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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Ferido ao invadir recinto de macacos foge após medicação, diz hospital

 Homem levou mordidas dos animais no zoo de Sorocaba, no interior de SP.
Ele foi levado ao hospital por médicos do Samu.

O homem que invadiu no domingo (13)  o local onde vivem os macacos no Parque Municipal Zoologico "Quinzinho de Barros", em Sorocaba, foi levado ao Hospital Regional e fugiu após ser medicado, segundo a assessoria de imprensa do hospital.

Durante a confusão no zoo, o homem chegou a ser agredido pelos macacos ao invadir o recinto. Ele afirmou na tarde de domingo (13) que entrou no local porque estava com calor e queria nadar. "Eu achei muito bonita a água e pulei para brincar com os macacos. E os macacos pegaram o meu braço", afirmou o mecânico.

Os macacos prego ficam em uma ilha no lago do zoo. O homem disse a pessoas próximas que queria se banhar e tirou sua camisa. Pulou uma grade que cerca o lago e ficou com água pela cintura. Nos vídeos e fotos feitos por  testemunhas é possível ver alguns macacos esticando os braços para o invasor, que acaba aceitando o convite e se dá mal por isso.

Ao conseguir se desvencilhar dos animais e voltar à segurança da margem, ele assumiu que havia bebido. Ele apresentava arranhões e marcas de mordidas pelo braço e costas. As imagens mostram o sangue se espalhando pela água do lago e pela calçada, quando o mecânico é retirado com a ajuda de quem presenciou o fato. Socorristas do  Serviço de Atendimento Móvel de Urgência prestaram o atendimento ao mecânico, que também atingiu os macacos. Um deles ficou com parte do rosto inchada, mas sem gravidade.

O mecânico apresentava arranhões e marcas de mordidas nos mãos e nos braços. "Não aguento mais de dor", disse Santos, após ser atendido pelo Samu.

Ainda no domingo, um cachorro invadiu o espaço dos elefantes do Zoológico Municipal de Sorocaba e foi perseguido pelos animais. O cão conseguiu sair sem ferimentos.


Do G1 SP, com informações da TV Tem

Embriagado e mordido. Homem invade local reservado dos macacos em zoo e é atacado

Homem invade recinto de macacos e fica ferido em zoo de Sorocaba, SP
Mecânico tinha sinais de embriaguez e disse que queria nadar em lago.
No mesmo zoológico, cachorro entrou no espaço dos elefantes.

Um homem com sinais de embriaguez ficou ferido após invadir o espaço dos macacos no Zoológico Municipal de Sorocaba, no interior de São Paulo, na tarde de domingo (13). Ele afirmou que entrou no viveiro, que é cercado por um lago, porque estava com calor e queria nadar e brincar com os animais.

O mecânico João Leite dos Santos tirou a camiseta e pulou uma grade que cerca o lago. Após alcançar a margem da ilha, o homem foi atacado pelos macacos e precisou de ajuda para ser retirado da água. "Eu achei muito bonita a água e pulei para brincar com os macacos. E os macacos pegaram o meu braço", afirmou o mecânico.

Ele apresentava arranhões e marcas de mordidas nos mãos e nos braços. "Não aguento mais de dor", disse Santos, após ser atendido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). O mecânico foi encaminhado ao Hospital Regional de Sorocaba.

Ainda no domingo, um cachorro invadiu o espaço dos elefantes do Zoológico Municipal de Sorocaba e foi perseguido pelos animais. O cão conseguiu sair sem ferimentos.



Do G1 SP

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Grandes símios: Novo 'Planeta dos Macacos'

Tecnologia de ponta dá realismo ao novo 'Planeta dos Macacos', que estreia dia 26 no Brasil

NOVA YORK - Na Hollywood de hoje, tudo se move em trilogias e continuações. Não é surpresa que "Planeta dos Macacos: a origem", que estreia na sexta-feira nos EUA e chega ao Brasil no dia 26, já traga desenhada a sequência, que o levará mais próximo à fonte do "Planeta dos Macacos" original, de 1968, num mundo dominado pelos primatas.

O filme estrelado por Charlton Heston deu início à saga, que passou por um seriado de TV nos anos 1970, e diversas continuações, a última delas, mal-sucedida, sob a direção de Tim Burton, em 2001. Agora, "Planeta dos Macacos: a origem" faz uma revolução tecnológica no gênero, utilizando a técnica de motion capture desenvolvida em "Avatar".

O novo longa, orçado em US$ 94 milhões, é dirigido pelo britânico Ruppert Wyatt, catapultado pelo sucesso do thriller "The escapist". Mas o próprio Wyatt reconhece que o responsável pelo impacto do filme é o supervisor de efeitos especiais Joe Letteri, vencedor de quatro Oscars por "Avatar", "O Senhor dos Anéis" (dois) e "King Kong", e hoje ocupado com o "Tintim" de Steven Spielberg, que estreia no fim do ano nos EUA.

