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domingo, 16 de março de 2014

8 Mitos mortais sobre o Estresse

8 Mitos mortais sobre o Estresse
Aqui estão 8 mitos comuns sobre o estresse.


Existem muitos mitos sobre o estresse que nos impede de viver mais tempo, mais feliz e uma vida mais saudável. Aqui estão oito dos mais comuns:

1. O estresse vem de suas circunstâncias. Isto parece verdadeiro, assim como a Terra parece plana, mas o estresse realmente vem dos pensamentos que você tem sobre suas circunstâncias, não as próprias circunstâncias. É por isso que as pessoas têm diferentes reações emocionais a mesma situação.

2. O estresse é um motivador. Precisamos distinguir entre estresse e estimulação. Tendo prazos, estabelecendo metas , e empurrando-se para realizar a capacidade são estimulantes. O stress é quando você está ansioso, triste, ou frustrado, o que reduz drasticamente a sua capacidade de executar. As pessoas que fazer as coisas sob estresse estão tendo sucesso, apesar de seu esforço, não por causa dele.

3. Algum estresse é bom para você. Outro mito popular, inicialmente criado pelo Dr. Hans Selye, o fundador do conceito de estresse moderno. Selye descobriu que atividades como esportes e sexo também produziam um aumento de hormônios no estresse , então ele promoveu a idéia de bom estresse. Contudo, a pesquisa, em seguida, se mostrou que o estresse contribui para 75% a 90% de condições médicas, incluindo as seis principais causas de morte. A estimulação é boa para você (veja  nº 2 acima). O estresse não é.

4. Sem estresse em sua vida, você poderia apenas sentar e babar. Algumas pessoas estão tão acostumados a sofrer de estresse que não se lembram de como era a vida sem ele. Mas olhe para as crianças. Eles experimentam muito pouco estresse, ainda tem muita energia para explorar seus interesses. O mesmo pode ser verdade para os adultos, mesmo com as responsabilidades que temos.

5. A melhor maneira de lidar com o estresse é exercitar, respirar e relaxar. Lembre-se que o estresse não vem do que está acontecendo em sua vida. Ela vem de seus pensamentos sobre o que está acontecendo em sua vida. Popular "estresse de gestão ferramentas "aliviam os efeitos do estresse, mas não a causa, de modo que o estresse retorna novamente e novamente. Uma abordagem mais eficaz a longo prazo envolve aprender a pensar de forma diferente sobre situações desafiadoras para que o estresse não seja mais produzido.

6. O estresse é uma escolha. Estresse é um subproduto do subconsciente e crenças que você tem sobre o mundo. Você não pode optar por não acreditar em algo. Você acredita que é porque você acha que é verdade. Para eliminar o estresse, você deve aprender a desafiar essas crenças, de modo que você as veja de forma diferente. Isso não é uma função de escolha. É uma função de insight.

7. O estresse é inevitável. Procure algo que não te incomoda e que pertuba as outras pessoas (o medo das alturas, dirigir rápido, voar). Pessoas que sofrem de estresse nessas situações pode-se dizer que é inevitável, porque não podem imaginar não sentir estresse, mas você sabe que isso não é assim. Suas emoções vêm de suas crenças. O mesmo é verdadeiro para o que está estressando você agora (dinheiro, saúde, trabalho, etc.) É perfeitamente possível pensar de forma diferente e não experimentar estresse em sua vida, por mais improvável que isso pareça. Isso só exige uma abordagem diferente.

8. O estresse não é um grande negócio. A palavra "estresse" às vezes é confinado a ansiedade sobre os prazos, mas na verdade é muito maior. Cada momento de frustração que você tem sobre o seu trabalho, todos os pontos de atrito em seus relacionamentos no trabalho e em casa, cada medo ou preocupação que você tem sobre o dinheiro, sua saúde, e para o futuro, essencialmente, a soma total de todas as emoções negativas em sua vida, a partir do momento que você começa até o momento em que você se deitar, é o estresse. Para a maioria dos indivíduos, é um negócio muito grande.

