Se você sonha em estar rodeado de insetos, pessoas ou eventos desagradáveis e irritantes estão à frente. Se entre os insetos você vê aranhas, bem, alguém está espiando você à distância. Se no sonho você observa insetos: uma pessoa irritante está incomodando você com uma fofoca vazia. Ser mordido por um grande inseto no sonho diz que você tem que lidar com uma perda, ou se você sente dor por algumas experiências futuras ou passadas.
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sábado, 25 de maio de 2013
Sonhar com insetos. Qual significado?
Sonhos com insetos. Significado
Se você sonha em estar rodeado de insetos, pessoas ou eventos desagradáveis e irritantes estão à frente. Se entre os insetos você vê aranhas, bem, alguém está espiando você à distância. Se no sonho você observa insetos: uma pessoa irritante está incomodando você com uma fofoca vazia. Ser mordido por um grande inseto no sonho diz que você tem que lidar com uma perda, ou se você sente dor por algumas experiências futuras ou passadas.
Se você sonha em estar rodeado de insetos, pessoas ou eventos desagradáveis e irritantes estão à frente. Se entre os insetos você vê aranhas, bem, alguém está espiando você à distância. Se no sonho você observa insetos: uma pessoa irritante está incomodando você com uma fofoca vazia. Ser mordido por um grande inseto no sonho diz que você tem que lidar com uma perda, ou se você sente dor por algumas experiências futuras ou passadas.
Sonhar com mosquito. Qual significado?
Sonhos com mosquito. Qual significado?
O sonho de mosquitos implica que você está sendo usado e manipulado por outros. Eles estão esgotando-o emocionalmente e mentalmente. Isso também significa que você vai usar todos os seus esforços para defender-se contra os seus assaltos.
Sonhar que você está matando mosquito você será capaz de prevaleces indica quer sobre as dificuldades para obter riqueza e alegria.
Ver insetos em seu sonho, significa pequenos obstáculos que devem ser superados. Há pequenos problemas e aborrecimentos que precisam ser tratadas. Alguma coisa ou alguém pode estar a "escuta" ou "importunando" você. Alternativamente, os insetos são também simbólicos de precisão, agilidade e sensibilidade. Você pode precisar para organizar seus pensamentos e resolver os seus valores. Às vezes, eles são vistos como mensageiros divinos
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Insetos como alimentos. Uma solução para a fome no mundo?
Fritada de gafanhotos, alguém vai? Insetos podem ser a resposta para a nossa crise alimentar iminente
Sustentável e nutritiva, é tempo de insetos serem vistos como uma outra fonte de proteína. O problema é como fazê-los desejáveis.
No sudeste da Ásia, os insetos são uma parte importante da dieta diária para milhões de pessoas. Grilos, baratas e outros insetos e larvas são vendidos em toda a região por vendedores de beira de estrada e em restaurantes elegantes. Elas são exploradas comercialmente e pelos produtores casa, proporcionando renda vital para a luta dos agricultores. Muitas vezes, os insetos são a única fonte de renda para mulheres assalariadas, que toldos rig polietileno acima de um tubo fluorescente de luz para capturar insetos voando depois de escurecer.
Insetos são abundantes, multiplicar e crescem rapidamente e requerem pouca comida para sustentá-los. Eles são a fonte perfeita de proteína. Como os países do oeste e países em desenvolvimento acordam para a ameaça iminente de escassez de alimentos , é hora de que os governos seriamente considerem uma fonte alternativa de proteína. Poderiam insetos fornecer segurança alimentar para os próximos séculos?
Entomofagia (comer insetos) é uma indústria em crescimento, com mais de 1.400 espécies de insetos sendo devorado em 90 países. Em termos de o quanto os insetos necessitam de alimentos por grama de proteína produzida, eles são duas vezes tão eficiente quanto galinhas e mais de seis vezes mais eficiente que as vacas. Uma razão para isso é que os insetos são de sangue frio, então eles não precisam comer para se manterem aquecidos.