- O trabalho dele é a base que nos permite desenvolver os personagens. Todos éramos contra o uso de macacos no filme, e não podíamos ter atores disfarçados, porque a anatomia é diferente, não haveria efeito realista - diz Wyatt.

"Planeta dos Macacos: a origem" é passado nos dias atuais, em São Francisco. Diferentemente do filme original, no qual o astronauta vivido por Heston só encontrava o primeiro macaco após 32 minutos, os primatas dominam a cena o tempo todo. Com destaque para o chimpanzé Caesar, vivido por Andy Serkis.

Nos corpos dos atores, são colocados marcadores para entender como os movimentos são feitos e, assim, reproduzi-los nos chimpanzés. Letteri e equipe transpõem esses movimentos e expressões que dão vida aos macacos por meio de animação em computadores.

- Tentamos captar a emoção de uma performance, em vez de usar um processo mecânico. Quadro a quadro, captamos, checamos, descartamos, refinamos o processo até chegar ao ponto certo. Quando acertamos, passamos para o próximo. Você faz isso mil vezes e aí está pronto - brinca Letteri.

Foram 57 dias de filmagem e incontáveis horas para fazer a fusão entre imagens filmadas e imagens geradas em computador.

Charles Darwin teria apreciado o uso da Teoria da Evolução e o estudo da expressão dos primatas por trás do filme. No longa, os macacos são cobaias em testes de drogas para restabelecer conexões neuronais e curar o Mal de Alzheimer. Will Rodman (James Franco) é o cientista que comanda a pesquisa, movido pelo interesse em curar o pai (John Lithgow), que sofre da doença. Os macacos acabam desenvolvendo inteligência extraordinária, o que os leva a se rebelar contra os maus-tratos e a desejar a liberdade.

- Este filme não deve ser lido como uma história sobre macacos, mas como uma história sobre como os homens interagem com o outro, quem quer que seja o outro. Os macacos representam um grupo que é reprimido e se rebela devido aos maus-tratos que recebe - diz James Franco.

Will acaba adotando um filhote de chimpanzé, Caesar, e, no processo de criá-lo, se envolve com uma veterinária, Caroline (Freida Pinto, de "Quem quer ser um milionário?"), que instiga sua consciência ética.

- Havia muito ceticismo sobre o filme - diz Ruppert Wyatt. - Queríamos fazer uma coisa séria, que respeitasse a mitologia do "Planeta dos Macacos" e fosse plausível.

A tecnologia de ponta foi um imperativo não só moral - o diretor diz ser contra o uso de animais nessas circunstâncias - mas também para conseguir o impacto desejado. A cena culminante, a tomada da Golden Gate pelos macacos, foi feita em grande parte digitalmente, a partir de um cenário que reproduzia a ponte mais famosa de São Francisco no >ita
Andy Serkis, que vive o protagonista Caesar, explica que, antes, a tecnologia de motion capture só permitia filmar dentro de pequenos volumes, e que este filme marca um grande passo na evolução.

- O que mudou agora é que estamos filmando direto no set, a ação e a motion capture acontecem ao mesmo tempo. Há dois grupos de câmeras. Parece complicado, mas é só uma nova forma de registrar a performance de um ator. Grandes cabeças criaram uma tecnologia sensacional para fazer a coisa mais simples - diz Andy Serkis.

Para interpretar King Kong e depois Caesar, o ator passou temporadas na África e visitou zoológicos da Inglaterra e da Nova Zelândia, para estudar o comportamento dos primatas e aprender a reproduzir seus movimentos, que lhe deixaram uma herança de dor no nervo ciático, combatida com ioga e escaladas.

Para saciar a curiosidade dos espectadores sobre o que está sendo preparado para a sequência, Ruppert Wyatt dá uma série de dicas:

- No final deste filme, chegamos à ideia de que, enquanto "Planeta dos Macacos: a origem" é sobre os primatas encontrando liberdade, algo está se passando entre os humanos que poderá mudar o equilíbrio de forças entre as espécies. No próximo, os humanos teriam sido dizimados por uma pandemia, com focos de resistência. Seria um drama shakespeariano, mas também teria aspectos de "O poderoso chefão", em relação ao papel de Caesar como líder - conta Wyatt.

Fernanda Godoy (oglobo.com.br)

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Cientistas temem criação de macacos falantes por manipulação genética

Cientistas temem que pesquisas médicas criem macacos falantes
Relatório da Academia de Ciências Médicas britânica alerta para anomalias decorrentes do abuso no tranplante de células humanas em animais.