Nós hesitamos em admitir o quão grande ele é por causa dos mitos acima, que são tecidas firmemente em nossa cultura e nos impedem de lidar com o estresse de forma mais eficaz. Mas com um pouco de aplicação, qualquer pessoa pode aprender a verdade sobre como o estresse funciona e, em vez de simplesmente administrá-lo, começar a eliminá-lo.

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Publicado em 25 de maio de 2010 por Andrew Bernstein em The Myth of Estresse


Andrew Bernstein é o fundador da ActivInsight , um processo que está mudando a forma como os indivíduos e as organizações compreendem o estresse e resiliência . Seu novo livro, O Mito do Estresse, revela que o estresse realmente vem e como transformar rapidamente problemas como relacionamentos, perda de peso, dinheiro, sucesso, desgosto, divórcio e muito mais.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Truques simples para acabar com o o estresse e aliviar a ansiedade

Não dá para evitar: a vida moderna causa estresse e ansiedade. Coisas importantes como a insegurança no emprego, ou pequenas como uma pia entupida, vão se amontoando e os níveis de ansiedade vão aumentando, e vão mudando o cérebro das pessoas.


Agora, pesquisadores dizem que podemos treinar o cérebro para ser menos ansioso, com uma terapia comportamental-cognitiva (TCC), um conjunto de técnicas que ajudam a mudar a nossa massa cinzenta, literalmente.
A TCC é centralizada na ideia que podemos nos libertar de angústias se nos tornamos conscientes de nossa forma distorcida de ver as situações, particularmente as estressantes, ajustando desta forma nosso comportamento.
E a história de mudar o cérebro não é brincadeira: um levantamento em 2012 apontou que a TCC aumenta o córtex prefrontal – a parte do cérebro associada com a ponderação e as decisões – e diminui o tamanho da amídala, a região associada com o estresse e o medo.
É uma maneira de recuperar controle da própria vida, mudando não só a maneira de pensar, mas a própria estrutura do cérebro. Você pode tentar uma TCC com as técnicas abaixo, ou então consultando com um terapeuta especializado, e quanto mais incorporar estas técnicas ao seu dia-a-dia, melhor vai enfrentar os pensamentos ansiosos.
Experimente as técnicas, repita as que funcionam melhor para você, e em duas semanas você provavelmente vai se perceber alguém mais calmo e feliz:
  • Fique calmo, preocupe-se depois: a maior parte das ansiedades nascem de uma impressão de urgência que em 85% das vezes não é justificada. Escreva o que te preocupa, e então não olhe para estas notas por três a cinco horas. Quando você retornar às anotações, provavelmente o problema não vai mais parecer tão preocupante, e você vai estar em melhor condiçẽos de considerar ações produtivas.
  • Pense pequeno: algumas vezes as ansiedades crescem a tamanhos épicos, como quando pensamos “nunca vou me livrar de minhas dívidas!”. Adote uma abordagem de pensar pequeno, um passo de cada vez. Você pode não pagar todas as dívidas agora, mas pode diminui-las um pouco a cada mês.
  • Tenha uma conversa produtiva consigo mesmo: escreva ou diga em voz alta as maneiras com que você lida com uma situação, como “eu geralmente faço as coisas sozinhas”, ou “eu sei pedir ajuda”. Lembre a si mesmo de como você é capaz.
  • Deixe o George Clooney ajudar: imagine o problema de uma perspectiva externa. O que o teu melhor amigo – ou celebridade favorita – diria? Conjure a voz daquela pessoa para te guiar em direção à calmaria.
  • Use seus sentidos:
--> a atenção plena, uma prática que foca nosso cérebro no presente, é tão antiga quanto Buda, mas está se tornando bastante popular. Da mesma forma que a TCC, ela condiciona a mente para ser mais resistente ao estresse, diminuindo o cortisol, que está relacionado ao estresse, e aumentando as conexões dos neurônios na parte do cérebro que controla as emoções.
Quando estamos ansiosos, nossos pensamentos dificilmente estão no presente; ruminamos erros passados, ou nos preocupamos com consequências futuras. Prestar atenção no que você está vendo, ouvindo, cheirando e sentindo foca a mente novamente no presente.
Quanto mais você praticar a atenção plena, melhor equipado estará para enfrentar a ansiedade, e a calma retorna mais rapidamente. Experimente este exercício em quatro passos:
  1. Com os olhos fechados, imagine-se o seu entorno como visto de cima.
  2. Qual a sensação do assoalho, do cobertor, ou da cadeira? Como está a temperatura na sala?
  3. Quais são os sons que você ouve? Talvez algum aparelho elétrico esteja zumbindo ou algumas árvores estejam farfalhando.
  4. Agora preste atenção em tudo isto ao mesmo tempo.
Difícil? Este é o ponto – preencher a mente com o presente. Quando sua mente começar a divagar, traga-a de volta usando os sentidos. A serenidade pode ser o prêmio.[CNN]


