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terça-feira, 30 de outubro de 2012

Recém-nascidos e crianças também podem sofrer um AVC

Recém-nascidos e crianças também podem sofrer um AVC
Há um ciclo de incidência maior no período neonatal, antes do nascimento

Pouca gente sabe, mas os recém-nascidos e crianças também são vítimas do Acidente Vascular Cerebral, o AVC. Embora seja mais raro, há um ciclo de incidência maior no período neo-natal, desde o nascimento, até os 28 primeiros dias de vida.

As causas são infecções na gestação ou algum problema de coagulação. “Isso provoca má formação cardíaca, que pode levar a alteração do fluxo sanguíneo cerebral”, explica a neurologista infantil Simone Amorim.


No caso das crianças maiores, algumas enfermidades favorecem o AVC, como a anemia falciforme, constituição defeituosa das hemácias e doenças cardiovasculares. “Mas também há os casos em que o derrame acontece sem motivo”.

Nessa situação, não há como prevenir. É preciso ficar atento às paralisias motoras, sintoma do acidente, e levar a criança ao médico.

Para chamar atenção ao problema e informar sobre como se precaver contra o ele, a World Strok Organization (WSO) escolheu 29 de outubro para ser o Dia Mundial do AVC, um marco da campanha “1 em 6” que promoverá ações de combate e tratamento. O nome foi escolhido porque estatísticas apontam que uma em cada seis pessoas terá um AVC pelo menos uma vez.

Quase sempre há sequelas motoras ou mesmo cognitivas, em casos mais graves, e não há remédio para as consequências. Para amenizá-las, são utilizados fisioterapia e injeções de toxina botulínica, que age no relaxamento da musculatura.

“Para prevenir a doenças, os adultos devem praticar exercícios, ter uma dieta balanceada e controlar diabetes, colesterol e pressão arterial”, diz Simone.

Saiba mais sobre a doença

O que é?

Vaso bloqueado
O problema acontece por conta da interrupção de um vaso sanguíneo cerebral por um coágulo. Com isso, determinada área do cérebro fica sem oxigênio e outros nutrientes, o que provoca  lesão nos neurônios

Sintomas

Sem força
Diminuição ou perda súbita da força na face, braço ou perna de um lado do corpo

Sensibilidade

Alteração súbita da sensibilidade com sensação de formigamento na face, braço ou perna de um lado do corpo

Visão alterada
Perda súbita de visão em um olho ou nos dois olhos

Língua enrolada

Alteração aguda da fala, incluindo dificuldade para articular, expressar ou para compreender a linguagem

Dor forte
Dor de cabeça súbita e intensa sem causa aparente

Tonturas
Instabilidade, vertigem súbita intensa e desequilíbrio associado a náuseas ou vômitos
Fonte: A Gazeta

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Bebê que teve AVC com duas semanas tem recuperação 'milagrosa'

Bebê inglês que teve AVC com duas semanas de vida se recupera bem
Jacob Edwards nasceu com malformação nos vasos sanguíneos cerebrais.
Médicos achavam que ele não andaria, mas garoto já dá primeiros passos.

Contrariando as suspeitas médicas,
Jacob começou a andar após sofrer
 AVC (Foto: Daily Mail/Reprodução)
Um menino inglês que sofreu um derrame com apenas duas semanas de vida teve uma recuperação "milagrosa", na opinião dos médicos.

Jacob Edwards, hoje com 1 ano e 2 meses, foi vítima de um acidente vascular cerebral (AV) após um coágulo se formar e estourar na parte de trás da cabeça dele.

O problema ocorreu porque o bebê nasceu com uma malformação nos vasos sanguíneos do cérebro. A criança passou por uma cirurgia de emergência, para retirar parte do coágulo e reduzir a pressão dentro do crânio.

Antes de o garoto ser operado, porém, os profissionais desconfiaram de um problema no estômago. O diagnóstico mudou quando ele perdeu a consciência.

Havia também o perigo de novos vasos se romperem e causarem mais danos. Mesmo após a cirurgia, o lado esquerdo do menino ficou fraco, o que o impediu até de erguer a cabeça – motivo pelo qual ele precisou de fisioterapia intensiva.

Depois de duas semanas no hospital, Jacob foi liberado. Na época, os médicos chegaram a achar que o paciente ficaria com sequelas e não poderia andar.

Três dias depois de seu primeiro aniversário, porém, o pequeno deu os primeiros passos, e continua surpreendendo os pais e os médicos. Em fevereiro, a família recebeu a boa notícia de que o cérebro dele está completamente saudável – uma tomografia mostrou que o problema havia desaparecido.
Do G1

sábado, 9 de junho de 2012

Médicos britânicos tratam derrame com células-tronco

Médicos britânicos injetaram células-tronco no cérebro de um paciente vítima de derrame, como parte de um estudo para descobrir um novo tratamento para a doença.

O homem idoso, que não apresentava melhora em seu estado de saúde havia muitos anos, é a primeira pessoa no mundo a receber o tratamento experimental, que envolve 12 pacientes do Southern General Hospital, em Glasgow, na Escócia.

Ele recebeu uma injeção com uma pequena dose de células-tronco no último fim de semana, já recebeu alta e, segundo os médicos, passa bem.

O objetivo do teste inicial é garantir que o procedimento seja seguro para os pacientes.

Durante o próximo ano, outras vítimas de derrame cerebral receberão doses progressivamente maiores, ainda para descobrir se o tratamento não apresenta altos riscos.

Mas os médicos também examinarão os pacientes para verificar se as células-tronco conseguiram restaurar as células do cérebro e se seu estado de saúde melhorou.

O tratamento experimental recebeu críticas porque usou células cerebrais de fetos para gerar as células-tronco, mas os criadores do projeto alegam ter recebido aprovação ética do órgão regulador da medicina na Grã-Bretanha e dizem que apenas um pequeno número de fetos foi usado nos primeiros estágios da pesquisa e agora eles não seriam mais necessários.

Primeiros passos
O neurocientista Keith Muir, professor da Universidade de Glasgow e médico do Southern General Hospital, diz que se os testes forem bem sucedidos eles podem levar a pesquisas mais detalhadas.


'Esperamos que no futuro isso leve a estudos mais amplos para determinar a eficácia das células-tronco no tratamento das deficiências causadas pelos derrames', disse ele.

O primeiro grupo de pacientes a receber o tratamento experimental é formado por homens acima de 60 anos que não apresentaram melhora de seus sintomas ao longo de vários anos.

Ter um grupo de pacientes com critérios tão limitados permite que médicos e cientistas comparem melhor qualquer avanço em seu estado de saúde, mesmo nos estágios iniciais da pesquisa.

Se os testes obtiverem bons resultados, os cientistas pretendem levar adiante estudos envolvendo grupos maiores de pacientes, daqui a dois anos.

BBC Brasil


Ioga reabilita pacientes com sequelas pós-AVC

Ioga adaptada

Um programa de oito semanas de exercícios de ioga adaptados foi suficiente para uma melhoria significativa de pacientes em processo de reabilitação após um acidente vascular cerebral.

Os voluntários, homens e mulheres, já haviam completado seu tratamento pós-AVC antes do estudo, mas continuavam a apresentar déficits motores.

Após as seções de ioga, os participantes apresentaram melhor equilíbrio e flexibilidade, uma marcha mais forte e mais rápida, e aumento da força e resistência musculares.

Melhoria da reabilitação

Arlene Schmid, especialista em reabilitação da Universidade de Indiana (EUA), explica que a perda de força funcional, flexibilidade e resistência é comum depois de um acidente vascular cerebral, o que pode levar à incapacidade a longo prazo.

Milhões de pessoas sobrevivem com as sequelas dos derrames, que podem alterar o estilo de vida, com perda da independência, diminuição das atividades diárias e limitação na mobilidade.

"Os médicos precisam de técnicas para administrar e melhorar essas deficiências físicas pós-AVC," disse ela.

As atividades de ioga, adaptadas pela pesquisadora para aplicação aos pacientes pós-AVC, resultaram em "melhor controle neuromuscular, permitindo melhorias de força nos membros afetados, lados ou áreas em desuso."

Terapeuta de ioga

Após o programa de ioga, os participantes apresentaram melhoria no equilíbrio e maiores velocidades de marcha, com passos mais longos, ainda que o treinamento não tenha sido pensado para otimizar especificamente o ritmo do andar.

Com base em seus resultados animadores, os pesquisadores recomendam a inclusão da ioga na reabilitação de pacientes depois de um acidente vascular cerebral.

Segundo eles, o mais adequado é que esses pacientes sejam acompanhados por um terapeuta de ioga com um treinamento adicional em anatomia e fisiologia e em lidar com pessoas com deficiência.
do Diário da Saúde


quarta-feira, 23 de maio de 2012

Maioria dos brasileiros desconhece sintomas do AVC

Maioria dos brasileiros desconhece sintomas do AVC, alertam especialistas


O AVC é uma emergência médica. Derrame acontece quando o fluxo sanguíneo do cérebro pára. Dentro de minutos, as células cerebrais começam a morrer. Existem dois tipos de AVC. O tipo mais comum, chamado AVC isquêmico, é causado por um coágulo sanguíneo que bloqueia ou fecha de um vaso sanguíneo no cérebro. O outro tipo, chamado AVC hemorrágico, é causado por um vaso sanguíneo que rompe e sangra no cérebro. "Mini-cursos" ou ataque isquêmico transitório (AIT), ocorrem quando o suprimento sanguíneo para o cérebro é interrompido brevemente.

