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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Pesquisadores japoneses afirmam que cantar faz bem à saúde

Segundo a pesquisa, a prática pode retardar os efeitos de doenças, melhorando a qualidade de vida.

Pesquisadores japoneses descobriram que o hábito de cantar pode trazer benefícios surpreendentes para a saúde. Especialmente para a saúde das pessoas mais velhas, como mostra o correspondente Roberto Kovalick.
Atenção senhores passageiros: vai partir o karaokê sobre rodas! A ordem da comissária é "apertem o cinto, sigam a letra e se divirtam". Todos os dias o ônibus musical sai lotado. Os pontos turísticos de Tóquio servem de inspiração. A maioria dos passageiros tem em torno de 60 anos e muitos são frequentadores assíduos.

"Este passeio me deixa muito feliz", diz a aposentada "quero cantar até o dia em que morrer"
No ônibus ninguém liga se os cantores são afinados ou não. Se a música é um clássico ou brega. O importante é cantar. Um estudo feito em Tóquio mostrou que isso ajuda a combater males ligados ao envelhecimento. Os inventores do karaokê descobriram uma razão científica para soltar a voz.
O estudo foi feito em um hospital que trata idosos com doenças como Alzheimer e senilidade.

O criador do método, Takehiko Akaboshi, de 80 anos, acompanha no teclado. A mulher dele mostra que os instrumentos têm calosidades, que estimulam as terminações nervosas das mãos. E explica que, ao seguir a música, os idosos desenvolvem a coordenação motora.


A professora incentiva os alunos: "Depois dos 60, a gente começa a curvar a coluna. Quando enche o pulmão para cantar, a coluna se ajeita automaticamente".

Um grito de "viva" para animar, o aquecimento das cordas vocais e o ensaio dos instrumentos. Aos poucos, eles vão pegando o jeito. E se transformam num coral afinado e no ritmo.

É um feito enorme: muitos deles não respondiam a estímulos, não sorriam e alguns nem falavam.
A pesquisa feita pelo médico Kazutomi Kanemaru analisou o cérebro de sete idosos com Alzheimer. Só um não teve melhoras. Na imagem, as manchas vermelhas e amarelas são áreas do cérebro que estão funcionando normalmente. Em uma nova imagem, feita oito meses depois, as áreas vermelhas e amarelas ficaram maiores, o que significa que voltaram a funcionar.

O doutor Kanemaru alerta que a música não cura as doenças da velhice, mas retarda os efeitos, melhorando a qualidade de vida.

A turma do ônibus musical não tem nenhuma doença degenerativa. Eles cantam por diversão e prevenção. E se essa cantoria toda incomodar alguém, agora eles têm uma boa desculpa: foi o médico que mandou.



Fonte: G1

sexta-feira, 18 de maio de 2012

Pesquisadores japoneses afirmam que cantar faz bem à saúde


Segundo a pesquisa, a prática pode retardar os efeitos de doenças, melhorando a qualidade de vida.

Pesquisadores japoneses descobriram que o hábito de cantar pode trazer benefícios surpreendentes para a saúde. Especialmente para a saúde das pessoas mais velhas, como mostra o correspondente Roberto Kovalick.

Atenção senhores passageiros: vai partir o karaokê sobre rodas! A ordem da comissária é "apertem o cinto, sigam a letra e se divirtam". Todos os dias o ônibus musical sai lotado. Os pontos turísticos de Tóquio servem de inspiração. A maioria dos passageiros tem em torno de 60 anos e muitos são frequentadores assíduos.

"Este passeio me deixa muito feliz", diz a aposentada "quero cantar até o dia em que morrer"
No ônibus ninguém liga se os cantores são afinados ou não. Se a música é um clássico ou brega. O importante é cantar. Um estudo feito em Tóquio mostrou que isso ajuda a combater males ligados ao envelhecimento. Os inventores do karaokê descobriram uma razão científica para soltar a voz.
O estudo foi feito em um hospital que trata idosos com doenças como Alzheimer e senilidade.

