canto direito é o mais selvagem, com ondas muito fortes e bastante procurado pelos surfistas para campeonatos de surf. O estado de Alagoas conta também com a Praia do Gunga, um recanto imaculado acessado por mar ou pela terra por dentro de uma propriedade rural privativa; e a Praia de Carro Quebrado, que não é tão conhecida, mas oferece aos turistas piscinas naturais com corais, areia firme e águas azuis e cristalinas, com temperaturas que variam de 27 a 30 graus.

6 - Baía de Castelhanos 

A Praia de Castelhanos é um refúgio para quem está em busca de um lugar sossegado. A baía é ponto de partida para as trilhas que levam a cenários quase desertos, devido ao difícil acesso. Entre eles: a Praia de Castelhanos, que possui dois quilômetros de extensão, ondas fortes, areia prateada e riachos cristalinos. Localizada no Litoral Norte de SP, a Baía de Castelhanos faz parte de Ilhabela, o único município–arquipélago marinho brasileiro, com 36km de praias e 365 cachoeiras.


7 - Praia da Pipa 

Localizada no município de Tibau do Sul, a 85 km de Natal, Pipa é o principal balneário do Litoral Sul do Rio Grande do Norte. A antiga e calma vila de pescadores, hoje é famosa por ter uma das noites mais agitadas do estado e é frequentada por surfistas e turistas de todas as partes do planeta. Além da Praia da Pipa, o Rio Grande do Norte tem ainda a Praia Ponta do Mel em Areia Branca, o único lugar onde o sertão encontra-se com o mar; e a Praia do Amor, vizinha à praia da Pipa e considerada excelente para o surfe. O nome dessa praia origina-se de uma grande falésia em forma de coração.

8 - Praia do Rosa

Também é considerada uma das baías mais belas do mundo por sua beleza natural. Localizada na cidade de Imbituba, em Santa Catarina, a 97 quilômetros de Florianópolis, a Praia do Rosa é conhecida globalmente pela preservação ambiental da região e pela observação de baleias Franca. Além da Praia do Rosa, o estado catarinense conta com a Praia de Bombinhas, que é a principal do seu município considerado o menor de Santa Catarina; e Lagoinha do Leste, que recebeu o mesmo nome da lagoa em formato de "S" presente na praia. Essa praia é de difícil acesso, o que possibilita a preservação de um dos últimos redutos de Mata Atlântica de Florianópolis.

9 - Praia de Antigos e Antiguinhos 

Com pedras separando as duas charmosas praias desertas de areias brancas e fofas, as praias de Antigos e Antiguinhos possuem mar agitado e montanhas que desenham toda a orla. No canto de Antiguinhos, você ainda encontra dois pequenos rios para tirar o sal do corpo depois de um banho de mar. Mas para acessar esse paraíso, é preciso subir um morro a pé, pois não é permitida a aproximação de carros nesse local, assim como em muitos lugares de Paraty, onde estão localizadas essas praias maravilhosas. Além do município de Paraty, o estado do Rio de Janeiro tem ainda toda a beleza de Angra dos Reis, que com sua paisagem paradisíaca, belíssimas praias e ilhas, está entre uma das mais antigas e belas cidades do Brasil.

10 - Praia de Copacabana 

Localizada no bairro de mesmo nome na Zona Sul da Cidade Maravilhosa, Copacabana é considerada a praia mais famosa do mundo. Carinhosamente apelidada pelos cariocas de Princesinha do Mar, por causa da música que já foi interpretada pelo Rei Roberto Carlos, a sua história é um misto de tradição, glamour e glória. Além da face musical, Copacabana tem seu lado esportivo, a praia tem sido sede de inúmeros campeonatos mundiais de vôlei

domingo, 20 de maio de 2012

Tribos. Índios isolados no Brasil


ÍNDIOS ISOLADOS NO BRASIL
Eles existem como gente invisível, e vivem em fuga a vida na floresta. Se escondem nas sombras, e podem, por exemplo, passar anos em uma caverna praticamente sem sair dela – como aconteceu com uma família de índios ava-canoeiro, a 200 km de Brasília, nos anos 1980. Nas áreas mais remotas da selva amazônica vivem índios que, de forma heróica, se afastam do contato e do convívio com a população que se instalou no Brasil. São os índios isolados – também chamados, pelos antropólogos, de comunidades “autônomas”.
Últimos índios akunt'su, Corumbiara, em Rondônia Araquém Alcântara

De acordo com Elias Bigio, coordenador Geral de Índios Isolados da Funai, há hoje 71 grupos indígenas vivendo nessa situação. Poucos anos atrás a Funai só tinha o conhecimento de cerca de 40 povos. A maioria desses índios sabe da existência do homem branco e até já tiveram encontros acidentais, mas preferem ficar escondidos. Podem ser aldeias com centenas de integrantes, ou, nos casos mais trágicos, um, dois, três indivíduos, uma família apenas que tenha conseguido sobreviver à carnificina em que se transformou, em fatos reais, a ocupação da Amazônia. Este é o caso dos dois piripkuras contatados em agosto, assim como dos kanoê e akunt’su, em Rondônia, os juma, no Amazonas, os ava-canoeiros, em Goiás e Tocantins, entre alguns outros.

