Uma briga entre dois irmãos por causa de uma garrafa de cachaça terminou com a morte da mãe de ambos em um incêndio provocado pelos jovens durante a discussão na cidade de Belo Horizonte, informaram neste domingo fontes oficiais.
Um dos jovens ateou fogo ao colchão da cama de seu irmão e, quando as chamas ganharam força, ambos saíram da humilde casa correndo e ilesos, mas supostamente esqueceram que sua mãe, de 64 anos e que repousava doente na cama.
A tragédia aconteceu na noite do sábado no Aglomerado do Papagaio, um conjunto de casas para pessoas de poucos recursos na região sul de Belo Horizonte, segundo o 22º Batalhão da Polícia regional.
Os irmãos Clóvis e Cristiano Martins dos Santos, de 25 e 27 anos respectivamente, foram detidos sob a acusação de homicídio depois que os bombeiros encontraram o corpo da mulher queimado entre os escombros do incêndio.
A Polícia informou que ainda não foi estabelecido se os irmãos sabiam ou não que sua mãe estava na residência no momento do incêndio.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal e a ocorrência foi registrada na Seccional Sul.
EFE - Agência EFE
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domingo, 31 de julho de 2011
domingo, 29 de maio de 2011
Discussão entre policiais termina com a morte de ambos
Uma discussão entre um policial civil e um militar terminou com a morte dos dois ontem à noite no Bangu Shopping, na zona oeste do Rio. Segundo a polícia, eles começaram a discutir dentro de uma da loja de material de construção, por volta de 21h40. Os dois estavam armados, e a esposa de um deles ligou para o 190. Logo depois, chegaram dois policiais do 14º Batalhão da Política Militar (Bangu).
O policial civil, que seria um inspetor da Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (Polinter), identificado apenas como Gilmar, teria sacado a arma e atirado na cabeça do segundo sargento, Tony, que trabalhava no Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv). Um dos militares acionados para atender a ocorrência teria então revidado e atirado contra o policial civil.
Houve pânico e correria entre os clientes, e a loja foi fechada. Os dois baleados foram levados para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, também na zona oeste, mas não resistiram aos ferimentos.
O caso foi encaminhado à Divisão de Homicídios (DH) da Polícia Civil. Segundo os agentes de plantão neste domingo, o caso será repassado amanhã a uma equipe que vai dar início às investigações. Segundo a polícia, o inspetor e o sargento seriam casados com duas irmãs, mas ainda não há informações sobre o que teria provocado a discussão.
O policial civil, que seria um inspetor da Divisão de Capturas e Polícia Interestadual (Polinter), identificado apenas como Gilmar, teria sacado a arma e atirado na cabeça do segundo sargento, Tony, que trabalhava no Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv). Um dos militares acionados para atender a ocorrência teria então revidado e atirado contra o policial civil.
Houve pânico e correria entre os clientes, e a loja foi fechada. Os dois baleados foram levados para o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, também na zona oeste, mas não resistiram aos ferimentos.
O caso foi encaminhado à Divisão de Homicídios (DH) da Polícia Civil. Segundo os agentes de plantão neste domingo, o caso será repassado amanhã a uma equipe que vai dar início às investigações. Segundo a polícia, o inspetor e o sargento seriam casados com duas irmãs, mas ainda não há informações sobre o que teria provocado a discussão.
Agencia Estado
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