Alimentação animal é uma importante consideração como custos agrícolas crescentes em todo o mundo, deixando milhões de famílias incapazes de satisfazer suas necessidades básicas de arroz. A carne é um artigo de luxo para muitos no mundo em desenvolvimento, levando a deficiências de proteína para as populações em África Subsaariana, sul da Ásia e América Latina.
Os benefícios nutricionais de insetos e melhores formas de comercialização, foram aprofundadas durante uma conferência internacional no ano de 2008 em Chiang Mai, Tailândia, envolvendo cientistas de 15 países diferentes, mas os progressos não foram suficientes desde então. Pesquisadores, governos e agências internacionais como o Food and Agriculture Organization das Nações Unidas precisam de olhar seriamente na colheita de insetos e a produção de alimentos para atender às necessidades do mundo, tanto no mundo pobre e o oeste rico. Isso não significa, necessariamente, um hambúrguer com barata frita, mas pode significar o uso de proteínas de insetos para substituir proteína de soja, feijão, em alimentos embalados. Os insetos são uma fonte muito mais ambientalmente sustentável de proteína, pois eles podem ser colhidos sem destruição de florestas ou culturas de alimentos.
Não é o alimento perfeito. Pessoas alérgicas a frutos do mar são alguns que provavelmente também a sofrem alergias de insetos. E insetos expostos a pesticidas mantêm altos níveis de toxinas em seus corpos.
Existe um nicho de mercado para os insetos, existem livros de culinária, sites , sites de receita on-line , fornecedores e restaurantes especializados em pratos de insetos. Mas os insetos precisam seguir o caminho de outras comidas exóticas, como sushi na década de 1990, e tornarem-se desejáveis. Como entomologista DeFoliart Gene , na UW-Madison, diz: "Se os insetos se tornam mais amplamente aceitos como um alimento respeitável nos países industrializados, as implicações são óbvias Eles formariam uma nova classe de alimentos feitos por encomenda para pequenas empresas e pequenos agricultores. O comércio internacional de insetos comestíveis quase certamente aumentará. " [ Gaia Vince. guardian.co.uk]
Quais são os insetos mais consumidos do mundo?
Junte-se à maioria! Em pelo menos 120 dos 192 filiados à ONU, insetos são comidos regularmente - e a iguaria não é só para quem está matando besouro a grito. Na América Central, no Sudeste Asiático e no Oeste Africano, eles são servidos em restaurantes finos. Nos EUA, uma lata com 200 gramas de formigas tanajuras sai por R$ 57. E, até no interior do Brasil, formiga frita é petisco.
Não se come inseto com casca e tudo: seu exoesqueleto não desce bem. Mas o resto é nutritivo: 4 larvas de mariposa tem tanta proteína quanto 250 gramas de filé mignon. Já a formiga-cortadeira tem 45% de proteínas, contra 23% do frango e 20% do boi. Insetos também são ricos em gordura insaturada, minerais e vitaminas. "Varia se ele come folhas, troncos, raízes ou seiva", diz Neto.
Graças a essa riqueza nutritiva, a ONU está estudando maneiras de usar nossos amigos de 6 patas para diminuir a fome no mundo. Afinal, só falta convencer um terço de seus membros a comê-los.
Befouro D'oro
Abaixo, uma seleção entre os insetos mais apreciados do mundo. O besouro é campeão absoluto, seguido de outras delícias de 6 patas
Preferência Mundial - Besouro-do-coqueiro - Rhynchophorus palmarum
Veja que sorte: este suculento coleóptero, puro nitrogênio, abunda no Brasil. Ele é encontrado no Norte e Nordeste, dentro dos coquinhos de babaçu. Pode ser comido na hora ou com farinha de mandioca.
Um mel sem igual - Abelha - Apis mellifera
As deliciosas larvas da abelha têm sabor de (supresa!) mel. Fonte de proteínas e vitaminas A e D, são melhor apreciadas acompanhando uma deliciosa salada de frutas.
Sabor de Brasil - Içá - Atta cephalotes
Prato apreciado pelo escritor Monteiro Lobato, típico do vale do Paraíba, no leste de São Paulo. Crocante, a fêmea da formiga saúva é servida pura, frita ou com farinha.