O criador do método, Takehiko Akaboshi, de 80 anos, acompanha no teclado. A mulher dele mostra que os instrumentos têm calosidades, que estimulam as terminações nervosas das mãos. E explica que, ao seguir a música, os idosos desenvolvem a coordenação motora.

A professora incentiva os alunos: "Depois dos 60, a gente começa a curvar a coluna. Quando enche o pulmão para cantar, a coluna se ajeita automaticamente".

Um grito de "viva" para animar, o aquecimento das cordas vocais e o ensaio dos instrumentos. Aos poucos, eles vão pegando o jeito. E se transformam num coral afinado e no ritmo.

É um feito enorme: muitos deles não respondiam a estímulos, não sorriam e alguns nem falavam.
A pesquisa feita pelo médico Kazutomi Kanemaru analisou o cérebro de sete idosos com Alzheimer. Só um não teve melhoras. Na imagem, as manchas vermelhas e amarelas são áreas do cérebro que estão funcionando normalmente. Em uma nova imagem, feita oito meses depois, as áreas vermelhas e amarelas ficaram maiores, o que significa que voltaram a funcionar.

O doutor Kanemaru alerta que a música não cura as doenças da velhice, mas retarda os efeitos, melhorando a qualidade de vida.

A turma do ônibus musical não tem nenhuma doença degenerativa. Eles cantam por diversão e prevenção. E se essa cantoria toda incomodar alguém, agora eles têm uma boa desculpa: foi o médico que mandou.



Fonte: G1

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Jurada que pesquisou na web e comentou sobre réu é condenada à prisão


Jurada é condenada à prisão por pesquisar sobre réu na internet
Ex-professora revelou a outros jurados que acusado por agressão já havia sido julgado por estupro; lei proíbe divulgar dados que interfiram no júri.
A ex-professora universitária Theodora
Dallas (Foto: BBC)


Uma jurada que pesquisou na internet sobre o réu e comentou as informações com outros membros do júri foi condenada pela Justiça britânica a seis meses de prisão.

A ex-professora universitária Theodora Dallas, de 34 anos, contou aos outros jurados que o réu, julgado por agressão, já havia sido acusado anteriormente por estupro.

A lei britânica proíbe a divulgação de qualquer informação que possa influenciar um julgamento.

Dallas, originária da Grécia, alegou que não conhecia a regra porque seu domínio do inglês não era 'tão bom'.

Julgamento suspenso
O julgamento do qual ela participava, em julho de 2011, teve de ser suspenso após ela comentar os resultados de suas pesquisas.

Para o juiz Igor Judge, Dallas 'desobedeceu deliberadamente' as instruções passadas aos jurados de não procurar informações na internet.

'Os danos à administração da justiça são óbvios', afirmou ele ao proferir a sentença.
'O mau uso da internet por um jurado é sempre uma irregularidade muito séria, e uma sentença efetiva de custódia é virtualmente inevitável', disse.

Buscas
Em sua defesa, Dallas afirmou não ter entendido que não podia fazer buscas na internet ao participar do júri.
'Eu realmente peço desculpas. Nunca pensei que pudesse provocar tal transtorno', alegou.
O homem que estava sendo julgado na corte de Luton, ao norte de Londres, era acusado de provocar lesões corporais intencionalmente.

Dallas afirmou que estava procurando na internet o significado de 'lesões corporais' e que, ao incluir a palavra Luton na busca, teria encontrado um artigo de um jornal local que mencionava a acusação de estupro contra o réu.

Da BBC

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Mulheres valorizam sexo e homens, carinho; diz estudo

Estudo diz que mulheres valorizam sexo e homens, carinho


Rio - Um estudo realizado por pesquisadores do Instituto Kinsey, nos Estados Unidos, descobriu que homens querem carinho e mulheres, sexo, para serem felizes, segundo divulgou o jornal The Huffington Post deste domingo.

