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quarta-feira, 2 de maio de 2012

Clube Atlético Mineiro: Curiosidades sobre o centenário galo das Minas Gerais



O Atlético Mineiro é o mais antigo clube em atividade em Belo Horizonte. São 104 anos de pura raça, paixão, tradição. O Clube foi fundado em 25 de março de 1908 por 22 garotos , que se reuniam sempre para as peladas e paqueras nos arredores do Parque Municipal. Foi primeiro batizado de Atlético Mineiro Futebol Clube e, a partir de 1913, se tornou Clube Atlético Mineiro. Seu 1º presidente foi Margival Mendes Leal, que comandou o time entre 1908 e 1910.


O primeiro jogo oficial da história do Atlético foi contra o Sport F.C., o time mais antigo da cidade, no dia 21 de março de 1909. O Galo venceu por 3 x 0, sendo que o 1º gol foi marcado por Aníbal Machado. Inconformado, o Sport pediu a revanche e perdeu de novo : 2 x 0. Já revoltados, os diretores do Sport pediram mais um jogo. Para não deixar dúvidas, o Galo não perdoou e meteu 4 x 0 no time deles. Resultado : depois da humilhação, o Sport foi extinto e seus torcedores aderiram ao novo clube. A partir daí, o Atlético ganhava de vez o título de maior time de Minas Gerais.


As vitórias tornaram o Atlético um time simpático, sem preconceitos, com a cara do povão. Ao contrário do América, clube seletivo e que não aceitava gente humilde, e do Yale, que pertencia a uma minoria italiana.


O primeiro campo se localizava na Rua Guajajaras, entre São Paulo e Curitiba. Na primeira noite, as traves foram roubadas e Margival tratou de procurar outro lugar para o campo. Conseguiu um bem central, na Av. Paraopeba (hoje Augusto de Lima), mas este também foi logo requisitado pelo Governo para a construção da Secretaria da Saúde. Então o Galo passou a ocupar as velhas instalações do extinto Sport, junto à Pça. da Estação até 1921, quando o Governo doou ao Atlético um quarteirão inteiro na Avenida Olegário Maciel para compensar o que havia tomado. Ali seria construído o estádio Antônio Carlos.


O jogo de inauguração do estádio Antônio Carlos foi Atlético 4 x 2 Corínthians (SP), no dia 29 de maio de 1929. Porém, a capacidade de apenas 5 mil pessoas rapidamente passou a não comportar a maior torcida do estado. Após a inauguração do Independência, em 1950, o Atlético quase não jogou mais em Lourdes. Por muito tempo o "Alçapão" foi conservado apenas em respeito à tradição, mas no início dos anos 70 ele foi destruído. Hoje no local está construído o Diamond Mall, shopping center mais luxuoso de Minas Gerais.


No início dos anos 30, o cartunista Mangabeira batizou cada time mineiro com um bicho. Para o Atlético coube o galo carijó, preto e branco, um galo de briga forte e vingador. Foi sem dúvida o bicho de maior sucesso entre todos, adotado pela torcida como símbolo da paixão alvinegra.


Nos anos 50, diziam que um jogador do Galo tinha parte com o diabo. Ubaldo Miranda era um ídolo humilde. Raçudo, boa gente, risonho, o crioulo era um assombro. Não havia bola perdida, o sujeito era danado para chutar uma bola em cima da linha de fundo e fazê-la chegar à rede. A torcida acreditava serem gols espíritas. Foram 140 gols em 7 anos. Ubaldo também foi o único jogador na história do Atlético a ser carregado, de calção e chuteira, do Estádio Independência até a Praça 7, no centro da cidade. Foram 5 km e meio percorridos nos ombros da massa !


No dia 03/09/69, duas grandes seleções se enfrentaram num amistoso histórico no Mineirão. Uma vestia o tradicional uniforme canarinho, outra vestia a camisa da Seleção Mineira, mas era formada só por jogadores atleticanos. Com um gol de Amauri e outro de Dario, o Atlético se tornou o primeiro e único clube do país a vencer a Seleção Brasileira, que ainda se sagraria Tri-campeã no ano seguinte. O jogo terminou 2 x 1 para o Galo e foi presenciado por 77.433 torcedores. O gol do Brasil foi marcado por Pelé. As escalações foram :
Atlético: Mussula, Humberto Monteiro, Grapete, Normandes (Zé Horta) e Cincunegui (Vantuir); Oldair e Amauri (Beto); Vaguinho, Laci, Dario e Tião (Caldeira) - Técnico: Yustrich.
Brasil: Felix, Carlos Alberto, Djalma Dias, Joel e Rildo (Everaldo); Piazza e Gérson (Rivelino); Jairzinho, Tostão (Zé Maria), Pelé e Edu (Paulo César) - Técnico: João Saldanha.

Vídeo: Torcida do Galo bate Recorde - Globo



quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Mineiro infiel resgatado na mina do Chile recebe proposta milionária para promover site

Site pretende promover a infidelidade com o mineiro Yonni Barrios - o mineiro enfermeiro cheio de amor para dar!


