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domingo, 16 de dezembro de 2012

Top 10 destinos maravilhosos de viagem nos EUA para 2013


Conheça 10 destinos diferentes nos Estados Unidos
1. Louisville, Kentucky:
cidade mais populosa do estado americano de Kentucky, Louisville tem se transformado nos últimos anos em vibrante destino cultural às margens do rio Ohio. O bairro de New Louisville concentra antigos armazéns que abrigam, hoje, cervejarias artesanais, lojas de antiguidades e restaurantes badalados. A Rua de Bardstwon Road tem um grande número de lojas e bares descolados com um ambiente divertido e diferente que ilustra a identidade alternativa da cidade. Além de receber o Kentucky Derby, tradicionalíssima corrida de cavalos, no primeiro sábado de maio de cada ano, Louisville é ponto de partida para a Rota do Bourbon, destilado americano similar ao uísque

Um impressionante exibição de aurora boreal sobre uma cabana
perto de Fairbanks, Alaska


2. Fairbanks, Alasca: fenômeno das regiões nórdicas durante os meses de inverno, a aurora boreal é um maravilhoso espetáculo natural de luzes coloridas. O ano de 2013 marca o final dos 11 anos em que as auroras foram especialmente frequentes. Portanto, é melhor aproveitar! Excluindo os meses entre maio e agosto, quando a luz do dia atrapalha a visibilidade, a cidade de Fairbanks é ideal para curtir o fenômeno. Além de apreciar as maravilhas naturais da região, os turistas podem conhecer a gastronomia local em restaurantes como o Taste of Alaska. Hospedagem de ambiente familiar, o Ah, Rose Marie Bed and Breakfast recebe os visitantes com acomodações confortáveis e ótimos cafés da manhã

3. Ilhas San Juan, Washington: além de ser um dos pontos selvagens mais bonitos dos Estados Unidos, o arquipélago das Ilhas San Juan, no estado americano de Washington, é conhecido como Arquipélago Gourmet. Situadas perto da cidade de Seattle, as ilhas têm uma média de 250 dias ensolarados por ano e uma gastronomia composta de produtos locais frescos que incluem alcachofras, ostras e salmão em receitas requintadas elaboradas em restaurantes como o Doe Bay Café, na ilha de Orcas, ou o Willows Inn, na ilha de Lummi. Além de Orcas e Lummi, ilhas como San Juan, Lopez e Shaw escondem magníficas paisagens e baías a serem exploradas de bicicleta ou caiaque, avistando diferentes tipos de animais terrestres e marinhos

4. Filadélfia, Pensilvânia: maior cidade do estado da Pensilvânia, a Filadélfia tem emergido como uma das principais capitais da arte dos Estados Unidos. Além do reconhecido Museu de Arte da Filadélfia, que conta com uma coleção de mais de 225 mil objetos, que vão desde peças da Ásia de até 3 mil a.C. a, arte moderna com obras de Picasso e Duchamp, a cidade recebe a Barnes Foundation, coleção privada que conta com quadros de Matisse, Renoir, Cézanne, entre outros. E não só de grandes museus é feita a oferta artística da Filadélfia: pequenas galerias de arte espalhadas em bairros como Northern Liberties e Fishtown ajudam a divulgar obras de artistas menos conhecidos

5. Samoa Americana: sim, é possível estar no Pacífico Sul sem sair do território americano. Mais remoto que o Havaí, o arquipélago de Samoa Americana é formado por cinco ilhas vulcânicas e dois atóis coralinos, com uma natureza intocada que encanta os visitantes com suas cachoeiras, florestas e praias espetaculares. Principal ilha do arquipélago, Tutuila é o ponto de entrada para conhecer a Samoa Americana e partir de avião ou barco para ilhas menores como Tau e Ofu, onde lodges confortáveis como o Vaoto Lodge levam os turistas para excursões de mergulho nas águas límpidas da Polinésia

6. Eastern Sierra: conhecida como Eastern Sierra, a região do extremo leste da Sierra Nevada californiana tem muita natureza preservada, e menos turistas do que nas outras áreas mais conhecidas da cordilheira. Um ótimo jeito de conhecer as belezas da Eastern Sierra é percorrendo a US Route 395, que atravessa pontos como as termas de Travertine, a cidade fantasma de Bodie, da época da febre do ouro, as torres de Mono Lake e as imensas colunas de lava fossilizada do Devils Postpile National Monument

7. Norte do Maine, Maine: pequeno estado do nordeste dos Estados Unidos, o Maine é conhecido por suas deliciosas lagostas, mas reserva muito mais para os turistas que visitam a região. Na fronteira entre os Estados Unidos e o Canadá, o Maine tem uma vida selvagem que atrai os visitantes com montanhas e rios para explorar e fazer rafting. O Parque Estadual Baxter tem mais de 800 mil km² de superfície com belos lagos e montanhas que deixam qualquer turista embasbacado. A proximidade, o lago Moosehead é ideal para um passeio de barco a vapor, meio de transporte com cerca de um século de antiguidade na região. Ao norte, o remoto condado de Aroostook tem numerosos quilômetros de caminhos para trilhas de bicicleta para explorar as belezas naturais

