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domingo, 11 de dezembro de 2011

Luan Santana, afinal do que gosta o cantor? Quais seus segredos?

O cantor Luan Santana coleciona uma legião de fãs em todo o mundo. Elas adoram ser chamadas e “launetes” ou “Luan fanátiicas”, o fato é que elas gostam tanto do ídolo sertanejo que elas se reuniram para fazer uma lista das 10 manias e curiosidades do astro sertanejo.

AS 10 CURIOSIDADES SOBRE LUAN SANTANA

1- Quando está cansado, ele fala enquanto dorme. Já virou motivo de piada entre a sua equipe.


2 – O Luan Santana detesta carne moída.

3 – Este ano o cantor já trocou sete vezes o número de celular. Suas fãs descobrem o número do seu telefone e ligam o dia todo para ele.

4 – Luan Santana adora fazer barulho com o “canudinho” para irritar os outros.

5 – O cantor se diverte fazendo caretas em frente do espelho.

6 – Quando está nervoso ele fica virando o boné de um lado para o outro.

7 – Luan se arrepia quando alguém passa a mão em sua nuca.

8 – Quando o cantor está ansioso ele não come.

9 – Luan Santana tem uma coleção de cuecas coloridas.

10 – Ele adora fazer creme de abacate.

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Luan Santana afirmou que se não fosse cantor iria ser biólogo, por gostar da natureza e ter contato com o pantanal.
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O primeiro cachê de Luan Santana foi dado por seu pai, Amarildo Santana, pois já estava cansado de ver o filho reclamar que cantava em churrascos, em casa, mas nunca ganhava nada , com isso seu pai resolveu incentivá-lo com esse cachê, mas escondido, pois não queria que Luan ficasse sabendo. Assim mandou o seu irmão, tio de Luan, entregar o dinheiro para ele !
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Presidente do Hospital de Câncer de Barretos que fez questão de agradecer a doação que Luan Santana fez com o valor do cachê integral do show que totalizou uma doação no valor de $400 mil para obras na ala dos Adolescentes e Crianças do Hospital.***





domingo, 10 de julho de 2011

O segredo por trás do rosto do homem

Estudo americano conclui que rostos largos são indícios de maior disposição para mentir e trapacear, mas também indicam sucesso nos negócios

RIO - Se você acha que é esperta o suficiente para saber se um homem é bom caráter logo numa primeira conversa, saiba que um grupo de pesquisadores americanos passou a sua frente. A partir de uma análise comparativa de comportamento e características físicas, eles concluíram que homens com rosto largo são mais propensos a mentir e trapacear que os de rosto fino, mas também são mais bem sucedidos nos negócios.

Os cientistas acreditam ter evidências para mostrar que a medida da largura do rosto de um homem dividida pela altura da sua face é um indicador do quão poderoso ele se sente e de sua disposição para quebrar regras sociais, a fim de atingir seus objetivos. O estudo sugere que o cálculo pode ser um velho sinal evolucionário da agressividade de um homem quando lida com pessoas que ele considera competidores, segundo o professor Michael Haselhuhn, que liderou o estudo na Universidade de Wisconsin-Milwaukee.

- A razão largura sobre altura geralmente é um sinal positivo, falando em termos de evolução. Especificamente, quando homens competem por recursos com outros homens, o rosto largo é um forte sinal de agressividade, e comportamento autointeressado - disse Haselhuhn. - Descobrimos evidências de que a ligação entre o tamanho do rosto do homem e seu comportamento antiético é causado por um senso de poder. Homens com medidas maiores do rosto se sentem mais poderosos, e esse sensação de poder os leva a uma atitude inapropriada - ele disse.

Os estudos envolveram o teste de um grupo de 192 alunos de Administração para ver o quão prontamente eles estavam dispostos para mentir ou trapacear para ganhar vantagem sobre um competidor. Os homens de rostos mais largos eram cerca de três vezes mais propensos a passar a perna no outro comparados com os de face mais fina, de acordo com o estudo publicado na revista " Proceedings of the Royal Society B.".