Os sintomas do AVC são:

  • Dormência ou fraqueza súbita na face, braço ou perna (especialmente em um lado do corpo)
  • Súbita confusão, dificuldade para falar ou entender a fala
  • Súbita dificuldade em enxergar com um ou ambos os olhos
  • Repentina dificuldade em andar, tontura, perda de equilíbrio ou de coordenação
  • Súbita dor de cabeça severa sem causa conhecida


Se você tiver algum destes sintomas, você deve ir a um hospital rapidamente para começar o tratamento. Terapias de AVC agudo tentam impedir um golpe enquanto ele está acontecendo através de uma rápida dissolução do coágulo de sangue ou parando a hemorragia. Reabilitação pós-AVC ajuda os indivíduos a superar dificuldades que resultam do dano do AVC. A terapia medicamentosa com os diluidores do sangue é o tratamento mais comum para o mal.

A cada cinco minutos, um brasileiro morre por causa de um acidente vascular cerebral (AVC)

A cada cinco minutos, um brasileiro morre por causa de um acidente vascular cerebral (AVC), segundo dados da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), com base em informações do Ministério da Saúde. São quase 100 mil mortes por ano no Brasil. Nesta sexta-feira (29), Dia Mundial de Combate ao AVC, especialistas alertam que a maioria dos brasileiros desconhece os sintomas da doença e não procura o médico.

Na maioria dos casos, o AVC, popularmente chamado de derrame, é causado pelo entupimento de uma artéria cerebral por um coágulo, impedindo o sangue de chegar a outras áreas do cérebro. "As pessoas esperam se vão melhorar e não procuram a emergência", alerta a integrante do Departamento de Doenças Cerebrovasculares da ABN, Sheila Martins.

Em 2008, uma pesquisa do Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo (USP), perguntou a 800 pessoas nas ruas das cidades de Ribeirão Preto, São Paulo, Salvador e Fortaleza quais os sintomas do AVC. Somente 15,6% dos entrevistados sabiam o significado da sigla. Ainda segundo a pesquisa, a maioria dos entrevistados confundiu a doença com Paralisia, congestão, trombose ou nervosismo. Os sintomas de um AVC são fraqueza ou dormência súbita em um lado do corpo, dificuldade para falar, entender ou enxergar, tontura repentina e dor de cabeça muito forte sem motivo aparente.

Para o neurologista e coordenador da pesquisa, Octávio Marques Pontes, o brasileiro não encara o AVC como uma doença que necessita de imediato atendimento médico, porque acha que não existe tratamento. "A doença está presente na vida das pessoas, mas a maioria vê como sem tratamento", disse. Pontes informou que, desde 2001, está disponível na rede pública e privada o tratamento trombolítico, que consiste na aplicação de remédios para desobstruir a artéria e restabelecer o fluxo sanguíneo, considerado o método mais eficaz.

A recomendação é que o paciente inicie o tratamento cinco horas após o aparecimento dos primeiros sintomas. O atendimento rápido aumenta em 30% as chances de sobrevivência, segundo Pontes. Um levantamento da Associção Internacional de AVC (ISS,em inglês) constatou que 15% dos pacientes que tiveram um acidente vascular cerebral podem morrer ou sofrer novo problema no prazo de um ano.

Os especialistas alertam ainda que é possível prevenir o acidente vascular, desde que sejam adotados cuidados no decorrer da vida - entre eles praticar exercícios físicos, ter alimentação saudável e evitar o fumo, o consumo de álcool, além de ficar em alerta com as taxas de pressão e do colesterol. A doença incide na população com mais de 65 anos, mas pode ocorrer em jovens e até recém-nascidos.

Além da prevenção, os médicos apontam a necessidade de ampliar a rede com tratamento específico para o AVC. Atualmente, 62 hospitais públicos e privados oferecem o tratamento adequado, contra 35 em 2008, segundo a neurologista Sheila Martins. "Temos ainda muito a fazer", alertou.

Em um ranking nacional feito pela neurologista, o Rio Grande do Sul aparece com a maior taxa de mortalidade por AVC no país - 75 mortes por 100 mil habitantes. Em segundo lugar está o Rio de Janeiro, com 68 mortes por 100 mil habitantes, seguido pelo Piauí, por Pernambuco e pelo Paraná. O cálculo é baseado em estatísticas do Ministério da Saúde de 2007.

A Organização Mundial de AVC estima que uma em cada seis pessoas no mundo terá um acidente vascular cerebral na vida.

AGÊNCIA BRASIL
Edição: Graça Adjuto

domingo, 20 de maio de 2012

Café, sexo e assoar nariz são principais gatilhos de derrames


Café, sexo e assoar o nariz podem aumentar o risco de se sofrer um derrame, segundo uma pesquisa feita na Holanda.

O estudo feito com 250 pacientes identificou oito fatores de risco que estariam ligados a sangramentos no cérebro.

Todos eles aumentam a pressão arterial que podem provocar ruptura dos vasos sanguíneos, de acordo com pesquisa, publicada na revista especializada britânica Stroke.

O sangramento pode acontecer quando um vaso sanguíneo enfraquecido, conhecido como um aneurisma cerebral, estoura. Isso pode resultar em danos cerebrais ou morte.

Os pesquisadores do University Medical Center, em Utrecht, acompanharam 250 pacientes durante três anos para identificar o que provoca derrames.

Todos os fatores citados na pesquisa aumentam a pressão arterial capaz de resultar em ruptura dos vasos sanguíneos, de acordo como estudo.

Segundo a Stroke Association, uma entidade assistencial britânica voltada para o tratamento de acidente vascular cerebral (AVCs), serão necessárias mais pesquisas para verificar se os fatores citados podem de fato provocar derrames.

Apenas no Reino Unido, mais de 150 mil pessoas sofrem de um AVC por ano, dos quais quase 29 mil se devem a sangramentos no cérebro.

O estudo revelou ainda que café foi o responsável por 10,6% dos casos em que o aneurisma rompeu. Exercícios vigorosos e assoar o nariz foram os "gatilhos" de derrames respectivamente em 7,9% e 5,4% dos casos. Fazer sexo e fazer esforço para defecar responderam por 4,3% e 3,6%.

De acordo com a neurologista Monique Vlak, autora do estudo, 'todos esses fatores induzem a uma súbita redução da pressão sanguínea, o que parece ser uma causa possível para a ruptura do aneurisma''.

A pesquisa mostra ainda que uma em cada 50 pessoas têm um aneurisma cerebral, mas somente algumas poucas sofrem um derrame.

O estudo só se debruçou sobre elementos que causam a ruptura. A alta pressão sanguínea enfraquece os vasos sanguíneos e isso pode ser provocado por se estar acima do peso, pelo fumo e por falta de exercícios fisicos.

Sharlim Ahmed, pequisador da Stroke Assocation, afirmou que ''um súbito aumento da pressão sanguínea pode aumentar a possiblidade de ruptura de um aneurisma. Mas é muito difícil determinar se os fatores identificados nesses estudo estão definitivamente relacionados com um derrame ou se seriam apenas coincidências''.

''É preciso realizar diversos outros estudos para aferir se cada um desses fatores identificados pode fazer com que um aneurisma se rompa'', comentou Ahmed.

BBC Brasil

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Aneurisma cerebral. 62% dos casos estão ligados ao tabagismo‎


2 em cada 3 casos de aneurisma estão ligados ao tabagismo


Levantamento inédito realizado pelo serviço de neurocirurgia do Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo (antigo hospital estadual Brigadeiro), unidade da Secretaria de Estado da Saúde na capital paulista, mostra que nos últimos dois anos, 62% dos usuários que tiveram aneurismas cerebrais fumavam regularmente.

A pesquisa também aponta que 80% dos pacientes submetidos à microcirurgia são do sexo feminino e têm entre 40 e 60 anos. No total foram analisados 250 casos. A unidade atende, em média, mil pessoas por ano com a doença.


O cigarro é capaz de “destruir” a proteína fibrosa e elástica, chamada de elastina, encontrada na parede dos vasos sanguíneos. Por isso, facilita a ocorrência de um aneurisma, que ocorre quando há dilatação anormal de uma artéria do cérebro.  É o sangramento causado pelo rompimento deste vaso que pode levar o paciente à morte.

O estudo confirma que os tabagistas estão até 10 vezes mais propensos a apresentarem hemorragias cerebrais causadas por aneurismas. Além disso, o fumo está diretamente ligado ao surgimento de novos casos em pacientes que já trataram ou ainda enfrentam o problema.

“São dados alarmantes, que refletem como o cigarro pode ser danoso à saúde, causando, além de aneurismas, câncer, enfisemas pulmonares e infarto do miocárdio”, diz o médico coordenador do serviço de neurocirurgia vascular, Sérgio Tadeu Fernandes.

Para tratar o aneurisma é necessária intervenção cirúrgica. Na embolização endovascular, técnica minimamente invasiva, o paciente é operado com um pequeno furo feito, geralmente, próximo à virilha. Através desta incisão, entra o material cirúrgico que percorre os vasos do paciente, até o local exato do aneurisma, para preencher o espaço rompido. Há casos, porém, que ainda precisam ser tratados pelo modo convencional, em que há abertura do crânio.

“A doença é silenciosa e apresenta poucos sintomas. Os mais comuns são fortes dores de cabeça. O diagnóstico e o tratamento precoces aumentam as chances de sobrevivência do doente”, destaca o neurocirurgião. [jornaldebarretos.com.br]


O que é um Aneurisma Cerebral?



