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sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Supertempestade solar que pode atingir a Terra. É o que alertam os cientistas

Cientistas alertam para supertempestade solar que pode atingir a Terra
A Academia Real de Engenharia do Reino Unido informou que o cientistas só poderão saber o momento da tempestade 30 minutos antes

A Academia Real de Engenharia do Reino Unido alertou sobre os riscos de uma supertempestade solar que pode atingir a Terra em breve. Em relatório, os cientistas destacam que o evento é inevitável e pedem medidas preventivas.

Essas tempestades são causadas por manchas solares, regiões onde há uma redução de temperatura e pressão das massas gasosas no Sol, relacionadas ao seu campo magnético.


O Sol tem ciclos de atividade de aproximadamente 11 anos, com períodos mais intensos. O auge desse ciclo acontece agora, em 2013. Por isso, muitos países já começam a buscar maneiras de se preparar para uma grande tempestade solar.

Segundos o jornal Huffington Post, os pesquisadores britânicos anunciaram que essa supertempestade é um evento de proporções raras. Isso porque erupções solares responsáveis por causar tempestades na Terra são muito comuns. Mas essa que se aproxima deve ser parecida com o Evento de Carrington, que aconteceu em 1 de setembro de 1859. Na ocasião, postos de telégrafo pegaram fogo e as redes tiveram grandes interrupções. Também foram registrados distúrbios no campo magnético da Terra.

É provável que a próxima tempestade seja intensa como a ocorrida há mais de 150 anos. Porém, os cientistas alertam que os efeitos na Terra podem ser mais impactantes agora por causa da grande dependência tecnológica atual. A próxima tempestade solar traria consequências para equipamentos eletrônicos, como satélites, comunicações por rádio, GPS, transformadores e linhas de transmissão de alta tensão.

Tudo isso é causado pelas partículas carregadas pelas tempestades solares, que afetam os equipamentos eletrônicos. Isso causa picos de correntes capazes de danificar aparelhos ou queimar transformadores. Como consequência, pode acontecer um colapso nos sistemas de comunicação, nos automóveis e na aviação.

Somente nos EUA, o dano econômico de uma tempestade nessas proporções pode ser entre 1 e 2 trilhões de dólares no primeiro ano. A recuperação completa de todas os perdas causadas pode demorar de 4 a 10 anos, de acordo com um relatório de 2008 do Conselho Nacional de Pesquisa dos Estados Unidos.

Segundo Adriana Valio, astrofísica e presidente da Sociedade Astronômica Brasileira, vale lembrar que essas tempestades não causam riscos imediatos para a saúde de quem está na Terra. Apenas os astronautas fora da estação espacial e pilotos de aviões de caça ou de voos com rota transpolar podem ser prejudicados.


5 mitos sobre tempestades solares



Fim do mundo

Na sexta-feira (11), o Observatório de Dinâmica Solar (SDO), da Nasa, anunciou que novas movimentações na superfície do Sol vão produzir fortes explosões solares nos próximos dias. 

Essa movimentação está relacionada com as manchas solares, regiões onde há uma redução de temperatura e pressão das massas gasosas no Sol, relacionadas ao seu campo magnético. 

Somente em janeiro, foram detectadas duas erupções em um período de quatro dias seguidos por ondas com bilhões de toneladas de plasma percorrendo o espaço em direção a Terra com uma velocidade de 8 milhões de km/h.

Diante dessas explosões, são levantadas muitas hipóteses sobre quais os efeitos das tempestades solares na Terra. Adriana Válio, astrofísica da Universidade Presbiteriana Mackenzie, explica quais são os mitos sobre as tempestades solares. 

A hipótese de o mundo acabar por causa de tempestades solares, por exemplo, é mito, “pois a maioria das consequências danosas da atividade solar ocorre apenas sobre equipamentos eletrônicos, como satélites, GPS, além de transformadores e linhas de transmissão de alta tensão, por exemplo,” explica.



Riscos para saúde

Muitas pessoas acreditam que as tempestades solares podem causar riscos imediatos para a saúde de quem está na Terra. Porém, apenas os astronautas e pilotos podem ser prejudicados.

