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sábado, 15 de setembro de 2012

Nova espécie de humanos é encontrada no Quênia


Nova espécie de humanos é encontrada no Quênia
Em 1972, antropólogos encontraram no Quênia um crânio que recebeu o nome científico de Homo rudolfensis. O fóssil foi datado em 1,9 milhão de anos e, segundo estimado pelos cientistas que realizaram a descoberta, seria de uma nova espécie humana, contemporânea ao Homo habilis.

Nessa determinação, porém, surgiu um problema, pois encontraram apenas um fóssil, o que dificultou a consolidação da hipótese. Os traços do crânio de fato eram muito diferentes do outros exemplares do Homo habilis e então instalou-se um debate sobre sua real origem: seria aquele indivíduo apenas diferente dos demais Homo habilis ou pertenceria ele a a uma nova espécie?

A resposta foi encontrada em meados de 2012, quando novos fósseis foram escavados na mesma região e são semelhantes ao crânio encontrado nos anos 70. A pesquisa foi parar na revista Nature e confirmou que os fósseis, de fato, pertencem a uma nova espécie.

Homo rudolfensis foi provavelmente a primeira pessoa que usou a ferramenta.
Os ossos do Homo rudolfensis foi encontrado no Lago Rudolf na África Oriental. Hoje, o lago é chamado de Lago Turkana . H. rudolfensis viveu coincidiu com o Homo habilis , mas, provavelmente, um pouco mais cedo, ou seja, 2,5 milhões de anos.

Ambos os tipos de homo realizar traços mais humanos do que o Australopithecen. As proporções do corpo humano: os braços eram curtos e pernas mais longas. H. rudolfensis foi de cerca de 1,50 metros de altura.

Acredita-se que o Homo rudolfensis foi o primeiro homem a ferramenta utilizada. As ferramentas muito simples, chamadas de primeira. Helicópteros para cortar é o Inglês e significa "chop" ou "grind". Um triturador é feita por uma pedra é cortada de um lado, de modo que se obtém uma aresta de corte simples. De modo que eles poderiam ao menos ter dividido ossos para chegar à medula nutritivos, ou cortar a pele de animais mortos.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Homem moderno jamais coexistiu com Homo erectus

O homem moderno jamais coexistiu com seu antepassado Homo erectus, revelam estudos publicados na quarta-feira (30).

O Homo erectus é considerado como o antepassado direto do Homo sapiens e se parece com o homem moderno em vários aspectos, mas seu cérebro era menor e o formato do crânio, diferente.

O Homo erectus foi o primeiro de nossos parentes distantes a sair da África, há 1,8 milhão de anos, e desapareceu do continente africano e de grande parte da Ásia há 500 mil anos, mas suspeitava-se de sua presença na região de Ngandong, às margens do rio Solo, na ilha de Java (Indonésia), há entre 50 mil e 35 mil anos.

Como o Homo sapiens chegou à Indonésia há 40 mil anos, acreditava-se em uma possível presença comum em Java.
As últimas datações que apoiavam esta hipótese foram realizadas em 1996, a partir de dentes de animais e restos fossilizados de hominídeos, mas havia dúvidas sobre a idade real dos fósseis.

A partir de 2004, uma equipe internacional de antropólogos, dirigida conjuntamente por Etty Indriati, da Universidade Gadjah Mada da Indonésia, e Susan Anton, da Universidade de Nova York, conduziu o projeto Solo River Terrace (SoRT), que realizou novas análises, com diferentes métodos de datação.

Os pesquisadores do SoRT concluíram que, independentemente dos métodos utilizados, os fósseis do Homo erectus eram de um período bem anterior à chegada do Homo sapiens à região.

Assim, "o Homo erectus provavelmente jamais coexistiu neste habitat com os humanos modernos", declarou Etty Indriati.

Segundo as análises do SoRT, o Homo erectus estava extinto em Java há ao menos 143 mil anos, e mais provavelmente há 550 mil anos.


Uma coexistência entre o Homo erectus e o Homo sapiens reforçaria a teoria de que o homem moderno substituiu seus ancestrais no processo de evolução.

Mas a conclusão do projeto SoRT reforça a chamada "origem multirregional", que sugere que os humanos modernos são resultado de múltiplas contribuições genéticas, de diferentes grupos de hominídeos que viveram na África, Ásia e Europa.


DA FRANCE PRESSE