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segunda-feira, 14 de maio de 2012

Patrícia Poeta quer ter mais um filho

Patrícia Poeta quer aumentar a família 

Mãe de Felipe, de 9 anos, Patrícia Poeta contou em entrevista à revista "Gol Linhas Aéreas Inteligentes" que tem vontade de aumentar a família.

"Quero ser mãe de mais um filho sim, não sei quando ainda, mas digamos que trabalharemos para isso. Até porque vamos combinar que é muito amor para um filho só", declarou.

A apresentadora, que substituiu Fátima Bernardes na bancada do "Jornal Nacional", da Globo, também falou sobre seu casamento com o diretor Amauri Soares. "Meus avós foram casados por 70 anos e, durante todo esse tempo, nunca faltou afeto, respeito, carinho e cumplicidade. Estou casada há dez anos e muito feliz porque consegui isso, que é tão raro, para a minha vida".

Além da vida pessoal, Patricia também contou sobre sua rotina de trabalho, que começa antes da 14h, quando chega à emissora. "Às vezes, quando sento na bancada para começar o jornal, penso: ‘Ufa, agora só falta o JN’", finalizou. (Band)

sábado, 30 de abril de 2011

Danielle Winits deixa a maternidade com o filho Guy e o ex-marido Jonatas Faro

Danielle Winits deixa a maternidade com o filho Guy
Jonatas Faro foi buscar o bebê e a ex-mulher no hospital e se derramou em elogios: 'Ele é muito calminho'.


Danielle Winits deixou a maternidade Perinatal, na Barra da Tijuca, com o filho Guy na tarde deste sábado, 30. A atriz, que deu à luz através de uma cesariana, na quinta-feira, 28, estava acompanhada do ator Jonatas Faro, pai do bebê.

O casal, que está separado desde março, saiu pela porta da frente, posou para fotos e depois seguiu em direção a casa da atriz. Enquanto posava, Dani fez questão de colocar o filho no colo de Jonatas para as fotos. Depois, acenou e foi embora.

A atriz teve alta na parte da manhã, mas esperou Jonatas Faro para ir buscá-la, o que só aconteceu na parte da tarde. Na chegada, o ator parou e falou rapidamente com a imprenssa.

"O significado do nome do Guy é muito pessoal. Prefiro não falar. Só posso dizer que ele é lindo e muito calminho. Eu me emocionei muito durante o parto, chorei muito. Foi lindo", disse Jonatas.

Guy Winitskoweski Faro nasceu na quinta-feira, 28, às 11h45, com 3,910 kg e 52 centímetros. Segundo a atriz Claudia Jimenez, que foi visitar Danielle Winits e seu bebê na maternidade, Guy é ruivinho, com as bochechas vermelhas e se parece com a mãe, o pai e o irmão Noah, de 2 anos.

Jonatas Faro e Dani Winits: juntos com o filho

Do EGO, no Rio

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Bebê dado como morto em exame é salvo por intuição materna

Bebê dado como morto em exame é salvo por intuição materna
Mulher britânica se recusa a tomar remédios abortivos após ultra-som indicar ausência de batimentos cardíacos em feto. Oito dias depois, outro teste comprovou que a criança estava viva
Foto: The Sun
A britânica Sofia Taylor, de 22 anos, recusou-se a acreditar no resultado de um exame de ultra-som durante a gravidez: o coração do bebê havia parado de bater. Ao invés de tomar as pílulas abortivas que recebeu no Royal Sussex County Hospital, em Brighton (Reino Unido), Sofia, resolveu esperar pelo próximo exame dali a oito dias. “Eles me disseram para me livrar do bebê, mas depois de três crianças, eu sabia como era se sentir grávida”, disse Sofia, que tem mais três filhas, ao jornal britânicoThe Sun.

A intuição da mãe estava certa: no teste seguinte, foi comprovado que a criança estava viva. Seis meses depois do incidente, com Bella-Mae nos braços, a mãe não cansa de repetir. “Ela é o nosso pequeno milagre.” A criança, que tem 15 dias de vida, nasceu prematura e após alguns dias recebeu alta.

Os pais da menina, segundo noticiou o jornal, foram bem atendidos pelo hospital durante o parto, mas, obviamente, continuam chateados com o erro cometido pela instituição.

revistacrescer.globo.com

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Pais de trigêmeas farão até apelo internacional, diz advogada

Pais de trigêmeas farão até apelo internacional, diz advogada

A advogada Margareth Zanardini, que defende o casal de Curitiba (PR) que teve as filhas trigêmeas levadas a um abrigo por decisão da Justiça, disse neste domingo à Folha que vai entrar, no início desta semana, com novo recurso no Tribunal de Justiça do Paraná para reverter a decisão.

"Se a Justiça brasileira não nos atender, quando não couber mais recursos meus clientes vão recorrer até internacionalmente", disse.

O casal fez tratamento de fertilização "in vitro" e teve trigêmeas. Na hora de sair da maternidade, os pais teriam rejeitado uma das meninas. O hospital acionou, então, o Conselho Tutelar, e a Justiça decidiu levar as três meninas para um abrigo.

Segundo a advogada, os pedidos que já fez em primeira e segunda instâncias e o novo pedido estão baseados em vários artigos do ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) e de acordos internacionais, que garantem às crianças o direito de conviver com seus pais.

Zanardini contou que impetrou habeas corpus em defesa das crianças, que estariam "recebendo amamentação artificial no abrigo, enquanto poderiam estar sendo amamentadas pela mãe biológica". O pedido foi negado.