Em 1995, depois de anos se metendo nos restos de matos de fazendas no sul de Rondônia, o sertanista Marcelo dos Santos conseguiu encontrar e estabelecer contato com uma família de índios kanoê. Eram nada mais do que cinco pessoas: uma mãe, um filho homem e uma filha mulher – já mãe de um pequeno menino–, e uma sobrinha. Poucos anos depois, sobraram só os dois irmãos, o rapaz Pura e a moça Tiramantú. Ela conseguiu engravidar outra vez, com algum homem que não diz quem é, e já teve mais um filho – o outro que tinha morreu de malária, junto de sua avó. A índia prima foi morta pelos vizinhos índios akunt’su. Quando tiveram confiança na equipe da Funai, os kanoê guiaram os sertanistas barbudos até encontrar outra tribo que vivia espremida entre os caminhos de madeireiros: sete índios Akunt’su. Até hoje, os dois homens akunt’su carregam pedaços de chumbo no corpo – a marca que ficou dos massacres que extinguiram o povo. Uma das índias dessa tribo morreu quando uma árvore caiu sobre a maloca, dois anos após o contato.
Até hoje, os dois homens akunt’su carregam pedaços de chumbo no corpo – a marca que ficou dos massacres que extinguiram o povo
Perto dessas duas tribos, também na região de Corumbiara, embaixo da fumaça das queimadas e no meio de imensos pastos e uma multidão de bois brancos, há uma bola de mato que é um verdadeiro portal para outras eras da humanidade. Em oito mil hectares de mata nativa, na Terra Indígena Tanaru, vive o povo de um homem só. Esse homem é chamado de “índio do buraco”, e ele não quer saber nada de entrar em contato com gente de outros povos – inclusive já flechou sertanistas da Funai quando se aproximaram dele. O “Índio do buraco” é o que lhe sobrou de um povo isolado que foi massacrado nos anos 1980 e 1990, assassinado e envenenado por arsênico misturado a brindes de açúcar e farinha ganho das mãos de fazendeiros. Último representante de uma tribo totalmente desconhecida, com hábitos e costumes próprios (como o buraco místico que faz dentro de sua oca), ele é, também, o retrato da desumana destruição da floresta.

Não é só no Brasil que existem índios isolados, apesar de provavelmente ser aqui que exista a maior quantidade de povos nessa condição no mundo inteiro. Criado por Sidney Possuelo, em 1989, o departamento, mesmo capenga em recursos, é uma referência mundial. Ao menos no que toca a ideologia de se tentar proteger essas tribos. No Paraguai, Bolívia, Peru, Equador, Colômbia, Venezuela, Guianas, Suriname, todas as fronteiras do bioma amazônico, ainda existem índios isolados. Ao contrario do que ocorre no Brasil, por lá eles vivem ser terras protegidas. Para tentar expandir essa política, a ONU criou o Comitê Indígena Internacional para a Proteção de Povos em Isolamento Voluntário e em Contato Inicial (Cipaci). Antes tarde, ao menos na lei começa-se a tentar proteger essas pessoas da floresta. (Fonte: Revista Trip)

sábado, 12 de maio de 2012

O Brasil está em risco de grandes terremotos?


Hoje, o Chile enfrenta as consequências do terremoto M8.8 que ocorreu em sua costa, os viajantes devem estar se perguntando qual é a situação do Brasil em relação a terremotos semelhantes.

Embora o Brasil não esteja livre de eventos sísmicos, tem uma situação geológica diferente do Chile e outros países sul-americanos onde o risco de grandes terremotos é maior. Veja na imagem abaixo o Mapa de risco sísmico. Porque é que a situação do Brasil é diferente?

Andrew Alden, geólogo, explica em poucas terremotos, em poucas palavras que "a energia dos terremotos vem das tensões das placas tectônicas". Como ele disse em seu blog , o Chile é afetado pelo movimento na intersecção de duas placas tectônicas: a de Nazca e as placas sul-americanos.

O sismólogo brasileiro João Carlos Dourado pela Universidade Estadual Paulista explicou em uma entrevista ao G1 que o Brasil está localizado no centro da placa tectônica sul-americana e, portanto, longe das tensões sobre as bordas da placa que causam terremotos da magnitude do que ocorreu no Chile.

O terremoto no Chile pode ser sentido em algumas partes do Brasil. Pessoas perceberam de diferentes maneiras, tais como tremores leves em edifícios de apartamentos (que não causam qualquer dano), cabides clicando em armários ou água se movendo para trás e para frente em uma piscina em uma completa ausência de vento, de acordo com Último Segundo. IG.com.br .

