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quinta-feira, 28 de junho de 2012

Pele bonita. Inverno é a melhor época para eliminar manchas, celulites e até estrias

Aproveite o inverno para deixar a pele pronta para o próximo verão
Essa é a melhor época para eliminar manchas, celulites e até estrias

Quanto mais procedimentos a pessoa quiser fazer, mais barato fica o tratamento

Com a chegada do inverno, está aberta a temporada de tratamentos nas clínicas dermatológicas. É a época ideal para retirar aquela manchinha no rosto conquistada no último verão. Já que está mais frio, deixe o biquíni na gaveta e aproveite para começar a eliminar aqueles probleminhas que tanto incomodam no seu corpo, como estrias e celulites.

"Esta é a melhor época para esse tipo de tratamento. Os raios ultravioletas do sol são mais fracos, não agridem tanto a pele. Além disso, as pessoas costumam ir menos à praia. Alguns tratamentos geram ardor, descamação. Com o tempo menos quente, fica mais confortável para o paciente", diz a dermatologista Alessandra de Melo.


As clínicas já oferecem o que há de mais avançado para combater rugas, flacidez da pele, cicatrizes, gordura localizada. Os tratamentos não são baratos. Mas a boa notícia é que, quanto mais procedimentos a pessoa quiser fazer, mais barato fica.

Manchas

No caso do melasma, aquela mancha marrom na pele, a solução está no laser. A dermatologista Alessandra de Melo indica o Erbium Fracionado. "É o que há de mais novo no mercado para esse tipo de problema. É aprovado pela Anvisa", diz.

Há um tratamento novo, também a laser, sendo considerado uma grande promessa para as odiadas estrias. O Active FX é sucesso entre a clientela atualmente pelos resultados que garante. "Ele realmente garante ótimos resultados. No caso das estrias vermelhas, há casos que podem ser solucionados com até quatro sessões. Mas as estrias mais difíceis, como as brancas, exigem pelo menos seis sessões. E há intervalos entre elas", explica a dermatologista Karina Mazzini.

Tratamentos

Laser Active FX
É um laser de CO2 fracionado, que age profundamente, estimulando a produção de colágeno. As imperfeições desaparecem ou são bastante atenuadas. É indicado para rejuvenescimento, flacidez, cicatriz de acne, manchas e no tratamento de estrias

NIR
Minimiza os sinais de envelhecimento, flacidez e  celulite. O equipamento utiliza luz infravermelha,  estimulando a infiltração de fibroblastos e a formação de novas fibras de colágeno, melhorando o tônus da pele

Subcisão
Estimula o processo de produção de fibras da pele. Uma agulha “bisturizada” é introduzida na região da derme/hipoderme e realiza movimentos que estimulam o local e acentuam o mecanismo de regeneração do tecido

Radiofrequência 
Ideal para tratar celulite e gordura localizada. Promove a quebra do tecido adiposo e fibroso, melhorando a circulação sanguínea, o que ajuda na drenagem de toxinas e estimulação de colágeno

Investimento
R$ 600 - É quanto, em média, pode custar uma sessão no tratamento de estrias

A Gazeta

terça-feira, 19 de julho de 2011

Gripes, resfriados? Mantenha a sua imunidade em alta no inverno

Mantenha a sua imunidade em alta no inverno
Na estação, evite ficar em ambientes fechados, onde os vírus estão mais presentes

As temperaturas mais baixas, os ventos mais constantes e a noite caindo mais cedo na cidade são sinais de que já é hora de redobrar os cuidados com a saúde. O inverno é o período do ano em que o corpo fica mais vulnerável aos fatores externos.

Gripes, resfriados e alergias são alguns dos companheiros fiéis da estação mais fria do ano. E o motivo é que, além da mudança de temperatura, as pessoas costumam ficar em ambientes fechados, onde os vírus circulam com facilidade, e a poluição não se dissipa pelo ar.

Mas, se você não quer passar boa parte da estação de cama, algumas pequenas mudanças de hábitos podem ajudar você a turbinar a defesa do organismo. Segundo o imunologista José Carlos Perini, como o frio no Estado não é dos mais rigorosos, as pessoas não devem ficar apenas em locais fechados.

Hidrate-se

Outro cuidado é ter mais atenção com a hidratação. "Como não sentimos sede no inverno, é comum bebermos pouca água", ressalta. A falta de líquidos, além de causar a desidratação, deixa a mucosa mais ressecada, abrindo caminho para as viroses.

Também é preciso reforçar a alimentação com frutas e verduras, principais fontes de vitaminas que ajudam a melhor o sistema imunológico. Mesmo com o friozinho, o melhor é manter as atividades físicas.

Exercícios regulares ajudam no funcionamento do organismo e combatem a tensão, já que o estresse é um dos principais vilões da capacidade de defesa do corpo. Além disso, a atividade física potencializa a absorção de diversos nutrientes.


Dicas valiosas

Turbine-se

Vícios
Fique longe - ou pelo menos diminua - dos vícios, como do tabaco e de bebidas alcoólicas. A fumaça do cigarro não se dissipa facilmente nesta época.

