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sexta-feira, 22 de junho de 2012

Enigmas do Sagrado: como Moisés abriu o Mar Vermelho?


Enigmas do Sagrado: como Moisés abriu o Mar Vermelho?

Um dos episódios mais conhecidos da história bíblica tem despertado o interesse não apenas de religiosos, mas principalmente de arqueólogos e pesquisadores. Escavações realizadas no Egito, Arábia Saudita e Israel revelam indícios sobre a fuga do povo hebreu da escravidão egípcia e o personagem que os guiou pelo deserto e através do Mar Vermelho: Moisés. Nascido por volta do ano 1500 a.C., o profeta teve uma infância diferente das demais crianças de seu povo.

Preocupado com o alto crescimento da população hebréia, o faraó ordenou que todos os judeus recém-nascidos do sexo masculino fossem executados. Para salvar a vida de seu filho, a mãe de Moisés o lançou no rio Nilo, protegido dentro de uma cesta. O bebê foi encontrado pela filha do faraó, sendo criado pela família real como príncipe. Adulto e indignado pela forma como os escravos eram tratados pelos egípcios, Moisés desafiou o faraó e fugiu para o deserto.

Em seu refúgio, Moisés teria tido seu primeiro contato com Deus, por meio de um fascinante episódio: um arbusto em chamas que não tinha seus galhos ou folhas consumidos pelo fogo. Para um físico da Universidade de Cambridge, EUA, poderia se tratar de um fenômeno natural e muito raro. O fogo poderia ter sido causado por um escapamento de gás natural, ocorrência comum no Oriente Médio, e o arbusto seria uma acácia, planta que demora a virar cinza, uma vez em chamas.

O chamado de Deus incumbiu Moisés de guiar o povo hebreu até a chamada terra prometida, em uma longa travessia pelo deserto de Sinai, que duraria 40 anos. No meio do caminho, o Mar Vermelho. A passagem bíblica descreve que Moisés posicionou-se em frente ao mar e as águas se abriram, criando um corredor seguro para os hebreus. A história conta ainda que, quando o exército egípcio entrou pelo mesmo corredor, as águas se fecharam e afogaram os soldados do faraó.

Para este mistério, pesquisadores recorrem a diferentes fenômenos: ventos fortes, tsunamis e outros desastres naturais. Uma das hipóteses mais discutidas é a da erupção de um vulcão na Ilha Santorini, Mar Egeu, cuja força teria sido equivalente a mil bombas atômicas. Reproduções feitas por computador mostram que o vulcão teria lançado lava por toda a região, incluindo o Mar Vermelho. Em contato com a água fria, a lava teria se transformado em rocha, tornando possível a passagem do povo hebreu.

Outra explicação seria uma excepcional maré baixa, possibilitando a passagem pelo estreito de Tiran, entrada do Golfo de Aqaba. Vestígios de bronze encontrados na região reforçam a tese, uma vez que o bronze era utilizado na fabricação de armaduras egípcias, uma indicação de que soldados morreram no local. Moisés não chegou a conhecer a terra prometida, assim como a maioria dos "fugitivos", mas foi a partir dessa jornada que eles conseguiram construir uma nação.


segunda-feira, 30 de abril de 2012

A história de Linhares ES

A vigilância ao tráfico de ouro através do Rio Doce é que deu origem ao Povoado de Coutins, com o estabelecimento de um Quartel Militar, com o mesmo nome, no ano de 1800, em volta do qual surgiu o povoamento.

Os índios do grupo Botocudos, nação Gês ou Tapuias, primeiros donos da terra, resistiam tenazmente à qualquer colonização branca na área e assim o fizeram, até que armas superiores às suas os dizimaram totalmente.

Naquela época toda área da região era coberta pela Mata Atlântica, que aos poucos, e decorrer de um século, foi devastada dando lugar a povoamento, extração, pastoreio e agricultura.

O primeiro povoamento foi inteiramente destruído por ataques dos índios botocudos e, em 1809, outro povoado foi levantado no mesmo lugar, recebendo o nome de Linhares, em homenagem a D. Rodrigo de Souza Coutinho, Conde de Linhares.

O povoado ficava situado num platô em forma de meia-lua, às margens do Rio Doce e, a leste e à oeste do povoado ficavam situados dois quartéis militares para avisar a população de ataques prováveis dos indígenas: um, onde é hoje o Bairro Aviso (daí o nome) e outro, nas proximidades de onde fica hoje o Colégio Estadual."

Por ordem cronológica, seguiram-se os seguintes fatos
• Estabelecimento dos primeiros lavradores, a convite do Governo da Capitania, ainda em 1809, (Espírito Santo era Capitania, na época) vindo assim para Linhares a família João Felipe du Pin Almeida Calmon, como colonos, para colonizar a região, ou seja, povoar e explorar a terra.

• Em 1811, o novo Governador da Capitania - Francisco Alberto Rubim, providenciou a vinda de mais colonos e, em 1819, é feita, por sua ordem, uma "Vista e Perspectiva do Povoado de Linhares", e nela, vê-se também a Primeira Igreja , construída sob o patrocínio de Rubim. O povoado foi construído em volta de uma Praça quadrada (hoje Praça 22 de Agosto), que guarda até hoje seu traçado original e onde os índios dançavam e cantavam no passado.


• Em 1818, visitou o povoado o naturalista Augusto de Saint Hilaire, deixando, em suas memórias de viagens, uma descrição do povoado, economia, do Rio Pequeno, da Lagoa Juparanã e prevê que, segundo suas palavras, "este lugar será, por certo, um dos mais belos do Brasil".

• Em abril de 1833, em execução a uma Provisão de Paço Imperial, anterior, o Povoado é elevado a VILA, sendo sede do Município do mesmo nome - Linhares - e sob a proteção de N. S. da Conceição. Provisão de Paço corresponde, hoje, a um decreto do Presidente da República.

• Em 22 de Agosto de 1833, realizou-se a primeira sessão solene da Câmara de Vereadores do Município de Linhares, tendo "início a sua vida político - administrativa" como judiciosamente sugere Xenocrates João Calmon de Aguiar". Nessa época, o Brasil era Império, Espírito Santo uma Província, e Vila, a sede dos Municípios; não existindo Prefeito, os Municípios eram administrados pela Câmara de Vereadores.

• O Território do Município de Linhares abrangia os que são hoje os Municípios de: Linhares, Rio Bananal, Colatina, Baixo Guandu, Pancas, São Gabriel da Palha, Sooretama e partes de Ibiraçu, Santa Tereza e Itaguaçu.

• No dia 03 de fevereiro de 1860, a Vila de Linhares recebe a ilustre visita de D. Pedro II. Na época, era Presidente da Câmara Municipal de Linhares o Sr. Carlos Augusto Nogueira da Gama. D. Pedro II aprecia o panorama do Rio Doce, escrevendo mais tarde: "Nenhum mais belo!". Visita a Lagoa Juparanã, parando para almoçar em uma pequena ilha que mais tarde recebeu o nome de Ilha do Imperador. A visita de D. Pedro II trouxe importantes benefícios à Vila de Linhares. Além do reconhecimento histórico que o fato em si representou, D. Pedro destinou 500 mil réis para a construção de um Cemitério (os enterros eram feitos em frente à primeira Igreja que havia desmoronado) e 300 mil réis destinados a compra de parâmetros sacerdotais para celebração na Capelinha. Esta foi a segunda Igreja de Linhares, conhecida atualmente como Igrejinha Velha, situada à praça 22 de Agosto.

