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quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Sucuri é flagrada tentando esmagar tartaruga; fotógrafo salvou o bicho

Sucuri tentando esmagar tartaruga é flagrada em savana na Venezuela
Fotógrafo francês captou cena e depois ajudou presa a escapar da morte.
Casco da tartaruga impediria esmagamento, mas animal poderia se afogar.

Uma sucuri gigante tentando esmagar uma tartaruga foi flagrada na Venezuela pelo fotógrafo francês Jean-Michel Labat, de 61 anos, que baixou a câmera e ajudou o animal menor a escapar da morte.

Labat visitava uma área de savanas chamada Los Llanos, na região central do país, quando se deparou com a batalha entre os répteis. Mesmo sendo "parente" -- os dois animais pertencem à classe dos répteis -- e muito maior que a presa, a cobra não perdoou o outro animal e se enrolou em volta dele dentro d'água.
Cobra não perdoa tartaruga e tenta esmagá-la (Foto: Jean-Michel Labat/Ardea/Caters News)


"Achei fascinante assistir à cena no começo, mas depois percebi que acabaria mal para a tartaruga e eu tinha que interferir. A sucuri estava tentando sufocar a presa, mas fracassou por causa do casco duro dela. Mesmo assim, ficou claro que a tartaruga se afogaria se eu não fizesse nada", disse.

As sucuris ou anacondas podem passar dos 6 metros de comprimento e pesar mais de 130 kg. Essas cobras não são venenosas, mas se escondem em águas rasas para surpreender as presas antes de matá-las por constrição ou afogamento.

No Brasil, existem três espécies de sucuri: a amarela, do Pantanal, a verde, encontrada nas áreas alagadas do Cerrado e da Amazônia, e a malhada, que só existe na Ilha de Marajó, no Pará. Há registros de sucuris com mais de dez metros, isso é mais do que o comprimento de um ônibus.

sexta-feira, 28 de setembro de 2012

Fotografia tirada no local de massacre mostraria 'fantasmas marchando'

Homem fotografa supostos fantasmas em local de massacre
Foto foi registrada em Bornéu, na Indonésia, e mostraria fantasmas em fila.
Em 'marcha da morte', 2.400 militares foram obrigados a caminhar 257 Km.


Ao refazer os passos de prisioneiros de guerra aliados durante a segunda guerra mundial, em um episódio que ficou conhecido como a marcha da morte de Sandakan em 1945, o major John Tulloch tirou uma foto do que seriam fantasmas de homens em fila, relembrando o episódio que aconteceu há quase sete décadas na região e Bornéu, na Indonésia .
Fotografia mostraria homens em fila, similar ao episódio ocorrido na guerra. (Foto: Reprodução)

 Na imagem, o reflexo do vidro parece formar a imagem de seres esqueléticos, curiosamente no mesmo lugar onde 2.400 militares australianos e ingleses foram obrigados por soldados japoneses a caminharem por 257 Km, enquanto muitos morriam pelo calor, exaustão ou eram degolados ou perfurados por baionetas japonesas. Apenas seis prisioneiros sobreviveram, apenas porque conseguiram fugir.

Contudo, de acordo com o jornal “Daily Mail”, a foto, tirada em 2010, pode ser apenas uma ilusão fotográfica causada por uma toalha estampada no painel do veículo, no momento em que a imagem foi feita. Junto com os militares, havia também 3.600 civis indonésios, que também foram forçados a marchar entre as regiões de Sandakan e Ranau.

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Indonésia. Macaco rouba câmera e faz autorretrato

Macaco rouba câmera de fotógrafo e faz um autorretrato 'sorridente'
Primata roubou equipamento de David Slater e, curioso, começou a clicar.
Caso ocorreu em parque nacional na ilha de Sulawesi, na Indonésia.

Macaco da ilha de Sulawesi roubou a câmera e fez seu próprio retrato (Foto: Macaco selvagem/David Slater/Caters News)

Um fotógrafo se surpreendeu com as imagens feitas por um macaco da espécie Macaca nigra, que roubou sua câmera e acabou fazendo um "sorridente" autorretrato em um pequeno parque nacional na ilha de Sulawesi, na Indonésia.

O macacão, que é ameaçado de extinção, adorou o equipamento e aproveitou para fazer um book fotográfico dele mesmo.

"Ele tirou centenas de fotos até que eu recuperasse a câmera. Mas a maioria estava sem foco. Obviamente ele ainda não desenvolveu a técnica. Esse tipo de macaco não é conhecido pela inteligência, ao contrário do chimpanzé. É apenas curioso", disse o fotógrafo ao jornal inglês "Telegraph".

David Slater contou que o primata começou a investigar o equipamento e se fascinou com seu reflexo na lente antes de começar a disparar cliques sem perceber, inclusive o curioso retrato acima.

A imagem está perfeitamente centralizada, apesar de fora do eixo - como é comum ocorrer inclusive entre humanos que tentam posar para a própria câmera. Alguns sites divulgaram a foto com o eixo corrigido, o que dá um ar ainda mais profissional ao primata.


Do G1, em São Paulo