De acordo com ela, uma enfermeira do Hospital Nossa Senhora de Fátima, onde as trigêmeas nasceram, forneceu à Justiça um "atestado dizendo que [as bebês] não precisariam ser amamentadas pela mãe". Ela acrescentou que vai procurar o Conselho Regional de Enfermagem para exigir a revisão do posicionamento dessa profissional.

HISTÓRICO

O abrigamento das trigêmeas aconteceu em 23 de fevereiro, depois que as meninas passaram um mês na UTI do Hospital Nossa Senhora de Fátima, em Curitiba. Elas nasceram em 24 de janeiro, fruto de fertilização in vitro (técnica em que o óvulo já fecundado é colocado no útero da mãe).

Na unidade, o casal teria tentado abandonar uma das crianças --que estaria com insuficiência pulmonar. Funcionários da instituição disseram à Band News que médicos e psicólogos tentaram convencer o casal a ficar com as três crianças, mas não conseguiram.

A advogada do casal, entretanto, negou que uma das crianças tenha insuficiência pulmonar e que os pais tenham tentado sair do hospital levando somente duas das três filhas. Porém, ela disse que não daria sua versão para o episódio pois o caso corre em segredo de Justiça.

A reportagem não encontrou ninguém disponível para falar sobre o assunto no Hospital Nossa Senhora de Fátima neste domingo.

"Minha cliente amamentava as três sem distinção no hospital", disse a advogada. As trigêmeas nunca chegaram a ir até a casa dos pais. Segundo Zanardini, a primeira ação para reaver as meninas foi apresentada à Justiça logo no dia seguinte ao abrigamento.

Para a advogada, a Vara da Infância deveria ter feito acompanhamento psicológico com os pais antes de retirar as filhas deles. Especialistas ouvidos pela Folha acreditam que a Justiça agiu certo no momento, mas deve reavaliar a decisão.

Questionada sobre se o casal conhecia o risco de uma gestação tripla, Zanardini disse que somente os médicos poderiam afirmar como foi o procedimento. Profissionais consultados pela Folha disseram que, em casos de fertilização in vitro, cabe ao casal decidir quantos embriões serão transferidos para o útero. [FOLHA]

Entenda o caso:
Um casal que se submeteu a tratamento para engravidar e teve trigêmeas corre o risco de perder a guarda das meninas após tentar abandonar uma delas na maternidade, em Curitiba (PR).

Segundo a rádio Band News Curitiba, o pai queria, no máximo, dois bebês e tentou deixar no hospital uma das crianças, que tinha insuficiência pulmonar. Funcionários da maternidade, então, acionaram o Conselho Tutelar.

As trigêmeas nasceram em 24 de janeiro, prematuras, e passaram um mês na UTI, afirma a advogada do casal, Margareth Zanardini. Ela diz que os pais tentam na Justiça reaver as três crianças.

"É inédito um casal recusar filhos após tratamento", afirmou à Folha o ginecologista Karam Abou Saab, que implantou os embriões na mãe.

terça-feira, 22 de março de 2011

"Menino" vira menina em maternidade do litoral de São Paulo

Às 12h46 de sexta-feira, a vendedora Hevelyn Pires, 22, deu à luz Nicolas e Gustavo em Santos, no litoral paulista. As crianças passaram por exames, foram para o berçário e tomaram banho. Só por volta das 19h uma enfermeira percebeu que Nicolas era, na verdade, uma menina.

Nicolas agora se chama Nicole. E sua família aguarda o resultado de um exame de DNA para saber se houve troca de bebês na maternidade do hospital São Lucas --ou se foi a ultrassonografia que não apontou o sexo correto.

Os exames, diz o pai, o empresário Rodrigo Amarelo, 33, sugeriam que os dois bebês eram meninos. Ele assistiu ao parto, mas disse que não foi possível ver o sexo do primeiro filho porque houve complicações no nascimento do segundo (Gustavo) e as atenções se voltaram a ele.

Amarelo diz estranhar, porém, que nenhum dos sete profissionais que acompanharam o parto tenha reparado que o bebê era menina. As crianças receberam pulseirinhas de identificação azuis, feitas para meninos.

Nem o pediatra que fez exames nas crianças nem a enfermeira que deu o banho notaram a discrepância.

EXAME DE DNA
 Ao saber da confusão, a família chamou a polícia e exigiu um exame de DNA. O teste foi feito anteontem, nos pais e nos bebês. O resultado é esperado para hoje.

Para Amarelo, o mais provável é que tenha ocorrido uma confusão com as etiquetas. "Estamos esperando o DNA porque não quero morrer com essa dúvida. Mas, se o bebê for mesmo menina, fico feliz da mesma forma."

O hospital São Lucas alega que houve erro humano. O diretor administrativo, Sérgio Paes, disse à Rede Globo que, como a família informou que os bebês eram meninos, a enfermagem fez as pulseirinhas antes do nascimento, com o nome de cada um. Segundo ele, o exame de DNA foi só para tirar dúvidas.

Em entrevista ao jornal "A Tribuna", o diretor disse que nenhuma outra gestante reclamou por uma menina.

Segundo os parentes, os dois bebês são parecidos e lembram o pai. A avó Maria José Silva, 51, disse que eles estão sendo amamentados sem distinção pela mãe.

O pai dos bebês contou que Nicole, que só tinha roupas verdes e azuis, já ganhou várias cor-de-rosa.

LUIZA BANDEIRA - Folha Online