• A construção da Casa da Câmara foi outra luta de anos travada pelos vereadores do Município, planejada desde 1849, para funcionar junto com a Intendência Militar (cadeia hoje), só foi construída no final do século, quando foram plantadas as 04 palmeiras que a ladeavam, duas de cada lado, ( só restam duas do lado esquerdo).

• Todo o comércio e transporte para a Vila de Linhares era realizado pela navegação no Rio Doce, destacando-se os vapores: " Muniz Freire", "Milagre":, "Santa Maria", "Tupi" e o "Juparanã". Atracavam estes barcos no cais do Porto do Rio Doce e, alguns, como o "Juparanã", tinham o apelido de "Gaiolas"; o mais famoso comandante do "Juparanã" foi Pedro Epichin, navegando pelo Rio Doce nas primeiras décadas deste século, desde 1927 até aproximadamente 1950, ( não temos a data exata do seu desativamento).

• Em 1887, naufragou na barra do rio Doce, em Regência, o navio "Imperial Marinheiro", durante violenta tempestade, destacando-se no resgate de 128 vidas o heroi Linharense: Caboclo Bernardo, que recebeu posteriormente, das mãos da Princesa Isabel, uma homenagem e medalha de ouro, em recompensa pela sua ação.
• No final do século XIX, a Vila de Linhares entra em decadência e o Povoado de Colatina, que pertencia ao Município de Linhares, conhece rápido crescimento graças a colonização italiana com o plantio de café e a inauguração dos trilhos da Estrada de Ferro Vitória - Minas.

• Assim, por decreto de 30 de dezembro de 1921, ficou criado o Município de Colatina, englobando a Vila e o antigo Município de Linhares, fato este que contribuiu mais ainda a decadência de Linhares durante 22 anos.

• Neste período, entretanto, o plantio do cacau, cujas primeiras mudas haviam sido introduzidas no início do século atual, começa a apresentar resultados consistentes, economicamente. Em 1930, começam a chegar em Linhares os trabalhos de abertura de uma estrada, ligando-a a Vitória, para o sul e depois, ao norte, até São Mateus. Estes fatos, somados ao trabalho de Linharenses junto ao Governo do Estado, fazem com que a situação se transforme.

• No dia 31 de dezembro de 1943 - por decisão do Governo do Estado, restabelece-se o Município de Linhares, desligando-se do Município de Colatina, fato este muito festejado pelos Linharenses, sendo nomeado o primeiro Prefeito de Linhares - Dr. Roberto Calmon. A partir de 1943, a escalada do desenvolvimento de Linhares não é mais detida, sendo que alguns fatos devem ser analisados:
1º) Inauguração da ponte sobre o Rio Doce, na presença do Presidente Getúlio Vargas, sendo o Prefeito de Linhares na época o Sr. Joaquim Calmon.
2º) Em 1972, chega até Linhares o asfaltamento da BR 101.
Estes fatos, inegavelmente, contribuíram para a exploração demográfica do Município e da Cidade.
Fonte: http://www.linharesonline.com.br/


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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

10 Bizarros métodos de tortura medieval

10 Bizarros métodos de tortura

Em tempos medievais, como hoje, se procuraram maneiras de reduzir a criminalidade. Mas em vez de deixarem os criminosos em uma cela de prisão, como hoje, eles usaram instrumentos de torturas diferentes. Estes dispositivos vieram de todas as formas e tamanhos e foram feitos para assustar outros potenciais criminosos a não cometerem os crimes praticados pela pessoa que estava sendo torturada. Vamos verificar esses estranhos métodos de tortura.

10. O Touro de Bronze
Este dispositivo foi projetado na Grécia por Perillos de Atenas. Foi fundador de bronze e lançou a forma de um touro oco com uma porta ao lado. A pessoa condenada ficava fechada no touro. Havia um fogo aceso por baixo do aparelho e o bronze tornava-se amarelo pelo calor, o que fazia com que a pessoa assasse até a morte. Ele era configurado com tubos e, por isso, quando a pessoa estava gritando soava como o touro.


O aparelho era uma esfinge de bronze oca na forma de um touro mugindo, com duas aberturas, no dorso e na parte frontal localizada na boca. No interior havia um canal desenvolvido semelhante à válvula móvel do instrumento musical Trompete, que ligava da boca ao interior do Touro. Após colocar a vítima na esfinge, era então fechada a entrada colocando-se sobre uma fogueira. À medida que a temperatura aumentava no interior do Touro, o ar ficava escasso, e o executado procuraria meios para respirar, recorrendo ao orifício na extremidade do canal. Os gritos exaustivos do executado saíam pela boca do Touro, fazendo parecer que a esfinge estava viva.


Lenda do próprio veneno. Diz-se que Perilo após concluir seu evento e apresentá-lo à Fálaris, este o induziu a mostrar-lhe como funcionava, então de modo sarcástico Perilo fora encerrado no ventre do Touro. Perilo foi primeira pessoa a ser torturada dentro da máquina, mas foi retirado ainda com vida, sendo jogado dos penhascos para morrer.

Segundo outra versão, mais tarde Perilo teve seu momento de glória, vingando a atitude de Fálaris. Em uma revolta contra os atos cruéis do tirano, Perilo comandou uma rebelião que terminou por prender Fálaris, executando-o em praça pública, dentro do touro, considerado o símbolo da crueldade.

Destino do touro. Quando Himilcar tomou Agrigento, dentre as peças pilhadas, estava o touro de bronze, que foi levado a Cartago.O historiador Timeu, que escreveu sua História entre este evento e a derrota de Cartago para os romanos, dizia que este touro nunca havia existido, porém, quando Cipião Emiliano saqueou Cartago, 260 anos depois, entre os objetos devolvidos a Agrigento estava este touro, que ainda lá permanecia à época de Diodoro Sículo.

9. Roda de ruptura ou  roda de Catherine 
Esta roda de tortura foi usada para matar criminosos de modo muito lentamente. Este dispositivo era uma grande roda de carroça. O criminoso seria amarrado à roda, onde o punisher se continuar a usar um martelo para quebrar os ossos de outra pessoa. Uma vez que foi completado, eles foram deixados ali para morrer e até mesmo os pássaros se bicam sua carne até que a morte estava completa.


A roda de ruptura, também conhecida como a roda de Catherine ou simplesmente a roda, era um instrumento de tortura usado para a pena de morte na Idade Média e início dos tempos modernos para a execução pública por concussão à morte. Foi usado durante a Idade Média e foi ainda em uso no século 19.

8. O Rack(O Banco da Tortura)
Isso é exatamente o que parece. A mesa puxa o torturado de uma ponta a outra, até desmembrar vagarosamente o corpo da vitima.