Dicas anti-estresse

O estresse é um mal típico do mundo moderno, da vida agitada e cheia de tensões. Vai muito além de um simples cansaço físico e mental.

É causado pela ação de defesas orgânicas decorrentes de estímulos físicos, psicológicos ou psicossociais.
Constitui uma adaptação do organismo e produz uma sucessão de transformações físicas e químicas acionadas pelo sistema nervoso. Assim, o comportamento e a saúde são influenciados pela forma como lidamos com os agentes estressantes.
Esses agentes podem ter origem em estímulos diversos - uma diminuição de temperatura, trânsito congestionado, falta de dinheiro, uma reunião social ou de trabalho - que force o organismo a uma reação. Situações antagônicas, como o casamento ou a separação, também podem ser fatores estressantes.
O estresse pode provocar desde uma simples dor de cabeça até um infarto. Por outro lado, pode ser positivo quando nos ajuda a atingir um alto índice de eficiência. Algumas pessoas realizam melhor o seu trabalho quando estão sob pressão. Ao alcançar seus objetivos conseguem relaxar, e isso produz um aumento das reservas físicas e emocionais que serão utilizadas em outros desafios.
O estresse é negativo quando a pessoa permanece ligada e não consegue relaxar mesmo após ter vencido os desafios. Os efeitos do estresse comprometem a saúde, a qualidade de vida e os momentos felizes. Por isso é fundamental encontrar uma
saída, aprendendo a gerenciar os fatores estressantes.
Dica 1 - A falta de tempo pode exercer pressões que produzem estresse. A preocupação em fazer o dia render, diminuindo os intervalos entre os compromissos, é um fator comum de estresse na vida moderna. É necessário programar melhor as atividades, marcando os compromissos em horários não muito próximos, com tempo suficiente para enfrentar possíveis imprevistos sem desesperar. Estabelecer prioridades e respeitar o planejamento estabelecido para o dia tem um bom efeito para o controle do estresse.
Dica 2 - A competição é um dos grandes estímulos para a sociedade e para o indivíduo. Devemos lutar por nossos objetivos e sonhos, porém sem o desgaste de comparar as conquistas e perdas pessoais com as dos outros. É importante não confundir competição com competência. Competência é querer fazer bem aquilo que se faz e competição é desejar ser melhor do que os outros.
Dica 3 - A essência da qualidade de vida e da felicidade está na relação afetiva com os outros, todos aqueles com que convivemos. Ser aceito e querido é muito importante para diminuir os efeitos nocivos do estresse. Assumir novas posturas diante das pessoas pode ser a chave para estabelecer laços afetivos saudáveis.
Dica 4 - Atividades físicas regulares ajudam a combater fatores de risco à saúde, facilitam a descarga de tensões, proporcionam relaxamento e diminuem o estresse. Não é necessário treinar para ser atleta e sim procurar um estilo de vida mais ativo, exercitar-se sempre que possível. Este é um fator fundamental no combate ao estresse. Segundo os cardiologistas, trinta minutos diários são suficientes para condicionar o organismo e trazer benefícios à saúde. Basta vencer a inércia. Depois de começar, fica difícil imaginar a vida sem atividade física.
Cada um de nós reage de maneira diferente diante das diversas fontes de tensões. Quanto maior o auto-conhecimento, maior a probabilidade de dar respostas eficazes às situações geradoras de tensão. É indispensável aumentar as formas viáveis e saudáveis de lidar com o estresse, já que ele sempre estará presente na nossa vida.
Por:
Flávia Leão Fernandes
CRP 06/68043 Psicóloga clínica, Mestre em Psicologia pela Universidade de Londres, Inglaterra e especialista em Psicologia Hospitalar com enfoque em obesidade.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Estresse pode reduzir número de meninos

