LUCKNOW, Índia (Reuters) - Pelo menos 26 pessoas morreram e mais de 150 ficaram feridas no norte da Índia quando cerca de 12 vagões de um trem de passageiros descarrilaram, disseram autoridades no domingo, aumentando as preocupações com a segurança em um país onde 30 milhões de pessoas usam o serviço ferroviário diariamente.
Centenas de pessoas ficaram feridas neste domingo no descarrilamento de 14 vagões de um trem no norte da Índia
O acidente aconteceu no Estado de Uttar Pradesh quando o condutor do trem acionou os freios de emergência, disse A.K. Jain, diretor-adjunto da polícia ferroviária.
Ele afirmou temer que o número de mortos seja maior, já que passageiros feridos estavam sendo enviados para hospitais da região.
Na quinta-feira, ao menos 31 pessoas morreram depois que um trem colidiu com um ônibus em uma passagem de nível que não tinha uma cancela, típico de muitos cruzamentos na Índia.
Os dados mais recentes do governo mostraram que 336 pessoas morreram e 437 ficaram feridas entre abril de 2010 e meados de janeiro de 2011.
A estatal Indian Railways tem um histórico fraco de segurança devido à uma infraestrutura envelhecida no sistema.
(Reportagem de Alka Pande)
Mostrando postagens com marcador trilhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador trilhos. Mostrar todas as postagens
domingo, 10 de julho de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
Foto: Terremoto retorce trilhos de trem em cidade da Nova Zelândia
Trilho retorcido pelo abalo do terremoto em Christchurch, na Nova Zelândia, na quarta-feira (23/02/2011). (Foto: AFP)
Na Nova Zelândia chega a 75 o número oficial de mortos no terremoto. Trezentas pessoas ainda estão desaparecidas e dezenas foram resgatadas dos escombros nas últimas horas.
Um homem recebeu um telefonema da mulher, presa nos escombros de um prédio. Antes que a ligação caísse, ele conseguiu dizer que as equipes de resgate estão fazendo tudo para salvá-la.
Quase 24 horas depois do terremoto, socorristas encontraram um homem nos restos de um edifício. Quinze pessoas que estavam nos escombros de uma estação de TV foram localizadas com a ajuda de sonares, e retiradas com vida.
São pequenos sinais de esperança para os parentes dos desaparecidos. Morris Gardner não tem notícias da irmã desde ontem. Emocionado, ele diz que espera pelo melhor enquanto se prepara para o pior.
As equipes de resgate passaram a noite, e a manhã de quarta-feira trabalhando, com a ajuda de cães farejadores e escavadeiras. Cerca de 120 pessoas foram salvas até agora.
O terremoto de terça-feira foi o segundo em cinco meses na cidade de Christchurch e já é considerado o pior desastre natural da Nova Zelândia em 80 anos. O prefeito disse que a cidade parece uma zona de guerra. Depois do grande tremor, houve mais de 30 abalos secundários. Milhares de pessoas se mudaram para abrigos e o primeiro-ministro John Key decretou estado de emergência nacional.
Vários países, entre eles o Japão, enviaram ajuda para as buscas. A Nova Zelândia é um dos principais destinos de intercâmbio para os japoneses que querem aprender inglês. Onze alunos ainda estão desaparecidos numa escola que desabou. Oito estudantes e dois professores do mesmo grupo foram encontrados graças a uma mensagem de texto enviada por celular.
Terremoto em Christchurch custará US$ 12 bi às seguradoras
O devastador terremoto no sul da Nova Zelândia custará às seguradoras cerca de US$ 12 bilhões em indenizações às vítimas e despesas por consertos, segundo um relatório divulgado nesta quarta-feira pela empresa de consultoria J.P. Morgan. Se o valor for confirmado, será o segundo desastre natural mais custoso da história, atrás apenas do terremoto de Northridge, na Califórnia, que em 1994 obrigou as companhias de seguros a desembolsarem US$ 20,3 bilhões.
