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sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Vídeo mostra briga entre advogado e promotor em SP; veja


Imagens da sessão de julgamento de um réu acusado de homicídio mostram que o advogado que apanhou de um promotor durante essa audiência, no 3º Tribunal do Júri de São Paulo, revidou as agressões verbais dele. A troca de agressões (morais e físicas) duraram quase dois minutos.

Promotor agride advogado durante julgamento de homicídio em SP

Na gravação, feita no dia 22 de setembro, não é possível ver se o defensor Cláudio Márcio de Oliveira também bateu no promotor Fernando Albuquerque Soares de Souza porque as imagens estão focadas apenas no réu. Oliveira diz que não agrediu seu colega. Porém, o promotor afirma que registrou um boletim de ocorrência de lesão corporal, portanto, também apanhou.




Conforme a Folha revelou ontem, a juíza Patrícia Inigo Funes e Silva suspendeu a sessão alegando que o promotor agrediu o advogado.

Durante o interrogatório do manobrista Roberto de Moraes Andrade, o promotor reclamou da forma que o advogado estava fazendo suas perguntas. O defensor respondeu dizendo que não estava ali para agradá-lo, mas para defender seu cliente, o réu Andrade.

A partir de então, começou a troca de xingamentos:

"O senhor é um bandido. O senhor defende o PCC", afirmou o promotor. Ao que o advogado rebateu: "O senhor que é um bandido".

Os xingamentos continuaram até que o advogado disse que não iria mais "fazer o plenário" (continuar a audiência). O promotor voltou a chamá-lo de bandido e o advogado retrucou: "Bandido é vossa excelência, é a sua mãe. Bandido é a sua mãe e o seu pai".

Diante disso, o promotor partiu para cima do advogado e o agrediu fisicamente. O réu Andrade se levantou de sua cadeira e demonstrou estar assustado. Espectadores que acompanhavam o julgamento também mostravam surpresa.

Ao menos dois policiais que faziam a segurança da sessão tentaram separar a briga. Um deles pediu calma para os dois brigões.

Mesmo depois de separados, os dois continuaram trocando ofensas. Oliveira voltou a dizer que bandido era a mãe de Souza e o xingou de idiota. O promotor, por sua vez disse que o advogado era covarde, filho da puta, bandido do PCC do caralho e bunda mole.

HISTÓRICO

Em 2009, o advogado Oliveira defendeu o réu Júlio Cesar Guedes de Moraes, o Julinho Carambola, da acusação de homicídio. Carambola é um dos chefes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital).

O defensor também atuou em outros processos de membros do PCC. "Eu defendi essas pessoas. Não sou um membro da facção", afirmou.

Procurado, Souza não quis conceder entrevista. Por meio de uma nota enviada pela assessoria de imprensa do Ministério Público ontem, ele disse que também foi agredido e tem total interesse no esclarecimento do fato. A Corregedoria do Ministério Público vai investigar o promotor.

Ontem, a Associação dos Advogados Criminalistas de São Paulo e a seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil, repudiaram a agressão. A associação diz que vai processar o promotor. Procurada, a Associação Paulista Ministério Público não se pronunciou sobre o caso.

Folha.com

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Filha de 18 anos e filho de 9 acusam advogado de abuso em SP

Um menino de 9 anos afirmou à polícia na manhã desta quarta-feira, em Bauru, a 345 km de São Paulo, ter sido molestado pelo próprio pai, o advogado Sandro Luiz Fernandes, 45 anos, que já fez parte da Comissão de Direitos Humanos de Ordem dos Advogados. O depoimento se soma ao da irmã do garoto, uma estudante 18 anos que diz ter sido abusada sexualmente pelo pai dos 8 aos 16 anos. Fernandes ainda teria abusado de uma cunhada e uma sobrinha.

As primeiras acusações ocorreram há cerca de um mês, quando a filha e a cunhada do advogado procuraram a Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) e relataram o crime. Segundo elas, que garantem que não chegaram a ser violentadas, o acusado as molestava enquanto elas dormiam ou tomavam banho.