Nada de estresse
Procure ficar de bem com você. As pessoas depressivas ou com a autoestima baixa, sempre ficam doentes com facilidade, porque esse fatores diminuem a defesa.

Vacine-se
Coloque no cardápio frutas cítricas - como laranja, acerola, kiwi, tomate, além de brócolis, couve e pimentão verde e vermelho -, ricas em vitamina C.


A Gazeta (B.r.u.n.e.ll.i  D.u.a.r.t.e)

sexta-feira, 15 de julho de 2011

Cabelos bem-cuidados em qualquer estação

Não é só a pele que precisa de atenção nesta época do ano, os fios também devem ser tratados

Com a chegada da estação mais fria do ano, muita gente redobra a atenção com a pele. Mas acaba se esquecendo de uma parte muito importante do corpo: os cabelos. Em vez de sedosos, eles acabam oleosos, se não forem tomados os cuidados necessários.

Mas como manter os cabelos em dia quando o frio chega? O cabeleireiro Wildson Pina dá a dica: "Lavar todos os dias os cabelos, com água fria, é o ideal. E, claro, nunca dormir com o cabelo molhado. Essas são as dicas básicas e principais para que as mulheres fiquem com os cabelos deslumbrantes também no inverno", lembra.

Pina explica que as pessoas de cabelo curto tendem a sofrer menos nesta época. "O couro cabeludo fica menos abafado, por isso o desconforto para elas costuma ser menor. Outro fator importante é nunca deixar o cabelo úmido, além de pegar pelo menos 15 minutos de sol por dia. Tudo isso previne o aparecimento da caspa e da seborreia", explica.

O cabeleireiro ressalta a importância de procurar um dermatologista quando a caspa, por exemplo, se torna muito incômoda. "Aí já passa a ser um procedimento médico", destaca.

A dermatologista Karina Mazzini conta que a seborreia e a proliferação de fungos pode intensificar a queda de cabelos no inverno. "As pessoas que têm caspa devem utilizar um xampu específico para isso e lavar os cabelos todos os dias, com água fria. Se não conseguir isso, pelo menos lavar dia sim, dia não, para não danificar tanto o couro cabeludo", afirma.

As amigas Juliana Martins Gomes, 27 anos, e Monik Oliveira Augusto, 19, têm cabelos bonitos, apesar de dizerem que não têm nenhum cuidado específico com eles no inverno. "É até bom que agora vou ficar mais atenta a isso", diz, Monik.

Para manter o brilho

Lavar os cabelos com água fria e todo dia

Realmente é difícil não tomar aquele banho quentinho no inverno, mas a água quente é uma grande vilã. Além de aumentar a queda e provocar descamação no couro cabeludo, pode causar caspas, e deixar os fios ressecados.

Dormir com os cabelos molhados

Segundo os cabeleireiros, esta é a dica mais preciosa: nunca dormir com os cabelos molhados. Isso só abafa o couro cabeludo e pode ajudar na proliferação de fungos e aumentar a incidência de queda dos fios.

Secador e chapinha

Não é proibido, mas não abuse para não danificar os fios. A secagem ao natural é o melhor método. Se preferir, use um protetor térmico, que ajuda a dar brilho e maciez.

Hidratação

É um dos jeitos de manter os cabelos sedosos no inverno. Mas nada de abusar, faça somente uma vez por semana.

Acessórios

Evite chapéus, gorros, pois eles podem abafar os cabelos, favorecendo o aparecimento dos fungos, bactérias ou até mesmo da caspa.


Anny Giacomin

A Gazeta


quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Frio de matar: Mulher congelou até a morte depois de escorregar no gelo.

Condado de Howard, em Indiana, EUA - Uma mulher do condado de Howard congelou até a morte depois de escorregar no gelo.

Os membros da família chamaram a polícia por volta da meia noite da segunda para terça-feira (09.02.1011), informando que Georgann Benziger, de 42 anos, não havia chegado em casa, vinda do trabalho. A polícia vasculhou toda a noite e, finalmente, encontrou seu corpo perto do cemitério memorial Sunset Gardens na manhã de terça-feira.

Sua família diz que ela foi visitar túmulos de familiares.

Investigadores acreditam que Benziger ficou desorientada depois de cair no gelo e não foi capaz de entrar em seu veículo bloqueado. As temperaturas estiveram em meados dos anos vinte anos na época.

O relatório da autópsia inicial indicado Benziger morreu de hipotermia.
cemitério memorial Sunset Gardens

Fonte: www.wthr.com

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Tristeza no inverno. Por que isso acontece?

bitantes de países de alta latitude, como a Suécia e a Inglaterra, liberam em excesso a melatonina, substância que induz o corpo ao desejo da noite e à fadiga. Mas isso passa com o fim do frio e a chegada do sol


Carolina Vicentin (Do Correio Braziliense)
Brasilienses de nascimento e de coração podem até não ter ideia do que a falta de sol provoca no organismo. Mas basta passar uma temporada em estados mais ao sul do Brasil para sentir, pelo menos um pouco, como o inverno pode ser rigoroso. E o verão também. Regiões mais próximas aos trópicos da Terra têm as estações bem definidas e uma temporada de frio com dias curtos, noites longas, chuva, ventos e neblina. A soma disso tudo pode desencadear a depressão sazonal, um quadro clínico parecido com o da depressão clássica, mas com algumas características inversas.

