Estudo realizado em Londres acompanhou participantes por cinco anos e concluiu que dormir demais ou de menos causa, a médio prazo, deterioração de funções cerebrais
Dormir demais ou de menos está associado a deterioração da cognição, revela estudo realizado em Londres com mais de 5400 pessoas, com idade entre 45 e 69 anos. Os cientistas descobriram que houve uma queda significativa das funções cerebrais nos participantes que tiveram, num período de cinco anos, diminuição da quantidade de horas dormidas por noite. Quem adquiriu o hábito de dormir muito mais de oito horas por noite também não apresentou bons resultados. Os testes utilizados incluíam medições de mémoria, vocabulário e raciocínio, além de exame das condições mentais, formatado para diagnosticar os primeiros sinais de demência.
- O principal resultado do nosso estudo é que mudanças adversas na duração do sono parecem estar associadas a uma função cognitiva mais pobre na meia idade - disse Jane Ferrie, do Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública do Colégio Médico da Universidade de Londres, que coordenou a pesquisa. Os resultados foram publicados na edição do último domingo do jornal "Sleep" e reportados pelo "Guardian".
Os participantes foram questionados sobre seus hábitos de sono entre 1997 e 1999, para estabelecer uma base de números e, depois, entre 2002 e 2004, tiveram os dados coletados novamente. Mulheres que dormiam por cerca de sete horas por noite e homens que tinham de seis a oito horas de sono por noite apresentaram os melhores resultados. Dormir muito menos que seis horas ou muito mais de oito são hábitos associados a baixos resultados.
Os pesquisadores avaliaram como os padrões de sono das pessoas tinham mudado. No momento da segunda entrevista, entre 2002 e 2004, 7,4% das mulheres e 8,6% dos homens disseram que aumentaram a quantidade de horas dormidas. Quando comparados com as pessoas cujos padrões não haviam mudado desde o primeiro questionário, os que passaram a dormir mais tiveram pontuação baixa em cinco de seis testes de funções cognitivas. Apenas a função da memória não foi alterada.
Em 25% das mulheres e 18% dos homens, a quantidade de sono diminuiu significativamente. Essas pessoas tiveram baixa pontuação em raciocínio, vocabulário e testes cognitivos globais. Os resultados integram um estudo ainda maior, que acompanha mais de 10 mil funcionários públicos britânicos para investigar como a saúde é afetada pelas condições sociais.
Uma boa qualidade de sono é importante para proporcionar bom desempenho e bem-estar, afirmam os pesquisadores. Padrões de sono ruins estão relacionados a deterioração numa variada gama de fatores de saúde mental e física. Dormir demais também está associado a mortes prematuras.
- Os efeitos de dormir demais, pouco ou mal em variados aspectos da saúde começaram a receber mais atenção - afirmou a coordenadora da pesquisa.
O Globo
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terça-feira, 3 de maio de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
Anestesia em crianças pode gerar problemas cognitivos
FDA vai analisar se aplicação de anestesia em crianças representa risco de desenvolvimento de problemas cognitivos
RIO - Um painel federal organizado pela Food and Drugs Administration (FDA), agência reguladora americana, se reunirá nesta quinta-feira para avaliar as indicações de que a aplicação de anestesia em crianças, usada em milhões de procedimentos cirúrgicos, pode, em alguns casos, levar a problemas cognitivos ou de aprendizado, informa reportagem publicada no jornal "New York Times". O encontro foi solicitado por pesquisadores, que perceberam possíveis efeitos em animais, que sugerem uma relação entre a exposição a anestesia e a morte de células cerebrais ou problemas de aprendizado.
O comitê vai avaliar a pesquisa, sugerir a realização de mais estudos e discutir se pais de crianças que estão sendo submetidas a cirurgias devem ser informados da possibilidade de riscos de problemas cognitivos e de comportamento.
"Nós não sabemos o que isso significa para as crianças neste momento. É exatamente porque este é um assunto tão crítico que precisamos ter mais informações", escreveu o diretor da divisão de produtos de anestesia e analgesia da FDA, Bob Rappaport, que publicou um artigo sobre a questão na edição de quarta-feira do "New England Journal of Medicine".
"Como nós comunicamos o que já sabemos até este ponto sem gerar preocupação indevida nos pais e nos médicos?", questionou. Os avanços médicos estão permitindo que as crianças mais frágeis sobrevivam ao nascimento prematuro, muitas vezes crítico o suficiente para exigir procedimentos cirúrgicos.
Estudos realizados em ratos e macacos mostraram que a exposição a anestesia numa idade muito jovem, que corresponde aproximadamente a menores de 4 anos em humanos, está associada à morte de células cerebrais. E um novo estudo, feito pelo Centro Nacional de Pesquisa Toxicológica da FDA, descobriu que a exposição de macacos de cinco dias de nascidos a 24 horas de anestesia resultou em fraca performance nos testes de memória, atenção e aprendizado.
"Isso nos faz perceber a quantidade de provas do conceito de que essas drogas podem causar distúrbios cognitivos em animais jovens", escreveu Rappaport.
Por causa da dificuldade de se fazer a análise clínica controlada em crianças, pesquisadores analisaram mais se crianças com e sem problemas de aprendizado receberam anestesia quando eram mais jovens. Esse método tem problemas porque pode não contabilizar outras experiências pelas quais elas passaram ou mostrar se as deficiências são coincidência.
