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quinta-feira, 14 de junho de 2012

Mensagens subliminares famosas


Mensagens subliminares famosas 


Você já deve ter ouvido falar que algumas músicas quando são tocadas ao contrário é possível escutar mensagens ocultas que não são ouvidas na canção original. Roberto Carlos, Pink Floyd, Beatles e muitos outros não escapam disso.

Uma das mais famosas mensagens subliminares encontradas no meio musical faz referência à música “Ilusão de ótica”, dos Engenheiros do Hawaii. Na canção tocada ao contrário ouve-se a frase: “Por que você está ouvindo isto ao contrário, o que você está procurando, hein?”.

O cinema também não fica de fora. O desenho da Disney "Bernardo e Bianca" (1977) foi retirado das prateleiras por conter mensagens ocultas. No filme, aos 28 minutos, aparece uma mulher nua na janela escondida em uma das cenas. Outro caso famoso envolvendo o estúdio é o filme "O Rei Leão" (1994). Na cena em que Simba cai sobre as flores que estão em cima de uma pedra levanta-se uma poeira e aparece no céu a palavra sex (sexo, em inglês).

Detalhe da mulher nua no desenho
"Bernardo e Bianca", da Disney
 

A empresa de bebidas Coca-Cola aparece em grande destaque nas buscas sobre o tema. Curiosos sobre o assunto acreditam que o logo da marca traz a frase “Alô Diabo”, quando o rótulo é visto invertido. Mas fica a pergunta: por que os fabricantes da bebida colocariam a mensagem em português, sendo que a marca é americana?

Outra bem popular é da embalagem do cigarro Malboro. As letras L e B escritas em tamanho maior do que as demais representariam o órgão sexual masculino.

Continue lendo e veja a relação dos Beatles com a mensagem subliminar.

sábado, 3 de setembro de 2011

Advogado atrai milhares em igreja no Rio ao 'passar' recados sagrados

Advogado reúne milhares em igreja no RJ para recados de Nossa Senhora 
Ele afirma também conversar com anjos e ver futuro das pessoas. 
'Não é um dogma da igreja', diz padre responsável por paróquia na Gávea.




O advogado Pedro Siqueira gosta de lutar artes marciais, acabou de ter um filho, dá aulas de Direito Administrativo no Processo Civil e trabalha na Procuradoria da União. Uma vida que ele considera normal, mas que, para a maioria das pessoas, não é tão dentro da normalidade assim: ele afirma ver Nossa Senhora, conversar com anjos e prever o futuro.
Pedro, que tem 40 anos, vem reunindo multidões há cerca de 20 anos durante a reza de um terço, onde recebe mensagens de Nossa Senhora e as reproduz aos fiéis. Atualmente a atividade acontece na Paróquia Nossa Senhora da Conceição da Gávea, na Zona Sul do Rio, toda última terça-feira do mês. Ali ficam reunidas, segundo ele, cerca de duas mil pessoas. 
“Durante o terço eu recebo uma voz que fala dentro do coração. Essa voz é a voz de Nossa Senhora. Eu não tenho tempo suficiente para dar todos os recados dela, então são cerca de 20 mensagens que ela vai me passando”, explicou.
Veja no vídeo ao lado trechos do terço que Pedro rezou no dia 30 de agosto
Ele descreveu a forma que Nossa Senhora aparece na igreja: “se forma uma luz muito grande dourada e brilhante que vem do teto da igreja. Já aconteceu da luz se abrir um pouco e eu conseguir vê-la. Ver o rosto dela, como ela está vestida, mas não é sempre que isso acontece. A pessoa entra na igreja para rezar o terço, ela vai sentir na pele que ali tem uma força. Essa é minha grande vantagem, não preciso dizer nada, tem uma atmosfera muito diferente de tudo que eles já viveram na vida deles, sejam eles espíritas, do candomblé, evagélicos, católicos. É meu cartão de visitas, eu não preciso dizer que eu não sou charlatão."