O que são terremotos e como se mede sua intensidade?


As placas tectônicas se movimentam e o choque entre elas provoca os terremotos

 Terremotos ou sismos são vibrações na crosta terrestre provocadas pela movimentação de placas tectônicas presentes na litosfera, logo abaixo da superfície da Terra. Essas placas deslizam lenta e constantemente sobre uma camada de magma chamada astenosfera.

Os movimentos delas são também responsáveis pela deriva dos continentes e pela formação de montanhas e vulcões. O atrito entre as placas gera uma energia em potencial que, quando liberada, provocam vibrações que se propagam pela crosta, causando os abalos sísmicos.

Há duas formas de medir a força dos tremores: pela sua magnitude e pela sua intensidade. "A primeira está associada com a energia liberada pelo terremoto, enquanto a segunda é o efeito causado por ele na superfície da Terra", explica Célia Fernandes, geofísica e técnica em sismologia do Instituto de Astronomia, Geofísica e Ciências Atmosféricas da Universidade de São Paulo (IAG-USP). "Para medir a energia liberada pelo sismo, utilizamos a escala Richter, e para avaliar seus efeitos, utilizamos a escala Mercalli-Modificada", complementa.

A escala Richter foi desenvolvida em 1935 na Califórnia, Estados Unidos. Ela é calculada a partir dos sismogramas (registros dos sismos) produzidos pelos sismógrafos, aparelhos que possuem sensores de vibração que monitoram a movimentação da superfície onde estão localizados. Cada unidade de magnitude representa uma energia liberada dez vezes maior que o grau anterior, ou seja, um terremoto de 4 graus na escala Richter libera uma energia dez vezes maior que um terremoto de 3 graus. Não há limites nessa escala. "Ela é aberta, isto é, vai desde menos infinito até mais infinito", afirma Célia. "O terremoto de maior magnitude já registrado foi no Chile, em maio de 1960. Sua magnitude foi de 9,6". Abaixo de 2 graus, os tremores são praticamente imperceptíveis.

Já a escala Mercalli, que mede a intensidade dos terremotos, foi proposta pelo vulcanólogo italiano Giuseppe Mercalli em 1902, e alterada em 1931, quando passou a ser chamada de Mercalli-Modificada. "Ela possui 12 graus indicados por algarismos romanos de I a XII. A intensidade não é calculada, apenas se observam os efeitos que o sismo causou na superfície, ou seja, é uma medida qualitativa dele", explica a especialista, que mostra como a escala funciona no quadro abaixo:
ESCALA DE INTENSIDADE MERCALLI-MODIFICADA (ABREVIADA)
I. Não sentido.
II. Sentido por pessoas em repouso eu em andares superiores.
III. Vibração leve. Objetos pendurados balançam um pouco.
IV. Vibração como a causada pela passagem de caminhões pesados. Chacoalhar de janelas e louças. Carros parados balançam.
V. Sentido fora de casa. Acorda as pessoas. Objetos pequenos tombam e quadros nas paredes se movem.
VI. Sentido por todos. Deslocamento de mobília. Louças e vidros se quebram. Queda de objetos. Rachadura no reboco de casas
VII. Percebido por motoristas dirigindo. Dificuldade em manter-se em pé. Sinos tocam em igrejas, capelas etc. Danos, como quebra de chaminés, ornamentos arquitetônicos e mobília; queda de reboco; rachaduras em paredes, algumas casas podem até desabar.
VIII. Motoristas de automóveis sentem o tremor. Galhos e troncos se quebram. Rachaduras em solo molhado. Destruição de torres de água elevadas, monumentos, casas de adobes. Danos severos a moderados em estruturas de tijolo, casas de madeira (quando não estão firmes com fundação), obras de irrigação e diques.
IX. Solo rachado, como "crateras de areia". Desabamentos. Destruição de alvenaria de tijolo não armado. Danos severos a moderados em estruturas inadequadas de concreto armado e tubulações subterrâneas
X. Desabamentos e solo rachado. Destruição de pontes, túneis e algumas estruturas de concreto armado. Danos severos a moderados de alvenarias, barragens e estradas de ferro
XI. Distúrbios permanentes no solo
XII. Danos quase totais
Apesar de existirem formas de medir a força dos terremotos, eles ainda não podem ser previstos pelos cientistas. "Esse é um dos grandes objetivos da sismologia", afirma Célia Fernandes. Atualmente a região que possui a maior quantidade de sismos é a que circunda o Oceano Pacífico, desde o sul do Chile até a Nova Zelândia, passando por vários países da América do Sul, Central e do Norte, além do Japão.


