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domingo, 15 de maio de 2011

Justiça nega soltura de dupla sertaneja acusada de furtar joias

A Justiça de Ibitinga, no interior de São Paulo, negou nesta sexta-feira o pedido de liberdade provisória protocolada pela defesa dos irmãos Altemir Cândido Parreiro e Altair Leles Parreiro, que formam a dupla sertaneja Dudu di Valença e Rodrigo. Eles foram presos na última terça-feira por suspeita de furtos a joalherias. De acordo com a Polícia Civil, eles negaram o crime e alegam ser inocentes em seus depoimentos.
Dudu de Valença 

O pedido foi negado pela juíza Erica Pereira de Sousa. Os advogados Altair Arantes e Daivid Zanelato alegaram que os dois nunca tiveram passagens pela polícia e possuem residência fixa. Altemir mora em Goiânia (GO) e Altair em Rondonópolis (MT). Eles justificaram ainda que os dois trabalham - Altemir seria cantor e Altair, vendedor. Os dois estão presos no Centro de Detenção Provisória (CDP) em Araraquara.

Os irmãos vão responder por furto qualificado. O delegado Carlos Alberto Ocon de Oliveira segue a investigação para identificar o receptor das joias que teriam sido furtadas pelos irmãos. No dia da prisão em flagrante, os policiais encontraram com os sertanejos nove anéis, duas pulseiras, uma caneta da marca Montblanc e um relógio Rolex.

A dupla sertaneja foi formada no início dos anos 1990 e essa é sua segunda formação. Dudu di Valença está desde o início e Altair Leles Parreiro, o atual Rodrigo, passou a cantar com irmão há pouco mais de dois anos. "Algumas bandas são assim, substituem um integrante, mas conservam o nome artístico. Temos capas de CDs onde os dois são identificados com clareza", disse o delegado Carlos de Oliveira.

Defesa
O advogado Zanelato afirmou que a defesa deverá solicitar a reconsideração da decisão tomada pela juíza. "Consideramos que a decisão teve uma fundamentação adversa e equivocada", afirmou.
De acordo com defensor, alguns pontos da decisão precisam ser reavaliados. "O promotor considerou mau antecedente de um dos irmãos, mas o caso aconteceu há 13 anos. Não podem ser considerados mais, e que na época não houve violência no ato", disse.

Outro ponto conflitante, de acordo com a defesa, é a existência de um vídeo no qual um dos irmãos é visto saindo de uma joalheria. "O vídeo não mostra nada demais, é uma pessoa saindo de um estabelecimento, não existe nada nas filmagens contra ele", afirmou. De acordo com Zanelato, a defesa vai buscar a reconsideração da decisão em primeira instância e, paralelamente, vai protocolar o pedido de habeas-corpus.

TERRA

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Idosa impede assalto a joalheria no Reino Unido com "bolsadas"

Uma idosa impediu o assalto de uma relojoaria de luxo ao utilizar sua bolsa para golpear os bandidos na cidade inglesa de Northampton, em uma façanha que foi gravada por um cinegrafista amador.

As imagens mostram três homens batendo com martelos na vitrine do estabelecimento, enquanto outros três aguardam em motos de pequena cilindrada para escapar.

Após alguns segundos, na parte direita do vídeo se vê uma mulher vestida com um chamativo casaco vermelho, que cruza a rua e se aproxima correndo dos assaltantes.

Quando chega perto dos bandidos, tenta atingir com sua bolsa um dos que esperam em uma das motos, que se esquiva do golpe, e repete a agressão com os que estão roubando os relógios, que também tentam evitar a fúria da senhora e decidem fugir.

A mulher não se rende e continua batendo na dupla, que cai no chão quando tenta escapar do lugar em sua moto.

A filmagem é cortada nesse momento e prossegue com as imagens de um grupo de pedestres imobilizando um dos assaltantes.

A polícia de Northampton informou posteriormente que quatro pessoas foram presas.

"Os delinquentes foram interceptados por transeuntes e fugiram sem levar nada. Um dos assaltantes foi detido pelos pedestres e os outros três foram presos pela polícia pouco depois", disse um porta-voz da força, que não deu mais detalhes sobre a identidade da "heroína do casaco vermelho". [Efe]
A ação foi toda filmada por uma equipe publicitária que estava gravando material próximo ao local. A polícia avisou que o incidente foi sério, “um crime de verdade”. Já a heroína desconhecida, que levou apelidos como “a vovó da bolsa” ou “super vovó”, disse que está incomodada com a fama repentina.
- Eu não sou uma heroína e talvez tenha sido bobo de minha parte de me envolver, mas alguém tinha de fazer alguma coisa.