- É importante reconhecer também que homens com o rosto mais largo não são todos maus. A mesma sensação de poder e agressividade que geram comportamento antiético pode ser um benefício se for canalizada corretamente.

Globo

sábado, 21 de agosto de 2010

'Perdi a virgindade aos 16 anos e já fiquei com fãs', diz Luan Santana

Em entrevista à Marília Gabriela, cantor revela seus segredos

EGO

foto: Reprodução/ SBT
Luan Santana e Marília Gabriela
Durante entrevista à Marilia Gabriela, Luan Santana revelou: 'Perdi a virgindade aos 16 anos e já fiquei com fãs'. No bate-papo para o programa "De Frente Com Gabi", o cantor sertanejo afirmou que "é homem demais, e gosta de mulher". "Há machistas que ficam com ciúmes quando suas namoradas gritam o meu nome", exemplificou ele, que tem levado centenas de mulheres a atirarem seus sutiãs ao palco.

Vaidoso, Luan confessou um dos seus segredos de beleza. "Depilo a barba com laser sempre que começam a crescer uns pelinhos", falou à Gabi. Com 3 anos o garoto já fazia shows, despois de ganhar um violão, interpretando músicas de Zezé Di Camargo. "Meu sonho é cantar com Roberto Carlos. Mas ainda não o conheço", declarou.

domingo, 18 de julho de 2010

O segredo da escola que chegou ao 1º lugar na Educação Básica

Carla Nascimento 
gazetaonline.com.br

Sem quadra de esportes ou biblioteca, a Escola Municipal Coronel Virgínio Calmon, em Colatina, está longe de ser um exemplo de modernidade. Em cinco das sete salas de aula não há janelas, a circulação de ar e a iluminação dependem de um recurso em alvenaria (conhecido como cobogó). O piso não possui cerâmica, e o quadro verde para giz ainda é o centro das atenções. Ainda assim, a escola deixou para trás estabelecimentos de contam com inovadores aparatos tecnológicos e tirou nota 7,9 no Índice de Educação Básica (Ideb), a maior média do Estado. Com isso, tornou-se a única unidade de ensino capixaba entre os dez melhores índices do país entre alunos de 1ª a 4ª série do ensino fundamental.

O que poderia ser considerado um entrave na Educação é usado a favor dos estudantes. A falta de biblioteca é suprida pelos livros guardados na sala dos professores e por um “canto de leitura” em cada sala de aula. Na prática, é uma estante com títulos bastante conhecidos dos alunos, já que os professores contam uma história no final de cada turno. 

O investimento em leitura e produção de textos é um dos carros-chefe da metodologia de ensino na escola. Mas para a diretora da unidade, Rita de Cássia Sirtoli Toso, a melhoria na aprendizagem não pode ser explicada por apenas um fator. 

“Penso que o que favorece o crescimento dos alunos é ter um grupo de profissionais compromissado, ter baixa rotatividade de professores e a possibilidade de conhecer o aluno e a comunidade em que ele está inserido. Conhecendo esse aluno, você pode intervir de maneira que ele cresça. Durante muito tempo da vida, a gente pensa que todo mundo tem que crescer igual, que todo mundo tem que fechar a prova, tirar dez. Mas não é assim. Hoje sabemos que o importante é que todos aprendam, mas cada um no seu ritmo, no seu nível”, ensina. 

Nas paredes, os nomes dos alunos aparecem em sacos plásticos onde são colocados os trabalhos individuais, na lista de aniversariantes do mês e numa espécie de pauta que registra, diariamente, se a agenda foi assinada pelos pais e se as tarefas foram realizadas. 


E não foi apenas no Ideb 2009 que a Escola Cel Virgínio Calmon chamou a atenção de autoridades e pais de alunos pelo bom desempenho. O pequeno laboratório de informática foi adquirido, em 2007, como prêmio do Ministério da Educação (MEC) pela primeira colocação das crianças das séries iniciais no Espírito Santo no mesmo índice. Na época, a média da escola foi 5,8.