8. Saint Paul e Minneapolis,  Minnesota: conhecidas como Cidades Gêmeas, Saint Paul e Minneapolis são as principais cidades do estado americano de Minnesota. A proximidade das duas cidades cria uma grande área urbana ao redor do rio Mississipi, com muito para conhecer. Minneapolis é considerada como a melhor cidade para pedalar nos Estados Unidos, com um espaço de mais de 3 km ao longo do rio para andar de bicicleta com total tranquilidade. A cidade de Saint Paul é menos agitada, mas merece a visita, com deliciosas refeições  de culinária da Ásia do sudeste no mercado asiático de Hmongtown Marketplace, e o festival de jazz no final do mês de junho de cada ano

9. Vale Verde, Arizona: situada entre a cidade de Phoenix e o Grand Canyon, a região de Vale Verde é um destino especial no estado do Arizona. Ele tem uma beleza excepcional, com cânions cobertos de vegetação e pequenas cidades charmosas como Cottonwood, Jerome e Sedona, que recebem visitantes em busca de boas refeições, paisagens encantadoras, além dos deliciosos vinhos locais. A nova rota dos vinhos de Vale Verde conecta quatro vinhedos localizados em volte de Cornville, perto de Sedona. A pousada Sedonas Cozy Cactus oferece hospedagens confortáveis com acesso às trilhas da região
10. Parque Nacional Glacier, Montana: o Parque Nacional Glacier é um dos mais remotos e preservados dos Estados Unidos. A beleza do parque, situado no estado de Montana, perto da fronteira com o Canadá, encanta os turistas com seus cumes cobertos de neve e suas 25 geleiras próximas a lagos cristalinos cercados de florestas. Com o aquecimento global, é melhor se apressar para não perder estas geleiras que derretem aos poucos e podem desaparecer em breve. Aberto apenas no verão, o Many Glacier Hotel está construído como um chalé suíço e recebe os visitantes com muito conforto

domingo, 10 de junho de 2012

11 Fatos sobre os direitos gays nos Estados Unidos

   11 Fatos sobre os direitos gays nos Estados Unidos 




1. Em novembro, os eleitores da Califórnia aprovaram a Proposição 8, uma emenda constitucional proibindo o casamento homossexual, assim, derrubando a decisão da Suprema Corte do estado que deu aos casais gays o direito de casar apenas alguns meses antes.

2.
Por que as uniões civis não é suficiente para os ativistas dos direitos dos homossexuais? O governo federal concede 1.138 benefícios e responsabilidades com base no estado civil, não sobre o estado de união civil. Alguns desses benefícios são uma licença não remunerada para cuidar de um cônjuge doente, benefícios previdenciários e benefícios para a sobrevivência do cônjuge, e o direito de não testemunhar contra o cônjuge, entre outros.

3 O Distrito de Columbia e 47 estados têm leis anti-crime de ódio, no entanto apenas 24 estados e no Distrito de Columbia incluem a orientação sexual na sua legislação.

4. De acordo com estatísticas do FBI, havia 6,604 crimes relatados de ódio em 2009. 18,5%  foram com base na orientação sexual. A maioria era de natureza violenta.

5. Em julho de 2009, o Senado aprovou a Matthew Shepard o ato, que vai proibir os crimes de ódio baseados na orientação sexual e identidade de gênero. A Câmara já aprovou uma versão o projeto do ato, que o presidente Obama apoia, e espera-se para se tornar lei até o final do ano. Ambas as casas aprovaram o projeto histórico contra o crime de ódio durante a presidência de Bush, mas a legislação nunca chegou à mesa do presidente Bush por causa de sua ameaça de veto.

6. Enquanto 19 estados e no Distrito de Columbia têm leis que proíbem a discriminação baseada na orientação sexual, e muitas cidades oferecem proteções similares, a lei federal não ofereceu tal escudo até novembro de 2007, embora tenha discriminação com base em raça, religião, etnia, , sexo, deficiência, idade e gravidez. O projeto de lei, a Lei de Não Discriminação, foi a última versão da legislação que os democratas têm prosseguido desde 1974. Para garantir a aprovação do projeto, os democratas foram forçados a remover linguagem que teria concedido a proteção aos indivíduos transexuais e transgêneros proibindo a discriminação com base na identidade sexual, um movimento que enfureceu alguns grupos de direitos gay.

7. Nos EUA, 75% dos estudantes não têm leis estaduais para protegê-los do assédio e discriminação na escola com base em sua orientação sexual. Em escolas públicas, 97% dos estudantes relatam regularmente ouvirem comentários homofóbicos de seus pares.

8. Dos estimados 1,6 milhão de jovens sem-teto americanos, entre 20% e 40% se identificam como LGBT. Em um estudo, 26% dos adolescentes gays que saíram de casa para seus pais ou responsáveis ​​foram informados de que devem deixar o lar; jovens LGBT também saem de casa devido a abuso físico, sexual e emocional. Além disso, os jovens LGBT relatam que são ameaçados, desprezados e maltratados em abrigos pelo pessoal, bem como outros residentes.

9. Em 1993, o Departamento de Defesa, por ordem do presidente Clinton, mudou a proibição de homossexuais no serviço militar que proibia a atividade homossexual. A política muito discutida, conhecida como "não pergunte, não conte", foi apresentada como uma forma de permitir gays nas forças armadas para servir sem medo de descarga ou outra penalidade, desde que eles não revelem sua orientação sexual. Até o final da década de 1990, no entanto, pouco foi feito para alterar o estado precário de soldados gays.