Os aneurismas cerebrais são como pequenas bolhas ou balões na superfície das artérias que atravessa o cérebro. Em 15% dos casos existem múltiplos aneurismas nas artérias diferentes em torno do cérebro.
Sintomas
Infelizmente, a maioria das pessoas com um aneurisma não sabem que têm um problema até que de repente ocorre a ruptura do aneurisma  e sofrem com a dor de cabeça mais grave que já viram.
Isso pode rapidamente progredir para o coma e morte sem um tratamento urgente.
Em cerca de um em dez casos podem aparecem  sinais sutis de que algo está errado. O aneurisma pode pressionar nervos importantes e as estruturas do cérebro, causando problemas com acuidade visual ou com os músculos da face. No entanto, estes sinais podem passar despercebidos.
Causas e fatores de risco
Vários fatores aumentam seu risco de ter um aneurisma:
  • Uma tendência familiar – várias condições diferentes herdadas, incluindo um problema com a formação de colágeno nos tecidos, pode aumentar o risco de aneurismas, mas muitas vezes não há nenhuma razão clara por que ele é encontrado em uma família.
  • Principais infecções – especialmente a infecção do coração, conhecida como endocardite bacteriana.
  • Aterosclerose – muitas vezes chamado de “endurecimento das artérias”.
  • Hipertensão arterial – isto não pode causar um aneurisma mas aumenta o risco se você tiver um ele vai estourar.
A principal preocupação com um aneurisma é que ele pode acelerar a pressão de sangue pulsante através das artérias, causando uma hemorragia cerebral, que pode ser fatal.
Cada ano, milhares de pessoas ao redor do mundo, muitas vezes jovens ou de meia-idade, morrem ou são tem um lado do corpo paralisado devido aos aneurismas cerebrais.

Tratamento e recuperação
A única maneira de descobrir se alguém tem um aneurisma cerebral é examinar os vasos sanguíneos do cérebro com uma tomografia do cérebro, geralmente uma ressonância magnética ou uma angiograma (uma radiografia especial dos vasos sanguíneos).
Se for encontrado um aneurisma, uma operação pode ser executada para drenar ou extrair.Isso normalmente resolve o problema, embora a cirurgia propriamente dita não é sem risco.
Os aneurismas cerebrais são ainda relativamente raros, especialmente se você não tiver histórico familiar deles.

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Jogador vira gay após sofrer AVC

Jogador vira gay após sofrer AVC
Um acidente vascular cerebral (AVC) sofrido durante um treino mudou a vida do jogador de rúgbi Crhis Birch. O inglês, 26 anos, abandonou o esporte e descobriu ser gay. "Quando acordei me senti diferente. Não estava mais interessado em mulheres", disse Birch. "Não importa quem eu era antes, sei que meus sentimentos são verdadeiros", afirmou o ex-jogador, que largou a namorada e passou a trabalhar como cabeleleireiro.

Chris largou seu emprego em um banco e hoje trabalha em um salão de beleza.

Teoricamente seguro de sua masculinidade, Crhis Birch se descobriu gay após ter um derrame durante um treino. Chris Birch, de 26, que tinha namorada, estava tentando impressionar os amigos no jogo, mas acabou quebrando o pescoço e sofrendo um acidente vascular cerebral.
Chris e seu "boyfriend"

O jovem foi levado para o hospital onde sua namorada e familiares aguardavam notícias,  ao acordar ele se descobriu homossexual. Seus amigos ficaram surpreendidos com as mudanças drásticas de sua personalidade, especialmente sua mudança na sexualidade. Antes do acidente Chris estava pensando em se estabelecer com sua namorada.

"Parece estranho, mas quando eu 'voltei a vida' me senti imediatamente diferente. Eu não estava mais interessado em mulheres. Eu definitivamente era gay", contou Chris ao jornal inglês Daily Mail.

A família do jovem lutou para chegar a um acordo com a sua súbita mudança de identidade e por isso ele preferiu sair de casa. Ele procurou um neurologista, que disse que as mudanças em sua personalidade poderiam ter ocorrido devido ao curso de abertura de uma parte diferente de seu cérebro. Há casos de pacientes que acordam de uma AVC com diferentes sotaques.


Mudanças após a descoberta
Chris trabalhava em um banco e passava os fins de semana bebendo cerveja com os amigos e assistindo rugby com os amigos. Depois do derrame ele descobriu que não gostava mais de esportes.

"Eu nunca tinha me sentido atraído por um homem antes - eu nunca tinha tido nenhum amigo gay. Mas eu não me importava com quem eu era antes, eu tinha que ser fiel a meus sentimentos", confessou a publicação.

Após largar seu antigo trabalho, Chris se tornou cabelereiro e começou a namorar um homem que conheceu em um clube noturno.


O Dia
Redação

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Saiba o que ocorreu com o técnico do Vasco e se previna de um AVC


Saiba o que ocorreu com o técnico do Vasco e se previna de um AVC


"Não basta o hipertenso tomar o remédio, ele tem que se preparar para as recomendações não medicamentosas", diz cardiologista


Dieta rica em sal, sobrepeso, sedentarismo e muito estresse podem levar uma pessoa hipertensa a um Acidente Vascular Cerebral (AVC), como o que sofreu o técnico do Vasco da Gama, Ricardo Gomes, 46 anos, no último domingo, no clássico entre Flamengo e Vasco no Engenhão.

O estado de saúde dele é grave, mas estável, após a cirurgia de drenagem de sangue no cérebro à qual foi submetido, segundo o Hospital Pasteur do Rio de Janeiro.


De acordo com o cardiologista Luís Mauro Ferreira, do Instituto de Cardiologia, o técnico já tem uma hipertensão moderada para severa e provavelmente não tratou de forma adequada. "Pelo que li ele é hipertenso e vive num meio de intensa atividade e pressões. Se o estresse for contínuo, fica difícil tratar a hipertensão", afirma.

Para o cardiologista, é pouco provável que Ricardo tenha uma alimentação sem excesso de sal, pois precisa viajar com frequência e se alimentar fora de casa. "Não basta o hipertenso tomar o remédio, ele tem que se preparar para as recomendações não medicamentosas".

O neurologista Renan Domingues destaca a rapidez e a qualidade do socorro como essenciais para a recuperação do paciente. "O tempo é decisivo tanto nos casos de AVC isquêmico (obstrução do vaso quando o sangue não passa e há falta oxigenação em uma área do cérebro) quanto no hemorrágico (ruptura de um vaso que causa hemorragia)".

Sequelas 

Como toda lesão circulatória cerebral pode deixar o paciente com sequelas, entre elas, incapacitação física, um lado do corpo paralisado e perda da fala. "Dependendo da região afetada, além da dificuldade de locomoção, a pessoa pode ter coma prolongado e morrer por infecções secundárias", diz o cardiologista. O técnico precisou ser operado, o que segundo Renan Domingues, é um sinal de que ele terá sequelas. "Só pela cirurgia já é um sinal de que o AVC foi muito grande. A reabilitação é feita com fono e fisioterapia. Mas a preocupação na fase aguda é com a morte, depois com as sequelas".

AVC ou AVE

Segundo o neurologista Renan Domingues, o termo correto é AVC, usado pela Academia Brasileira de Neurologia, mas os dois termos significam a mesma doença.

Pressão alta e hipertensão

É importante saber diferenciar uma pessoa que tem a pressão arterial elevada por alguma situação, da pessoa que tem a doença crônica. "Qualquer pessoa pode ter a pressão elevada isoladamente. O problema se dá com quem é portador de uma hipertensão e parte da sua circulação já foi deteriorada", diferencia o cardiologista.

Fatores de risco AVC
- Hipertensão
- Diabetes
- Colesterol elevado
- Tabagismo 




LAILA MAGESK - A GAZETA


quarta-feira, 15 de junho de 2011

Pastor que previu fim do mundo sofre AVC

O pastor americano Harold Camping (foto), que que profetizou sem sucesso o fim do mundo, sofreu um acidente vascular cerebral (AVC) em sua casa, informa nesta terça-feira a rádio de sua congregação religiosa. Camping, 89, está internado em um hospital no estado americano da Califórnia, após o AVC sofrido na quinta-feira, indicou Craig Hulsebos, locutor de vários programas na emissora Family Radio.

A profecia anunciada por Camping era de que o apocalipse começaria a atingir a Terra no dia 21 de maio passado, quando entre 2% e 3% da humanidade seria levada ao Céu. Mas o dia 21 de maio passou, nada aconteceu e Camping, alvo de piadas, modificou a data para a tragédia: 21 de outubro. Apesar de seus erros de cálculo, alguns de seus seguidores abandonaram suas casas, gastaram as economias e largaram os empregos na certeza de que o mundo acabaria.

Segundo a emissora, o pastor profeta deve receber alta ainda nesta terça-feira.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Tomar café pode reduzir em até 25% as chances de as mulheres sofrerem um Acidente Vascular Cerebral (AVC)

Tomar café pode reduzir em até 25% as chances de as mulheres sofrerem um Acidente Vascular Cerebral (AVC), segundo um estudo da revista especializada Stroke: Journal of the American Heart Association (o "Jornal da Associação Americana do Coração"). O resultado foi obtido após a observação de 34.670 mulheres com idades entre 49 e 83 anos durante 10 anos. As chances de sofrer um derrame só diminuem para as que tomam, no mínimo, duas xícaras da bebida por dia.


