Três são presos suspeitos de abusar de garota com problemas mentais
Jovem de 17 anos foi levada em caminhão por 7 homens em festa junina.
Vítima foi encontrada após 9 dias desaparecida no Maranhão.
Uma adolescente de 17 anos que tem problemas mentais foi abusada sexualmente por três homens em São Luis, no Maranhão. Segundo a delegada Margarete Moura da Silva, da Delegacia de Proteção à Criança e Adolescente, a garota estava desaparecida desde o último dia 30 de junho, quando o crime ocorreu, e foi encontrada no sábado (9) em um campo na cidade de Bacabeira.
O crime ocorreu quando a menina acompanhava uma festa de São João em São Luis e começou a conversar com homens que atuavam na montagem do palco da festa. Segundo a delegada, sete homens colocaram a garota em um caminhão e levaram-na do local.
“Quatro homens ficaram com ela na parte de trás do caminhão e outros três estavam na frente. A informação que temos é que ela foi abusada sexualmente dentro do caminhão. A Justiça determinou a prisão de três deles, dos quais já temos a confirmação de participação no ato. Eles respondem pelo crime de tráfico interno de pessoas com fim de exploração sexual”, afirmou a delegada Margarete ao G1.
A família ficou "apavorada" com o desaparecimento da garota durante a festa e começou a espalhar cartazes pela cidade com a foto da jovem com problemas mentais, diz a delegada. Desde então, a polícia ouviu testemunhas que presenciaram a garota ser interpelada pelos homens e colocada dentro do caminhão.
Na manhã desta segunda-feira (11), a adolescentes passou por exames e prestou depoimento. “Ela foi submetida a exames e aparentemente entende o que houve. Os homens estavam trabalhando e se aproveitaram dela. Ela confirmou que foi abusada e lembra de ter bebido algum refrigerante com gosto estranho e depois ter sido abandonada no mato”, afirma Margarete.
Três suspeitos foram detidos na sexta-feira (8) e, segundo a delegada, confessaram o crime. A investigação continua para apurar a suposta participação de mais pessoas no caso.
Tahiane Stochero
Do G1, em São Paulo
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segunda-feira, 11 de julho de 2011
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Seis crianças de uma mesma família morrem em naufrágio de canoa no Maranhão
SÃO LUÍS - Seis crianças de uma mesma família morreram após uma canoa em que viajavam virar em um lago no povoado Piquizeiro, a 28 km do município de Lago Verde, no Maranhão. Outras duas crianças e três adultos sobreviveram. A família viajava para o povoado Vila São Francisco, no município de Bacabal.
De acordo com a Rádio Mirante AM, o acidente aconteceu após a hélice do motor da canoa - chamada de rabeta - quebrou. A embarcação ainda girou no meio do lago até virar. Como os adultos sabiam nadar, eles conseguiram sobreviver e salvar duas crianças.
A canoa era guiada por Josimar Martins Silva, pai de uma das crianças mortas - Franciel, de 8 anos. Além de Josimar, estava na embarcação a irmã dele, Deusilene Martins da Silva, mãe de três crianças mortas - Elaine, de 7 meses, Wesley Henrique, de 4 anos, e Erisvan, de 6. As outras duas crianças mortas no acidente foram identificadas como Andressa, que no domingo faria 11 anos, e Ronildo Silva dos Santos, de 12. Eles eram primos das outras vítimas.
Uma das crianças que sobreviveu tinha 12 anos e a outra, alguns meses de vida. Também viajava na canoa uma mulher identificada como Zilene.
As seis crianças estão sendo veladas na Unidade Escolar São José, no povoado Piquizeiro.
O motor teve problemas e as pessoas se desequilibraram. Segundo os sobreviventes, a embarcação levava 11 pessoas da mesma família para visitar parentes em outro povoado
Fonte: Imirante
De acordo com a Rádio Mirante AM, o acidente aconteceu após a hélice do motor da canoa - chamada de rabeta - quebrou. A embarcação ainda girou no meio do lago até virar. Como os adultos sabiam nadar, eles conseguiram sobreviver e salvar duas crianças.