Os pesquisadores conversaram com 1009 casais heterossexuais de meia idade ou mais, em relacionamentos longos, de diversos países e descobriu o resultado que surpreendeu a muitos. Os homens que disseram abraçar e beijar frequentemente suas parceiras eram considerados três vezes mais felizes do que os que tinham interação limitada. A surpresa maior foi descobrir que a satisfação sexual está ligada à felicidade para mulheres em relacionamentos longos. E elas também relataram que o sexo melhorou significativamente após 15 anos de convivência com o mesmo parceiro.

Esse estudo mostrou que as nossas suposições nem sempre são suportadas pelas pesquisas, disse Jennifer Bass, diretora de comunicação do Instituto Kinsey. Psicólogos que não estavam envolvidos na pesquisa ficaram intrigados com o resultado do estudo de que os homens precisam de carinho e toque para se sentirem felizes num relacionamento.

Julia Heinman, diretora da pesquisa, comentou a importância de compreender a felicidade em relacionamentos duradouros e o impacto que o sentimento pode ter na saúde. "Talvez possamos aprender mais sobre o que faz um relacionamento ser sustentável e feliz", disse.

A pesquisadora contou que as mulheres em relacionamentos longos tendem a se sentir mais satisfeitas porque as expectativas mudam conforme crescemos e "aquelas que não estavam satisfeitas sexualmente não tiveram motivos para seguir com o casamento".

O estudo constatou que os japoneses são mais significativamente felizes com seus relacionamentos do que os americanos, mas brasileiros e espanhóis são menos felizes.


O Dia

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Pesquisa inglesa indica que crianças estão nascendo mais fracas

Segundo um estudo publicado na Inglaterra, as crianças de hoje são mais fracas do que as de 10 anos atrás. Será que no Brasil isso também está acontecendo?


Se você é mãe ou pai, deve lembrar sempre seu preguiçoso filho do quanto você se divertia quando era criança: subia em árvores, corria descalço, escalava paredes, etc. Mas hoje? Hoje tudo que as crianças fazem é ficar no computador ou em frente à TV.

 
Os resultados de uma nova pesquisa levam a preocupações sobre o impacto na saúde das crianças causado pelo abandono de atividades ao ar livre.

Esse abandono de atividades tradicionais está deixando as crianças de 10 anos fisicamente mais fracas do que as de uma década atrás. Elas se cansam rápido, são menos capazes de se pendurar em uma parede ou barra, e têm geralmente menos massa muscular.

Normalmente, essas atividades tradicionais aumentavam a força das crianças, tornando-as capazes de se levantar e segurar seu próprio peso corporal.

Os pesquisadores britânicos estudaram o quão forte era um grupo de 315 crianças de 10 anos em 2008 em comparação a 309 crianças da mesma idade em 1998. Eles descobriram que mesmo que as crianças tivessem a mesma relação de altura e peso, elas ficaram mais fracas, menos musculosas e incapazes de fazer tarefas físicas que as gerações anteriores achavam fácil.

Em particular, o número de flexões que as crianças de 10 anos podiam fazer diminuiu 27,1% entre 1998 e 2008, a força do braço caiu 26% e a força de preensão 7%. Uma em cada 10 crianças não conseguia segurar seu próprio peso, quando penduradas em barras.

Pesquisas anteriores mostraram que as crianças estão se tornando menos ativas e mais sedentárias e, em muitos casos, mais pesadas do que antes. Mas o novo estudo também descobriu que as crianças em 2008 tinham o mesmo índice de massa corporal (IMC) das da década anterior.

Isso sugere que é o tipo de atividade que a criança faz que mudou. A saúde e segurança impostas atualmente estão impedindo que elas escalem árvores e brinquem com cordas, que costumavam ser práticas correntes para as crianças do passado.

Agora, as autoridades escolares não deixam mais isso acontecer. Segundo os pesquisadores, cair de uma árvore costumava ser uma boa lição em como aprender a escalar melhor. Agora, o medo de repreensão faz com que a criança nem tente subir mais.

