Orgias de jogadores de futebol chegam a durar até dois dias
Uma declaração que o goleiro Bruno deu antes de ser preso reacende a discussão sobre os excessos dos jogadores de futebol. Bruno disse que conheceu a ex-amante Eliza Samúdio em uma orgia, e que isso é muito comum no meio do futebol.
O Fantástico investigou esse universo, um submundo de sexo sem limite e drogas que abastece os atletas, bem longe dos olhos do público
Festas secretas com sexo liberado, bebida à vontade e, muitas vezes, drogas pesadas. Na lista de convidados, estão jogadores dos maiores times do país, da seleção, técnicos conhecidos e até dirigentes. Tudo protegido por uma rede de silêncio e mistério.
O Fantástico conversou com garotas de programa e também com pessoas que agenciam prostitutas para entender como são organizados os encontros. A maioria preferiu falar longe das câmeras, mas contou, em detalhes, o que acontece a portas fechadas.
Os jogadores de futebol não costumam se envolver pessoalmente na negociação. Deixam a cargo de amigos e assessores, como contou, por email, uma agenciadora de mulheres, que diz atender de 15 a 20 baladas exclusivas por mês.
O local: na Europa, as festas acontecem na casa dos jogadores. No Brasil, geralmente em sítios alugados ou suítes de hotéis cinco estrelas.
Uma garota de programa conta que já foi chamada às 5h para uma comemoração em um hotel de São Paulo. Ela disse que estava sozinha e teria se assustado quando entrou no quarto.
"Eu cheguei lá e tinham oito, entendeu? Tudo jogador de futebol, tudo de cueca, bermuda, largado. As roupas tudo espalhada pelo chão. Eu não saí com os oito, porque eu não ia dar conta. É muito homem. Saí com dois. Os outros seis eles estavam tudo bêbados, você não tem noção como que eles bebem. Não dá para acreditar que um atleta detone o corpo desse jeito", conta Renata Mariah, garota de programa.
Segundo a agenciadora que mandou o e-mail para o Fantástico, as prostitutas contratadas são, de preferência, loiras. No Brasil, o cachê de cada mulher pode alcançar R$ 2 mil. Sem contar a gorjeta e as despesas com transporte.
Por telefone, uma garota de programa que vive na Europa e diz ter participado de várias orgias com jogadores, alguns da seleção, conta que celulares são proibidos. "A gente é revistada na entrada e na saída. Já fica a bolsa na entrada, entendeu?".
Ela diz que as festas no exterior são as mais animadas, chegam a durar dois dias, com direito a passagem de avião para prostitutas que estão no brasil. "Vão, assim, as preferidas. Vão as modelos, atrizes pornô, vai um pouco de tudo do Brasil", conta.
Na balada, rolam shows eróticos, pagode e funk. Nem todas as convidadas são prostitutas. Muitas estão apenas em busca de fama, como relata, por telefone, a vocalista de uma banda sertaneja que já posou nua em revistas masculinas.
"A maioria das vezes, os assessores de imprensa falam que sair com jogador de futebol ajuda modelo", diz uma mulher.
A cantora Suzana Pittelli conta que já participou de filmes eróticos conta que conheceu o goleiro Bruno em uma dessas festas em Belo Horizonte, no começo do ano. Além de bruno, segundo ela, estavam presentes vários atletas do Flamengo. Suzana afirma que não faz programas e se surpreendeu ao ver cenas picantes entre os convidados. Pensava que tinha ido a um evento normal.
"Começava aquela pegação. Todo mundo estava participando da orgia. Ai eu falei: - eu vim aqui para uma festa, não vim aqui para fazer outra coisa. Eu me senti suja de estar ali, eu me senti mal. Ai eu fui embora", diz a Suzana.
Em algumas festas, drogas fazem parte do cardápio. "Cocaína, ácido", diz Renata Mariah.
