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quarta-feira, 16 de março de 2011

Vídeo em que universitária americana critica colegas asiáticos gera fúria on-line e até ameaças de morte

LOS ANGELES - Quando Alexandra Wallace gravou seu discurso sobre estudantes asiáticos que usaram celulares na biblioteca de sua universidade para falar com familiares após o terremoto e a tsunami do Japão, a estudante estava sozinha, falando apenas com o seu computador.

Mas desde a semana passada, quando ela postou o vídeo de três minutos no YouTube, a aluna do terceiro ano de Ciência Política da Universidade da Califórnia (Ucla), em Los Angeles, alcançou uma súbita e indesejada celebridade: seu vídeo foi visto por milhões de pessoas, e ela tornou-se alvo de condenações de gente de todo o país e o catalisador de um debate sobre a intolerância racial e a liberdade de expressão.

"Por favor, expulsem essa mulher ignorante imediatamente", escreveu Kiki Gyrle no Facebook, onde há muitos posts sobre Alexandra, alguns impublicáveis.

A certa altura do vídeo, Alexandra imita as pessoas falando em um idioma asiático.

- O problema não é a horda de asiáticos que a Ucla aceita todos os anos. Mas se você está vindo para a Ucla, se comporte como americano - disse a estudante no vídeo.

Robert Hernandez, professor de Jornalismo na Internet da Universidade de Southern California, disse que o caso de Alexandra reforça a necessidade de ser responsável quanto a sua "pegada digital" na era da internet. - As pessoas sentem uma sensação de privacidade na internet que não existe, que é falsa - disse ele.

Alexandra retirou seu vídeo do YouTube, e pediu desculpas no jornal estudantil da Ucla . Ela não foi encontrada para comentar o assunto.

Mesmo assim, outras pessoas republicaram o vídeo no site, junto com uma série de paródias, remixes e respostas, e, assim, a fúria contra Wallace continuou. A aluna também recebeu ameaças de morte por telefone e e-mail.

Leia mais: Estudante de Direito acusada de comentários preconceituosos contra nordestinos no Twitter perde estágio
Na segunda-feira, o reitor da Ucla, Gene Block, divulgou comunicado em que disse considerar o vídeo "impensado e doloroso" e fez um apelo por um discurso mais civil. Autoridades da instituição disseram que a universidade avaliava a possibilidade de punir Alexandra.

A página do reitor Block no Facebook se tornou um foco de comentários sobre o vídeo, alguns atacando Alexandra e o próprio Block.

- Em frente ao computador é mais fácil fazer comentários ou ameaças anonimamente - disse o professor Hernandez. - E as pessoas caem no mesmo tipo de comportamento que estão condenando.

O Globo

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Professor da Ufes vira a mesa e joga computador em alunos

meramente ilustrativo
Em meio a uma discussão técnica sobre a elaboração de um texto para publicação no jornal No Entanto, do curso de Comunicação da Ufes, alunos do terceiro período foram surpreendidos com uma reação do professor Victor Gentilli, que, segundo eles, arremessou um notebook em direção a turma, e depois quebrou uma mesa do Laboratório de Jornalismo Impresso, do Centro de Artes.

A aluna Victória Varejão Gomes, 19, disse que o notebook atingiu uma de suas pernas, mas que ela não ficou com sequelas. Outra aluna, Marília Nascimento, 20, admitiu que chorou, e que precisou tomar água com açúcar para se acalmar. "Ele saiu da sala depois de jogar o computador no chão e quebrar a mesa, mas voltou em seguida, e ficou sentado, parado, olhando para a turma. Tive medo e saí da sala correndo. Temi pelo que o professor poderia fazer depois de tudo aquilo".

Tudo aconteceu ontem, por volta das 11 horas, durante a realização da aula ministrada por Gentilli, no campus de Goiabeiras, Vitória. Um grupo de alunos procurou a Ouvidoria da universidade e pediu providências.

Segundo esses alunos, e a reação do professor foi originada de uma discussão sobre um texto relacionado à morte de um estudante da universidade, ocorrida neste mês. O rapaz desapareceu durante dias, até seu corpo ser encontrado, em Vila Velha.

Os alunos defendiam que o texto abordasse a mobilização de vários estudantes, na tentativa de localizar o colega, e o afeto dos amigos pelo rapaz. Mas, segundo eles, o professor insistia para que fosse informado que o rapaz cometeu suicídio.

A exceção de um aluno, o restante da turma teria discordado, sob a alegação de que as fontes da matéria não teriam autorizado a divulgação do suicídio, e que o enfoque da reportagem não era esse.

A discussão se alongou por mais de uma hora, e um aluno cobrou de Gentilli o fato de ele ter "sumido" durante três semanas, e por isso causar atraso no cronograma de elaboração de matérias para o jornal. Em seguida, o professor jogou longe o computador e virou, literalmente, a mesa, cujo tampo se soltou.