Gafanhoto - Sphenarium purpurascens
O chapulin, um clássico mexicano. São cozidos depois de ficarem dois dias sem comida e liberando o conteúdo estomacal. Come-se com sal, limão e pimenta ou na tortilha.
Saboreie nosso couvert exclusivo!
Direto da Nova Guiné: uma tora de palmeira onde fêmas puseram ovos, repleta de muitas larvas de insetos variados!
Delícias do Oriente
Na China e no Sudeste Asiático, o consumo de insetos só é tabu para os visitantes
Do casulo para o prato - Bicho-da-seda - Bombyx mori
A espécie não é mais encontrada na natureza, só sobrevive em cativeiro. Na China e no Japão, os casulos são ingeridos como biscoitos.
Tenébrio - Tenebrio molitor
Usados no resto do mundo em rações animais, estes besouros exalam proteína e são apreciados pelos chineses em todas as suas fases.
Peça também!
Da Tailândia, um louva-a-deus transformado em uma cremosa pasta. Dizem que o sabor lembra patê de camarão.
por Maíra Termero
super.abril.com.br/
Não é incomum entre culturas nativas de regiões tropicais o consumo de larvas coletadas de troncos de coqueiros e de outras árvores.
Exceto para certos tipos de gafanhoto, os insetos em geral são proibidos pelo judaísmo, mas no Ocidente em geral considera-se o consumo de insetos mais repulsivo do que propriamente imoral. Certos insetos e larvas são associados à comida estragada. Mas muitos tipos de insetos e invertebrados são consumidos em culturas não-européias: gafanhotos, grilos, lagartas e formigas, principalmente no Extremo Oriente.
No Brasil há a tradição rural de se comer a parte traseira da içá ou tanajura, rainha das formigas típicas do Novo Mundo chamadas saúvas.
O consumo de certos insetos faz parte íntegra da cultura gastronômica do México.
domingo, 3 de abril de 2011
Cientista diz que dieta de insetos pode resolver crise mundial de alimentos
Os insetos geram a mesma quantidade de proteína comendo sete vezes menos ração do que um boi, por exemplo.
Nos restaurantes brasileiros, encontrar um gafanhoto no prato certamente seria motivo de escândalo, mas um cientista holandês ligado à ONU, a Organização das Nações Unidas, afirma que chegou a hora de ver os insetos como fonte de proteína, capaz de ajudar a acabar com a fome no mundo.
O que parece uma praga de gafanhotos pode ser apenas sua próxima refeição. Estamos em uma fazenda no interior da Holanda onde não se criam vacas nem galinhas. O negócio no local é inseto: larvas de borboletas, de besouros, além de grilos e gafanhotos.
É um negócio limpo que não requer muito espaço e nem grandes investimentos. Em um galpão menor do que uma quadra de tênis, dá para produzir 600 quilos de insetos comestíveis por semana. O faturamento mensal chega ao equivalente a R$ 100 mil. Pelo menos, 15 produtores rurais holandeses se dedicam a essa atividade. A Holanda é um dos principais produtores de insetos comestíveis do mundo.
Se existe produção, existe consumo. Um restaurante de Londres, por exemplo, tem, no menu, uma salada de grilos e gafanhotos que custa o equivalente a R$ 20. O dono afirma que 90% dos clientes pedem a iguaria.
O preconceito ainda atrapalha. Afinal, para nós ocidentais, essa não é uma daquelas comidas que a gente pode dizer que come com os olhos. O repórter Marcos Losekann confessa que não foi fácil encarar o almoço gentilmente preparado por alunos da escola de hotelaria da Universidade de Wageningen, a 100 quilômetros de Amsterdam.
Primeiro, chega uma entrada de grilos ao alho e óleo E como manda a boa educação, não dá para recusar. Depois, o garçom traz pasteis de larvas de borboletas. Por fim, uma sobremesa de larvas de besouros com mel e outros ingredientes.
