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terça-feira, 29 de novembro de 2011

Flagra de sexo de alunos em biblioteca faz faculade britânica restringir acesso dos estudantes

Faculdade britânica restringe acesso a biblioteca após flagra de sexo
Para reitora, biblioteca não estava sendo tratada com respeito.
Dois estudantes foram pegos por porteiro fazendo sexo no local.
Alunos foram pegos fazendo sexo em
 biblioteca. (Foto: Reprodução/Oriel.ox.ac.uk)

Após alunos serem flagrados fazendo sexo na biblioteca, uma faculdade em Oxford, no Reino Unido, decidiu restringir o acesso dos estudantes ao horário de expediente, segundo reportagem do jornal estudantil "Cherwell".

A direção da faculdade "Oriel" fez o comunicado aos estudantes através de um e-mail.

A reitora Juliane Kerkhecker afirmou que a biblioteca não estava sendo tratada com o devido respeito. "Isso não é aceitável", afirmou ela.

A decisão veio depois que dois estudantes foram pegos por um porteiro fazendo sexo.


Do G1

terça-feira, 26 de abril de 2011

Professoras da mesma escola são presas por manter relações físicas com dois alunos

Uma delas é acusada de manter relações com dois alunos de 17 anos.
Polícia diz ter achado foto de seios que professora enviou a aluno de 15.


As professoras Bethyl Shepherd (esq.) e Marie
Fisher em imagens divulgadas pela polícia
(Foto: Reprodução)
Duas professoras de uma mesma escola do ensino médio em Sparks, no estado norte-americano de Nevada, foram presas acusadas de ter feito sexo com estudantes. As duas prisões ocorreram com apenas semanas de diferença, segundo o jornal americano “The Weekly Vice”.

Bethyl “Beth” Shepherd, professora de 34 anos da Reed High School foi detida na segunda-feira sob acusação de ter feito sexo com dois estudantes de 17 anos dentro do seu carro particular.

Segundo os investigadores, Shepherd contou que um dos estudantes a forçou a manter relações sexuais. A professora também disse que não houve contato sexual entre ela e o segundo estudante que também estava no veículo.

De acordo com os investigadores, no entanto, a versão da professora contraria os relatos de testemunhas e evidências encontradas durante a investigação.

A professora foi autuada por duas acusações de manter relações sexuais com dois alunos, cuja fiança foi estipulada em US$ 4 mil (cerca de R$ 6,4 mil).

Professora assistente da mesma escola, Mary Fisher, de 21 anos, foi presa em março acusada de manter relações sexuais com um aluno de 15 anos.

A polícia começou a investigar o caso após receber denúncias anônimas sobre a relação da professora com o aluno. Fisher foi presa após a investigação ouvir diversas testemunhas.
Investigadores disseram ter encontrado uma foto de seios nus que teriam sido enviadas pela professora ao aluno.

Fisher foi detida na cadeia do condado de Washoe sob acusação de sedução de menor de 16 anos. Sua fiança foi estipulada em US$ 7 mil (cerca de R$ 11,2 mil).

G1

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Rio: Homem invade escola e mata 11 alunos em Realengo

O Corpo de Bombeiros informou que 12 alunos da Escola municipal Tasso da Silveira, no Rio, morreram na manhã desta quinta-feira após um homem invadir a unidade e disparar diversos tiros. O criminoso também morreu. Há feridos. A escola fica na região de Realengo (zona oeste do Rio) e atende estudantes com idades entre 9 a 14 anos --da 4ª a 9ª série, segundo a Secretaria Municipal da Educação.


O número de mortes foi confirmado pelo coronel Evandro Bezerra, chefe do setor de Relações Públicas do Corpo de Bombeiros.
Luiz Gomes/Futura Press
Pessoas se concentram em frente à Escola municipal Tasso da Silveira após rapaz atirar contra alunos
Pessoas se concentram em frente à Escola municipal Tasso da Silveira após rapaz atirar contra alunos

Segundo a Polícia Militar, o criminoso foi identificado como Wellington Menezes de Oliveira, 24, e seria ex-aluno. Inicialmente, havia a suspeita que o atirador fosse pai de um aluno. O crime ocorreu por volta das 8h30. De acordo com a polícia, o atirador cometeu suicídio em seguida.