Fonte: revistaescola.abril.com.br

domingo, 18 de dezembro de 2011

Top 5 crimes que chocaram o Brasil em 2011


1. O massacre de Realengo
Wellington Menezes de Oliveira no vídeo no qual ele fala sobre os motivos que o levaram a matar 12 crianças em uma escola do Rio de Janeiro

Wellington Menezes de Oliveira, de 24 anos, entrou sem ser importunado na escola municipal Tasso da Silveira, na manhã do dia 7 de abril. Ex-aluno da escola, que fica em Realengo, zona Oeste do Rio de Janeiro, ele disse que ia buscar uma cópia de seu histórico escolar. Armado com dois revólveres, ele entrou numa sala de aula e disparou contra a turma, matando doze crianças entre 12 e 14 anos. Ele foi atingido na perna pelo disparo de um policial e, segundo a polícia, em seguida cometeu suicídio.

Em quatro vídeos apreendidos pela polícia, Wellington discorre de forma confusa sobre suas convicções religiosas, fala em "irmãos", e dá todas as pistas de seu plano macabro. O crime, sem precedente no Brasil, teve ampla repercussão internacional. O assassino deixou uma carta com instruções detalhadas para seu sepultamento. Foi enterrado em cova rasa, depois de esgotado o prazo do Instituto Médico-Legal para que alguém reclamasse seu corpo.




2. Tragédia em São Caetano


A professora Rosileide de Oliveira é socorrida, depois dos tiros que levou de D.M.N.
O menino D.M.N., de 10 anos, era um aluno regular na Escola Municipal Professora Alcina Dantas Feijão, em São Caetano do Sul, no ABC. Em seus trabalhos escolares, expressava sonhos e planos que poderiam ser de qualquer outra criança. “Eu acho que até 2017 vou ter aprendido várias coisas. Eu quero aprender cada vez mais", escreveu, em texto a que o site de VEJA teve acesso. Em 22 de setembro, durante uma aula de Língua Portuguesa, o menino atirou contra a professora Rosileide Queirós de Oliveira e, em seguida, se matou ao disparar contra a própria cabeça. O revólver calibre 38 utilizado por D.M.N. pertencia a seu pai, o guarda civil Milton Nogueira. A professora sobreviveu. A delegada Lucy Mastellini Fernandes, que investigou o caso, declarou: "Não acredito que a gente vá chegar a alguma conclusão segura. A única pessoa que poderia dar 100% de certeza sobre o que aconteceu não está mais entre nós.”


3. O assassinato da juíza Patrícia Acioli
A juíza Patrícia Acioli em foto de álbum de família: morta com 21 tiros ao chegar em casa

A juíza Patrícia Acioli, da 4ª Vara Criminal de São Gonçalo (RJ), era conhecida por seu combate ao envolvimento de policiais com o crime. No final da noite de 11 de agosto, Patrícia foi morta, com 21 tiros, quando chegava ao condomínio onde morava, no Timbau, em Niterói (RJ). A decisão de matá-la havia sido tomada muito antes. Policiais do 7º Batalhão da Polícia Militar (São Gonçalo) se sentiam ameaçados pela investigação de 70 autos de resistência. No dia do crime, três PMs souberam que Patrícia decretaria a prisão preventiva deles. E decidiram colocar o plano em prática.

Além da brutalidade do assassinato, o que choca no caso é a constatação da profundidade com que o crime está enraizado na Polícia do Rio de Janeiro. "Infelizmente, o que verificamos foi o fato de PMs terem se constituído como verdadeira organização criminosa, para cometer uma série de crimes em São Gonçalo, culminando com o assassinato da Juíza Patrícia Acioli. São criminosos travestidos de policiais”, disse o procurador-geral de Justiça do Rio, Claudio Lopes."
Onze policiais foram presos, entre eles o coronel Cláudio Luiz Silva de Oliveira, ex-comandante do Batalhão de São Gonçalo. Patrícia Acioli havia sido avisada de que ele planejava matá-la. O envolvimento do coronel no crime levou o comandante geral da PM, coronel Mário Sérgio Duarte, a pedir demissão. Depois do assassinato de Patrícia Acioli, Duarte transferiu o comandante para o 22º BPM (Maré).


4. Quem matou Juan?
Manifestação contra a impunidade no Rio de Janeiro: Juan, de 11 anos, foi morto por PMs com um tiro no pescoço, em operação sem confronto (Foto de Roberto Moreyra)

Juan Moraes Neves tinha 11 anos, e morava na favela Danon, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. No dia 20 de junho, ele desapareceu, depois de uma operação policial na favela. Juan estava na companhia de seu irmão, Wesley, e de Wanderson dos Santos de Assis, de 19 anos, que foi baleado. Um suspeito foi morto. Ao contrário do que disseram os policiais que participaram da operação, não houve troca de tiros. A perícia confirmou o que moradores da favela informaram: só a polícia atirou. Juan morreu com um tiro no pescoço.