“Com 18 anos eu sei muito bem dos meus direitos. Eu sei que o que ele fez é errado. Eu não quero ser igual à minha mãe e fingir que nada aconteceu. Eu quero tomar uma atitude, ser honesta comigo mesma, mostrar para todos quem ele é. Ele não é perfeito, é um monstro, pedófilo. Quem faz esse tipo de coisa não é pai, é um monstro. Eu tenho nojo dele”, relatou a jovem. “Com uns 11 anos eu contei para minha mãe, contei tudo o que acontecia, ela simplesmente falou que ia conversar com ele para dar uma chance”, disse a garota.

Nervosas, as duas jovens falaram com a imprensa de mãos dadas o tempo todo. Elas decidiram levar a denúncia a publico e falar com a imprensa com a condição de não terem seus nomes revelados. A terceira suposta vítima do advogado, hoje com 14 anos, teria sido molestada quando tinha apenas 10 anos. Ela, que vive hoje no Paraná, também deve ser ouvida pela DDM.

No final da tarde de ontem, a Justiça negou o pedido de prisão temporária feito pela delegada Priscila Bianchini Alferes. O Juiz Jaime Ferreira Menino, da 2ª Vara Criminal de Bauru, negou a solicitação, entendendo que Fernandes não poderia atrapalhar as investigações já que existe uma medida protetiva proibindo o advogado de se aproximar das vítimas.


O advogado Sandro Luiz Fernandes, que já foi membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB/SP e atualmente responde pelo Sindicato dos Bancários e dos Servidores Públicos Municipais na região de Bauru, recebeu notícia durante uma viagem ao exterior e disse que não vai fugir da justiça. Um pedido de prisão temporária já foi indeferido, porém existe uma ordem de restrição que obriga o pai a ficar a pelo menos 100m de distância da filha.

Com o depoimento dado pelo garoto na manhã de hoje, a delegada informou que poderá pedir novamente a prisão temporária de Fernandes nas próximas horas por estupro de vulnerável, caso haja a comprovação do abuso.

No depoimento, o garoto fez revelações fortes e contou que teria sido abusado pouco antes de Fernandes viajar para a Europa. O depoimento foi inteiramente acompanhado por uma conselheira tutelar. À tarde, o menino passou por exames no Instituto Médico Legal (IML) de Bauru.

A delegada pretende ouvir ainda nesta semana a mulher do advogado, Fernanda Fernandes, na condição de investigada. Para Priscila, a esposa de Fernandes foi conivente com os abusos. Além de advogado, Fernandes é conhecido político da cidade e assessor jurídico do Sindicato dos Bancários e dos servidores municipais de Bauru. Os dois filhos de Fernandes estão sob a guarda de uma tia.

De acordo com a delegada, foram apreendidos três computadores na casa do advogado. Os equipamentos foram encaminhados para a perícia. O caso foi registrado pela DDM como atentado violento ao pudor, já que a nova lei de estupro, que abrange o crime mesmo quando não há conjunção carnal, entrou em vigor apenas em 2009.

WAGNER CARVALHO
Direto de Bauru

sábado, 3 de setembro de 2011

Advogado atrai milhares em igreja no Rio ao 'passar' recados sagrados

Advogado reúne milhares em igreja no RJ para recados de Nossa Senhora 
Ele afirma também conversar com anjos e ver futuro das pessoas. 
'Não é um dogma da igreja', diz padre responsável por paróquia na Gávea.




O advogado Pedro Siqueira gosta de lutar artes marciais, acabou de ter um filho, dá aulas de Direito Administrativo no Processo Civil e trabalha na Procuradoria da União. Uma vida que ele considera normal, mas que, para a maioria das pessoas, não é tão dentro da normalidade assim: ele afirma ver Nossa Senhora, conversar com anjos e prever o futuro.
Pedro, que tem 40 anos, vem reunindo multidões há cerca de 20 anos durante a reza de um terço, onde recebe mensagens de Nossa Senhora e as reproduz aos fiéis. Atualmente a atividade acontece na Paróquia Nossa Senhora da Conceição da Gávea, na Zona Sul do Rio, toda última terça-feira do mês. Ali ficam reunidas, segundo ele, cerca de duas mil pessoas. 
“Durante o terço eu recebo uma voz que fala dentro do coração. Essa voz é a voz de Nossa Senhora. Eu não tenho tempo suficiente para dar todos os recados dela, então são cerca de 20 mensagens que ela vai me passando”, explicou.
Veja no vídeo ao lado trechos do terço que Pedro rezou no dia 30 de agosto
Ele descreveu a forma que Nossa Senhora aparece na igreja: “se forma uma luz muito grande dourada e brilhante que vem do teto da igreja. Já aconteceu da luz se abrir um pouco e eu conseguir vê-la. Ver o rosto dela, como ela está vestida, mas não é sempre que isso acontece. A pessoa entra na igreja para rezar o terço, ela vai sentir na pele que ali tem uma força. Essa é minha grande vantagem, não preciso dizer nada, tem uma atmosfera muito diferente de tudo que eles já viveram na vida deles, sejam eles espíritas, do candomblé, evagélicos, católicos. É meu cartão de visitas, eu não preciso dizer que eu não sou charlatão."