Para o estudo, os investigadores do Karolinska Institute, em Estocolmo, Suécia, contaram com a participação de 34,670 mulheres, com idades compreendidas entre os 49 e os 83 anos, que tinham participado num estudo epidemiológico para estudar a associação entre a dieta, o estilo de vida e o desenvolvimento de doença. No início do estudo, em 1997, todas as participantes foram submetidas a um questionário sobre a frequência de alimentação, nessa data nenhuma das mulheres apresentava sinais de doença cardiovascular ou cancro. Os autores reuniram também dados da ocorrência de AVC entre Janeiro de 1998 e Dezembro de 2008, através da associação com os dados fornecidos pelos hospitais suecos, tendo contabilizado cerca de 1,680 AVC.

Após uma média de 10,4 anos de acompanhamento, os investigadores liderados por Susanna Larsson verificaram também que as mulheres que bebiam entre uma ou duas chávenas, três a quatro ou mais de cinco apresentavam benefícios similares, em comparação com aquelas que bebiam uma ou menos de uma chávena por dia. Estas diferenças foram mantidas, independentemente do tabagismo, índice de massa corporal, histórico de diabetes, hipertensão, consumo de álcool, sugerindo assim que os efeitos do café não são influenciados pelos factores de risco cardiovascular.

Após terem tido em conta outros factores de risco, os investigadores constaram que o consumo de café estava associada com um risco significativamente menor de acidente vascular cerebral total, acidente vascular cerebral isquémico e hemorragia subaracnóidea.

De acordo com os autores do estudo, o consumo de café pode reduzir o risco de AVC através do enfraquecimento da inflamação subclínica, redução do stress oxidativo e um aumento da sensibilidade à insulina.

"Algumas mulheres têm evitado o consumo de café, pois achavam que não era saudável. Na verdade, há evidências crescentes de que o consumo moderado de café pode diminuir o risco de algumas doenças como diabetes, cancro de fígado e, possivelmente do AVC", conclui Susanna Larsson.

ALERT Life Sciences Computing, S.A.

domingo, 19 de dezembro de 2010

Reciclar o cérebro após o AVC.

Os doentes de AVC muitas vezes têm de superar uma série de desafios antes que eles possam voltar a seus pés. Os fisioterapeutas estão usando uma nova ferramentas para ajudar os pacientes a não apenas treinar seus corpos, mas também religar seus cérebros.

Há dois anos, Terri Knudsen sofreu um derrame repentino, maciço, enquanto ela estava conversando com um amigo. "Percebi que eu estava falando engraçado, como se eu tivesse um acento, e ela disse que parecia que eu estava debaixo d'água", disse Knudsen.

Knudsen perdeu a mobilidade no lado esquerdo. Ela passou meses reaprendendo como caminhar.

Os fisioterapeutas estão usando uma nova ferramenta para ajudar pacientes como Knudsen recuperar uma marcha mesmo.

Usando câmeras detectoras de movimento, o fisioterapeuta Darcy Reisman, Ph.D., um especialista em biomecânica e ciência do movimento da Universidade de Delaware em Newark,  analisa como um paciente passa em uma correia de esteira dividido especialmente projetado. Os cintos podem ser executados em conjunto, ou terapeutas podem programar as correias separadamente.

Dr. Reisman diz que quando um paciente se mover as pernas em duas velocidades diferentes, o cérebro recebe um sinal de erro. Em seguida, o cérebro do paciente e do sistema nervoso usa o feedback para ajustar. O cerebelo é a parte do cérebro que controla a coordenação. Ele lembra o que aprendeu mesmo depois do uso da escada rolante. Ema poucos minutos, pacientes com AVC têm mais facilidade em terra firme.

"Você percebe imediatamente que quer ter um maior tranco", disse Knudsen. "Foi uma transição definitiva da esteira."

"Há o efeito imediato que você tem", afirmou Reisman. "O problema é, naturalmente, que se deteriora".

Dr. Reisman quer saber se a terapia esteira adicional ajudará religar o cérebro, resultando em períodos mais longos  - e fazer a divisão da esteira o primeiro passo para uma recuperação mais rápida de pacientes com AVC.
Cura de Derrame Cerebral -Dra JILL BOLTE TAYLOR (vídeo 1)

Cura de Derrame Cerebral -Dra JILL BOLTE TAYLOR (vídeo 2)


Sobre AVC: um acidente vascular cerebral é um tipo de doença cardiovascular, que afeta as artérias principais do cérebro. Quando uma destas for bloqueada, ou rompida, sangue e oxigênio, não pode chegar a essa parte do cérebro e ela começa a morrer. Derrames podem causar paralisia, afetam linguagem e visão, e levam à perda de memória. Nos Estados Unidos, 780 mil novos casos de AVC (Acidente Vascular Cerebral) são registrados anualmente, o que dá uma média de um novo caso a cada 40 segundos, segundo dados da Sociedade Americana de Cardiologia. No Brasil, é a primeira causa de mortalidade, de acordo com dados do Ministério da Saúde, à frente de morte por infarto do miocárdio, câncer ou mesmo em acidentes de trânsito. Os dados são estarrecedores e seguem essa mesma tendência em todo o mundo. “As estatísticas comprovam que o AVC está entre as três principais causas de morte em todo o mundo. Em muitos países, está em primeiro lugar, mas nunca deixa de estar entre as três principais causas de morte”, afirma o médico responsável pelo setor de reabilitação neurológica do CREB – Centro de Reumatologia e Ortopedia Botafogo – Dr. Flávio Costa.

Sobre a função MOTORA: Mesmo um movimento motor simples envolve diversas regiões do corpo, mas o córtex motor primário do cérebro é um dos mais importantes. Ele envia impulsos elétricos através de células nervosas chamadas neurônios que controlam a execução do movimento. Cada parte do corpo é representada no córtex motor primário, o lado esquerdo do cérebro controla o lado direito do corpo, e vice-versa. Certas doenças ou lesões cerebrais podem interromper essas funções básicas. Por exemplo, a paralisia cerebral é um distúrbio que afeta os movimentos do corpo e coordenação muscular por causa de uma lesão cerebral, o que interfere com as mensagens do cérebro ao corpo, e vice-versa.

Como andamos: Caminhar é diferente de uma marcha em execução, pois apenas um pé de cada vez levanta do chão. Durante o movimento para a frente, a perna que deixa as oscilações do solo para a frente do quadril, como um pêndulo. Em seguida, a perna atinge o chão com o calcanhar e rola com o dedo em um movimento semelhante a um pêndulo invertido. O movimento das duas pernas é coordenado de forma que um pé ou o outro está sempre em contato com a terra - uma estratégia de "pêndulo duplo 'so-called. O processo de caminhar recupera cerca de 60 por cento da energia gasta graças à dinâmica do pêndulo e da força de reação do solo. As pernas funcionam como alavancas longas que transferem a força de reação do solo para a coluna.

Fonte: sciencedaily.com
Nota do Editor: Este artigo não pretende fornecer aconselhamento médico, diagnóstico ou tratamento

sábado, 11 de dezembro de 2010

Cereais integrais reduzem AVC tanto quanto as drogas, diz pesquisa

Os pesquisadores pediram a 200 pessoas a comer uma dieta com três porções de grãos integrais por dia, ou nenhum.


Uma dieta rica em fibras é conhecida por reduzir o colesterol do sangue e melhorar a saúde digestiva.
Verificou-se que a dieta rica em cereais integrais também provoca redução da pressão sanguínea.

Dr. Frank Thies, conferente sênior no Instituto Rowett de Nutrição e Saúde da Universidade de Aberdeen, que liderou o estudo, disse: "Nós observamos uma diminuição na pressão arterial sistólica nos voluntários que comeram os alimentos de grãos integrais, e este efeito é semelhante para que você pode esperar usando drogas para redução da pressão do sangue.
Mingau no café da manhã e outros cereais integrais podem reduzir 
o risco de derrame tanto como as drogas, descobriram os
 pesquisadores. Foto AP


"Esta queda da pressão arterial sistólica pode diminuir potencialmente a incidência de ataques cardíacos e doenças e acidente vascular cerebral (AVC), pelo menos, 15 e 25 por cento, respectivamente."

Uma porção é considerada como cerca de 13 a 16g de grãos inteiros, o equivalente a cerca de meia xícara de aveia ou arroz integral ou uma fatia de pão integral.

Os resultados foram publicados no American Journal of Clinical Nutrition~

healthland.time.com

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

AVC: Acidente Vascular Cerebral. Entenda um pouco da doença que é a maior causa de morte no Brasil

Acidente vascular cerebral:


Acidente vascular cerebral é uma condição muito séria em que o cérebro não está recebendo oxigênio suficiente para funcionar corretamente. Um acidente vascular cerebral é também chamado de AVC , ataque cerebral , infarto cerebral ou derrame .


Um acidente vascular cerebral muitas vezes resulta em complicações graves e deficiências permanentes e é uma causa comum de morte . Acidentes vasculares cerebrais são a segunda  principal causa morte em todo o mundo, a primeira causa de morte no Brasil  e a  terceira principal causa de morte nos E.U., segundo a American Heart Association.



O cérebro necessita de um suprimento constante de oxigênio, a fim de bombear o sangue eficazmente para todo o corpo. O oxigênio é fornecido para o cérebro pelo sangue que flui através das artérias. Em um acidente vascular cerebral, uma ou mais dessas artérias fica bloqueada ou se rompe ou começa a vazar. Isso retira uma porção do sangue rico em oxigênio vital para o cérebro . Este dano pode tornar-se permanente em poucos minutos e resultar na morte do tecido afetado do cérebro. Isso é chamado de necrose cerebral.