SANTIAGO .- Os assuntos de amor do minerador continuam a aumentar o interesse por Yonni Barrios. Segundo a imprensa internacional, um famoso site especializado em promover a infidelidade conjugal gostaria de ter como "garoto-propaganda" Yonni Barrios. O contrato seria de 100 mil dólares. Ele foi um dos 33 mineiros resgatados no Atacama. Sua história particular ganhou grande destaque, já que ele foi recebido pela amante e não pela esposa, que se recusou a ficar no local do resgate.

Segundo o "Foxnews", o site AshleyMadison.com, cujo lema é" A vida é curta, tenha uma aventura", destinaria a Barrios a dar conselhos públicos sobre como manter relações extraconjugais.

o mineiro que cumpriu o papel de "enfermeira", enquanto ele e seus companheiros estavam presos a 700 metros de profundidade.

Se Barrios aceitar, irá gravar comerciais de TV, rádio e publicações impressas.

Claro que "AshleyMadison.com" será obrigado a cumprir uma cláusula: o mineiro não pode formalmente se separar de sua esposa, Marta Salinas, que compartilhou sua vida por 28 anos sem nunca legalmente desassociar. Porque se isso acontecer, não seria infiel a Susan Valenzuela.

A chamada "amante" criou um alvoroço quando confessou em uma rádio colombiana, não só suas intimidades com Barrios, mas também revelando que ele tinha uma terceira mulher, de 25 anos, que foi expulsa a pancadas do hospital de campanha que recebera os resgatados chilenos.

Parece que o povo do marketing já percebeu bem o que disse Marguerite Duras "Não existe nada mais público que aquilo que é rigorosamente pessoal."



quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Presidente do Atlético-MG na mira da justiça por fazer declaração no mínimo infeliz ao apoiar possíveis reações violentas de torcedores contra atletas do clube.

O Ministério Público de Minas Gerais estuda se há medidas a tomar contra o presidente do Atlético-MG, Alexandre Kalil, que na terça-feira deu uma declaração no mínimo infeliz ao apoiar possíveis reações violentas de torcedores contra atletas do clube. Ao comentar protestos da torcida, o dirigente afirmou que jogador que fosse visto se divertindo de madrugada mereceria apanhar. O Atlético-MG, apesar do elenco de alto custo, está na zona de rebaixamento da Série A do Campeonato Brasileiro.

- Quem paga o salário do jogador é a torcida. De uma forma ou de outra. Ou dos ingressos, ou do pay-per-view. Então, eles são pagos pela torcida, pela paixão do atleticano. Na situação que o Atlético-MG está, eles têm o meu apoio. Acho que os jogadores têm que se cuidar sim. O Atlético-MG não é brinquedo. E se eles tomarem um cacete na madrugada não vai fazer mal nenhum - declarou, em entrevista à Rádio Bandeirantes de São Paulo.

Depois, cobrado pelas declarações, Kalil respondeu que disse o que pensava e que se fosse para agradar aos "politicamente corretos", mudaria sua recomendação aos torcedores atleticanos: "Se encontrar algum jogador na madrugada, dê uísque para ele", afirmou, irônico, o presidente. (O Globo)

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Frases marcantes sobre o Atlético Mineiro. Dá-lhe Galo!


1) Se houver uma camisa alvi-negra pendurada num varal num dia de tempestade, o atleticano torce contra o vento. Se não houvesse escrito nada mais, Roberto Drummond teria, ainda assim, entrado para a história só com esta frase. Resume tudo.

2) Nossa torcida vai ficar no sol, porque é fiel como a sombra. Empresário Júlio Firmino, ao escolher a linha lateral como espaço reservado à torcida do Atlético durante a construção do Mineirão.

3) João, joga a bola fora de mim. (Paulo Isidoro, para o goleiro João Leite que, diz a lenda, passou a entender exatamente o que queria dizer Isidoro com “fora de mim”.)

4) Parei 15 segundos no ar. Foi o meu recorde. Dadá Maravilha, explicando o gol que deu o título de primeiro campeão brasileiro ao Galo, em 1971.

5) Queria agradecer a Antártica pelas Brahmas que ela mandou para a comemoração. Toninho Cerezo, diz a lenda, antecipou os tempos de AmBev na celebração do Mineiro de 1976.

6) Você está louco? Como é que um campeonato com Pelé, Gérson, Jaizinho e Tostão vai ter Dadá de artilheiro? Se não foi campeão mineiro, como vai ser campeão brasileiro? Osvaldo Faria, ao comentar a previsão de Dadá de que ele seria artilheiro do primeiro Brasileirão e que o título seria do Galo.

7)Tem duas coisas que eu nunca aprendi a fazer: jogar futebol e perder gol. Mais uma de Dadá Maravilha.

8)Acabamos com a audácia das minorias. Nelson Campos, presidente do Galo, em 1971.

Fonte: O Biscoito Fino e a Massa