A canoa era guiada por Josimar Martins Silva, pai de uma das crianças mortas - Franciel, de 8 anos. Além de Josimar, estava na embarcação a irmã dele, Deusilene Martins da Silva, mãe de três crianças mortas - Elaine, de 7 meses, Wesley Henrique, de 4 anos, e Erisvan, de 6. As outras duas crianças mortas no acidente foram identificadas como Andressa, que no domingo faria 11 anos, e Ronildo Silva dos Santos, de 12. Eles eram primos das outras vítimas.
Uma das crianças que sobreviveu tinha 12 anos e a outra, alguns meses de vida. Também viajava na canoa uma mulher identificada como Zilene.
As seis crianças estão sendo veladas na Unidade Escolar São José, no povoado Piquizeiro.
O motor teve problemas e as pessoas se desequilibraram. Segundo os sobreviventes, a embarcação levava 11 pessoas da mesma família para visitar parentes em outro povoado
Vítimas
Elaine, 7 meses
Wesley Henrique, 4 anos
Erisvan, 6 anos
Franciel, 8 anos
Andressa, 10 anos
Ronildo, 12 anos
Fonte: Imirante
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
Rebelião em delegacia do Maranhão: seis mortos
Detentos reclamam de superlotação na delegacia de Pinheiro.
Pescador suspeito de ter filhos com própria filha está entre os mortos.
Terminou na tarde de hoje a rebelião na Delegacia Regional de Polícia de Pinheiro, no Maranhão. A Polícia do Estado confirmou que seis presos morreram. Com requintes de crueldade, os presos mataram e decapitaram quatro dos presos assassinados. Entre as vítimas está José Agostinho Bispo Pereira (foto), preso por ter abusado sexualmente da filha, de 28 anos, com quem teve sete filhos. O motim começou por volta das 22h30 de ontem.
Superlotada, a cadeia tinha capacidade para abrigar 30 presos em quatro celas, mas ali estavam 97 detentos. A própria delegada responsável pela carceragem, Laura Amélia Barbosa, atribuiu o motim à superlotação da cadeia. "O clima foi tenso e os presos sempre ameaçavam matar mais pessoas", disse a delegada, em entrevista a uma rádio local.
Vídeo: Polícia do Maranhão prende lavrador acusado de uma sequência de monstruosidades
ESTADÃO
Pescador suspeito de ter filhos com própria filha está entre os mortos.
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| José Agostinho Bispo Pereira, um dos mortos decaptado. |
Superlotada, a cadeia tinha capacidade para abrigar 30 presos em quatro celas, mas ali estavam 97 detentos. A própria delegada responsável pela carceragem, Laura Amélia Barbosa, atribuiu o motim à superlotação da cadeia. "O clima foi tenso e os presos sempre ameaçavam matar mais pessoas", disse a delegada, em entrevista a uma rádio local.
Vídeo: Polícia do Maranhão prende lavrador acusado de uma sequência de monstruosidades
ESTADÃO
domingo, 9 de janeiro de 2011
Índias amamentam animais em tribo no Maranhão
Awa-guajá é um dos últimos povos nômades da América.
Eles mantêm tradição de contato próximo com a natureza.
Os awá-guajá são uma das últimas tribos nômades das Américas. Em sua reserva, no noroeste do Maranhão, eles mantêm a a tradição de contato próximo com os animais. O filhote de cutia é alimentado com o fruto do babaçu. E o de macaco é amamentado pelas índias.
"O awá-guajá é um povo muito único. E essa relação que eles têm com o bicho, ele passa a ser membro da família", conta Bruno Fragoso, coordenador de Índios Isolados da Funai. A índia Tapanií explica que quando o macaco órfão que ela adotou ficar maior e mais agressivo, ela o soltará na mata. É na floresta que a vida dos awá-guajá se renova e também corre risco no encontro com invasores.