Existem dois tipos de acidentes vasculares cerebrais. Um acidente vascular cerebral isquêmico ocorre quando uma artéria do cérebro fica bloqueada. O acidente vascular cerebral hemorrágico ocorre quando uma artéria rupturas ou vazamentos.

Existem três principais causas de acidentes vasculares cerebrais: trombose cerebral , embolia cerebral e hemorragia cerebral .


O acidente vascular cerebral causado por trombose cerebral é o resultado de um acúmulo de placa e inflamação nas artérias, chamado de aterosclerose . Este processo de estreitamento das artérias do cérebro e reduz a quantidade de sangue rico em oxigênio que atinge o tecido cerebral. Estreitamento das artérias pela aterosclerose são mais propensos a desenvolver um coágulo sanguíneo que bloqueia completamente o fluxo sanguíneo para uma área do cérebro. Fatores de risco para a aterosclerose incluem ter colesterol alto , diabetes e hipertensão .

Acidente cerebrovascular causados por embolia cerebral ocorre quando um coágulo em uma outra parte do corpo e viaja no sangue de uma artéria até cérebro, bloqueando o fluxo de sangue para o cérebro. O acidente vascular cerebral causada por hemorragia cerebral ocorre quando o no cérebro o rompimento          ou vazamento de sangue de uma artéria no tecido cerebral circundante.

A extensão dos danos causados ao cérebro e sintomas decorrentes de um acidente vascular cerebral variam dependendo do tipo, a área ou áreas do cérebro afetadas, e quanto tempo passa antes do acidente vascular cerebral é tratada. Complicações de acidente vascular cerebral incluem danos neurológicos permanentes, invalidez e morte . Para obter mais informações sobre os sintomas indicação chave e outras complicações, referem-se a sintomas de acidente vascular cerebral .

Fatores de risco para acidente vascular cerebral incluem ter hipertensão , doença cardíaca , diabetes , colesterol alto e obesidade . Outros fatores de risco incluem ser de ascendência Africano-Americano, sendo do sexo masculino, beber quantidades excessivas de álcool, tabagismo e história familiar de doença cardíaca ou acidente vascular cerebral. Ter um aneurisma cerebral em uma pessoa coloca em um risco extremo de um acidente vascular cerebral hemorrágico.

Fazer um diagnóstico de acidente vascular cerebral inclui a finalização de uma avaliação médica completa e história e exame físico, incluindo um exame neurológico. Isso é muitas vezes feito em uma sala de emergência.

O teste diagnóstico inclui exames de imagem, como tomografia computadorizada ou ressonância magnética ea angiografia cerebral do cérebro. A angiografia cerebral é um exame de imagem que revela obstruída ou estreitada artérias no cérebro e pode mostrar o fluxo de sangue ou de obstrução nas artérias do cérebro.

Uma bateria de outros testes também são realizados para avaliação de outras doenças que comumente ocorrem com um acidente vascular cerebral, tais como doença cardíaca e arritmia cardíaca .

É possível que o diagnóstico de acidente vascular cerebral pode ser perdido ou atrasado porque os sintomas podem ser leves e ser semelhantes aos sintomas de outras condições e doenças. Para obter mais informações sobre as doenças e condições que podem simular um acidente vascular cerebral, referem-se a erros de diagnóstico de acidente vascular cerebral .

Se detectada precocemente, alguns acidentes vasculares cerebrais podem ser tratados com sucesso antes do desenvolvimento de dano cerebral permanente e complicações. Para obter mais informações sobre os planos de tratamento específico, consulte o tratamento do acidente vascular cerebral .

Sintomas do AVC: Existem várias causas de sintomas semelhantes, incluindo acidente vascular cerebral AVC , ataque isquêmico transitório (mini-cursos) e de várias outras doenças graves. ... mais sobre os sintomas do derrame .

O acidente vascular cerebral: ocorre quando o suprimento sanguíneo para o cérebro é interrompido, resultando em dano celular e da morte. Mais informações detalhadas sobre os sintomas , causas e tratamentos de acidente vascular cerebral está disponível abaixo.

O acidente vascular cerebral: Sintomas
Os sintomas de um acidente vascular cerebral diferem dependendo de uma variedade de fatores, incluindo a causa eo tipo e tamanho da área do cérebro que é afetada. Em alguns casos, os sintomas podem ser leves e incluem apenas fraqueza , tonturas ou dor de cabeça . Sintomas como esses podem ser sintomas de advertência de um acidente vascular cerebral iminente. Estes sintomas podem também ser sintomas ...

Os sinais e sintomas dos AIT’s e AVC’s devem ser amplamente conhecidos dos profissionais de saúde e da população geral, pois isso permite que o reconhecimento clínico seja rápido e as medidas terapêuticas possam ser imediatamente iniciadas.

Recentemente foi criado o conceito de “ataque cerebral”, análogo ao já amplamente difundido ataque cardíaco. O objetivo é divulgar os sinais e sintomas das doenças cerebrovasculares e associá-los com uma emergência que deve ser prontamente tratada. Isso é importante, pois o tratamento dos AVC’s isquêmicos nas primeiras 3 horas do evento pode melhorar muito o prognóstico e até mesmo evitar sequelas. Tempo é cérebro.

As principais manifestações clínicas dos AVC’s isquêmicos são resumidas abaixo:
dificuldade de expressão da fala (afasia de Broca) ou de compreensão da fala (afasia de Wernicke)
fala enrolada (disartria)
borramento visual unilateral (escotomas e hemianopsias)
hemiparesia ou hemiplegia súbita
déficit de pares cranianos
perda súbita da coordenação motora (dismetria e disdiadococinesia)
dificuldades para caminhar de início súbito (ataxia da marcha)

Os sintomas das isquemias cerebrais são variáveis de paciente para paciente, dependendo basicamente da circulação cerebral atingida pelo trombo ou pelo êmbolo. Tanto a circulação anterior como a posterior podem ser acometidas.

A circulação anterior corresponde às áreas do cérebro supridas pelas artérias carótidas internas e seus ramos. Os AVC´s da circulação anterior representam aproximadamente 70% dos AVC´s isquêmicos.

Infartos da artéria cerebral média causam déficit motor e sensorial contralateral, com predomínio de braço e face.

Os infartos da artéria cerebral anterior causam déficit motor e sensorial contralateral com predomínio de perna.

O predomínio de braço e face ou perna pode ser entendido revisando o Homúnculo de Penfield motor. Os sintomas são contralaterais devido ao cruzamento das fibras motoras e sensoriais ao longo de seu trajeto no sistema nervoso.

Dependendo do hemisfério cerebral em que ocorre o AVC, diferentes manifestações podem ser observadas. Oclusões à esquerda causam afasia (incapacidade de expressar ou compreender a fala), alexia (incapacidade de leitura), agrafia (incapacidade de escrever) e acalculia (incapacidade de calcular). Oclusões à direita causam negligência (falta de reconhecimento) do lado esquerdo do corpo e perda da prosódia da fala. Apraxia (dificuldade de realizar tarefas motoras previamente aprendidas como pentear o cabelo ou trocar de roupa) pode ocorre por lesões em ambos os hemisférios, mas principalmente à esquerda. Como ela quase sempre está associada com afasia, pode ser difícil reconhecê-la na prática.

A oclusão dos ramos perfurantes lenticuloestriados e talamoestriados da artéria cerebral média e da artéria cerebral anterior causa pequenos infartos profundos na cápsula interna, tálamo e núcleos da base conhecidos como infartos lacunares. Eles geralmente se manifestam com hemiparesia pura ou déficit hemisensorial puro.

A principal diferença entre lesão isquêmica cortical causada por oclusão dos ramos distais da cerebral média ou da cerebral anterior e lesão na cápsula interna causada por oclusão dos ramos perfurantes é a natureza do déficit motor e sensorial. Nas lesões corticais ocorre hemiplegia desproporcionada, pois as áreas da face, braço e perna estão muito distantes umas das outras e raramente são lesadas ao mesmo tempo. Assim, se a oclusão for da artéria cerebral média há predomínio do déficit na face e no braço e se a oclusão for na artéria cerebral anterior há predomínio do déficit na perna. Nas lesões da cápsula interna ocorre hemiplegia proporcionada, pois as fibras provenientes da face, braço e perna estão trafegando conjuntamente na cápsula interna em direção ao tronco cerebral. Assim face, braço e perna são acometidas na mesma intensidade. Além disso, as lesões corticais causam afasia, alexia, agrafia, apraxia, acalculia, negligência e perda da prosódia, dependendo do hemisfério acometido. Esses sintomas não ocorrem nas lesões da cápsula interna, pois as áreas cerebrais responsáveis por essas funções estão localizadas exclusivamente no córtex.

Independente da localização do infarto cerebral teremos alguns sinais associados com a fraqueza. Como a lesão ocorre no neurônio motor superior, na fase aguda temos hipotonia, hiporreflexia e a presença de sinal de Babinski. Após alguns dias a semanas o paciente desenvolve hiperreflexia, hipertonia espástica, clônus e persiste com o sinal de Babinski no lado da hemiparesia, todos sinais clássicos de lesão do neurônio motor superior.