Seu corpo foi encontrado dez dias depois, no Rio Botas, em Belford Roxo, a 18 quilômetros do local onde foi avistado pela última vez. A confirmação só veio semanas depois, porque a perícia do cadáver informou inicialmente que se tratava de uma menina. O cadáver ainda foi exumado para novos exames, a pedido da defesa de um dos PMs que participaram da operação. Só no final de outubro o corpo foi enterrado definitivamente. Os quatro PMs envolvidos no caso foram presos.



5. O linchamento do motorista Edmilson dos Reis Alves
Digeane da Silva Alves, viúva de Edmilson: ele foi sepultado no dia em que faria 60 anos

Na noite do domingo 27 de novembro, o motorista Edmilson dos Reis Alves, de 59 anos, perdeu o controle do ônibus que dirigia, depois de sofrer um mal súbito. Atingiu um pedestre, três carros e três motos. Alves não foi preso, nem será julgado. Foi linchado por cerca de 50 frequentadores de um baile funk que acontecia na praça da Rua Torres Florêncio. Eles o arrancaram do ônibus, e o espancaram até a morte.  Os agressores ainda roubaram 25 reais do caixa do cobrador.



Fonte:  Veja

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Justin Bieber no primeiro show do Rio de Janeiro: "os maiores fãs são os brasileiros"

Justin Bieber no primeiro show do Rio de Janeiro: "os maiores fãs são os brasileiros"
Cerca de 40 mil pessoas estiveram no evento

foto: Divulgação
Justin Bieber encerrou o show com o megahit "Baby"

Justin Bieber fez sua primeira apresentação no Brasil na noite desta quarta-feira (5), no Estádio do Engenhão, no Rio de Janeiro. Segundo o site Quem, Selena Gomez, namorada do cantor, assistiu ao show dos bastidores. O show, que durou cerca de 1h30, teve no Bis a participação do lutador Anderson Silva (que o cantor conheceu nesta tarde) dançando no palco.

A música que encerrou o show foi o megahit "Baby", sucesso mais esperado para ser ouvido pelas cerca de 40 mil pessoas que lotaram o local. O canadense subiu ao palco por volta das 20h, cantando a música "Love Me". As primeiras palavras ditas à plateia, foram: "Beleza? Como vai, Rio? Bem-vindos ao meu mundo. Os maiores fãs são os brasileiros", disse, em inglês.

Em "One Less Lonely Girl", uma garota foi chamada ao palco, e teve Justin cantando para ela, e entregando mimos como flores e presentinhos. Entre outros sucessos, Justin cantou "Somebody to Love", "Never Say Never", "One Time" e "That Should Be Me" e, em uma pausa, apresentou seus bailarinos e dançarinos. O astro teen ainda apresentou uma nova faixa: "Mistletoe", que estará no álbum de natal do canadense. [GAZETA ONLINE]



Fãs de Justin Bieber dizem o que cantor tem de tão especial

O ídolo adolescente começa hoje uma série de shows no Brasil. A primeira apresentação é no Rio de Janeiro.

A “Justin Bieber mania” chegou ao Rio de Janeiro, com uma legião de fãs histéricos. Alguns estão há dias em frente ao estádio do Engenhão, onde o cantor vai se apresentar às 20h30 desta quarta-feira (5). Os primeiros da fila chegaram na última sexta (30). Já são cinco dias de espera.

“Muito grito, muito tumulto. Eu nem vou ver o show, estou só guardando lugar para minha filha”, contou uma mãe.

Gritos, correria, choro e histeria – é assim que a garotada demonstra o que sente pelo ídolo. “Uma paixão interminável e eterna”, revela uma menina.

Na porta do hotel em que Justin Bieber está hospedado no Rio, a cada sinal de que o cantor pode aparecer acontece muita correria e gritaria. Mas enquanto eles gritavam no local, Justin Bieber passeava pela cidade. Sempre com a namorada, andou de helicóptero e foi a uma churrascaria da Zona Sul.

Os fãs fariam qualquer coisa para ver o astro adolescente de perto. Raoni veio de Aracajú acompanhado dos pais. “Vim com meus pais, inclusive, eles estão lá no Engenhão. Estou tremendo, eu o vi no carro”, disse.


Qual o segredo para um jovem de 17 anos ser tão adorado assim? Com a palavra, as fãs: “Ele é lindo”, diz uma jovem. “O cabelo dele é lindo”, cita outra. “Ele é prefeito”, afirma uma fã.

Claro que elas o acham lindo, mas será que é só isso? “Ele canta bem”, elogia uma menina. “Ele é um batalhador”, destaca outra. “Eu gosto da história de vida dele”, comenta uma fã.

Justin Bieber conquistou outra geração: os pais e as mães desses adolescentes. Duda trouxe um cartaz com um pedido de casamento. E não é que a mãe consente? “Daqui a 15 anos. Ele é um bom menino”, brinca.