Conhecido por vários nomes: os romanos chamavam “equuleus” (cavalo jovem); os franceses de “Banc de Tortura”, os espanhóis “escalera” (escada), Alemanha tratava-o como “Folter” (armação) ou “Liesel de Schlimme” (Eliza temeroso), os italianos nomearam-no “La Veglia” e o apelido britânico era “o Duque de Filha do Exeter”. Qualquer que fosse o nome, era um artifício temível que quebrou incontáveis prisioneiros. A ideia básica da prateleira pode ter tido origem na lenda grega do gigante bandido Procrustes . Segundo a lenda ele tinha uma cama de ferro do tamanho exacto de cada convidado. Depois de atrair os incautos viajantes, ele os deitaria na cama e esticavá-os até que coubessem. Isto era um meio popular muito simples de conseguir uma confissão. A vítima era amarrada através de uma tábua pelos seus tornozelos e pulsos. Os cilindros nos topos da tábua seriam então rodados puxando o corpo em direções opostas o que resultava em graves, e muitas vezes irreversíveis lesões nas rótulas e ossos.

7. Berço de Judas (Judas Cradle)

Este dispositivo tortura é um assento em forma de pirâmide (peça metálica em forma de pirâmide sustentada por hastes). A vítima é colocada em cima dela, com a ponta inserida num orifício do corpo, então era baixada muito devagar. O condenado ficava geralmente nu, a fim de acrescenta-lhe mais humilhação. A vítima, sustentada por correntes, era colocada "sentada" sobre a ponta da pirâmide. O afrouxamento gradual ou brusco da corrente manejada pelo executor fazia com que o peso do corpo pressionasse e ferisse o ânus, a vagina, cóccix ou o saco escrotal. O Berço de Judas também é conhecido como Culla di Giuda (italiano), Judaswiege (alemão), Judas Cradle ou simplesmente Cradle (inglês) e La Veille (A Vigília, em francês).

6. O Caixão da Tortura

Este aparelho foi usado na Idade Média. O condenado era colocado em uma gaiola de metal e ficava imóvel, preso dependurado pelo tempo que a autoridade determinasse.

Dependendo do crime, o apenado ficava preso nessa gaiola sem poder se mexer até o fim da sua vida e muitos outros eram pendurados em meio a cidade, onde quem passava atiravam-lhes pedras, paus e objetos cortantes.

5. A Dama de Ferro
Este armário de ferro no formato de um ser humano foi feito no tamanho exato para acomodar uma pessoa em pé. O armário tinha uma espécie de abertura, que podia também ser fechada, para que o torturador pudesse interrogar a vítima. Essa abertura também podia ser usada para que o carrasco pudesse cutucar a vítima com objetos pontiagudos e finalmente matar o condenado.

4. O Divisor de Joelhos
Este aparelho era usado para inutilizar os joelhos dos condenados e foi usado principalmente na época da Santa Inquisição. O número de espinhos do aparelho poderia variar entre vinte e três pontas, dependendo do crime cometido pelo condenado.

A perna do indivíduo era colocada entre as faces com os espinhos, o torturado rodava os dois dispositivos em forma de parafusos, fazendo com que as duas faces se aproximassem e assim esmagasse a perna do apenado. Existem relatos de que este aparelho foi usado também em cotovelos e que ele poderia ser aquecido para que causasse mais dor ainda.

3. O Garfo do Herege
Este dispositivo foi usado durante a época da Inquisição Espanhola e era bastante simples sendo formado por dois garfos de metal em lados opostos de uma haste.

Um desses garfos era colocado no queixo do condenado e o outro no tórax, de forma que eles fossem forçados até que os dois perfurassem a pele do sujeito. Este método não causava a morte, pois nenhum órgão vital era perfurado. O objetivo era que o condenado ficasse com as mãos amarradas nas costas, para que não fugisse, e que não pudesse mexer a cabeça ou falar.

2. A Tortura da Serra
Esse método era aplicado aos condenados de bruxaria, adultério, assassinato, blasfêmia ou roubo. O condenado seria pendurado de cabeça para baixo para retardar a sua morte, forçando que o sangue permanecesse no cérebro, e então seria serrado por várias horas até morrer. Ele poderia ser completamente serrado ao meio ou ter somente parte do abdômen serrado para que a morte fosse mais lenta.

1. A Presilha
Esse método era basicamente usado para obter uma confissão de um suspeito. Os dedos do suspeito eram colocados no dispositivo e esmagados aos poucos conforme o torturador apertava o parafuso. As torturas podiam durar dias e eram muito doloridas.

Existem versões maiores desse aparelho para serem usadas nos pés, cotovelos e até mesmo na cabeça.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Top 10 Assassinatos mais importantes da história

Top 10 Assassinatos mais importantes da história


Desde que o Rei Moabita Eglom foi morto a facadas em seu trono em 1200 aC (Juízes 3:12-30), e provavelmente muito antes disso, líderes políticos foram mortos por qualquer número de razões. Normalmente, eles são assassinados porque são considerados uma ameaça para outros em posição de autoridade, ou por causa de alguma política controversa que tomaram, mas às vezes a lógica pode ser tão simples como a busca por vingança ou o desejo pelo assassino para ser famoso. Em qualquer caso, geralmente estes assassinatos são apenas notas de rodapé na história menor, mas ocasionalmente podem e têm tido um impacto profundo sobre não apenas uma nação, mas na própria história. Então, quem eram esses homens e uma mulher, cuja poucas mortes podem ter tido essa repercussão imensa?

10. Benazir Bhutto
A ex-primeira-ministra do Paquistão em 2007

Embora não mais que uma chefe de estado, a influência de Bhuto sobre política paquistanesa foi considerável. A voz moderada em um país repleto de extremismo, a sua morte pelas mãos de militantes islâmicos pode ter, sozinho, destruído qualquer chance de o país ter tido conduzido para a estabilidade política e, provavelmente, contribuído para a espiral descendente que a nação em geral tem experimentado desde então. Enquanto não se sabe se ela poderia ter feito uma grande diferença em retardar ou deter as tendências cada vez mais militante do Paquistão, sua morte deixou um vazio que nenhum líder da oposição tem sido capaz de preencher, deixando o Paquistão com capacidade nuclear cada vez mais uma nação instável e perigosa.


9. Reinhard Heydrich
Oficial nazista Senior, 1942

Provavelmente apenas fãs da história da Segunda Guerra Mundial, sabem quem foi Reinhard Heydrich. Mas ele foi o único homem que poderia ter vencido a guerra para a Alemanha caso não tivesse sido morto por partidários Checos nas ruas de Praga, em 1942. Como? Tão cruel e duas vezes tão inteligente quanto seu protegido, Adolf Hitler, o homem estava sendo preparado para ser o sucessor do Führer quando morreu, se tivesse vivido, quem sabe se ele não poderia finalmente encontrado o kahunas para derrubar o cada vez mais frágil e delirante Hitler e tomar as rédeas do Terceiro Reich, e a perspectiva de que poderia ter implicações profundas para os aliados. Certamente, sob a liderança de Heydrich, muitos dos erros cometidos por Hitler nos últimos anos da guerra, que selou o destino da Alemanha poderiam ter sido evitados; por outro lado, ele poderia ter feito erros diferentes e teriam apressado a derrota da Alemanha, mas isso é para os aficionados da história alternativa.