Estresse pode reduzir número de meninos
Tensão em grávidas diminuiu número de meninos nascidos em relação ao de garota


O estresse entre o segundo e o terceiro meses de gravidez pode aumentar o risco de partos prematuros e afetar a proporção de meninos nascidos, diz estudo publicado sobre o efeito da tensão causada pelo terremoto de 7,9 graus na escala Richter que aconteceu em Tarapacá, no Chile, em 2005.

Segundo as autoras, embora já se conhecesse o efeito do estresse na duração da gravidez, até agora nenhuma pesquisa tinha examinado como o momento no qual aconteceu a tensão afetava a proporção de meninos e meninas nascidos.

O estudo, financiado pela Fundação Nacional de Ciência (NSF) e o Instituto Nacional de Saúde (NIH), ambos dos EUA, foi publicado na edição digital da revista "Human Reproduction".

As professoras Florencia Torche e Karine Kleinhaus, da Universidade de Nova York, analisaram os certificados de nascimento dos bebês nascidos no Chile entre 2004 e 2006 para determinar sexo, peso, estatura e idade gestacional das mais de 600 mil crianças dadas à luz nesse período.

Para as pesquisadoras, as gestações foram mais curtas em mulheres que experimentaram o sismo de maneira mais severa durante o segundo e o terceiro meses da gravidez. Essas mulheres também tiveram um maior risco de parto prematuro, ou seja, aquele que ocorre antes de 37 semanas de gravidez.

Os nascimentos de meninos também diminuíram com relação ao de meninas. Os resultados da pesquisa mostram uma diminuição de 5,8%, o que se traduziria em uma proporção de 45 nascimentos de meninos a cada 100 crianças.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Controle os nervos e o peso. O estresse favorece a liberação de adrenalina e cortisol, hormônios que aumentam a fome

Controle os nervos e o peso 
O estresse favorece a liberação de adrenalina e cortisol, hormônios que aumentam a fome

 foto: Divulgação
 Ficar nervosa com a fechada que levou no trânsito talvez seja a razão pela qual você não emagrece. Isso porque o estresse favorece a liberação de adrenalina e cortisol, hormônios que aumentam a fome. O equilíbrio emocional evita os ataques à geladeira e a compulsão alimentar. Pesquisa mostrou que mulheres que praticaram meditação e imaginaram que emagreceriam perderam 2,5kg em dez semanas.



A Gazeta

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Casamento: estresse matrimonial pode ser ainda mais negativo para a sua saúde do que o estresse por motivos profissionais.

Seu casamento está te deixando doente?
Um novo estudo da Universidade de Ohio mostrou o quanto pode ser fisicamente desgastante discutir com seu cônjuge. Os pesquisadores analisaram 37 casais – primeiramente eles os observaram conversando normalmente e fizeram pequenos cortes nos braços deles. Depois de 12 dias os casais voltaram.



Os cientistas perceberam que as feridas curavam-se mais rapidamente naqueles casais que tinham melhores habilidades de comunicação entre si.