Ana Julia, de 8 anos, chora por Justin Bieber. “Eu quero vê-lo”, reclama, enquanto a mãe apoia: “Um bom genro”.

Afinal, o que fez o loirinho que se lançou no mundo artístico com vídeos na internet se transformar em um fenômeno? Para o executivo de entretenimento e mercado fonográfico Marcelo Castello Branco, que já trabalhou com vários artistas em gravadoras, a fórmula de sucesso do cantor canadense é carisma, carinha de bom moço e um jeito novo de conquistar fãs. “O dado novo do Justin Bieber, fenômeno da internet, é que soube usar mídias sociais para mostrar o seu trabalho”, explica.

Mas Justin Bieber, de agora em diante, tem o desafio de todo ídolo jovem: continuar a ser o queridinho desse público. [jornalfloripa.com.br]

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Justin Bieber quer comer doce do Brasil

 Fãs de Justin Bieber já acampam para garantir lugar em show
Cantor canadense inicia turnê brasileira na quarta (5), no Rio.
Ele ainda canta em São Paulo, nos dias 8 e 9, e em Porto Alegre, dia 10.

 Dezenas de fãs de Justin Bieber já acampampam na porta do estádio Beira Rio, em Porto Alegre, para o show do astro pop. Ele se apresenta no local na próxima segunda-feira (10).
As fãs chegaram ao local na última sexta-feira (28) para garantir lugar na primeira fila da plateia. As mães das adolescentes se revezam para acompanhar as jovens.

Em entrevista ao Fantástico (veja vídeo ao lado), Bieber afirmou que "mal pode esperar" para chegar ao Brasil e que gostaria de ganhar algum doce brasileiro de fãs durante sua visitar ao país.
O cantor canadense inicia sua turnê brasileira quarta-feira (5), no Engenhão, no Rio, onde também se apresenta na quinta-feira (6).
Bieber segue para São Paulo, onde faz shows no sábado (8) e no domingo (9), no Estádio do Morumbi. Ele encerra sua primeira passagem pelo Brasil na capital gaúcha.

Do G1 RJ

sábado, 17 de setembro de 2011

Top 10 países mais poderosos


1. Os Estados Unidos da América


Este país é a maior economia hoje e tem o exército mais forte, assim como uma democracia muito poderoso. Diz-se também para ser uma superpotência e sua mídia é muito influente também. Foi construído em si e seu poder desde que ganhou a independência e está ficando cada vez mais poderoso. O país controla as relações internacionais e é uma parte de uma série de entidades influentes.

2. Federação Russa


A Federação Russa tem o segundo exército mais poderoso e controla um número de estados na área da Ásia Central. Tem uma população muito grande e área de imenso mundo. Esses fatores permitem que ele fique independente e impedir que forças externas interfiram nos assuntos políticos, econômicos e financeiros do país. Devido ao seu tamanho, a Rússia tem recursos para se tornar uma superpotência.

3. República Popular da China


República Popular da China diz-se que o 4 º maior PIB do mundo. Ela ganhou supremacia só recentemente a Grã-Bretanha e França. Ele tem um grande exército e um imenso potencial para se tornar o país mais poderoso do mundo.

4. França


A França é país que tem assento no Conselho de Segurança da ONU e é considerado o quinto país mais poderoso do mundo. É uma grande potência nuclear e influencia muitas nações Africanas. Os franceses têm um grande exército que ajuda na manutenção da lei e da ordem. É uma economia do G7 e parte da União Europeia.

5. Grã-Bretanha


Grã-Bretanha faz parte do Conselho de Segurança da ONU também. Tem poderosa armas nucleares e a democracia é considerada a mais estável também. Como uma economia do G7 e como um país líder em áreas como música, filmes e mídia, o país tem enorme influência quando se trata de política mundial. É uma parte da União Europeia também.

6. Japão


O Japão tem uma economia muito grande e é uma potência democrática. A população do país é grande, mas a competição é intensa, apresenta abaixo EUA, China, França e Grã-Bretanha.
O Japão é líder mundial no domínio da pesquisa científica fundamental, tendo produzido treze prêmios Nobel, quer em física, química ou medicina, três Medalha Fields e um Prêmio Gauss..

7. República da Índia


A Índia é muito populosa e tem uma democracia bem conhecido que ganha sua força a partir da Constituição detalhada da Índia. A economia está crescendo a um ritmo vertiginoso e as armas nucleares estão se tornando mais e mais poderosas.

8. República Federal da Alemanha


A Alemanha tem a terceira maior economia do mundo e recursos na lista dos mais poderosos membros da União Europeia. No entanto, foi muito afetada durante as duas Guerras Mundiais que dificultaram a sua influência sobre o mundo.