Mas o que seria melhor: que ela fosse livre para praticar atividades ao ar livre, ou que ela ficasse em segurança jogando videogame dentro de quatro paredes, sem ver um raio de sol? [Telegraph]

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Dilma tem 48% das intenções de voto e Serra, 40%, pesquisa é do Vox Populi

A candidata a presidência Dilma Rousseff tem 48 por cento de apoio dos eleitores, contra 40 por cento para o candidato da oposição, José Serra, mostrou uma pesquisa nesta quarta-feira.

A sondagem do Vox Populi publicada pelo portal IG Internet inquiriu 3.000 pessoas nos dias 10 e 11 de outubro e tem uma margem de erro de mais ou menos 1,8 pontos percentuais.

sábado, 9 de outubro de 2010

A vida sexual não tão secreta dos americanos

Um grande levantamento da atividade sexual dos americanos descobriu que a maioria das mulheres não atingem o orgasmo quando têm relações sexuais, mesmo que seus parceiros pensam elas tenham.

Cerca de 85 por cento dos homens no levantamento de 5.865 pessoas entre as idades de 14 e 94 disseram que seu parceiro teve um orgasmo durante o seu encontro sexual mais recente. Apenas 64 por cento das mulheres relataram o orgasmo.

"É claro que essa lacuna na diferença na resposta entre homens e mulheres sobre o orgasmo é  prova que muitas mulheres estão falseando - estão fingindo ter um orgasmo - ou não", diz Debby Herbenick, diretor associado do Center for Sexual Promoção da Saúde da Universidade de Indiana, e um dos autores do relatório. "Eu acho que ambos os sexos realmente precisam se comunicar melhor sobre o sexo."

Além disso, a maior parte dos homens entrevistados para a pesquisa diz chegar ao orgasmo com mais frequência quando o ato sexual inclui a penetração vaginal. As mulheres, por sua vez, contam precisar de uma combinação de atos sexuais - incluindo carícias bucais e a penetração - para ter um orgasmo.

O estudo também descobriu que os adolescentes estão tendo menos sexo do que se poderia pensar, e que as pessoas nos seus 80 anos estão envolvidos em uma variedade de atividades sexuais, incluindo a masturbação.

Entre as 50 mulheres no estudo com mais de 80 anos, 100 por cento relataram que não se masturbaram com um parceiro no último ano, de acordo com Herbenick. Algumas das mulheres eram casadas, algumas eram viúvas, algumas tinham parceiros românticos ou "amigos com benefícios".

"Ele mostrou que para algumas pessoas a atividade sexual pode ocorrer ao longo da vida, e não há um ponto de parada, assim como não há um ponto de partida", disse Herbenick.

Ela destacou que é importante ter cuidado com dados com o pequeno número de pessoas com mais de 80 anos no estudo estatístico.

"É como ver na TV uma pessoa de 80 anos que terminou a sua primeira maratona. Isso é ótimo para quem tem 80 anos de idade, mas isso significa que a cada 80 anos, não deve correr? Eu acho que o mesmo é verdadeiro para o sexo. Para muitas pessoas, parar ou abrandar a atividade sexual é realmente uma parte agradável do envelhecimento para eles ", disse Herbenick.

Entre outras conclusões do estudo:

Cerca de 40 por cento das mulheres com idade entre 20 a 49 e de homens entre 25 e 59 tiveram o sexo anal.

• Mais de 80 por cento das mulheres e 85 por cento dos homens tinham recebido sexo oral, mas no ano passado, mais de metade dos homens e mulheres de 18 a 49 tiveram sexo oral.

• Mulheres com mais de 50 eram mais propensas a atingir o orgasmo quando tendo sexo com um parceiro de novo conhecimento.

• Parceria comportamento sexual foi relatado por menos de 50 por cento dos adolescentes participantes, mesmo aos 17 anos. Por exemplo, 40 por cento dos anos de idade, do sexo masculino 17 relataram relações sexuais no ano passado, mas apenas 27 por cento relataram atividade sexual nos últimos 90 dias, indicando que eles tiveram relações sexuais, mas não tê-lo em uma base regular.