Resultados de vários destes estudos sugerem riscos de desenvolvimento e comportamentais em crianças expostas a anestesia, especialmente aquelas que receberam mais de uma.
- Você não precisa ser um cientista para dizer: "Se aconteceu em macacos, então há uma grande possibilidade de que algo deste tipo ocorra com humanos - disse Randall Flick, professor associado de anestesiologia e pediatria da Clínica Mayo, e que fez algumas das pesquisas envolvendo crianças e está no painel da FDA.
No entanto, Flick diz que, sem evidências definitivas, a questão é extremamente complicada porque a maioria das crianças que recebem anestesia precisam passar por procedimentos cirúrgicos.
- O que sabemos é que não dar anestesia e medicação apropriada para controlar a dor de uma criança durante a cirurgia tem, a longo prazo, efeitos adversos físicos e emocionais - disse outro membro do comitê, Jayant Deshpande, um pediatra e anestesiologista que é vice-presidente sênior do Hospital Infantil de Arkansas. - Então, se uma criança precisa passar por uma cirurgia, vamos usar a melhor informação de que dispomos para usar os anestésicos.
Para estimular a pesquisa, a FDA formou uma parceria público-privada com a Sociedade Internacional de Pesquisa Anestésica. Rappaport disse que uma das questões é se os possíveis efeitos variam de acordo com o tipo de anestésico (a maioria dos estudos envolveu até agora a quetamina, um anestésico comum), a dose, a idade e o tempo de exposição. Outras dúvidas são os tipos de efeitos cognitivos. Dr. Flick, por exemplo, está estudando se a exposição anestésica aparece relacionada ao autismo ou ao transtorno de déficit de atenção.
Dr. Nancy Glass, pediatra anestesiologista do Hospital Infantil do Texas e presidente-eleita da Sociedade para Anestesia Pediátrica, quer respostas práticas, como "se nós sabemos que um determinado bebê precisa passar por duas cirurgias pequenas e duas anestesias são piores do que uma, então nos programaríamos para fazer tudo no mesmo dia".
- Estamos todos preocupados, mas nós não acreditamos que há um dado ainda que nos diga que devemos mudar nossa técnica ou que devemos assustar os pais sobre nos permitir anestesiar seus filhos para cirurgias necessárias.
10/03 O Globo
RIO - Um painel federal organizado pela Food and Drugs Administration (FDA), agência reguladora americana, se reunirá nesta quinta-feira para avaliar as indicações de que a aplicação de anestesia em crianças, usada em milhões de procedimentos cirúrgicos, pode, em alguns casos, levar a problemas cognitivos ou de aprendizado, informa reportagem publicada no jornal "New York Times". O encontro foi solicitado por pesquisadores, que perceberam possíveis efeitos em animais, que sugerem uma relação entre a exposição a anestesia e a morte de células cerebrais ou problemas de aprendizado.
O comitê vai avaliar a pesquisa, sugerir a realização de mais estudos e discutir se pais de crianças que estão sendo submetidas a cirurgias devem ser informados da possibilidade de riscos de problemas cognitivos e de comportamento.
"Nós não sabemos o que isso significa para as crianças neste momento. É exatamente porque este é um assunto tão crítico que precisamos ter mais informações", escreveu o diretor da divisão de produtos de anestesia e analgesia da FDA, Bob Rappaport, que publicou um artigo sobre a questão na edição de quarta-feira do "New England Journal of Medicine".
"Como nós comunicamos o que já sabemos até este ponto sem gerar preocupação indevida nos pais e nos médicos?", questionou. Os avanços médicos estão permitindo que as crianças mais frágeis sobrevivam ao nascimento prematuro, muitas vezes crítico o suficiente para exigir procedimentos cirúrgicos.
Estudos realizados em ratos e macacos mostraram que a exposição a anestesia numa idade muito jovem, que corresponde aproximadamente a menores de 4 anos em humanos, está associada à morte de células cerebrais. E um novo estudo, feito pelo Centro Nacional de Pesquisa Toxicológica da FDA, descobriu que a exposição de macacos de cinco dias de nascidos a 24 horas de anestesia resultou em fraca performance nos testes de memória, atenção e aprendizado.
"Isso nos faz perceber a quantidade de provas do conceito de que essas drogas podem causar distúrbios cognitivos em animais jovens", escreveu Rappaport.
Por causa da dificuldade de se fazer a análise clínica controlada em crianças, pesquisadores analisaram mais se crianças com e sem problemas de aprendizado receberam anestesia quando eram mais jovens. Esse método tem problemas porque pode não contabilizar outras experiências pelas quais elas passaram ou mostrar se as deficiências são coincidência.
Resultados de vários destes estudos sugerem riscos de desenvolvimento e comportamentais em crianças expostas a anestesia, especialmente aquelas que receberam mais de uma.
- Você não precisa ser um cientista para dizer: "Se aconteceu em macacos, então há uma grande possibilidade de que algo deste tipo ocorra com humanos - disse Randall Flick, professor associado de anestesiologia e pediatria da Clínica Mayo, e que fez algumas das pesquisas envolvendo crianças e está no painel da FDA.
No entanto, Flick diz que, sem evidências definitivas, a questão é extremamente complicada porque a maioria das crianças que recebem anestesia precisam passar por procedimentos cirúrgicos.