9. República do Paquistão


O Paquistão tem uma população muçulmana muito grande e um poderio dearmas nucleares. É um país unido, mas uma vez que passa uma bolada na ditadura militar, ela não se tornou realmente poderosa. Além disso, mesmo que tenha bons recursos, as batalhas com a Índia enfraqueceram muito o país. Portanto, se ele puder repor esses recursos e encontrar uma maneira de equilibrar a sua posição política, ele será capaz de se tornar mais poderoso.

10. República do Brasil


República do Brasil é muito grande e faz parte da América Latina. Diz-se de manter a maior população de fala Português no mundo. Além disso, a mídia do país é bastante estável e suas relações com o resto do mundo são bastante seguras.



Fonte: Top Ten

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Para atirador da Noruega, mistura de raças do Brasil é ‘catastrófica’

Para atirador da Noruega, mistura de raças do Brasil é ‘catastrófica’
Anders Behring Breivik autor do atentado em Oslo

Andrew fez manifesto de 1.518 páginas

A mistura de raças em países como o Brasil resultou em “altos níveis de corrupção, baixa produtividade e conflitos entre as diferentes culturas” para Andrew Behring Breivik, o norueguês que assumiu a autoria dos atentados em Oslo. A observação está presente no manifesto “A European Declaration of Independence – 2083” (Uma declaração de Independência Europeia - 2083) – atribuído a Breivik e divulgado na internet horas antes do massacre na Noruega.
Criminoso covarde: Anders Behring Breivik não é muçulmano, não é de esquerda, não é brasileiro, mas assassinou 91 compatriotas.

A declaração diz ainda que o “Brasil vem se estabelecendo como o segundo país do mundo com o menor nível de igualdade social". Noutro trecho, ele volta a citar o Brasil como exemplo de desigualdade: “(...) Um país que tem culturas que competem entre si vai acabar se dividindo internamente ou, a longo prazo, vai terminar como um lugar permanentemente disfuncional como o Brasil e outros países semelhantes”.

Cheio de referências históricas, o manifesto inclui detalhes da personalidade do agressor, seu modo para fabricar bombas e seu treinamento de tiro, além de um diário detalhado dos três meses que precederam o ataque. Na parte em que fala sobre a fabricação de bombas, ele menciona o acidente radioativo com o césio 137, em Goiânia, que vitimou centenas de pessoas em 1987. “Seja extremamente cuidadoso quando lidar com material radiológico”, alerta Andrew.

O norueguês também incluiu o Brasil na lista de países que sofreram intervenções dos Estados Univos e que se tornaram independentes com “golpes de estado sanguinários”: “Em 1889, o Brasil se tornou uma república via um golpe de estado sanguinário”.

O texto tem as palavras “Brasil” ou “brasileiro” pelo menos 12 vezes no documento.


Por Yahoo! Brasil

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Genética revela que brasileiros são bem mais europeus do que africanos

Brasileiros são mais europeus do que se imaginava

Rio - Os brasileiros são bem mais europeus do que africanos. Esqueça todas as análises já feitas com base em conceitos como raça e cor da pele. O primeiro grande estudo a medir a ancestralidade da população do país a partir de sua genética revela uma participação europeia muito maior do que se imaginava, preponderante em todo o território, inclusive nas regiões Norte e Nordeste. As conclusões estão na pesquisa coordenada pelo geneticista Sérgio Danilo Pena, da Universidade Federal de Minas Gerais, e publicada na revista científica "PLoS".

O trabalho revelou que, em todas as regiões, a ancestralidade europeia é dominante, com percentuais que variam de 60,6% no Nordeste a 77,7% no Sul. Mesmo as pessoas que se denominam negras pelos critérios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentam, na verdade, uma alta ancestralidade europeia. Para se ter uma ideia, na Bahia, os negros tem 53,9% de raízes europeias. Na análise dos especialistas envolvidos no trabalho, a "europeização" do Brasil se deu a partir do fim do século XIX, com o fim do tráfico negreiro e da escravidão e o início do fluxo migratório de aproximadamente 6 milhões de trabalhadores europeus.

Para além do impacto histórico e antropológico que os resultados do novo estudo podem ter, Sérgio Pena ressalta ainda a sua importância do ponto de vista médico: os tratamentos podem ser mais homogêneos do que se imaginava.

Formada por três diferentes raízes ancestrais, indígena, europeia e africana, a população brasileira sempre se acreditou muito heterogênea. Mas o estudo conclui que, independentemente de eventuais classificações baseadas na cor da pele, os brasileiros são muito homogêneos do ponto de vista de sua ancestralidade.


Roberta Jansen

domingo, 21 de novembro de 2010

Mortalidade infantil no Brasil cai 61% em 20 anos, diz estudo

A taxa de mortalidade infantil no Brasil caiu 61,7% entre 1990 e 2010 – de 52,04 mortes por mil nascimentos em 1990 para 19,88/mil em 2010 –, de acordo com um estudo publicado na última edição da revista médica The Lancet.

