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domingo, 7 de outubro de 2012

Rosana 'Como uma deusa' tem só 319 votos


Rosana, do hit 'Como uma deusa', recebe apenas 319 votos no Rio
Funkeira MC Brunninha também fracassou na eleição.
Outra derrotada no Rio foi a mulher do Neguinho da Beija-Flor.

A cantora Rosana (PC do B), famosa pela música "Como uma deusa", não conseguiu ser eleita vereadora no Rio de Janeiro. Ela conseguiu apenas 319 votos na eleição deste domingo.
A partir da esquerda, Rosana, MC Brunninha e Elaine Marcondes. (Foto: Divulgação/TSE)

A funkeira MC Brunninha (PSDC) também não se elegeu na capital fluminense. Ela alcançou apenas 1.430 votos.

Mulher do Neguinho da Beija-Flor, a candidata Elaine Marcondes (PT) também teve votação inexpressiva - ela recebeu 215 votos. [Do G1 RJ]




O Amor e o Poder


Rosana

A música na sombra,


o ritmo no ar
Um animal que ronda
no véu do luar
Eu saio dos seus olhos
eu rolo pelo chão
Feito um amor que queima
magia negra
Sedução

Como uma deusa
você me mantém
E as coisas que você me diz
Me levam além

Aqui nesse lugar
Não há rainha ou rei
Há uma mulher e um homem
Trocando sonhos fora da lei

Como uma deusa
você me mantém
E as coisas que você me diz
Me levam além
Tão perto das lendas,
tão longe do fim
A fim de dividir
no fundo do prazer
o amor e o poder

A música na sombra
o ritmo no ar
um animal que ronda
no véu do luar

Tão perto das lendas,
tão longe do fim
A fim de dividir
no fundo do prazer
o amor e o poder

Como uma deusa
(me leva amor)
você me mantém
(longe do fim)
E as coisas que você me diz
Me levam além
Tão perto das lendas,
(me leva amor)
tão longe do fim
(longe do fim)
A fim de dividir
no fundo do prazer
o amor e o poder

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Resultado das eleições nos municípios do ES: Se dependesse dos capixabas, Serra seria o presidente

No Estado, vitória tucana, inclusive na Capital
Se dependesse dos capixabas, a vitória de ontem seria tucana. Por uma diferença de apenas 1,58 pontos percentuais José Serra foi o vencedor das eleições para presidente no Estado. A petista Dilma Rousseff, que assume o Palácio do Planalto em 1º de janeiro de 2011, ficou com 49,17% dos votos, contra 50,83% de Serra, entre os capixabas. A disputa acirrada é refletida na quantidade de municípios em que cada um recebeu mais votos: 39 para cada candidato.



Gildo Loiola - A Gazeta


Mesmo com a vitória nacional, o PT - principalmente as lideranças locais - saiu enfraquecido das urnas no Espírito Santo. Dos seis municípios governardos por prefeitos da sigla, apenas em Cariacica, de Helder Salomão, Dilma venceu. Em Vitória, onde João Coser coordenava a campanha, o tucano ganhou mais votos, assim como em Cachoeiro de Itapemirim, Colatina, Castelo e Mantenópolis.

Com o maior colégio eleitoral do Estado, Vila Velha também deu a vitória para Serra. Já na Serra, segundo maior município em número de eleitores do Estado, Dilma Rousseff levou a melhor.

Abstenções
O alto número de abstenções, que já era esperado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), foi confirmado nas urnas: 527.745 capixabas - 20,93% do eleitorado - não compareceram às seções eleitorais para votar.

O número ficou atrás da média nacional, que chegou a 21,5%, mas foi avaliado como "bem elevado" pelo presidente do TRE, desembargador Pedro Valls Feu Rosa, que culpou o feriado pelo índice.

Em relação a 2006, o número de ausentes nas urnas cresceu no Brasil. Naquele ano, também no segundo turno, 18,99% dos eleitores em todo o país não votaram.



Gildo Loiola - A Gazeta




O resultado do segundo turno da eleição presidencial mostrou um Brasil dividido. A presidenta eleita Dilma Rousseff (PT) saiu vitoriosa em 15 Estados e no Distrito Federal. Já o candidato à Presidência da República derrotado José Serra (PSDB) venceu em 11 Estados.