'Meu anjo deve ter quase uns três metros de altura'
Pedro também diz enxergar e conversar com os anjos da guarda, que, segundo ele, acompanham todo ser humano desde sua concepção até a morte. “Ele te acompanha para o resto da vida, até o dia em que você morrer. Na verdade ele está designado, agora, a intimidade que você vai ter com ele depende muito de você."
Ele te acompanha para o resto da vida, até o dia em que você morrer. Na verdade ele está designado, agora, a intimidade que você vai ter com ele depende muito de você"
Pedro Siqueira falando sobre anjos da guarda
De acordo com ele, cada um precisa se comunicar com seu anjo com frequência, para que ele fique presente na vida da pessoa. "Só de pensar no seu anjo, no formato que você quiser pensar, ele automaticamente sabe que você está chamando por ele. Diga alguma coisa pra ele, peça alguma coisa, peça proteção, alguma coisa. E isso faz ele muito feliz. A pior coisa do mundo é você ter alguma pessoa perto e você ignorar essa pessoa. É melhor que você brigue com a pessoa do que ignorá-la. Então quando as pessoas começam a ignorar muito o seu anjo, eles começam a se distanciar."


E conta: "O meu anjo é bastante alto, deve ter quase uns três metros de altura, muito magro, o rosto é difícil de dizer se é de homem ou mulher, não é um rosto humano, apesar de ter olhos, boca, nariz, os cabelos são de luz. Às vezes ele tem uma espada. No terço eu faço uma Ave Maria para homenagear os anjos. Isso dá um resultado muito bom, eles ficam bem satisfeitos. Eles ficariam mais satisfeitos se as pessoas soubessem que têm um anjo da guarda, e dessem atenção a eles durante o dia.”


Pedro Siqueira está escrevendo o segundo livro
(Foto: Patrícia Kappen/G1)
Advogado já viu acontecimentos tristes            De uma família de católicos, com mãe e avó que sempre frequentaram a igreja, Pedro não se recorda da primeira vez que percebeu ter esse dom: “É como andar. Você não se lembra de quando você começou a andar. Se eu acordasse um dia e não visse nada, eu ia estranhar muito, seria muito diferente para mim. Talvez a pessoa que esteja de fora pense: 'que homem maluco'.”




Apesar de usar o que considera seu dom para ajudar as pessoas, o advogado conta já ter passado por situações muito complicadas, como ao enxergar um acontecimento triste na vida de alguém. E afirma que foi aprendendo a controlar o ímpeto de avisar às pessoas. “Antigamente eu falava, hoje eu não falo mais. Só se eu sentir que a pessoa está muito preparada para ouvir aquilo. As pessoas pedem para eu falar, mas no fundo elas não querem ouvir a verdade.”
Filho foi descoberto através do anjo
Há cerca de nove meses, Pedro teve uma surpresa. Ele contou que quando estava em Aparecida, onde tinha ido com a mulher, enxergou um anjo que para ele era estranho. “Sabia que era um anjo. E ele me falou: ‘eu sou o anjo do menino que está aí'. Virei para minha mulher e perguntei se ela estava grávida. Ela falou que não. Aí fizemos o teste da farmácia e estava mesmo.” Pedro decidiu homenagear seu diretor espiritual, Frei João Antônio. Só não imaginava que a homenagem seria tão precisa: o filho nasceu no dia do aniversário do Frei.