8. Indira Gandhi
Primeira-Ministra indiana, 1984

Como Benazir Bhutto (veja o número 10 acima), para toda uma geração de índianos, Indira Gandhi (nenhuma relação com o número 6 abaixo) foi a voz de modernização cuja morte resultou em um período de instabilidade política considerável na Índia por vários anos depois (instabilidade por trás da morte de seu próprio filho, Rajiv Gandhi, nas mãos de extremistas Tamil em 1991). Embora muitas vezes considerado um polêmico e, às vezes, figura desajeitada e impopulares na política indiana, sua influência e desejo de trazer a Índia para o século XX não pode ser subestimado, nem os danos causados ​​a esses planos, pelo menos no curto prazo, ser negado.

7. John F. Kennedy
Presidente dos EUA de 1963


Enquanto Kennedy era apenas um dos quatro presidentes dos EUA a morrer nas mãos de um assassino (e um dos nada menos que dez presidentes que experimentaram uma tentativa de assassinato), nenhuma foi tão pública ou tiveram tanto impacto sobre a psique norte-americana assim como a morte do jovem ex-senador por Massachusetts. Enquanto a sua morte teve apenas um impacto menor sobre o curso político que tinha definido para o país (o seu sucessor, Lyndon Johnson, continuou com muitos de seus programas e políticas) nunca pode ser negado o quão profundamente sua morte lançou uma cortina de fumaça sobre o povo americano que, de certa forma, permaneceu até hoje. Mas ainda mais do que isso, sua morte resultou na criação da indústria inteira de teorias da conspiração, que têm feito muito para atiçar o fogo da paranóia e cinismo que queimam tão fortemente neste país.

6. Mahatma Gandhi
Ativista político e líder espiritual indiano, 1948

A voz da não-violência em um mundo cada vez mais violento, quando o homem indiano emaciado santo foi morto a tiros nas ruas de Nova Delhi por um estudante universitário e ativista, foi um tremendo golpe não só para a Índia, mas para o mundo inteiro. Suas políticas de compaixão para com os pobres e resistência não-violenta serviu como um modelo para uma mudança pacífica, enquanto a sua capacidade de afetar tanto a hindus e muçulmanos fizeram da paz uma espécie possível em seu país devastado pela guerra. A única coisa positiva que se pode dizer-se tal for possível, é que ele teve a sorte de seu agressor ser um colega Hindu; se ele tivesse sido baleado por um muçulmano, poderia muito bem ter virado o subcontinente em campo de batalha religiosa de apocalíptica proporções.

5. Júlio César
Imperador de Roma, 44BCE

Enquanto seja um tipo de evento que parece mais uma parte do melodrama do que a história real, o difícil de definir no caminho de séculos de tumulto e traição. O poderia ter acontecido a Roma se Júlio César tivesse permanecido no poder, teria sido muito menos confusa (e certamente não teria ocorrido a guerra civil que resultou quase dividir o império em dois também). Por outro lado, sem a morte de César para o arranque de toda uma cadeia de eventos sórdidos, nunca teríamos o encontro de Cleópatra e Marco Antônio para nos entreter todos esses séculos, não é?

4. Martin Luther King, Jr.
Ativista dos direitos civis de 1968

Embora seja impossível saber como as coisas teriam sido para a comunidade negra no final dos anos sessenta e início dos anos setenta se um assassino não houvessem silenciado King, a perda de seu principal porta-voz foi sem dúvida um grande golpe para todo o movimento dos direitos civis. Considerada a voz da razão e moderação em um momento de conflitos crescentes, sua morte abriu a porta para mais líderes militantes a subirem para a vanguarda do movimento, muitas vezes resultando na radicalização da comunidade negra e criando divisões mais profundas do que já era evidente. Se tivesse vivido, é possível que o final dos anos sessenta e início dos anos setenta teriam um ar muito menos militante sobre isso, embora isso seja puramente especulativo.

3. Alexander II
Czar da Rússia, 1881

Embora não seja provável que muitas pessoas saibam muito sobre o czar Alexandre II da Rússia, sua morte nas mãos de terroristas (sim, eles tinham até mesmo naquela época, embora no momento em que eram conhecidos como anarquistas) em março de 1881 mudou o curso da Rússia para o mal. Algo de um monarca iluminado e um reformador, ele estava à beira de criar um parlamento na Rússia no momento de sua morte, o que provavelmente teria levado a democratização eventual dos países (tal como foi visto na Inglaterra e outros países europeus nestes últimos anos). Em vez disso, seus sucessores decidiram adotar uma abordagem mais desajeitada, resultando em mais 30 anos de liderança opressora e corrupta e semear as sementes para a revolução de 1917 que iriam introduzir o comunismo para o mundo, hoje com efeitos que ainda estamos sentindo.

2. Abraham Lincoln
Presidente dos EUA de 1865

Nunca um assassinato teve um impacto tão grande em um país do que a do décimo sexto presidente dos Estados Unidos. Sua morte nas mãos do ator agitador John Wilkes Booth não é apenas uma lenda, mas foi desastroso para o sul, bem como, que teria se saído muito melhor sob a mão conciliadora de Lincoln, no rescaldo da Guerra Civil do que ocorreu sob o comando de Andrew Johnson e as administrações subseqüentes. Na verdade, pode-se dizer que por causa da traição de Booth, a Guerra Civil durou décadas a mais, pelo menos nas mentes de muitos sulistas do que seria de outra forma, e provavelmente contribuiu muito para a opressão dos negros no sul. Como tal, ao matar Lincoln, Booth pode ter prejudicado o seu amado sul muito mais do que suas ações poderiam ter ajudado.

1. Arquiduque Franz Ferdinand
Herdeiro do Trono de Austro-Húngaro, 1914

Então, por que esse cara chega ao número 1 na lista? Afinal, é difícil imaginar que o assassinato de um nobre bastante obscura poderia ter repercussões enormes, muito menos ser o assassinato mais importantes da história. No entanto, a morte do arquiduque e sua esposa enquanto desfilavam em carro aberto pelas ruas de Sarajevo (capital da moderna Bósnia-Herzegovina, mas na época parte da maior Sérvia) teve repercussão imediata e profunda. O problema era que o assassino (você adivinhou, outro anarquista)
era parte de um grupo que tinha ligações com os militares sérvios em si, como tal, em um caso de classe mundial de uma reação exagerada, Austro-Hungria ocupou o governo sérvio cúmplices no assassinato e colocado em movimento as engrenagens da guerra que, por sua vez, iniciou uma cadeia de eventos que, ao longo do curso um apenas algumas semanas, não só trouxe os dois países às vias de fato, mas que arrastou todo o continente para a briga com ele. O resultado? Primeira Guerra Mundial, sem dúvida, um dos conflitos mais sangrentos e mais fúteis da história. (Número de mortos Final:. 15 milhões) Certamente, muito mais conhecido e as pessoas mais poderosas foram assassinados ao longo dos anos, mas nenhum tinha as conseqüências desse ato único de brutalidade e estupidez.