 
Cientistas temem que pesquisas médicas criem
macacos falantes (Foto: AFP)
A Academia de Ciências Médicas da Grã-Bretanha está pedindo ao governo que estipule regras mais estritas paras as pesquisas médicas envolvendo animais. O grupo teme que experimentos envolvendo transplante de células acabem criando anomalias, como macacos com a capacidade de pensar e falar como os humanos.

O alerta ressalta o debate da questão dos limites da pesquisa científica. Um dos autores do relatório, o professor Christopher Shaw, do King's College de Londres, diz que tais estudos 'são extraordinariamente importantes'.

A academia ressalta ainda que não é contrária a experimentos que envolvam, por exemplo, o implante de células e tecidos humanos em animais.

Estudos atuais, por exemplo, transplantam células cancerígenas em ratos a fim de testar novas drogas contra o avanço da doença.

A academia defende, no entanto, que com o avanço das técnicas estão surgindo novos temas que precisam ser urgentemente regulados.

Avanço
Os avanços científicos atuais já permitem a criação de ratos com lesões similares às causadas por um derrame cerebral, para que sejam depois injetadas células tronco humanas, a fim de corrigir os danos.

Outro estudo com implante de um cromossomo humano no genoma de ratos com síndrome de Down também foi essencial para a compreensão da doença.

Apesar de a maioria dos experimentos ser feita com ratos, os cientistas estão particularmente preocupados com os testes em macacos.

Na Grã-Bretanha são proibidas as investigações com macacos de grande porte como gorilas, chipanzés e orangotango. Em outros países, como os Estados Unidos, são liberadas.

'O que tememos é que se comece a introduzir um grande número de células cerebrais humanas no cérebro de primatas e que isso, de repente, faça com os que os primatas adquiram algumas das capacidades que se consideram exclusivamente humanas, como a linguagem', diz o professor Thomas Baldwin, outro membro da academia.

'Estas são possibilidades muito exploradas na ficção, mas precisamos começar a pensar nelas', diz.

Áreas 'delicadas'
O relatório indica três áreas particulamente 'delicadas' na pesquisa com animais: a cognitiva, a de reprodução e a criação de características visuais que se percebam como humanas.

'Uma questão fundamental é se o fato de povoar o cérebro de um animal com células humanas pode resultar em um animal com capacidade cognitiva humana, a consciência, por exemplo', diz o relatório.

O professor Martin Bobrow, principal autor do relatório, sugere o que chama de 'prova do grande símio': se um macaco que recebeu material genético humano começa a adquirir capacidades similares a de um chimpanzé, é hora de frear os experimentos.

Na área de reprodução, recomenda-se que embriões animais produzidos a partir de óvulos ou esperma humano não se desenvolvam além de um período de 14 dias.

O campo mais polêmico é o de animais com características 'singularmente humanas', os experimentos que o relatório chama de 'tipo Frankestein, com animais humanizados'.

Segundo o relatório, 'criar características como a linguagem ou a aparência humana nos amimais, como forma facial ou a textura da pele, levanta questões éticas muito fortes'.

BBC Brasil

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Bebê recém-nascida é morta depois de um macaco arrancá-la do berço, em seguida, arremessá-la de telhado

Um bebê recém-nascido morreu depois de ser retirado do telhado de uma casa depois de ter sido arrancado de sua cama por um macaco.
Agressivo: O macaco foi posteriormente localizado e morto(foto arquivo)

A mãe da criança tinha deixado a sala para ir ao banheiro em sua casa em Seremban, 35 milhas a sudeste da capital malaia, Kuala Lumpur. Quando ela voltou, a criança havia desaparecido. A mãe de 26 anos de idade, identificada apenas como Revathy, finalmente encontrou seu filho mal e caído no chão, com rosto e pescoço mordido. Ela sofreu múltiplas lesões como resultado da queda do telhado.

O avô da criança de  70 anos, estava na sala, mas ele não ouviu ou viu o macaco entrar na casa por uma janela aberta.

"Eu tinha ido buscar um copo de água e não percebi o que estava acontecendo", disse ele.
"Quando percebemos que o bebê estava faltando, que procuramos desesperados por toda a casa - e depois vimos o seu corpo coberto de sangue deitado fora".
A mãe do jovem Revathy e seu marido V. Neru no hospital.
Detalhe: um médico, tendo o corpo do bebê para o necrotério do
Hospital Tuanku Ja'afar.

A casa da família fica em uma área cercada por árvores, onde uma série de macacos vivem.. Eles freqüentementesobem nos os telhados das casas e são acusados de roubo de comida.

O bebê foi levado para o hospital onde foi declarado morto. Oficiais dos animais selvagens identificaram o  animal assassino em árvores próximas e dispará-la.
"Nós suspeitamos que o macaco foi vasculhar por comida dentro de casa", afirmou Ishak Muhamad, diretor do Departamento Regional de Parques Nacionais.


