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quinta-feira, 29 de setembro de 2011
Doador anônimo japonês deixa US$ 131 mil em banheiro público
Um doador anônimo japonês deixou uma bolsa com US$ 131 mil em um banheiro público com instruções sobre como o dinheiro deve ser utilizado para ajudar as vítimas do terremoto e do tsunami no país em março deste ano.
Um funcionário da prefeitura de Tóquio informou que a bolsa de plástico com 10 milhões de ienes foi encontrada em 22 de setembro em um banheiro para deficientes de Sakado, um subúrbio nas proximidades da capital.
O governo municipal repassará o dinheiro à Cruz Vermelha japonesa se o doador anônimo não reclamar a quantia em um prazo de três meses.
A bolsa tinha um bilhete com a mensagem: "Estou sozinho. Não tenho futuro, então deixem o povo de Tohoku usar o dinheiro".
Tohoku é a região do nordeste do país devastada pela catástrofe que matou mais de 20 mil pessoas e provocou a tragédia na central nuclear de Fukushima.
"Não havia testemunhas para presenciar o gesto e não podemos dizer que tipo de pessoa fez isto. Estamos espantados. E também agradecidos pela gentileza", afirmou a porta-voz do governo municipal, Masumi Sekiguchi.
Folha
segunda-feira, 14 de março de 2011
Atlântida. Sucumbida por a uma tsunami, cidade perdida de pode ter sido encontrada
Pesquisadores podem ter localizado cidade perdida de Atlântida
Ela sucumbiu a uma tsunami
NORTHAMPTON - Um time de pesquisadores americanos pode ter finalmente localizado a cidade perdida de Atlântida, metrópole legendária que sucumbiu a uma tsunami, há milhares de anos, na Espanha.
- É difícil entender que a tsunami tem o poder de varrer 100 Km de terra, mas é disso que estamos falando - disse o professor Richard Freund, da Universidade de Hartford, Connecticut, que liderou a pesquisa.
Para solucionar o mistério, a equipe usou uma foto de satélite de uma suspeita cidade submersa para encontrar a localização, ao norte de Cadiz, na Espanha. Lá, enterrada nos pântanos do Parque Doña Ana, eles acreditam ter mapeado o antigo domínio conhecido como Atlântida.
O time de arqueólogos e geólogos em 2009 e 2010 usou uma combinação de radar, mapeamento digital e tecnologia subaquática para pesquisar a localização. Primeiro, descobriram uma série de cidades memorial construídas à imagem de Atlântida.
- Os moradores que não pereceram na inundação pela tsunami foram para o interior e construíram novas cidades - disse Freund, que vai revelar a descoberta no novo canal da National Geographic chamado "Finding Atlantis".
O filósofo grego Platão escreveu sobre a cidade há 2.600 anos, descrevendo-a como "uma ilha situada em frente ao estreito chamado de Pilares de Hércules", como o Estreito de Gibraltar era conhecido na antiguidade. Com a descrição detalhada de Platão como mapa, as buscas foram direcionadas no Mediterrâneo e no Atlântico como melhores possibilidades de localização da cidade. O debate sobre se a cidade realmente existiu dura milhares de anos. Os diálogos de Platão de 360 A.C. são as únicas fontes históricas de informação sobre a cidade.
Especialistas planejam futuras escavações no local onde acreditam que Atlântida esteja localizada e nas cidades misteriosas da Espanha para estudar mais a fundo formações geológicas e artefatos.
Ela sucumbiu a uma tsunami
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| Atlântida. Imagem meramente ilustrativa |
- É difícil entender que a tsunami tem o poder de varrer 100 Km de terra, mas é disso que estamos falando - disse o professor Richard Freund, da Universidade de Hartford, Connecticut, que liderou a pesquisa.
Para solucionar o mistério, a equipe usou uma foto de satélite de uma suspeita cidade submersa para encontrar a localização, ao norte de Cadiz, na Espanha. Lá, enterrada nos pântanos do Parque Doña Ana, eles acreditam ter mapeado o antigo domínio conhecido como Atlântida.
O time de arqueólogos e geólogos em 2009 e 2010 usou uma combinação de radar, mapeamento digital e tecnologia subaquática para pesquisar a localização. Primeiro, descobriram uma série de cidades memorial construídas à imagem de Atlântida.
- Os moradores que não pereceram na inundação pela tsunami foram para o interior e construíram novas cidades - disse Freund, que vai revelar a descoberta no novo canal da National Geographic chamado "Finding Atlantis".