Fonte: toptenz.net

terça-feira, 6 de setembro de 2011

Academia de guerreiros: Arqueólogos encontram ruínas de antiga escola romana de gladiadores na Áustria

Arqueólogos encontram antiga escola de gladiadores enterrada na Áustria 
Carnuntum, situado à margem do Danúbio, era a capital da província romana de Panônia, na Europa Central. Era também, na antiguidade, uma etapa importante na rota do âmbar.
Homens vestidos como gladiadores durante encenação de uma batalha na antiga cidade de Petronell-Carnuntum, Áustria (Dieter Nagl/AFP)

RIO - Uma academia para gladiadores encontrada na Áustria chamou a atenção de especialistas pelo seu bom estado de conservação, mantendo detalhes de suas ruínas. De acordo com arqueólgos que participaram da demostração em terceira dimensão do local nesta segunda-feira, a construção fazia parte de uma cidade com 50 mil pessoas, há cerca de 17 séculos, e estava escondida sob a terra.

A complexidade e o tamanho da academia fazem com que ela seja comparada a Ludus Magnus, a maior escola de treinamento de gladiadores romanos. Os especialistas explicaram que as ruínas foram encontradas com o auxílio de um radar.

Também chamado de escola de gladiadores, o local abrigava uma área de treinamento, campo fechado para adestramento de cavalos, os banheiros possuíam água quente e havia, ainda, uma sala interna cujo pavimento era aquecido.


Os alunos, porém, viviam em celas apertadas e lutavam até a morte. Também havia uma prisão na qual escravos e prisioneiros formavam grupos de lutadores. Quem vencesse combates importantes poderia até conseguir a liberdade.

O complexo dos gladiadores, com cerca de dez quilômetros quadrados, contava, ainda, com um estádio. O sítio arqueológico fica em Carnuntum, a aproximadamente 90Km de Viena. Ainda não há data para que as escavações comecem. De acordo com especialistas, é necessário elaborar uma estratégia para que o local mantenha o máximo de conservação.

- Se alguém tem um ferimento grave, primeiro você faz uma série de tomografias até deixar o cirurgião fazer seu trabalho - explicou Wolfgang Neubauer, diretor do Instituto Ludwig Bolzman, que participou da descoberta da academia de gladiadores.

O Globo

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Atlântida? Templos e pirâmides no litoral de Cuba sugerem descoberta do continente perdido


Atlântida? Templos e pirâmides no litoral de Cuba sugerem descoberta do continente perdido

Como você reagiria se alguém dissesse que a o lendário continente de Atlântida realmente existiu? E que parte dele está nas imediações de Cuba e das ilhas do Mar do Caribe?
No ano 2000, sonar captou essas formações arquitetônicas no fundo do Mar do Caribe

Uma Atlântida em pleno Mar do Caribe! Algo quase inacreditável mas que pode ser, enfim, provado por missões de reconhecimento nas aguas do Oceano Atlântico. E não são águas muito profundas, nada mais do que 600 metros de profundidade.

Em 2000, uma equipe formada por cientistas de vários países, em investigação a leste de Cuba, na Península de Guanacabibes, informou que o robô submarino havia captado a presença de gigantescas estruturas de pedras, milimetricamente cortadas, formando templos, túneis, alamedas e pirâmides equivalentes ou de maior envergadura que a Grande Pirâmide do Egito. As estruturas de pedra, em alguns pontos, lembram restos de pontes e campos de pouso.

A descoberta leva à hipótese de que, não só a Ilha de Cuba, mas quase todas as Antilhas podem ser fragmentos de uma grande extensão continental da América Central, unidas à Península do Yucatã, no México.

Vidente previu ressurgimento da Atlântida
Construções gigantescas no Mar do Caribe com pedras cortadas milimetricamente e tecnologia desconhecida do mundo contemporâneo

O sonar registrou imagens fantásticas, que combinam com as previsões de um vidente: Edgar Cayce, chamado de ‘O Profeta Adormecido’. Cayce previu, durante sessões de transe entre 1923 e 1944, que a mítica Atlântida ressurgiria, com seus templos magníficos e isso iria abalar a estrutura científica do mundo atual.

Realmente, em 1969, pesquisadores encontraram nas imediações da Ilha de Bimini um imenso muro submerso, e também edificações e vestígios de estradas com calçamento de pedra, que seguia para regiões mais profundas do oceano. Mas o fato foi propositalmente esquecido!

O vidente falava de uma civilização fantástica, com perfil tecnológico e arquitetônico muito além do que conhecemos hoje. Segundo ele, o povo atlante havia desenvolvido a capacidade de explorar o espaço e o fundo do mar, com prodigiosas naves. Também afirmava a Atlântida havia desenvolvido a capacidade de comunicação por meios tecnológicos que fogem ao nosso conhecimentos, com o emprego de cristais poderosos.

O que causou a destruição atlante?

No seu livro "Akhenaton - A revolução espiritual do antigo Egito", o escritor Roger Paranhos, formula a hipótese de que Atlântida tenha sido destruída por um cometa. Essa hipótese é levantada por inúmeros outros pesquisadores que creem na possibilidade de uma gigantesca  explosão ou impacto terrestre causado por objetos do espaço há cerca de 12.900 e 10.900. O fato teria desencadeado um período glacial e o continente perdido poderia ter sido o ponto do suposto impacto.

Reparem que a península do Yucatã, no México, tem uma forma curiosamente arredondada.

Segundo a lenda contada por Platão a dois discípulos na Grécia antiga, o continente desapareceu há 12 mil anos por um grande terremoto, que engoliu em uma só noite, os 64 milhões de habitantes do local. No relato do filósofo grego, era uma nação de guerreiros poderosos, situadas à leste, alem das Colunas de Hércules (Estreito de Gibraltar). Esses guerreiros atlantes teriam sido vencidos pelos primeiros atenienses, segundo o relato Timaeus e Crítias, 8 mil anos antes daquele período.

Nas visões do médium Edgard Cayce, a Atlântida foi destruída pelo emprego errôneo de captação de energia, o que desequilibrou a órbita da Terra.

Outra de suas revelações surpreendentes: a Atlântida teve uma primeira parte a submergir durante o cataclismo, que foi uma parte próxima ao litoral de Cuba, lugar conhecido hoje como Mar dos Sargaços, no Triângulo das Bermudas.

De qualquer forma, a possibilidade de que a Atlântida possa ter existido responde a todos os questionamentos sobre vestígios de civilizações pré-colombianas, no México, América Central e do Sul. Essa lacuna só pode ser respondida por uma origem comum.
Como dizem alguns escritores: “Se a Atlântida não existiu, seria preciso inventá-la!”

 agoravale.com.br

terça-feira, 2 de agosto de 2011

História de amor criada no Facebook acaba na polícia

História de amor criada no Facebook por adolescente termina na delegacia
Um jovem argentino se apaixonou por uma mulher inventada por um adolescente de 13 anos. O romance virtual durou sete meses


Um jovem argentino se apaixonou através do Facebook por uma mulher, mas quando resolveram marcar um encontro, ela avisa que foi sequestrada e que os supostos bandidos exigem um resgate, o que levou a Polícia e o serviço secreto descobrirem que ela, na verdade, foi uma invenção de um adolescente de 13 anos.