“Os astronautas que estiverem fora da estação espacial podem, sim, sofrer uma dose de radiação letal de uma explosão solar”, conta. Por sua vez, tripulação e passageiros de voos de avião com rota transpolar (que passam pelos Polos) ou pilotos de aviões de caça que sobem em altitudes muito altas podem receber uma dose de raio X similar a de uma chapa do pulmão, segundo Adriana.

No entanto, Adriana explica que as tempestades podem aumentar a propensão ao câncer de pele. A radiação ultravioleta produzida pelo Sol aumenta periodicamente com o ciclo de atividade solar de 11 anos. “Esta radiação faz com que a quantidade de ozônio aumente de 1 a 2% durante o máximo do ciclo solar, que coincide com o período de máxima ocorrência das tempestades solares”, conta. 

Como o ozônio ajuda a impedir a passagem dos raios ultravioletas, a população fica mais exposta a esse tipo de raio. Ele penetra profundamente e desencadeia reações e alterações celulares que, por meio de mutações genéticas, podem predispor ao câncer da pele.

Falha Eletrônica

Há também a hipótese de que conforme a intensidade da tempestade, tudo que é eletrônico pode falhar, inclusive os que equipam um avião. Porém, Adriana destaca que as partículas carregadas pelas tempestades solares afetam os equipamentos eletrônicos, o que causa picos de correntes capazes de danificar aparelhos ou queimar transformadores. 

Porém, Adriana ressalta que apenas as tempestades muito intensas são capazes destes efeitos e felizmente são muito raras. “No caso do avião, o problema é com o sistema de navegação, seja por bússola, seja por um GPS, mas a estrutura do avião em si não sofre danos”, justifica.

Terremotos e tsunamis

Para quem acredita que tempestades solares de alta intensidade podem causar terremotos e tsunamis, Adriana destaca que isso é um mito. 

Não existe evidência científica de nenhuma correlação entre a ocorrência de atividade solar ou terremotos e tsunamis (consequência de alguns terremotos) que são decorrentes da atividade geológica da Terra, sem influência do ciclo magnético solar.

Clima Terrestre

Com relação às tempestades solares alterarem o clima terrestre, Adriana diz que esse ainda é um assunto controverso. Ela explica que existem algumas evidências da que a temperatura média na Terra pode ser influenciada pela atividade solar em escalas de tempo de décadas. 

Adriana conta que o melhor exemplo é o chamado mínimo de Maunder, um período de 70 anos de atividade solar extremamente baixa, entre aproximadamente 1650 e 1720, quando o Sol não apresentou quase nenhuma mancha escura em sua superfície.

“Neste período, foram registradas temperaturas anormalmente baixas na Terra”, explica. Um reflexo dessa situação pode ser visto nas pinturas da época, que retrataram pessoas patinando sobre rios como o Sena e Tâmisa congelados. Esse período ficou conhecido como pequena era glacial.
Vanessa Daraya, de INFO Online
 




quarta-feira, 30 de maio de 2012

2012 KT42. Asteroide passa "raspando" pela Terra

Asteroide passa "raspando" pela Terra

Um asteroide recém-descoberto passou a poucos quilômetros (nas medidas espaciais, claro) da Terra na última terça-feira (29).

O 2012 KT42, de quase cinco metros de comprimento, passou a pouco mais 14 mil quilômetros do planeta. Um laboratório da Nasa disse que ele foi o sexto que mais se aproximou na história.

Esse foi também o segundo asteroide a passar esta semana próximo à Terra. Um outro objeto, medindo 21 metros viajou a 51.500 quilômetros do planeta na segunda-feira (28).
[folha.uol.com.br]

Os asteróides são o material que sobraram da formação do sistema solar. Uma teoria sugere que eles são os restos de um planeta que foi destruído numa colisão massiva ocorrido há muito tempo. Mais provavelmente, os asteróides são matéria que nunca se fundiram em um planeta. Na verdade, se a massa total estimada de todos os asteróides fosse reunida em um único objeto, o objeto seria inferior a 1.500 quilômetros (932 milhas) de diâmetro - menos de metade do diâmetro da nossa Lua.

Muito do nosso conhecimento sobre asteróides vem do exame pedaços de detritos espaciais que caem na superfície da Terra. Os asteróides que estão em rota de colisão com a Terra são chamados meteoróides. Quando um meteoróide atinge a nossa atmosfera em alta velocidade, o atrito faz com que essa porção de matéria espacial passa a incinerar em um raio de luz conhecido como meteoro. Se o meteoróide não arde completamente, o que resta atinge a superfície da Terra e é chamado de meteorito.