A começar pela vontade de não sair da cama. Se quem tem o distúrbio tradicional enfrenta a insônia ou o sono intranquilo, pessoas que passam pela depressão de inverno sofrem com o excesso de fadiga e com a sonolência. “O paciente fica com vontade de dormir muitas horas por noite e o sono bate durante o dia também”, descreve o psiquiatra Acioly Lacerda, da Associação Brasileira de Psiquiatria. Outro indício da depressão sazonal é o aumento de apetite, principalmente por alimentos ricos em carboidratos. O corpo fica faminto por comidas bastante calóricas porque gasta mais energia para funcionar nos dias frios.


Essa mudança toda acontece por conta da liberação excessiva do hormônio melatonina, responsável por induzir o organismo ao período noturno (veja arte). A pessoa também apresenta sintomas típicos da depressão comum: tristeza persistente, falta de ânimo e problemas de concentração. “Mas não se trata de uma depressão grave. Não é comum haver uma tendência suicida nesses pacientes”, diz o psiquiatra Acioly Lacerda.

A turismóloga Ana Maria Siqueira, 27 anos, passou os últimos três anos em Londres, na Inglaterra, cidade famosa por seus dias cinzentos na maior parte do ano. “Cheguei no auge do inverno, achava tudo lindo. Mas logo que precisei cair na rotina, trabalhar, acordar cedo, o clima atrapalhou bastante”, conta Ana Maria. A turismóloga, que voltou a morar em Brasília em março deste ano, lembra que os londrinos ficavam muito mais extrovertidos nos raros dias de sol.
A depressão aumenta no inverno, por causa da baixa luminosidade do sol


Ana acabou tendo que se acostumar ao clima da capital inglesa, apesar de, como ela mesma diz, ter tido vontade de pintar um sol na parede da sala por várias vezes. “A gente acaba se adaptando a qualquer lugar. No Brasil, as pessoas deixam de fazer as coisas porque o tempo está feio ou porque vai chover. Lá, não dá para pensar assim, se não a gente nem sai de casa”, compara. Em Londres, Ana Maria conheceu o marido, o argelino Karim Bentrioua, que hoje vive em Brasília e fica admirado com os dias ensolarados da capital federal, o que lembra a sua própria terra. Mas nem todo mundo que fica triste durante o inverno está com a depressão sazonal. “Isso não é um padrão, a pessoa tem que ter uma predisposição genética e biológica para a doença”, esclarece Acioly Lacerda. O psiquiatra explica que nos países de alta latitude — como a Inglaterra, a Irlanda, a Suécia e a Noruega — a maioria da população sofre de outro mal, a chamada síndrome anérgica de inverno, que se caracteriza pelo aumento da fadiga e da indisposição.

Dias nublados
A fotógrafa Luciana Cavalcanti, 38 anos, não precisou sequer sair do país para experimentar o desânimo provocado pela falta de luminosidade. A pernambucana vive em São Paulo desde 2001 e não se conforma com os dias nublados e poluídos da capital paulista. “Eu não me exercito, fico mais inchada, minhas cólicas menstruais aumentam, tenho vontade de ficar hibernando dentro de casa”, conta Luciana. Mas os especialistas alertam que o sedentarismo pode acentuar ainda mais a depressão sazonal. “Esse distúrbio está relacionado a comportamentos voltados para a economia de energia. As pessoas, então, comem mais e se movimentam menos. Manter uma atividade física regular pode diminuir a incidência da doença”, explica Acioly, da Associação Brasileira de Psiquiatria.

Os dias cinzentos também atrapalham a produção da serotonina, um hormônio ligado à sensação de saciedade e bem-estar. “A luz solar é muito importante para a ativação da vitamina D, um dos nutrientes que auxiliam a produção dessa substância”, afirma a nutricionista Joana Lucyk, mestre em nutrição humana. Essa vitamina é encontrada no leite e derivados, nas frutas e nos vegetais. O magnésio presente nos vegetais verde escuros, e o triptofano, na banana e nas nozes, por exemplo, também ativam a serotonina.

Para os que têm dificuldades em se controlar à mesa durante o inverno, Joana Lucyk recomenda a ingestão de alimentos de três em três horas. “Para manter o senso de saciedade ativo, é preciso ter uma regularidade na alimentação, isso vai gerar uma modulação no organismo”, detalha a nutricionista. Outra dica é o consumo de alimentos auxiliares à produção de serotonina logo pela manhã. Joana receita uma vitamina com leite integral, cacau em pó, nozes e banana. “Quem quiser pode acrescentar um talo de aipo, também muito rico em nutrientes”, ensina