Segundo confirmaram nesta terça-feira fontes policiais, tudo começou quando o adolescente, que mora na cidade de Dean Funes, na província de Córdoba, criou um perfil falso no Facebook de uma suposta empresária, de 26 anos, à qual batizou de Antonella.

O caso foi divulgado pelo jornal portenho "Crónica", que na edição desta terça-feira relatou que um jovem de 20 anos, que vive na cidade na província de Buenos Aires de Pablo Nogués, conheceu Antonella através da rede social e acabou se apaixonando. O romance virtual durou sete meses, durante os quais os apaixonados trocavam textos e fotos e até chegaram a brigar e fazerem as pazes, até que um dia Antonella avisou o namorado que iria até sua casa em Pablo Nogués para finalmente se conhecerem.

Contudo, o jovem recebeu um telefonema da suposta empresária avisando que tinha sido sequestrada no caminho e que exigiram um resgate de 100 mil pesos (equivalente a US$ 24 mil).

O rapaz avisou imediatamente a Polícia, que levou o caso à Justiça, que, por sua vez, pediu a colaboração da Polícia de Córdoba e da Secretaria de Inteligência do Estado (Side) para investigar o suposto sequestro.

Após uma investigação de dois dias, a Polícia rastreou o telefone celular de Antonella, até localizar o portão do colégio de Dean Funes onde o adolescente estuda. Ao se ver encurralado pela Polícia, o menino de 13 anos, confessou ter sido o autor da confusão e contou que a fotografia do perfil de Antonella era na realidade da namorada de um parente.

O comissário inspetor Adrián Novillo, de Córdoba, confirmou nesta terça-feira que o adolescente foi transferido a um centro policial e depois compareceu perante a Justiça na companhia de sua avó. "Depois o menor foi entregue à família", disse Novillo, em declarações à Rádio "Cadena 3", de Córdoba.

O curioso mundo do Facebook
Quem usa o Facebook com certa cautela talvez não faça ideia do que uma mensagem ou uma foto postada no mundo virtual podem causar no mundo real - para o bem e para o mal. Na Alemanha, uma adolescente já viu seu bairro ser invadido por mais de 1,5 mil desconhecidos após anunciar seu aniversário na rede na mesma semana em que um argentino encontrou o filho que não via há dez anos pelo Facebook. Enquanto algumas decisões tomadas na rede social podem ajudar a encontrar amigos ou até mesmo reaver o querido porco de estimação, outras podem causar demissões, destruir relacionamentos ou colocar o usuário atrás das grades. Tudo isso aconteceu, e por causa do Facebook.

Confira essas e outras histórias de pessoas que perdem um pouco da noção e fazem do Facebook uma fonte de casos curiosos e divertidos:


1Infância e juventude

Uma adolescente de Sydney teve que cancelar sua "pequena festa de aniversário" depois que 200 mil pessoas, que obviamente não tinham sido convidadas, confirmaram presença no evento pelo Facebook. Ela cancelou a festa, colocou segurança na porta de casa, mas o único desdobramento da história foi gente querendo lucrar, vendendo camisetas com o nome de Jesse e a data da festa por US$ 16. Quem sofreu mais foi a alemã Thessa, que tornou público o convite para sua festa de aniversário que era para ser privada. Mais de 15 mil pessoas confirmaram presença e a festa foi cancelada, mas mais de 1,5 mil pessoas pararam na frente da casa da jovem na Alemanha. Mas não é só adolescente que faz bobagem no Facebook. Uma inglesinha de sete anos gastou - e na frente dos pais - 250 libras (cerca de R$ 675) em uma hora conectada no Facebook. Ela pediu ao pai para jogar Petville na rede social, e ele conectou a filha sem saber que as compras de móveis e roupas virtuais eram pagas com dinheiro real. O pai até ajudou a filha a comprar alguns dos itens, quando foi surpreendido com a fatura do cartão de crédito. Ele pediu o reembolso, que foi negado pelas desenvolvedores do jogo.
Foto: The Sun/Reprodução


2No mercado de trabalho

O bancário Kevin Colvin conseguiu uma folga no banco onde trabalhava alegando uma emergência familiar, mas o que ele queria mesmo era se divertir em uma festa de Halloween em Nova York. E foi isso que ele fez. Vestido de fada, com direito a varinha de condão , curtiu a festa e postou a foto da diversão no Facebook. O problema é que o chefe viu a foto e respondeu ao pedido de dispensa dizendo que esperava que tudo se ajeitasse com a família e elogiou sua varinha de condão. E depois o demitiu. E enquanto uns são demitidos pelo que postam no Facebook, uma inglesa de apenas 16 anos ficou sabendo que foi dispensada de uma cafeteria por uma mensagem enviada pelo Facebook. Chelsea Taylor recebeu uma mensagem da gerente da cafeteria pela rede social - e cheia de erros de gramática - anunciando a demissão. "Olá, Chelsea. É Elaine, do trabalho. Me desculpe mandar essa mensagem para você, mas eu tenho tentado falar com você por telefone e não consigo”, escreveu.  Entre demissões,  há também pessoas que usam o Facebook para arrumar mais trabalho. Até a profissão mais antiga do mundo usa as novas tecnologias como jogada de marketing. Segundo um estudo, mais de 80% dasgarotas de programa de Nova York usam o Facebook para conquistar clientes.


3No mundo do crime

Enquanto os presos brasileiros coordenam ações criminosas de dentro da prisão pelo celular, nos Estados Unidos os detentos já estão em outro nível: atualizam o status do Facebook . Por causa disso, a Carolina do Sul quer ser o primeiro Estado a tornar a prática um crime, somando 30 dias a mais na pena de quem for pego interagindo em redes sociais. Tarangie Tyler, uma americana que teve o marido assassinado em uma ação criminosa, se vê aterrorizada por um dos criminosos, que está preso mas segue atualizando seu perfil na rede social.  Mas há também que vá para a cadeia pelo mau uso da rede. Um adolescente americano pode pegar de 11 a 22 anos de prisão por ter usado o Facebook para contratar um matador para assassinar uma mulher que o acusou de estupro. O jovem de 19 anos aceitou a sentença dos crimes de estupro e de ter solicitado um assassinato. No post do Facebook, o adolescente oferecia US$ 500 pela "cabeça de uma garota". Segundo a polícia, em um post posterior, ele afirmou que "precisava que a garota saísse de cena rápido". Outro que se deu mal foi um americano de 38 anos, enganado pela mulher que criou um perfil falso se passando por adolescente para investigar o que ele fazia online. Após ficar amiga do próprio marido sem ele saber, ela descobriu que ele havia instalado um GPS no seu carro, esperando somente o momento certo para matá-la. O homem, é claro, está preso.
Foto: AP
Leia mais sobre "O mundo curioso do Facebook"


AGÊNCIA EFE


quinta-feira, 30 de junho de 2011

Homem moderno jamais coexistiu com Homo erectus

O homem moderno jamais coexistiu com seu antepassado Homo erectus, revelam estudos publicados na quarta-feira (30).

O Homo erectus é considerado como o antepassado direto do Homo sapiens e se parece com o homem moderno em vários aspectos, mas seu cérebro era menor e o formato do crânio, diferente.