10. Enquanto os casais homossexuais tem sido mostrados na TV com mais frequentemente do que no passado (por exemplo, Luke e Noah, o jovem casal gay em "As The World Turns"), afeto entre os dois se restringe a dar as mãos, jogando com lenços no pescoço um do outro e a partilha de olhares significativos. Isso não seria estranho se os casais heterossexuais se beijando não fossem mostrados regularmenter.

11. Apesar da falta de sangue nos bancos de todo o país, os doadores homossexuais estão sendo recusados. Homens que tenham tido contato sexual com um homem, mesmo uma vez, desde 1977 são automaticamente desclassificados como doador. A agência teve a sua política de homens que têm relações sexuais com outros homens desde 1983, quando o risco da AIDS através de transfusão foi reconhecido. O FDA reafirmou a política em maio de 2007, apesar das melhorias nos testes e aumento da susceptibilidade dos heterossexuais ao HIV. Todo o sangue doado é testado para HIV, mas o vírus pode passar despercebido até que o sistema imune tenha produzido uma quantidade testável de anticorpos. Esse período de janela, de acordo com o FDA, representaria um "risco pequeno, mas definido para pessoas que recebem transfusão de sangue se a política for alterada."






segunda-feira, 2 de abril de 2012

Atirador mata 7 e fere 3 em faculdade da Califórnia

Atirador mata 7 e fere 3 em faculdade da Califórnia

OAKLAND, Estados Unidos, 2 Abr (Reuters) - Um homem armado abriu fogo na segunda-feira numa faculdade cristã de Oakland, na Califórnia, deixando pelo menos sete mortos e três feridos antes que um suspeito, supostamente ex-aluno, fosse detido, segundo autoridades.

O incidente aconteceu durante a manhã (à tarde no Brasil) na Universidade Oikos. As autoridades acreditam que o atirador agiu sozinho, mas não identificaram o suspeito nem esclareceram suas motivações.

O pastor Jong Kim, fundador da faculdade, disse ao jornal Oakland Tribune que o homem preso em um shopping a cerca de oito quilômetros do campus é um ex-aluno de enfermagem.

Kim disse ao jornal que ouviu cerca de 30 tiros.

"Como vocês devem ter ouvido, o atirador suspeito nos letais disparos de hoje na Universidade Oikos, na Edgewater Drive, está sob custódia, e parece ter agido sozinho", informou a prefeitura em nota.

"Os arredores estão isolados, mas a polícia orientou que nenhuma ameaça iminente à segurança pública parece existir na área imediata", acrescentou o curto texto.

Horas depois, dois corpos permaneciam num gramado em frente à escola, cobertos por um lençol.

Há pouco mais de um mês, um aluno matou três colegas na cantina de um colégio em Ohio, no pior incidente desse tipo nos EUA em seis meses.

A Oikos, que dá cursos de teologia, enfermagem, música e medicina asiática, se descreve em seu site como tendo a missão de oferecer "os mais elevados padrões de educação com inspiração e valores cristãos".
Corpos cobertos no gramado da escola Oikos University, em Oakland, na Califórnia, que foi invadida por atirador nesta segunda-feira (2) (Foto: Noah Berger / AP)


(Reportagem adicional de Dan Whitcomb, Mary Slosson e Emmett Berg)


Reuters
Por Noel Randewich

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Top 10 cidades mais perigosas dos Estados Unidos

A guerra entre o bem e o mal está longe de acabar, essas cidades têm um grande número de atividades malignas como assaltos, extorsão, assassinato, estupros etc. Então vamos descobrir as 10 melhores cidades mais perigosas nos Estados Unidos.


10. Baltimore, Maryland

População: 2.652.974
Taxa de Crimes Violentos: 791 por 100.000 pessoas.


A polícia de Baltimore registrou 196 homicídios em 2011. Esse é o menor número de assassinatos que a cidade já viu desde 1978 quando registrou 197 homicídios. O número é muito inferior ao pico de 353 assassinatos homicídios em 1993. É uma queda significativa, mas a taxa de homicídios é a mesma que a cidade tinha no final de 1980, quando a cidade teve mais de 130.000 habitantes.



9. Nashville, Tennessee

População: 1.492.983
Taxa de Crimes Violentos: 817 por 100.000 pessoas.

Estatísticas recentes mostram uma tendência de queda da criminalidade em Memphis. Entre 2006 e 2008, a taxa de criminalidade caiu 16%, enquanto o primeiro semestre de 2009 viu uma redução da criminalidade grave de mais de 10% face ao ano anterior.


8. Charleston, Carolina do Sul

População: 616.999
Taxa de Crimes Violentos: 824 por 100.000 pessoas.


Desde 1999, a taxa de criminalidade geral de Charleston começou a declinar. A taxa do índice total de crime em 1999 foi de 597,1 crimes cometidos por 100.000 pessoas. Nos Estados Unidos a média é de 320,9 por 100.000. Charleston teve uma taxa de crime com índice total de 430,9 por 100.000 habitantes em 2007.



7. Little Rock, Arkansas

População: 659.776
Taxa de Crimes Violentos: 831 por 100.000 pessoas.


6. Orlando, Florida

População: 2.020.346
Taxa de Crimes Violentos: 845 por 100.000 pessoas.

5. Stockton, Califórnia

População: 684.406
Taxa de Crimes Violentos: 885 por 100.000 pessoas.


4. Las Vegas, Nevada

População: 1.834.533
Taxa de Crimes Violentos: 887 por 100.000 pessoas.