O início do terço se deu na casa da mãe dele, no Leblon, na Zona Sul do Rio, uma vez por semana. Mas o espaço foi ficando pequeno para tanta gente, e ele teve que passar para uma igreja no mesmo bairro, que em pouco tempo também ficou lotada. Os terços então foram transferidos para a paróquia na Gávea. E passaram a ser mensais. Pedro diz sentir muita dor física após a cerimônia. “Dói minha coluna, minha bacia, minhas pernas, pescoço, a cabeça dói um pouco e demora algumas horas para a dor sair de mim.”



Pátio da igreja fica lotado durante o terço de Pedro (Foto: Patrícia Kappen/G1)


'Não é um dogma da igreja', diz padre
Pedro lançou em abril o livro Senhora das Águas, onde conta experiências próprias e de amigos do terço, sempre em forma de ficção. Escreve o segundo, de uma série de quatro. E tem ressalvas em relação ao futuro. Para ele, é uma pena nunca ter sido procurado por alguém da Arquidiocese. “Isso é péssimo, significa que a qualquer momento eu posso tomar uma moção de corte. Um ‘cala a boca, dentro da igreja você não reza mais’. Seria uma espada tripla no meu coração. Mas não é da minha função procurá-los. O que eu vejo lá são pessoas que estão há mais de 20 anos fora da igreja e voltam a frequentar missas e confissões por causa do terço. Para a igreja é muito bom, mas eu nunca tive um parecer deles. "
Tive uma impressão de que era um rapaz bem intencionado. Mas de boas intenções tem muita gente no mundo que não faz nada. O que me chamou atenção mesmo era a quantidade de gente rezando o terço. A partir dali pude perceber que havia alguma coisa"
Padre Geraldo, responsável pela paróquia na Gávea
O padre responsável pela paróquia apoia Pedro. Ele teve uma primeira impressão muito boa do advogado, quando um grupo do terço o procurou para que ele cedesse o espaço. "Tive uma impressão de que era um rapaz bem intencionado. Mas de boas intenções tem muita gente no mundo que não faz nada. O que me chamou atenção mesmo era a quantidade de gente rezando o terço. A partir dali pude perceber que havia alguma coisa", afirmou Padre Geraldo.


Ele acredita que Pedro seja um fenômeno: "ele não é um fato único na igreja, fatos similares já ocorreram. Mas é importante que esteja claro que não é uma obrigação para os católicos seguirem e acreditarem em tudo isso. É uma manifestação divina, mas que ocorre de modo particular. Não é um dogma da igreja. É certo que algumas pessoas vão se aproximar do Pedro por uma questão de curiosidade, ou de uma forma cética. Não importa, importa é que ela esteve lá e talvez que aquilo seja algo novo pra ela. Muitos começaram assim e muitos retornaram à fé por causa disso. Outros não vão voltar e vão achar um charlatanismo. Tem que ser avaliado pelo resultado final, e ele tem demonstrado que os frutos são bons, tem trazido muitas pessoas de volta à igreja, e a fé tem aumentado", conlcuiu.

sábado, 18 de junho de 2011

Corte teria condenado à morte cão por ser advogado reencarnado

Um tribunal judaico de Jerusalém condenou um cão vira-lata à morte por apedrejamento, devido ao temor de que ele fosse a reencarnação de um advogado que insultou juízes da mesma corte, segundo apontam relatos.

De acordo com o site de notícias israelense Ynet, o cachorro entrou há algumas semanas no tribunal --composto por rabinos-- e não saiu mais de lá, o que fez um juiz lembrar de uma maldição imposta a um advogado secular, já morto.

Na ocasião, há cerca de 20 anos, os juízes do tribunal do bairro ultraortodoxo de Mea Shearim desejaram que o espírito do advogado entrasse no corpo de um cão --animal tido como impuro no judaísmo tradicional-- depois que ele proferiu insultos à corte.

Mesmo sentenciado à morte por apedrejamento, o cachorro conseguiu escapar do prédio do tribunal antes que a condenação fosse levada a cabo, afirma o Ynet.