A circulação posterior corresponde às áreas do cérebro irrigadas pelo sistema vertebrobasilar e seus ramos. Os infartos da artéria cerebral posterior causam perdas variáveis do campo visual, agnosia visual e prosopoagnosia. Na agnosia visual, o paciente não reconhece os objetos, embora possa enxergá-lo perfeitamente. Se palpar o objeto, o paciente passa a reconhecê-lo imediatamente. Na prosopoagnosia, o paciente é incapaz de reconhecer faces familiares. A circulação posterior também vasculariza o tronco cerebral e o cerebelo.

Infartos de tronco geralmente causam hemiplegia com comprometimento de pares cranianos. O déficit geralmente é alterno, ou seja, afeta pares cranianos do mesmo lado da lesão e os membros do lado oposto à lesão. Isso ocorre porque os pares cranianos não cruzam ao saírem do tronco (exceto o nervo troclear) e as vias motoras descendentes cruzam na porção distal do bulbo (pirâmides). Lesões grandes do tronco causam estado de coma devido à lesão da formação reticular ativadora ascendente.

Infartos do cerebelo causam ataxia da marcha e incoordenação motora. São particularmente perigosos quando extensos, pois o edema resultante pode ocluir o quarto ventrículo e causar hidrocefalia aguda.

As manifestações clínicas dos AVC’s hemorrágicos dependem da localização do sangramento.

A hemorragia subaracnóide (HSA) corresponde ao sangramento no espaço subaracnóide, geralmente causada pela ruptura de um aneurisma sacular cerebral. Entretanto, ela também pode ocorrer como conseqüência de ruptura de malformações vasculares e durante traumatismos cranianos. Aneurismas saculares são dilatações presentes em locais congenitamente frágeis das artérias cerebrais. Eles ocorrem devido ao estresse crônico que os vasos estão sujeitos pelo fluxo sanguíneo pulsátil. O local preferido dos aneurismas são os vasos do polígono de Willis. Mais de 80% deles ocorre na circulação anterior. Aproximadamente 5% da população apresenta aneurismas maiores que 0,5 cm de diâmetro. O risco de ruptura é maior quando os aneurismas atingem mais de 1 cm de diâmetro. A ruptura geralmente está associada com elevações súbitas da pressão arterial como vistas durante a realização de exercícios físicos intensos, emoções fortes, ato sexual, etc.

Os aneurismas podem determinar sinais premonitórios antes de sangrarem, na forma de sinais neurológicos focais ou cefaléia.

O sinal neurológico focal premonitório mais comum é a paralisia do nervo oculomotor, devido à compressão desse nervo por aneurismas da artéria comunicante posterior. Isso causa oftalmoparesia, ptose palpebral, midríase e perda do reflexo fotomotor homolateral à compressão. Aneurismas grandes da artéria basilar comprimem as vias motoras descendentes na ponte e podem causar tetraparesia. Se o aneurisma atingir a artéria carótida interna em sua passagem por dentro do seio cavernoso, haverá compressão dos nervos oculomotor, troclear, abducente e oftálmico que, a exemplo da artéria carótida, passam por dentro do seio.

Outro sinal premonitório freqüente é conhecido como cefaléia sentinela. Essa cefaléia tem forte intensidade e pode ser acompanhada de náuseas e vômitos. Representa um pequeno sangramento do aneurisma, sem conseqüências catastróficas. Ela é chamada de sentinela, pois geralmente ocorre dias a semanas antes da ruptura completa do aneurisma.

A ruptura de um aneurisma causa hipertensão intracraniana que provoca forte cefaléia, freqüentemente referida pelos pacientes como a pior dor de cabeça da vida. Muitos pacientes evoluem com perda da consciência (coma) e sinais de irritação meníngea como rigidez de nuca e fotofobia. Déficits neurológicos focais podem ocorrer e sinal de Babinski é freqüente na fase aguda.

As malformações vasculares são um conjunto de anormalidades congênitas dos vasos cerebrais que eventualmente podem sangrar e causar sequelas neurológicas e mesmo a morte. Elas são divididas em angiomas venosos, telangiectasias, angiomas cavernosos (cavernomas) e malformações artério-venosas (MAV’s).

Destas, a que mais freqüentemente sangra são as malformações artério-venosas, formadas por artérias que se ligam diretamente a veias sem a presença de capilares ligando-as. Quando as MAV’s sangram, elas podem causar tanto hemorragia subaracnóide como hemorragia intra-parenquimatosa. As MAV’s podem também se apresentar com convulsões e cefaléias semelhantes à enxaqueca. Portanto, sempre que um mesmo paciente for vítima de convulsões e crises de enxaqueca, uma ressonância magnética de crânio deve ser realizada para descartar a presença de MAV’s.

As hemorragias intraparenquimatosas ocorrem dentro do parênquima encefálico. São mais comuns no sexo masculino e na raça negra. A hipertensão arterial crônica é a causa mais comum. Entretanto, as hemorragias intraparenquimatosas também podem ser causadas por angiopatia amilóide (uma degeneração da parede vascular presente em pacientes idosos com demência de Alzheimer), pelo uso de anticoagulantes, na presença de distúrbios da coagulação como hemofilia, com o uso de drogas ilícitas como cocaína e anfetaminas, na transformação hemorrágica de infartos cerebrais, em sangramentos de tumores cerebrais primários ou metastáticos e secundárias ao traumatismo de crânio.

As hemorragias que ocorrem em pacientes hipertensos não controlados geralmente ocorrem no putâmen (40%), cerebelo (30%), tálamo (15%) e na ponte (15%). As hemorragias putaminais e talâmicas geralmente invadem a cápsula interna e são causadas por ruptura de pequenos aneurismas das artérias perfurantes conhecidos como aneurismas de Charcot-Bouchard. Esses aneurismas não devem ser confundidos com o aneurismas saculares que rompem para o espaço subaracnóide. Já as hemorragias causadas por angiopatia amilóide e pelas outras causas referidas acima são mais freqüentemente lobares, ou seja, ocorrem nos lobos do cérebro.

As hemorragias intraparenquimatosas causam cefaléia, náuseas, vômitos, sintomas neurológicos focais, sinais de neurônio motor superior e algumas vezes podem levar ao coma. O maior risco dessas hemorragias é o efeito massa que causam, podem deslocar tecidos e causar herniações cerebrais. Quando as hemorragias são pequenas é difícil diferenciá-las clinicamente das isquemias.

As hemorragias subdural e extradural serão tratadas com detalhes na revisão de trauma de crânio.

Acidente vascular cerebral: Tratamentos
O plano de tratamento mais eficaz acidente vascular cerebral utiliza uma abordagem multifacetada. Isso inclui cuidados preventivos que visam minimizar os fatores de risco para ter um acidente vascular cerebral ou um acidente vascular cerebral recorrente. As medidas preventivas incluem cuidados médicos regulares para monitorar e analisar os factores de risco tais como colesterol alto , obesidade, tabagismo, diabetes , hipertensão e consumo excessivo de álcool.

Acidentes vasculares cerebrais são frequentemente diagnosticados e tratados no contexto da sala de emergência. O tratamento inclui a administração de oxigênio suplementar. Suplementar oxigênio aumenta a quantidade de oxigênio que é entregue ao tecido do cérebro e pode ajudar a minimizar os danos cerebrais permanentes.

O tratamento também envolve o monitoramento intensivo e estabilização dos sinais vitais, que podem exigir CPR, as medidas de suporte avançado de vida e / ou medicações intravenosas. Respirar pode precisar de ser apoiadas por ventilação mecânica. O ritmo cardíaco também é monitorada e tratada quando necessário.

Se um acidente vascular cerebral é diagnosticada em poucas horas e é causada por um coágulo (acidente vascular cerebral isquêmico), medicamentos pode ser utilizado para dissolver o coágulo. Estes medicamentos são chamados medicamentos trombolíticos e são administradas por via intravenosa para dissolver o coágulo que está obstruindo o fluxo sanguíneo para o cérebro. Drogas que impedem a formação de novos coágulos (anticoagulantes), tais como a aspirina ou heparina, podem também ser usados.

Trombolíticos e anticoagulantes não são utilizados para um acidente vascular cerebral hemorrágico, porque eles vão causar um sangramento mais adicional para o cérebro.

Para algumas pessoas um procedimento cirúrgico chamado endarterectomia carotídea pode ser uma opção para evitar um acidente vascular cerebral ou um acidente vascular cerebral recorrente. A cirurgia remove o acúmulo de placas nas artérias e melhora o fluxo sanguíneo para o cérebro. Alguns acidentes vasculares cerebrais hemorrágicos causados por um aneurisma cerebral também pode ser tratada com cirurgia para aliviar a pressão no cérebro e tratar o aneurisma cerebral .

Tratamento de Acidentes Cerebrovascular (AVC) também exige reabilitação a longo prazo, incluindo fisioterapia, para ajudar uma pessoa a superar os efeitos a longo prazo e deficiências de um acidente vascular cerebral.