O filósofo grego Platão escreveu sobre a cidade há 2.600 anos, descrevendo-a como "uma ilha situada em frente ao estreito chamado de Pilares de Hércules", como o Estreito de Gibraltar era conhecido na antiguidade. Com a descrição detalhada de Platão como mapa, as buscas foram direcionadas no Mediterrâneo e no Atlântico como melhores possibilidades de localização da cidade. O debate sobre se a cidade realmente existiu dura milhares de anos. Os diálogos de Platão de 360 A.C. são as únicas fontes históricas de informação sobre a cidade.
Especialistas planejam futuras escavações no local onde acreditam que Atlântida esteja localizada e nas cidades misteriosas da Espanha para estudar mais a fundo formações geológicas e artefatos.
Reuters
sábado, 12 de março de 2011
Tsunami - um terremoto dentro do mar
Tsunami, traduzido do japonês para o português como "ondas de porto", são ondas gigantes causadas por qualquer distúrbio importante em um grande corpo de água. Talvez, para a maioria das gerações mais jovens ao redor do mundo, o desastre natural mais mortal que já testemunhou (em primeira mão, na Internet ou na TV) foi o tsunami de 2004 no Oceano Índico. Esse terremoto / tsunami provocou a morte de mais de 220.000 pessoas. Em 2004, o tsunami no Oceano Índico foi causado por um terremoto de magnitude 9,3, que durou aproximadamente 10 minutos. Outras causas são as erupções vulcânicas, explosões subaquáticas, e deslizamentos de terra.
Tsunamis são difíceis de detectar "offshore", porque elas só sobem inicialmente cerca de 30 cm. É só quando se aproximam da terra que incham rápido. O tsunami de 2004 atingiu 30 metros de altura. Essa altitude é bem menor que o maior tsunami já registrada: O Tsunami da Baía de Lituya.
A Baía Lituya está localizada no Alasca. O tsunami que atingiu essa área em 1958, subiu a uma altura de 524 metros. Isso é quase uma centena de metros mais alto que o Empire State Building. Felizmente, o número de mortes não era proporcional ao seu tamanho. Este tsunami particular foi diretamente causado por um deslizamento de terra.
Alguns dos maiores terremotos na história resultou em tsunamis. O Grande Terremoto do Chile de 1960, que também detém o recorde de maior magnitude em 9,5, produziu uma série de ondas gigantes que varreu o Pacífico do Chile e, finalmente, se chocou contra as Filipinas, do outro lado do oceano.
O Grande Terramoto do Alasca de 1964 (magnitude = 9,2) também produziu maremotos que atingiram as costas do Japão e do Havaí.
Extensa investigação, detecção e monitoramento de tsunamis está sendo conduzido pelo USGS (Serviço Geológico dos EUA) e do Centro NOAA para Tsunami Research. NOAA significa National Oceanic and Atmospheric Administration.
Principalmente por causa do tsunami de 2004, a implantação de dispositivos de detecção tem sido acelerado. DART (Deep-Ocean Avaliação e Comunicação dos Tsunamis) bóias já foram colocados em locais estratégicos nos oceanos do mundo. A maioria destas bóias foram implantados ao longo do Anel de Fogo do Pacífico, onde a maioria dos terremotos e, portanto, tsunamis, ocorrem.
Cada bóia é ligado a uma gravação de pressão inferior (BPR), aparelho que monitora mudanças de pressão abaixo. Dados da BPR é enviado para a bóia, então para um satélite. O satélite, em seguida, envia as informações para NOAA várias instalações.
A presença destes sistemas de vigilância podem ajudar a reduzir os danos (principalmente para a vida) de tsunamis no futuro. Muitos dos tsunamis mortais podem percorrer grandes distâncias e levam horas antes de bater em praias e causando estragos. Depois que as pessoas de tripulação sistemas de acompanhamento emitir advertências, o público pode ser dado tempo suficiente para evacuar para áreas mais seguras.
Nós temos alguns artigos em Hoje Universo que estão relacionados com tsunamis. Aqui está um artigo sobre o grande tsunami , e aqui estão alguns terremotos famosos.
Fonte: universetoday.com/
Tsunamis são difíceis de detectar "offshore", porque elas só sobem inicialmente cerca de 30 cm. É só quando se aproximam da terra que incham rápido. O tsunami de 2004 atingiu 30 metros de altura. Essa altitude é bem menor que o maior tsunami já registrada: O Tsunami da Baía de Lituya.
