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sábado, 20 de agosto de 2011
Gênio de apenas 13 anos pode revolucionar forma de captar energia solar
Cientista de 13 anos revoluciona a forma de captar energia solar
A invenção de um menino de 13 anos pode modificar a forma como coletamos energia solar nos dias de hoje. Aidan Dwyer, um rapazinho americano, bolou uma maneira de organizar os painéis solares que garante um melhor aproveitamento da luz e, assim, uma maior produção de energia. Semelhante a uma pequena planta, o invento do menino aumenta a eficiência do mecanismo entre 20% a 50%.
Aidan Dwyer (Foto: Reprodução)
Instigado pelo mecanismo utilizado pelas árvores para absorver luz solar, Dwyer teve uma ideia que lhe rendeu o prêmio de Jovem Naturalista, concedido pelo Museu Americano de História Natural. A atual maneira de gerar energia através da luz do sol consiste em arranjar os painés solares horizontalmente, ao contrário do sistema bolado pela própria natureza. Após estudar durante algum tempo, o menino decidiu montar em um suporte vertical pequenos painéis, de forma que estes ficassem organizados como folhas em galhos. E funcionou.
Árvore-solar (Foto: Reprodução)
Os testes realizados com o experimento mostram que, comparado ao mecanismo original, a árvore-solar de Dwyer é muito mais eficiente. Inclusive em épocas de menor incidência solar, tais como o inverno, a novidade leva a melhor. Além disso, o sistema, justamente por ser vertical, não é "enterrado" pela neve e também é menos prejudicado pela chuva.
O menino, ao explicar o funcionamento do seu modelo, ainda ressaltou outra vantagem: para ambientes urbanos, que carecem de espaço, ele é ideal. Além do que, acrescentou, a semelhança com uma árvore torna tudo ainda mais bacana.
Resta saber se existirão empresas interessadas em replicar a ideia em escala maior. Por enquanto, os modelos do menino têm se saído muitíssimo bem. O mais interessante é que o projeto de Aidan Dwyer não foi feito para uma grande feira internacional, mas sim para a feira de ciências da escola. Aos 13 anos, esse pequeno inventor já conta com diversos entusiastas e alguma notoriedade ao redor do mundo.
Isadora Díaz
Via SlashGear
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Cientistas bloqueiam o hormônio da fome para frear a obesidade.
Cientistas podem ter descoberto um importante recurso para frear a epidemia de obesidade. Eles conseguiram desenvolver uma droga capaz de bloquear, em camundongos, a ação da grelina, o hormônio responsável pela sensação da fome, entre outras funções. O fármaco, ainda experimental, aumentou a tolerância dos roedores à glicose e desacelerou o ganho de peso, sem que fosse necessário reduzir o consumo de alimentos. O estudo, publicado na revista "Science", sugere que a droga afeta o metabolismo em vez do apetite.
A pesquisa, realizada nos Estados Unidos, abre um novo campo na luta contra o excesso de peso. De acordo com o o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse problema já atinge metade da população adulta do país, uma em cada três crianças (na faixa de 5 a 9 anos) e um quinto dos adolescentes.
Médicos já sabiam que níveis de grelina no sangue ficam mais baixos logo depois que a pessoa come e se elevam gradualmente durante o jejum. Eles também são mais elevados nas pessoas magras. Agora, um grupo de cientistas liderados por Brad Barnett, da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore, descobriu uma forma de interferir na ação desse hormônio da fome.
Para agir, a grelina depende da presença de uma enzima chamada aciltransferasa-O-grelina (GOAT, na sigla em inglês). A equipe de Barnett criou o composto GO-CoA-Tat, que inibe a GOAT e, portanto, a grelina. A substância foi injetada em camundongos que receberam dietas ricas em gorduras. Resultado: os animais deixaram de ganhar peso.
Por enquanto, trata-se de um protocolo de pesquisa, e foi necessário aplicar várias injeções de GO-CoA-Tat nos roedores. Os autores ainda não sabem se conseguirão produzir um fármaco com essa ação específica. Mesmo assim estão otimistas.
A pesquisa, realizada nos Estados Unidos, abre um novo campo na luta contra o excesso de peso. De acordo com o o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), esse problema já atinge metade da população adulta do país, uma em cada três crianças (na faixa de 5 a 9 anos) e um quinto dos adolescentes.
Médicos já sabiam que níveis de grelina no sangue ficam mais baixos logo depois que a pessoa come e se elevam gradualmente durante o jejum. Eles também são mais elevados nas pessoas magras. Agora, um grupo de cientistas liderados por Brad Barnett, da Universidade Johns Hopkins, em Baltimore, descobriu uma forma de interferir na ação desse hormônio da fome.
Para agir, a grelina depende da presença de uma enzima chamada aciltransferasa-O-grelina (GOAT, na sigla em inglês). A equipe de Barnett criou o composto GO-CoA-Tat, que inibe a GOAT e, portanto, a grelina. A substância foi injetada em camundongos que receberam dietas ricas em gorduras. Resultado: os animais deixaram de ganhar peso.
Por enquanto, trata-se de um protocolo de pesquisa, e foi necessário aplicar várias injeções de GO-CoA-Tat nos roedores. Os autores ainda não sabem se conseguirão produzir um fármaco com essa ação específica. Mesmo assim estão otimistas.