O acidente vascular cerebral: Misdiagnosis
Em alguns casos, o diagnóstico de acidente vascular cerebral pode ser ignorado ou retardado porque os sintomas de acidente vascular cerebral ou um ataque isquêmico transitório podem ser leves ou vagos. Os sintomas podem ser semelhantes aos sintomas de outras doenças menos graves, tais como o envelhecimento, enxaqueca , vertigem , hipotensão ortostática , neuroma do acústico ... misdiagnosis mais »

Os sintomas do acidente vascular cerebral
Inclinação da face
Dificuldade em falar ou engolir
Paralisia
Parestesia
Mudança de Personalidade


Tratamentos para o acidente vascular cerebral Suporte sintomático
Fisioterapia
Fonoaudiologia
Tratamento de condições médicas subjacentes

  • Posicionamento da pessoa no chão, com as pernas ligeiramente elevadas ou inclinada para frente ea cabeça entre os joelhos
  • O sono adequado
  • Aspirina
  • Clopidrogel
  • Dipiridamol
  • Trombólise - tratamento  (trombólise é a desagregação (lise) de coágulos de sangue por meio farmacológico. É popularmente conhecido como coágulo rebentando por este motivo)
  • Alteplase
  • Plasminogênio tecidual recombinante
  • Trombectomia
  • Angioplastia
  • Stenting (Na medicina , stent é "tubo" artificial inserido em uma passagem natural / conduto do corpo para prevenir, ou reprimir, uma doença induzida, a constrição do fluxo localizado.)
Fonte: www.wrongdiagnosis.com

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Roberto Bolaños, o Chaves, sofreu um AVC, diz jornal

Segundo a coluna Olá, comediante se recupera de um acidente vascular ocorrido meses atrás

EGO

foto: Reprodução
Roberto Gómez Bolaños, o Chaves
O comediante mexicano Roberto Bolaños, mais conhecido como Chaves, estaria se recuperando de um AVC, diz a coluna "Olá", do jornal "Agora. Segundo a publicação, a notícia do acidente vascular começou quando uma agência peruana deu que o ator estava internado no México, porém, Krystell Padilla, assistente do filho de Bolaños, disse em seu Twitter que o ator tem se recuperado em casa de um AVC ocorrido há meses e que passa bem de saúde.

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Superou o AVC. Cientista conta como se livrou sozinha de um derrame

Cientista conta como se recuperou sozinha de um derrame, num tratamento de oito anos que se tornou uma história de superação pessoal
Adicionar legenda

SÃO PAULO - Na manhã do dia 10 de dezembro de 1996, a neurocientista Jill Bolte Taylor acordou com uma dor aguda atrás do olho esquerdo. O quadro foi evoluindo para uma progressiva disfunção motora e confusão mental que a deixaram apavorada. Mais de quatro horas depois, ela recebia o diagnóstico do qual já tinha certeza: sofria um derrame no hemisfério esquerdo do cérebro. Jill viu o lado direito de seu corpo paralisar e perdeu até mesmo a habilidade de falar. Mas o que parecia um trágico relato pessoal de derrota para uma doença que atinge milhões de pessoas no mundo inteiro todos os anos acabou virando uma história de superação pessoal incomum.

Assista ao vídeo em Jill Bolte Taylor conta como foi ter sofrido um derrame (com legenda em português)

Oito anos depois de um paciente - e persistente - tratamento, Jill Taylor recobrou todas as funções perdidas no derrame e, com uma clareza impressionante sobre cada momento durante a hemorragia no lado esquerdo do cérebro, escreveu um livro - "A cientista que curou o seu próprio cérebro", Editora Ediouro - e passou a se dedicar a palestras mundo afora, nas quais conta sua experiência.

Anteontem, Jill Bolte Taylor foi uma das convidadas do V Fórum da Longevidade, realizado pela Bradesco Seguros em São Paulo, onde especialistas de vários países discorreram sobre envelhecimento, qualidade de vida e longevidade. Ali, ela fez questão de falar sobre os avanços das neurociências e mandou a quem passa por um derrame a sua mensagem, repetida como um mantra ao longo dos anos desde a sua recuperação: "Não percam as esperanças".

O GLOBO: A senhora acha que o fato de ser uma neuroanatomista lhe ajudou, de alguma forma, enquanto sofria o derrame?

JILL BOLTE TAYLOR: Ser uma neuroanatomista me deixou mais curiosa sobre o que estava acontecendo comigo. Em vez de me deixar dominar pelo medo, eu me deixei levar pela curiosidade. Então vi meu cérebro atravessar todo o processo e nunca me intimidei.

O GLOBO: Curioso que a senhora tenha se lembrado de detalhes durante o derrame em si.

JILL: O hemisfério direito (o da emotividade) está passando um vídeo da sua vida e você tem como acompanhá-lo. Ele acontece na sua mente. Na manhã do derrame, eu tinha o sentimento, eu tinha o vídeo, eu só não tinha a linguagem porque o coágulo atingiu o lado esquerdo do cérebro. E foi só no fim daquela manhã, depois de quatro horas no processo de derrame, que todo o meu hemisfério esquerdo, o da racionalidade, se foi. Até então eu usava basicamente o lado direito, entrando e saindo do lado esquerdo. Então eu ainda tinha a habilidade de pensar, que foi se reduzindo à medida em que a manhã chegava ao fim.

O GLOBO: A senhora falava?

JILL: Eu ouvia pessoas e me ouvia fazendo sons como um cão golden retriever. Mais tarde tive que trabalhar com um terapeuta Gestalt, gente que não se importa com o que você diz mas com o que o seu corpo está querendo dizer. Ele olhava para o meu corpo e buscávamos recuperar a minha história, colocar a linguagem de volta nesta história, de forma que eu pudesse me comunicar e contar sobre o vídeo que passava pela minha cabeça.

O GLOBO: A habilidade de se lembrar do que aconteceu não foi afetada, então?

JILL: A recuperação não foi imediata. Meu cérebro inchou muito, comprometendo os dois hemisférios, e se danificou. Depois da cirurgia, duas semanas e meio após o derrame, eles removeram um grande coágulo que estava pressionando o hemisfério esquerdo. Depois que o cérebro começou a desinchar, eu comecei a recuperar minhas habilidades de aprendizado e a me lembrar das coisas. No início, o trabalho é muito básico, com a ajuda de uma terapeuta que vai lhe mostrar um livro e associá-lo à palavra "livro". E você olha e repete: "livro", colocando significados em sons. Eu primeiro tive que reaprender os sons, depois as palavras e mais tarde, os significados.

O GLOBO: E isso foi todo o processo de recuperação nos oito anos?

JILL: Não, isso foi só no começo porque no início, o que eu queria reaver primeiro era a linguagem, ser capaz de falar, de ser capaz de me comunicar com o mundo. Eu não pude lidar com matemática por quatro anos. Foram cinco anos até que eu pudesse ser multitarefa, ou seja, que eu pudesse por água num copo e falar ao telefone ao mesmo tempo. Por anos teve que ser uma coisa de cada vez.

O GLOBO: Isto é o contrário de muitas teorias médicas que dizem que se uma pessoa após um derrame não consegue recuperar determinada habilidade em certo tempo, ela nunca vai recuperá-la.

JILL: Nos EUA, nosso médicos costumam dizer que, após um derrame, se não for possível recuperar determinada habilidade em seis meses, o paciente provavelmente não irá recuperá-la. E se não conseguir em um ano, nem vale a pena continuar tentando. Como assim? Então estou condenada a nunca mais falar porque alguns médicos disseram para parar de tentar? Nós documentamos todo o meu processo de recuperação em oito anos. E eu estou aqui.

O GLOBO: É possível ter uma derrame e não ter a ideia de que se está sofrendo um?

JILL: Sim. Eu não tive a ideia de que estava tendo um derrame até meu braço direito ficar paralisado. E o fato é que se a pessoa não tiver alguma dificuldade motora, ela pode não ter a idéia de que está sofrendo um derrame. Eu comecei a me sentir mal de manhã e só uma hora, uma hora e meia depois me dei conta de que era um derrame.

O GLOBO: A senhora critica muitos médicos dizendo que eles não estão preparados para lidar com pessoas vítimas de derrames.

JILL: Nos últimos dez anos, a ciência já demonstrou que o cérebro pode se recuperar. Existe a possibilidade de que se criem novas conexões. Nós precisamos de médicos que saibam disso e que ajam sabendo disso. Precisamos de médicos que se dirijam ao paciente com um nova abordagem: houve um trauma, mas vamos traçar um plano positivo de ação e nunca desistir. Primeiro, ninguém deve entrar em pânico. Pode levar até seis semanas para que o cérebro desinche e todos tenhamos mais informações sobre até onde vão os problemas. Muitos médicos e familiares ficam cobrando: aperte minha mão, aperte minha mão e no início isto não é possível porque há um cérebro afetado. Então todo mundo entra em pânico e isso não pode acontecer. O paciente precisa de alguém que tome conta dele. O papel da família é demonstrar amor e confiança no paciente. Os médicos devem apoiar a família e explicar que o paciente precisa de tempo até que o cérebro desinche e se recupere. Esta é uma mensagem completamente diferente do típico "não há esperanças".

O GLOBO: A medicina evoluiu muito do tempo em que a senhora teve o derrame até agora?

JILL: Sim. Nos EUA, temos agora os centros especializados em derrame que sabem como agir nos casos mais diversos. Então são lugares melhores para receber os pacientes, equipados apropriadamente e que podem agir para evitar ou reduzir sequelas com muito mais rapidez.

O GLOBO: E o que a senhora tem a dizer a quem passa pelas dificuldades advindas de um derrame?

JILL: Não percam as esperanças. No fim do meu livro, eu cito 40 procedimentos que eu mais precisava de médicos e da família durante a minha recuperação. Coisas simples como "não sou estúpida, estou ferida"; "seja repetitivo, não tenha pressa e controle a ansiedade", "seja tão paciente comigo na vigésima vez em que me ensinar alguma coisa quanto foi na primeira", "estimule meu cérebro quando eu tiver energia para aprender algo novo, mas saiba que uma pequena quantidade pode me esgotar rapidamente", "use ferramentas adequadas (pré-escolares) e livros para me ensinar", entre outras recomendações.