O estudo indica ainda que apenas 7% dos entrevistados se identificaram como diferentes "dos heterossexuais". No entanto, uma proporção bem maior admitiu ter mantido relações sexuais com pessoas do mesmo sexo.

Entre as mulheres na faixa dos 30 anos, por exemplo, 14% dizem já ter feito carícias sexuais bucais em outra mulher em algum momento da vida. Entre os homens com mais de 40 anos, 13% admitiram já ter mantido relações com outro homem.

O estudo revelou também que os adolescentes americanos recorrem com muito mais frequência ao uso de preservativos que seus compatriotas com mais de 40 anos quando mantêm relações sexuais com um parceiro não fixo.

A grande maioria dos adolescentes entre 14 e 17 anos sexualmente ativos afirmam usar preservativos (80% entre os homens e 69% entre as mulheres).
Em comparação, menos de 50% dos maiores de 40 anos que mantêm relações casuais usam preservativos.

thestar.com

terça-feira, 7 de setembro de 2010

R$ 11,3 mil/mês: ponto a partir do qual mais dinheiro não significa felicidade

Para saber até que ponto dinheiro compra felicidade, estatísticos analisaram um banco de dados gigantesco nos EUA. Descobriram um valor a partir do qual mais riqueza não significa mais bem-estar: R$ 11 mil por mês.

"Uma renda pequena exacerba as dores emocionais associadas a problemas como divórcio, doença ou solidão", diz Daniel Kahneman, da Universidade Princeton, vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 2002 e coautor da nova pesquisa publicada na revista científica "PNAS".

Para ser feliz, então, o importante não é ser rico, mas sim não ser pobre, revelam entrevistas feitas com mais de 450 mil americanos.

A pesquisa funciona assim: entrevistadores pedem que as pessoas relatem a frequência com que se sentiram felizes ou sorridentes recentemente. Perguntam o mesmo com relação ao estresse. Pedem também que, em uma escala de zero a dez, digam o quanto estão satisfeitas com as suas vidas --a "nota" média dada pelas pessoas foi de 6,76. Cruzam, então, as respostas obtidas com dados sobre a vida dos entrevistados.

Editoria de Arte/Folhapress

Assim, eles descobriram, por exemplo, que gente solitária se sente muito infeliz até em comparação com quem sofre de um problema crônico de saúde.

Ter filhos, por outro lado, traz felicidade. Mas, curiosamente, em média o efeito é menor do que o de ter um plano de saúde --ao menos em países em que o sistema público de hospitais é ruim, como os EUA e talvez o Brasil.

Surpreende também a correlação entre envelhecer e se sentir mais feliz. Aparentemente, os anos fazem com que as pessoas aprendam a lidar com as dificuldades.

O fator campeão de bem-estar, porém, é ser uma pessoa religiosa. Angus Deaton, também de Princeton, esboçou uma explicação para a Folha sobre isso.

"Quem vai à igreja faz amigos por lá, e isso tem um impacto muito bom. A religião também ajuda os fiéis a entender algumas questões mais difíceis da vida, e isso pode servir de apoio em tempos difíceis. Além disso, muitas igrejas oferecem cuidado médico ou apoio social."

A fé é o único fator que consegue até ganhar do dinheiro na busca pela felicidade.

O valor de R$ 11 mil reais, claro, serve como indicador, mas é bom ter em mente que, como ele se refere aos Estados Unidos, uma margem de erro precisa ser levada em consideração ao adaptá-lo ao Brasil --onde, ao menos em algumas cidades, o custo de vida pode ser bem diferente.

"Nós sabemos, por exemplo, que os latino-americanos costumam se sair bem em medições de felicidade", recorda Angus Deaton.