3. Miami, Florida

População: 2.401.971
Taxa de Crimes Violentos: 988 por 100.000 pessoas

2. Memphis, Tennessee

População: 1.295.670
Taxa de Crimes Violentos: 1.218 por 100.000 pessoas


1. Detroit, Michigan
População: 1.951.186
Taxa de Crimes Violentos: 1.220 por 100.000 pessoas.
                                                                                                                               Fonte: tiptoptens.com



Os 10 Municípios mais violentos do Brasil 2010

1º. Juruena – MT: 139 Taxa média de homicídio [em 100 mil] da população total
2º. Nova Tebas – PR: 132
3º. Tailândia – PA: 128,4
4º. Guaíra – PR: 106,6
5º. Coronel Sapucaia – MS: 103,6
6º. Viana – ES: 99
7º. Tunas do Paraná – PR: 99
8º. Maceió – AL: 97,4
9º. Arapiraca – AL: 96,7
10º. Linhares – ES: 96,3

Matéria completa clique aqui. .
Fonte: O Mapa da Violência 2010 – Anatomia dos Homicídios no Brasil

- Qualquer País em guerra é mais seguro de se morar do que nestes municípios

Fonte: lista10.org

domingo, 7 de agosto de 2011

Dez anos do 11 de Setembro são lembrados na TV

Documentários, entrevistas e até reconstituições marcam a programação sobre os dez anos dos ataques às Torres Gêmeas

RIO - As cenas que ganharam todos os canais de TV na manhã de 11 de setembro de 2001 eram mais chocantes do que qualquer filme já produzido em Hollywood. Por um único motivo: elas eram reais. Dez anos depois do atentado que matou milhares de pessoas e destruiu as Torres Gêmeas do World Trade Center, um dos ícones de Nova York, nos Estados Unidos, o trauma permanece vivo não só na memória dos americanos como também na dos telespectadores do mundo inteiro, que acompanharam a tragédia ao vivo. A um mês da primeira década do episódio que mudou os rumos da História do mundo, os canais já dão início a uma programação especial voltada para a data. Documentários, entrevistas, análises e reconstituições tentam esclarecer questões não resolvidas e, ainda, exorcizar uma das imagens mais marcantes do século.

Confira a programação especial

Com um pacote de 29 programas, a Globo News sai na frente em sua grade temática, que estreia já na quinta-feira e segue até setembro (veja quadro na página ao lado). Para César Seabra, diretor do canal, o atentado ao World Trade Center mudou a vida de toda a população, independentemente de sua origem.

- Todo o mundo lembra o que estava fazendo naquele dia, na hora dos ataques dos terroristas. A vida de todo o mundo foi alterada por conta disso. O que vamos mostrar, nesta cobertura especial da Globo News, é como o mundo mudou de lá para cá - explica Seabra, justificando a antecedência: - Nossa ideia foi começar exatamente um mês antes, dia 11 de agosto, com uma grande entrevista. Conseguimos Donald Rumsfeld, secretário de Defesa de George W. Bush, que abrirá nossa cobertura no "Sem fronteiras", na quinta. A partir desse dia, nossa cobertura vai aumentando, crescendo, até chegar ao 11 de setembro.

A entrevista exclusiva com Rumsfeld, conduzida pelo repórter Luis Fernando Silva Pinto, não é o único ponto forte da cobertura. Os repórteres Jorge Pontual, Silio Boccanera, Tonico Ferreira, Geneton Moraes Neto e Sandra Coutinho também apresentam novas histórias sobre o mesmo acontecimento. No dia 14, Pontual levanta a vida do ex-presidente americano em "Procurando Bush", parte do "Globo News especial". A radicalização de militantes islâmicos, os assessores do governo Bush, o aumento do preconceito em relação aos muçulmanos e as estratégias da Al-Qaeda, grupo terrorista responsável pelo atentado, são alguns dos temas investigados pelo canal, de agosto a setembro. Geneton conduz, ainda, a série inédita "Dossiê segredos de Estado", na qual entrevista de pilotos a agentes da CIA, o serviço secreto americano:

- A história sobre o 11 de Setembro nem de longe foi contada na íntegra. Há dúvidas que certamente serão esclarecidas quando documentos, hoje secretos, chegarem ao conhecimento público - avalia Geneton, que percorreu "algo em torno de 20 mil quilômetros" em cinco dias nos EUA, ao lado do cinegrafista Eduardo Torres. - O esforço foi mais do que recompensado. Tivemos a chance de entrevistar, por exemplo, personagens importantes de cenas que o público não viu - relata.

Na semana do 11 de Setembro, André Trigueiro vai ancorar de Nova York, diariamente, as edições do "Jornal das Dez" da Globo News.

- Vou apresentar o jornal por lá com pelo $uma entrevista ao vivo a cada noite, recebendo convidados especiais. Durante o dia, a ideia é registrar em reportagens o que mudou nos EUA e no mundo nos últimos dez anos, a partir da tragédia - conta Trigueiro.

Explorando depoimentos de sobreviventes, reconstituições e imagens de arquivo, canais por assinatura como o Discovery Channel também apresentam uma série de especiais sobre o tema. No Discovery, o destaque é a série "Nova York: O renascer da esperança", produzida por ninguém menos que Steven Spielberg: seis episódios mostram os homens e mulheres envolvidos na reconstrução do que era o World Trade Center. Já "Dez anos depois" fala da ligação emocional entre os sobreviventes. Enquanto isso, o History Channel apresenta o documentário "102 minutos que mudaram o mundo", que será exibido mundo afora, nos horários em que cada local viu o atentado na TV. O especial faz parte de um pacote de oito atrações (duas inéditas).