De todos os meteoritos examinados, 92,8 por cento são compostos de silicato (pedra), e 5,7 por cento são compostos de ferro e níquel; o restante é uma mistura dos três materiais. Meteoritos rochosos são os mais difíceis de identificar porque parecem-se muito com rochas terrestres.

Como os asteróides são o material do início do sistema solar, os cientistas estão interessados ​​em sua composição. As sondas espaciais descobriram através do cinturão de asteroides que a cintura está bastante vazia e que os asteroides estão separados por distâncias muito grandes. Antes de 1991, a única informação obtida dos asteroides era de observações terrestres. Então, em outubro 1991, o asteróide 951 Gaspra foi visitado pela nave espacial Galileu e se tornou o primeiro asteroide a ser fotografado "em close". Em Agosto de 1993 a Galileu fez um encontro com o asteroide Ida 243 . Este foi o segundo asteroide a ser visitado por uma espaçonave. Tanto Gaspra como Ida estão classificados como asteróides do tipo S compostos por silicatos ricos em metais.

Em 27 de junho de 1997 a sonda NEAR passou em e alta velocidade perto do asteróide 253 Mathilde . Este encontro deu aos cientistas a olhar visto de perto de um asteroide do tipo C, rico em carbono. Esta visita foi única porque NEAR não estava preparada para encontros em voo. NEAR é uma sonda destinada ao asteróide Eros em Janeiro de 1999.

Os astrônomos estudaram vários asteróides por observações de Terra. Alguns asteróides notáveis ​​são Toutatis , Castalia , Geógrafos e Vesta . Os astrónomos estudaram Toutatis, Geógrafos e Castalia usando observações de radar de Terra durante as maiores aproximações ao nosso planeta. Vesta foi observado pelo Telescópio Espacial Hubble.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

10 Mistérios da Terra - intrigantes fenômenos

10 Mistérios da Terra
De animais envolto em pedra para inexplicáveis ​​para desconcertantes hastes que voam

A Terra é um lugar misterioso. Há muito acontecendo ao nosso redor a cada dia que passa sem explicação. Para todo o os nossos entendimento tecnológico e científico avançados, há eventos que ocorrem, mais ou menos, numa base regular para os quais (ainda) não temos respostas. Aqui está uma lista, em nenhuma ordem particular, de 10 dos mais intrigantes fenômenos, documentados que confundiram-nos há anos - em alguns casos, décadas e muito mais.

1. Animais envolto em Pedra

Em 1821, a Revista Filosófica de Tilloch publicou uma matéria incomum sobre um pedreiro chamado David Virtue que fez uma surpreendente descoberta enquanto trabalhava em um grande pedaço de rocha que tinha vindo de cerca de 22 metros abaixo da superfície. Ao quebrá-la, ele descobriu um lagarto incrustado na pedra. Estava enrolado em uma cavidade rodada de sua própria forma, sendo uma impressão exata do animal. Tinha cerca de uma polegada e um quarto, de cor amarelo acastanhado , e tinha uma cabeça redonda, com olhos brilhantes e salientes. Aparentemente morto, mas depois de ficar cerca de cinco minutos exposto ao ar, ele mostrou sinais de vida. "Logo corria com muita rapidez."

Existem inúmeros relatos documentados de tais achados, principalmente envolvendo rãs, sapos e lagartos. Na maioria das vezes os animais saem vivos. E muitas vezes não há uma marca na sua pele ou a forma da cavidade na qual eles estão enterrados. E isso levanta uma série de questões interessantes: Como poderia o animal ter chegado lá e sobrevivido? A geologia diz-nos que uma rocha leva centenas, senão milhares de anos para se formar - tomar forma em torno do animal? Quanto tempo poderia o animal ficar lá dentro?

2. Mutilações de gado

C. E. Potts, um rancheiro , encontrou uma de suas reses morta na beira e uma estrada próxima numa tarde de julho de 1979. Ele conta: "Estávamos passando pela estrada e uma tempestade se aproximava. De repente, vimos a rês caída, e fomos dar uma olhada. Havia um cheiro estranho,  os seus órgãos sexuais foram retirados. Seus olhos foram retirados, e suas pálpebras foram retiradas. Bem, não havia nenhum predador, não poderia ter sido morto por um predador com todo o trabalho cirúrgico como feito por um perito ...

