SÃO PAULO - Um crime bárbaro e brutal foi gravado pelas câmeras de trânsito de Campina Grande, na Paraíba. Um travesti de 24 anos é perseguido, agredido e morto por três jovens. O crime aconteceu na madrugada da última sexta-feira.
As imagens mostram quando os jovens descem de um carro e perseguem o travesti Daniel de Oliveira. Numa calçada, o travesti é agredido e morto com mais de 30 facadas. Com o rapaz morto na calçada, um carro dá marcha a ré e os três agressores fogem.
A polícia de Campina Grande informou que identificou e prendeu dois dos agressores. Um deles é menor de idade e disse ter sido ele quem planejou o crime. O adolescente afirmou ter agenciado um programa para o travesti, que não repassou o dinheiro, cerca de R$ 800.
As duas facas e o carro usado no crime foram localizados na casa de um deles e apreendidos. Outros dois homens estão sendo procurados.
O Globo
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segunda-feira, 18 de abril de 2011
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
Mundo cor-de-rosa: Paulo Vilhena se prepara para viver travesti
Ator divulgou uma foto do camarim da peça 'Hedwig'em seu Twitter
EGO
Para quem estava curioso para ver o universo de Paulo Vilhena como travesti em "Hedwig", o ator postou uma foto sua no camarim da peça. No espetáculo, dirigido por Evandro Mesquita, ele contracena com Pierre Baitelle. "Nosso altar", escreveu Paulo como legenda da imagem.
foto: Reprodução/Twitter
Paulo Vilhena se prepara para viver travesti
EGO
Para quem estava curioso para ver o universo de Paulo Vilhena como travesti em "Hedwig", o ator postou uma foto sua no camarim da peça. No espetáculo, dirigido por Evandro Mesquita, ele contracena com Pierre Baitelle. "Nosso altar", escreveu Paulo como legenda da imagem.
foto: Reprodução/Twitter
Paulo Vilhena se prepara para viver travesti
sexta-feira, 16 de julho de 2010
Exame inicial não detecta HIV na enfermeira atacada por travesti
O primeiro exame realizado pela supervisora de enfermagem que recebeu de um travesti sangue contaminado com o HIV não constatou a presença do vírus da Aids no sangue da funcionária, segundo a direção do Hospital Regional da Ceilândia (HRC), localizado a 30 quilômetros de Brasília. De acordo com o hospital, os primeiros exames apontaram resultado "não reagente".
A enfermeira foi atacada em 21 de junho por um travesti que roubou uma seringa, retirou o próprio sangue e injetou na enfermeira.
O tempo necessário para que o exame de Aids detecte a presença do HIV no sangue é geralmente de três a 12 semanas depois de adquirido o vírus, com período médio de aproximadamente dois meses. Esse tempo decorrido entre a infecção pelo HIV e a detecção de anticorpos por exames é chamado de janela imunológica.
Por isso, a enfermeira fará novos exames na próxima quarta-feira (21), quando se completa um mês do ataque, e repetirá os testes em três meses. Depois desses, novos exames serão feitos em seis meses.
Segundo a direção do hospital, somente após todos esses exames será possível confirmar que a enfermeira não foi contaminada com o vírus HIV.
A supervisora de enfermagem está de licença médica sem previsão de retorno ao trabalho. De acordo com a direção do HRC, ela e a família "estão em tratamento psicológico".
Ataque
No dia 21 de junho, nervoso com o suposto atraso de cinco horas no atendimento de uma amiga, o travesti, de 28 anos, entrou em desespero e invadiu uma sala onde a equipe de enfermagem guardava as seringas.
De acordo com os funcionários, ele tirou o próprio sangue e saiu correndo pelo corredor ameaçando pacientes e funcionários. Quando a supervisora de enfermagem tentou controlar a situação, teve a mão perfurada. A técnica que tentou ajudar foi mordida no braço.
Segundo nota oficial da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, "a acompanhante (exaltada e agressiva) invadiu a sala de medicação, pegou uma seringa de 10 ml, aspirou seu próprio sangue e gritava que era 'soropositivo' e iria injetar o sangue 'na primeira pessoa de branco que encontrasse pela frente'".
Ainda segundo a nota, foi solicitada a presença da supervisora de enfermagem que se encontrava no Box de Emergência do hospital. "Ao se dirigir ao consultório médico foi agredida pela acompanhante, que a perfurou quatro vezes na região dorsal da mão esquerda, sendo injetado sangue na mesma. Naquele momento, uma técnica de enfermagem tentou imobilizar a agressora e foi mordida no antebraço esquerdo e levou vários golpes com a seringa na perna direita".
A Secretaria de Saúde nega que a amiga do travesti tenha esperado cinco horas por atendimento. Segundo a nota, "a chefia de Equipe solicitou atendimento à paciente C.L., a qual foi prontamente atendida e medicada, conforme anotações na Guia de Atendimento de Emergência (GAE). O intervalo entre a admissão da paciente e a medicação foi de vinte minutos".
O travesti foi preso em flagrante pelo policial militar que estava no hospital. Ele responderá por tentativa de duplo homicídio. A pena para cada tentativa é de 12 a 30 anos de prisão. As informações são do G1.
sábado, 27 de março de 2010
Travesti é morto a tiros em Viana -ES
Bernardo Coutinho - NA

Rodrigo Ferreira, 23 anos, morto a tiros no bairro Canaã
Segundo informações da polícia, os assasssinos foram tão cruéis que chegaram a recarregar a arma para poder atirar mais vezes, mesmo com a vítima caída já morta.
A vítima fazia ponto no Posto 13 de Maio, na BR 262, em Viana (na grande Vitória), e estava voltando para casa por volta das 07h30. A polícia já tem suspeitos do crime mas ainda não divulgou nenhuma informação para não atrapalhar as investigações.
Fonte: gazetaonline
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