"O bebê morreu quando ele caiu no chão. O macaco, aparentemente, lançou o recém-nascido, provavelmente porque estava alarmado com os gritos dos pais.

Sr. Ishak disse que logo que os oficiais dos animais selvagens chegaram à casa logo que pai do bebê, 29 anos, condutor do caminhãoo levou o bebê ao hospital.
Terror: O ataque aconteceu na cidade de Seremban,
na Malásia, que fica a 35 milhas a sudeste da
capital Kuala Lumpur

Eles viram o animal suspeito, em alguns arbustos alguns metros da casa e quando ele começou a agir agressivamente atiraram e  o mataram.
Mais tarde foi revelado que a família mantinha uma macaca como um animal de estimação e isso pode ter atraído o macho.


"Nós suspeitamos que o macaco foi vasculhar por comida dentro de casa. Poderia ter levado o bebê para o teto pensando que o recém-nascido fosse de alimento. O macaco, aparentemente soltou, provavelmente porque estava alarmado com gritos dos pais", disse o Sr. Ishak .

Ele acrescentou que o macaco também pode ter sido atraído pelo macaco de estimação da família do sexo feminino.

"Eu não posso acreditar que isso tenha acontecido", disse ao jornal Neru Malaysia Star. 'Eu corri para o hospital apenas para ser informado que ela tinha ido embora.

"Ela era nossa pacote de alegria e estávamos esperançosos para ter muitos anos felizes com ela. Eu não posso acreditar que ela se foi. "

Não é a primeira vez que o macaco tenha arrastado "presa viva" a um telhado, na Malásia. Uma vizinha de 35 anos contou como seu cão de estimação foi agarrado por um dos macacos e levado para um telhado antes de seu corpo mordido mal foi lançada de uma árvore.

Um perito da Malásia no comportamento de macacos, o Dr. S. Vellayan, aconselhou o público a não fazer contato visual direto com os macacos, pois eles podem considerá-lo como um comportamento ameaçador e se tornam agressivos.

Fonte: dailymail.co.uk

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Cientistas identificam proteína capaz de destruir HIV em macacos

'TRIM 5 alfa' pode ser base de tratamento contra vírus em humanos. Estudo foi focado em aminoácidos capazes de garantir imunidade

Já faz mais de 25 anos desde que os cientistas descobriram o HIV, o retrovírus responsável por causar a AIDS. Desde então, houve avanços no tratamento que ajudam a retardar a propagação do vírus, prometendo levar a pará-lo completamente, mas ainda sem a cura. Agora, Os cientistas  chegaram  a uma descoberta potencial:  identificaram um dos principais componentes "da TRIM5-alfa, uma proteína natural que" em massa " destrói o vírus em macacos rhesus.

"A descoberta pode levar a novos tratamentos baseados TRIM5a que nocautear HIV em humanos", o pesquisador Edward M. Campbell, PhD, Universidade da Loyola University Health System , disse em um comunicado de imprensa.

Proteína chamada TRIM5 alfa, capaz
de destruir o HIV em macacos resus.
No organismo dos primatas, o composto é responsável por prender e dizimar o vírus. Os homens também possuem uma versão da proteína, porém ineficaz para combater o agente responsável pela Aids.

"Ao continuar a estreitar sua busca, os cientistas esperam identificar um aminoácido, ou uma combinação de aminoácidos, que permitam TRIM5a a destruir o HIV. Uma vez que estes aminoácidos essenciais são identificadas, seria possível alterar geneticamente TRIM5a para torná-lo mais eficaz em seres humanos. Além disso, uma melhor compreensão do mecanismo de ação pode possibilitar o desenvolvimento de drogas que imitam a ação TRIM5a."


A TRIM5 alfa é composta por quase 500 aminoácidos. Seis deles, localizados em uma região pouco estudada do composto, foram identificados pelo trabalho da Universidade Loyola de Chigago como cruciais para a função de inibir o corpo de infecções virais. Quando alterados em células humanas, a proteína alfa perdeu sua capacidade de atacar o HIV.

A pesquisa foi feita em uma cultura de células, sem uso de seres vivos. O estudo será tema da edição de setembro da revista Virology.

Para detectar a reação com o HIV, os cientistas da Universidade Loyola atrelaram proteínas fluorescentes a TRIM5, permitindo destacar as interações microscópicas. A prática é comum nas pesquisas mais recentes envolvendo a proteína e o vírus.

A eficiência da TRIM5 alfa em macacos é conhecida desde 2004, porém a pesquisa liderada por Edward M. Campbell abre a possibilidade de saber exatamente quais mecanismos da proteína são responsáveis por destruir o HIV.

É um passo fundamental para conhecer como este efeito pode ser reproduzido em homens, seja pela manipulação da proteína no organismo dos humanos ou pela produção de compostos que simulem a ação da TRIM5 alfa.

Do G1 e outros