Com uma pegada semelhante, o A&E traz dois especiais: um deles, "Disaster diary: The photos of 9/11" mostra 9 mil fotos e 40 horas de filmagem feitas pela fotógrafa Andrea Booher.

Na TV aberta, a bancada da TV Globo também vai a Nova York. Âncoras do "Jornal da Globo" e do "Jornal Hoje", respectivamente, William Waack e Sandra Annemberg embarcam para a Big Apple para produzir matérias. A equipe dos telejornais terão o reforço dos correspondentes Rodrigo Bocardi, Flávio Fachel, Giuliana Morrone, Elaine Bast e Marcos Uchôa, além de parte dos repórteres da Globo News. Waack promete reportagens mais analíticas:

- Nossa intenção é estabelecer algumas linhas do que mudou nos Estados Unidos e de que maneira sociedades muçulmanas, árabes e não árabes, estão reagindo ao desafio do radicalismo religioso.

Já Sandra pretende mostrar a volta por cima que marcou Nova York nos últimos anos:

- Vamos focar no renascimento, contar como está a cidade. Já temos algumas boas histórias.

Seguindo uma linha mais leve, o GNT vai apresentar documentários nos quais as relações pessoais e a cidade de Nova York são o foco. Um dos filmes, produzido pelo ator e diretor americano Sean Penn, mostra três famílias cujas vidas foram afetadas por atentados semelhantes aos de 11 de Setembro.

- Praticamente todos lembram onde estavam nesse dia. Não poderíamos, então, deixar de tratar do tema dez anos depois. O canal resolveu homenagear a cidade e relembrar os fatos. E, por isso, montamos um amplo leque de opções de documentários, séries e matérias que mostrarão Nova York sob vários ângulos - explica Tiago Worcman, gerente de programação do GNT. [Tatiana Contreiras - O Globo]


Atualizado em 11/09/2011 10h51

Jornalistas da Reuters relembram dia com Bush em 11 de setembro de 2001
'Estávamos presenciando a história em tempo real', diz Arshad Mohammed.Bush se transformou em líder de guerra em 14/9, diz Steve Holland


Dois jornalistas da Reuters viajaram com o então presidente norte-americano George W. Bush em 11 de setembro de 2011, em uma jornada que começou como uma mera visita à Flórida para promover a educação.