Segundo relatos, um dos juízes do tribunal pediu às crianças da localidade que encontrassem o cachorro e executassem a sentença. Devido ao caso, uma organização de proteção aos animais registrou queixa na polícia contra uma autoridade da corte.

VINGANÇA

Segundo o site Ynet, o tribunal nega que os juízes tenham condenado o vira-lata à morte.

No entanto, um representante da corte disse ao jornal "Yediot Aharonot" que o apedrejamento foi ordenado como uma "maneira apropriada de 'se vingar' do espírito que entrou no pobre cão".

Os tribunais rabínicos (battei din) são investidos do poder de julgar questões religiosas em Israel e em algumas outras comunidades ultraortodoxas pelo mundo.


BBC Brasil

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Advogado acusado de mandar matar matar a mulher em lua de mel tenta suicídio

O britânico acusado de ter ordenado a morte de sua mulher durante a lua de mel tomou um coquetel de 46 comprimidos, em aparente tentativa de suicídio ocorrida na noite de domingo passado e revelada na última quinta-feira durante audiência na Grã-Bretanha.

Segundo relatos na corte, Shrien Dewani, 31, foi levado de ambulância a uma enfermaria após sua irmã tê-lo encontrado desmaiado em seu quarto. Ele foi liberado pelos médicos na terça-feira.

Advogado de Shrien nega que ele tenha tentado se matar
Shrien e sua mulher, Anni Dewani, 28, haviam sido sequestrados em 13 de novembro quando passavam de táxi por uma favela na periferia da Cidade do Cabo, na África do Sul. Ele foi libertado sem ferimentos, mas ela foi encontrada morta a tiros.

A partir do depoimento de homens acusados pela morte de Anni, Shrien passou a ser suspeito de ter ordenado o crime, o que ele nega. Um dos acusados disse que o sequestro foi forjado.

Nesta quinta-feira, a Justiça britânica deu permissão para que Shrien permaneça em casa, sob fiança, enquanto aguarda o andamento do processo, após autoridades sul-africanas que investigam o caso pedirem a revogação da fiança por causa da suposta tentativa de suicídio.

O pai de Shrien, Prakash Dewani, prometeu monitorar o filho durante as 24 horas do dia. “Faremos de tudo para mantê-lo seguro e provar sua inocência aos sul-africanos. Vamos garantir que ele enfrente um julgamento na África do Sul para limpar seu nome”, disse o pai.

Overdose

Segundo foi dito na corte, Shrien tomou quantidades excessivas de remédios prescritos para conter a ansiedade e ajudá-lo a dormir.

Um dos investigadores sul-africanos, Ben Watson, disse que Shrien sofreu uma “enorme overdose de drogas” após ter dito a sua família que queria morrer.

Watson alegou que a detenção de Shrien é “necessária” para sua segurança.

O advogado de defesa Julian Knowles disse que seu cliente está tendo lapsos de consciência, mas que não tentou suicídio. Seu psiquiatra também negou que ele tenha tentado se matar.

Já os registros médicos de domingo à noite afirmam que Shrien tomou uma overdose “intencional” de três medicamentos.

Shrien, um empresário britânico originário de Bristol, não havia comparecido à audiência prévia, alegando severo estresse pós-traumático e depressão.

A nova audiência ocorrerá em 15 de março, quando a Justiça voltará a revisar a fiança do acusado. Sua extradição à África do Sul será avaliada em 23 de março. (BBC Brasil)

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Advogado de Bruno é filmado fumando crack

A emissora de TV SBT/Alterosa teve acesso a um vídeo que mostra o advogado do goleiro Bruno, Ércio Quaresma, fumando crack. A gravação foi feita dia 29 de outubro de 2010 na favela da Ventosa, região noroeste de Belo Horizonte. No vídeo, o advogado Ércio Quaresma está no canto de um beco, uma boca–de–fumo, rodeado de outros viciados. Uma mulher, que foi quem comprou a droga para o advogado, é que oferece o cachimbo. Ela também é usuária.

Por causa do pagamento da pedra, há uma discussão entre os viciados. Ércio esclarece o pagamento, mas se confunde com o valor. Um homem, que seria o traficante da área, não gosta da confusão, mas se acalma ao saber quem está no local. Antes de ir embora, Ércio Quaresma pede para fumar a droga novamente. Ao saber da gravação desse vídeo, Ércio convocou a imprensa e revelou que é viciado em crack.