Editoria de Arte/Folhapress

Fonte: Folha Online

sábado, 28 de agosto de 2010

Os 8 sintomas mais comuns do câncer

Tossir sangue é um dos sintomas
mais comuns de câncer
Pesquisadores na Grã-Bretanha identificaram os oito sintomas mais comuns em pessoas que são diagnosticadas com câncer.

(EFE).- Cientistas britânicos identificaram oito dos sintomas mais comumente relacionados com o câncer, como presença de sangue na urina e anemia, segundo publica hoje a revista "British Journal of General Practice".

Segundo a publicação, em certos grupos de idade estes sintomas ajudariam a prever a presença de um tumor de forma tão certeira que, se não houver outra explicação mais plausível, o paciente deveria ser avaliado por um especialista.

Sangue no reto, nódulos nas mamas, tosse acompanhada de sangue, dificuldade ao engolir, sangramento vaginal depois da menopausa e resultados anômalos nas revisões de próstata completam a lista de sintomas a serem levados em conta.

Os pesquisadores buscavam sintomas que fossem indicativos de ter um câncer em pelo menos um em cada 20 casos.

Embora a presença de sintomas ainda represente uma possibilidade muito reduzida de ter um tumor, qualquer deles é motivo suficiente para que o paciente seja avaliado por um especialista e submetido a mais testes para que seja diagnosticado o mais rápido possível.

Para elaborar esta lista os cientistas cruzaram os resultados de 25 estudos anteriores que lhes permitiram concluir que no caso das pessoas menores de 55 anos só dois destes sintomas - resultados anômalos nas revisões de próstata e nódulos no peito - indicavam um risco de 5% de ter câncer.

Depois dos 55, embora apenas no caso dos homens, a dificuldade para tragar seria significativa de um câncer de esôfago, enquanto a presença de sangue na urina se transforma em um sintoma de especial preocupação entre homens e mulheres a partir dos 60 anos.

Mark Shapley, especialista que liderou a pesquisa, recomenda "mais investigação para desenvolver um tipo de programas de informática que alertem os médicos de família que eles têm que enviar o paciente para um especialista quando estes sintomas surgem em certos grupos de risco".

Um porta-voz da "Cancer Research UK", a organização que se encarrega das pesquisas sobre câncer no Reino Unido, advertiu que estes sintomas não são os únicos que indicariam um possível câncer.

"Os sintomas que aqui se destacam já eram considerados sinais potenciais de um tumor, mas existem pelo menos 200 tipos de câncer diferentes, por isso que a sintomatologia é muito ampla", explicou.

O porta-voz aconselhou procurar um especialista "perante qualquer mudança no corpo fora do comum e persistente", já que o tratamento do câncer tem maior probabilidade de sucesso quanto mais cedo for diagnosticado.

A entidade Cancer Research UK, de pesquisa sobre a doença, disse que quaisquer mudanças no corpo devem levar as pessoas a procurarem os médicos.

"Os sintomas identificados neste estudo já são sinais importantes de câncer, mas há mais de 200 tipos de câncer, com muitos sintomas diferentes", disse um porta-voz da entidade.

"Então se houver uma mudança no corpo, é importante checar isso. Quando o câncer é diagnosticado cedo, o tratamento tem maiores chances de sucesso."

Maioria dos fumantes com câncer não larga cigarro

Da AE


Levantamento realizado pelo Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo Octavio Frias de Oliveira) aponta que 60% dos fumantes diagnosticados com câncer não conseguem largar o cigarro mesmo após descobrirem a doença.

De acordo com o estudo do Icesp, ligado à Secretaria de Estado da Saúde e à Faculdade de Medicina da USP, um em cada três pacientes atendidos este ano no Icesp - o que corresponde a 35% - afirmaram ser tabagistas no momento em que ingressaram na unidade para realizar o tratamento.

Os fumantes que lutam contra o câncer têm dificuldade na cicatrização, prejudicando pacientes submetidos a cirurgia oncológica. Além disso, o tabagismo eleva a pressão arterial e o risco de doenças cardiovasculares e infecções respiratórias.