Leia algumas das memórias dos dois repórteres naquele dia e nos seguintes.
Arshad Mohammed:'Senhor presidente, o senhor tem conhecimento das notícias de que um avião bateu em Nova York?'
Eu fiz essa pergunta para Bush em uma sala de aula na Flórida, onde, sem eu saber, ele tinha acabdo de ouvir que a segunda torre do World Trade Center tinha sido atingida por um avião.
Esses minutos na escola Emma E. Booker ilustraram as alegrias e tristezas de fazer parte da mídia que viaja a todos os lugares com o presidente.
De uma lado, estávamos presenciando a história em tempo real, vendo o chefe da Casa Branca Andrew Card cochichar no ouvido de Bush o ataque, e tendo acesso direto ao presidente para perguntar à vontade.
De outro lado, o fluxo de informações é extremamente controlado e nossas perguntas com frequência não são respondidas.
Sabíamos que a primeira torre tinha sido atingida, mas não sobre a segunda, e nã tínhamos ideia de que Bush tinha sido alertado por Card.
Bush não respondeu minha pergunta, e pouco depois surgiu na biblioteca da escola para dizer: 'Hoje nós tivemos uma tragédia nacional. Dois aviões bateram no World Trade Center, em um aparente ataque terrorista ao nosso país'.
Pego de surpresa pelo ataque, Bush deu uma resposta inicial e passou o restante do dia voando no Força Aérea Um fugindo de um inimigo incerto ao invés de retonrar imediatamente para Washington, um movimento que levantou dúvidas sobre sua liderança em meio a uma crise.
Apenas dias depois, quando ele visitou os destroços do World Trade Center, ele se recuperou com um discurso dramático e improvisado, prometendo punir quem tinha feito aquilo.
Air force 1Na escola, antes de entrarmos no Força Aérea Um, uma equipe da segurança e cães farejadores checaram os jornalistas, uma medida não habitual, uma vez que já havíamos passado por uma triagem, o que sugeria que o Serviço Secreto não queria arriscar.
Poucos minutos após a decolagem, ficou claro que não estávamos voltando para casa, pois não passamos de novo pela costa, como havíamos feito um dia antes ao chegar à Flórida. Ao invés disso, voamos por cima da terra, a uma altitude bem acima da normal.
Estávamos vendo imagens ao vivo dos ataques em uma televisão a bordo.
Não tínhamos ideia de para onde estávamos indo, até que um assessor de imprensa nos disse que nosso destino era a Base da Força Aérea Barksdale, na Louisiana, onde Bush iria fazer um comunicado, e que poderíamos noticiar o que ele diria, mas não o lugar onde estava.
Em terra, não havia toda a pompa e cerimônia que normalmente aguardam o presidente.
Em vez disso, Bush desceu do Boeing 747, com soldados ao redor, e um oficial em um momento ordenou bruscamente a outro 'vai para aquela asa, agora!'
Foi como se os militares, com toda a sua força, temessem que o avião do presidente não estivesse seguro em meio a uma grande pista em uma base onde sua presença era um segredo.
Proibidos de usar nossos telefones celulares para que as ligações não fossem rastreadas e 'entregassem' a localização de Bush, repórteres foram levados a uma sala de entrevistas sem janelas. Assessores correram para montar um pódio com duas bandeiras para Bush fazer um comunicado que poderíamos depois divulgar como realizado em uma 'localização não conhecida.'
Enquanto esperávamos, alguém afirmou que notícias da chegada de Bush foram dadas em uma emissora de TV local. Rapidamente confirmando essa informação com um oficial da Força Aérea, um assessor nos disse que podíamos ligar para nossos editores.
Após prometer 'caçar e punir aqueles responsáveis por esses ataques covardes,' Bush voltou ao Força Aérea Um com muito menos pessoal, deixando para trás assessores, agentes do Serviço Secreto e membros da imprensa, incluindo eu, que voariam a Washington em um avião reserva da Força Aérea.
Steve Holland:A maioria dos membros da imprensa da Casa Branca que estavam na Flórida para cobrir Bush se encontraram abandonados. A aviação civil foi bloqueada e apenas no dia seguinte desistimos de voltar para casa, fretamos ônibus e nos enchemos de petiscos para uma viagem durante a madrugada de volta a Washington.
Presos no trânsito na manhã seguinte, a primeira sensação que tivemos além das imagens de TV foi uma vista do Pentágono a partir da rodovia I-395. Fumaça ainda subia aos céus em uma grande escoriação no edifício, feita por um avião sequestrado.
A Casa Branca estava cercada por um cordão militar. Helicópteros sobrevoavam. Soldados carregavam rifles e confrontavam os transeuntes. Havia uma sensação de que os Estados Unidos estavam em guerra.
Anos depois, os norte-americanos reparariam na habilidade de Bush de estudar os fatos e tomar rapidamente uma decisão - rápido até demais, diriam alguns. Mas esse líder, o que decide, ainda não tinha aparecido até setembro de 2001.
No final, foi um presidente que demorou meses para decidir sobre sua política em relação às células-tronco e, após obter um grande corte de impostos do Congresso na primavera passada, parecia mais aplicado em se definir em relação aos assuntos internos.
Fumaça
Bush completou sua transformação em líder de guerra em 14 de setembro, em uma visita ao Marco Zero, no Sul de Manhattan.
O Força Aérea Um pousou em Nova Jersey, em vez de Nova York, por medidas de segurança, e Bush e seus assessores voaram de helicóptero para Manhattan. Sentia-se o cheiro de combustão das torres gêmeas a quilômetros de distância, e um rastro de fumaça que passava a Estátua da Liberdade, símbolo da abertura dos EUA ao mundo, era uma dolorosa imagem.
No chão, uma grossa camada de pó cobria as calçadas e as ruas a quarteirões do Marco Zero. Uma fileira de bombeiros, com seus casacos cobertos por poeira, estava em silêncio ao longo da carreata, em uma breve pausa na procura para encontrar os restos mortais de seus colegas. A estabilidade dos edifícios próximos era incerta, o que aumentava a preocupação.
Onde uma vez estavam as torres, havia apenas morte e destruição. Vigas subiam em ângulos estranhos. Pilhas de escombros estavam por toda a parte.
Bush não tinha planos para discursar para os bombeiros enquanto ele andava com o então prefeito de Nova York, Rudy Giuliani, mas gritos de 'EUA, EUA' da multidão o fizeram mudar de ideia.
Ele escalou os restos de um caminhão de bombeiros, colocou sua mão no ombro de um deles, chamado Bob Beckwith, e falou em um alto-falante as palavras que definiriam o restante de seu mandato na Casa Branca.
'Posso ouvir vocês! O restante do mundo ouve vocês! E as pessoas - e as pessoas que derrubaram esses edifícios nos ouvirão em breve.'


domingo, 26 de junho de 2011

Caminhão colide com trem, 6 morrem, mas 24 pessoas estão desaparecidas

Choque entre trem e caminhão nos EUA deixa pelo menos seis mortos
Acidente ocorreu no deserto de Nevada; vagões ficaram em chamas.
Ainda não foram localizados 24 dos 210 passageiros da locomotiva.

Pelo menos seis pessoas morreram num acidente envolvendo um trem de passageiros e um caminhão que transportava cascalho a leste de Reno no deserto do estado de Nevada, nos Estados Unidos, no sábado (25).

De acordo com informações das equipes de resgate, 24 pessoas ainda estão desaparecidas. Entre as vítimas está o motorista do caminhão e um dos condutores do trem, segundo a polícia local.
Equipes de emergência vasculham vagão após acidente no sábado (25) (Foto: AP)

O número de mortos ainda pode aumentar, uma vez que 24 dos 210 passageiros da locomotiva ainda não foram localizados, informou à imprensa Earl Weener, funcionário da National Transportation Safety Board (NTSB), empresa responsável pela segurança do transporte férreo nos Estados Unidos.
Uma vítima de acidente de sexta-feira Amtrak chega ao Centro Médico Renown em Reno, Nevada, através de um helicóptero blackhawk quinta-feira 24 de junho de 2011. O helicóptero pegou-a no local. O semi-reboque se chocou com o comboio de passageiros Amtrak na sexta-feira na região rural de Nevada, matando o motorista do caminhão e pelo menos seis pessoas no comboio e ferindo cerca de outras 20 que escaparam do acidente de fogo, disseram as autoridades. Foto: Marilyn Newton / RGJ / AP

Alguns passageiros estão desaparecidos porque dois vagões do trem pegaram fogo com a forte colisão e as equipes de resgate ainda não puderam chegar perto de determinados compartimentos da locomotiva.