Maior parte das mortes ocorre em países em
desenvolvimento
O Brasil subiu nove posições no ranking internacional de mortalidade infantil nas últimas duas décadas e estaria a caminho de cumprir uma das metas do Milênio da ONU: diminuir a mortalidade infantil em dois terços até 2015.

A mortalidade infantil caiu no Brasil a uma taxa anual de 4,8% de 1970 a 2010. A ONU estima que seria necessário um índice de redução anual médio de 4,4% entre 1990 e 2015 para o cumprimento da meta, mas a média anual de redução registrada na análise de 187 países foi de 2,1%.

Apesar do esforço, o Brasil está em 90º lugar no ranking, com número bem mais alto de mortes na faixa etária de 0 a 5 anos do que o encontrado nos países desenvolvidos.

A mortalidade infantil no Brasil – que caiu de 120,7 a cada mil nascimentos vivos, em 1970, para 19,88 em 2010 - ainda é muito superior a dos países com o menor índice de mortalidade: Islândia (2,6) Suécia (2,7) e Chipre (2,8). Na Itália, o número é de 3,3, na Noruega de 3,4 e na França de 3,8.

O Brasil também perde em comparação com outros países em desenvolvimento, como o Chile (6,48), Cuba (5,25), China (15,4), México (16,5), Colômbia (15,3) e Argentina (12,8).

Os países com maior índice de mortalidade do mundo são a Nigéria (168,7), Guiné-Bissau (158,6), Niger (161), Máli (161) e Chade (114,4).

Mortalidade mais baixa

A análise de dados realizada pelo Institute for Health Metrics and Evaluation (IHME) da Universidade de Washington – que avalia estatísticas sobre saúde – afirma que a taxa de mortalidade entre as crianças com menos de cinco anos de idade em todo o mundo é mais baixa do que a estimada pelo Unicef em 2008.

Estudos anteriores destacaram que menos de um quarto dos países estava no caminho de cumprir a meta da ONU, mas este novo estudo afirma que o número de mortes na faixa etária diminuiu em 4,2 milhões de 1990 até 2010, caindo de 11,9 milhões para 7,7 milhões (estimativa).

Na lista, 56 dos 187 países aparecem com uma taxa de redução anual média igual, ou superior a 4,4% (o número estimado pela ONU como necessário para o cumprimento da meta). Globalmente, as taxas de mortalidade infantil declinaram em cerca de 60% no período de 1970 a 2010.

Um estudo anterior do Unicef estimava o número de mortes na faixa etária em 8,77 milhões em 2008, mas o estudo do IHME estima que o número no mesmo período foi, na verdade, de 7,95 milhões.

A nova análise afirma que a estimativa mais baixa se deve a novas pesquisas que mostram que o declínio na mortalidade infantil foi mais rápido do que o projetado, além da inclusão de outros métodos de medição.

Os autores afirmam que isso mostra a importância de se atualizar constantemente os métodos de medição para auxiliar os países na tarefa de determinar seu progresso no cumprimento da meta.

Futuro promissor

O estudo ainda mostra que o maior progresso foi visto entre os países pobres – nas Ilhas Maldivas a taxa de redução anual média foi de 9,2%, a mais alta entre os 187 países analisados entre os anos de 1970 e 2010.

A taxa de mortalidade infantil no país caiu de 247,06 mortes a cada mil nascimentos vivos para 14 crianças em 2010.

Um terço das mortes infantis ocorrem no sul da Ásia e metade na África sub-saariana.

Segundo o estudo, o progresso é promissor. Em 1970, havia 40 países com taxa de mortalidade mais alta do que 200 mortes a cada mil nascimentos vivos. Em 1990 este número havia caído para 12 países e em 2010 não há nenhum país com índices tão altos.

O ritmo de declínio também aumentou em 13 regiões do mundo no período de 2000 a 2010, em comparação com 1990 a 2000, inclusive todas as regiões da África sub-saariana.

A Grã-Bretanha aparece como o país com maior taxa de mortalidade infantil na Europa Ocidental, com 5,3 mortes por mil nascimentos vivos.

No ranking global da taxa de mortalidade, a Grã-Bretanha caiu de 12ª posição, em 1970, para 33ª em 2010. Apesar disso, o país diminuiu sua taxa de mortalidade infantil em três quartos desde 1970.

Os Estados Unidos estão em 42º lugar no ranking, com a estimativa de 6,7 mortes por cada mil nascimentos vivos em 2010. O índice de declínio da taxa de mortalidade infantil nos Estados Unidos e Canadá variou entre 2% e 3% ao ano, enquanto que nos outros países o declínio anual deu-se a uma taxa de 3% a 5%.

Dos 38 países com taxa de mortalidade infantil acima de 80 a cada mil nascimentos vivos em 2010, 34 estão na África sub-saariana.

BBC Brasil

sábado, 20 de novembro de 2010

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