A Baía Lituya está localizada no Alasca. O tsunami que atingiu essa área em 1958, subiu a uma altura de 524 metros. Isso é quase uma centena de metros mais alto que o Empire State Building. Felizmente, o número de mortes não era proporcional ao seu tamanho. Este tsunami particular foi diretamente causado por um deslizamento de terra.
Alguns dos maiores terremotos na história resultou em tsunamis. O Grande Terremoto do Chile de 1960, que também detém o recorde de maior magnitude em 9,5, produziu uma série de ondas gigantes que varreu o Pacífico do Chile e, finalmente, se chocou contra as Filipinas, do outro lado do oceano.
O Grande Terramoto do Alasca de 1964 (magnitude = 9,2) também produziu maremotos que atingiram as costas do Japão e do Havaí.
Extensa investigação, detecção e monitoramento de tsunamis está sendo conduzido pelo USGS (Serviço Geológico dos EUA) e do Centro NOAA para Tsunami Research. NOAA significa National Oceanic and Atmospheric Administration.
Principalmente por causa do tsunami de 2004, a implantação de dispositivos de detecção tem sido acelerado. DART (Deep-Ocean Avaliação e Comunicação dos Tsunamis) bóias já foram colocados em locais estratégicos nos oceanos do mundo. A maioria destas bóias foram implantados ao longo do Anel de Fogo do Pacífico, onde a maioria dos terremotos e, portanto, tsunamis, ocorrem.
Cada bóia é ligado a uma gravação de pressão inferior (BPR), aparelho que monitora mudanças de pressão abaixo. Dados da BPR é enviado para a bóia, então para um satélite. O satélite, em seguida, envia as informações para NOAA várias instalações.
A presença destes sistemas de vigilância podem ajudar a reduzir os danos (principalmente para a vida) de tsunamis no futuro. Muitos dos tsunamis mortais podem percorrer grandes distâncias e levam horas antes de bater em praias e causando estragos. Depois que as pessoas de tripulação sistemas de acompanhamento emitir advertências, o público pode ser dado tempo suficiente para evacuar para áreas mais seguras.
Nós temos alguns artigos em Hoje Universo que estão relacionados com tsunamis. Aqui está um artigo sobre o grande tsunami , e aqui estão alguns terremotos famosos.
Fonte: universetoday.com/
sexta-feira, 11 de março de 2011
Fotos: Terremoto com tsunami no Japão. Mais de mil mortos
O terremoto de 8,8 pontos na Escala Richter que atingiu o Japão nesta sexta-feira (11), segundo a Agência de Gerenciamento de Desastres e Incêndio, é considerado um dos maiores da história do país.
Pelo menos 337 pessoas morreram e 531 estão desaparecidas, segundo novo balanço da polícia. Segundo a agência de notícias Kyodo, o número de mortos pode chegar 1.000.
O Ministério da Defesa do país informou que 1.800 casas foram destruídas na localidade de Fukushima, de acordo com a Kyodo.
Apenas em Sendai, uma das cidades mais afetadas pelo tremor, mais de 200 corpos foram encontrados pela polícia na praia, segundo a agência de notícias local Jiji Press.
O terremoto gerou um tsunami que invadiu cidades da costa leste do Japão com ondas de até 10 metros que arrastaram barcos de pesca e outras embarcações pelas cidades. Vários veículos e casas ficaram submersos.
Ondas gigantes viajaram pelo Pacífico a uma velocidade de cerca de 800 km/h, antes de atingir a costa do Japão.
O epicentro do terremoto foi no oceano Pacífico, a 400 km de Tóquio, a uma profundidade de 32 km. Os primeiros tremores foram identificados às 14h46 (2h46, horário de Brasília). Diversas réplicas estão sendo registradas ainda no país: uma delas, de 6,6 pontos de magnitude, atingiu o noroeste do Japão.
As comunicações no Japão estão prejudicadas. Os celulares estão funcionando com limitações e a telefonia fixa, em Tóquio, com alguma irregularidade.
O metrô da capital japonesa foi paralisado, os carros detidos nas estradas, os aeroportos foram fechados e os prédios foram evacuados entre sons das sirenes e chamadas à evacuação.
A refinaria de petróleo Cosmo, na cidade de Chiba, perto de Tóquio, pegou fogo, com as chamas de até 30 metros de altura. Incêndios em refinarias de outras cidades também foram reportados.
Sobreviventes da tragédia relatam frio e escuridão na área atingida já que a rede elétrica foi bastante danificada.