Mas porque isso acontece? Os pesquisadores acreditam que tenha algo a ver com a oxitocina – um hormônio protetor. E nos casais com melhor comunicação o nível de oxitocina no sangue eram realmente maiores.

Especialistas acham que o stress matrimonial pode ser ainda mais negativo para a sua saúde do que o stress por motivos profissionais.

Mas ter um casamento feliz e saudável pode não ser tão simples. Selecionamos algumas dicas de especialistas que podem ajudar a manter seu relacionamento e sua saúde em perfeito estado:



Você come direito, se exercita regularmente e sempre faz exames preventivos. E de repente você está doente! Talvez haja uma coisa que você ainda não tenha se habituado a fazer: manter um relacionamento saudável e conversar com seu marido ou com sua esposa.

1. Argumente bem:
Nas brigas, o que realmente importa não é a briga em si, mas a qualidade dos argumentos usados. Por exemplo, se você, moça, quer ajuda na cozinha não deve dizer “odeio o quanto você é preguiçoso e nunca me ajuda”, mas sim “acho que poderíamos aprender a trabalhar juntos na cozinha”. A mesma coisa serve para os rapazes em outras situações.

2. Sua esposa ou seu marido é irritante – agüente a parada:
Segundo especialistas que observaram relacionamentos duradouros, as pessoas com vida amorosa bem-sucedida não tentam mudar hábitos irritantes do parceiro, mas aprendem a tolerá-los. Então se você está irritado porque seu companheiro (a) enfia revistas e livros em todos os cantos da casa, em vez de achar isso um hábito ridículo pode pensar que isso indica que ele/ela é uma pessoa curiosa e culta.

3. Não grite com quem grita com você:
Ok, você se casou com uma pessoa que grita durante as brigas. A grande solução é não gritar de volta. Se a pessoa também não baixar o tom, responda em uma voz calma que só irá conversar se for em um tom normal.

4. Limite as fofocas:
Estudos mostram que, quando você conta para seus amigos de uma briga que teve com o parceiro, a resposta tende a ser, claro, favorável para você e extremamente desfavorável para o outro (comentários do tipo “mas ele é um irresponsável” ou “ela é muito carente” são comuns). Só que eles o deixam ainda com mais raiva do outro e não ajudam a resolver a briga. Então evite comentar sobre suas brigas conjugais com seus amigos.

5. Lembre-se dos bons momentos:
Mesmo em casamentos estressantes há bons momentos – ou então você não estaria casado, certo? Como esses momentos ocorreram? O que você fez para criar a situação? Essas lembranças podem fornecer dicas preciosas para superar alguma desavença. [CNN]

Não deixe o stress prejudicar o seu casamento

O estresse é um fato da vida. Nós todos suportamos o estresse e quando o estresse é permitido - pode perturbar seriamente o casamento. Como você pode ajudar a manter o estresse sem ferir seu relacionamento?

Use algumas das seguintes dicas:

  1. Tome tempo para descomprimir
  2. Ambos devem devem Reclamar
  3. Descubra o que perturbar o seu parceiro
  4. Reconheça que você atende os eStresse Diferentemente
  5. Não tome isso pessoalmente
  6. Pergunte o que você tanto precisa
  7. Perdoe-se
  8. Perdoe o seu parceiro


Ao tomar o tempo para descomprimir, você está tirando uma folga de um dia ruim antes de falar com seu cônjuge. Tendo este período pode acalmar e pode ajudar a evitar uma discussão desnecessária. Ambos devem ser autorizados a reclamar, porque ela pode ajudá-lo tanto para desabafar. Reclamando seus problemas diários pode deixá-lo fora e oferece o seu cônjuge com o momento de ser solidário. Vocês dois têm isso.