- O que sabemos é que não dar anestesia e medicação apropriada para controlar a dor de uma criança durante a cirurgia tem, a longo prazo, efeitos adversos físicos e emocionais - disse outro membro do comitê, Jayant Deshpande, um pediatra e anestesiologista que é vice-presidente sênior do Hospital Infantil de Arkansas. - Então, se uma criança precisa passar por uma cirurgia, vamos usar a melhor informação de que dispomos para usar os anestésicos.
Para estimular a pesquisa, a FDA formou uma parceria público-privada com a Sociedade Internacional de Pesquisa Anestésica. Rappaport disse que uma das questões é se os possíveis efeitos variam de acordo com o tipo de anestésico (a maioria dos estudos envolveu até agora a quetamina, um anestésico comum), a dose, a idade e o tempo de exposição. Outras dúvidas são os tipos de efeitos cognitivos. Dr. Flick, por exemplo, está estudando se a exposição anestésica aparece relacionada ao autismo ou ao transtorno de déficit de atenção.
Dr. Nancy Glass, pediatra anestesiologista do Hospital Infantil do Texas e presidente-eleita da Sociedade para Anestesia Pediátrica, quer respostas práticas, como "se nós sabemos que um determinado bebê precisa passar por duas cirurgias pequenas e duas anestesias são piores do que uma, então nos programaríamos para fazer tudo no mesmo dia".
- Estamos todos preocupados, mas nós não acreditamos que há um dado ainda que nos diga que devemos mudar nossa técnica ou que devemos assustar os pais sobre nos permitir anestesiar seus filhos para cirurgias necessárias.
10/03 O Globo
quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
Estudo mostra evidência que os humanos podem ter alguma capacidade de prever o futuro.
Um novo estudo científico mostra que os humanos podem ter alguma capacidade de prever o futuro. Em particular, "os participantes identificaram corretamente a posição futura de fotos eróticas."
É desde há muito considerado como pseudo-ciência ou sabedoria simples, mas premonição - ou seja, a capacidade de não apenas prever, mas para realmente perceber o futuro - está recebendo um tratamento justo em alguns círculos científicos recentemente. A pesquisa intitulada Sentindo o futuro, do professor de Cornell Daryl Bem, mostra alguns resultados estatisticamente significativos provenientes de uma série de experimentos testando empiricamente os poderes de premonição e precognição da mente humana . Se seus resultados forem replicados em outros lugares, poderá alterar a forma como os pesquisadores olham para o cérebro, a sua percepção de tempo, e exatamente o que são as suas limitações.
Isso não quer dizer que os videntes "comerciais" podem realmente ler a palma da mão, ou que se pode ver o futuro, simplesmente se concentrando muito sobre isso. Mas a ciência do do professor de Cornell Daryl Bem, empírica, direta sugere que o cérebro possui uma certa capacidade de perceber o que está por vir. A ciência é sólida o suficiente para que o trabalho de Bem encontrasse um lugar de prestigioso Journal of Personality and Social Psychology, que vai publicar a obra em breve. Ele também recebeu um estridente elogio no Psychology Today.
Sempre considerada uma pseudo-ciência ou uma sabedoria simples, a precognição – ou seja, a capacidade de não apenas prever, mas realmente perceber o futuro – está começando a receber um tratamento científico justo. A nova pesquisa mostra alguns resultados estatisticamente significativos, provenientes de uma série de experimentos que testam os poderes da mente humana de premonição e precognição.
Bem investigou sobre o que ele chama de psi - que significa "processos anômalos de informações ou de transferência de energia que não são explicados em termos de conhecidos mecanismos físicos ou biológicos" - tenta explorar e explicar a precognição (percepção consciente de um evento futuro) e premonição (apreensão afetiva de um evento futuro). Para fazer isso, ele fez nove experimentos conduzidos em mais de 1.000 estudantes de Cornell.
A metodologia usada é consistente: ele usou uma resposta psicológica estabelecida para um determinado estímulo, e em seguida a “girou”, para que o estímulo viesse depois da resposta, assim ele poderia conferir se a resposta ainda seria a mesma. O resultado não foi esmagador, mas eles foram estatisticamente significativas.
Por exemplo, em um experimento com 100 pessoas, metade homens, metade mulheres, o pesquisador usou um sistema informatizado, que rodava um jogo no qual duas cortinas eram exibidas na tela e os participantes tinham que escolher qual delas tinha uma foto por trás. Algumas dessas fotos tinham conteúdo neutro, e outras foram escolhidas aleatoriamente pelo computador a partir de um banco de dados de fotos eróticas e semi-eróticas.(hey, parece que a ciência não tão chata depois disso).
O resultado: Nos casos em que uma foto erótica estava à espreita por detrás da cortina, os participantes foram capazes de identificar exatamente o que estava por trás da cortina com 53,4 por cento de precisão - não é um aumento enorme de estatística, mas significativamente melhor do que a taxa de precisão de 50 por cento que poderia ser esperado pela estatística. As taxas de acerto não eram tão altas para não estimular as imagens, que caiu mais ou menos em linha com chance estatística primas. Isto sugere que os sujeitos poderiam de algum modo sentir os estímulos eróticos que os aguardava antes de acontecer.