O relatório é típico para o fenômeno, que começou a ser documentado nos anos 1970, quando entraram com relatos de fazendeiros em Minnesota e Kansas. As mutilações eram como nada que já tinha visto com os seus rebanhos, eles pareciam ter uma precisão cirúrgica que descartava ser predadores (cujo trabalho fazendeiros estavam bastante familiarizados). A seletividade também é incomum: muitas vezes apenas os olhos, língua ou órgãos sexuais foram removidos, e muitas vezes há uma ausência inexplicável de sangue na cena. Teorias para explicar as mutilações incluem seitas satânicas, alienígenas, experiências governamentais (helicópteros negros são, por vezes visto nas proximidades) e doenças bizarras. Até agora, no entanto, não há respostas conclusivas nunca foram encontrados.

3. Hums inexplicáveis

Os cidadãos da Grã-Bretanha e partes do sudoeste os EUA têm-se queixado sobre um zumbido irritante que simplesmente não desaparecem. E os pesquisadores não foram capazes de identificar sua origem. Nem todo mundo pode ouvir o ruído de baixa frequência, e há aqueles que dizem que parece artificial na natureza - e está levando-os à loucura. Em 1977, um jornal britânico recebeu cerca de 800 cartas de pessoas que se queixam de perda de sono, irritabilidade, deterioração da saúde, a incapacidade de ler ou estudar por causa do zumbido incessante.

O mais famoso nos EUA é o Taos Hum. Lá, o aborrecimento era tão aguda para os "ouvintes" em Taos, Novo México, que se uniram em 1993 e fizeram uma petição ao Congresso para investigar e ajudá-los a encontrar a fonte do ruído. Causas conclusivas não foram descobertas. Uma teoria que prevalece sustenta que o zumbido é criado por um sistema de comunicações militar usado para contatar os submarinos.


O Hum é um nome genérico para uma série de fenômenos que envolvem um persistente e invasivo zumbido ou ruido de baixa frequência não audível para todas as pessoas. Hums têm sido relatados em várias localizações geográficas. Em alguns casos, uma fonte foi localizada. O Hum na Grande Ilha do Havaí , geralmente é relacionado à ação vulcânica, é ouvido em locais a dezenas de quilômetros de distância. O Hum é mais freqüentemente descrito como soando um pouco como um distante som de um motor a diesel em marcha lenta. Tipicamente, o Hum é difícil de detectar com microfones, e a sua fonte e natureza são difíceis de localizar.
O Hum às vezes é prefixado com o nome de uma localidade onde o problema tem sido particularmente divulgada: por exemplo, o " Bristol Hum ", o" Taos Hum ", ou" Bondi . Hum"



4. Ball Lightning (Bola de raio)

Em janeiro de 1984, bola de raio medindo cerca de quatro centímetros de diâmetro entrou em um avião de passageiros russo e, de acordo com o comunicado à imprensa russa, "voou acima das cabeças dos passageiros atordoados. Na cauda do avião, é dividiu-se em duas meias-luas brilhantes que depois se juntaram novamente e deixaram o avião quase sem ruído. " O raio bola saiu fazendo dois furos no avião.

Raio de bola é um dos mais famosos fenômenos naturais para o qual a ciência ainda tem de chegar a uma explicação completa. O problema para os cientistas é que a manifestação do fenômeno é tão rara que é quase impossível estudar. Têm sido feitas tentativas para recriar artificialmente no laboratório, mas uma amostra real de raio de bola que ocorrem naturalmente tem ainda de ser capturado para o estudo. Isso pode ser impossível, já que o fenômeno é passageiro - flutuante sobre por algum tempo e, em seguida, desaparecendo ou explodindo.

O que torna a bola de raio tão fascinante e intrigante é o seu "estranho comportamento". Testemunhas disseram que ela se move com um tipo de inteligência, seguindo padrões em paredes ou móveis, e parecendo evitar obstáculos. Mais misterioso ainda é sua capacidade de atravessar objetos sólidos. Às vezes, deixa furos, tal como com o avião acima, mas também tem sido vista a passar através de um vidro de janela e mesmo paredes, mesmo sem deixar uma marca.