Várias das crianças foram levadas de helicópteros do Corpo de Bombeiros para o hospital Albert Schweitzer e demais unidades de emergência do Rio como o hospital Souza Aguiar, no centro. O hospital Albert Schweitzer, em Realengo, hospital mais próximo do local da tragédia, conta com cinco salas de cirurgia.
A escola atende 999 alunos, sendo 400 no período da manhã, de acordo com a secretaria. É grande a movimentação de pessoas ao redor da escola. Muitos pais buscam informações dos filhos.
Veja os maiores ataques em escolas pelo mundo

Um homem invadiu a Escola municipal Tasso da Silveira e disparou diversos tiros na manhã desta quinta-feira, na região de Realengo (zona oeste do Rio). Segundo a GloboNews, oito pessoas morreram. O número de feridos ainda não foi informado --seriam cerca de 20.


Mídia internacional repercute tiroteio em escola no Rio

Ex-aluno invadiu prédio na manhã desta quinta-feira.
Notícia é manchete do site do britânico 'Guardian'.

O tiroteio que matou 13 pessoas em uma escola no Rio de Janeiro na manhã desta quinta-feira (7) foi notícia nos sites dos jornais internacionais.

O portal do britânico 'Guardian' colocou a notícia como manchete por volta das 11h, com o título 'Tiroteio em escola no Rio deixa até 20 crianças mortas'. Segundo a reportagem, assinada pelo correspondente do jornal no Rio, uma testemunha disse ter visto de 15 a 20 crianças mortas na escola Tasso da Silveira.

Os argentinos 'La Nación' e 'Clarín' também deram o principal destaque de seu site para o incidente. No primeiro, o título começa com a chamada: 'Terror no Rio'.

O espanhol 'El País' publicou a reportagem nesta manhã, informando que "Homem no Brasil mata 13 crianças, fere outros 22 e depois dá um tiro na cabeça". A rede árabe 'Al-Jazeera' também noticiou o tiroteio.

Tiroteio
Segundo a polícia, o atirador está incluído no total de mortos. Ao todo, já são 22 pessoas feridas.
O atirador foi identificado pela polícia como Wellington Menezes de Oliveira, de 23 anos. Conhecido na escola por ser ex-aluno, ele teria entrado sob alegação de que iria fazer uma palestra. Segundo a polícia ele usou dois revólveres, que chegou a recarregar várias vezes.

Segundo a polícia, uma equipe da Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRV) passava próximo ao local e foi à escola depois de ver crianças correndo pela rua.

A Polícia divulgou lista de vítimas:
1- Karine Chagas de Oliveira, 14 anos
2- Rafael Pereira da Silva, 14 anos
3- Milena dos Santos Nascimento, 14 anos
4- Mariana Rocha de Souza, 12 anos
5- Larissa dos Santos Atanázio, (aguardando documento)
6- Bianca Rocha Tavares, 13 anos
7- Luiza Paula da Silveira, 14 anos
8- Laryssa Silva Martins, 13 anos
9- Géssica Guedes Pereira (aguardando documento)
10- Samira Pires Ribeiro, 13 anos
11- menina não identificada - aguardando identificação de familiares

Veja outros casos de tiroteios em escolas nos últimos anos pelo mundo:


2010
14 de dezembro, EUA
Um homem armado abriu fogo em uma reunião de um comitê escolar na Cidade Panama, no Estado da Flórida, fazendo com que os espectadores saíssem correndo antes de ele trocar tiros com um segurança e, então, se matar, informou a polícia. Ninguém além do atirador ficou ferido.

08 de outubro, EUA
Um atirador fere duas crianças na escola primária de Carlsbad, na costa norte de San Diego, no Estado da Califórnia. O atirador levava, além da arma de fogo, uma lata de gasolina, um bujão de gás e farta munição. Ele foi detido por dois operários que trabalhavam em uma construção próxima à escola.

28 de setembro, EUA
O estudante de matemática Colton Tooley, 19, abriu fogo com um rifle de assalto no campus da Universidade do Texas, antes de correr para a biblioteca e se suicidar. Ninguém mais ficou ferido, e a polícia não efetuou nenhum disparo.

26 de fevereiro, EUA
Uma professora foi morta a tiros na porta de uma escola primária da cidade de Tacoma, no Estado de Washington. O suspeito esperou a professora durante cerca de duas horas. Quando ela chegou, foi baleada, e o homem fugiu em um carro. Ele foi baleado e morto pela polícia, a cerca de 18 km do local do crime.

