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domingo, 8 de janeiro de 2012

MC Sapão é acusado de agredir a esposa

 MC Sapão é acusado de agredir a esposa
Segundo 'O Dia', mulher do cantor denunciou o marido após levar socos, puxões e pontapés

foto: Danielly D'Lucas/Divulgação
MC Sapão

O início do ano para MC Sapão não está sendo fácil. Segundo o jornal "O Dia", o funkeiro está sendo acusado de agressão pela mulher.

De acordo com a publicação, ele teria dado socos, pontapés e puxões em Alessandra da Conceição Herculano de Araújo, com quem é casado há três anos, quando deixava uma boate na Urca, Zona Sul do Rio, na madrugada de quinta-feira (05). Ainda de acordo com o jornal, Alessandra teria dito na delegacia onde registrou o caso que o início da briga se deu quando ela tentou impedir que Sapão dirigisse alcoolizado.

O advogado de Sapão enviou um comunicado ao site Ego esclarecendo a situação. Foi confirmada a discussão entre o casal, mas a causa seria ciúmes de Alessandra, que não gostou do assédio de fãs na boate.

As agressões foram negadas, assim como a informação de que o o funkeiro dirige. Segundo o advogado, Sapão não costuma dirigir, mesmo quando não consome bebidas alcoólicas, porque a função fica a cargo de seu produtor ou de seu segurança. [GAZETA ONLINE]




Tô Tranquilão
Mc Sapão

Que batida é essa que na balada é sensação
É claro que é o funk meu irmão
Várias mulheres lindas rebolando até o chão
Isso que é pura sedução
Vem pra cá dançar
Vem pra cá curtir
Hoje agente vai se divertir
Dessa festa linda não vou mais sair
Comigo vem cantando assim
Eu tô tranquilão,
Tô numa boa, tô curtindo o batidão
Se liga nessa, vem sentir essa emoção
E a mulherada vai descendo até o chão (desce,desce) (2x refrão)
Que batida é essa que na balada é sensação
É claro que é o funk meu irmão
Várias mulheres lindas rebolando até o chão
Isso que é pura sedução
Vem pra cá dançar
Vem pra cá curti
Hoje agente vai se diverti
Dessa festa linda não vou mais sair
Comigo vem cantando assim
Eu tô tranquilão,
Tô numa boa, tô curtindo o batidão
Se liga nessa, vem sentir essa emoção
E a mulherada vai descendo até o chão (desce,desce) (2x refrão)
Eu tô tranquilão,
Tô numa boa, tô curtindo o batidão
Se liga nessa, vem sentir essa emoção
E mulherada vai descendo até o chão...
Comigo bate na palma da mão
Bate na palma da mão
Desce desce
Eu tô tranquilão
Eu tô curtindo o batidão


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Funk do Neymar. Craque vira tema de funk e é flagrado dançando

Neymar vira tema de funk e dança no vestiário do Santos
A música é de autoria da carioca MC Suzy

A chamada moda 'Neymar Mania' vai continuar. Além do estilo e cabelo do jogador, agora vai ter também a galera dançando o funk do Neymar, de autoria da carioca MC Suzy. Segundo ela, a intenção dos versos apimentados são transportar a fama de atacante para as quatro paredes.

"Vem, Neymar! As novinhas estão querendo um jogo particular/ as danadas sapequinhas com você querem jogar". A música chegou aos ouvidos do craque, que aparece em um vídeo dançando. 

domingo, 14 de agosto de 2011

Garotos dançam ao som de funk e viram hit na web; assista ao vídeo


Irmãos dançarinos fazem sucesso no Youtube

Com o público na palma da mão
(Foto: Reprodução)

Nem só de vídeos tranquilos e imagens relaxantes vive o Youtube. Nas redes sociais, vemos muitas pessoas animadas mostrando suas habilidades nas artes. Um ótimo exemplo dessa categoria é esse vídeo que atraiu centenas de milhares de espectadores no site Youtube.

Ao som do funk "É o pente", do grupo carioca Os Havaianos, esses dois irmãos mostram muita animação e passos muito bem ensaidos. Algumas vezes sincronizados mas a maior parte do tempo em movimentos desconexos, os irmãos são garantia de te animar ou, pelo menos, te fazer rir.

Léo Torres

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Cariacica. Professor de judô agride aluno por causa de um funk

Professor é preso suspeito de agredir garoto por causa de um funk "Ele ficou nervoso, segurou meu cordão, tentou me enforcar, me deu um soco e eu caí no chão", conta o menino de 13 anos

Menino agredido: 'Eu baixei (o volume), mas ele ficou nervoso,
segurou meu cordão, tentou me enforcar, me deu um soco e
eu caí no chão
Um professor de judô foi preso nesta quarta-feira (20) suspeito de agredir um menino de 13 anos, aluno de uma escola municipal de Cariacica, ao ter se irritado com um funk que tocava no celular do garoto. As marcas da agressão ficaram no rosto e no pescoço do menino. O professor de arte marcial alega ter sido vítima de bullying.