A petista perdeu em três dos 18 Estados nos quais havia vencido no primeiro turno - Espírito Santo, Goiás e Rio Grande do Sul -, mas ganhou no Distrito Federal (52,81% dos votos válidos), onde a senadora Marina Silva (PV) foi a vencedora no dia 3 de outubro e ela ficou em segundo.

Dilma ficou em primeiro lugar em todos os nove Estados do Nordeste e em dois dos três maiores colégios eleitorais brasileiros: Minas Gerais (58,4%) e Rio de Janeiro (60,48%), ambos no Sudeste. Em Minas, a petista enfrentou a força do senador eleito e ex-governador mineiro Aécio Neves (PSDB), que era considerada a grande esperança para uma virada tucana.

Os placares mais amplos em favor da presidenta eleita no segundo turno foram dados pelos eleitores do Amazonas (80%), Maranhão (79%), Ceará (77,3%), Pernambuco (75,65%) e Bahia (70%). Dos cinco, apenas Pernambuco não estava na lista das unidades da federação onde a petista obteve as maiores votações no primeiro turno. No Piauí, onde ela teve a segunda maior votação em 3 de outubro (67%), ontem chegou a 69,9%.

No Rio Grande do Sul, Estado onde Dilma teve uma atuação política maior e único da região Sul onde ela havia saído vitoriosa no primeiro turno, a petista subiu de 46% para 49,06%. Serra obteve 50,94% dos votos válidos no Estado e ampliou para todos os Estados do Sul do país a hegemonia tucana.

O candidato a presidente derrotado também manteve o primeiro lugar em Santa Catarina (56,61%) e no Paraná (55,44%). O tucano saiu vencedor, ainda, em São Paulo (54,05%) - maior colégio eleitoral do país e Estado que governou até o início deste ano -, no Espírito Santo (50,83%), e em toda a região Centro-Oeste, exceto o Distrito Federal.

Em termos proporcionais, Serra se deu melhor na Região Norte e ultrapassou a barreira dos 60% em duas unidades. No Acre, obteve sua vitória mais ampla (69%). Em seguida aparece Roraima, onde o tucano chegou a 66,56%.

Nos outros nove Estados onde venceu, Serra obteve vitórias apertadas. Apesar do candidato tucano ter saído derrotado das urnas, o PSDB é o partido que elegeu o maior número de governadores, oito no total, sendo quatro deles no segundo turno - Goiás, Alagoas, Pará e Roraima. O partido vai comandar 52,3% do eleitorado brasileiro, já que no primeiro turno elegeu governadores de São Paulo, Minas Gerais, Paraná e Tocantins.

Abstenções
No segundo turno, o número de eleitores que não compareceram às urnas foi ampliado em relação ao dia 3 de outubro. Ontem, as abstenções totalizaram 21,50%, o que significa que mais de 29,1 milhões dos 135,8 milhões de eleitores no país não votaram. No primeiro turno, foram 18,24% de abstenções, o que representa um total de 24,6 milhões de eleitores ausentes.

Até o fechamento da edição, com 99,96% das urnas apuradas, 2.452.362 (2,30%) haviam votado em branco e 4.687.971 (4,40%) tinha anulado os seus votos para presidente no segundo turno.



Fonte: A Gazeta

José Serra vence no Espírito Santo (50,83% a 49,17%). Houve empate no número de vitórias nos municípios: 39 a 39

Dilma e Serra empatam no número de vitórias nos municípios do Estado. Cada um dos candidatos venceu em 39 municípios

José Serra venceu no Es com 50,83%
A primeira mulher eleita presidente do Brasil, Dilma Rousseff (PT), não foi a primeira colocada no Espírito Santo no segundo turno. A petista perdeu para o tucano José Serra (PSDB) em uma disputa acirrada nos municípios capixabas.

Dilma e Serra empataram no número de vitórias nos municípios do Estado. Das 78 cidades capixabas, cada um dos candidatos venceu em 39 municípios. Os números das urnas expressam essa votação com diferença apertada. Serra ficou com 50,83% dos votos válidos enquanto Dilma conquistou 49,17%.