24 de fevereiro, EUA
Bruco Strong Eagle Eastwood, 32, começou a atirar durante a saída dos jovens de uma escola em Deer Creek, em Denver, capital do Estado do Colorado. Os estudantes Reagan Weber e Matt Thieu foram atingidos e levados para o hospital. Eastwood, que portava um rifle, foi desarmado por funcionários que monitoravam a saída das crianças e preso.
*
2009
11 de março, Alemanha
Jovem Tim K., 15, invadiu o colégio Albertville de Winnenden, onde matou a tiros nove alunos e três professoras, antes de iniciar uma fuga que se prolongou por horas e na qual matou outras três pessoas. Ele se suicidou na localidade de Wendlingen, quando foi encurralado pela polícia.

23 de janeiro, Bélgica
Homem mata duas crianças e um adulto em ataque a uma creche na Bélgica, na cidade de Dendermonde.
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2008
23 de setembro, Finlândia
O estudante Matti Juhani Saari, 22, abre fogo em uma escola técnica em Kauhajoki, na Finlândia. Nove pessoas morreram.

14 de fevereiro, EUA
Um homem atira dentro de uma sala de aula lotada de estudantes na Universidade de Northern Illinois, perto de Chicago, matando cinco pessoas e ferindo 18. Depois, o homem comete suicídio.

8 de fevereiro, EUA
Uma estudante de enfermagem mata duas mulheres e depois se suicida na frente das colegas de classe na faculdade Louisiana Technical College na cidade de Baton Rouge.
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2007
7 de novembro, Finlândia
O jovem Pekka-Eric Auvinen mata seis colegas, a enfermeira da escola e o diretor e depois se suicida com um revólver na Jokela High School, próxima de Helsinque.

16 de abril, EUA
Armado, o jovem Seung-Hui Cho mata 32 pessoas e fere 15 na Virginia Tech University. Foi a maior chacina em uma universidade americana.
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2006
2 de outubro, EUA
Charles Carl Roberts, um caminhoneiro, ataca uma pequena escola rural na Pensilvânia, atira em dez garotas, matando quatro, e depois se suicida.

29 de setembro, EUA
Um estudante armado com uma pistola calibre 22 e um rifle invade uma escola rural do Condado de Richland, no Wisconsin e dispara várias vezes contra o diretor, ferindo-o gravemente antes de ser detido.

27 de setembro, EUA
Um atirador invade uma sala de aula de uma escola em Bailey, no Colorado, fazendo um grupo de seis alunas reféns. Quando a polícia invade o local, Duane Morrison, 53, mata uma das reféns --uma adolescente de 16 anos-- e, em seguida, se suicida. Segundo a polícia, todas as seis alunas foram molestadas e ao menos duas delas sofreram abusos sexuais.

13 de setembro, Canadá
Kimveer Gill abre fogo na faculdade Dawson College, de Montreal, deixando um estudante morto e 19 feridos. Gill se suicida depois de um confronto com a polícia.

24 de agosto, EUA
Um homem armado invade uma escola primária de Essex, em Vermont (leste dos EUA), matando ao menos duas pessoas --entre elas, um professor-- e ferindo outras três.

21 de março, EUA
Um estudante de 16 anos mata cinco estudantes, um professor e um segurança em uma escola da Reserva Indígena de Minnesota's Red Lake. Ele também matou o avô e uma companheira em outro local da reserva.

14 de janeiro, EUA
Um adolescente morre após ser atingido pela polícia enquanto apontava uma arma de brinquedo em uma escola em Penley, de Winter Springs, Flórida. O aluno trouxe uma arma de brinquedo para a escola e a usou contra colegas e professores, que pensavam ser um revólver de verdade. Ele foi morto por um policial quando apontou a arma para um funcionário da escola.
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2005
8 de novembro, EUA
Um estudante de 14 anos é detido após matar a tiros um assistente de direção e ferir gravemente dois outros funcionários da administração de uma escola do Condado de Campbell, Tennessee (sul dos EUA).

22 de março, EUA
Ao menos sete pessoas morrer e outras 14 ficam feridas em um ataque cometido por um estudante na escola secundária Lake High School de Red Lake, cidade rural localizada no norte do Estado de Minnesota, nos EUA. O atirador se matou logo após o ataque.
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2004
1º de setembro, Tchetchênia
Rebeldes que lutam pela independência da Tchetchênia fazem mais de mil reféns na escola número um na cidade de Beslan. No ataque caótico, 333 deles --sendo ao menos 186 crianças-- são mortos.
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2003
24 de abril, EUA
Um estudante da 8ª série mata a tiros hoje o diretor de sua escola no Estado da Pensilvânia (nordeste dos EUA) e depois se suicida. O tiroteio ocorreu no restaurante da escola, cerca de 15 minutos antes do início das aulas.
*
2002
26 de abril, Alemanha
Em Erfurt, no leste do país, um homem armado abriu fogo depois de dizer que não faria um teste de matemática. No total, morreram 17 pessoas, além do atirador.