Os bombeiros disseram que, por medidas de segurança, os vagões incendiados só poderão ser verificados 14 horas após o acidente, que aconteceu por volta das 11h25m locais (14h25 em Brasília) de sábado.

De acordo com informações preliminares, o caminhão ignorou as luzes de sinalização e cruzou a via férrea, quando foi atingido pelo trem batizado de "California Zephyr", que fazia o percurso entre Chicago e Emmerville. O acidente ocorreu a cerca de 112 km da cidade de Reno.


Da AFP

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Artigo da revista Newsweek gerou indignação em uma cidade norte-americana e acabou resultando em um protesto inusitado. Veja

Um um épico vídeo de uma única tomada que dura quase 10 minutos e com mais de 3.000 pessoas ", bandas, desfiles, casamentos, carreatas, pontes pegando fogo", e uma decolagem de helicópteros, a chamada "morte" desta cidade da América espancou uma revista estatisticamente moribunda e divertiu a Internet também.

A revista Newsweek fez uma reportagem em janeiro de 2011 sobre cidades nos EUA com mais de 100 mil habitantes que estão morrendo, baseado no declínio no número de habitantes e no envelhecimento da população local nos últimos 10 anos. Grand Rapids (Michigan), a 10ª posição na lista resolveu criar um vídeo para gritar para o mundo que não é bem assim.


O vídeo é caracterizado por rostos conhecidos da cidade, incluindo artistas, personalidades políticas, celebridades da mídia cercadas por centenas de jogadores de futebol, músicos, líderes de torcida, policiais e bombeiros, bailarinos, caiaque e muito mais, fazendo com que, no último dia 22, a cidade parasse (literalmente) para gravar um clipe da música “American Pie”, de Don McLean.

Não é de se admirar que a Newsweek queira distanciar-se da afronta postando esta mensagem em sua página no Facebook:

Para a multidão de Grand Rapids:

Primeiro, nós amamos o seu vídeo. Nós viramos grandes fãs, e fomos inspirados por seu amor a cidade que vocês chamam de lar.

"Até a Newsweek foi obrigada a se retratar. Em uma nota publicada no Facebook, a revista afirma que "amou o vídeo", que se sente inspirada pelo "amor à cidade que vocês chamam de casa" e ainda pede desculpas por sugerir qualquer coisa negativa em relação a Grand Rapids."

domingo, 15 de maio de 2011

'Marcha das vadias' ganha adeptos e se multiplica nos EUA

Estuprada por colegas na faculdade em uma festa, Jaclyn Friedman nunca chegou a dar queixa. "Tanta gente disse que eu seria culpada, por estar na festa, por estar bebendo, por me vestir como eu me visto, que eu desisti."

Jovem segura cartaz em frente a posto policial durante uma 'Slut Walk', no Canadá - Richard Lautens - 3.abr.2011/AssociatedPress



O episódio, que aconteceu há quase duas décadas e foi narrado com resignação à Folha, marcou a vida da escritora e ativista feminista.
Seus agressores, inicialmente expulsos da faculdade, acabaram readmitidos e impunes, diz ela.

No último sábado, aos 39 anos, sutiã à mostra e tatuagem anunciando "corajosa", era Jaclyn uma das oradoras da SlutWalk, a "marcha das vadias", que reuniu 2.000 pessoas em Boston.

Até o segundo semestre, o movimento que começou em Toronto e pipocou em outras dez cidades dos EUA e do Canadá deve chegar a mais 40 cidades americanas e 19 outras pelo mundo.

Nova York, Houston, Londres, Johannesburgo e Buenos Aires estão no roteiro para reivindicar o significado da palavra "slut" (traduzível como "puta" ou "vadia", mas que na origem era "mulher desordeira").

"Porque nós vivemos um mundo de mentiras, sempre ouviremos que devemos ser obedientes, discretas, disponíveis e nunca agressivas -se o formos, viramos putas, e essa palavra é usada para nos pôr na linha", disse Jaclyn. A plateia urrou.

A SlutWalk surgiu como um protesto em resposta ao comentário de um policial canadense que orientou universitários dizendo: "Se a mulher não se vestir como uma vadia, reduz-se o risco de ela sofrer um estupro".

A frase reverberou não só no Canadá. Qualquer país, afinal, tem exemplos do que os organizadores chamam de "cultura de estupro": considerar o estupro um crime menor ou provocado pela vítima (quase sempre mulher, mas às vezes, homem).

MACHISMO

Os comentários de Paulo Maluf (com seu "estupra, mas não mata") e do comediante Rafinha Bastos (sobre mulheres feias que deveriam agradecer pelo estupro) traduzem o raciocínio.

Mas a SlutWalk vai além dos comentários machistas - como o da senhora que, ao ver Theresa Esconditto, 29, a caminho da marcha com "estou pedindo", estampado no decote, reprovou. "Espero que esteja assim para uma peça de teatro."

Como Jaclyn, muitas das participantes foram estupradas. "Não dá mais para que nos violem e nos culpem por isso, nem que nos digam o que fazer com nossos corpos", disse à Folha a comediante Cameryn Moore.