Ball Lightning (bola de raio) é uma inexplicável atmosfera elétrica fenômeno. O termo refere-se a relatos de objetos luminosos, geralmente esféricas que podem variar do tamanho de uma ervilha a vários metros de diâmetro. É geralmente associada com trovoadas , mas dura muito mais tempo do que a fração de flash ou de um relâmpago. Muitos dos relatos dizem que a bola finalmente explode, às vezes com consequências fatais, deixando para trás o cheiro de enxofre.

Experimentos de laboratório produziram efeitos que são visualmente semelhantes a relatos de relâmpagos globulares, mas é atualmente desconhecido se estes estão realmente relacionados com qualquer fenômeno natural. Os dados científicos sobre o raio de bola naturais são escassos devido à sua raridade e imprevisibilidade. A presunção de sua existência é baseada em relato de avistamentos públicos, e, portanto, produzindo resultados um pouco inconsistentes. Dadas as inconsistências e a falta de dados fiáveis, a verdadeira natureza do raio de bola ainda é desconhecida.


5. Spooklights

Isso pode ser um fenômeno relacionado com raio de bola ... em seguida, novamente ele pode não ser. Ninguém sabe realmente porquê os "muitos" spooklights notificados em todo o mundo são causadas. E há muitos. O mais famoso, talvez, são as Luzes de Marfa, visto por gerações perto de Marfa no oeste do Texas. As luzes aparecem quase todas as noites e podem ser vistas a uma distância da auto-estrada 90. No entanto, quando os investigadores tentam se aproximar das luzes, nada pode ser visto.

Outros Spooklights incluem: O Spooklight Tri-State perto das fronteiras de Oklahoma, Kansas e Missouri; as luzes Montanha Brown perto Morganton, North Carolina; a Luz Gurdon perto Gurdon, Arkansas, as luzes do cemitério de Silver Cliff Colorado; a Luz Hebron em Maryland ; a Luz Spook Hornet em Southwest Missouri, e os Spooklights Peakland na Grã-Bretanha.

Existem muitas teorias infundadas, é claro, incluindo a atividade alienígena, miragens, fantasmas (trabalhadores ferroviários geralmente sem cabeça), e relâmpagos induzidas por tensões tectônicas nas rochas.

6. Nuvens estranhas

As nuvens são macias, massas benignas de vapor de água, certo? Considere isto: Em um céu de outra forma clara setembro próximo Agen, França em 1814, uma pequena nuvem branca apareceu esférica. Ele flutuou imóvel por um tempo antes de começar a girar e ir rapidamente para o sul. Testemunhas relataram que ruídos de ensurdecedores estrondos trovejaram a partir da nuvem, e então de repente explodiu em uma chuva de rochas e pedras. A nuvem, em seguida, lentamente desapareceu.

Este é um caso de comportamento extremamente raro e altamente incomum de nuvens. Outros relatos documentados dizemr de nuvens que se movem contra o vento, as nuvens de chuva ou insetos que carregam sombras peculiares. Existe até uma história de um homem de Oyster Bay, Long Island, que foi atacado por uma nuvem que cuspia. É difícil chegar a qualquer tipo de explicações racionais para estes contos estranhos.

7. Peixe cai

Um dos exemplos mais recentes de peixes que caem do céu teve lugar no Verão de 2000 na Etiópia. Um jornal local noticiou: "A chuva incomum de peixe, que caiu em milhões do ar - alguns mortos e outros ainda vivos- pânico criado entre os agricultores na sua maioria religiosos." Este é apenas um dos inúmeros estudos de caso de chuvas de peixes, sapos, caramujos - até jacarés - que já foram catalogadas ao longo dos séculos, muitos pelo famoso pesquisador paranormal Charles Fort. (Chuvas de Tais criaturas são conhecidas como atividade "Fortean")

Na maioria das vezes essas chuvas de animais são atribuídas a tempestades severas, tornados, bicas de água e fenômenos relacionados. Embora a teoria ainda não tenha sido provada, ele afirma que os ventos fortes pegam os peixes ou rãs de corpos de água, como lagos, córregos e lagoas, carregam-nos para o alto - às vezes por quilômetros e quilômetros - e depois deixam-os cair sobre a terra.