Em outro experimento, o pesquisador reverteu o efeito de “mandar ao cérebro” uma imagem subliminar antes dos participantes identificarem uma foto como positiva ou negativa – o que faz eles entenderem a imagem mais rápido. O cientista descobriu que, se as mensagens subliminares fossem enviadas após, e não antes a imagem ser mostrada, os participantes ainda eram capazes de categorizar as imagens mais rapidamente, como se o cérebro soubesse que a sugestão subliminar viria, mesmo que não tivesse acontecido ainda.
Nós não vamos declarar a Terra abalada ainda, mas outros pesquisadores cognitivos estão tomando conhecimento do trabalho de Bem. O trabalho recente tem recebido pedidos de autorização para réplica, para que outros cientistas possam re-testar os experimentos e ver se os resultados batem. Se o fizerem, vamos ter de repensar a forma como percebemos nossa própria cognição. Mas você já sabia que eu ia dizer que, não é?
Sites relacionados:
http://dbem.ws/FeelingFuture.pdf
www.hplusmagazine.com
Premonição na Wikipédia, a enciclopédia livre.
Premonição - Pressentimento - Intuição - Vidência
É desde há muito considerado como pseudo-ciência ou sabedoria simples, mas premonição - ou seja, a capacidade de não apenas prever, mas para realmente perceber o futuro - está recebendo um tratamento justo em alguns círculos científicos recentemente. A pesquisa intitulada Sentindo o futuro, do professor de Cornell Daryl Bem, mostra alguns resultados estatisticamente significativos provenientes de uma série de experimentos testando empiricamente os poderes de premonição e precognição da mente humana . Se seus resultados forem replicados em outros lugares, poderá alterar a forma como os pesquisadores olham para o cérebro, a sua percepção de tempo, e exatamente o que são as suas limitações.
Isso não quer dizer que os videntes "comerciais" podem realmente ler a palma da mão, ou que se pode ver o futuro, simplesmente se concentrando muito sobre isso. Mas a ciência do do professor de Cornell Daryl Bem, empírica, direta sugere que o cérebro possui uma certa capacidade de perceber o que está por vir. A ciência é sólida o suficiente para que o trabalho de Bem encontrasse um lugar de prestigioso Journal of Personality and Social Psychology, que vai publicar a obra em breve. Ele também recebeu um estridente elogio no Psychology Today.
Sempre considerada uma pseudo-ciência ou uma sabedoria simples, a precognição – ou seja, a capacidade de não apenas prever, mas realmente perceber o futuro – está começando a receber um tratamento científico justo. A nova pesquisa mostra alguns resultados estatisticamente significativos, provenientes de uma série de experimentos que testam os poderes da mente humana de premonição e precognição.
Bem investigou sobre o que ele chama de psi - que significa "processos anômalos de informações ou de transferência de energia que não são explicados em termos de conhecidos mecanismos físicos ou biológicos" - tenta explorar e explicar a precognição (percepção consciente de um evento futuro) e premonição (apreensão afetiva de um evento futuro). Para fazer isso, ele fez nove experimentos conduzidos em mais de 1.000 estudantes de Cornell.
A metodologia usada é consistente: ele usou uma resposta psicológica estabelecida para um determinado estímulo, e em seguida a “girou”, para que o estímulo viesse depois da resposta, assim ele poderia conferir se a resposta ainda seria a mesma. O resultado não foi esmagador, mas eles foram estatisticamente significativas.
Por exemplo, em um experimento com 100 pessoas, metade homens, metade mulheres, o pesquisador usou um sistema informatizado, que rodava um jogo no qual duas cortinas eram exibidas na tela e os participantes tinham que escolher qual delas tinha uma foto por trás. Algumas dessas fotos tinham conteúdo neutro, e outras foram escolhidas aleatoriamente pelo computador a partir de um banco de dados de fotos eróticas e semi-eróticas.(hey, parece que a ciência não tão chata depois disso).
O resultado: Nos casos em que uma foto erótica estava à espreita por detrás da cortina, os participantes foram capazes de identificar exatamente o que estava por trás da cortina com 53,4 por cento de precisão - não é um aumento enorme de estatística, mas significativamente melhor do que a taxa de precisão de 50 por cento que poderia ser esperado pela estatística. As taxas de acerto não eram tão altas para não estimular as imagens, que caiu mais ou menos em linha com chance estatística primas. Isto sugere que os sujeitos poderiam de algum modo sentir os estímulos eróticos que os aguardava antes de acontecer.
Em outro experimento, o pesquisador reverteu o efeito de “mandar ao cérebro” uma imagem subliminar antes dos participantes identificarem uma foto como positiva ou negativa – o que faz eles entenderem a imagem mais rápido. O cientista descobriu que, se as mensagens subliminares fossem enviadas após, e não antes a imagem ser mostrada, os participantes ainda eram capazes de categorizar as imagens mais rapidamente, como se o cérebro soubesse que a sugestão subliminar viria, mesmo que não tivesse acontecido ainda.
Nós não vamos declarar a Terra abalada ainda, mas outros pesquisadores cognitivos estão tomando conhecimento do trabalho de Bem. O trabalho recente tem recebido pedidos de autorização para réplica, para que outros cientistas possam re-testar os experimentos e ver se os resultados batem. Se o fizerem, vamos ter de repensar a forma como percebemos nossa própria cognição. Mas você já sabia que eu ia dizer que, não é?
