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terça-feira, 15 de março de 2011

Assaltante faz refém atendente de farmácia e leva tiro na cabeça em Garanhuns. Cenas fortes

Assaltante morre durante roubo a farmácia em Garanhuns
Usando uma faca peixeira, ele ameaçava uma atendente de farmácia. Ele morreu com um tiro na cabeça, disparado pela polícia


Uma atendente de farmácia ficou cerca de duas horas como refém de dois assaltantes que tentaram roubar o estabelecimento na noite desta segunda-feira, no município de Garanhuns (a 228 quilômetro de Recife), no Agreste de Pernambuco. O município é conhecido como a terra natal do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


Um dos assaltantes, Leonardo Bezerra da Silva, de 21 anos, ameaçava constantemente a vítima, Edvânia Claudino de Melo, de 37 anos, com uma faca peixeira. De acordo com o boletim de ocorrência feito pela polícia, ele estava bastante agressivo e aparentemente encontrava-se sob efeito de entorpecentes.

A Polícia Militar estava realizando uma ronda no bairro Heliópolis quando percebeu a movimentação estranha no local. Foram feitas tentativas de negociação, sem sucesso. O outro assaltante conseguiu fugir do local.


Em um momento de descuido, Leonardo foi atingido com um tiro na cabeça por um dos policiais e morreu. Edvânia foi levada a um hospital da cidade em estado de choque, mas passa bem.

"Nós contamos com a presença de dois juízes e um promotor durante as negociações, e chegamos a oferecer a ele [o assaltante] um carro para que ele fosse embora sem ser perseguido. Infelizmente, no entanto, ele estava irredutível, queria que esvazíassemos a rua. Só tomamos essa medida depois de perceber que perderíamos a vítima caso não interferíssemos", diz ao G1 o major Abel Ferreira Junior, comandante do Batalhão da Polícia Militar de Garanhuns.


'Ele tremia', diz vítima de tentativa de assalto em Pernambuco
Mulher foi mantida refém em farmácia, em Garanhuns.
Assaltante foi morto por policiais após tentativa de negociação.

Depois de passar horas como refém em uma tentativa de assalto a uma farmácia, em Garanhuns (PE), na noite de segunda-feira (14), Edvânia Galindo da Silva ainda tenta se recuperar do susto. Ela está na casa da mãe e sob o efeito de calmantes.


“Com a faca em mim, ele tremia e dizia baixinho ‘eu vou te matar, vou te levar junto comigo'”, conta Edvânia.

O assaltante que fez Edvânia refém foi morto por policiais que negociavam sua liberação. A vítima era ameaçada com uma faca. A negociação durou mais de três horas, segundo a Polícia Militar (PM).

“Ele pegou no meu cabelo e falou 'se ajoelha que sua hora chegou'. Quando ocorreu o tiro, pensei que aquele sangue fosse meu”, diz. "Pensava sempre nos meus filhos."

Assaltante é morto durante tentativa de assalto a farmácia em PEA polícia contou com a presença de dois juízes e um promotor durante as negociações, e chegou a oferecer ao assaltante um carro para que ele fosse embora sem ser perseguido, segundo a PM.

"Infelizmente, no entanto, ele estava irredutível, queria que esvazíassemos a rua. Só tomamos essa medida depois de perceber que perderíamos a vítima caso não interferíssemos", diz ao G1 o major Abel Ferreira Junior, comandante do Batalhão da Polícia Militar de Garanhuns.

Ainda de acordo com a PM, a farmácia havia sido invadida por dois homens, mas um deles fugiu antes da chegada da polícia ao local. Policiais civis, militares e homens do Corpo de Bombeiros acompanharam as negociações.

"Quando ele colocou a vítima de joelhos, e começou a ameaçá-la com uma faca, decidimos atirar", afirma Ferreira Junior. (G1)



“Ele era do mal”, diz pai de bandido morto durante assalto em PE
O município de Garanhuns, no Agreste de Pernambuco, continua estarrecido com a cena de terror vivida pela funcionária de uma farmácia da cidade, Edivânia Claudino de Melo, 37 anos, na noite dessa segunda-feira (14).

Depois de ficar refém por duas horas, enquanto a polícia negociava com Leonardo Bezerra da Silva, 21, Edvânia só conseguiu sair da mira do bandido, depois que a polícia – numa questão de segundos – aproveitou um vacilo dele e atirou contra o assaltante. Ele ainda foi socorrido para o Hospital Regional Dom Moura em Garanhuns, mas não resitiu e morreu a caminho da unidade de saúde.

Em estado de choque, a balconista precisou ser levada ao hospital e em seguida foi para casa, onde recebe atenção especial do esposo e dos três filhos. "Foi uma coisa horrível. Nunca pensei passar por isso na minha vida. Eu só fazia rezar e pedir a ele – o assaltante – para não me matar porque eu tinha três crianças em casa para cuidar", lembra.


JC Online conversou com o pai do assaltante, o aposentado Manoel Bezerra da Silva que falou estar envergonhado por tudo o que aconteceu, mas que sabia que o filho não teria um bom destino.

"Ele era uma pessoa do mal. Muito agressivo, descontrolado. Ele nunca teve jeito nessa vida. Para ter uma ideia, eu tomo remédio controlado por causa dele até hoje", disse o aposentado que conseguiu o benefício, segundo ele, após ter várias complicações de saúde devido às preocupações com o filho.


Durante a conversa, [chorando] seu Manoel Bezerra disse ainda estar envergonhado. "Eu só fiquei imaginando a dor de uma família em ver uma senhora na mira de um baniddo e nesse caso, o bandido era meu filho. A polícia fez a coisa certa, senão, ele mataria ela", lamentou.

Fonte: pbagora.com.br