"O normal, assim, cocaína, maconha, bala (ecstasy), doce (LSD). Crack nunca vi, não. Fica na bandeja, fica tudo servido", diz a agenciadora por telefone.
E mais, muitos clientes famosos, de acordo com as entrevistadas, se recusam a usar camisinha. Eles oferecem até o dobro do cachê para fazer sexo sem proteção.
"Quando eles estão drogados, eles não querem usar, não", diz um garota de programa.
"Eu já saí no tapa com um que enquanto eu estava ali no negócio, ele arrancou a camisinha e tentou me... Só que eu sou ligeira", conta Renata Mariah.
"É a vida deles, a folga deles. O dinheiro é deles", argumenta o técnico do Bahia, Renato Gaúcho.
O Fantástico foi até Salvador conversar com o técnico do Bahia, ex-jogador Renato Gaúcho. Renato dá a entrevista de óculos escuros e justifica dizendo que é por causa da timidez.
Renato, 47 anos, casado, sempre teve fama de conquistador incansável. Ele garante já ter saído com cinco mil mulheres. "Hoje em dia eu estou caseiro, estou devagar".
O ídolo do Grêmio confirma que farras sexuais são comuns no futebol. "Não sei se essa palavra eu posso falar ou... a famosa orgia, todo clube tem. É inevitável. Mas eu não participava disso", conta Renato Gaúcho.
Mas ele não critica quem frequenta. "Eu não sou contra, não. Eu como treinador. Se o jogador está na folga dele, quem tem que cuidar dele é a mulher dele", diz Renato.
Para Renato a pressão do grupo acaba influenciando: "Se ele não for, ele vai acabar sendo sacaneado pelos colegas. O problema do jogador de futebol são as companhias, são os amigos na maioria das vezes".
"O jogador, ele entra no ramo do futebol e vem pra ele um tsunami de grana em cima dele. E ele é jovem, ele não está preparado psicologicamente para administrar toda essa fama, sucesso, dinheiro", explica Renata Mariah.
"O jogador de futebol acha que ele pode tudo, ele acha que nada vai acontecer com ele. E ele começa a se perder, se não tiver cabeça", conclui Renato.
O Fantástico investigou esse universo, um submundo de sexo sem limite e drogas que abastece os atletas, bem longe dos olhos do público
Festas secretas com sexo liberado, bebida à vontade e, muitas vezes, drogas pesadas. Na lista de convidados, estão jogadores dos maiores times do país, da seleção, técnicos conhecidos e até dirigentes. Tudo protegido por uma rede de silêncio e mistério.
O Fantástico conversou com garotas de programa e também com pessoas que agenciam prostitutas para entender como são organizados os encontros. A maioria preferiu falar longe das câmeras, mas contou, em detalhes, o que acontece a portas fechadas.
Os jogadores de futebol não costumam se envolver pessoalmente na negociação. Deixam a cargo de amigos e assessores, como contou, por email, uma agenciadora de mulheres, que diz atender de 15 a 20 baladas exclusivas por mês.
O local: na Europa, as festas acontecem na casa dos jogadores. No Brasil, geralmente em sítios alugados ou suítes de hotéis cinco estrelas.
Uma garota de programa conta que já foi chamada às 5h para uma comemoração em um hotel de São Paulo. Ela disse que estava sozinha e teria se assustado quando entrou no quarto.
"Eu cheguei lá e tinham oito, entendeu? Tudo jogador de futebol, tudo de cueca, bermuda, largado. As roupas tudo espalhada pelo chão. Eu não saí com os oito, porque eu não ia dar conta. É muito homem. Saí com dois. Os outros seis eles estavam tudo bêbados, você não tem noção como que eles bebem. Não dá para acreditar que um atleta detone o corpo desse jeito", conta Renata Mariah, garota de programa.
Segundo a agenciadora que mandou o e-mail para o Fantástico, as prostitutas contratadas são, de preferência, loiras. No Brasil, o cachê de cada mulher pode alcançar R$ 2 mil. Sem contar a gorjeta e as despesas com transporte.