Tremor é considerado o maior no país
Inicialmente, a agência de metereologia do Japão noticiou que a intensidade do terremoto havia sido de 8,9 pontos na Escala Richter, informação corrigida depois para 8,8 pontos.
De acordo com agências de notícias, este é o maior tremor que atinge o país em sete anos, e o 7º maior na história, segundo dados do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS). Já a Agência de Metereologia Japonesa afirmou que este foi o terremoto mais forte registrado no Japão.
Após o tremor, a cidade de Tóquio foi atingida por uma forte réplica de magnitude 6,7 na Escala Richter. A princípio, o terremoto foi considerado de 7,9 pontos e, posteriormente, de 8,8 pontos pelo Departamento de Pesquisas Geológicas dos EUA.
As vítimas do terremoto incluem um homem de 67 anos, esmagado por uma parede, e uma idosa, atingida pelo teto da própria casa, que desabou, ambos na região de Tóquio. Outras três pessoas morreram soterradas dentro de casa em Ibaraki, a nordeste da capital, segundo informações da Agência de Gerenciamento de Desastres e Incêndio.
O último terremoto de grandes proporções registrado no Japão aconteceu em 1932, em Kanto. O tremor de magnitude 8,3, matou 143 mil pessoas, segundo o USGS. Em 1996, um tremor de magnitude 7,2, em Kobe, deixou 6.400 mortos
http://noticias.uol.com.br
Terremoto e tsunami matam mais de 300 no Japão
TÓQUIO (Reuters) - O maior terremoto já ocorrido no Japão em 140 anos de medições atingiu na tarde desta sexta-feira (madrugada no Brasil) a costa nordeste do arquipélago, provocando uma onda de dez metros de altura que varreu tudo em seu caminho, incluindo casas, navios, carros e estruturas agrícolas.
Cerca de 300 corpos foram encontrados na cidade costeira de Sendai, no nordeste do país, segundo a emissora de TV NHK. Aparentemente, as pessoas morreram afogadas. A dimensão dos danos ao longo de uma extensa faixa costeira indica que o número de mortos pode aumentar significativamente.
Centenas estão desaparecidos.
A Cruz Vermelha disse em Genebra que a parede de água é mais alta do que algumas ilhas do Pacífico, e um alerta de tsunami foi emitido para toda a bacia do oceano, com exceção do Canadá e da parte continental dos Estados Unidos.
A Indonésia, o Estado norte-americano do Havaí e as Filipinas, entre outros, determinaram a desocupação de áreas costeiras.
Países da região como Taiwan, Austrália e Nova Zelândia, no entanto, já suspenderam o alerta.
Por causa do tsunami, a população japonesa foi orientada a fugir de áreas costeiras para terrenos mais elevados.
Foram registrados incêndios em pelo menos 80 lugares, segundo a agência de notícias Kyodo. A Kyodo também informou que uma embarcação com cem pessoas naufragou por causa do tsunami.
Cerca de 3 mil pessoas que moram perto de uma usina nuclear na localidade de Fukushima foram orientadas a deixar suas casas, mas o governo afirmou que não há riso de vazamento. Segundo as autoridades, a remoção da população da área era uma precaução por causa do mau funcionamento do equipamento de resfriamento do reator.
'Eu fiquei apavorado e ainda estou com medo', disse Hidekatsu Hata, 36 anos, gerente de um restaurante no bairro de Akasaka, em Tóquio. 'Eu nunca vivi um terremoto dessa magnitude antes.'
O primeiro-ministro Naoto Kan disse a políticos que eles precisam 'salvar o país' após o desastre, que segundo ele causou danos profundos em toda a faixa norte do país.
O tremor dividiu uma rodovia perto de Tóquio e derrubou vários prédios no nordeste japonês. Um trem estava desaparecido na região litorânea atingida pelo tsunami.
Um navio que levava 100 pessoas foi levado pelo tsunami, de acordo com a agência Kyodo, e imagens de TV mostraram a força da água, escurecida pelos destroços, carregando casas e carros e levando embarcações do mar para a terra.
Algumas usinas nucleares e refinarias de petróleo foram paralisadas, e havia fogo em uma refinaria e numa grande siderúrgica.
O governo do Japão afirmou que um sistema de resfriamento da usina nuclear Fukushima Daiichi, da Tokyo Electric Power, não está funcionando após o terremoto. Os trabalhos para reparar o problema já foram iniciados.
O governo declarou situação de emergência como precaução, mas não há vazamento radioativo e não era esperado por ora algum problema decorrente da falha no sistema, afirmou o secretário da chefia de gabinete, Yukio Edano, a jornalistas.