Segundo alunos, Gentilli faltou a muitas aulas, às vezes comunicando a ausência um dia antes. Uma dessas ausências teria sido causada por uma viagem que ele fez a Bogotá, e sobre a qual avisou aos alunos por e-mail.

Notícia espalhada pelo Twitter
Os alunos não apresentaram, até o início da noite de ontem, um documento protocolado oficial relatando a atitude do professor Victor Gentilli. Somente diante deste documento, será realizada uma reunião no Departamento de Comunicação Social da universidade para a definição de uma Comissão Administrativa para apurar os fatos.

O chefe do departamento afirma ainda que Gentilli deverá apresentar um atestado médico para que seja definido o seu retorno às salas de aula. Mas frisou que o professor não ministrará mais aulas para a turma envolvida no episódio.

A notícia sobre a reação agressiva do professor Victor Gentilli se espalhou rapidamente, ontem, por meio do Twitter como sendo um "barraco na Ufes". E a divulgação, no site de relacionamento da internet, foi feita não só por alunos, mas também por outro professor e colega de Gentilli no departamento de Comunicação da Ufes e vice-diretor do Centro de Artes, Fábio Malini.

Ele alega que retuitou o que alunos já haviam divulgado, depois de ouvir a confirmação do fato por meio do professor Erly Vieira, embora não tenha ouvido Gentilli. "O fato de se retuitar não significa que se deve fazer um processo de perseguição ao professor. Mas evita que as coisas sejam abafadas", argumentou Malini.

O professor afirma que colocou a informação preocupado com a aluna que foi atingida. Mas o tom é de ironia nas mensagens. "O que eu falei no Twitter eu falo abertamente em qualquer lugar", ressalta.

"Nunca tive essa explosão de raiva"
O professor Victor Gentilli alega que teve um momento de grande irritação e que, por isso, jogou o notebook e a mesa no chão. Ele conta que pode ter sido influenciado pelo efeito da medicação que toma para um problema de saúde. O professor ressalta que um médico foi procurado e que, hoje, ele deve ser consultado.

Gentilli ressaltou também que não teve a intenção de atingir a menina com o notebook e que a discussão não tinha relação com nenhum aluno ou com a disciplina. "Eu joguei o notebook em direção ao chão. Não foi para atingir ninguém. Eu nunca tive esse tipo de reação, essa explosão de raiva. Mas eu não sei dizer o que causou isso", relata.

O professor disse que vai pedir desculpa aos alunos e que já entrou em contato com a Ouvidoria da universidade. "Eu errei e peço desculpas. Foi uma falha grave e assumo toda a responsabilidade", afirma Gentili, que disse que retorna às aulas com o parecer do médico. Sobre as faltas relatadas pelos alunos, ele afirmou que faltou uma vez para a viagem para Bogotá e outras por motivos de saúde. Os alunos foram avisados, segundo ele, e todas as aulas são repostas.

"Tive medo e saí da sala correndo. Temi pelo que o professor poderia fazer depois de tudo aquilo" 
Marília Nascimento, aluna de comunicação


"Antigamente o professor jogava bolinha de papel para chamar a atenção de aluno. Hoje, laptop. #professor2.0 #barraconaufes" 
Fábio Mallini, Prof. de Comunicação da Ufes e vice-diretor do Centro de Artes em frase no Twitter




A GAZETA

Claudia Feliz e Melina Mantovani

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Veja. Traição de namorado nas alturas faz voo virar o maior 'barraco'.

foto: Reprodução
Sarah Hannon
Sarah Hannon e Daniel
foto: Reprodução
Clare Irby
Clare Irby











A modelo Sarah Hannon, de 35 anos, decidiu tomar uma bebida para relaxar e suportar melhor o voo de nove horas entre Bangalore (Índia) e Londres. A loura exagerou na dose e acabou adormecendo.

No meio da viagem, Sarah acordou e tomou um susto: o namorado, Daniel Melia, de 36, estava em uma poltrona ao lado em um ato sexual com outra passageira!

Pronto: o barraco estava instalado a mais de 9.000 metros de altitude. Daniel foi flagrado por uma aeromoçoa fazendo "indecências" com Clare Irby , de 26, debaixo do cobertor.

Embriagada, a modelo teve um ataque de fúria e partiu contra o namorado e a "amante" supersônica de família aristocrata, ameaçando a segurança da aeronave. Ela foi contida pela tripulação.

Ao pousar em Heathrow, o avião da Kingfisher Airlines foi tomado pela polícia, que prendeu o trio por desordem aérea. Depois, eles foram liberados ao pagar fiança.

Fonte: gazetaonline.globo.com