O documento da J.P. Morgan publicado pela imprensa local afirma que o valor dos danos será o dobro dos US$ 6 bilhões previstos pelo governo neozelandês. A destruição em Christchurch foi tal que até alguns edifícios que se mantiveram de pé precisarão ser reconstruídos.
A Suncorp e a australiana IAG, as dois maiores seguradoras presentes na Nova Zelândia, poderão cobrir suas perdas no presente ano fiscal, mas terão que pedir créditos no próximo. As duas companhias precisaram desembolsar nos últimos meses centenas de milhões de dólares devido às inundações no norte da Austrália, o maior de uma série de desastres naturais que afetaram o país.
O terremoto em Christchurch deixou até o momento pelo menos 75 mortos e 300 desaparecidos.
TERRA
Na Nova Zelândia chega a 75 o número oficial de mortos no terremoto. Trezentas pessoas ainda estão desaparecidas e dezenas foram resgatadas dos escombros nas últimas horas.
Um homem recebeu um telefonema da mulher, presa nos escombros de um prédio. Antes que a ligação caísse, ele conseguiu dizer que as equipes de resgate estão fazendo tudo para salvá-la.
Quase 24 horas depois do terremoto, socorristas encontraram um homem nos restos de um edifício. Quinze pessoas que estavam nos escombros de uma estação de TV foram localizadas com a ajuda de sonares, e retiradas com vida.
São pequenos sinais de esperança para os parentes dos desaparecidos. Morris Gardner não tem notícias da irmã desde ontem. Emocionado, ele diz que espera pelo melhor enquanto se prepara para o pior.
As equipes de resgate passaram a noite, e a manhã de quarta-feira trabalhando, com a ajuda de cães farejadores e escavadeiras. Cerca de 120 pessoas foram salvas até agora.
O terremoto de terça-feira foi o segundo em cinco meses na cidade de Christchurch e já é considerado o pior desastre natural da Nova Zelândia em 80 anos. O prefeito disse que a cidade parece uma zona de guerra. Depois do grande tremor, houve mais de 30 abalos secundários. Milhares de pessoas se mudaram para abrigos e o primeiro-ministro John Key decretou estado de emergência nacional.
Vários países, entre eles o Japão, enviaram ajuda para as buscas. A Nova Zelândia é um dos principais destinos de intercâmbio para os japoneses que querem aprender inglês. Onze alunos ainda estão desaparecidos numa escola que desabou. Oito estudantes e dois professores do mesmo grupo foram encontrados graças a uma mensagem de texto enviada por celular.
Terremoto em Christchurch custará US$ 12 bi às seguradoras
O devastador terremoto no sul da Nova Zelândia custará às seguradoras cerca de US$ 12 bilhões em indenizações às vítimas e despesas por consertos, segundo um relatório divulgado nesta quarta-feira pela empresa de consultoria J.P. Morgan. Se o valor for confirmado, será o segundo desastre natural mais custoso da história, atrás apenas do terremoto de Northridge, na Califórnia, que em 1994 obrigou as companhias de seguros a desembolsarem US$ 20,3 bilhões.
O documento da J.P. Morgan publicado pela imprensa local afirma que o valor dos danos será o dobro dos US$ 6 bilhões previstos pelo governo neozelandês. A destruição em Christchurch foi tal que até alguns edifícios que se mantiveram de pé precisarão ser reconstruídos.
A Suncorp e a australiana IAG, as dois maiores seguradoras presentes na Nova Zelândia, poderão cobrir suas perdas no presente ano fiscal, mas terão que pedir créditos no próximo. As duas companhias precisaram desembolsar nos últimos meses centenas de milhões de dólares devido às inundações no norte da Austrália, o maior de uma série de desastres naturais que afetaram o país.
O terremoto em Christchurch deixou até o momento pelo menos 75 mortos e 300 desaparecidos.
TERRA
Assinar:
Postagens (Atom)