'Meu anjo deve ter quase uns três metros de altura'
Pedro também diz enxergar e conversar com os anjos da guarda, que, segundo ele, acompanham todo ser humano desde sua concepção até a morte. “Ele te acompanha para o resto da vida, até o dia em que você morrer. Na verdade ele está designado, agora, a intimidade que você vai ter com ele depende muito de você."
Ele te acompanha para o resto da vida, até o dia em que você morrer. Na verdade ele está designado, agora, a intimidade que você vai ter com ele depende muito de você"
Pedro Siqueira falando sobre anjos da guarda
De acordo com ele, cada um precisa se comunicar com seu anjo com frequência, para que ele fique presente na vida da pessoa. "Só de pensar no seu anjo, no formato que você quiser pensar, ele automaticamente sabe que você está chamando por ele. Diga alguma coisa pra ele, peça alguma coisa, peça proteção, alguma coisa. E isso faz ele muito feliz. A pior coisa do mundo é você ter alguma pessoa perto e você ignorar essa pessoa. É melhor que você brigue com a pessoa do que ignorá-la. Então quando as pessoas começam a ignorar muito o seu anjo, eles começam a se distanciar."


E conta: "O meu anjo é bastante alto, deve ter quase uns três metros de altura, muito magro, o rosto é difícil de dizer se é de homem ou mulher, não é um rosto humano, apesar de ter olhos, boca, nariz, os cabelos são de luz. Às vezes ele tem uma espada. No terço eu faço uma Ave Maria para homenagear os anjos. Isso dá um resultado muito bom, eles ficam bem satisfeitos. Eles ficariam mais satisfeitos se as pessoas soubessem que têm um anjo da guarda, e dessem atenção a eles durante o dia.”


Pedro Siqueira está escrevendo o segundo livro
(Foto: Patrícia Kappen/G1)
Advogado já viu acontecimentos tristes            De uma família de católicos, com mãe e avó que sempre frequentaram a igreja, Pedro não se recorda da primeira vez que percebeu ter esse dom: “É como andar. Você não se lembra de quando você começou a andar. Se eu acordasse um dia e não visse nada, eu ia estranhar muito, seria muito diferente para mim. Talvez a pessoa que esteja de fora pense: 'que homem maluco'.”




Apesar de usar o que considera seu dom para ajudar as pessoas, o advogado conta já ter passado por situações muito complicadas, como ao enxergar um acontecimento triste na vida de alguém. E afirma que foi aprendendo a controlar o ímpeto de avisar às pessoas. “Antigamente eu falava, hoje eu não falo mais. Só se eu sentir que a pessoa está muito preparada para ouvir aquilo. As pessoas pedem para eu falar, mas no fundo elas não querem ouvir a verdade.”
Filho foi descoberto através do anjo
Há cerca de nove meses, Pedro teve uma surpresa. Ele contou que quando estava em Aparecida, onde tinha ido com a mulher, enxergou um anjo que para ele era estranho. “Sabia que era um anjo. E ele me falou: ‘eu sou o anjo do menino que está aí'. Virei para minha mulher e perguntei se ela estava grávida. Ela falou que não. Aí fizemos o teste da farmácia e estava mesmo.” Pedro decidiu homenagear seu diretor espiritual, Frei João Antônio. Só não imaginava que a homenagem seria tão precisa: o filho nasceu no dia do aniversário do Frei.


O início do terço se deu na casa da mãe dele, no Leblon, na Zona Sul do Rio, uma vez por semana. Mas o espaço foi ficando pequeno para tanta gente, e ele teve que passar para uma igreja no mesmo bairro, que em pouco tempo também ficou lotada. Os terços então foram transferidos para a paróquia na Gávea. E passaram a ser mensais. Pedro diz sentir muita dor física após a cerimônia. “Dói minha coluna, minha bacia, minhas pernas, pescoço, a cabeça dói um pouco e demora algumas horas para a dor sair de mim.”



Pátio da igreja fica lotado durante o terço de Pedro (Foto: Patrícia Kappen/G1)


'Não é um dogma da igreja', diz padre
Pedro lançou em abril o livro Senhora das Águas, onde conta experiências próprias e de amigos do terço, sempre em forma de ficção. Escreve o segundo, de uma série de quatro. E tem ressalvas em relação ao futuro. Para ele, é uma pena nunca ter sido procurado por alguém da Arquidiocese. “Isso é péssimo, significa que a qualquer momento eu posso tomar uma moção de corte. Um ‘cala a boca, dentro da igreja você não reza mais’. Seria uma espada tripla no meu coração. Mas não é da minha função procurá-los. O que eu vejo lá são pessoas que estão há mais de 20 anos fora da igreja e voltam a frequentar missas e confissões por causa do terço. Para a igreja é muito bom, mas eu nunca tive um parecer deles. "
Tive uma impressão de que era um rapaz bem intencionado. Mas de boas intenções tem muita gente no mundo que não faz nada. O que me chamou atenção mesmo era a quantidade de gente rezando o terço. A partir dali pude perceber que havia alguma coisa"
Padre Geraldo, responsável pela paróquia na Gávea
O padre responsável pela paróquia apoia Pedro. Ele teve uma primeira impressão muito boa do advogado, quando um grupo do terço o procurou para que ele cedesse o espaço. "Tive uma impressão de que era um rapaz bem intencionado. Mas de boas intenções tem muita gente no mundo que não faz nada. O que me chamou atenção mesmo era a quantidade de gente rezando o terço. A partir dali pude perceber que havia alguma coisa", afirmou Padre Geraldo.


