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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Maiores próteses de silicone do mundo. National Geographic grava documentário com Sheyla Hershey


National Geografphic grava documentário com Sheyla Hershey no Espírito Santo
Modelo volta ao Estado um dia após reimplantar as próteses de silicone

foto: Reprodução
Sheyla Hershey



Famosa pela polêmica das maiores próteses de silicone do mundo, que acabou gerando uma infeccção e alguns dias de internação, a capixaba Sheyla Hershey volta ao Espírito Santo no próximo dia 20. A modelo vem visitar os familiares acompanhada de uma equipe do canal National Geographic, que está fazendo um documentário sobre a vida dela.

Sheyla chegará um dia após reimplantar 3,5 litros de silicone nos seios. A modelo está há um ano e dois meses sem nenhuma prótese que precisaram ser retiradas depois que a modelo ficou dias internada e chegou a entrar em coma devido a uma infecção bacteriana que contraiu após uma cirurgia para colocar silicone nos seios.

A operação será realizada no México devido ao profissional ser o único no mundo a ter aceitado reimplantar as próteses na modelo. "O médico responsável pela cirurgia foi o único que aceitou me operar. Ele pediu que eu não citasse o nome dele. Entendo os riscos e sei que posso passar por mais uma infecção, mas acredito que aquilo que aconteceu comigo foi uma fatalidade, tanto que vou recolocar as minhas próteses com 3,5 litros", disse.

Após a visita ao Espírito Santo, Sheyla segue para o Rio de Janeiro e São Paulo. Atualmente, a modelo mora no Texas, Estados Unidos, com o marido e os dois filhos de 2 e 13 anos.

Sheyla ficou conhecida como a mulher com os maiores seios do mundo e colocou 5,5 litros de silicone em cada seio. Em nome da vaidade, ela já gastou cerca de U$ 97mil nos últimos dez anos.

O marido chegou a hipotecar a casa em que vivem para pagar pelas cerca de 30 cirurgias, que ela já fez. Dessas, nove foram para aumentar os seios. Sobre quebrar novos recordes, Sheyla é enfática. "De jeito nenhum. Acho que a essa altura ninguém quebraria o meu recorde, nem eu mesma", finaliza.

GAZETA ONLINE

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Sheyla Hershey poderá ser obrigada a fazer a cirurgia para a retirada das próteses de silicone no México

A capixaba Sheyla Hershey poderá ser obrigada a fazer a cirurgia para a retirada das próteses de silicone no México. Segundo ela, os médicos lutam para encontrar um hospital que aceite realizar o procedimento, proibido nos Estados Unidos, onde ela mora. Há suspeita de que ela tenha sido contaminada por micobactéria.


Sheyla Almeida, conhecida como Sheyla Hershey, detentora dos maiores seios siliconados da américa latina apareceu em público depois da cirurgia em que trocou as próteses de silicone de 3,5 litros para 5,5 litros em cada mama.


Sheyla participou do programa SuperPop de Luciana Gimenes na Redetv para mostrar sua nova aparência. Sheyla quer alcançar o título de mulher mais siliconada do mundo e entrar para o livro dos recordes.


Sheyla Hersey já posou nua na Sexy Premium, e já recebeu alguns convites para posar pelada na Playboy também.

Caso Envolvendo modelo brasileira mostra os perigos de não se estabelecerem limites

A meta de obter o título de mulher com as maiores próteses de silicone do mundo fez com que a modelo capixaba Sheyla Almeida Hershey, 30 anos, não pensasse nas consequências ao realizar sua nona cirurgia para aumentar as mamas. A modelo, que já tinha 1 litro em cada seio, esteve no Brasil em junho para colocar mais 3,5 litros. Com isso ficaria com 9 litros e ultrapassaria a recordista mundial, a atriz pornô americana Maxi Mounds, com 7 litros.

Tamanha ambição lhe ocasionou uma grave infecção, que se não for controlada pode levá-la à morte. O caso revela que, para muitos, não há limite para alcançar o corpo ideal. De um lado, homens e mulheres dispostos a pagar qualquer preço para ter o tórax de Paulo Zulu, os seios de Pamela Anderson, a barriga de Madonna. Do outro, profissionais que em nome do lucro fazem qualquer negócio.

A modelo, que mora desde 2002 no Texas, disse que foi obrigada a realizar a cirurgia no Brasil porque já havia ultrapassado os limites estabelecidos pela legislação dos Estados Unidos. Sheyla assume ter realizado mais de 30 cirurgias plásticas, nove delas para aumento das mamas.

Por aqui, a coisa é diferente. "Isso não existe no Brasil e não sei se há países que estabelecem isso. O limite é, na verdade, o bom senso. Atingir recordes significa ultrapassar limites e, como tal, há riscos. É comum encontrar paciente que chega ao consultório buscando o extremo. Cabe ao médico recusar, o cirurgião precisa dizer não", diz o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), Sebastião Guerra.

O nome do cirurgião da modelo não foi revelado, mas de acordo com Guerra, a instituição pretende cobrar explicações. "O termo de compromisso, normalmente assinado pelo paciente, não isenta o cirurgião de suas responsabilidades. Vamos investigar se ele é membro da sociedade e cobrar explicações sobre a sua conduta profissional. Não concordamos do ponto de vista ético."

Além de problemas de coluna, o excesso de silicone pode provocar a distensão permanente da pele. Ou seja, quanto maior for o volume da prótese, mais a pele irá se esticar. Isso significa que, se a mulher tiver que retirar a prótese por qualquer motivo (desde arrependimento até rompimento do material, que pode dar origem a nódulos), as mamas ficarão flácidas e precisarão de outra cirurgia para voltarem ao normal.

Na opinião do cirurgião plástico Alexandre Barbosa, é preciso avaliar o que, de fato, é belo em termos de tamanho de seios. "Não podemos exagerar, não só pela estética, já que um seio muito grande pode ficar vulgar, mas principalmente para a saúde. Até que ponto vale a pena ficar com os seios tão grandes?", questiona.

Fonte: A Tarde - Salvador - Ciência & Vida