A função pulmonar também é afetada, o que pode aumentar o risco de complicações durante o período de radioterapia.

Durante o tratamento quimioterápico, alguns agentes podem surtir efeito bem menor no organismo do tabagista, prejudicando o tratamento.

Os efeitos colaterais como náuseas, vômitos, perda de apetite e sintomas respiratórios, também são intensificados.

Para incentivar os fumantes a largarem o vício, o Instituto do Câncer oferece tratamento para os pacientes internados, como a distribuição de gomas de nicotina e adesivos, que são as duas formas mais indicadas durante o período de internação.

Segundo a OMS (Organização Mundial de Saúde), o tabagismo ainda ocupa o topo da lista de causas de mortes evitáveis no planeta.

A OMS estima que um terço da população mundial adulta seja fumante, o que significa cerca de 1,2 bilhão de pessoas. As mortes devido ao uso de tabaco correspondem a 4,9 milhões ao ano, ou seja, 10 mil mortes ao dia.

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Virgindade. Os garotos acabam descobrindo o beabá na prática.

Os garotos acabam descobrindo o beabá na prática.

Pesquisa Datafolha mostrou que os meninos, em média, perdem a virgindade com 14,7 anos. As garotas, aos 16,3 anos, em média.

Dos 767 rapazes entrevistados, entre 16 e 25 anos, 89% declararam não serem mais virgens. A maior parte (35%) perdeu a virgindade entre 13 e 15 anos.

É o caso de Victor Guerise, 22, que transou pela primeira vez aos 14 anos. Ou quase.

"Descobri que pôr a CAMISINHA é o momento mais brochante que um menino inexperiente pode ter", lembra. Com alguma dificuldade, diz, conseguiu colocar.

"Na "hora H", estava nervoso, tentei ser carinhoso, e ela falando que estava doendo!"

Mas o problema maior ainda estava por vir: "O que mais me perturbou foi que, enquanto estávamos juntos, eu pensava: "É só isso?". Tudo o que ouvia era que sexo era o mundo se acabando em prazer, mas, na hora, pela falta de experiência, achamos muito ruim", desabafa.

HORA CERTA

Há quem prefira esperar a perder logo a virgindade.

Davier Cardoso, 22, por exemplo, é de família religiosa, mas diz que ser virgem não tem nada a ver com isso. "Sempre fui "atrasado"", explica. "Beijei pela primeira vez aos 18 anos e descobri o que era masturbação aos 16."

Ele admite que fica, sim, encanado com a virgindade. "Pessoas da minha idade já são experientes. Tive oportunidade, mas entrei em pânico. Quando tiver que rolar, vai rolar", resigna-se.

Henrique*, 16, diz já ter recusado sexo com duas ficantes, por sentir que não era o momento certo. "Tem uma que me arrependo até hoje", brinca. "Meu maior medo? Gozar rápido demais."

Alguns garotos também reclamam da pressão de amigos e parentes para que percam a virgindade.

"Ficam me zoando!", conta Bruno*, 16. "Mas meu instinto me diz que a hora está perto", brinca.

COM QUEM?

Gabriel*, 18, pode dizer que teve duas "primeiras vezes": uma, aos 14, com o melhor amigo; outra, aos 16, com uma menina da balada.

"Foi estranho começar com um amigo, fiquei confuso", diz. "Mas ter tido relações com meninos e meninas me ajudou a decidir sobre aquilo de que gosto."

José*, 17, perdeu a virgindade aos 13, com uma prima mais velha. Ele conta que só voltou a transar aos 15. "Me senti mais preparado."

Josnei concorda: "Não adianta querer fazer as coisas antes do tempo certo."

* Nomes trocados


Fonte: Folha de S.Paulo

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Cientistas provocam 'autodestruição' de células de HIV

Cientistas acreditam que pesquisa
 pode levar a novo tratamento
Cientistas de Israel afirmam ter descoberto uma nova forma de eliminar células infectadas com HIV, em um processo que provoca a autodestruição de células contaminadas.