Cerca de 4,4 milhões de imóveis ficaram sem energia no norte do Japão, segundo a imprensa. Um hotel desabou na cidade de Sendai, e há temores de que haja soterrados.
A gigante eletrônica Sony, um dos maiores exportadores do país, fechou seis fábricas, informou a Kyodo. Jatos da Força Aérea foram deslocados para a costa nordeste para determinar a extensão dos danos.
O Banco do Japão (Banco Central) prometeu medidas para assegurar a estabilidade do mercado financeiro, mas o iene e as ações de empresas japonesas registraram queda.
MAR E FOGO
Filipinas, Taiwan e Indonésia emitiram alertas de tsunami, reavivando a lembrança do gigantesco maremoto que atingiu a Ásia em dezembro de 2004. O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico advertiu sobre riscos em países tão distantes quanto Colômbia, Chile e Peru, no outro lado do Pacífico.
O terremoto no Japão foi o quinto mais forte do mundo no último século.
Houve vários tremores secundários após o terremoto principal. Em Tóquio, os edifícios sacudiram violentamente. Uma refinaria de petróleo perto da cidade estava em chamas, com dezenas de tanques de armazenamento sob ameaça.
Impressionantes imagens de TV mostraram o tsunami carregando destroços e incêndios em uma grande faixa litorânea perto da cidade de Sendai, que tem cerca de 1 milhão de habitantes. Navios foram erguidos do mar e jogados no cais, onde ficaram caídos de lado.
Sendai fica a 300 quilômetros de Tóquio, e o epicentro do tremor, no mar, não fica muito distante dessa região.
A emissora NHK mostrou chamas e colunas de fumaça negra saindo de um prédio em Odaiba, um subúrbio de Tóquio, e trens-balas que seguiam para o norte do país parados.
Fumaça escura também encobria uma região industrial em Yokohama. A TV mostrou moradores da cidade correndo para deixar prédios atingidos pelo tremor, protegendo as cabeças com as mãos enquanto destroços caiam sobre elas.
'O prédio sacudiu por bastante tempo e muitas pessoas na redação pegaram seus capacetes e se esconderam debaixo da mesa', disse a correspondente da Reuters em Tóquio Linda Sieg.
'Isso foi provavelmente o pior que eu já vivi desde que vim morar no Japão há mais de 20 anos'
O tremor aconteceu pouco antes do fechamento do mercado em Tóquio, derrubando o índice Nikkei para a cotação mais baixa em cinco semanas. O desastre também prejudicou mercados em outras partes do mundo.
Cerca de 300 corpos foram encontrados na cidade costeira de Sendai, no nordeste do país, segundo a emissora de TV NHK. Aparentemente, as pessoas morreram afogadas. A dimensão dos danos ao longo de uma extensa faixa costeira indica que o número de mortos pode aumentar significativamente.
Centenas estão desaparecidos.
A Cruz Vermelha disse em Genebra que a parede de água é mais alta do que algumas ilhas do Pacífico, e um alerta de tsunami foi emitido para toda a bacia do oceano, com exceção do Canadá e da parte continental dos Estados Unidos.
A Indonésia, o Estado norte-americano do Havaí e as Filipinas, entre outros, determinaram a desocupação de áreas costeiras.
Países da região como Taiwan, Austrália e Nova Zelândia, no entanto, já suspenderam o alerta.
Por causa do tsunami, a população japonesa foi orientada a fugir de áreas costeiras para terrenos mais elevados.
Foram registrados incêndios em pelo menos 80 lugares, segundo a agência de notícias Kyodo. A Kyodo também informou que uma embarcação com cem pessoas naufragou por causa do tsunami.
Cerca de 3 mil pessoas que moram perto de uma usina nuclear na localidade de Fukushima foram orientadas a deixar suas casas, mas o governo afirmou que não há riso de vazamento. Segundo as autoridades, a remoção da população da área era uma precaução por causa do mau funcionamento do equipamento de resfriamento do reator.
'Eu fiquei apavorado e ainda estou com medo', disse Hidekatsu Hata, 36 anos, gerente de um restaurante no bairro de Akasaka, em Tóquio. 'Eu nunca vivi um terremoto dessa magnitude antes.'
O primeiro-ministro Naoto Kan disse a políticos que eles precisam 'salvar o país' após o desastre, que segundo ele causou danos profundos em toda a faixa norte do país.
O tremor dividiu uma rodovia perto de Tóquio e derrubou vários prédios no nordeste japonês. Um trem estava desaparecido na região litorânea atingida pelo tsunami.