O Homo erectus foi o primeiro de nossos parentes distantes a sair da África, há 1,8 milhão de anos, e desapareceu do continente africano e de grande parte da Ásia há 500 mil anos, mas suspeitava-se de sua presença na região de Ngandong, às margens do rio Solo, na ilha de Java (Indonésia), há entre 50 mil e 35 mil anos.

Como o Homo sapiens chegou à Indonésia há 40 mil anos, acreditava-se em uma possível presença comum em Java.
As últimas datações que apoiavam esta hipótese foram realizadas em 1996, a partir de dentes de animais e restos fossilizados de hominídeos, mas havia dúvidas sobre a idade real dos fósseis.

A partir de 2004, uma equipe internacional de antropólogos, dirigida conjuntamente por Etty Indriati, da Universidade Gadjah Mada da Indonésia, e Susan Anton, da Universidade de Nova York, conduziu o projeto Solo River Terrace (SoRT), que realizou novas análises, com diferentes métodos de datação.

Os pesquisadores do SoRT concluíram que, independentemente dos métodos utilizados, os fósseis do Homo erectus eram de um período bem anterior à chegada do Homo sapiens à região.

Assim, "o Homo erectus provavelmente jamais coexistiu neste habitat com os humanos modernos", declarou Etty Indriati.

Segundo as análises do SoRT, o Homo erectus estava extinto em Java há ao menos 143 mil anos, e mais provavelmente há 550 mil anos.


Uma coexistência entre o Homo erectus e o Homo sapiens reforçaria a teoria de que o homem moderno substituiu seus ancestrais no processo de evolução.

Mas a conclusão do projeto SoRT reforça a chamada "origem multirregional", que sugere que os humanos modernos são resultado de múltiplas contribuições genéticas, de diferentes grupos de hominídeos que viveram na África, Ásia e Europa.


DA FRANCE PRESSE

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

A borboleta branca e como ela salvou a vida de mineiros presos no desabamento da mina no Chile

Um mineiro disse que viu uma borboleta branca, onde estava trabalhando e chamou a atenção para uma borboleta foi a essa profundidade, então a seguiu e chegou ao sítio onde os outros mineiros e, em seguida ela foi destruída (se não tivesse seguido a borboleta branca tinha morrido) e mesmo o mineiro disse que era um milagre de Jesus.

No deserto chileno de Atacama seca, o folclore se mistura com a superstição ea superstição se mistura com religião.

O dia abrasador dá lugar ao frio, as noites de nevoeiro.

Na aldeia, uma tenda batizada de "Camp Hope," às portas do complexo mina de San José, as famílias dos mineiros unidas "amontoam-se e acendem uma fogueira.

Eles contam contos no fulgor de brasas incandescentes. E o que todos querem ouvir estas últimas noites é um conto quase sobrenatural sobre o mineiro e a borboleta branca.

Ali, os dias quentes são seguidos por noites geladas. Em Camp Esperança, na entrada da mina de San José, os parentes dos mineiros presos atendem todas as noites em torno de fogueiras para contar histórias. Nos últimos dias, todo mundo quer ouvir o mineiro e borboleta branca.

O primeiro disse que era um dos 33 mineiros presos, Jorge Galeguillos, em uma carta a seu irmão.

Era 05 de agosto pela manhã, quando ele retornou a mina Galeguillos a bordo de uma caminhonete Nissan Terrano através de um túnel de quatro metros de diâmetro. Seu amigo, ex-futebolista, Franklin Lobos, estava dirigindo.

"Nós tínhamos estado até a oficina e como nós estávamos dirigindo de volta para baixo, uma laje de pedra cedeu apenas atrás de nós. Ele caiu poucos segundos depois que passavam. Pouco mais à frente eu vi uma borboleta branca", escreveu em Galeguillos a carta de duas páginas para o seu irmão Eleodoro, também mineiro.

"Depois disso, fomos apanhados por uma avalanche de sujeira e poeira. Eu não podia ver minha mão na frente do meu rosto. O túnel estava desmoronando e as rochas enterraram uma retroescavadeira. Um tanque de água mais para baixo quase foi enterrada também, "ele continuou.

Um enorme pedaço de rocha desabou por trás deles, um bloqueio total da mina entre o nível 190 (o nível corresponde à altura acima do nível do mar, medida em metros) e 335 de nível, um nível mais alto da mina perto da entrada.

Por sua vez, que o colapso provocou uma série de pequenos desmoronamentos e desabamentos mais abaixo na mina, de acordo com socorristas.

À medida que a poeira baixou, Lobos e Galeguillos se dirigiram de novo e conseguiram desbloquear a sua maneira as rochas que tinham bloqueado parcialmente o curso inferior do túnel de 4 metros de largura. Eles acabaram por serem capazes de chegar aos 31 colegas mineiros, que estavam, até então, amontoados em segurança no refúgio de 50 metros quadrados no nível 100.

O irmão de Galeguillos diz que ele tem uma explicação racional de como uma pequena borboleta branca poderia ter voado mais de 500 metros de profundidade na mina.

Como a maioria dos garimpeiros na região do deserto, ele é um católico devoto e muito supersticioso. Ele também acredita nas histórias do "velho".

Eleodoro Galguillos parece envergonhado quando ele dá sua explicação sobre a borboleta branca: "Em campo, nossos avós, que eram camponeses, eles sabiam que era um bom augúrio encontrar um animal branco no meio da noite", começou ele.

"Cá em mim, não sei o que realmente foi essa borboleta, talvez um anjo que passa na frente deles ou um pequeno deus dizendo" apressa-se, há perigo ", disse Eleodoro.

Parece ser certo que a borboleta protegeu a vida de seu irmão e seu amigo. "Eles foram salvos por nada. O colapso ocorreu acima e abaixo deles. E as coisas foram enterradas ao redor do túnel", disse Galeguillos.

Você pode imaginar que as pequenas borboletas brancas são na sua maioria inéditos em minas, especialmente a 500 metros abaixo da superfície. Impressionado com a vista da borboleta, os dois mineiros desaceleraram seu caminhão para que pudessem dar uma olhada. Essa curiosidade impediu de conduzirem suas cabeças para os desabamentos e desmoronamentos desencadeados pelo colapso inicial maciço. Depois que a poeira assentou, os dois mineiros foram finalmente capazes de navegar a caminho de outros 31 mineiros presos em um refúgio mais profundo da mina.


O deserto em flor

O consultor de Mineração Michael Fortt, que visita regularmente as famílias dos mineiros, disse que as pequenas borboletas brancas podem ser vistas, por vezes, na região de flores roxas que florescem algumas horas no deserto Atacacama, algumas vezes por ano quando há muita neblina e orvalho. Este fenômeno chamado de "a flor do deserto."

O local mais próximo onde estas flores estão fica a dois quilômetros da mina. Fortt considera extremamente estranho que um desses insetos voe 500 metros de profundidade.

A explicação mais lógica, do seu ponto de vista, é que a borboleta foi sugada para dentro da mina através do poço de ventilação por uma bolsa de ar gerada pelo colapso. Embora ele próprio não está convencido da sua explicação.