O fato peculiar que desafia essa teoria é a seguinte: na maioria dos casos, as chuvas são de um tipo de animal apenas. Chove uma espécie de arenque, por exemplo, ou um tipo particular de sapo. Como isso pode ser explicado? Poderia uma rajada forte de vento ser tão exigente? Se a tempestade pegou água de uma lagoa, não iria chover todos os tipos de coisas que se encontra em uma lagoa - sapos, rãs, peixes, ervas, paus e, provavelmente, latas de cerveja?

8.Crop Circles (Círculos em plantações)

Eu hesito em incluir círculos, porque estou quase convencido de que todos são provavelmente causados ​​pelo homem. No entanto, embora muitos grupos de pessoas admitiram que projetaram e fizeram os círculos nas plantações - e por vezes muito bonitas - mas continuam haver uma facção de crentes que insistem em que pelo menos alguns círculos nas plantações são causados ​​por algum fenômeno inexplicável.

Os círculos nas plantações têm sido relatados em quase todos os países da Terra. Na verdade, de acordo com Crop Circle Central, os únicos países grandes que nunca foram relatados formações são a China e a África do Sul. Círculos redondos como os conhecemos começaram a aparecer em abundância na década de 1970. Mas, depois em 1990, começamos a ver pictogramas muito mais intrincadas e complexas. Os crentes sugeriram que poderia ser uma forma de comunicação de extraterrestres - ou da própria Terra. Aqueles que dizem que não são feitas pelo homem a ponto de várias peculiaridades encontradas nas plantações afetadas: talos tecidos, alterações celulares nos talos de grãos, e fenômenos estranhos vivenciados por pesquisadores que examinaram os círculos, tais como falhas inexplicáveis de equipamentos. sons e outros efeitos físicos.

9. O evento de Tunguska (explosão de Tunguska)

Após 90 anos, o evento explosivo em Tunguska, na Sibéria, em 1908, continua sendo um dos desastres naturais mais intrigantes da história recente. Em 30 de junho daquele ano, uma bola de fogo desceu do céu e devastou uma área de cerca de metade do tamanho de Rhode Island. Árvores foram derrubadas por quilômetros em um padrão radial, os incêndios queimaram durante semanas e o som do seu trovão pôde ser ouvido a grandes distâncias. Estimou-se que sua força explosiva foi igual a mais de 2.000 bombas atômicas, tipo da explodida em Hiroshima.

O que foi que caiu em Tunguska naquele fatídico dia ainda é um mistério. Embora durante muitos anos os cientistas pensavam que era provavelmente um meteoro que explodiu sobre a floresta da Sibéria, o melhor palpite de hoje é que era provavelmente um cometa. A mudança na teoria surgiu porque há fragmentos de meteoros que podem ser encontrado na cena. Na verdade, houve muito pouca evidência de qualquer tipo de explicação precisa do que ocorreu naquele dia. Esta falta de provas levou, como se faz frequentemente, a especulações selvagens: um OVNI com um reator nuclear caiu, uma poderosa arma elétrica criada pelo grande inventor à época, Nikola Tesla.

Nos últimos anos, o evento de Tunguska tem recebido uma atenção renovada à medida que compreendemos mais claramente que a Terra está em risco em quase todo o tempo a partir de colisões a partir do espaço exterior.

10. Rods


Hastes de vôo (ou simplesmente 'varetas' ou 'Skyfish') são anomalias lineares capturados (geralmente) em vídeo, voando, não sendo vistos no momento da filmagem. Elas geralmente têm apêndices ao longo de seus lados. Sua aparência geral é de uma vara longa reta com ramos horizontais. Por vezes, estes 'ramos' podem ter curvas de retalhos "(chamados de 'membranas' por algumas pessoas) à direita para trás. Eles ocorrem em todo o mundo e já foram observados sendo perseguido por andorinhas! *** Então, o que são elas?


Descoberta acidentalmente pelo cineasta José Escamilla, em março de 1994,  às vezes também podem ser capturadas em fotografias estáticas. Aparentemente, essas coisas - sejam elas quais forem - se movem rápido demais para ser visto a olho nu. Escamilla primeiro notou-as em imagens de filme que ele tinha tomado em Midway, Novo México, e ele (juntamente com outros), desde então, filmaram e gravaram-nas em vários outros locais.  Elas parecem estar vivas e se movem através do ar como os peixes nadam no mar.