Sites relacionados:
http://dbem.ws/FeelingFuture.pdf
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quarta-feira, 29 de setembro de 2010
Música pode melhorar a capacidade do cérebro e tratar uma variedade de condições neurológicas
Simpósio analisa os benefícios terapêuticos do ritmo musical
A música pode mudar as funções cerebrais e tratar uma variedade de condições neurológicas, incluindo transtorno de déficit de atenção e depressão, Foi o que sugeriram cientistas e etnomusicólogos (antropólogos da música) reunidos no Centro de Stanford de Pesquisa Computacional em Música e Acústica. O grupo diversificado reuniu-se para o dia de simpósio "Ondas cereberais acionando a estímulos externos Rítmicos: Investigação Interdisciplinar e Perspectivas Clínicas", para compartilharem idéias que ultrapassam os limites de nossa compreensão da experiência humana musical.
Músicos e místicos têm reconhecido por muito tempo o poder da música rítmica. Ritual percussão rítmica e oração são encontrados nas culturas de todo o mundo e são usadas em cerimônias religiosas para induzir estados de transe. Mas desde que o movimento de contracultura dos anos 1960, cientistas têm se esquivado de investigar as implicações quase mística do ritmo musical, disse o organizador do simpósio, Gabe Turow, professor visitante no Departamento de Música.
O recente interesse na pesquisa da meditação, sono e hipnose tem estimulado os cientistas a dar uma olhada na música. Um pequeno, mas crescente corpo de evidências científicas sugere que música e outros estímulos rítmicos podem alterar estados mentais de modo previsível e até mesmo curar cérebros danificados.
"Eu acho que nós começamos a usar as palavras certas para falar sobre essas experiências, as palavras que mantêm todos confortáveis", diz Turow.
Dispositivos chamados eletroencefalogramas (EEG) medem os impulsos elétricos no cérebro. Embora as medições de EEG não pode claramente discernir padrões espaciais, eles medem as freqüências dominantes de atividade cerebral que estão associados a estados de consciência, incluindo ansiedade, concentração e sono.
"Há um crescente grupo de neurocientistas que apóiam a teoria de que se há uma correlação física da experiência consciente acontecendo na ondas cerebrais. Parece ser a única coisa na sua cabeça que muda com rapidez suficiente para explicar em tempo real mudanças na consciência ", Turow disse.
Música com uma batida forte estimula o cérebro e, finalmente, faz com que as ondas cerebrais para ressoam no tempo com o ritmo, a investigação tem demonstrado. Batimentos lentos incentivam as ondas cerebrais lentas que são associadas com os estados hipnóticos ou de meditação. Batidas mais fortes podem encorajar um pensamento mais alerta e concentrado.
Estudos de ritmos e do cérebro mostraram que a combinação de luz rítmica e estimulação sonora tem o maior efeito sobre a freqüência cerebral, embora o som só pode alterar a atividade cerebral. Isso ajuda a explicar o significado do som rítmico em cerimônias religiosas.
"Não se pode esquecer o quão fundamental é o ritmo em tantas coisas e o tanto da importância do ritmo musical", disse Patrick Suppes participante do simpósio, a Lucie Stern, professora de Filosofia, Professora Emérita da Universidade de Stanford, que estuda as ondas cerebrais e cognição de linguagem.
Harold Russell, um psicólogo clínico e professor adjunto de pesquisa do Departamento de Gerontologia e Promoção da Saúde da Universidade do Texas Medical Branch em Galveston, usou a luz rítmica e estimulação sonora para o tratamento de DDA (distúrbio do déficit de atenção) em meninos do ensino fundamental e médio. Seus estudos descobriram que os estímulos rítmicos aceleram as ondas cerebrais em indivíduos aumentando a concentração de forma semelhante aos medicamentos adicionados como Ritalina e Adderall. Após uma série de sessões de tratamento de 20 minutos administrada ao longo de vários meses, as crianças tiveram um ganho duradouro de concentração e de desempenhos em testes de QI e tiveram uma notável redução em problemas comportamentais em comparação ao grupo controle, disse Russell.
"Para a maioria de nós, o cérebro é bloqueado em um determinado nível de funcionamento", disse o psicólogo. "Se em última análise, acelerar ou retardar a atividade das ondas cerebrais, então se torna muito mais fácil para o cérebro para mudar sua velocidade conforme necessário."
Russell, cujo estudo foi financiado pelo Departamento de Educação dos EUA e incluiu 40 sujeitos experimentais, espera ganha a aprovação do Food and Drug Administration para usar o dispositivo de acionamento das ondas cerebrais para o tratamento de DDA. O dispositivo usa um EEG para ler as ondas cerebrais e, em seguida, apresenta luz rítmica e estímulos sonoros através de óculos especiais e fones de ouvido com uma freqüência um pouco maior do que o ritmo natural do cérebro.
Thomas Budzynski, professor afiliado da psicologia na Universidade de Washington, conduziu experimentos similares com um pequeno grupo de estudantes universitários fracassados na Universidade Western Washington. Ele descobriu que a luz rítmica e terapia de som ajudou os alunos a alcançar uma melhoria significativa em suas notas.