Um navio que levava 100 pessoas foi levado pelo tsunami, de acordo com a agência Kyodo, e imagens de TV mostraram a força da água, escurecida pelos destroços, carregando casas e carros e levando embarcações do mar para a terra.
Algumas usinas nucleares e refinarias de petróleo foram paralisadas, e havia fogo em uma refinaria e numa grande siderúrgica.
O governo do Japão afirmou que um sistema de resfriamento da usina nuclear Fukushima Daiichi, da Tokyo Electric Power, não está funcionando após o terremoto. Os trabalhos para reparar o problema já foram iniciados.
O governo declarou situação de emergência como precaução, mas não há vazamento radioativo e não era esperado por ora algum problema decorrente da falha no sistema, afirmou o secretário da chefia de gabinete, Yukio Edano, a jornalistas.
Cerca de 4,4 milhões de imóveis ficaram sem energia no norte do Japão, segundo a imprensa. Um hotel desabou na cidade de Sendai, e há temores de que haja soterrados.
A gigante eletrônica Sony, um dos maiores exportadores do país, fechou seis fábricas, informou a Kyodo. Jatos da Força Aérea foram deslocados para a costa nordeste para determinar a extensão dos danos.
O Banco do Japão (Banco Central) prometeu medidas para assegurar a estabilidade do mercado financeiro, mas o iene e as ações de empresas japonesas registraram queda.
MAR E FOGO
Filipinas, Taiwan e Indonésia emitiram alertas de tsunami, reavivando a lembrança do gigantesco maremoto que atingiu a Ásia em dezembro de 2004. O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico advertiu sobre riscos em países tão distantes quanto Colômbia, Chile e Peru, no outro lado do Pacífico.
O terremoto no Japão foi o quinto mais forte do mundo no último século.
Houve vários tremores secundários após o terremoto principal. Em Tóquio, os edifícios sacudiram violentamente. Uma refinaria de petróleo perto da cidade estava em chamas, com dezenas de tanques de armazenamento sob ameaça.
Impressionantes imagens de TV mostraram o tsunami carregando destroços e incêndios em uma grande faixa litorânea perto da cidade de Sendai, que tem cerca de 1 milhão de habitantes. Navios foram erguidos do mar e jogados no cais, onde ficaram caídos de lado.
Sendai fica a 300 quilômetros de Tóquio, e o epicentro do tremor, no mar, não fica muito distante dessa região.
A emissora NHK mostrou chamas e colunas de fumaça negra saindo de um prédio em Odaiba, um subúrbio de Tóquio, e trens-balas que seguiam para o norte do país parados.
Fumaça escura também encobria uma região industrial em Yokohama. A TV mostrou moradores da cidade correndo para deixar prédios atingidos pelo tremor, protegendo as cabeças com as mãos enquanto destroços caiam sobre elas.
'O prédio sacudiu por bastante tempo e muitas pessoas na redação pegaram seus capacetes e se esconderam debaixo da mesa', disse a correspondente da Reuters em Tóquio Linda Sieg.
'Isso foi provavelmente o pior que eu já vivi desde que vim morar no Japão há mais de 20 anos'
O tremor aconteceu pouco antes do fechamento do mercado em Tóquio, derrubando o índice Nikkei para a cotação mais baixa em cinco semanas. O desastre também prejudicou mercados em outras partes do mundo.
Por Chisa Fujioka e Elaine Lies
Terremoto e tsunami atingem o Japão
Abalo teve magnitude 8,9 e foi seguido de muitos tremores secundários.
Pelo menos 22 pessoas já morreram, segundo a imprensa local.
Um terremoto de magnitude 8,9 atingiu nesta sexta-feira (11) a costa nordeste do Japão, segundo o Serviço Geológico dos EUA (USGS).
Imagens de TVs locais mostram que o abalo gerou um tsunami (onda gigante) no Oceano Pacífico, que alcançou áreas da cidade de Sendai. Carros e barcos foram arrastados.
Logo após o tremor, um alerta para ondas de até seis metros de altura havia sido emitido no país. O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico, agência americana, também emitiu um alerta para toda a costa pacífica, exceto EUA e Canadá continentais, de onda de até dez metros.
Pelo menos 22 pessoas morreram, segundo a imprensa local.
As vítimas incluem um homem de 67 anos, esmagado por uma parede, e uma idosa, atingida pelo teto da própria casa, que desabou, ambos na região de Tóquio. Outras três pessoas morreram soterradas dentro de casa em Ibaraki, a nordeste da capital.
