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segunda-feira, 11 de julho de 2011

Skinhead tenta esfaquear negro e vai a nocaute com um só soco nos EUA

Skinhead tenta esfaquear negro e vai a nocaute com um só soco nos EUA
Vítima tentou evitar briga e agiu em legítima defesa, disse polícia de Idaho.
Aparentemente, 'careca' não notou que desafeto usava camiseta de boxe.

O acusado Daren Christopher Abbey em foto
divulgada pela polícia (Foto: Reprodução)





Um homem que se denominava skinhead apanhou até ficar inconsciente de um homem negro a quem ele teria ameaçado esfaquear na cidade americana de Bayview, no estado do Idaho, segundo a polícia.

Daren Christopher Abbey, de 28 anos, foi preso e processado depois de ter sido tratado com fraturas no rosto, segundo o Departamento de Polícia do condado de Kootenai, citado pela imprensa local.

Ele é acusado de ter tentado esfaquear Marlon L. Baker, de 46 anos, em um bar, em 3 de julho. Ele teria dito a Baker que ele "não pertencia ao local" porque era negro, segundo o policial Stu Miller.

Baker teria deixado o local para evitar confusão, mas Abbey o seguiu até uma marina a cerca de 300 metros dali. Depois de o ofender com xingamentos racistas, ele ameaçou esfaqueá-lo.

"Ele disse que os negros não pertencem a Bayview", disse o policial.

Baker deu um soco no rosto de Abbey, que caiu no chão inconsciente.

Policiais que faziam a patrulha na região logo atenderam a ocorrencia.

Segundo policiais, Abbey não percebeu que Baker estava vestindo uma camiseta com a inscrição: "Campeão do Clube de Boxe de Spokane". Mas um porta-voz negou que Baker seja filiado ao clube.

A polícia afirmou que Baker agiu em própria defesa. Ele afirmou que agiu instintivamente.

Abbey tinha várias tatuagens de teor neonazista e já havia declarado à polícia, em 2004, que era um "skinhead independente" e que não gostava das minorias;

Morador de Sacramento, na Califórnia, ele está preso sob fiança de US$ 75 mil.

Do G1




segunda-feira, 16 de maio de 2011

Casal de negros fica chocado com o nascimento de filho branco e loiro

Casal de negros fica chocado com o nascimento de filho branco e loiro
Apesar de ter explicação genética, homem é alvo de suspeitas quanto à sua paternidade


Um casal de negros contou ao jornal Daily Mail o quão surpreso ficou com o nascimento de Daniel, um menino branco e loiro. O pai, Francis Tsibangu, admitiu: “meu primeiro pensamento foi: será que ele é mesmo meu?”. Ele e Arlette já eram pais de Seth, 2 anos, um garoto que, assim como eles, reflete as características da ascendência africana.

A explicação para o caso está na genética, pois houve uma ligeira mutação, o que não significa que Daniel seja albino. Francis, que nasceu no Congo, explicou que até mesmo os médicos suspeitaram de sua paternidade. “Então olhei para Arlette e tive certeza de que o filho era meu. Estamos juntos há 3 anos e nunca houve problemas de infidelidade entre nós.

A certeza de que Daniel era mesmo seu filho veio quando Francis abaixou-se para beijar o menino. Nesse momento, ele pode perceber traços dele e da mulher na criança. “Ele tem o meu nariz e a boca da Arlette”, afirmou o homem ao jornal britânico.

A mãe disse que a reação na sala de cirurgia foi de silêncio, todos estavam chocados, inclusive ela. “Os olhares dos médicos e enfermeiras diziam tudo: todos se perguntavam como é que eu podia ter tido um bebê branco. No entanto, como qualquer mãe que acaba de dar à luz, a minha principal preocupação era se ele era saudável”, afirmou ela.

Francis afirmou que sabe sobre as suspeitas que irão acontecer em torno da família. “Eu sei que vai existir quem diga que minha mulher teve um caso, mas eu confio nela completamente e sei que isso não aconteceu. Mesmo se ela tivesse se envolvido com um homem branco, o bebê nasceria mestiço, com os cabelos pretos, por exemplo, e não lisos e loiros como os de Daniel.”

Apesar de toda a especulação, o casal afirma que a cor da pele do menino não é o mais importante. “O que vale é que temos um filho saudável e que é muito amado”, acrescentou Francis.

Fonte: Revista Crescer

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

DNA de Cemitério reescreve a história afro-americana

Dois  companheiros de Cristóvão Colombos foram os primeiros africanos a pôr o pé no Novo Mundo, indica estudo.

Da África para Hispaniola (Imagem: Preço T. Douglas /
 Universidade de Wisconsin-Madison)
Usando a análise do DNA de ossos humanos escavados de um cemitério em La Isabela, República Dominicana - a primeira cidade colonial nas Américas - um novo estudo acrescenta peso à teoria de que os africanos cruzaram o Atlântico pelo menos 150 anos antes do que se pensava anteriormente.

"Afro-americanos acreditavam que sua história começou quando o primeiro navio negreiro atracou no metade do século 17, mas nossos resultados sugerem que realmente começou muito antes, ao mesmo tempo que os europeus" fizeram a história do continente",  diz Hannes Schroeder do Centro de GeoGenetics da Universidade de Copenhague, na Dinamarca, que fez a análise.

La Isabela foi fundada em 1494 na segunda viagem de Colombo ao Novo Mundo. Dezessete navios trouxe 1.700 pessoas - incluindo agricultores, construtores e padres - na parte da ilha de Hispaniola, que hoje é a República Dominicana. Depois de dois anos mais de 300 tinham morrido de fome e doenças, e em 1498 a cidade foi abandonada.

No ano passado, um dos colaboradores de Schroeder, Douglas Price, da Universidade de Wisconsin-Madison, sugeriu que até sete dos 49 esqueletos exumados do cemitério do século 15 em La Isabela tinha pertencido aos africanos. O carbono e isótopos de estrôncio em seu esmalte do dente, que dão pistas sobre a dieta de um indivíduo, apontaram para possíveis origens Africana para os sete.

Ossos falantes

Para investigar se os africanos estavam de fato entre pessoas enterradas em La Isabela, Schroeder estudou um osso de coxa e um dente molar de cada um dos 10 esqueletos desenterrados, entre 1983 e 1991, incluindo os sete destinados como Africano pela análise do preço.

Depois de extrair DNA, Schroeder procurou por segmentos-chave do DNA mitocondrial, que diferem entre as pessoas de ascendência Africano e não-Africano, e descobriu que dois dos indivíduos transportavam segmentos de DNA que são mais frequentemente encontrados em africanos subsarianos. Schroeder conclui que dois dos tripulantes Colombo certamente vieram da África.

Tina Warinner do Instituto de Anatomia da Universidade de Zurique, na Suíça, diz que a aplicação dos rigorosos métodos de Schroeder significa que o resultado é pouco provável haja erro. Schroeder pretende analisar um novo conjunto de esqueletos de La Isabela que serão exumados no próximo ano.

Análises de DNA nunca irão revelar se os africanos que foram sepultados para descanso eterno na igreja de La Isabela eram escravos ou homens livres que se juntou a expedição de Colombo, por vontade própria, diz Schroeder. Mas, estudando o seu DNA nuclear, se espera descobrir exatamente onde na África sub-saariana suas famílias vieram. "Agora que seria muito legal", diz ele.

A equipe apresentou suas conclusões no Quarto Simpósio Internacional sobre Arqueologia Biomolecular em Copenhague, na Dinamarca, na semana passada.

newscientist.com