Na marcha majoritariamente feminina, moças carregavam frases como "meu vestido não significa sim". Uma participante tinha um cartaz dizendo ter sido estuprada aos 12 anos. "Estava usando agasalho largo e pantufas. Sou uma puta?"



folha
LUCIANA COELHO
EM BOSTON

sábado, 22 de janeiro de 2011

Misteriosa doença mata 200 vacas em fazenda dos EUA

200 vacas foram misteriosamente encontrado mortas em Wisconsin. Esta é a mais recente ocorrência de uma série de mortes em massa de animais pelo mundo.

Mistério: A razão 200 cabeças de gado
morreram em Stockton, Wisconsin, é
oficialmente desconhecida. As amostras
foram enviadas para análises
Na semana passada dezenas de aves foram encontradas mortas na Romênia, 300 grackles (uma ave conhecida na América do Norte) cairam do céu no Alabama e milhares de peixes foram encontrados mortos em Maryland.

No entanto, os veterinários acreditam que as vacas foram dizimadas por uma doença infecciosa - embora a causa exata ainda seja desconhecida e as amostras foram enviadas a laboratórios para testes.

O proprietário do gado encontrou seus animais mortos, em Stockton, Wisconsin, e imediatamente alertou a polícia.
Pensou-se que possam ter tido uma doença respiratória conhecida como nariz vermelho - rinotraqueíte infecciosa bovina ou Vírus da Diarréia Viral Bovina.

A polícia disse que não há qualquer risco de propagação da doença a outros animais ou seres humanos, após o agricultor fazer a assustadora descoberta na sexta-feira.

Os teóricos da conspiração estão apreensivos sobre as mortes mais recentes em massa de animais que têm sido relatados por todo o mundo desde Véspera de Ano Novo.

Alguns acreditam que sejam experiências do governo e este seja o culpado - ou o apocalipse esteja iminente. No entanto, os cientistas insistem que todos os incidentes têm explicações racionais.

mortes inexplicáveis foram reportados na Suécia, EUA, Grã-Bretanha e Nova Zelândia.

IBR - ou rinotraqueíte é infecciosa bovina - que acredita-se que as vacas foram acometidas é um vírus contagioso que geralmente ocorre na traquéia do animal.

Ele vai se espalha rapidamente pelos bovinos de todas as idades, se não tiverem sido vacinados.


Fonte: dailymail.co.uk

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Atirador disparou na reunião do conselho da escola da Flórida

Ex-condenado prometia matar todos, mas foi baleado e se matou antes de ser preso

Divulgação/Departamento Carcerário da FlóridaClay Duke culpou a situação social vivida por ele para justificar os tiros contra os conselheiros
Um homem abriu fogo contra conselheiros escolares durante uma audiência em uma escola de Panama City, no Estado americano da Flórida, e se suicidou após trocar tiros com um policial. O incidente aconteceu em um encontro do conselho da escola Bay District, nesta terça-feira (14), e assustou toda a comunidade escolar da região, que fica a 930 km de Miami. Emissoras de TV locais captaram a tragédia do início ao fim.

Clay A. Duke acompanhava junto a pais, professores, alunos e outras pessoas na cidade a audiência que premiava estudantes pelos objetivos alcançados durante o último ano letivo. No momento em que o espaço foi concedido para que os cidadãos pudessem questionar os conselheiros, o homem de 56 anos tomou a frente dos demais.

- Seis homens fiquem. Todos os demais saiam.

O alerta de Duke veio depois do homem pintar a letra V com um círculo em volta em uma das paredes da sala, mostrar uma arma e ordenar que o local fosse esvaziado. Uma integrante do conselho escolar tentou desarmar o homem, mas não conseguiu. O atirador então começou a se queixar sobre a esposa, desempregada, e os impostos.

O superintendente Bill Husfelt, que comandava a mesa, ainda tentou demovê-lo das ameaças de atirar, pedindo que ele se entregasse e deixasse todos saírem a salvo da sala.

- Tenho a impressão que você quer que os policiais entrem e matem você porque você disse que irá morrer hoje. Não vale a pena. Por favor, por favor...

Foram as últimas palavras de Husfelt a um agora irritado Duke, que então começa a disparar. Ele erra o primeiro tiro e o chefe de segurança local Mike Jones, um ex-policial que faz parte do conselho escolar, entra na sala e troca tiros com o atirador, ferindo-o. Ainda no chão, Duke atira contra si próprio.

Segundo informações da polícia, Clay Duke já tinha uma ficha criminal. Em 2000, ele foi condenado por perseguir uma antiga namorada, obstrução de justiça e por atirar contra um veículo.

Durante o vídeo, disponibilizado por emissoras locais e que está na internet, é possível ver os conselheiros tentarem um diálogo mais amplo com o atirador, na tentativa de acalmá-lo e evitar que alguém se ferisse. O sargento Jeffrey Becker afirmou que “há pistas do motivo do atirador”, mas negou a comentá-los em entrevista coletiva à imprensa.

No perfil de Clay Duke no Facebook é possível encontrar o desenho feito por ele na parede da sala, que possivelmente seja inspirado no filme V de Vingança, e um “testamento”, no qual o atirador afirma que “dirão que fui um monstro, mas não, apenas nasci pobre em um país em que os ricos manipulam, usam, abusam e escravizam economicamente 95% da população”.
R7