O episódio aconteceu por volta das 8h30 da manhã. Alunos da 6ª série da Escola de Ensino Fundamental Angelo Zani, localizada em Mucuri, foram liberados para o pátio porque o professor de matemática havia faltado. Lá, eles dividiram a quadra com a turma de arte marcial do professor Jeferson Leandro Avelino, de 27 anos, que atua na escola como monitor voluntário do projeto do governo Federal "Mais Educação".

"O professor de matemática faltou e nós fomos liberados para a quadra. O professor estava lá com a turma dele e a gente foi bater bola na outra trave. Coloquei o meu celular para tocar e ele mandou baixar o volume. Eu baixei, mas ele ficou nervoso, segurou meu cordão, tentou me enforcar, me deu um soco e eu caí no chão", conta o menino de 13 anos.

O professor de artes marciais alega que tentou imobilizar o menino para tomar o celular quando recebeu um soco no rosto e revidou. Além disso também disse ter sido vítima de bullying. "Ele me fez bullying. Me chamou de gordo", disse.

A mãe do estudante, que é diarista, ficou revoltada com a situação e alega que a direção da escola não deu socorro ao filho. "Eles facilitaram a fuga do professor, pois ele não estava mais no local, e omitiram socorro ao meu filho. Além de não terem me avisado".

A direção da escola informou que prestou atendimento ao aluno agredido e se colocou a disposição da família para transportá-lo à delegacia para o registro da ocorrência. Na delegacia ninguém da escola acompanhava a família durante o depoimento.

O Professor, que trabalha no projeto do governo Federal há 3 anos, foi preso em casa pelos investigadores da Delegacia de Proteção à Crianças e ao Adolescentes (DPCA), no início da tarde. Na delegacia ele contou que foi ameaçado de morte pelo estudante. " Ele disse que ia me matar com um tiro".

O delegado Marcelo Nolasco informou que o professor vai responder pelos crimes de agressão ao adolescente e também pela exposição vexaminosa a que o menino sofreu na escola. O delegado arbitrou uma fiança de um salário mínimo para que o professor fique em liberdade durante a fase de inquérito.

O valor estipulado foi pago. Jeferson Leandro Avelino vai responder pelos crimes em liberdade. Segundo a Secretaria de Educação de Cariacica o professor foi ouvido pelo diretor da escola, Fernando Araújo, que fez um registro por escrito. O documento foi entregue à coordenadora do programa Mais Educação, pedindo o afastamento do professor do projeto.

A Gazeta

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Mãe de Lacraia fala sobre a dor de perder o filho

Recentemente, Marco Aurélio Silva da Rosa, mais conhecido como Lacraia, morreu deixando o funk de luto.

No morro do Jacarezinho, uma comunidade marcada pela guerra do tráfico de drogas, onde Lacraia nasceu e viveu, MC Serginho falou sobre a perda do amigo e lembrou o apelido dado por ele.

- Eu fui botar o Marquinho no palco pra dançar... Aí, ele estava dançando e vinha como “Margareth Robocop”, todo empolgado lá dançando. Aí eu mandei "vai lacraia". Ele olhou pra trás, eu continuei cantando outra coisa e mandei: “vai lacraia”, de novo... Aí ele não gostou...E pegou!

Dona Alice, mãe de Marcos, diz que está sofrendo muito a perda do filho.

- Ele era bom para todo mundo. Perder um filho é muito triste, como ter o coração pela metade.

Record negociava Lacraia para “A Fazenda 4″

Inclusive o produtor Leo, que acompanhou a fase solo da dançarina, após a separação de MC Leozinho, garantiu que a Record chegou a sondar Lacraia para uma eventual participação em A Fazenda

“Agora acho que já posso falar, né? A Lacraia tinha muitos planos além de se lançar como cantora. Ela chegou a negociar, foi à São Paulo, conversou com a produção do reality da Record e estava super animada!”, disse Leo ao Portal PS.

domingo, 8 de maio de 2011

Flamenguista é suspeito de tentar matar autor de funk em homenagem ao Vasco

MC Charles, que foi agredido com
barra de ferro em São Gonçalo 

Foto: Gustavo Azeredo / Extra
Além da acusação de balear nove pessoas numa briga entre torcedores do Vasco e do Flamengo, no domingo passado, no Barreto, em Niterói, Marlon Cesar Soares de Alvarenga, o Touchê, de 34 anos, é suspeito de envolvimento numa tentativa de assassinato: a de Charles Rodrigues de Oliveira, de 37. Ele é autor do funk "Bonde do Trem Bala", uma espécie de hino do Vasco. Por esse crime, Touchê teve a prisão temporária por 30 dias pedida pelo delegado-titular da 72ª DP (Mutuá), Geraldo Assed, e decretada pela 4Vara Criminal de São Gonçalo.

