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quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Morte de Norma dá novo recorde a 'Insensato Coração'


Morte de Norma dá novo recorde a "Insensato Coração"


A morte de Norma (Glória Pires) rendeu um novo recorde de audiência à novela "Insensato Coração".

Quem você acha que matou Norma? Vote

A personagem foi assassinada com três tiros no capítulo de ontem, exatamente como o F5 havia adiantado.

A novela obteve 46 pontos na média consolidada do ibope --cada ponto corresponde a 58 mil domicílios na Grande São Paulo.

Também alcançou impressionantes 69% de share (participação no número de TVs ligadas).

Trocando em miúdos, de cada dez pessoas assistindo televisão, cerca de sete estavam vendo a novela.

O recorde anterior da novela havia sido alcançado no dia 5 de julho, quando a novela marcou 45 pontos com 67% de share.

Reprodução
A personagem Norma (Gloria Pires) leva três tiros, morre e dá novo recorde de audiência a "Insensato Coração"

QUEM MATOU?

Norma morreu após uma discussão com Léo (Gabriel Braga Nunes), na qual sacou uma arma. Após uma luta física, o revólver caiu longe dos dois e Léo fugiu pela janela.

Momentos depois, uma pessoa misteriosa entra na sala e aponta para Norma. Ela só tem tempo de dizer "não faça uma besteira dessas" antes de ser atingida.

Entre os suspeitos mostrados no capítulo estão Raul (Antônio Fagundes), Eunice (Deborah Evelyn), Ismael (Juliano Cazarré), Fabíola (Roberta Rodrigues) e Tia Neném (Ana Lúcia Torres).

folha.uol.com.br
DE SÃO PAULO

domingo, 29 de maio de 2011

Insensato coração. Rodrigo Andrade está 'pronto para sair do armário'

Rodrigo Andrade está 'pronto para sair do armário'
Ator fala sobre seu personagem em 'Insensato Coração'


foto: Divulgação

Rodrigo Andrade interpreta Eduardo em 'Insensato Coração', que vai sair do armário nos próximos capítulos

Assim que estreou na Globo, a novela "Insensato Coração" já despertava a atenção dos telespectadores e da mídia por trazer um núcleo recheado de personagens homossexuais. Ao todo, são seis, e dos mais variados "tipos": do romântico ao espevitado, passando pelo discreto-bem-sucedido. Parafraseando o ex-presidente Lula, nunca antes na história da TV brasileira houve tantos gays reunidos numa mesma novela. Um desses personagens é Eduardo (Rodrigo Andrade), que vai "descobrir" que é gay ao se dar conta de que está interessado no charmoso professor Hugo (Marcos Damigo).

Nascido em Altinópolis, mas criado em Franca, duas cidades do interior paulista, Rodrigo, de 27 anos, conta que não vê a hora de seu personagem sair do armário. "Eduardo ainda não teve experiência com homens, mas pensa feminino. Estou ansioso para que ele saia do armário", torce o ator.

O ator ainda conta que não teria problema algum em protagonizar o primeiro beijo entre homens numa telenovela brasileira e revela que está preparado para as cantadas. "Não tenho problema algum de fazer uma cena de beijo com outro homem. Para mim, seria uma honra ser o pioneiro e seria ótimo para minha carreira. Não mudaria em nada minha opção sexual. Sobre as cantadas, não importa o sexo. Levo tudo numa boa, desde que venha com respeito (risos)".

Antes de "Insensato Coração", o ator já tinha feito participações em outras novelas da Globo, como "Caras & Bocas" (2009), "Paraíso" e "Ciranda de Pedra" (ambas de 2008) e "Paraíso Tropical" (2007), além de "Os Mutantes - Caminhos do Coração" (2008), na Record.

Confira a entrevista completa com Rodrigo Andrade no Caderno 2 desta segunda-feira (30).


VITOR FERRI - GAZETA ONLINE


quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Personagem gay de 'Ti Ti Ti' pode se apaixonar por uma mulher

Com a morte de seu namorado Osmar (Gustavo Leão), e devido ao sucesso que o casal fez no início da novela, a autora Maria Adelaide Amaral cogitou a possibilidade do cabeleireiro encontrar um novo rapaz por quem se apaixonasse. Entretanto, segundo a coluna Zapping, dessa vez Julinho poderá gostar de uma mulher.


"O Julinho tem o que eu chamo de comoção estética. Pode até ser que uma mulher desperte nele uma paixão", contou André Arteche à publicação.

"Ti Ti Ti" vai ao ar de segunda a sábado, a partir das 19h.

quinta-feira, 22 de julho de 2010

Morto há 22 anos, o ator Ramón Valdés, eternizado como Seu Madruga, ganha um livro sobre ele

RIO - Não, Seu Madruga não morreu em um acidente de avião com o resto do elenco de "Chaves", como diz uma das lendas urbanas sobre o seriado. Infelizmente, o ator Ramón Valdés, eternizado na pele (e osso) do pai da Chiquinha, faleceu, sim, mas de câncer, há 22 anos. Essa é uma das coisas que se descobrem em "Seu Madruga: vila e obra", uma quase-biografia escrita pelo carioca Pablo Kaschner.
Nos 14 capítulos, contados em ordem decrescente em alusão aos eternos 14 meses de aluguel devidos ao Sr. Barriga, Pablo vai quitando a saudosa dívida deixada por Madruga, com reprodução de frases e diálogos memoráveis; declarações de fãs desconhecidos e famosos (há até uma da candidata à Presidência Dilma Roussef). Há ainda entrevistas sobre o personagem com Edgar Vívar, intérprete do credor barrigudo; Carlos Seidl, dublador de Seu Madruga responsável, em grande parte, por seu sucesso no Brasil; e um bate-bola fictício com o próprio "chimpanzé reumático".

- É curioso um personagem que não faz esforço para ser simpático ser o mais querido pelos fãs - diz o autor.

Mas a obra de Pablo, que em 2006 já lançara o livro "Chaves de um sucesso" (resultado de sua monografia em Jornalismo na UFRJ), vai além de Seu Madruga. Ele mostra como o velho lobo do mar se confundia com a própria vida de Ramón Valdés. Tanto que, no México, o nome do personagem é Don Ramón. Roberto Gómez Bolaños, criador e intérprete de Chaves, disse "simplesmente seja você mesmo" quando deu o papel ao comediante.

Com depoimentos das filhas de Monchito, como também era conhecido Ramón, o livro mergulha no paradoxal universo "madruguiano": o mesmo velho ranzinza que não ão hesitava em desferir golpes em Chaves e Quico foi o autor de lições como "a vingança nunca é plena, mata a alma e a envenena".

De origem pobre como o preguiçoso caloteiro, Ramón também teve que se virar em trabalhos provisórios como os de carpinteiro, pintor e outros bicos, antes de ser descoberto por Bolaños. Com mais de cem filmes no currículo, foi em "Chaves" que ele conseguiu sair da sombra do irmão Germán Valdés "Tin-Tan", de carreira mais bem sucedida que Ramón. Avesso à fama, o humilde ator não tirava calça jeans surrada e camisa desbotada por nada.

- Ele é uma espécie de Macunaíma mexicano com um quê de Mazzaropi, o ignorante que quer dar a volta por cima - define Pablo.

Talvez o jeitinho brasileiro seja a razão de ele ser tão pop no país, com games que parodiam clássicos, como "Super Magro World" e "Madruga Craft". Pablo mostra que o personagem também é rock n' roll e inspirou o nome de ao menos 15 bandas brasileiras, entre elas a carioca Dom Ramon e a paulista Madruga Core.

O Globo