Foi no interior do Estado que Dilma Rousseff e José Serra conquistaram os maiores percentuais de voto. O município de Venda Nova do Imigrante foi onde Serra conquistou o maior percentual de votos nessas eleições 74,23% enquanto Dilma teve 25,77% dos votos válidos.

Dilma Rousseff conquistou o maior percentual de votos no município de Águia Branca, no norte do Estado. Dilma ficou com 70,93% enquanto Serra teve 29,07%. (LETÍCIA CARDOSO - GAZETA ONLINE)


Serra esteve no Estado durante campanha no primeiro turno e visitou o pólo de confecções da Glória, em Vila Velha. Em sua visita concedeu entrevista exclusiva ao jornal da TV Vitória, onde destacou seus compromissos em relação ao projeto do Pré-sal e também sobre o aeroporto de Vitória

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

ES: Pastor do movimento 'Evangélicos pela Justiça' diz que há lideres de igreja tentando satanizar um candidato e divinizar o outro

Um pastor membro do movimento 'Evangélicos pela Justiça' frisou que existe uma tentativa de satanizar um candidato e divinizar o outro

foto: Reprodução

Pastores antecipam apoio a Serra e causam mau estar entre evangélicos.

"Acho que pegar uma só posição, no caso o aborto, para definir um
candidato, é um equívoco. Isso é querer satanizar um projeto ou
candidato e divinizar o outro", ensina pastor
Sillas Vieira, membro do movimento 'Evangélicos pela Justiça'
.

"A nossa grande preocupação com a candidata do PT é que os pensamentos
dela a respeito de valores éticos e espirituais para nós são muito
preocupantes", frisou o presidente do Fórum Político Evangélico do Espírito Santo, o Pastor Lauro Cruz
As declarações de lideranças evangélicas anunciando apoio à candidatura do presidenciável José Serra no Espírito Santo já começa a provocar dissidências entre pastores no Espírito Santo. No primeiro turno as instituições declararam apoio a candidata do Partido Verde (PV), Marina Silva.

O presidente da Associação dos Pastores da Grande Vitória, Enock de Castro, disse que antes de tomar alguma decisão para o segundo turno, ligou para alguns líderes das Igrejas Evangélicas como a Assembleia de
Deus e a Batista para avaliarem juntos como seria o comportamento nesta nova etapa. Segundo ele, todos afirmaram que há uma tendência muito grande de
apoiar o candidato José Serra (PSDB) devido as opiniões do PT.

Mas nem todos os líderes evangélicos no Espírito Santo compartilham dessa posição. É o caso do presidente da
Associação de Pastores de Vitória, Abílio Rodrigues. Ele se mostrou preocupado com as declarações dadas pelos colegas evangélicos.

"Como instituição eu creio que nós nãos podemos apoiar a nenhum candidato, caso contrário vamos acabar gerando uma divisão no meio do nosso povo. No meio dos pastores, no meio dos fiéis, porque não nos é
dado esse direito de impor uma candidatura para a Igreja, porque o propósito da Igreja não é esse, o envolvimento político, partidário, a Igreja pode propor politicas publicas, apontar o pecado dos governantes, porque na Bíblia os profetas apontavam os pecados do rei, do primeiro ministro, de quem estivesse governando".

De acordo com o presidente do Fórum Político Evangélico do Espírito Santo, o Pastor Lauro Cruz, a posição contrária à Dilma Roussef está sendo proposta a partir de conversas compartilhadas por ele e alguns líderes evangélicos. "A nossa grande preocupação com a candidata do PT é que os pensamentos dela a respeito de valores éticos e espirituais para nós são muito preocupantes porque ela sempre foi uma defensora do aborto. Sabemos também que isso faz parte do programa do partido, do PT, que defende igualmente a união homossexual, ou seja a legalização da união homossexual", frisou o pastor.

Igreja e política

O pastor da Igreja Batista de Santo Antônio, presidente de honra da Associação dos pastores evangélicos da Grande Vitória, Sillas Vieira, um dos membros do movimento 'Evangélicos pela Justiça' (EPJ), frisou que existe uma tentativa de satanizar um candidato e divinizar o outro.