Pela técnica desenvolvida pelos cientistas da Universidade Hebraica de Jerusalém, as células infectadas com HIV recebem um DNA viral, que faz com que a célula morra. A técnica não afetou as células não-infectadas.

Até o momento, a técnica foi desenvolvida apenas em pequena escala, com poucas células. Nenhum teste foi realizado em humanos.

A pesquisa será publicada nesta quinta-feira na revista científica Aids Research and Therapy.

Os pesquisadores afirmam que a técnica poderia levar a um tipo de tratamento contra o vírus HIV.

O melhor tratamento disponível atualmente – à base de antiretrovirais – é eficaz no combate à replicação de células infectadas, mas ele não consegue eliminá-las.

Segundo o artigo, assinado pelo professor Abraham Loyter e sua equipe, o método desenvolvido no laboratório "resultou não só no bloqueio do HIV-1, mas também exterminou as células infectadas por apoptose [autodestruição]".

O artigo faz a ressalva, no entanto, de que há mais de um tipo de vírus HIV e que o trabalho da equipe está apenas nos estágios iniciais.

Os pesquisadores acreditam que o trabalho pode ajudar no desenvolvimento de um novo tipo de tratamento no futuro contra a

BBC Brasil

domingo, 15 de agosto de 2010

Pequeno ou grande? Pesquisa entre italianas sobre o órgão genital masculina. Veja o resultado.

Duzentas italianas responderam a uma pesquisa sobre o tamanho do pênis. Para elas...
Um pênis grande é:
29% Maior que 15 cm
63% Maior que 18 cm
6% Maior que 21 cm
2% Maior que 24 cm
Um pênis pequeno é:
6% Menor que 18 cm
39% Menor que 15 cm
52% Menor que 12 cm
3% Menor que 9 cm

Preferência italiana...
Duzentas italianas participaram de uma pesquisa sobre o pênis, e as respostas podem surpreender os donos dos objetos de análise: Veja o que elas gostam...

Você prefere pênis:
52% circuncidado
19% não circuncidado
29% tanto faz

O parceiro ser bem-dotado:
9% é essencial
26% é sempre bom
18% às vezes é bom
26% não importa
13% às vezes incomoda
8% não me agrada

domingo, 18 de julho de 2010

Libido feminina cresce com chegada da menopausa


Psicólogos norte-americanos realizaram estudo com 827 mulheres. Questionário online continha questões sobre comportamento sexual

G1

Pesquisa realizada por equipe de psicologia da Universidade de Texas divulgada nesta quarta-feira aponta que mulheres têm a libido aumentada conforme os anos passam rumo à menopausa.


Os psicólogos consultaram 827 mulheres com perguntas sobre comportamento sexual, respondidas em questionários online. As entrevistadas foram divididas em três grupos: alta fertilidade (18 a 26 anos), baixa fertilidade (27 a 45 anos) e menopausa (acima de 46 anos).

Comparadas com os outros dois grupos, mulheres na faixa de baixa fertilidade são mais propensas a conceber e praticar fantasias sexuais, manter relações causais e encontros de uma só noite com outros parceiros, segundo o estudo.

Já entre mulheres com relacionamentos duradouros, as de baixa fertilidade apresentam propensão menor a fantasias com outras pessoas do que o grupo de alta fertilidade, resultado contrário ao que esperavam os pesquisadores.

"Os resultados provam que as mulheres não ficam loucas para ter bebês quando chegam aos 30 anos, o que acontece é uma reação natural à diminuição da fertilidade em todas as mulheres acima desta idade", explica Judith Easton, integrante da equipe de pesquisadores da Universidade de Texas.

Partindo de um ponto de vista evolucionário, os pesquisadores acreditam que a mudança na libido com a passagem dos anos tem origem em mecanismos psicológicos desenvolvidos como adaptações das humanas ao meio ambiente, após a passagem de milhares de anos.