Trajetória 

Rita de Cássia Sirtoli Toso- Diretora da Escola Municipal Cel. Virgínio Calmon, de Colatina
“Há anos não temos taxa de evasão na escola” 
Com 16 anos de atuação na Escola Municipal Coronel Virgínio Calmon, em Colatina, a diretora, Rita de Cássia Sirtoli Toso, fala sobre as estratégias da unidade para driblar as dificuldades encontradas na rede pública, conseguir um índice de evasão igual a zero, aumentar a participação da família na vida dos alunos e conquistar o primeiro lugar do Ideb no Estado. 

Antes de trabalhar nesta escola, qual foi sua trajetória profissional? 
Eu me formei em Magistério em 1983, e em Pedagogia, em 1990. No início da minha carreira, trabalhei em uma escola do campo, dava aula de 1ª a 4ª série do ensino fundamental e até fazia a merenda dos alunos. Depois, dei aula na Escola Ernesto Corradi, em Colatina. Fui professora um ano e diretora por quatro anos. De lá, vim para a Escola Virgínio Calmon.

O que mudou na Escola Virgínio Calmon desde que a senhora começou a trabalhar nesta unidade? 
Cheguei à escola em 1994. Já fiz de tudo um pouco: fui professora, fiquei um tempo na secretaria e na direção. Esse é o segundo período que estou como diretora nesta escola. Humildemente, falo que desde quando cheguei a estrutura física melhorou muito. Mas o compromisso com o aprendizado é o mesmo. A escola sempre foi muito respeitada, e devemos isso a todos os ex-funcionários. Prova disso é que várias autoridades no município estudaram aqui.

No Ideb de 2005 e 2007, a escola teve nota 5,8 e, em 2009, foi 7,9. Como a senhora vê o resultado? 
O peso desse resultado para a escola é muito grande. Aumenta a responsabilidade, o compromisso de se tornar ainda maior. Somos cobrados, mas, ao mesmo tempo, cobramos mais de nós mesmos e dos alunos. Cada vez que chega um professor novo, ele entra no ritmo desse compromisso.

Qual a formação dos professores? 
Todos os professores da escola têm curso superior e participam da formação continuada em serviço, inclusive eu. Procuramos aplicar os conhecimentos adquiridos na formação. 

O professor acompanha o aluno? 
A turma que fez a prova do Ideb no ano passado foi acompanhada pelo mesmo professor por dois anos seguidos. O normal é o mesmo professor acompanhar a turma de 1º e 2º ano do ensino fundamental, mas, às vezes, isso acontece com as séries seguintes também.

Qual é a taxa de evasão dos alunos? 
Há anos não temos taxa de evasão na escola. É uma comunidade privilegiada em Colatina, e temos uma estratégia para reduzir a evasão. Se o aluno falta dois dias seguidos, o professor informa à administração da escola, que localiza a família para saber o porquê desse aluno está faltando. A gente visita as casas, quando necessário, e faz esse trabalho de conscientização. 

E as taxas de aprovação? 
São muito boas. No ano passado, a maior taxa de reprovados foi menor que 4%. Mas pode ser melhorado. Tenho dez alunos com idades defasadas para a série, na escola. Desses, quatro têm necessidades especiais, o que requer um tempo maior de escolarização.

Qual o segredo para ter um desempenho melhor do que a média das escolas particulares? 
O que a rede particular tem de diferencial é uma parte social superior à nossa: tem piscina, faz passeios. Usamos as armas que temos. E o que nos temos é um professor qualificado, com experiência, e uma comunidade ativa. Primamos pelo ler e escrever e pelas operações matemáticas. Para isso, usamos uma quantidade grande de jogos matemáticos e livros.

A escola participou do Programa de Avaliação da Educação Básica do Estado (Paebes Alfa)? 
Sim. E foi muito bem em relação às demais unidades de Colatina e do Estado. Porém percebemos que nosso 3º ano não está com um rendimento satisfatório, o que não nos agradou. Fizemos a análise para tentar mudar a situação.

Há casos de violência na escola ou no entorno? 
Essa comunidade do entorno é tranquila, apesar de a gente perceber que nos últimos anos estão aparecendo pontos de drogas. Hoje já tem pai de aluno preso, situação que não havia. Quando isso acontece, a gente tenta tratar a criança da melhor maneira possível, sem exposição, e fazer contato com quem ficou responsável.