Do Portal UAI

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Goleiro Bruno escreve carta à OAB, diz advogado‎

Atleta escreveu carta à OAB; defensor em questão nega acusação
Do R7



O advogado Ércio Quaresma, que defende o goleiro Bruno Fernandes, preso desde julho deste ano acusado da morte da ex-amante Eliza Samudio, afirma que o atleta escreveu uma carta em que relata o assédio de um outro advogado na cadeia. No texto, publicado no blog de Quaresma, o jogador diz que o advogado José Arteiro Cavalcante Lima esteve na penitenciária Nelson Hungria, onde está preso, para lhe oferecer seus serviços.

A carta foi escrita pelo goleiro, segundo Quaresma relatou em seu blog, após a visita de Lima na última sexta-feira (13). O documento é direcionado à presidência da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de Minas Gerais. Na carta, Bruno diz que estranhou a visita, principalmente, por não ser na presença de Quaresma.

Procurada pela reportagem do R7, a OAB informou na tarde desta quarta-feira que nenhuma carta havia sido entregue na seção de Minas até por volta das 17h. O advogado Quaresma foi procurado pela reportagem em seus telefones, mas nenhum atendeu.

O advogado José Arteiro Cavalcante Lima confirmou que esteve na penitenciária para falar com Bruno a pedido de seu cliente Roberto Tibúrcio, empresário do goleiro, segundo o defensor. Ele alega que seu cliente queria falar com o jogador, porém, foi impedido de fazer a visita. Por isso, ele entrou na cadeia para falar com Bruno. Lima disse que entregou uma carta do empresário para o goleiro.

- Ele [Tibúrcio] me pediu para ir falar com o Bruno para resolver a situação dele no Flamengo. Eu só fui porque eu trabalho para o Tibúrcio O diretor do presídio não deixou o Tibúrcio entrar [para visitar o atleta], por isso levei a carta.

Lima diz que não leu a carta entregue pelo empresário ao goleiro.

Bruno e mais seis pessoas são suspeitas de envolvimento no desaparecimento de Eliza Samudio. Ela teria sido sequestrada e morta no início de junho passado na região metropolitana de Belo Horizonte, segundo um primo de Bruno que disse ter presenciado o crime.

R7

terça-feira, 20 de julho de 2010

Eliza está viva, diz advogado do goleiro Bruno.

Advogado de Bruno: Principal testemunha de defesa do goleiro é a Eliza Samudio
Para Ércio Quaresma, várias mulheres desaparecem para conseguir vantagens sobre os homens.





Rio - Mostrando a descontração e polêmico como sempre, o advogado Ércio Quaresma, que defende Bruno, Luiz Henrique Romão (Macarrão) e outros, afirmou nesta terça-feira que Eliza Samudio é a principal testemunha de defesa do caso que investiga sua própria morte.
Quaresma: 'Eliza era profissional do sexo' | Foto: Ney Rubens / Portal Terra

"Hoje, a Eliza (Samudio) é a principal testemunha de defesa do Bruno, Macarrão e dos outros. Até que se tenha corpo ou atestado de óbito, essa menina está viva. Ela ainda pode estar desaparecida por vingança. Várias mulheres fazem isso com os homens para conseguir alguma coisa. Sem o cadáver, a qualquer momento ela pode aparecer", disse Ércio Quaresma à Rádio CBN.



Ainda sobre Eliza Samudio, o advogado tentou desqualificar a mulher. "A mãe dela a abandonou em tenra idade. O pai dela é estuprador. Ela era atriz pornô, trabalhava em produções pornográficas, era profissional do sexo", disse.


Para Quaresma, a conduta da Polícia Civil de Minas Gerais está totalmente fora dos padrões de uma investigação séria e os erros cometidos pelos investigadores e autoridades serão suficientes para absolver Bruno e seus amigos de todas as acusações.

"Os erros da Polícia Civil de Minas Gerais vão absolver o Bruno, Macarrão e os outros. Esse vídeo ilícito, veiculado por uma emissora de televisão, custou a cabeça de duas delegadas (Alessandra Wilke e Ana Maria Santos). E podem esperar: mais cabeças serão decapitadas", afirmou.