Fevereiro, Alemanha
Na cidade de Freising, na região da Bavária, um ex-aluno, expulso da escola de comércio, atira em três pessoas antes de se matar. Um professor ficou ferido.

Janeiro, EUA
Um estudante expulso da faculdade de direito da Appalachian School of Law, em Grundy, no Estado da Virgínia, mata o reitor, um professor e um estudante, e fere outras três pessoas.
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2001
Junho, Japão
Mamoru Takuma, armado com uma faca de cozinha, entra na escola Ikeda Elementary School, perto de Osaka, e mata oito crianças. Ele foi executado em setembro de 2004.

30 de março, EUA
Um estudante de 16 anos é morto a tiros no estacionamento de uma escola em Gary, no Estado de Indiana, por um ex-aluno do mesmo colégio.
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1999
20 de abril, EUA
Dois estudantes matam 12 colegas de escola e uma professora no Colégio Columbine, em Littleton (Colorado), antes de se suicidarem.

Abril, EUA
Dois adolescentes armados matam 12 estudantes e um professor na Columbine High School em Littleton, no Colorado. Depois, cometem suicídio juntos.
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1998
Maio, EUA
Em Springfield, no Estado de Oregon, um estudante abre fogo na Thurston High School matando dois colegas e ferindo 22. Mais tarde, os pais do garoto são encontrados mortos dentro de casa.

Março, EUA
Na escola Westside Middle School, em Jonesboro, no Estado de Arkansas, dois garotos, de 13 e 11 anos, ligam o alarme de incêndio e matam quatro estudantes e uma professora ao saírem da escola.
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1997
Março, Iêmen
Um homem portando um fuzil ataca centenas de alunos em duas escolas em Sanaa, matando seis crianças e dois adultos. Ele foi condenado à morte em 1998.
*
1996
Março, Reino Unido
Um homem armado invade uma escola primária em Dunblane, na Escócia, mata a tiros 16 crianças, uma professora e depois se suicida.


Fontes: Folha e G1

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Professor da Ufes vira a mesa e joga computador em alunos

meramente ilustrativo
Em meio a uma discussão técnica sobre a elaboração de um texto para publicação no jornal No Entanto, do curso de Comunicação da Ufes, alunos do terceiro período foram surpreendidos com uma reação do professor Victor Gentilli, que, segundo eles, arremessou um notebook em direção a turma, e depois quebrou uma mesa do Laboratório de Jornalismo Impresso, do Centro de Artes.

A aluna Victória Varejão Gomes, 19, disse que o notebook atingiu uma de suas pernas, mas que ela não ficou com sequelas. Outra aluna, Marília Nascimento, 20, admitiu que chorou, e que precisou tomar água com açúcar para se acalmar. "Ele saiu da sala depois de jogar o computador no chão e quebrar a mesa, mas voltou em seguida, e ficou sentado, parado, olhando para a turma. Tive medo e saí da sala correndo. Temi pelo que o professor poderia fazer depois de tudo aquilo".

Tudo aconteceu ontem, por volta das 11 horas, durante a realização da aula ministrada por Gentilli, no campus de Goiabeiras, Vitória. Um grupo de alunos procurou a Ouvidoria da universidade e pediu providências.

Segundo esses alunos, e a reação do professor foi originada de uma discussão sobre um texto relacionado à morte de um estudante da universidade, ocorrida neste mês. O rapaz desapareceu durante dias, até seu corpo ser encontrado, em Vila Velha.

Os alunos defendiam que o texto abordasse a mobilização de vários estudantes, na tentativa de localizar o colega, e o afeto dos amigos pelo rapaz. Mas, segundo eles, o professor insistia para que fosse informado que o rapaz cometeu suicídio.

A exceção de um aluno, o restante da turma teria discordado, sob a alegação de que as fontes da matéria não teriam autorizado a divulgação do suicídio, e que o enfoque da reportagem não era esse.

A discussão se alongou por mais de uma hora, e um aluno cobrou de Gentilli o fato de ele ter "sumido" durante três semanas, e por isso causar atraso no cronograma de elaboração de matérias para o jornal. Em seguida, o professor jogou longe o computador e virou, literalmente, a mesa, cujo tampo se soltou.