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terça-feira, 24 de agosto de 2010
Cientistas identificam proteína capaz de destruir HIV em macacos
'TRIM 5 alfa' pode ser base de tratamento contra vírus em humanos. Estudo foi focado em aminoácidos capazes de garantir imunidade
Já faz mais de 25 anos desde que os cientistas descobriram o HIV, o retrovírus responsável por causar a AIDS. Desde então, houve avanços no tratamento que ajudam a retardar a propagação do vírus, prometendo levar a pará-lo completamente, mas ainda sem a cura. Agora, Os cientistas chegaram a uma descoberta potencial: identificaram um dos principais componentes "da TRIM5-alfa, uma proteína natural que" em massa " destrói o vírus em macacos rhesus.
"A descoberta pode levar a novos tratamentos baseados TRIM5a que nocautear HIV em humanos", o pesquisador Edward M. Campbell, PhD, Universidade da Loyola University Health System , disse em um comunicado de imprensa.
No organismo dos primatas, o composto é responsável por prender e dizimar o vírus. Os homens também possuem uma versão da proteína, porém ineficaz para combater o agente responsável pela Aids.
"Ao continuar a estreitar sua busca, os cientistas esperam identificar um aminoácido, ou uma combinação de aminoácidos, que permitam TRIM5a a destruir o HIV. Uma vez que estes aminoácidos essenciais são identificadas, seria possível alterar geneticamente TRIM5a para torná-lo mais eficaz em seres humanos. Além disso, uma melhor compreensão do mecanismo de ação pode possibilitar o desenvolvimento de drogas que imitam a ação TRIM5a."
A TRIM5 alfa é composta por quase 500 aminoácidos. Seis deles, localizados em uma região pouco estudada do composto, foram identificados pelo trabalho da Universidade Loyola de Chigago como cruciais para a função de inibir o corpo de infecções virais. Quando alterados em células humanas, a proteína alfa perdeu sua capacidade de atacar o HIV.
A pesquisa foi feita em uma cultura de células, sem uso de seres vivos. O estudo será tema da edição de setembro da revista Virology.
Para detectar a reação com o HIV, os cientistas da Universidade Loyola atrelaram proteínas fluorescentes a TRIM5, permitindo destacar as interações microscópicas. A prática é comum nas pesquisas mais recentes envolvendo a proteína e o vírus.
A eficiência da TRIM5 alfa em macacos é conhecida desde 2004, porém a pesquisa liderada por Edward M. Campbell abre a possibilidade de saber exatamente quais mecanismos da proteína são responsáveis por destruir o HIV.
É um passo fundamental para conhecer como este efeito pode ser reproduzido em homens, seja pela manipulação da proteína no organismo dos humanos ou pela produção de compostos que simulem a ação da TRIM5 alfa.
Do G1 e outros
Já faz mais de 25 anos desde que os cientistas descobriram o HIV, o retrovírus responsável por causar a AIDS. Desde então, houve avanços no tratamento que ajudam a retardar a propagação do vírus, prometendo levar a pará-lo completamente, mas ainda sem a cura. Agora, Os cientistas chegaram a uma descoberta potencial: identificaram um dos principais componentes "da TRIM5-alfa, uma proteína natural que" em massa " destrói o vírus em macacos rhesus.
"A descoberta pode levar a novos tratamentos baseados TRIM5a que nocautear HIV em humanos", o pesquisador Edward M. Campbell, PhD, Universidade da Loyola University Health System , disse em um comunicado de imprensa.
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Proteína chamada TRIM5 alfa, capaz de destruir o HIV em macacos resus. |
"Ao continuar a estreitar sua busca, os cientistas esperam identificar um aminoácido, ou uma combinação de aminoácidos, que permitam TRIM5a a destruir o HIV. Uma vez que estes aminoácidos essenciais são identificadas, seria possível alterar geneticamente TRIM5a para torná-lo mais eficaz em seres humanos. Além disso, uma melhor compreensão do mecanismo de ação pode possibilitar o desenvolvimento de drogas que imitam a ação TRIM5a."
A TRIM5 alfa é composta por quase 500 aminoácidos. Seis deles, localizados em uma região pouco estudada do composto, foram identificados pelo trabalho da Universidade Loyola de Chigago como cruciais para a função de inibir o corpo de infecções virais. Quando alterados em células humanas, a proteína alfa perdeu sua capacidade de atacar o HIV.
A pesquisa foi feita em uma cultura de células, sem uso de seres vivos. O estudo será tema da edição de setembro da revista Virology.
Para detectar a reação com o HIV, os cientistas da Universidade Loyola atrelaram proteínas fluorescentes a TRIM5, permitindo destacar as interações microscópicas. A prática é comum nas pesquisas mais recentes envolvendo a proteína e o vírus.
A eficiência da TRIM5 alfa em macacos é conhecida desde 2004, porém a pesquisa liderada por Edward M. Campbell abre a possibilidade de saber exatamente quais mecanismos da proteína são responsáveis por destruir o HIV.
É um passo fundamental para conhecer como este efeito pode ser reproduzido em homens, seja pela manipulação da proteína no organismo dos humanos ou pela produção de compostos que simulem a ação da TRIM5 alfa.
Do G1 e outros
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