Ele acredita que Pedro seja um fenômeno: "ele não é um fato único na igreja, fatos similares já ocorreram. Mas é importante que esteja claro que não é uma obrigação para os católicos seguirem e acreditarem em tudo isso. É uma manifestação divina, mas que ocorre de modo particular. Não é um dogma da igreja. É certo que algumas pessoas vão se aproximar do Pedro por uma questão de curiosidade, ou de uma forma cética. Não importa, importa é que ela esteve lá e talvez que aquilo seja algo novo pra ela. Muitos começaram assim e muitos retornaram à fé por causa disso. Outros não vão voltar e vão achar um charlatanismo. Tem que ser avaliado pelo resultado final, e ele tem demonstrado que os frutos são bons, tem trazido muitas pessoas de volta à igreja, e a fé tem aumentado", conlcuiu.

sábado, 27 de agosto de 2011

Morte de Murilo Rezende e Eugênio Bozola. Polícia aponta mensagens homofóbicas


Polícia diz que suspeito dos Jardins postou mensagem contra gays
Homem matou analista e modelo na Oscar Freire; frases estão no Twitter.
Justiça decretou prisão de suspeito, que é procurado no estado de SP.
Retrato falado de suspeito é divulgado
(Foto: Carolina Iskandarian/G1)

O homem apontado como o assassino do analista de sistemas Eugênio Bozola, de 52 anos, e do modelo Murilo Rezende, 21, na Rua Oscar Freire, em São Paulo, se mostra homicida e homofóbico em uma de suas páginas pessoais na internet, informou a Polícia Civil nesta sexta-feira (26). O suspeito de 21 anos teve a prisão temporária decretada pela Justiça a pedido da polícia e é procurado desde terça-feira (23) por suposto envolvimento no crime. Um retrato falado foi divulgado. Para a investigação, as vítimas foram esfaqueadas e mortas durante a madrugada.

O jovem estava hospedado no apartamento de Bozola, que, segundo testemunhas, é homossexual. De acordo com o Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP), o agressor se desentendeu e brigou com o proprietário e o outro hóspede, Rezende.

O motivo ainda é investigado, mas pode estar relacionado ao tempo de permanência do suspeito no imóvel. O jovem mora em Igarapava, cidade onde conheceu Bozola. Na fuga, ele levou o carro do analista, um Honda Civic prata, que ainda não foi localizado.

Segundo Marcelo Rodrigues Alves Caleiro, delegado seccional de Franca, no interior de São Paulo, que também procura o suspeito, o hóspede fugitivo escreveu mensagens de cunho agressivo e ofensivo a homossexuais em sua página pessoal no Twitter.
Modelo Murilo Rezende

No dia 14 de julho, o suspeito publicou: “Acordei com vontde de cometer um crime, o de pena mais longa!”. Além disso, postou em 26 de junho "Na duvida, soca a porrada que resolve!” e "sou mto vingativo e jogo sujo se necessário. A vida me fez assim”, em 12 de julho. No dia 3 de agosto, postou: “To com vontade de agredir alguen! candidatos?” (3 de agosto).

Em 28 de julho, escreveu: “Ainda bem que homofobia ainda nao é crime kakaka”. No mesmo dia, também falou: “Eu nao sou gay, sou um espião! Hahaha” e “estou infiltrado no mundo gay!”. Segundo a polícia, as vítimas e o assassino tinham ido a uma pizzaria e a uma boate gay no fim de semana antes do crime em São Paulo. Câmeras de segurança gravaram os três, que estavam acompanhados de outras pessoas.

O perfil social do suspeito no Orkut também foi analisado e mostra que ele gosta de futebol e é fã da banda de rock Metallica. “Pelos perfis sociais dele ele tem um perfil homofóbico e homicida. Vamos investigar isso também”, disse o delegado seccional Caleiro ao G1. Policiais civis de Franca e região estão colaborando com a equipe F Sul do DHPP na tentativa de capturar e prender o investigado.