Budzynski também descobriu que a terapia rítmica poderia melhorar o funcionamento cognitivo em alguns idosos, por aumentar o fluxo sanguíneo no cérebro. "O cérebro tende a propulsar ritmicamente a novos estímulos", explicou Budzynski. "Quando um estímulo romance é aplicado ao cérebro, o cérebro acende-se e aumenta o fluxo sangüíneo cerebral." Para manter o fluxo de sangue elevada, Budzynski usou uma alternância aleatória de luzes rítmicas e sons para estimular o cérebro de pessoas idosas. O resultado: muitos dos idosos melhoraram desempenho em uma série de testes cognitivos.
A prova anedótica sugere que este aumento do fluxo sanguíneo também pode ajudar as vítimas de danos cerebrais a recuperar a função cognitiva. Russell utilizou execução de Ondas cerebrais para ajudar a sua esposa se recuperar de um grave acidente vascular cerebral. "Um dia ela me disse que o nevoeiro foi-se embora", disse ele.
Os neurocientistas alertam que ainda há muito a aprender. "Enquanto estas coisas são intrigantes, mas não temos trabalhado as vias da percepção no cérebro para o processamento auditivo, assim como temos para a percepção visual e sensorial", disse David Spiegel, o Jack, Samuel e Lulu Willson do Curso de Medicina da Universidade de Stanford . "Descobrir este arrastamento é complicada pelo fato de que nós precisamos aprender mais, em geral, sobre como o cérebro processa estímulos auditivos."
A maioria das músicas combina muitas freqüências diferentes que causam um conjunto complexo de reações no cérebro, mas os pesquisadores dizem que partes específicas de música pode melhorar a concentração ou promover o relaxamento. "Se nós podemos conseguir alguma evidência confiável de neurocientistas que trabalham a musicoterapia, a música é mais barato e quase qualquer um pode ter acesso a ela", disse Russell.
Brainwave disse que a execução da pesquisa ainda está em seu nascedouro, mas os defensores esperam que se poderá revelar uma forma barata, segura e eficaz para tratar uma variedade de distúrbios neurológicos como depressão, DDA e até mesmo de valor inestimável na reparação de danos cerebrais.
"Nós podemos estar sentados sobre uma das mais amplas e disponíveis e de baixo custo modalidades terapêuticas que já existiu", Turow disse. "Sistematicamente, este poderia ser como tomar um comprimido. Ouvir música parece ser capaz de mudar o funcionamento do cérebro da mesma forma como medicamentos, em muitas circunstâncias."
Jonathan Berger, chefe do Departamento de Música de Stanford, disse que estava emocionado com o fluxo livre de idéias no simpósio. "Não houve nenhuma questão até ao final do dia em que este simpósio tomou uma característica regular em Stanford", disse ele. "Estou bastante confiante de que isso levará a um laboratório de pesquisa novo aqui." Berger também planeja produzir um livro com base em pesquisa apresentada no simpósio.
Fonte: www.stanford.edu
POR EMILY SAARMAN
A música pode mudar as funções cerebrais e tratar uma variedade de condições neurológicas, incluindo transtorno de déficit de atenção e depressão, Foi o que sugeriram cientistas e etnomusicólogos (antropólogos da música) reunidos no Centro de Stanford de Pesquisa Computacional em Música e Acústica. O grupo diversificado reuniu-se para o dia de simpósio "Ondas cereberais acionando a estímulos externos Rítmicos: Investigação Interdisciplinar e Perspectivas Clínicas", para compartilharem idéias que ultrapassam os limites de nossa compreensão da experiência humana musical.
Músicos e místicos têm reconhecido por muito tempo o poder da música rítmica. Ritual percussão rítmica e oração são encontrados nas culturas de todo o mundo e são usadas em cerimônias religiosas para induzir estados de transe. Mas desde que o movimento de contracultura dos anos 1960, cientistas têm se esquivado de investigar as implicações quase mística do ritmo musical, disse o organizador do simpósio, Gabe Turow, professor visitante no Departamento de Música.
O recente interesse na pesquisa da meditação, sono e hipnose tem estimulado os cientistas a dar uma olhada na música. Um pequeno, mas crescente corpo de evidências científicas sugere que música e outros estímulos rítmicos podem alterar estados mentais de modo previsível e até mesmo curar cérebros danificados.
"Eu acho que nós começamos a usar as palavras certas para falar sobre essas experiências, as palavras que mantêm todos confortáveis", diz Turow.
Dispositivos chamados eletroencefalogramas (EEG) medem os impulsos elétricos no cérebro. Embora as medições de EEG não pode claramente discernir padrões espaciais, eles medem as freqüências dominantes de atividade cerebral que estão associados a estados de consciência, incluindo ansiedade, concentração e sono.
"Há um crescente grupo de neurocientistas que apóiam a teoria de que se há uma correlação física da experiência consciente acontecendo na ondas cerebrais. Parece ser a única coisa na sua cabeça que muda com rapidez suficiente para explicar em tempo real mudanças na consciência ", Turow disse.
Música com uma batida forte estimula o cérebro e, finalmente, faz com que as ondas cerebrais para ressoam no tempo com o ritmo, a investigação tem demonstrado. Batimentos lentos incentivam as ondas cerebrais lentas que são associadas com os estados hipnóticos ou de meditação. Batidas mais fortes podem encorajar um pensamento mais alerta e concentrado.