"O maior medo que eles têm é a doença que às vezes contraem no contato com a gente. E o segundo medo é pensar que é inimigo, pistoleiro, esse povo que vem invadindo as terras.", explica Patreolino Garreto Viana, auxiliar de campo da Funai. Imoin tem o medo estampado no rosto e, no braço, uma marca de bala. O filho dela conta que a emboscada aconteceu quando ela fazia coleta na mata.
O perigo do encontro com invasores, caçadores e madeireiros é grande, mas o espírito nômade dos awá-guajá é muito forte e mesmo os que moram nas aldeias passam boa parte do tempo na mata.
Uma família que passou dias na floresta volta trazendo caça e vários litros de mel. Macaripitã conta que foi ela que enxergou a colméia. Aqui é assim, mulher boa para casar é aquela que sabe ver e ouvir a natureza. Ser prendada também conta, dizem os rapazes da aldeia.
"Aí a mulher sabe fazer a saia dele também, como ele usa, como ela usa, sabe cozinhar também, como a gente come”, descreve Manaxika, líder da aldeia. A sabedoria dessas mulheres é fruto da relação que elas têm com a natureza e com as tradições: o melhor jeito de subir na árvore, de limpar e preparar o peixe, de cortar o cabelo com lascas de taquara afiada. Os cestos, os enfeites, as redes e roupas da palha do tucum. Dar conforto e beleza para a tribo é função das mulheres awá-guajá.
As jovens se casam assim que menstruam. Novinhas já tem muitos filhos. Parapiñam tem quatro e mais um a caminho. O isolamento da aldeia awá só é vencido quando aparece alguém de carro. Foi a sorte de uma índia grávida com hemorragia, que Bruno Fragoso, o novo coordenador do grupo de índios isolados da funai a levou para a cidade de santa inês. No hospital precário nasceu mais um awá-guajá.
A ameaça é terrivelmente visível para os awás e para as outras etnias da região. Imagens de satélite mostram que os 820 mil hectares de terras indígenas demarcadas no Maranhão estão sendo devastadas sem dó.
“Os awá-guajá, no processo de aceleração de invasão em que se encontram, se não houver ação rápida e emergencial, o futuro desse povo é a extinção”, explica Bruno Fragoso, da Funai
G1
Eles mantêm tradição de contato próximo com a natureza.
Os awá-guajá são uma das últimas tribos nômades das Américas. Em sua reserva, no noroeste do Maranhão, eles mantêm a a tradição de contato próximo com os animais. O filhote de cutia é alimentado com o fruto do babaçu. E o de macaco é amamentado pelas índias.
"O awá-guajá é um povo muito único. E essa relação que eles têm com o bicho, ele passa a ser membro da família", conta Bruno Fragoso, coordenador de Índios Isolados da Funai. A índia Tapanií explica que quando o macaco órfão que ela adotou ficar maior e mais agressivo, ela o soltará na mata. É na floresta que a vida dos awá-guajá se renova e também corre risco no encontro com invasores.
"O maior medo que eles têm é a doença que às vezes contraem no contato com a gente. E o segundo medo é pensar que é inimigo, pistoleiro, esse povo que vem invadindo as terras.", explica Patreolino Garreto Viana, auxiliar de campo da Funai. Imoin tem o medo estampado no rosto e, no braço, uma marca de bala. O filho dela conta que a emboscada aconteceu quando ela fazia coleta na mata.
O perigo do encontro com invasores, caçadores e madeireiros é grande, mas o espírito nômade dos awá-guajá é muito forte e mesmo os que moram nas aldeias passam boa parte do tempo na mata.
Uma família que passou dias na floresta volta trazendo caça e vários litros de mel. Macaripitã conta que foi ela que enxergou a colméia. Aqui é assim, mulher boa para casar é aquela que sabe ver e ouvir a natureza. Ser prendada também conta, dizem os rapazes da aldeia.