Nesta sexta, o delegado Mauro Gomes Dias, da equipe F Sul, foi de São Paulo à região de Franca, onde o suspeito pode estar escondido. O G1 não conseguiu localizar o delegado.
Indagado se existe a possibilidade de o jovem se entregar, o delegado seccional de Franca afirmou que um advogado do suspeito que mora em Igarapava entrou em contato com a polícia.  Ele falou que seu cliente ia se entregar, mas depois voltou atrás e afirmou que largou o caso porque o jovem se recusava a se apresentar, segundo Caleiro, que não informou o nome do defensor do suspeito.

O homem apontado como o assassino mora com a mãe em Igarapava. “A mulher foi ouvida, mas disse não saber onde o filho está. O jovem não tem passagem pela polícia, mas a mulher já respondeu por lesão corporal, sendo inocentada”, disse o seccional.

O G1 não conseguiu localizar a família do jovem ou algum representante seu para comentar o assunto.





Na terça pela manhã, uma empregada de Bozola encontrou as vítimas dentro do apartamento dele, na Rua Oscar Freire, nos Jardins. De acordo com a investigação, o analista e o modelo foram achados com perfurações. Duas facas foram apreendidas pela perícia da Polícia Técnico-Científica para análise.
O assassino pode ter dopado as vítimas com remédio para dormir. A atual namorada de Rezende e sua ex haviam dito que ele afirmou pela internet e por telefone estar meio "grogue" horas antes do crime. Para tentar despistar a investigação, o agressor usou sangue para escrever nas paredes do imóvel as iniciais de uma facção criminosa que age no Rio de Janeiro, segundo a polícia. [Kleber Tomaz - Do G1 SP]

Murilo Rezende


Modelo 'dormiu' com assassino
Segundo a polícia, o responsável pela morte de Murilo Rezende e Eugênio Bozola viveu uma semana sob mesmo teto das vítimas

Para polícia, Lucas é o assassino
Taís Nunes
Agência BOM DIA
Lucas Cintra Zanetti Rosseti, 21 anos, nasceu em Igarapava, a 459 quilômetros da capital. Ele gosta de rock e sonhava em morar na metrópole paulistana. Filho de um fazendeiro, conheceu o analista de sistemas Eugênio Bozola, de 52, seu conterrâneo. Tiveram um breve romance e o jovem foi convidado a passar uma semana no apartamento que o analista dividia com o modelo Murilo Rezende da Silva, de 21 anos, na Rua Oscar Freire, nos Jardins, Zona Oeste. Segundo a polícia, Lucas dormiu sob o mesmo teto que o modelo e o analista durante uma semana e os esfaqueou na noite de segunda-feira.

O DHPP (Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa) esclareceu o duplo homicídio em menos de 48 horas. A motivação do crime ainda não está clara, mas a polícia acredita que Lucas não queria voltar para sua cidade natal. "Ele ficou deslumbrado com São Paulo", disse o delegado Mauro Dias. O retorno do jovem estava programado para segunda-feira, mas ele se recusou a voltar e discutiu com o analista.

Os atritos com Murilo também teriam contribuído para que Bozola forçasse o rapaz a voltar para Igarapava. O modelo desabafou para a namorada Janaína Sampaio que estava incomodado com a presença do novo hóspede e  eles haviam tido "problemas". A informação foi confirmada por testemunhas que contaram à polícia que Murilo reclamou do sumiço de um perfume. Pela internet, Janaína pediu para o namorado cuidar de suas coisas. O assassino levou computadores, celulares e máquinas fotográficas do apartamento.

Para o delegado Dias, o crime não foi premeditado porque Lucas deixou roupas sujas de sangue no apartamento e fugiu com o carro da vítima. O veículo passou por um pedágio no município de São Simão e a polícia acredita que o jovem esteja escondido naquela região.

DOPADOS/ A investigação aponta que as mortes ocorreram depois das 22h. Várias pessoas estiveram em uma festa que acontecia no apartamento naquela noite, mas Rosseti teria agido sozinho.

Pela dinâmica traçada pelos investigadores, as vítimas foram dopadas e Murilo foi o primeiro a ser morto. A polícia apreendeu caixas de um antidepressivo. Segundo  o fabricante, a superdosagem causa torpor e perda dos sentidos - sintomas relatados por Murilo em mensagem à namorada horas antes de ser assassinado.

Com o sangue da dupla, Lucas escreveu "CV" (Comando Vermelho) e "viado" nas paredes. Segundo a polícia, a intenção era induzir  um crime com  motivação homofóbica. A polícia pediu a prisão temporária de Lucas, que está foragido.