Segundo as investigações da 72ª DP, onde a tentativa de homicídio foi registrada, MC Charles — como é conhecido — caminhava sozinho pela Praça da Trindade, em São Gonçalo, na tarde de sábado, dia 30, véspera da decisão da Taça Rio. O funkeiro foi cercado por três homens: um deles seria Touchê e os outros dois foram identificados como Grilo e Teco. Eles interceptaram Charles e o agrediram com barras de ferro.

A maioria das pancadas foi na cabeça e o funkeiro ficou internado por quase uma semana no Pronto-Socorro de São Gonçalo, com traumatismo craniano. Charles teve também perda de memória. Ele já foi ouvido pela equipe da 72ª DP e disse não ter visto os agressores. Os policiais já estão com as imagens de câmeras próximas ao local do ataque para analisá-las.

O motivo do crime, ainda de acordo com os agentes da 72ª DP, seria o fato de Charles ter sido investigado por suposta participação na morte de um homem conhecido como Pelé, em 2000. Pelé era integrante do 8º Pelotão (São Gonçalo) da Fla Jovem, grupo do qual Touchê é chefe de torcida. O funkeiro foi inocentado pela Justiça, mas ainda assim amigos de Pelé teriam continuado a persegui-lo.

Touchê consta como acusado também num registro de ocorrência de violência doméstica da 74ª DP (Alcântara), feito no dia 14 de fevereiro de 2007. Segundo o delegado Jorge Luiz da Silva Veloso, ele foi denunciado por agressão pela esposa. Mas a queixa não foi à frente.

Dois dias até se entregar

Touchê, tornou-se conhecido do noticiário policial nesta semana, depois de ter a prisão temporária decretada pela 3ª Vara Criminal de São Gonçalo. Ele é apontado pela 78ª DP (Fonseca) como o homem que atirou em nove pessoas, ferindo-as. Na mesma confusão, duas pessoas foram agredidas e outras 101, detidas.

Marlon ficou foragido por dois dias e entregou-se na delegacia na última quinta-feira. Em depoimento, negou que tenha atirado, mas admitiu que estava no local da briga. De acordo com os policiais da 78ª DP, durante todo o tempo em que foi ouvido, Touchê aparentou tranquilidade. O acusado está preso na Polinter de Neves.

Outros dois suspeitos de participação no tumulto, Raphael de Souza Silva, presidente do 8º Pelotão da Fla Jovem, e Rafael Coutinho Agarate foram presos anteontem. Raphael de Souza é acusado de ter ameaçado um motorista com uma pistola para que ele levasse Rafael Coutinho, baleado, até um hospital.

“Xerifinho da Rua da Feira”

Mãe de Touchê, a vendedora ambulante Ailza Cardoso Gomes, de 61 anos, estava ao lado do filho quando ele apresentou-se na 78ª DP. E diz que permanecerá ao lado dele sempre. Ailza nega que o filho tenha armas e diz que seu único pecado é o amor desmedido pelo Flamengo:

— Quando ele era pequeno, prendia em casa para não deixá-lo andar com esses torcedores. Mas depois que ele cresceu, não deu mais — contou ela.

Segundo Ailza, Touchê sempre teve temperamento forte. Foi na época da escola que ganhou o apelido pelo qual todos o conhecem: é uma alusão ao desenho animado da tartaruga espadachim Touché, que costumava chamar todos para briga.

— Ele fazia isso com os coleguinhas. Mas era só de boca. Na hora em que alguém ia bater nele, saía correndo. Não gosta de brigas — contou a ambulante.

Na Rua da Feira, porém, onde mãe filho trabalham — segundo Ailza, Touchê também é camelô — as pessoas descrevem o rapaz de maneira bem diferente.

— Ele é briguento. Na semana passada mesmo, parou o carro no meio da rua. Um homem que vinha atrás buzinou pedindo passagem e o Touchê arrumou uma confusão danada — contou um camelô, que não quis se identificar.

Segundo ele, o jeito de andar sempre sem camisa e descalço, falando alto e procurando briga já rendeu a Touchê outro apelido: "Xerifinho da Rua da Feira".

EXTRA