Segundo alunos, Gentilli faltou a muitas aulas, às vezes comunicando a ausência um dia antes. Uma dessas ausências teria sido causada por uma viagem que ele fez a Bogotá, e sobre a qual avisou aos alunos por e-mail.

Notícia espalhada pelo Twitter
Os alunos não apresentaram, até o início da noite de ontem, um documento protocolado oficial relatando a atitude do professor Victor Gentilli. Somente diante deste documento, será realizada uma reunião no Departamento de Comunicação Social da universidade para a definição de uma Comissão Administrativa para apurar os fatos.

O chefe do departamento afirma ainda que Gentilli deverá apresentar um atestado médico para que seja definido o seu retorno às salas de aula. Mas frisou que o professor não ministrará mais aulas para a turma envolvida no episódio.

A notícia sobre a reação agressiva do professor Victor Gentilli se espalhou rapidamente, ontem, por meio do Twitter como sendo um "barraco na Ufes". E a divulgação, no site de relacionamento da internet, foi feita não só por alunos, mas também por outro professor e colega de Gentilli no departamento de Comunicação da Ufes e vice-diretor do Centro de Artes, Fábio Malini.

Ele alega que retuitou o que alunos já haviam divulgado, depois de ouvir a confirmação do fato por meio do professor Erly Vieira, embora não tenha ouvido Gentilli. "O fato de se retuitar não significa que se deve fazer um processo de perseguição ao professor. Mas evita que as coisas sejam abafadas", argumentou Malini.

O professor afirma que colocou a informação preocupado com a aluna que foi atingida. Mas o tom é de ironia nas mensagens. "O que eu falei no Twitter eu falo abertamente em qualquer lugar", ressalta.

"Nunca tive essa explosão de raiva"
O professor Victor Gentilli alega que teve um momento de grande irritação e que, por isso, jogou o notebook e a mesa no chão. Ele conta que pode ter sido influenciado pelo efeito da medicação que toma para um problema de saúde. O professor ressalta que um médico foi procurado e que, hoje, ele deve ser consultado.

Gentilli ressaltou também que não teve a intenção de atingir a menina com o notebook e que a discussão não tinha relação com nenhum aluno ou com a disciplina. "Eu joguei o notebook em direção ao chão. Não foi para atingir ninguém. Eu nunca tive esse tipo de reação, essa explosão de raiva. Mas eu não sei dizer o que causou isso", relata.

O professor disse que vai pedir desculpa aos alunos e que já entrou em contato com a Ouvidoria da universidade. "Eu errei e peço desculpas. Foi uma falha grave e assumo toda a responsabilidade", afirma Gentili, que disse que retorna às aulas com o parecer do médico. Sobre as faltas relatadas pelos alunos, ele afirmou que faltou uma vez para a viagem para Bogotá e outras por motivos de saúde. Os alunos foram avisados, segundo ele, e todas as aulas são repostas.

"Tive medo e saí da sala correndo. Temi pelo que o professor poderia fazer depois de tudo aquilo" 
Marília Nascimento, aluna de comunicação


"Antigamente o professor jogava bolinha de papel para chamar a atenção de aluno. Hoje, laptop. #professor2.0 #barraconaufes" 
Fábio Mallini, Prof. de Comunicação da Ufes e vice-diretor do Centro de Artes em frase no Twitter




A GAZETA

Claudia Feliz e Melina Mantovani

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Guia estudantil traz anúncio de site erótico e cria polêmica

LONDRES - Causou indignação um anúncio no Guia de Introdução de Estudo, que nas últimas semanas foi distribuído aos calouros nas universidades e faculdades em todo o país. Sob o título "Fazendo o dinheiro com as tentativas Caras" para recrutar estudantes para o trabalho por trás da webcam.

Um guia com informações para estudantes universitários (SI-gids) provocou polêmica na Holanda por trazer um anúncio de um site erótico, segundo reportagem do jornal "Algemeen Dagblad".

O guia é destinado a alunos do primeiro ano. O porta-voz da Universidade de Leiden disse que a instituição ficou surpresa pela presença do anúncio sexual.

O anúncio do site erótico destacava que os estudantes poderiam obter uma renda extra oferecendo serviços sexuais através de "webcam". Após a descoberta, os guias foram recolhidos.

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Professora é suspeita de cortar cabelo de seis alunas em escola de Ilhéus

Mães acreditam que educadora queria fazer megahair com as mechas.
Secretaria de Educação rescindiu contrato de trabalho.