"As pessoas religiosas chamariam isso de um milagre. Partir de uma perspectiva científica, a borboleta pode ter entrado no mini através das correntes de ar. Você pode tirar suas próprias conclusões, mas essa borboleta salvou suas vidas", disse Fortt.


Ciência ou superstição, Fortt insistiu que Lobos Galeguilllo e a velocidade do caminhão para ver a curiosa borboleta, e que a redução da velocidade impediu que a armadilha do colapso os soterrasse.

Uma carta que se comove

Fortt tem uma cópia da carta de George Galeguillos e garante que a história da borboleta tem um impacto profundo em quem ouve. "Eu vi as pessoas chorarem quando li sobre a borboleta que foi  ao encontro deles", diz ele.

A 700 metros de profundidade, Jorge Galeguillos não explicou a história. Em sua carta assinala que é difícil escrever. "Isso é tudo por agora", diz ele. "Desculpe, eu não posso escrever mais porque eu preciso dos meus óculos."

Não é preciso dar mais explicações. As poucas informações reveladas sobre a história deixou pouca dúvida entre aqueles esperados na superfície. Como eles se reúnem em volta da fogueira, as famílias repetiu a história de uma borboleta branca que, segundo eles, era um anjo da guarda.

http://informe21.com/
http://creightonbarrett.com/archivology/2010/09/from-the-copiapo-mining-accident-a-story-of-a-white-butterfly/

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Roma: 5 coisas que você não sabia sobre


O poder de Roma foi realmente elevado depois que os romanos chutaram seus primos distantes, os etruscos, para fora da cidade em 509 aC (Antes da Era Cristã). Embora os etruscos tiveram governado Roma por quase 200 anos, o quadro começou a virar quando o controle estava de volta na mão direita. E com o estabelecimento de um sistema político republicano incrível que consistia de um senado 300 homens, o desejo de manter um equilíbrio de poder em diferentes partes do mediterrâneo ocupou o lugar de império de maior sucesso em toda a história: o Império Romano.

No entanto, além do funcionamento interno do Senado e do nascimento de uma grande força dominante, exatamente o que sabemos sobre a cidade de Roma e as pessoas que a ocuparam? O que está por trás da cultura romana e estilo de vida, além do Coliseu e Júlio César?
Roma Antiga

Então, aqui estão cinco coisas que você não sabia sobre Roma.

1 - Em Roma, era considerado decadente vomitar entre as refeições

O Império Romano, admirável por tantos lados, Propensos à gula, muitos, tendo comido em excesso, mandavam os escravos introduzirem penas em suas gargantas a fim de provocar o vômito, e assim poderem continuar no banquete. É repugnante. No entanto, esse hábito foi considerado decadente. O filósofo romano Sêneca condenou a prática, narrando que em uma festa "enquanto estávamos deitados em um banquete, um escravo limpava até a saliva, outro, debaixo da mesa, recolhia as sobras dos bêbados". O orador romano, Cícero, atacou Júlio César por expressar "o desejo de vomitar depois do jantar." No entanto, a noção de que os romanos tinham uma sala dedicada para este efeito, um vomitório, é um mito

Os romanos comiam reclinados sobre o cotovelo esquerdo, em leitos estreitos (klinai) e usavam facas e colheres. Os excessos de comida e bebida tornavam o vomitar uma situação comum, pelo que havia escravos com a incumbência de limpar os leitos e os soalhos e de fornecer grandes taças aos comensais.


2 - ancient-rome
Durante o século I dC (Era Clássica), algumas das casas em Roma, foram construídas com tubos de terracota embutidos nas paredes. Os tubos de ar quente, realizado a partir do fogo no porão - foram os primeiros sistemas de aquecimento central. Melhor ainda, as zonas balneares foram abastecidos com água quente e fria correr tão banhistas poderiam escolher entre três banhos de acordo com a preferência: o caldarium (quente), frigidarium frio) e tepidarium ((quente). As moradias dos ricos, muitas vezes tinham banheiros privativos (presença de escravos - ou seja, o cenário assustador com Tony Curtis em Spartacus). No entanto, o banho pode seria ser um evento social, uma espécie de partido de combinação e reunião de negócios, razão pela qual também é possível ver os aristocratas romanos preguiçosamente despido nos banhos de Spartacus.

3 - Calígula ameaçou fazer seu cavalo cônsul
O imperador romano Gaius Caesar Germanicus foi apelidado de "Little Boots" (Pequena Bota), porque ele foi criado em acampamentos do exército e, por vezes, vestido como um soldado em miniatura. O apelido pegou, e do mundo se lembra dele pela sua versão latina: Calígula. Como um jovem garoto, os soldados estavam tão afeiçoado a ele que terminou um motim, mostrando apenas o rosto dele. Apesar do apelido e adorável aclamação popular, Calígula acabou por ser um soluço louco, e não em um bom caminho: De acordo com Suetônio, "Ele foi a criação de uma víbora para o povo romano." Entre as ações mais interessantes Calígula - ameaçou fazer o seu cavalo, Incitatus, cônsul e deu o animal ", uma casa, um bando de escravos e móveis, para o entretenimento mais elegante dos convidados em seu nome."

Calígula também anunciou que tinha se metamorfoseado em Jove, o deus principal. Ele declarou guerra à Netuno, enviando seus soldados para atacar o mar, com espadas e catapultas, e ele "viveu em incesto habitual com todas as suas irmãs." Mais tarde ", em um de seus suntuosos banquetes mais que de repente explodiu em um ataque de riso, e quando os cônsules, que estavam sentados próximo a ele, educadamente perguntaram do que ele estava rindo, [Calígula] respondeu: "Não é engraçado? Em um gesto único meu e você poderia ter sua garganta cortada no local. "Aparentemente, ele não era engraçado.Calígula ficou famoso, também, por sua crueldade e pelas baixarias. Ele teria determinado que criminosos fossem servidos vivos como refeição para animais selvagens, além de ter transado com suas três irmãs.

4 - Os maridos Romanos beijavam suas esposas para se certificarem de que não estavam bêbadas.
O maridos romanos beijavam suas esposa na boca ao final do dia, mas seus motivos não eram nada românticos - faziam para verificar a respiração de suas cônjuges para ver se estavam beberam vinho durante o dia ,algo proibido para mulheres, por estimular ao adultério.Os homens poderiam apedrejar as mulheres na medida em que estas fossem infiéis.
O mundo romano antigo era a cultura patriarcal, com os homens controlando todas as posições de poder. Mulheres e crianças não tinham qualquer poder.

5 - A cidade de Roma tinha um umbigo
No amor com a idéia de ordem e arrumação, o imperador Augusto teve um marco de ouro construído na cidade de Roma, em que foram listadas as distâncias de todas as grandes cidades do império. O imperador Constantino mais tarde se referiu a este como o Umbigo Urbis Romae - ou o umbigo "de Roma." Era também a origem do ditado "todos os caminhos levam a Roma." Assim como muitas estradas estavam lá? Um lote inteiro: Os romanos construíram mais de 54.000 quilômetros de estradas em torno da bacia do Mediterrâneo. Para efeito de comparação, a partir de 2004, os EUA construiu cerca de 75.000 km de estrada pavimentada.