A Agência Nacional de Polícia, entretanto, afirmou que ainda não é capaz de confirmar o balanço de mortos.
O tremor teve epicentro no Oceano Pacífico a 130 km da península de Ojika, a uma profundidade de 24 km.
Premiê pede calma
O abalo, que ocorreu às 14h46 (hora local, 2h46 de Brasília), foi seguido até o momento por pelo menos outros 24 fortes tremores de magnitude superior a 5, segundo o USGS, agência americana que monitora e estuda tremores pelo mundo. O governo japonês emitiu um alerta sobre o risco de fortes réplicas.
O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, qualificou como "grandes" os danos causados pelo abalo, mas não deu informações sobre vítimas. Kan pediu "calma" à população. Ele estava no Parlamento na hora do tremor.
O terremoto sacudiu com força os edifícios de Tóquio. Alarmes foram disparados nos prédios, houve correria, e as linhas telefônicas ficaram bloqueadas.
O Shinkansen, o trem-bala da capital japonesa, e os dois principais aeroportos ficaram temporariamente fechados.
A rede TBS mostrou um prédio em chamas na ilha futurística de Odaiba, na capital japonesa.
Um aviso de ondas gigantes foi emitido pelo Centro de Alertas de Tsunami do Pacífico após o terremoto. O alerta foi dado para Austrália, Nova Zelândia, Polinésia e países do litoral oeste do continente americano.
Imagem do site do USGS mostra localização do
tremor (Foto: Reprodução)
Alertas
As Filipinas ordenaram a retirada de milhares de cidadãos na costa oriental do terço norte do país pelo risco de um tsunami gerado no Japão atingir a região.
Segundo o Instituto Filipino de Vulcanologia e Sismologia (Philvolcs), a onda gigante chegará ao litoral leste da ilha de Luzon entre 17h e 19h do horário local (6h e 8h de Brasília).
Taiwan e a ilha de Guam também emitiram alertas e retiraram moradores da costa. G1
Premiê japonês: danos causados pelo terremoto foram "grandes"
O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, qualificou de "grandes" os danos causados nesta sexta-feira pelo terremoto de 8,8 graus na escala Richter que sacudiu a costa leste do Japão e que, segundo seu Governo, pode ser o maior na história do país.
A princípio, o tremor teve magnitude avaliada em 7,9 graus, intensidade que posteriormente foi elevada para 8,4 graus e, na última revisão da Agência Meteorológica do Japão, para 8,8 graus.
O porta-voz do Executivo, Yukio Edano, pediu que a população se mantenha alerta diante das várias réplicas e do tsunami provocado pelo tremor, que levou as autoridades a ordenarem a evacuação dos habitantes das zonas litorâneas em risco. Kan pediu calma à população para fazer frente às consequências do forte tremor, que gerou um tsunami que em algumas regiões arrastou carros e atingiu edifícios, além de causar vários incêndios, 14 deles em Tóquio, segundo a agência local Kyodo.
Três vítimas já foram confirmadas, enquanto a agência Kyodo e a emissora nacional NHK indicaram que há várias estruturas e edifícios destruídos nas províncias de Miyagi e Iwate, as mais afetadas.
Kan assegurou que o governo fará "todos os esforços para minimizar os danos" e assinalou que foi criado um grupo de trabalho de emergência para tratar da situação. Por outro lado, o primeiro-ministro confirmou que não houve vazamentos radioativos nas duas usinas nucleares na zona afetada que tiveram que paralisar suas atividades
Terra
TERRITÓRIO DE RISCO
O Japão é situado no "anel de fogo do Pacífico", por isso sofre frequentes terremotos, mas raramente causam vítimas devido às rígidas normas de construção vigentes no país.
Após o terremoto que ocorreu há dois dias, a Agência Meteorológica japonesa advertira que durante uma semana poderia haver réplicas que, porém, foram estimadas com intensidade máxima de 4, pela escala japonesa.
Pelo menos 22 pessoas já morreram, segundo a imprensa local.
Um terremoto de magnitude 8,9 atingiu nesta sexta-feira (11) a costa nordeste do Japão, segundo o Serviço Geológico dos EUA (USGS).
Imagens de TVs locais mostram que o abalo gerou um tsunami (onda gigante) no Oceano Pacífico, que alcançou áreas da cidade de Sendai. Carros e barcos foram arrastados.