Falando uns aos outros sobre seus sucessos e decepções podem não só desabafar, mas também permitir que você descubra o que perturbar o seu parceiro. Você pode ajudar uns aos outros através da escuta, oferecendo conselhos se solicitado, mas também evitar suposições. Seu parceiro pode não ter nenhuma idéia que você está tão frustrado com suas crianças que você começou a pensar em si mesmo como um mau pai. Eles não podem ajudá-lo se eles não sabem o que está acontecendo.

Você precisa reconhecer que lidar tanto com o stress de forma diferente. Entendendo que você pode ajudá-lo a não ter seu tratamento de estresse pessoalmente. Não é importante quem é o melhor caminho, é sobre o que funciona para você. Também é importante não levar suas questões pessoais. Seu marido pode ressentir-se o seu trabalho e não é culpa sua. Você pode ressentir-se das pressões de funcionamento dos filhos por toda a cidade e não é culpa dele. Mas você tanto precisa entender isso.

Se você perguntar para o que você precisa, é uma chance melhor de conseguir isso. Se eu preciso de meu marido para me informar sua agenda, não é porque eu estou olhando na cara dele - é porque eu preciso planejar com antecedência. Isso me ajuda a equilibrar o meu dia. Ele entende isso. Ele precisa de mim para ser um pouco menos rígidas para que eu possa segurá-lo quando muda sua programação de forma inesperada. Um telefonema pode satisfazer ambos.

Finalmente, é importante que você quer perdoar uns aos outros e a si mesmos. Você não está perfeito. Eles não são perfeitos. Um monte de casos pouco pode explodir em um casamento, por exemplo, se você for sair para mais um dia juntos e você se esqueceu de uma lista. Não deixe que ele coma o seu dia, fazer um jogo para trabalhar em conjunto para se lembrar do que estava sobre ele. Não deixe seu dia ser arruinada - perdoar a si mesmo ou seu cônjuge, se esqueceu.

sábado, 2 de outubro de 2010

Longe de um ataque de nervos

O que fazer quando sua tranquilidade está por um fio


Numa discussão ou até no trânsito são inúmeros os casos de pessoas perdem a cabeça e, por conta do estresse, acabam exagerando nas reações, com insultos e até com agressões. É o que muita gente chama de momento explosivo ou dia de fúria. Muitos apresentam os sintomas que preveem essa explosão, mas nem sempre prestam atenção no que eles querem dizer.

Nesta semana, o professor da Universidade Federal do Espírito Santo, Victor Gentilli, jogou seu notebook no chão, atingindo uma aluna e até virou uma mesa, depois de discussão com os alunos, situação que pode ter sido motivada por um pico de estresse.

Mas o que pode levar a esse tipo de situação? O estresse é produzido em situações nas quais se tem um problema para ser resolvido. Ele prepara a pessoa para para uma ação e pode ser bom ou ruim. Quando uma situação é maior do que a pessoa pode enfrentar ou quando as ferramentas que ela utiliza para resolver os problemas não funcionam mais, o estresse pode se tornar prejudicial, como explica o psicólogo Felipe Pimentel.

"Imagine um professor que utiliza a mesma ferramenta há 20 anos para resolver os problemas em sala de aula. Chega uma hora que ela não funciona mais. Ou ele se renova e se adapta a outras alternativas ou ele vai se estressar, com o risco de ter uma dessas explosões", ressalta Pimentel.

As doenças físicas, a depressão, a limitação financeira e a falta de habilidade social para resolver conflitos podem propiciar esse tipo de reação. Mas algumas profissões já são tidas, por si só, como as mais "estressantes". O policial, o professor, o enfermeiro e o médico são exemplos de profissionais que convivem, diariamente, com situações que exigem enfrentamento constante, o que gera o estresse.

Pimentel lembra, porém, que pequenas mudanças na rotina podem ajudar a evitar uma explosão. Momentos destinados ao lazer, à prática de atividades físicas são algumas das medidas. Uma alimentação saudável também é outro aliado de quem quer se ver longe de um pico de estresse. Se a situação já está fora de controle, no entanto, talvez seja a hora de buscar ajuda profissional.