É tudo uma questão de costume, de tempo. Quem garante é o professor Arnold Van Huis, especialista em insetos. Ele é autor de um polêmico estudo sobre a dieta a base de insetos publicado na revista “The Scientist”, uma das mais renomadas publicações científicas do mundo. Segundo o professor Huis, os ocidentais deveriam adotar o cardápio tão popular na culinária asiática como fonte alternativa de proteína. “É um substituto da carne de boi”, diz o professor.
Para o cientista, os insetos poderiam inclusive ajudar a resolver a crise mundial de alimentos. Enquanto um boi, por exemplo, necessita de 10 quilos de comida para cada quilo de carne que produz, os insetos geram a mesma quantidade de proteína comendo sete vezes menos.
Mas e o preço? Hoje, um quilo de insetos não sai por menos de R$ 40. O professor Huis garante que quanto mais produtores investirem na criação de insetos, mais baixo será o custo. “Nos países tropicais, os insetos existem aos montes, sem investimento algum. O próprio Brasil poderia ser um grande exportador de insetos”, sugere o professor.
A idéia foi lançada. Estão servidos?
Site do Fantástico
Nos restaurantes brasileiros, encontrar um gafanhoto no prato certamente seria motivo de escândalo, mas um cientista holandês ligado à ONU, a Organização das Nações Unidas, afirma que chegou a hora de ver os insetos como fonte de proteína, capaz de ajudar a acabar com a fome no mundo.
O que parece uma praga de gafanhotos pode ser apenas sua próxima refeição. Estamos em uma fazenda no interior da Holanda onde não se criam vacas nem galinhas. O negócio no local é inseto: larvas de borboletas, de besouros, além de grilos e gafanhotos.
É um negócio limpo que não requer muito espaço e nem grandes investimentos. Em um galpão menor do que uma quadra de tênis, dá para produzir 600 quilos de insetos comestíveis por semana. O faturamento mensal chega ao equivalente a R$ 100 mil. Pelo menos, 15 produtores rurais holandeses se dedicam a essa atividade. A Holanda é um dos principais produtores de insetos comestíveis do mundo.
Se existe produção, existe consumo. Um restaurante de Londres, por exemplo, tem, no menu, uma salada de grilos e gafanhotos que custa o equivalente a R$ 20. O dono afirma que 90% dos clientes pedem a iguaria.
O preconceito ainda atrapalha. Afinal, para nós ocidentais, essa não é uma daquelas comidas que a gente pode dizer que come com os olhos. O repórter Marcos Losekann confessa que não foi fácil encarar o almoço gentilmente preparado por alunos da escola de hotelaria da Universidade de Wageningen, a 100 quilômetros de Amsterdam.
Primeiro, chega uma entrada de grilos ao alho e óleo E como manda a boa educação, não dá para recusar. Depois, o garçom traz pasteis de larvas de borboletas. Por fim, uma sobremesa de larvas de besouros com mel e outros ingredientes.
É tudo uma questão de costume, de tempo. Quem garante é o professor Arnold Van Huis, especialista em insetos. Ele é autor de um polêmico estudo sobre a dieta a base de insetos publicado na revista “The Scientist”, uma das mais renomadas publicações científicas do mundo. Segundo o professor Huis, os ocidentais deveriam adotar o cardápio tão popular na culinária asiática como fonte alternativa de proteína. “É um substituto da carne de boi”, diz o professor.
Para o cientista, os insetos poderiam inclusive ajudar a resolver a crise mundial de alimentos. Enquanto um boi, por exemplo, necessita de 10 quilos de comida para cada quilo de carne que produz, os insetos geram a mesma quantidade de proteína comendo sete vezes menos.
Mas e o preço? Hoje, um quilo de insetos não sai por menos de R$ 40. O professor Huis garante que quanto mais produtores investirem na criação de insetos, mais baixo será o custo. “Nos países tropicais, os insetos existem aos montes, sem investimento algum. O próprio Brasil poderia ser um grande exportador de insetos”, sugere o professor.
A idéia foi lançada. Estão servidos?
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