Estudos de ritmos e do cérebro mostraram que a combinação de luz rítmica e estimulação sonora tem o maior efeito sobre a freqüência cerebral, embora o som só pode alterar a atividade cerebral. Isso ajuda a explicar o significado do som rítmico em cerimônias religiosas.
"Não se pode esquecer o quão fundamental é o ritmo em tantas coisas e o tanto da importância do ritmo musical", disse Patrick Suppes participante do simpósio, a Lucie Stern, professora de Filosofia, Professora Emérita da Universidade de Stanford, que estuda as ondas cerebrais e cognição de linguagem.
| Rod Stewart & Amy Belle-I Dont Want To Talk About It |
Russell, cujo estudo foi financiado pelo Departamento de Educação dos EUA e incluiu 40 sujeitos experimentais, espera ganha a aprovação do Food and Drug Administration para usar o dispositivo de acionamento das ondas cerebrais para o tratamento de DDA. O dispositivo usa um EEG para ler as ondas cerebrais e, em seguida, apresenta luz rítmica e estímulos sonoros através de óculos especiais e fones de ouvido com uma freqüência um pouco maior do que o ritmo natural do cérebro.
Thomas Budzynski, professor afiliado da psicologia na Universidade de Washington, conduziu experimentos similares com um pequeno grupo de estudantes universitários fracassados na Universidade Western Washington. Ele descobriu que a luz rítmica e terapia de som ajudou os alunos a alcançar uma melhoria significativa em suas notas.
Budzynski também descobriu que a terapia rítmica poderia melhorar o funcionamento cognitivo em alguns idosos, por aumentar o fluxo sanguíneo no cérebro. "O cérebro tende a propulsar ritmicamente a novos estímulos", explicou Budzynski. "Quando um estímulo romance é aplicado ao cérebro, o cérebro acende-se e aumenta o fluxo sangüíneo cerebral." Para manter o fluxo de sangue elevada, Budzynski usou uma alternância aleatória de luzes rítmicas e sons para estimular o cérebro de pessoas idosas. O resultado: muitos dos idosos melhoraram desempenho em uma série de testes cognitivos.
A prova anedótica sugere que este aumento do fluxo sanguíneo também pode ajudar as vítimas de danos cerebrais a recuperar a função cognitiva. Russell utilizou execução de Ondas cerebrais para ajudar a sua esposa se recuperar de um grave acidente vascular cerebral. "Um dia ela me disse que o nevoeiro foi-se embora", disse ele.
Os neurocientistas alertam que ainda há muito a aprender. "Enquanto estas coisas são intrigantes, mas não temos trabalhado as vias da percepção no cérebro para o processamento auditivo, assim como temos para a percepção visual e sensorial", disse David Spiegel, o Jack, Samuel e Lulu Willson do Curso de Medicina da Universidade de Stanford . "Descobrir este arrastamento é complicada pelo fato de que nós precisamos aprender mais, em geral, sobre como o cérebro processa estímulos auditivos."
A maioria das músicas combina muitas freqüências diferentes que causam um conjunto complexo de reações no cérebro, mas os pesquisadores dizem que partes específicas de música pode melhorar a concentração ou promover o relaxamento. "Se nós podemos conseguir alguma evidência confiável de neurocientistas que trabalham a musicoterapia, a música é mais barato e quase qualquer um pode ter acesso a ela", disse Russell.
Brainwave disse que a execução da pesquisa ainda está em seu nascedouro, mas os defensores esperam que se poderá revelar uma forma barata, segura e eficaz para tratar uma variedade de distúrbios neurológicos como depressão, DDA e até mesmo de valor inestimável na reparação de danos cerebrais.
"Nós podemos estar sentados sobre uma das mais amplas e disponíveis e de baixo custo modalidades terapêuticas que já existiu", Turow disse. "Sistematicamente, este poderia ser como tomar um comprimido. Ouvir música parece ser capaz de mudar o funcionamento do cérebro da mesma forma como medicamentos, em muitas circunstâncias."
Jonathan Berger, chefe do Departamento de Música de Stanford, disse que estava emocionado com o fluxo livre de idéias no simpósio. "Não houve nenhuma questão até ao final do dia em que este simpósio tomou uma característica regular em Stanford", disse ele. "Estou bastante confiante de que isso levará a um laboratório de pesquisa novo aqui." Berger também planeja produzir um livro com base em pesquisa apresentada no simpósio.
Fonte: www.stanford.edu
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sábado, 18 de setembro de 2010
6 maneiras para aumentar a potência cerebral, sem drogas
Estudos têm demonstrado que o exercício pode melhorar as competências executivas do cérebro, o que inclui planejamento, organização e multitarefa. O que você come também pode influenciar a eficácia de como funciona seu cérebro .
Alguma vez você já se perguntou como algumas pessoas aprendem novas tarefas sem esforço, enquanto outros levam mais tempo? Existem coisas que você pode fazer para ajudá-lo a pensar mais claramente.
Comer alimentos saudáveis é uma maneira de manter o cérebro funcionando em um nível ótimo. Outras atividades como afiar a memória vai demorar algum tempo e dedicação, mas essa meta é possível para todo mundo. Aqui estão mais dicas e truques para manter esse órgão mais vital em grande forma.