Elas foram flagrados e registrados no México, Arizona, Indiana, na Califórnia, Dakota do Sul, Connecticut e até mesmo na Suécia. Algumas até já foram vistos debaixo d'água. Elas são algumas espécies desconhecidas de animais? Se assim for, por que ninguém nunca viu essas criaturas em repouso?

Cedo ou tarde vamos ter uma compreensão mais completa de todos esses fenômenos misteriosos, mas por enquanto eles permanecem inexplicados.


domingo, 13 de novembro de 2011

Planeta gigante foi expulso do Sistema Solar e “salvou” a Terra


Planeta gigante foi expulso do Sistema Solar e “salvou” a Terra
Simulações indicam que um quinto corpo gasoso ajudou a estabilizar órbitas
Ilustração mostra o hipotético quinto planeta gigante
do Sistema Solar, que teria sido expulso por Júpiter
e ajudou a preservar a Terra Instituto de Pesquisas
Southwest / Divulgação

RIO – Assim como um jogador de xadrez sacrifica uma peça para proteger outras mais valiosas ou melhor posicionadas, o Sistema Solar pode ter aberto mão de ter um quinto planeta gigante gasoso para “salvar” a Terra. A formação e posterior “expulsão” deste planeta, quando o Sistema Solar ainda tinha apenas 600 milhões de anos de idade, ajudaria a explicar a atual estabilidade das órbitas dos demais, diz estudo publicado no periódico “Astrophysical Journal Letters”.

- Temos todo tipo de pistas sobre a evolução inicial do Sistema Solar – conta David Nesvorny, do Instituto de Pesquisas Southwest e autor do estudo. - Elas vêm da análise da população de pequenos corpos trans-netunianos conhecidos como o Cinturão de Kuiper e dos registros das crateras da Lua.

Segundo Nesvorny, essas pistas sugerem que as órbitas dos planetas gigantes foram afetadas por uma instabilidade dinâmica quando o Sistema Solar tinha só 600 milhões de anos. Como resultado, os planetas gigantes e os objetos menores foram afastados uns dos outros.

Enquanto alguns dos corpos celestes menores foram empurrados para o Cinturão de Kuiper, outros viajaram para o interior do Sistema Solar, colidindo e ajudando a formar os planetas rochosos e a Lua. E os planetas gigantes também se movimentaram. Júpiter, por exemplo, teria expulsado a maioria dos objetos menores em seu caminho mais para perto do Sol.

Esse cenário, no entanto, apresenta um problema. Pequenas mudanças na órbita de Júpiter, como as esperadas pela sua interação com objetos menores, aumentariam o momento das órbitas dos planetas rochosos, perturbando de tal forma o Sistema Solar interior que possivelmente provocaria colisões entre a Terra e Marte ou Vênus. Diante disso, astrônomos propuseram que Júpiter na verdade teria “saltado” de órbita quando afastou Urano ou Netuno de sua vizinhança, reduzindo os efeitos de sua maré gravitacional sobre os planetas rochosos.

Nesvorny, então, realizou milhares de simulações em computador da evolução do Sistema Solar para testar a hipótese do “salto” de Júpiter. Ele descobriu que, de fato, Júpiter teria “saltado” ao empurrar Urano ou Netuno. Isso, no entanto, teria que ter provocado a expulsão de um dos dois planetas do sistema.

- Algo estava claramente errado (com essa hipótese) – comentou.

Assim, Nesvorny imaginou o que aconteceria se o Sistema Solar tivesse cinco planetas gigantes ao invés de quatro. Ao refazer as simulações com um planeta adicional com massa semelhante às de Urano e Netuno, as peças se encaixaram: um dos planetas foi atirado para fora do Sistema Solar por Júpiter, deixando para trás apenas quatro, e o “salto” de Júpíter ajudou a preservar os planetas rochosos do interior do sistema.