Longe de um ataque de nervos
Sinais físicos


Observe se você tem estafa frequente, se se sente desgastado e se doenças corriqueiras começaram a surgir, por conta do enfraquecimento do sistema imunológico

Sinais emocionais 

Raiva, irritação, impaciência e desânimo frequentemente podem ser sinais de que o estresse não está sendo benéfico à pessoa

Sinais comportamentais

Maior agressividade e intolerância é um sinal de que você pode estar muito estressado. Em algumas pessoas, no entanto, isso pode acontecer de forma contrária, com a retração social, e o isolamento

Prevenção

Evite. Para evitar que você chegue ao extremo, pratique exercícios físicos e tenha uma alimentação saudável. Não se esqueça de tirar um tempo durante a semana para o lazer, para cuidar de si. Dormir bem também ajuda a pessoa estar sempre de bem com a vida e evitar os ataques de estresse. Mas se a situação já fugiu do controle, procure um médico

Eles também perderam a cabeça...

Britney Spears. A cantora ficou tão nervosa com o assédio dos paparazzi, em 2007, que, com os cabelos raspados, atacou um deles quebrando o vidro do seu carro com um guarda chuva

Mike Tyson. 
Em 28 de junho de 1997, o lutador Mike Tyson mordeu a orelha do também lutador Evander Holyfield, na luta que chegou a ser chamada de combate do século. Tyson afirmou que só fez aquilo em resposta a repetidas cabeçadas que vinha recebendo de Holyfield

Neymar. 
Nos últimos meses, o atacante do Santos se envolveu em diversas polêmicas pelo seu comportamento dentro e fora do campo. A última delas foi a queda de braço com o técnico Dorival Júnior, que terminou com a demissão do treinador do clube. O atacante teria xingado Júnior por não ser escalado para bater um pênalti que sofreu

Zidane. 
O jogador de futebol francês Zinedine Zidane deu uma cabeçada no italiano Marco Materazzi, na final da Copa do Mundo de 2006, na Alemanha. Materazzi teria insultado a mãe de Zidane que estaria doente

Outro caso. 
Em outubro de 2008, o promotor de eventos Adriano Matias, desesperado, pagou um frete e levou a geladeira que havia comprado em uma loja no Centro de Vitória para a porta do estabelecimento. Revoltado com os problemas apresentados pelo equipamento, e depois de várias trocas e consertos, Adriano resolveu destruir a geladeira em plena Avenida Princesa Isabel, a golpes de picareta

Você explode com facilidade?

"Grito com a janela fechada" 


Sou explosivo demais, me aborreço com muita facilidade, principalmente no trânsito. Mas evito brigar e, por isso, quando estou muito irritado, fecho a janela do automóvel, grito e xingo todo mundo. Ninguém me ouve e eu me alivio do momento de tensão. Eu sei que se não me controlar, as consequências dos meus atos serão minhas. Por isso sempre tenho a atenção para não extrapolar."

"Sou estourado, mas me controlo"
Sou um pouco ?estourado?, mas tento me segurar. Prefiro, por exemplo, quando fico muito irritado, xingar muito e gritar sozinho, comigo mesmo. É melhor do que chegar ao extremo e agredir alguém, brigar à toa. Em fila de banco, quem nunca quis ter um daqueles momentos de fúria? Mas a gente sabe que não pode fazer isso, porque a situação fica ruim para a gente depois."

"Quebro o que tiver na frente"
Me estresso muito facilmente quando pisam no meu calo e acabo perdendo a cabeça. Gosto de quebrar coisas, o que estiver na minha frente. Jogo tudo na parede, no chão, em cima das pessoas. O controle remoto da TV, por exemplo, já foi arremessado várias vezes. Fico assim, geralmente, depois de uma discussão que me faz perder a calma. É ruim, mas não consigo controlar essa explosão."


A GAZETA - Melina Mantovani