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domingo, 3 de março de 2013

Receita. Aprenda a fazer um delicioso pão com linguiça



ingredientes

Para a massa

  • 3 tabletes de fermento biológico (45 g)
  • 2 colheres (sopa) de açúcar
  • 1/2 xícara (chá) de leite morno
  • 4 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo (mais ou menos)
  • 1 ovo
  • 1 lata de creme de leite
  • 100 g de manteiga sem sal derretida com 1/2 colher (sopa) de tempero pronto

Para o recheio

  • 1 xícara (chá) de bacon picado
  • 1,2 kg de lingüiça fresca picada (retire a pele e o excesso de gordura)
  • 1 xícara (chá) de cebola picada
  • 400 ml de molho de tomate (caseiro ou pronto)
  • 3 colheres (sopa) de salsa picada
  • 2 colheres (sopa) de cebolinha picada

Para a montagem

  • Massa
  • Recheio frio
  • 1 gema batida para pincelar

modo de preparo

Para a massa

Faça uma mistura com o fermento biológico, o açúcar e o leite. Deixe por 5 min para formar uma esponja. Numa tigela, coloque a farinha e faça uma cavidade. Despeje a mistura de fermento, açúcar e leite, ovo, creme de leite e manteiga.
Misture todos os ingredientes, adicionando a farinha aos poucos. Trabalhe a massa até desgrudar das mãos. Deixe descansar até dobrar de volume. Enquanto isso prepare o recheio.

Para o recheio

Frite o bacon na própria gordura. Junte a lingüiça e frite por uns 20 min. Coloque a cebola e doure. Adicione o molho de tomates e deixe apurar por 10 min mais ou menos, em fogo baixo. Desligue, coloque a salsa e a cebolinha.Deixe esfriar.

Para a montagem


Abra a massa no formato de um retângulo, com 0,5 cm de espessura, sobre uma superfície enfarinhada. Espalhe o recheio, enrole a massa com cuidado para não rasgar e junte as duas pontas, formando um anel.
Coloque numa forma redonda untada e enfarinhada de 28 cm de diâmetro. Pincele a gema e leve para assar em forno médio (200ºC), pré-aquecido, por mais ou menos 40 min.
Fonte: Ana Maria Braga

domingo, 18 de julho de 2010

Prato local. Coreia do Sul tem ato contra carne canina


Protesto foi realizado neste domingo em Seul.
Segundo crença local, a iguaria estimula o vigor e a virilidade.

Ativistas sul-coreanos dos direitos dos animais ficaram enjaulados em protesto contra o consumo de carne de cachorro no país asiático. O protesto foi realizado neste domingo em Seul, na Coreia do Sul. Muitos sul-coreanos comem carne de cachorro, pois, segundo crença local, a iguaria estimula o vigor, a virilidade e os ajuda a suportar o calor do verão.
Ativistas ficaram enjaulados em protesto contra o consumo de carne de cachorro. (Foto: Lee Jin-man/AP)
Protesto foi realizado neste domingo em Seul, na Coreia do Sul. (Foto: Lee Jin-man/AP)

Do Globo.com/G1

Está cada vez mais difícil comer “boshintang” em Seul.

Repórter do G1 provou e conta como foi.

Encontrar um restaurante em Seul que venda pratos feitos de carne de cachorro (“boshintang”, em coreano) não é uma tarefa fácil. E mais difícil ainda é encontrar um coreano que goste desse tipo de refeição.

Ao contrário do que se pensa, a Coréia do Sul, que ao longo dos anos foi estereotipada como “o país onde se come cachorro”, vê como algo cada vez mais distante o consumo do polêmico prato.
“A Coréia está muito mais aberta ao mundo e as pessoas estão vendo o que acontece aqui. Além disso, esse costume (de comer carne canina) vem caindo porque hoje em dia é muito normal ter cachorros em casa”, afirma o jornalista Sung-Hae Kim, especializado na história dos costumes da Coréia do Sul.

Ele, que tem 40 anos e nunca provou o prato, diz que o consumo da carne é algo que faz parte da cultura do país, mas que está mudando rapidamente por causa das transformações sociais pelas quais a Coréia passou nos últimos anos.

“É verdade que algumas pessoas ainda adoram o prato, mas é cada vez mais raro encontrar lugares que vendem essa carne aqui em Seul. A sociedade está mudando sua maneira de pensar e simplesmente há menos gente comendo esse prato”, afirma Kim, lembrando que todos os países tem suas “estranhas tradiçoes”: “Na China, por exemplo, há quem coma ratos.”

Copa do Mundo
A discussão sobre o consumo de carne de cachorro, que é repudiada por milhões de pessoas em todo o mundo, colocou a Coréia do Sul em evidência antes da Copa do Mundo de 2002.

Na ocasião, até a Fifa chegou a fazer um pedido formal para que o governo coreano tomasse providências contra o “abate cruel de cachorros” -algo que é denunciado freqüentemente pelas associações dos direitos dos animais do país.

Desde então, o costume que já vinha perdendo força caiu ainda mais, mas não desapareceu completamente, para desespero de milhares de defensores dos direitos dos animais em todo o mundo.

Esses defensores alegam que os cachorros são criados em gaiolas, como as galinhas -especialmente para o consumo de sua carne. Afirmam também que os animais são torturados antes de serem mortos porque dessa forma a adrenalina liberada aumenta o sabor da carne e, principalmente, a virilidade dos homens que a consomem.

* O jornalista Pablo Guelli, repórter do G1, viaja a convite do governo sul-coreano, que custeia parte de suas despesas.