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domingo, 6 de novembro de 2011

Mortos por cheia na Tailândia passam de 500

Número de mortos por enchentes passa de 500 na Tailândia
Novas mortes ocorrem nos distritos do oeste de Bangcoc.
Mais moradores foram retirados de áreas da capital.


 As autoridades da Tailândia elevaram neste domingo (6) para 506 o número de mortos por causa das  inundações nas províncias do planalto central em áreas de Bangcoc. As enchentes já são consideradas um dos maiores desastres na história do país.

O aumento do número de mortes, de 450 para 506 em apenas 24 horas, coincide com uma piora na situação nos distritos do oeste da capital, uma das regiões de maior densidade demográfica.

O centro de operações criado pelo governo em resposta ao desastre, informa que embora as inundações tenham cedido em algumas das 25 províncias do planalto central, em Bangcoc, elas cresceram por causa de uma grande chuva que chegou à capital. As autoridades da Tailândia ordenaram novas retiradas de áreas de Bangcoc.
Policial mostra cobra trazida pela enchente e capturada em Lat Phrao, próximo à região central de Bangcoc, capital da Tailândia, neste domingo (6) (Foto: AFP)

O desastre começou em julho com o transbordamento de rios e pântanos no norte e  na região central do país. As inundações foram causadas pelas chuvas de monção, normais nesse período do ano, seguidas por três tempestades tropicais.


Do G1, com agências internacionais

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Enchente. Crocodilos aumentam drama de tailandeses


Fuga de crocodilos aumenta drama de tailandeses em meio a maiores enchentes em 50 anos


BANGCOC - Como se não bastassem os mais de 113 mil desabrigados, os 360 mortos e um país paralisado, as piores chuvas em mais de 50 anos impõem outro problema para os tailandeses: a fuga de centenas de crocodilos que, com as ruas alagadas, estão aparecendo em cidades como Bangcoc.

A situação levou o governo a oferecer uma recompensa de 1 mil baht (US$ 33) para quem conseguir capturar um dos crocodilos, que em sua maioria escaparam de criadouros. Também foi criado um telefone de emergência para que os tailandeses alertem sobre a presença de crocodilos, tigres, cobras e escorpiões nas cidades.

- Por favor, não entrem em pânico. Esses crocodilos não são perigosos como os que vivem num ambiente selvagem. Eles preferem viver em águas paradas e evitam correntes fortes - afirmou Thirapat Prayoonsit, vice-diretor do departamento de conservação ambiental do governo.

A Tailândia é um dos maiores exportadores mundiais de produtos relacionados a crocodilos. Há cerca de 200 mil em criadouros espalhados pelo país, e pelo menos cem deles escaparam no norte de Bangcoc.

Feriado forçado para facilitar retirada
Nesta terça-feira, o avanço das enchentes levou o governo tailandês a anunciar cinco dias de feriado. O objetivo é dar à população uma chance de escapar das chuvas, que se aproximam da capital Bangcoc. O governo destinou ainda 325 bilhões de baht (US$ 10,6 bilhões) nesta terça para ajudar na reconstrução do país.

A força das águas destruiu um dique perto da capital, e levou as autoridades a ordenar a retirada dos moradores de um bairro residencial.

O feriado forçado começa na quinta-feira e segue até o dia 31 de outubro e vale para Bangcoc e para outras 20 províncias afetadas pelas enchentes.

As chuvas forçaram o fechamento de sete áreas industriais nas províncias de Ayutthaya, Nonthaburi e Pathum Thani, vizinhas de Bangcoc, gerando prejuízos de bilhões de dólares, interrompendo cadeias de fornecimento e deixando 650 mil pessoas temporariamente desempregadas.

Apesar dos esforços das autoridades para evitar a inundação de Bangcoc, níveis recordes de água no rio Chao Phraya, que atravessa a cidade, aumentam os riscos de enchentes no centro da capital tailandesa, especialmente se as fortes chuvas retornarem.

O aeroporto de Don Muang, o segundo maior de Bangcoc, seria fechado temporariamente nesta terça-feira, considerando as dificuldades que passageiros e funcionários terão para chegar ao terminal. A previsão é de que seja reaberto em 1o de novembro.