Uma professora dos anos iniciais do ensino fundamental é suspeita de cortar mechas de cabelo de seis alunas de 8 a 10 anos em uma escola municipal de Ilhéus, na Bahia. O caso foi denunciado pela mãe de uma das crianças à Secretaria de Educação em julho. A professora, que atuava como contratada na rede desde março, afirma que cortou o cabelo das crianças para retirar chiclete.
A professora foi afastada da escola e também da rede
 municipal de ensino de Ilhéus (Foto: Reprodução/ TVBA
)

Já as mães das crianças acreditam que a professora queria fazer megahair, um tipo de alongamento de cabelo, com as mechas. A secretaria rescindiu o contrato de trabalho da educadora.

Segundo a secretária de Educação de Ilhéus, Lidiney Campos, a mãe de uma das crianças reclamou que a professora havia cortado o cabelo da filha dela em duas ocasiões. "Quando a diretora foi falar com a professora, ela negou", disse Lidiney.

A secretaria, então, resolveu iniciar uma investigação. A diretora foi à casa das seis crianças e fotografou as meninas. De acordo com Lidiney, as imagens mostram que faltam mechas de cabelo. "A diretora foi falar novamente com a professora e ela disse que tinha cortado para tirar chiclete do cabelo das crianças", afirmou Lidiney.

De acordo com relatos das crianças à diretora da escola, a professora dizia que iria cortar as mechas de cabelo para retirar chiclete e depois colocava o cabelo em saquinhos na bolsa. "As crianças dizem que nunca viram o chiclete", disse Lidiney.

Fonte: G1

domingo, 18 de abril de 2010

Alunos da Ufes protestam com 'churrasco na laje'

foto: Melina Mantovani
Churrasco Ed. Fisica
O "churrasco na laje" foi organizado para chamar a atenção para as obras
do prédio, de responsabilidade da Prefeitura de Vitória, paradas há
mais de seis meses
Os estudantes de Educação Física da Universidade Federal do Espírito Santo transformaram o prédio abandonado do curso em uma verdadeira área de lazer, com direito a muito churrasco e pagode, nesta sexta-feira (16). O "churrasco na laje" foi organizado para chamar a atenção para as obras do prédio, de responsabilidade da Prefeitura de Vitória, paradas há mais de seis meses. O prédio deveria estar pronto desde o início do ano letivo de 2009, mas até hoje ele não passa de alguns muros de concreto, sem nenhuma sala construída.

A aluna do 7º período de Educação Física, Noranda Silva Fonseca, 20, afirma que essa foi uma maneira de chamar a atenção do município e pedir uma data de conclusão das obras, já que a prefeitura não sinalizou nenhum prazo possível para os alunos. "O churrasco é para a inauguração de um prédio que de novo, só a laje mesmo. A gente sabe que o processo de construção é lento, mas não era para ser tão lento assim, porque a gente precisa das salas prontas", fala.






Participaram do churrasco, alunos, professores e até o diretor do Centro de Educação Física e Desportos, Valter Bracht. "A não conclusão da obra traz uma série de transtornos para a vida do Centro, uma vez que nós contávamos com ela para alocar os alunos que vieram com a expansão do Centro, com o curso de formação de bacharéis", conta.

foto: Meilna Mantovani
Churrasco Ed. Física
O prédio ainda está na fase de concretagem
Os estudantes afirmam que caso a administração municipal não dê uma data para a entrega do prédio, novas manifestações serão realizadas em frente à sede da prefeitura ou na Avenida Fernando Ferrari. "Estamos pensando em fechar os dois sentidos da avenida, em protesto", diz Noranda.

A placa indica que a obra pertence à Prefeitura de Vitória e que custa mais de R$ 1 milhão. Também indica que o prazo de conclusão seria de 365 dias, mas não há informação sobre a data de início da obra. O local está cheio de mato, entulho e água parada, com focos de mosquito.

A assessoria de comunicação da Secretaria de Obras de Vitória informou mais uma vez que algumas obras da prefeitura tiveram o ritmo reduzido em função da crise financeira e que estão sendo retomadas aos poucos. Ainda não há previsão de quando as obras serão retomadas, nem concluídas. A Secretaria Municipal de Saúde afirma que os agentes da dengue fazem ações de combate a focos de mosquito toda a semana no local e nenhum foco foi encontrado na obra. Já a Secretaria de Serviços afirma que enviará uma equipe para fazer a limpeza do local ainda na tarde desta sexta-feira (16).

Fonte: Gazeta Online