Ferida, a criança foi levada ao hospital pela mãe e liberada logo depois
Uma bebê de dois anos e meio de idade foi arremessada por bandidos da janela do carro que haviam acabado de roubar no final da tarde de quarta-feira (23) em Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.
A mãe da criança, que estava junto à porta do veículo, conseguiu pegar a bebê, que sofreu arranhões pelo corpo e foi medicada em um hospital. A menina estava numa cadeirinha no banco da frente de um Gol dirigido por sua mãe, a manicure Paula Minot, 21. Ela foi rendida por dois homens quando saía do trabalho com o carro.
A manicure afirmou à polícia ter gritado para os ladrões que havia uma criança. Foi após o alerta, de acordo com o depoimento da mãe, que um dos ladrões atirou a criança pela janela do carro junto com a cadeirinha. Até o momento, nenhum suspeito foi preso.
Esse foi o segundo caso registrado pela polícia paranaense em pouco mais de 24 horas envolvendo a presença de uma criança dentro de um carro roubado. Na terça-feira (22), um ladrão rodou por cerca de 40 minutos com um bebê de três meses no banco de trás, em Curitiba.
Ele furtou o automóvel da mãe do menino, estacionado em frente de casa. Ao ser alertado por um taxista, o bandido parou o carro e deixou a criança em sua cadeirinha na calçada.
Folha
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Taxista fica nervoso e capota carro com bandido dentro
Criminoso pediu uma corrida e logo em seguida anunciou o assalto
Um taxista capotou com o carro durante um assalto, na tarde deste domingo (2), em Aribiri, Vila Velha. O bandido estava dentro do táxi quando atirou para fora do veículo. O jovem L., 21 anos, estava na praça do bairro quando o criminoso pediu a corrida. "Eu estava tomando sorvete dentro do carro quando o rapaz, bem vestido, bateu no vidro e perguntou se estava de serviço", contou a vítima.
O taxista contou que não desconfiou do passageiro. "Ele jogava dominó com alguns senhores, pensei que fosse conhecido da região", disse L. O passageiro entrou no banco traseiro e baixou os vidros das portas. Ele pediu uma viagem para o bairro Ilha dos Aires, no mesmo município. Depois de saírem da pracinha, o taxista parou em um semáforo. "Ao arrancar, o homem disse 'perdeu, perdeu' e atirou no asfalto. Fiquei assustado e perdi o controle do carro", lembrou o taxista.
O veículo subiu na calçada, na Rua Antônio Bezerra, e capotou. Populares contaram que viram o bandido saindo do carro e correndo com uma arma na mão. O taxista ficou preso no cinto de segurança, mas conseguiu se soltar e sair do táxi.
A vítima compareceu no Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha onde a ocorrência foi registrada.
Fonte: gazetaonline.globo.com
Um taxista capotou com o carro durante um assalto, na tarde deste domingo (2), em Aribiri, Vila Velha. O bandido estava dentro do táxi quando atirou para fora do veículo. O jovem L., 21 anos, estava na praça do bairro quando o criminoso pediu a corrida. "Eu estava tomando sorvete dentro do carro quando o rapaz, bem vestido, bateu no vidro e perguntou se estava de serviço", contou a vítima.
O taxista contou que não desconfiou do passageiro. "Ele jogava dominó com alguns senhores, pensei que fosse conhecido da região", disse L. O passageiro entrou no banco traseiro e baixou os vidros das portas. Ele pediu uma viagem para o bairro Ilha dos Aires, no mesmo município. Depois de saírem da pracinha, o taxista parou em um semáforo. "Ao arrancar, o homem disse 'perdeu, perdeu' e atirou no asfalto. Fiquei assustado e perdi o controle do carro", lembrou o taxista.
No momento da corrida, o taxista perdeu a direção do carro e capotou. Apesar do acidente, a vítima não ficou ferida. O bandido, que também não se feriu, acabou fugindo do local sem levar nada.
O veículo subiu na calçada, na Rua Antônio Bezerra, e capotou. Populares contaram que viram o bandido saindo do carro e correndo com uma arma na mão. O taxista ficou preso no cinto de segurança, mas conseguiu se soltar e sair do táxi.
A vítima compareceu no Departamento de Polícia Judiciária (DPJ) de Vila Velha onde a ocorrência foi registrada.
Fonte: gazetaonline.globo.com
domingo, 22 de agosto de 2010
PM apresenta homens que participaram de tiroteio em Hotel de São Conrado
Traficantes que invadiram hotel foram transferidos para o Complexo Penitenciário de Bangu
O menor de 16 anos que participou do crime foi transferido para Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente
Nove dos dez detidos que invadiram o Hotel Intercontinental, em São Conrado, foram transferidos na manhã deste domingo para o Complexo Penitenciário de Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro. Depois de passar a noite na delegacia da Gávea, os suspeitos fizeram exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal na manhã deste domingo. Eles serão indiciados por três crimes: porte ilegal de armas, cárcere privado e associação com o tráfico de drogas. O menor de 16 anos foi enccaminhado para Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).
