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sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Absurdo. Homem morde órgão genital de menores em Linhares e acaba preso

Homem morde órgão genital de menores em Linhares e acaba preso

Um homem de 35 anos foi preso em flagrante acusado de abusar sexualmente de duas irmãs, de cinco e sete anos. O fato aconteceu na tarde desta quarta-feira, no bairro Bebedouro, zona rural de Linhares.

Segundo a Polícia Militar, o acusado, identificado pelas iniciais R.G., de 35 anos, é vizinho das meninas. Há cerca de 15 dias, o suspeito teria acariciado a jovem de cinco anos e também mordido o órgão genital da criança. Na ocasião, a mãe da menina explicou que não tomou nenhuma providência.

Contudo, o caso voltou a se repetir na tarde de quarta-feira. Dessa vez, a vítima foi a criança de sete anos. Ela chegou em casa chorando muito e reclamando do vizinho. A mãe da menina perguntou o que tinha acontecido e o relato da filha foi estarrecedor. Ela contou que teve as pernas amarradas por R., que acariciou e mordeu o órgão genital da criança.

Revoltada, a mãe da menina ligou para a Polícia Militar, que imediatamente deu início a uma busca na região. Por volta das 16 horas, R. foi localizado por uma radiopatrulha e levado para o Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Linhares.

Segundo o delegado Fabrício Lucindo, titular da Delegacia de Crimes Contra a Vida (DCCV) de Linhares, R. Será autuado pelo crime de estupro de vulnerável. Já o suspeito negou todas as acusações.

Do Jornal A Gazeta (Versão Online)

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Inglaterra. Gangue vendia virgindade de meninas por R$ 400 mil a homens de negócios ricos.

Três mulheres e um homem presos durante uma operação secreta da Scotland Yard, a polícia metropolitana de Londres, admitiram ter tentado vender a virgindade de meninas menores de idade pelo equivalente a até R$ 400 mil a homens de negócios ricos.

Os acusados se declararam culpados
das acusações
A gangue foi descoberta em Londres por policiais que se passaram por clientes, depois de terem recebido uma denúncia de funcionários de um hotel de luxo. Os acusados haviam enviado uma carta escrita à mão ao dono do Jumeirah Carlton Hotel, na capital britânica, oferecendo jovens entre 14 e 20 anos de idade para relações sexuais.

Um policial entrou em contato com um dos integrantes da gangue e depois de um encontro em um hotel e da troca de dezenas de e-mails, ficou acertado que uma mulher levaria quatro ou cinco meninas a um hotel de Londres, duas delas de apenas 13 anos de idade. Os preços variavam entre R$ 130 mil e R$ 400 mil por cada uma das meninas.

No dia seguinte, duas mulheres da gangue chegaram ao hotel acompanhadas de seis jovens, duas delas menores de idade (14 e 17 anos).

Marohkh Jamali e Fatima Hagnegat foram presas no local e as vítimas levadas a um centro de proteção. As meninas contaram que viajaram do norte da Inglaterra a Londres achando que iriam ganhar "algum dinheiro" dançando para homens ricos em uma festa. Só depois que chegaram à capital britânica, elas souberam que os homens "poderiam pedir para fazer sexo com elas".

A investigação da polícia também levou à prisão do marido de Hagnegat, Rasoul Gholampour, e da dona do apartamento onde as vítimas ficaram hospedadas em Londres, que não pode ter seu nome divulgado por questões jurídicas. Todos os acusados se declararam culpados de conspirar para o tráfico de pessoas para exploração sexual.

"Este caso deixa claro que o tráfico (de pessoas) não é apenas um crime que envolve estrangeiros que são trazidos para a Grã-Bretanha. É algo que também acontece dentro do país", disse Richard Martin, chefe do Comando contra Crime Organizado e Exploração Humana da Polícia de Londres.

Os quatro envolvidos receberão suas setenças nesta terça-feira.

BBC Brasil

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Pais que batam em filhos podem ser punidos por nova lei


O governo deve transformar em lei um projeto que proíbe os pais de impor castigo físico aos filhos, como palmadas e beliscões.

O governo deve transformar em lei um projeto que proíbe os pais de impor castigo físico aos filhos, como palmadas e beliscões.
As opiniões variaram bastante. De maneira geral, os pais concordaram que dar uma surra em um filho é um grande erro. Mas, muitos admitiram que já aplicaram algumas palmadas no bumbum
Os meninos se jogam no chão brincando, são danados. A mãe tenta chamá-los em vão. Eles fogem, fogem ao controle.
“Eles fazem tanta coisa que tiram do sério de uma maneira que tem hora você acha que vai ficar louca. Violência gera violência. Se você bate, está ensinando a bater”, comenta a pediatra Adriana de Almeida Pelosini.
A forma de educar os filhos costuma dividir a opinião dos pais. “Um corretivo é necessário às vezes. A criança precisa ter metas”, pondera um pai.
“É difícil dar palmada na minha filha, não gosto de bater, sou contra”, diz a dona de casa Marinalva Alves dos Santos.
“Às vezes conversar é melhor. Mas você perde a paciência também de ficar conversando”, aponta a psicóloga Priscila Oliveira Gracetti.
Alguns pontos do Estatuto da Criança e do Adolescente, que completa 20 anos, estão sendo discutidos e dezenas de projetos de lei, apresentados. Um deles pretende proibir agressões físicas por parte dos pais ou responsáveis.
De acordo com o projeto de lei, as crianças e adolescentes têm o direito de serem educados e cuidados sem o uso de castigos corporais ou tratamento cruel ou degradante como forma de correção ou disciplina.
Para o psiquiatra Içami Tiba, especialista em adolescentes, antes de gastar dinheiro público fazendo leis para punir é preciso educar, conscientizar os pais.
“Primeiro ensina, depois cobra, exige que pratique o que aprendeu. Não fazendo, vem a punição. Nunca uma agressão. Hoje a criança é agredida. Amanhã ela será o agressor. É a mesma moeda”, destaca Içami Tiba.
Para a psiquiatra Vera Zimmermann, os pais precisam ter firmeza para ensinar aos filhos valores éticos e morais.
“A violência corporal sempre é maléfica para a saúde mental do ser humano. Nós não podemos esquecer que a omissão na transmissão de valores é igualmente maléfica ou até mais prejudicial ao desenvolvimento dessa mesma criança e adolescente”, aponta Vera Zimmermann.
A gerente de contas Débora Pilates prefere conversar. Se não funcionar, tira um brinquedo ou proíbe uma atividade que André gosta.
“Acho que dá para educar sem agressão, há várias maneiras. Acho que demorou para isso acontecer realmente. O pessoal tem passado da conta. Com o tempo tudo ficou mais moderno, principalmente a educação. Acho que tem se modernizar”, afirma Débora.
Depois que o presidente Lula assinar a lei, ela ainda segue para votação na Câmara e no Senado. Fica claro que o objetivo dessa lei é tentar impedir que crianças sejam espancadas, como aconteceu com a menina adotada pela procurada Vera Lúcia, no Rio de Janeiro.
G1