Logo após o tremor, um alerta para ondas de até seis metros de altura havia sido emitido no país. O Centro de Alerta de Tsunamis do Pacífico, agência americana, também emitiu um alerta para toda a costa pacífica, exceto EUA e Canadá continentais, de onda de até dez metros.
Pelo menos 22 pessoas morreram, segundo a imprensa local.
As vítimas incluem um homem de 67 anos, esmagado por uma parede, e uma idosa, atingida pelo teto da própria casa, que desabou, ambos na região de Tóquio. Outras três pessoas morreram soterradas dentro de casa em Ibaraki, a nordeste da capital.
A Agência Nacional de Polícia, entretanto, afirmou que ainda não é capaz de confirmar o balanço de mortos.
O tremor teve epicentro no Oceano Pacífico a 130 km da península de Ojika, a uma profundidade de 24 km.
Premiê pede calma
O abalo, que ocorreu às 14h46 (hora local, 2h46 de Brasília), foi seguido até o momento por pelo menos outros 24 fortes tremores de magnitude superior a 5, segundo o USGS, agência americana que monitora e estuda tremores pelo mundo. O governo japonês emitiu um alerta sobre o risco de fortes réplicas.
O primeiro-ministro do Japão, Naoto Kan, qualificou como "grandes" os danos causados pelo abalo, mas não deu informações sobre vítimas. Kan pediu "calma" à população. Ele estava no Parlamento na hora do tremor.
O terremoto sacudiu com força os edifícios de Tóquio. Alarmes foram disparados nos prédios, houve correria, e as linhas telefônicas ficaram bloqueadas.
O Shinkansen, o trem-bala da capital japonesa, e os dois principais aeroportos ficaram temporariamente fechados.
A rede TBS mostrou um prédio em chamas na ilha futurística de Odaiba, na capital japonesa.
Um aviso de ondas gigantes foi emitido pelo Centro de Alertas de Tsunami do Pacífico após o terremoto. O alerta foi dado para Austrália, Nova Zelândia, Polinésia e países do litoral oeste do continente americano.
Imagem do site do USGS mostra localização do
tremor (Foto: Reprodução)
Alertas
As Filipinas ordenaram a retirada de milhares de cidadãos na costa oriental do terço norte do país pelo risco de um tsunami gerado no Japão atingir a região.
Segundo o Instituto Filipino de Vulcanologia e Sismologia (Philvolcs), a onda gigante chegará ao litoral leste da ilha de Luzon entre 17h e 19h do horário local (6h e 8h de Brasília).
Taiwan e a ilha de Guam também emitiram alertas e retiraram moradores da costa. G1
Premiê japonês: danos causados pelo terremoto foram "grandes"
O primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, qualificou de "grandes" os danos causados nesta sexta-feira pelo terremoto de 8,8 graus na escala Richter que sacudiu a costa leste do Japão e que, segundo seu Governo, pode ser o maior na história do país.
A princípio, o tremor teve magnitude avaliada em 7,9 graus, intensidade que posteriormente foi elevada para 8,4 graus e, na última revisão da Agência Meteorológica do Japão, para 8,8 graus.
O porta-voz do Executivo, Yukio Edano, pediu que a população se mantenha alerta diante das várias réplicas e do tsunami provocado pelo tremor, que levou as autoridades a ordenarem a evacuação dos habitantes das zonas litorâneas em risco. Kan pediu calma à população para fazer frente às consequências do forte tremor, que gerou um tsunami que em algumas regiões arrastou carros e atingiu edifícios, além de causar vários incêndios, 14 deles em Tóquio, segundo a agência local Kyodo.
Três vítimas já foram confirmadas, enquanto a agência Kyodo e a emissora nacional NHK indicaram que há várias estruturas e edifícios destruídos nas províncias de Miyagi e Iwate, as mais afetadas.
Kan assegurou que o governo fará "todos os esforços para minimizar os danos" e assinalou que foi criado um grupo de trabalho de emergência para tratar da situação. Por outro lado, o primeiro-ministro confirmou que não houve vazamentos radioativos nas duas usinas nucleares na zona afetada que tiveram que paralisar suas atividades
Terra
TERRITÓRIO DE RISCO
O Japão é situado no "anel de fogo do Pacífico", por isso sofre frequentes terremotos, mas raramente causam vítimas devido às rígidas normas de construção vigentes no país.
Após o terremoto que ocorreu há dois dias, a Agência Meteorológica japonesa advertira que durante uma semana poderia haver réplicas que, porém, foram estimadas com intensidade máxima de 4, pela escala japonesa.
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