- A possibilidade de que o Sistema Solar inicialmente tivesse mais que quatro planetas gigantes, e expulsou alguns, parece concebível frente à recente descoberta de que um grande número de planetas solitários flutua no espaço interestelar, o que indica que o processo de expulsão é uma ocorrência comum – argumenta Nesvorny.

| O Globo

sábado, 24 de setembro de 2011

Satélite inativo de 6 toneladas da Nasa cai na Terra

Fragmentos de satélite desativado caem na Terra, confirma Nasa 
Agência espacial norte-americana não sabe dizer local exato das quedas. 
Usuários no Twitter relatam que destroços atingiram o sul do Canadá.

CABO CANAVERAL, Flórida (Reuters) - Um satélite científico de seis toneladas da Nasa adentrou a atmosfera sobre o Oceano Pacífico e caiu na Terra, informou a agência espacial dos Estados Unidos neste sábado, mas o local onde os destroços pousaram ainda é desconhecido.

Restos do satélite atingiram a superfície da Terra entre 0h23 e 2h09 (horário de Brasília), segundo a Nasa. "O satélite estava passando sobre Canadá e África, assim como sobre vastas zonas dos oceanos Pacífico, Atlântico e Índico", explicou a agência, que ainda não consegue dizer os locais exatos onde as peças do UARS aterrisaram.

A Nasa afirmou que seu Satélite de Pesquisa de Alta Atmosfera, já fora de uso e que adotou um curso imprevisto enquanto percorria a atmosfera terrestre, voltou à Terra em algum momento entre a noite de sexta-feira e a manhã de sábado nos EUA.

"O instante e o local precisos da reentrada ainda não são conhecidos com precisão", disse a agência sobre o artefato de 20 anos.

Houve relatos no Twitter de destroços caindo sobre Okotoks, uma cidade ao sul de Calgary, no oeste do Canadá -provavelmente, restos do satélite.

Com 10,6 metros de comprimento e 4,5 metros de diâmetro, o UARS (na sigla em inglês) está entre os maiores veículos espaciais que mergulharam fora de controle pela atmosfera, embora seja um primo enxuto da estação norte-americana Skylab, de 75 toneladas, que se espatifou na Terra em 1979.

A última estação espacial russa, a Mir, se desfez com suas 135 toneladas no Oceano Pacífico em 2001, mas a descida foi monitorada.


A Nasa planeja agora a reentrada controlada de grandes artefatos espaciais, o que não era feito quando o UARS foi concebido.

O satélite de 5.897 quilos foi colocado em órbita pela tripulação do ônibus espacial em 1991 para estudar o ozônio e outros elementos químicos na atmosfera terrestre. Tendo completado sua missão em 2005, vinha perdendo altitude lentamente desde então, atraído pela gravidade do planeta.

O UARS é o maior satélite da Nasa a cair sobre a superfície terrestre depois do Skylab, que se precipitou na zona ocidental da Austrália em 1979.

Satélite UARS, levado à orbita em 1991, foi desativado em 2005 pela Nasa. (Foto: Nasa / via AP Photo)
24/09 às 10h19
Por Irene Klotz
Reuters/Brasil Online

terça-feira, 10 de agosto de 2010

Cientista alerta que homem precisa abandonar o planeta Terra com urgência

Eis o destino humano na opinião do físico Stephen Hawking: abandonar a Terra nos próximos 100 anos ou se tornar uma espécie extinta.

"Eu vejo grandes perigos para a raça humana." A solução, diz, é abandonar o planeta e se espalhar pelo espaço.

Stefan Zaklin/Efe
Stephen Hawking durante a conferência
"Por que devemos viajar ao espaço", nos
EUA; ele é fã da exploração tripulada
Em entrevista ao site "Big Think", Hawking disse que existem muitas ameaças atualmente: guerras, a exploração excessiva dos recursos naturais e a quantidade exagerada de gente vivendo no planeta.

Além disso, há outro risco, diz. "Se alienígenas nos visitassem agora, o resultado seria muito parecido com o que aconteceu quando Colombo chegou à América: não foi nada bom para os povos nativos", afirmou ele.

"Esses alienígenas avançados talvez sejam nômades, procurando conquistar e colonizar quaisquer planetas que eles consigam alcançar."

Mas ele se diz otimista. "Fizemos muito progresso nos últimos cem anos. Se quisermos ir além dos próximos cem, o futuro é o espaço."

O problema são as distâncias: a estrela mais próxima da Terra, depois do Sol, está a mais de quatro anos-luz --as espaçonaves atuais levariam 50 mil anos para chegar lá.

FOLHA