Comer tipos de frutas, legumes e gorduras ajudará ao cérebro
O cérebro requer uma boa alimentação, tal como o resto do corpo. A chave é identificar quais alimentos ajudam o cérebro e os que vão fazer você perder a sua mente. As gorduras saturadas são um exemplo de uma escolha pobre de alimento. Gorduras saturadas não são boas para o corpo e não são melhores para a mente. A pesquisa revelou que as pessoas que vivem em dietas ricas em gorduras saturadas estarão em maior risco de desenvolver demência.
Os ácidos graxos ômega-3 encontrado em nozes, sementes e peixes também têm benefícios a longo prazo para a mente. Olhar também para frutas e legumes com níveis elevados de antioxidantes, como blueberries, espinafre, brócolis e couve.
Exercício físico pode retardar doenças cerebrais degenerativas
Exercício é ótimo para o corpo eo cérebro. O exercício irá estimular a produção de novas células cerebrais, chamadas neurônios. Este processo é conhecido como neurogênese e uma das regiões mais ativas para isso é no hipocampo, a parte do cérebro que é de vital importância para a aprendizagem e a memória a longo prazo. Provas foi descoberta sugere que o exercício pode retardar o desenvolvimento de doenças degenerativas do cérebro.
Exercício da Mente
Um cérebro ocioso foi chamada a oficina do diabo e é sabido que o diabo neste caso, é a doença de Alzheimer. Sem atividades para manter o estímulo do cérebro, os processos de pensamento e funções cognitivas inevitavelmente declinarão.
Um estudo conduzido por pesquisadores da Albert Einstein College of Medicine, em Nova York descobriu que mentalmente idosos ativos reduziram seu risco de demência por setenta e cinco por cento, em comparação com aqueles que não usam seus cérebros regularmente.
Jogar sudoku, scrabble, xadrez ou preenchimento de palavras cruzadas pode fazer maravilhas para a saúde mental. Ela não tem um jogo para exercitar a mente, as tarefas diárias pode ser o exercício cerebral tão grande assim. Por exemplo, abandonar a calculadora e tente concluir a cálculos matemáticos em sua cabeça.
Habilidades Sociais e a mente
Lidar com pessoas pode ser uma tarefa desafiadora. Portanto, ele vai manter o cérebro afiado. Fortes relações sociais - seja em um grupo de igreja, clube social ou familiar - são importantes para manter o cérebro envolvida com diversão e surpresas. As possibilidades de emoção e aprendizado são ilimitadas quando se lida com os amigos e aqueles que partilham interesses similares em uma base diária.
Manter a mente saudável e afiada realizando algum trabalho voluntário, ou participar em actividades como provas de vinho e aulas de ioga. Também considerar a ficar um animal de companhia. Canina e felina amigos podem trazer muita felicidade e diminuir o stress.
Neurobics - Brain Unique Exercícios
Criado por Lawrence C. Katz, Ph.D., professor de neurobiologia na Duke University Medical Centre, técnicas neurobics incentivam as pessoas a usar os cinco sentidos de maneiras inesperadas para sacudir rotinas diárias.
Por exemplo, discar o telefone e escovar os dentes com a mão não-dominante pode estimular as subutilizadas vias neurais.
Tente abrir janelas e portas com os olhos fechados, ou ir ao trabalho usando uma rota alternativa. Todos esses métodos podem ser usados para aguçar a mente.
Não deixe o stress tomar a sua vida
Não é possível eliminar totalmente o stress, por isso a chave écontrolá-lo. O estresse crônico pode levar a níveis elevados de cortisol, um hormônio que é produzido pelas glândulas supra-renais em resposta a situações altamente estressantes. Demasiado cortisol pode prejudicar muito o cérebro.
É muito simples. Cuidar do corpo significa que o cérebro vai funcionar em um nível bem melhor no futuro.
Fontes:
Seis maneiras de ampliar a capacidade mental por Anthes Emily, Mind Revista Scientific American, fevereiro de 2009.
Atividades de Lazer e do risco de demência em idosos, Verghese Joe MD, Richard B. Lipton MD, MPH J. Katz Mindy O New England Journal of Medicine, 19 de junho de 2003.
AARP.org, Retirado 12 de junho de 2009.
Resumo:
Seis maneiras completamente factíveis para aumentar o seu poder de cérebro sem recorrer a produtos químicos .
Exercite-o. O exercício físico é a melhor coisa que você pode fazer para seu cérebro.
Alimente-o. Nossos cérebros são mais gordos e o cérebro precisa de gordura para o combustível. Mas alimente o seu cérebro com boas gorduras, como ômega-3, nozes e sementes.
Estimule-o. Para fazer isso você tem que aprender algo novo e difícil. A coisa mais fácil não ter seu disparo de neurônios.
Jogue com ele. O jogo é muito importante para a saúde do cérebro. A partir de jogos de vídeo, jogos de tabuleiro, cartas e navegar na net.
Serenize-o. A música pode melhorar o humor e melhorar o sono e regular a pressão arterial . Claro, certifique-se ouvir clássicos, jazz e outros sons suaves - e não [thrash metal, pelo menos não antes de dormir direito ou de uma reunião em que você precisa para manter sua mente aguçada.].
Medite. meditação estimula o funcionamento do cérebro , bem como o sistema imunológico.
Fonte: scientificamerican.com
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