Fonte: O Globo

quinta-feira, 19 de março de 2009

AVC é a doença que mais mata no Brasil

O país inteiro voltou os olhos para o caso de Clodovil, que sofreu um Acidente Vascular Cerebral. Mas você sabe o que é um AVC? Como evitar? Quais os sintomas? 

De repente, uma dor muito forte na cabeça e dormência em um dos lados do corpo. Depois do atendimento médico, o diagnóstico: Acidente Vascular Cerebral (AVC), o responsável por 10% das mortes em todo o mundo. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), mais de 15 milhões de pessoas têm AVC por ano no planeta. Destas, cinco milhões morrem e outras cinco milhões ficam com sequelas físicas e mentais. De acordo com o Ministério da Saúde, o AVC é a doença que mais mata no Brasil.

Popularmente conhecido por derrame, o Acidente Vascular Cerebral é causado pelo entupimento ou rompimento dos vasos sanguíneos cerebrais. De acordo com o neurologista do Hospital Universitário da UFMA, Achilles Câmara Ribeiro, uma vez estabelecido o quadro da doença, o paciente tem um intervalo de cinco horas – chamado janela terapêutica – para procurar o serviço de atendimento médico especializado e desobstruir o vaso sanguíneo bloqueado. A rápida identificação dos sintomas e a ação da equipe médica são fundamentais para diminuir a possibilidade de morte.


O neurologista explica que as manifestações ocorrem, geralmente, em pessoas acima de 50 anos. É necessário realizar atividades físicas regulares, ter uma alimentação equilibrada e controlar a pressão arterial, a diabetes e o colesterol. “Os sintomas mais frequentes do AVC são a dificuldade para falar, dormência nos membros, alterações na visão e boca torta”, destaca Achilles, professor do Departamento de Medicina I da UFMA.

De acordo com o Ministério da Saúde, o AVC é responsável por 40% das aposentadorias precoces no país. A reversão da lesão causada no cérebro quase nunca é completa. “Se a população tomar consciência dos fatores de risco, a doença pode ser evitada”, ressalta o neurologista.

Existem dois grandes tipos de AVC: isquêmico (responsável por 80% dos casos da doença) e hemorrágico (20%). Segundo o Neurologista, o isquêmico ocorre quando os vasos cerebrais são entupidos devido à formação de placas que impedem a passagem do sangue ao cérebro, que necessita de um fluxo de 700ml a 900ml de sangue por minuto. O hemorrágico (sangramento) ocorre quando há o rompimento dos vasos sanguíneos do cérebro. “O AVC hemorrágico é o mais grave e tem altos índices de mortalidade”, diz Achilles. (Da Ascom / UFMA)

Como reconhecer um AVC
Os acidentes vasculares cerebrais são emergências médicas, e o tempo é o fator crucial para permitir um atendimento adequado e melhores chances de recuperação, além de menos sequelas posteriores.

Portanto, é importante lembrar que qualquer pessoa que apresente uma alteração que possa significar uma mudança do funcionamento cerebral deve ser levada a um serviço de emergência para avaliação. Quais os sinais que devem ser observados?

Perda súbita da força ou dos movimentos em um dos membros ou face, geralmente atingindo um dos lados do corpo; perda da visão de um dos olhos de forma súbita; dificuldade de equilíbrio do corpo para caminhar ou mesmo se manter de pé; dor de cabeça súbita e muito intensa inesperada.

Uma observação importante: todos esses sinais podem ocorrer de forma fugaz com recuperação espontânea, mas mesmo assim a avaliação especializada é indispensável.

A prevenção, como sempre, é a melhor opção. Para isso, é preciso conhecer os principais fatores de risco para a ocorrência de um AVC. A hipertensão arterial é a principal causa associada aos derrames. Os hipertensos, se não tratados adequadamente, têm de quatro a seis vezes mais chances de sofrer um AVC. Estudos científicos mostram que, apesar do diagnóstico de hipertensão ser feito com frequência, o tratamento não é seguido na maioria dos casos.

Além da hipertensão, outros fatores contribuem para tornar o acidente vascular cerebral uma epidemia real em nossa sociedade. A fibrilação atrial, uma alteração do ritmo do coração, aumenta o risco de derrames. O diabetes e o tabagismo também são vilões para a ocorrência de um AVC. 
As opções de tratamento
O cérebro humano, quando atingido por um acidente vascular, pode ser salvo se receber tratamento adequado e em tempo. Os acidentes isquêmicos são os mais freqüentes, respondendo por mais de 85% dos “derrames” -- aqueles causados quando uma artéria fica obstruída por um coágulo, impedindo o sangue de alimentar as células.

Existe um tratamento para desobstruir as artérias: trata-se da injeção de uma substância capaz de dissolver esses coágulos – os trombolíticos. Ela atua sobre o coágulo e pode restaurar o fluxo natural de sangue. Infelizmente, poucos pacientes recebem esse tratamento.

Mesmo nos Estados Unidos, segundo um trabalho realizado pela Cleveland Clinic de Ohio, somente 2% das vítimas de acidentes vasculares cerebrais recebem o tratamento com trombolíticos. A principal causa para essa pequena utilização está no fato de que o tratamento só é efetivo se for administrado nas primeiras três horas após o início dos sintomas.

Além dessa razão, existem contra-indicações ao método que devem ser respeitadas pela equipe que está tratando da vítima do derrame. Um paciente tratado a tempo pode ficar sem déficits neurológicos ou ter as conseqüências do problema bastante diminuídas. 
O que deve ser feito
É muito importante prevenir a ocorrência dos AVCs através do controle dos fatores de risco. Além disso, é fundamental que a população reconheça os sintomas dos derrames a tempo e que o tratamento esteja disponível para todos que precisarem.

Antes de saber como prevenir o acidente vascular cerebral (AVC), é preciso saber quais os fatores de risco da doença. Em primeiro lugar, vem o histórico familiar. "Pessoas cujos pais ou avós tiveram AVC precisam ter mais cuidado", afirma o neurologista Rubens Gagliardi, da Santa Casa de São Paulo.

O médico explica que existem doenças de base, chamadas de comorbidades, que também complicam o quadro. São elas a hipertensão, diabetes e colesterol elevado. "Nestes casos, é preciso combater os fatores de risco e fazer exames específicos com acompanhamento médico", acrescenta.

Estresse, obesidade, tabagismo e sedentarismo são outros fatores de risco. Além disso, a chance de um AVC aumenta com a idade.

Veja dicas para se prevenir do AVC:

- Mantenha a pressão arterial sob controle.

- Evite o consumo de sal em excesso.

- Modere a ingestão de bebidas alcoólicas.

- Não fume.

- Controle o peso.

- Tenha uma alimentação saudável: evite gorduras e frituras, coma bastante frutas, verduras e fibras.

- Pratique exercícios físicos regularmente.

- Evite o estresse: faça atividades relaxantes como uma caminhada ao ar livre, conversar com amigos, passear com o cachorro.
Levar uma vida saudável, cuidar da alimentação e praticar exercícios físicos regularmente pode reduzir em até 60% a chance de um AVC, acidente vascular cerebral, conhecido como derrame. O alerta é da 2ª Campanha Nacional de Prevenção do Acidente Vascular Cerebral.
"O AVC é a principal causa de morte no Brasil", afirma o neurologista Rubens Galgliardi, da Santa Casa de São Paulo. Segundo dados do Ministério da Saúde, a doença foi responsável por 90.930 óbitos em 2004, superando o infarto agudo do miocárdio, que registrou 65.482 óbitos o mesmo período.


Quando o paciente sobrevive ao acidente, muitas vezes fica com dificuldades na fala, na compreensão e até na locomoção. "Após instalado o AVC, 30% dos pacientes morrem, 30% ficam com seqüelas graves, 20% com seqüelas leves e 20% ficam sem seqüelas", explicou Gagliardi.

Durante a sexta-feira, 21 de julho, serão realizadas atividades educativas sobre a doença em 17 cidades brasileiras. O evento é organizado pela Sociedade Brasileira de Doenças Cardiovasculares e pela Associação Brasileira de Neurologia, em parceria com o laboratório farmacêutico Sanofi-Aventis.

Os locais foram escolhidos para a campanha de acordo com o ranking de óbito por AVC, conforme levantamento realizado em 2004 pelo Ministério da Saúde: São Paulo, Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Joinville, Vitória, Salvador, Recife, Brasília, Fortaleza, Belém, Goiânia, Teresina, Aracaju e Porto Alegre.

Em cada cidade, o público poderá buscar informações em postos montados em shoppings e terminais rodoviários. Os médicos e profissionais de saúde distribuirão folhetos informativos, além de esclarecer dúvidas da população


Luis Fernando Correia é médico e apresentador do "Saúde em Foco", da CBN. 
O AVC resulta da restrição de irrigação sanguínea ao cérebro, causando lesão celular e danos nas funções neurológicas. As causas mais comuns são os trombos, o embolismo e a hemorragia. Apresenta-se como a 2ª causa de morte no mundo. O AVC é a principal causa de incapacidade neurológica dependente de cuidados de reabilitação e a sua incidência está relacionada com a idade. Irão ser focados aspectos relativos da patologia, tais como, epidemiologia, causas de AVC, factores de risco, fisiopatologia, tipos de AVC, manifestações clínicas, complicações…

Fonte: jornalpequeno.com.br, G1, Portal Terra e outros