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segunda-feira, 18 de abril de 2011

Câmeras gravam assassinato brutal de travesti na Paraíba. Veja

SÃO PAULO - Um crime bárbaro e brutal foi gravado pelas câmeras de trânsito de Campina Grande, na Paraíba. Um travesti de 24 anos é perseguido, agredido e morto por três jovens. O crime aconteceu na madrugada da última sexta-feira.

As imagens mostram quando os jovens descem de um carro e perseguem o travesti Daniel de Oliveira. Numa calçada, o travesti é agredido e morto com mais de 30 facadas. Com o rapaz morto na calçada, um carro dá marcha a ré e os três agressores fogem.
A polícia de Campina Grande informou que identificou e prendeu dois dos agressores. Um deles é menor de idade e disse ter sido ele quem planejou o crime. O adolescente afirmou ter agenciado um programa para o travesti, que não repassou o dinheiro, cerca de R$ 800.

As duas facas e o carro usado no crime foram localizados na casa de um deles e apreendidos. Outros dois homens estão sendo procurados.

O Globo

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Mundo cor-de-rosa: Paulo Vilhena se prepara para viver travesti

Ator divulgou uma foto do camarim da peça 'Hedwig'em seu Twitter

EGO

Para quem estava curioso para ver o universo de Paulo Vilhena como travesti em "Hedwig", o ator postou uma foto sua no camarim da peça. No espetáculo, dirigido por Evandro Mesquita, ele contracena com Pierre Baitelle. "Nosso altar", escreveu Paulo como legenda da imagem.




foto: Reprodução/Twitter

Paulo Vilhena se prepara para viver travesti

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Exame inicial não detecta HIV na enfermeira atacada por travesti

O primeiro exame realizado pela supervisora de enfermagem que recebeu de um travesti sangue contaminado com o HIV não constatou a presença do vírus da Aids no sangue da funcionária, segundo a direção do Hospital Regional da Ceilândia (HRC), localizado a 30 quilômetros de Brasília. De acordo com o hospital, os primeiros exames apontaram resultado "não reagente".

A enfermeira foi atacada em 21 de junho por um travesti que roubou uma seringa, retirou o próprio sangue e injetou na enfermeira.

O tempo necessário para que o exame de Aids detecte a presença do HIV no sangue é geralmente de três a 12 semanas depois de adquirido o vírus, com período médio de aproximadamente dois meses. Esse tempo decorrido entre a infecção pelo HIV e a detecção de anticorpos por exames é chamado de janela imunológica.

Por isso, a enfermeira fará novos exames na próxima quarta-feira (21), quando se completa um mês do ataque, e repetirá os testes em três meses. Depois desses, novos exames serão feitos em seis meses.
Segundo a direção do hospital, somente após todos esses exames será possível confirmar que a enfermeira não foi contaminada com o vírus HIV.

A supervisora de enfermagem está de licença médica sem previsão de retorno ao trabalho. De acordo com a direção do HRC, ela e a família "estão em tratamento psicológico".

Ataque
No dia 21 de junho, nervoso com o suposto atraso de cinco horas no atendimento de uma amiga, o travesti, de 28 anos, entrou em desespero e invadiu uma  sala onde a equipe de enfermagem guardava as seringas.
De acordo com os funcionários, ele tirou o próprio sangue e saiu correndo pelo corredor ameaçando pacientes e funcionários. Quando a supervisora de enfermagem tentou controlar a situação, teve a mão perfurada. A técnica que tentou ajudar foi mordida no braço.

Segundo nota oficial da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, "a acompanhante (exaltada e agressiva) invadiu a sala de medicação, pegou uma seringa de 10 ml, aspirou seu próprio sangue e gritava que era 'soropositivo' e iria injetar o sangue 'na primeira pessoa de branco que encontrasse pela frente'".

Ainda segundo a nota, foi solicitada a presença da supervisora de enfermagem que se encontrava no Box de Emergência do hospital. "Ao se dirigir ao consultório médico foi agredida pela acompanhante, que a perfurou quatro vezes na região dorsal da mão esquerda, sendo injetado sangue na mesma. Naquele momento, uma técnica de enfermagem tentou imobilizar a agressora e foi mordida no antebraço esquerdo e levou vários golpes com a seringa na perna direita".

 A Secretaria de Saúde nega que a amiga do travesti tenha esperado cinco horas por atendimento. Segundo a nota, "a chefia de Equipe solicitou atendimento à paciente C.L., a qual foi prontamente atendida e medicada, conforme anotações na Guia de Atendimento de Emergência (GAE). O intervalo entre a admissão da paciente e a medicação foi de vinte minutos".

O travesti foi preso em flagrante pelo policial militar que estava no hospital. Ele responderá por tentativa de duplo homicídio. A pena para cada tentativa é de 12 a 30 anos de prisão. As informações são do G1.

sábado, 27 de março de 2010

Travesti é morto a tiros em Viana -ES


 Bernardo Coutinho - NA
Rodrigo Ferreira, 23 anos, morto a tiros no bairro Canaã. Viana - Editoria: Polícia - Foto: Bernardo Coutinho - NA
Rodrigo Ferreira, 23 anos, morto a tiros no bairro Canaã
Um travesti identificado pelo nome de Rodrigo Ferreira, 23 anos, conhecido pelo apelido de "Verônica", foi assassinado na manhã deste sábado (27), no bairro Canaã, em Viana.

Segundo informações da polícia, os assasssinos foram tão cruéis que chegaram a recarregar a arma para poder atirar mais vezes, mesmo com a vítima caída já morta.

A vítima fazia ponto no Posto 13 de Maio, na BR 262, em Viana (na grande Vitória), e estava voltando para casa por volta das 07h30. A polícia já tem suspeitos do crime mas ainda não divulgou nenhuma informação para não atrapalhar as investigações.

Fonte: gazetaonline