"Eu entendo que está havendo uma partidarização com fins eleitorais ou aproveitamento de acordo com o interesse eleitoral. Acho que pegar uma só posição, no caso o aborto, para definir um candidato, é um equívoco. Isso é querer satanizar um projeto ou candidato e divinizar o outro. É um equívoco, radicalismo de um lado ou do outro. Tanto o Serra como a Dilma são pecadores. Cada um tem seus pontos fortes e fracos".

Pastor Silas diz que desde o primeiro turno houve essa movimentação. Com isso, segundo ele, grande parte migrou para votar em Marina porque ela merecia, mas muitos eleitores votaram na candidata do Partido Verde por se posicionarem contra Dilma.

Integrante do movimento 'Evangélicos pela Justiça', pastor Silas lembra que a decisão de voto é de cada um. No entanto ele irá orientar, esclarecer e responder perguntas dos fiéis. Ele ressalta que há ainda muitas preocupações sobre essa satanização da Dilma e frisou que o mesmo aconteceu com o presidente Lula nas campanhas de 89, 94 e 98, até Lula. Essa mesma campanha que está sendo feita contra Dilma, disse pastor Silas, foi feita contra Lula no meio evangélico.

Pastor Abílio, da Associação de Pastores da Capital capixaba, contou que se assustou ao saber por meio da imprensa que pastores do Espírito Santo estavam declarando apoio a Serra. "Eu creio que nós evangélicos devemos orar primeiro, devemos buscar um direcionamento de Deus antes de nos manifestarmos. Na minha opinião pessoal, não tô dizendo que é a opinião da associação, ou de qualquer instituição que eu faça parte. Acho que houve uma pequena precipitação da parte dos irmãos".

Culto e candidato

O presidente do Fórum Político Evangélico do Espírito Santo, o Pastor Lauro Cruz, no entanto, não vê problema algum e nem conflito em apoiar candidatos ou mesmo indicar os números dos candidatos em quem votar. Ele salientou que os cultos também são usados para orientar os fiéis porque os pastores estudam e avaliam as propostas e projetos dos candidatos que concorrem ao pleito. Lauro inclusive criticou a eleição do candidato Tiririca, em São Paulo.

A polêmica, ao que parece, está longe de um consenso entre os evangélicos. Pastor Abílio criticou as declarações dadas pelos colegas à imprensa, e disse que a Igreja não deve se envolver com a política, e quem pode opinar sobre a preferência partidária deve ser o cidadão e não a instituição. "O meu entedimento e a minha posição, minha postura, quanto presidente da associação de pastores é que nós não podemos partidarizar a associação, porque tem pastores que são de um, tem pastores que são de outro, tem pastores que não querem envolvimento politico nenhum, então eu sou contra o envolvimento da instituição Associação de Pastores, sou contra o envolvimento da instituição Igreja na campanha política. Acho que a Igreja, o Estado é laico e a Igreja deve se abster desse envolvimento direto".

Apoios não são oficiais

Por enquanto, os apoios em nomes de associações ou instituições evangélicas no Espírito Santo ainda não são consideradas oficiais. Os líderes evangélicos vão se reunir para debater a questão no dia 14 de outubro, quinta-feira, no templo da Igreja Batista da Restauração, em Jardim da Penha, em Vitória. A reunião do Fórum Político Evangélico vai avaliar as propostas dos candidatos e a postura que será tomada pela Igreja Evangélica, no Espírito Santo, no segundo turno das eleições presidenciais.

Pastor Abílio conclui que acredita que a Igreja não deveria ter se manifestado antes deste fórum e que somente após as decisões que saírem desse encontro, os pastores deveriam se pronunciar. "Eu entendo que o Fórum Político Evangélico, sim, é o fórum que deve se manifestar sobre a politica, e porque eu faço parte do fórum fui convocado para uma reunião na quinta feira que vem para nós discutirmos a campanha presidencial. Então uma posição oficial de toda a direção do Fórum sairá na quinta-feira que vem".

Igreja Católica

A assessoria de comunicação da Igreja Católica, no Espírito Santo, informou que a postura da igreja, neste segundo turno, é de observar a campanha eleitoral. Em princípio, o Bispo Metropolitano de Vitória, Dom Luiz Mancilha Vilela, não se pronunciará nem contra e nem a favor de nenhum candidato. Esta é a postura tradicional da Igreja diante de campanhas políticas. Se durante o processo da campanha surgir algo que provoque uma posição, a Igreja Católica fará alguma declaração.