"Aí a mulher sabe fazer a saia dele também, como ele usa, como ela usa, sabe cozinhar também, como a gente come”, descreve Manaxika, líder da aldeia. A sabedoria dessas mulheres é fruto da relação que elas têm com a natureza e com as tradições: o melhor jeito de subir na árvore, de limpar e preparar o peixe, de cortar o cabelo com lascas de taquara afiada. Os cestos, os enfeites, as redes e roupas da palha do tucum. Dar conforto e beleza para a tribo é função das mulheres awá-guajá.
As jovens se casam assim que menstruam. Novinhas já tem muitos filhos. Parapiñam tem quatro e mais um a caminho. O isolamento da aldeia awá só é vencido quando aparece alguém de carro. Foi a sorte de uma índia grávida com hemorragia, que Bruno Fragoso, o novo coordenador do grupo de índios isolados da funai a levou para a cidade de santa inês. No hospital precário nasceu mais um awá-guajá.
A ameaça é terrivelmente visível para os awás e para as outras etnias da região. Imagens de satélite mostram que os 820 mil hectares de terras indígenas demarcadas no Maranhão estão sendo devastadas sem dó.
“Os awá-guajá, no processo de aceleração de invasão em que se encontram, se não houver ação rápida e emergencial, o futuro desse povo é a extinção”, explica Bruno Fragoso, da Funai
G1
segunda-feira, 19 de julho de 2010
Incesto. Lavrador no MA é "pai-avô" de 8 crianças, diz exame
Segundo delegada, ele teve sete bebês com uma filha.
Filha mais velha também teve uma criança.
A polícia recebeu, nesta segunda-feira (19), os exames de DNA que comprovam que um pescador de Pinheiro, no Maranhão, é realmente o pai de sete "filhos-netos" que teve com a filha de 28 anos.
A delegada Laura Melo Barbosa explicou que o pescador, de 54 anos, ainda é pai do filho da filha mais velha, de 31 anos, que já não morava mais com ele. A polícia vai anexar os exames no inquérito que já foi para a Justiça.
“Amanhã [terça-feira 20] vou encaminhar os resultados logo cedo para a vara onde está tramitando o processo”, afirmou a delegada. "Ele é pai das duas filhas e pai das oito crianças que nasceram desses relacionamento. Esse resultado já era esperado, mas como ele negava ser o pai do mais velho, essa é a prova definitiva."
O pescador permanece preso em Pinheiro.
Entenda o caso
O pescador foi preso no dia 8 de junho por manter a filha de 28 anos em cárcere privado, em uma casa de dois cômodos no povoado de Extremo, em Pinheiro (MA). No local, só é possível chegar usando canoas. O caso foi descoberto após denúncia anônima feita durante uma passeata contra a pedofilia, na capital maranhense, no fim de maio deste ano.
Segundo a Polícia Civil, o pescador teria tido os sete filhos com a filha do primeiro casamento, que hoje tem 28 anos. Ele também seria pai de uma criança que teve com a filha mais velha, de 31 anos
Todas as crianças estavam com cabelo repleto de piolhos quando foram encontradas e apresentaram sinais de desnutrição. Uma delas é portadora de deficiência auditiva e nunca havia tido acompanhamento médico.
Segundo a delegada Laura Melo Barbosa, ele responde pelos crimes de estupro de vulnerável, abandono material, abandono intelectual, maus-tratos e cárcere privado.
De acordo com a investigação, o pescador estuprou uma das duas "filhas-netas". A vítima, de 5 anos, teve rompimento parcial do hímen, laceração da mucosa genital e apresenta discreto sangramento, segundo laudo pericial. Outra "filha-neta" examinada, de 8 anos, teria dito à polícia que sofreu abuso sexual, mas o laudo não revelou lesões no corpo dela.
Fonte: G1
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