Como é a participação da família? 
Temos cinco reuniões de pais por ano. A primeira, no início do ano letivo; e uma, ao final de cada bimestre. A frequência é excelente. Em uma turma com 30 alunos, cerca dois ou três não vêm. Quem não vem tem que comparecer na escola, com dia e horário agendado.

Como vocês conseguem tanta adesão? 
A maioria dos pais dos alunos trabalha em fábrica de costura, porque temos um polo de confecção no bairro. Então, fazemos a reunião à noite, depois do horário de serviço. 

Ambiente lúdico, com móveis novos e coloridos 
Desde 2007, a Escola Cel Virgínio Calmon recebe alunos de educação infantil. As crianças receberam salas novas, que em nada lembram as dos colegas do ensino fundamental. Os 60 alunos dos turnos da manhã e da tarde estudam em um ambiente lúdico, com móveis novos e coloridos. A sala tem janelas e piso de cerâmica. Nas salas, uma boneca dá vida a uma atividade baseada no livro “Os Cabelos de Lelê”. No mesmo ano, a unidade recebeu do município a cobertura para o pátio interno, um dos locais onde os alunos fazem atividades de Educação Física.

No meio da praça, uma árvore que, no lugar de fruta, dá livro 
Quem vai a Colatina não deve se surpreender se encontrar livros pendurados em uma árvore no meio da praça. A iniciativa faz parte do projeto “Colatina: Cidade Leitora”, que tem como objetivo estimular o hábito da leitura e inclui ainda outras ações. 

A medida, de acordo com a secretária municipal de Educação, Maria Auxiliadora Torezani de Oliveira, é um dos fatores que contribuíram para o bom resultado das escolas do município no Ideb. “Temos 32 escolas de ensino fundamental, e apenas duas não atingiram a meta”, diz. 

A Escola Cel Virgínio Calmon, que ficou em 1º lugar, também participa do projeto. Lá, uma vez por semana, uma turma faz uma apresentação para todos os alunos da escola com base em uma obra literária. 

“Temos apresentação de jogral, textos informativos, fábulas, contos, declamação de poesias, o professor escolhe”, afirma a diretora da escola Rita de Cássia Sirtoli Toso. 

Investimento 
A cidade investiu 32% da receita em educação, no ano passado, ou seja, R$ 48 milhões. Isso significa que o investimento por aluno foi de R$ 3.090,00, por ano. 

O recurso, admite a secretária, é fundamental para manter a qualidade no ensino, mas não basta. “A formação continuada dos professores, uma equipe gestora muito boa e o envolvimento da família também influenciam no desempenho de uma escola”, diz. 

Sobre a estrutura das unidades, ela diz: “Em 2009, 30 escolas tinham laboratório de informática. Agora, mais três receberão. Também queremos implantar bibliotecas em todas elas”.

O que faz a diferença 

Estrutura: A escola tem 315 alunos de educação infantil e de 1º ao 5º ano (antiga 1ª à 4ª série) do ensino fundamental. A turma com mais alunos tem 30 estudantes; e a com menos, 19 alunos 

Professores: A escola conta com 17 educadores. Todos participam do curso de formação continuada, uma vez por mês. Nesse dia, os alunos têm aulas com um oficineiro treinado. Os pais são avisados da substituição com antecedência

Família: Os pais de alunos participam ativamente das atividades escolares e recebem informações detalhadas do desempenho dos filhos

Conselho de escola: Formado por dois representantes dos professores, dois do quadro administrativo, dois alunos, dois representantes de pais, e dois representantes da comunidade, que não têm filhos na escola. O conselho tem o papel de fiscalizar, decidir sobre a aplicação de verbas e recursos pedagógicos 

Aulas: Os alunos perdem poucas aulas por ano. Nos dias de jogos da Copa, por exemplo, o horário de entrada foi antecipado em 40 minutos para que eles pudessem ser liberados mais cedo

Matérias: A prioridade da escola é desenvolver o hábito da leitura e a capacidade matemática dos alunos