Por telefone, uma garota de programa que vive na Europa e diz ter participado de várias orgias com jogadores, alguns da seleção, conta que celulares são proibidos. "A gente é revistada na entrada e na saída. Já fica a bolsa na entrada, entendeu?".
Ela diz que as festas no exterior são as mais animadas, chegam a durar dois dias, com direito a passagem de avião para prostitutas que estão no brasil. "Vão, assim, as preferidas. Vão as modelos, atrizes pornô, vai um pouco de tudo do Brasil", conta.
Na balada, rolam shows eróticos, pagode e funk. Nem todas as convidadas são prostitutas. Muitas estão apenas em busca de fama, como relata, por telefone, a vocalista de uma banda sertaneja que já posou nua em revistas masculinas.
"A maioria das vezes, os assessores de imprensa falam que sair com jogador de futebol ajuda modelo", diz uma mulher.
A cantora Suzana Pittelli conta que já participou de filmes eróticos conta que conheceu o goleiro Bruno em uma dessas festas em Belo Horizonte, no começo do ano. Além de bruno, segundo ela, estavam presentes vários atletas do Flamengo. Suzana afirma que não faz programas e se surpreendeu ao ver cenas picantes entre os convidados. Pensava que tinha ido a um evento normal.
"Começava aquela pegação. Todo mundo estava participando da orgia. Ai eu falei: - eu vim aqui para uma festa, não vim aqui para fazer outra coisa. Eu me senti suja de estar ali, eu me senti mal. Ai eu fui embora", diz a Suzana.
Em algumas festas, drogas fazem parte do cardápio. "Cocaína, ácido", diz Renata Mariah.
"O normal, assim, cocaína, maconha, bala (ecstasy), doce (LSD). Crack nunca vi, não. Fica na bandeja, fica tudo servido", diz a agenciadora por telefone.
E mais, muitos clientes famosos, de acordo com as entrevistadas, se recusam a usar camisinha. Eles oferecem até o dobro do cachê para fazer sexo sem proteção.
"Quando eles estão drogados, eles não querem usar, não", diz um garota de programa.
"Eu já saí no tapa com um que enquanto eu estava ali no negócio, ele arrancou a camisinha e tentou me... Só que eu sou ligeira", conta Renata Mariah.
"É a vida deles, a folga deles. O dinheiro é deles", argumenta o técnico do Bahia, Renato Gaúcho.
O Fantástico foi até Salvador conversar com o técnico do Bahia, ex-jogador Renato Gaúcho. Renato dá a entrevista de óculos escuros e justifica dizendo que é por causa da timidez.
Renato, 47 anos, casado, sempre teve fama de conquistador incansável. Ele garante já ter saído com cinco mil mulheres. "Hoje em dia eu estou caseiro, estou devagar".
O ídolo do Grêmio confirma que farras sexuais são comuns no futebol. "Não sei se essa palavra eu posso falar ou... a famosa orgia, todo clube tem. É inevitável. Mas eu não participava disso", conta Renato Gaúcho.
Mas ele não critica quem frequenta. "Eu não sou contra, não. Eu como treinador. Se o jogador está na folga dele, quem tem que cuidar dele é a mulher dele", diz Renato.
Para Renato a pressão do grupo acaba influenciando: "Se ele não for, ele vai acabar sendo sacaneado pelos colegas. O problema do jogador de futebol são as companhias, são os amigos na maioria das vezes".
"O jogador, ele entra no ramo do futebol e vem pra ele um tsunami de grana em cima dele. E ele é jovem, ele não está preparado psicologicamente para administrar toda essa fama, sucesso, dinheiro", explica Renata Mariah.
"O jogador de futebol acha que ele pode tudo, ele acha que nada vai acontecer com ele. E ele começa a se perder, se não tiver cabeça", conclui Renato.
Fonte: Fantástico
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