De acordo com o jornal O Globo, o confronto entre policiais e traficantes pode ter sido desencadeado por uma operação secreta da Polícia Militar do Rio de Janeiro, não autorizada pela Secretaria de Segurança Pública. A informação, porém, foi negada pelos representantes da PM. As fontes ouvidas pelo jornal afirmaram que 12 policiais à paisana tentaram prender Antônio Bonfim Lopes, o Nem, chefe do tráfico da Rocinha. Ainda segundo a reportagem, Nem estaria em uma festa de aniversário, acompanhado por pelo menos 60 traficantes armados com fuzis, metralhadoras e pistolas.
O confronto começou às 8 horas. Segundo a versão da polícia, um bando de traficantes da Rocinha, que fica no bairro, voltava para a favela, depois de ter passado a noite no Vidigal, morro próximo, dominado pela mesma facção criminosa. Na Avenida Niemeyer, que liga Leblon a São Conrado, o grupo encontrou policiais do 23.º Batalhão de Polícia Militar (Leblon). Começou então o tiroteio de 40 minutos.
Na fuga, os bandidos invadiram o cinco-estrelas na frente da praia, que tinha 800 hóspedes. Eles fizeram 35 reféns na cozinha do hotel – entre eles cinco hóspedes estrangeiros. Foram quase duas horas de negociação com policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope). Dos dez bandidos, nove têm antecedentes criminais. No tiroteio, morreu Adriana Duarte de Oliveira dos Santos, de 41 anos, que, segundo a polícia, fazia parte do grupo de criminosos. Quatro policiais ficaram feridos.
Veja Vídeo
Fonte: VEJA
(Com Agência Estado)
O menor de 16 anos que participou do crime foi transferido para Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente
Nove dos dez detidos que invadiram o Hotel Intercontinental, em São Conrado, foram transferidos na manhã deste domingo para o Complexo Penitenciário de Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro. Depois de passar a noite na delegacia da Gávea, os suspeitos fizeram exame de corpo de delito no Instituto Médico Legal na manhã deste domingo. Eles serão indiciados por três crimes: porte ilegal de armas, cárcere privado e associação com o tráfico de drogas. O menor de 16 anos foi enccaminhado para Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA).
De acordo com o jornal O Globo, o confronto entre policiais e traficantes pode ter sido desencadeado por uma operação secreta da Polícia Militar do Rio de Janeiro, não autorizada pela Secretaria de Segurança Pública. A informação, porém, foi negada pelos representantes da PM. As fontes ouvidas pelo jornal afirmaram que 12 policiais à paisana tentaram prender Antônio Bonfim Lopes, o Nem, chefe do tráfico da Rocinha. Ainda segundo a reportagem, Nem estaria em uma festa de aniversário, acompanhado por pelo menos 60 traficantes armados com fuzis, metralhadoras e pistolas.
Polícia tática em frente ao hotel Intercontinental em São Conrado, Rio de Janeiro (Felipe Dana/AP)
O confronto começou às 8 horas. Segundo a versão da polícia, um bando de traficantes da Rocinha, que fica no bairro, voltava para a favela, depois de ter passado a noite no Vidigal, morro próximo, dominado pela mesma facção criminosa. Na Avenida Niemeyer, que liga Leblon a São Conrado, o grupo encontrou policiais do 23.º Batalhão de Polícia Militar (Leblon). Começou então o tiroteio de 40 minutos.
Na fuga, os bandidos invadiram o cinco-estrelas na frente da praia, que tinha 800 hóspedes. Eles fizeram 35 reféns na cozinha do hotel – entre eles cinco hóspedes estrangeiros. Foram quase duas horas de negociação com policiais do Batalhão de Operações Especiais (Bope). Dos dez bandidos, nove têm antecedentes criminais. No tiroteio, morreu Adriana Duarte de Oliveira dos Santos, de 41 anos, que, segundo a polícia, fazia parte do grupo de criminosos. Quatro policiais ficaram feridos.
Veja Vídeo
Fonte: VEJA
(Com Agência Estado)
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segunda-feira, 12 de abril de 2010
Bandidos invadem festa e um deles é assassinado
foto: Marcos Fernandez - NA

A polícia esteve na casa para recolher o corpo no quintal da casa, em Itaquari, local da festa
Nesta segunda-feira (12), em um churrasco de fim de tarde, em uma casa de família, na rua Domingos Martins, em Itaquari, Cariacica, a violência mais uma vez foi registrada. A área da comemoração, emprestada pelo dono da casa, foi invadida por dois homens. Um correndo atrás do outro, colocando em risco os participantes do evento, principalmente adolescentes.
Era, segundo avaliação da Polícia Militar, um briga de gangue por divida de drogas. Encurralado, um dos homens pediu clemencia: "não faça isso comigo não". Mas não foi perdoado. Levou seis tiros de pistola ponto 40. Morreu no local. O criminoso fugiu em seguida. Os amigos que estavam no churrasco, assustados e, sem clima, acabaram com a festa. O belo local, com ampla vista para a Baía de Vitória, acabou virando local de investigação policial.
O dono da casa e amigos lamentaram o que aconteceu e condenaram a violência praticada. Moradores da região, mesmo com poucas informações, disseram que é preciso dar um basta na violência. O policial militar Manhães, do 7º Batalhão, de Cariacica, afirmou que tratava-se de um crime característico de dÍvida de droga.
Já a Polícia Civil iniciou as investigações com policiais da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), mas até às 20h30 dessa segunda não havia localizado o responsável pelo assassinato do homem não identificado.
Fonte: A Gazeta
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