Fonte: gazeta online

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Eleições. Mulher Pêra se diz arrasada sobre o zero voto que recebeu nas urnas

Mulher Pêra
A modelo Suéllem Rocha, conhecida nacionalmente como Mulher Pêra, tomou um susto federal quando viu quantos votos recebera ontem em São Paulo, onde se candidatou a deputada: zero. "Estou arrasada. Foram dois meses de campanha, todos os dias. De noite, fazia corpo a corpo na balada, em baile funk. No dia seguinte, já acordava às sete da manhã", diz em tom levemente de revolta, durante entrevista pelo telefone.

Mas o que parece um fracasso retundante pode ser, no entanto, apenas um fracasso de dimensões aceitáveis, como o que várias outras personalidades sofreram nestas eleições, já que ela, garante, votou em si mesma. Ela e alguns próximos na árvore genealógica. "Eu votei em mim, meu marido votou em mim, minha família votou em mim", diz Suéllem, no TSE-SP, onde abriu nesta segunda-feira recurso para saber onde pararam esses votos, o porquê da impugnação, se de fato ela houve.

A assessoria da paulista estimou os votos, em entrevista ao EXTRA, em 100 mil, suficientes, segundo a mesma fonte, para elegê-la deputada federal por São Paulo com folga. Esse número se baseia no assédio que a modelo recebia nas ruas quando saía às ruas atrás de votos.

"Foi uma multinha de R$ 3 que o partido (Partido Trabalhista Nacional, PTN) não pagou. Estou aqui para saber o que houve", conta a "estonteante morena de olhos azuis e corpo escultural", em palavras do site pessoal, igualmente verde, mas ele em referência à fruta.

A modelo diz não saber em quando tempo terá uma resposta do TSE, mas espera, aflita, que seja rápido, como, aliás, foi a própria trajetória dela, como narra no site oficialr: "A moça de rosto angelical e de apenas 22 anos, nascida em Guaratinguetá, chegou em (sic) São Paulo a (sic) menos de quatro anos e já mostrou para que veio". Será?

Humor sobre a situação na internet:“Digitei meu número e vi que estava errado. O problema é que eles não colocaram nenhuma borracha ou liquid paper para eu consertar. Foi sabotagem”.

De acordo com o Carlos Alberto Sampaio, diretor do Ibope, muitos eleitores que tentaram votar na Mulher Pêra também se atrapalharam. “Eles viram o rosto dela, mas como só estavam acostumados a ver a bunda, acabaram anulando achando que iam votar em outra pessoa”.

Leonardo Lanna e Otileno Junior (sensacionalista.com.br)

quarta-feira, 21 de julho de 2010

É salada? Mulher 'Pera' e Mulher 'Melão' querem disputar vagas no Legislativo

A safra de candidatos que disputam uma vaga no legislativo está recheada de nomes ligados ao mundo artístico. Desta vez, até as mulheres-fruta entraram na disputa.

Candidata a uma vaga de deputada federal por São Paulo, Mulher Pera, 23, concorre pelo PTN (Partido Trabalhista Nacional).

Natural de Guaratinguetá e com o nome de batismo de Suellem Aline Mendes Silva, ela declarou como único bem um veículo da marca Mercedes, avaliado em R$ 20 mil.

Segundo o site oficial, Mulher Pera "se destaca não só pela sua beleza, mas pela inteligência, enorme bagagem cultural e perspicácia".

Divulgação

A candidata Mulher Pera, que disputa uma vaga de deputada federal por São Paulo

Outra que entrou da disputa como mulher-fruta foi Cristina Celia Antunes Batista, 25, que disputa uma cadeira de deputada estadual pelo PHS (Partido Humanista da Solidariedade) do Rio de Janeiro.

Ela se candidatou como Mulher Melão --não confundir com a modelo Renata Frisson, que também usa o nome da personagem.

Mulher Melão, que nasceu na capital federal, não declarou bens.

Tanto Mulher Pera quanto Mulher Melão aguardam julgamento de suas candidaturas para saber se poderão disputar as próximas eleições.

Fonte: Folha Online