O principal aeroporto, Suvarnabhumi, não foi afetado por estar em uma área mais alta. No entanto, a Thai Airways International, que opera em Suvarnabhumi, disse que reduziria o número de voos por conta da falta de funcionários.

O centro para a resposta à crise do governo está localizado no distrito de Don Muang, um de três distritos inundados desde sábado, e a premiê Yingluck Shinawatra disse na terça-feira que o centro deve ser transferido para outro lugar.

Segundo previsões do Departamento Meteorológico, pancadas de chuva devem atingir a capital nesta terça e na quarta-feira, depois de três dias de seca. [O Globo. Agências internacionais]



Sobe a 366 o número de mortos por enchentes na Tailândia
Várias regiões da capital Bangcoc começam a ser afetadas. Número de pessoas desabrigadas pelas inundações chega a 2,5 milhões.

As autoridades da Tailândia elevaram nesta segunda-feira (24) para 366 o número de mortos deixados desde julho pela persistente inundação do planalto central do país. Várias regiões da capital Bangcoc começam a ser afetadas.


O Centro de Operações para a Mitigação das Inundações indicou também que a maior parte dos canais que passam pela capital registrava seus níveis máximos de capacidade, embora tenha diminuído o fluxo de água que chega desde as 28 províncias do planalto central, que continuam parcialmente alagadas.

A companhia aérea Nok Air suspendeu as operações em um dos aeroportos de Bangcoc, o Don Muang, até o dia 1º de novembro, porque a água invadiu o setor norte do prédio, afirmou o CEO da companhia, Patee Sarasin.

O governador de Bangcoc, Sukhumbhand Paribatra, porém, assinalou que era improvável que toda a capital fosse inundada e precisou que o maior risco recai sobre sete dos 50 distritos da metrópole.

O principal objetivo das autoridades tailandesas é tentar evitar que Bangcoc, responsável por 41% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, seja alagada, como ocorreu com as províncias do planalto central.
O número de pessoas desabrigadas pelas inundações, as piores ocorridas na Tailândia em 50 anos, chega a 2,5 milhões, além dos mais de nove milhões de habitantes que foram afetados.

Fonte: Christophe Archambault/AFP      



quarta-feira, 2 de março de 2011

Síndrome de Lobisomem: garota tailandesa é a mais peluda do mundo.Veja

Supatra Sasuphan de 11 anos tem a síndrome Abras: ela é considerada a garota mais peluda do mundo.

Ela foi provocada em toda a sua vida por outras crianças que a chamavam de "cara de macaco" e "menina lobo", mas agora, aos 11 anos de idade, ela foi nomeada pelo Guinness Book como a garota mais peluda do mundo e ela diz que a ajudou a tornar-se extremamente popular na escola.

Hipertricose, vulgarmente chamada de Síndrome de Lobisomem: uma condição rara.

Supatra Sasuphan, que vive em Banguecoque, na Tailândia, tem uma doença chamada hipertricose, com a variante chamada de Síndrome de Abras .

Basicamente duas variantes da hipertricose, são:

- Hipertricose Lanuginosa Congênita: o cabelo é relativamente fino e felpudo e pode chegar a 25 cm de comprimento.

- Síndrome de Abras: nesta variante da doença o cabelo é mais grosso, é colorido, e cresce durante toda a vida.

 A síndrome da Abras, que faz o cabelo crescer ao longo do seu corpo inteiro, inclusive o rosto. Hipertricose congênita é extremamente rara, e tem afetado somente cerca de 50 pessoas desde a Idade Média . Síndrome de Abras também tem sido chamado de "síndrome de lobisomem", mas não tem nada a ver com licantropia, que é a capacidade ou maldição caída sobre um homem que se transforma em um lobo, o que é uma boa notícia para as crianças que caçoavam de Supatra Sasuphan.

Talvez a mais famosa a pessoa com hipertricose foi Julia Pastrana , uma mulher mexicana que apareceu em espetáculos como "a mulher urso". Julia Pastrana foi comprada por um promotor de shows circenses que a levou em turnês ao redor do mundo. Ela morreu aos 26 anos em 1860, e deu à luz uma criança com a mesma condição. A criança sobreviveu por menos de 48 horas.


Fonte: telegraph.co.uk