Pressão psicológia e tortura
O advogado aproveitou para informar que a mulher de Bruno, Dayanne de Souza, voltará a ser sua cliente na quinta-feira. Em sua versão, Dayanne teria resolvido romper relações com ele em decorrência da pressão psicológica exercida pela Polícia Civil de Minas.
"Fizeram uma pressão psicológica muito grande para a Dayanne falar. Deixaram ela na delegacia o dia inteiro, dizendo que iriam atrás de cada um da família dela em busca de um depoimento. Depois, fizeram a Dayanne falar até às 4h da manhã. Mas gostaria de dizer que a Dayanne volta a ser patrocinada por nós na quinta-feira", afirmou.
Tortura é uma das palavras preferidas de Ércio Quaresma para qualificar o trabalho investigativo da polícia mineira. Além do problema com Dayanne, o doutor ainda comparou as autoridades do estado designadas para o caso com as da época da inquisição francesa, onde pessoas que não seguiam os preceitos da Igreja Católica eram classificadas como doentes ou bruxos, entregues e torturadas.


"Os torturadores da inquisição teriam aulas e pediriam benção para os policiais de Minas Gerais. Os investigadores estão fazendo tortura psicológica e, em alguns casos, agressão. O Macarrão foi agredido ontem", disse.
Quaresma afirmou também estar 'estarrecido' com a notícia de que o Supremo Tribunal de Justiça tenha negado  habeas corpus para Bruno, Dayanne e Macarrão.


"Estou estarrecido com essa notícia. Eu não fui ao STJ. Vou tomar uma providência e buscar um contato com o ministro. Vou ligar para o meu escritório agora. Isso não foi gente nossa", completou.
O DIA noticia o caso com exclusividade
Eliza está desaparecida desde o dia 4 de junho, quando teria saído do Rio de Janeiro para Minas Gerais a convite de Bruno. No ano passado, a estudante paranaense já havia procurado a polícia para dizer que estava grávida do goleiro e que ele a teria agredido para que ela tomasse remédios abortivos para interromper a gravidez. Após o nascimento da criança, Eliza acionou a Justiça para provar a suposta paternidade de Bruno.
No dia 24 de junho, a polícia recebeu denúncias anônimas dizendo que Eliza teria sido espancada por Bruno e dois amigos dele até a morte no sítio de propriedade do jogador, localizado em Esmeraldas, na Grande Belo Horizonte. Durante a investigação, testemunhas confirmaram à polícia que viram Eliza, o filho e Bruno na propriedade. Na noite do dia 25 de junho, a polícia foi ao local e recebeu a informação de que o bebê apontado como filho do atleta, de 4 meses, estaria lá. No dia seguinte, O DIA noticiou, com exclusividade, o caso. Com equipes de reportagem no local, O DIA ONLINE acompanhou a investigação da história, minuto a minuto, a partir do dia 26 de junho.
A atual mulher do goleiro, Dayanne Rodrigues do Carmo Souza, negou a presença da criança na propriedade. No entanto, durante o depoimento dos funcionários do sítio, um dos amigos de Bruno afirmou que ela havia entregado o menino na casa de uma adolescente no bairro Liberdade, em Ribeirão das Neves, onde foi encontrado. Por ter mentido à polícia, Dayanne Souza foi presa, mas logo conseguiu a liberdade. O goleiro e a mulher negam as acusações de que estariam envolvidos no desaparecimento de Eliza e alegam que ela abandonou a criança.
Na quarta-feira 7 de julho, a Justiça decretou prisão preventiva do goleiro Bruno, o amigo Macarrão, o ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos - conhecido como "Neném", "Bola" ou "Paulista", sua mulher Dayanne e mais quatro envolvidos no crime. A polícia apreendeu ainda um menor, de 17 anos, primo de Bruno, que teria participado da trama. No dia seguinte, 8 de julho, a mãe de Eliza Samudio ganhou a guarda provisório do bebê, agora com 5 meses. No dia seguinte, Bruno, Macarrão e Neném foram convocados a prestar depoimento mas se negaram. Segundo seus advogados, os acusados só falarão em juízo.
Fonte: 
O DIA ONLINE