Dois anos após ter retirado um dos ovários, uma dona de casa de 49 anos de Araraquara (273 km de São Paulo) descobriu que havia uma pinça cirúrgica dentro do seu abdome.
Após sentir fortes dores na barriga, passou por um exame no aparelho de raios-X e descobriu o instrumento.
A dona de cada pediu para não ser identificada. Segundo o marido dela, a operação foi feita em 2008 e as dores começaram em 2010. "Ela começou a ter desconforto e fomos ao médico", disse o marido. O instrumento já foi retirada.
Por meio de nota, o hospital Beneficência Portuguesa disse que enviou o prontuário da paciente ao Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo), que abriu sindicância para apurar o caso.
25 ANOS
Em junho de 2010, Nelson Fernando Mazorca Celestino descobriu que estava havia mais de 70 dias com um objeto pontiagudo metálico espetado no interior das costas.
Segundo o gerente de uma agência de turismo em São Paulo, o material foi esquecido durante uma cirurgia de hérnia de disco em que a energia acabou duas vezes e o gerador de emergência falhou.
Em 2008, Sueli de Paula Viana descobriu que tinha uma tesoura no abdome deixada, segundo ela, durante o parto de seu filho ocorrido 25 anos antes.
Desde o nascimento do filho, a mulher de Mogi das Cruzes (Grande SP) reclamava de dores na barriga e nas pernas, mal-estar e hemorragias.
Passou por vários médicos, realizou vários exames, teve de parar de trabalhar, mas não descobria a causa do problema. O instrumento só foi encontrado após realizar uma radiografia na barriga.
FOLHA
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sexta-feira, 1 de abril de 2011
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
Maníaco da tesoura matava mulheres para combater 'prostituição'
O agente penitenciário Edmar Silva confessou seis mortes. Ele afirmou que matava para "fazer o trabalho sujo que a polícia não podia fazer"
O homem acusado de matar prostitutas da região de São Geraldo, na Serra, foi preso pela Polícia Civil nesta terça-feira (28). Em depoimento, o agente penitenciário Edmar Silva Rodrigues Júnior, de 37 anos - o maníaco da tesoura - confessou seis assassinatos e uma tentativa de homicídio. Ele também afirmou que cometia os crimes para combater o tráfico de drogas e a prostituição.
Edmar Silva Rodrigues Júnior foi apresentado à imprensa nesta quinta-feira. Ele foi preso após uma mulher, vítima de ataque a tesouradas, sobreviveu e procurou a polícia. Ela contou que o criminoso agia em um Monza de cor escura e ainda passou trecho da placa do veículo.
A partir dos dados, os policiais chegaram à casa do maníaco, onde encontraram a faca usada nos crimes e roupas íntimas de uma das vítimas.
O titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Mulher, delegado André Cunha, afirmou que Edmar aparenta sofrer de perturbações mentais e que ele será submetido a avaliações psicológicas.
"Ele tenta se justificar afirmando que as execuções foram em virtude de uma ficção de combater o tráfico de drogas. Percebe-se que ele tem uma frustração por não ter ingressado na força policial. Ele chega a dizer que faz o serviço sujo que a polícia não pode fazer", disse.
O delegado destacou também que o maníaco, nos depoimentos, se mostrava orgulhoso ao dizer que os golpes com faca ou tesoura eram dados em pontos vitais.
André Cunha salientou que o suspeito, em depoimento, revelou que nas investidas fazia abordagem como se fosse um policial, algemava as mulheres e tentava extrair delas a identidade do traficante da região.
"Ele fazia a abordagem como se fosse policial, algemava as moças como se fosse uma detenção e apresentava uma espécie de carteira similiar à policial. Ele levava as moças para um local distantes da abordagem, tentava extrair delas quem era o traficante da região, mas mesmo dependente de drogas, muitas não sabiam", frisou.
Cemitério clandestino
Após ser preso, na terça-feira, os policiais percorreram com o criminoso o caminho que ele fazia desde a abordagem às vítimas até a desova dos cadáveres. Edmar levou os policiais até Maringá, na Serra, onde foram encontradas ossadas humanas no dia 13 de dezembro. O maníaco confessou que jogou os corpos de cinco vítimas no local.
Em depoimento, Edmar disse que a repercussão do cemitério clandestino na imprensa fez com que ele desovasse a sexta vítima numa estrada de chão que dá acesso à lagoa Jacuném, no bairro Civit I, na Serra.
A Gazeta
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Edmar Silva Rodrigues Júnior, o maníaco da tesoura, foi preso pela Polícia Civil |
Edmar Silva Rodrigues Júnior foi apresentado à imprensa nesta quinta-feira. Ele foi preso após uma mulher, vítima de ataque a tesouradas, sobreviveu e procurou a polícia. Ela contou que o criminoso agia em um Monza de cor escura e ainda passou trecho da placa do veículo.
A partir dos dados, os policiais chegaram à casa do maníaco, onde encontraram a faca usada nos crimes e roupas íntimas de uma das vítimas.
O titular da Delegacia de Homicídios e Proteção à Mulher, delegado André Cunha, afirmou que Edmar aparenta sofrer de perturbações mentais e que ele será submetido a avaliações psicológicas.
"Ele tenta se justificar afirmando que as execuções foram em virtude de uma ficção de combater o tráfico de drogas. Percebe-se que ele tem uma frustração por não ter ingressado na força policial. Ele chega a dizer que faz o serviço sujo que a polícia não pode fazer", disse.
O delegado destacou também que o maníaco, nos depoimentos, se mostrava orgulhoso ao dizer que os golpes com faca ou tesoura eram dados em pontos vitais.
André Cunha salientou que o suspeito, em depoimento, revelou que nas investidas fazia abordagem como se fosse um policial, algemava as mulheres e tentava extrair delas a identidade do traficante da região.
"Ele fazia a abordagem como se fosse policial, algemava as moças como se fosse uma detenção e apresentava uma espécie de carteira similiar à policial. Ele levava as moças para um local distantes da abordagem, tentava extrair delas quem era o traficante da região, mas mesmo dependente de drogas, muitas não sabiam", frisou.
Cemitério clandestino
Após ser preso, na terça-feira, os policiais percorreram com o criminoso o caminho que ele fazia desde a abordagem às vítimas até a desova dos cadáveres. Edmar levou os policiais até Maringá, na Serra, onde foram encontradas ossadas humanas no dia 13 de dezembro. O maníaco confessou que jogou os corpos de cinco vítimas no local.
Em depoimento, Edmar disse que a repercussão do cemitério clandestino na imprensa fez com que ele desovasse a sexta vítima numa estrada de chão que dá acesso à lagoa Jacuném, no bairro Civit I, na Serra.
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